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Unidade II de Fundamentos da Prática Farmacêutica sobre Análises Clínicas Toxicológicas. Aborda toxicologia e exames clínicos, distribuição e efeitos de medicamentos, vias de administração e princípios de farmacocinética (absorção, distribuição, metabolização, excreção).

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FUNDAMENTOS 
DA PRÁTICA 
FARMACÊUTICA
UNIDADE II
Análises Clínicas 
Toxicológicas
Eduardo Gomes da Silva
Análises Clínicas 
Toxicológicas
3
Introdução
A Unidade 2 trata sobre as Análises Clínicas Toxicológicas. Veremos os principais 
pontos a respeito da toxicologia, dos exames clínicos e de como os medicamentos 
são distribuídos pelo organismo, conhecimento este importante para entender como 
funciona o mecanismo de seu efeito e demais funções importantes dentro da área de 
toxicologia, uma das áreas promissoras para os profissionais Farmacêuticos.
Objetivos da Aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:
• Desenvolver habilidades e conhecimentos a respeito da prática clínica no la-
boratório de análises clínicas. 
• Reconhecer o papel essencial do profissional Farmacêutico.
4
Conceitos Gerais de Farmacologia e Toxicologia
A farmacologia de um modo geral é a ciência que estuda as drogas. Num amplo sentido, 
trata da interação das moléculas químicas (drogas) administradas exogenamente 
com os sistemas vivos. Engloba todos os aspectos do conhecimento das drogas, 
porém, acima de tudo, aqueles que são importantes para o uso eficaz e seguro com 
fins medicinais (KLAASSEN; WATKINS, 2001).
Toxicologia e análise de sangue
Fonte: Freepik (2023 ).
#pratodosverem: profissional farmacêutico realizando uma análise de sangue 
em um aparelho voltado para análises clínicas.
Dessa forma, no decorrer dos últimos 100 anos, aproximadamente, as drogas passaram 
a ser purificadas e quimicamente caracterizadas, desenvolvendo-se enorme variedade 
de novas drogas altamente potentes e seletivas, e os estudos envolvendo toxicologia 
sobre esses medicamentos vem crescendo muito (BRUNTON et al., 2012).
5
Vias de Administração × Toxicologia
Dentro da farmacologia, temos diversos pontos importantes a respeito das vias de 
administração de medicamentos, dos efeitos importantes dos fármacos e, também, 
do que pode haver de prejudicial ao organismo, sendo, de certa forma, importante para 
a contextualização de todos os assuntos pertinentes sobre as vias de administração 
(CRAIG; STITZEL, 2005).
Alguns pontos importantes a respeito das principais vias de administração de 
medicamentos são:
Tópica e cutânea
Refere-se à aplicação externa da droga à superfície, para ação localizada. As 
drogas altamente lipossolúveis podem ser aplicadas à pele para absorção lenta 
e prolongada, por isso são agrupadas também em cutânea.
Oral
A ingestão oral constitui a forma mais antiga e comum de administração de 
drogas. É mais segura, mais conveniente. 
Sublingual
O comprimido, ou pastilha, contendo a droga é colocado sob a língua ou esmagado 
na boca e espalhado pela mucosa bucal. 
Retal
Certas drogas irritantes e desagradáveis podem ser administradas pelo reto na 
forma de supositórios ou via enema de retenção para efeito sistêmico. 
Parenteral
Refere-se à administração da droga por injeção, liberando-a diretamente no 
líquido tecidual ou no sangue, sem atravessar a mucosa intestinal. 
6
Inalação
Os líquidos voláteis e os gases são administrados por inalação para ação 
sistêmica, como, por exemplo, os anestésicos gerais, o nitrito de amila, entre 
outros. 
Nasal
A membrana mucosa do nariz tem a capacidade de absorver rapidamente muitas 
drogas, evitando, assim, os sucos digestivos e a sua passagem pelo fígado.
As considerações, principalmente de bom senso, a exequibilidade e a conveniência 
determinam a via de administração a ser utilizada, e podem estar associadas aos 
efeitos tóxicos do organismo, sendo fatores preocupantes de uma maneira geral 
(COELHO, 2001).
Medicamentos × efeitos tóxicos no organismo
Fonte: Freepik (2023 ).
#pratodosverem: em uma superfície plana há várias cartelas de remédio, de 
várias cores.
As drogas contemporâneas atuam, em sua maioria, ao imitar ou antagonizar 
neurotransmissores, hormônios ou outros mediadores no corpo. Essas drogas 
tendem a restaurar o estado funcional alterado (na doença), mas os seus efeitos são 
de curta duração, e elas não têm a capacidade de corrigir a anormalidade básica nem 
modificar o processo de seu efeito (MOREAU; SIQUEIRA, 2008).
7
Farmacocinética
Dentro da farmacocinética, é possível compreender todos os pontos importantes a 
respeito de como os medicamentos serão absorvidos, metabolizados, distribuídos e 
excretados no organismo, de forma a garantir o melhor trânsito de informações.
O processo da ingestão de medicamento/substâncias está atrelado aos mecanismos 
da absorção, distribuição, metabolização e excreção de medicamentos, sendo 
essenciais na farmacocinética (MARIN, 2003).
A absorção refere-se ao movimento da droga do seu local de administração para a 
circulação. Não apenas a fração da dose administrada absorvida como também a taxa 
de absorção é importante nesses pontos dentro da farmacocinética (MARIN, 2003).
A extensão da distribuição de um fármaco depende de sua lipossolubilidade, de sua 
ionização em pH fisiológico (conforme o pKa) e do seu grau de ligação às proteínas 
plasmáticas e teciduais (NASCIMENTO, 2003).
A biotransformação refere-se à alteração química sofrida pela droga no corpo. Esse 
processo é necessário para transformar compostos não polares também chamados 
de lipossolúveis em polares, em que temos os compostos insolúveis e lipídicos, de 
modo que não sejam reabsorvidos nos túbulos renais e sejam, por isso, excretados 
(CRAIG; STITZEL, 2005).
A excreção refere-se à eliminação da droga absorvida sistemicamente. As drogas e 
seus metabólitos são excretados principalmente na urina, nas fezes, no ar exalado, 
na saliva e no suor e no leite (MOREAU; SIQUEIRA, 2008).
Toxicologia e suas Aplicações Clínicas
O processo da resposta tóxica está relacionado a todo dano causado em um órgão, 
que possa vir a alterar processos bioquímicos e enzimáticos, auxiliando na escolha 
das melhores substâncias que podem ser ingeridas ou inseridas em um meio 
(NASCIMENTO, 2003).
A resposta tóxica é a capacidade que uma substância química tem de causar dano em 
um órgão determinado, de alterar os processos bioquímicos ou alterar um sistema 
enzimático, sendo determinante para o bom funcionamento do sistema como um 
todo, permitindo analisar melhor as substâncias que são inseridas e ingeridas 
(NASCIMENTO, 2003).
8
Exame toxicológico
Fonte: Freepik, (2023 ).
#pratodosverem: farmacêutica analisando um exame de urina com possíveis 
indícios de contaminação por substâncias nocivas.
Por conta disso, temos a dose-resposta que diz que determinado medicamento 
pode estar relacionado com os seus efeitos, podendo ser benéfico ou prejudicial 
ao organismo, sendo importante para investigar o que de fato precisa melhorar 
(COELHO, 2001).
Dentro dos estudos das análises clínicas e toxicologia, é de 
extrema importância entender de fato sobre os efeitos nocivos 
de determinadas substâncias e de como elas podem prejudicar 
o organismo, sendo por um efeito tóxico da substância, ou da 
ingestão indevida pelo paciente.
Atenção
Dentro disso ainda temos os pontos relacionados com os tipos de toxicidade, 
conforme descrito a seguir:
• Leve: efeitos rápidos nos organismos e que desaparecem com exposição de 
substâncias.
9
• Moderada: efeitos de origem reversível no organismo, porém, não causam 
danos físicos ou prejudiciais.
• Severa: Mudanças que causam problemas e lesões no organismo e até a 
morte.
• Leve: é aquela em que os efeitos produzidos no corpo humano são rapida-
mente reversíveis, e desaparecem com o término da exposição, com ou sem 
intervenção médica.
• Moderada: é aquela em que os efeitos produzidos no organismo são reversí-
veis, e não são suficientes para provocar danos físicos séricos ou prejuízos 
à saúde.
• Severa: é aquela em que ocorrem mudanças irreversíveis no organismo hu-
mano, suficientemente severas para produzir lesões ou a morte (OGA; CA-
MARGO; BATISTUZZO, 2008).
A classificação quanto ao tipo de ação tóxica está relacionada com o local que o 
toxicante provoca alteraçõesno organismo. Uma substância que afeta o fígado é 
hepatotóxica por exemplo. Já as substâncias neurotóxicas atuam no sistema nervoso 
e aquelas que promovem efeitos nos rins são conhecidas por sua ação nefrotóxica 
(LARIN, 1997).
Intoxicação
A intoxicação é considerada um processo patológico que pode ser causado por uma 
toxina (toxicante) exógena (com contato externo) ou endógena (de contato interno: 
ingerido), causando um desequilíbrio fisiológico no organismo e, consequentemente, 
alterações bioquímicas (KLAASSEN; WATKINS III, 2012).
10
Efeitos tóxicos
Fonte: Freepik (2023 ).
#pratodosverem: um local escuro, com fogo atrás, contendo barris com uma 
substância neon e um símbolo que lembra o sinal de radioativo.
Em um sistema biológico, os efeitos tóxicos ocorrem somente se a concentração 
da toxina for suficiente, e, para alguns, ainda é necessário que a toxina alcance um 
órgão-alvo para que ocorra de fato algum problema (BRUNTON et al., 2012).
Etapas da intoxicação
Toxicologia
Tipo Específico Características
Intoxicação Ocorre quando alguma superfície cutânea, ocular, oral ou outra 
estrutura corpórea do organismo entra em contato com o toxicante.
Toxicocinética São os processos fisiológicos envolvidos desde a absorção até a 
biotransformação do toxicante.
Toxicodinâmica A ação das moléculas do toxicante, as vias e os receptores químicos 
utilizados a partir de um desequilíbrio.
Clínica Onde os sinais e sintomas da intoxicação podem aparecer, 
caracterizando os principais efeitos nocivos.
Fonte: elaborado pelo autor (2023).
#pratodosverem: breve descrição dos principais tipos de intoxicação e quais 
seus pontos importantes no organismo.
11
A via de exposição é uma grande influenciadora da toxicidade de substâncias, 
como, por exemplo, a inalação de fumaça tóxica, que possa passar por toda cadeia 
respiratória, trazendo prejuízos aos pulmões, podendo ainda alcançar a corrente 
sanguínea (LARIN, 1997).
Além de algumas áreas citadas, a toxicologia ainda trabalha 
com a parte de medicamentos, cosméticos, alimentos e a 
parte ocupacional, a qual, de certa forma, pode trazer maiores 
informações possíveis para o tratamento das enfermidades e 
descobrir de fato o que precisa mudar em relação a quantidade de 
substâncias no organismo.
Atenção
Efeitos Tóxicos no Organismo
Diante da complexidade dos assuntos da toxicologia, ainda é possível encontrar 
outros tipos de intoxicação e efeitos ao organismo, que fazem parte de todo processo 
fisiopatológico da biologia e da área das ciências da saúde, que de fato são relevantes 
para o sucesso da aprendizagem (BONFIM; MERCUCCI, 1997)
Célula viral e sua intoxicação
Fonte: Freepik (2023 ).
#pratodosverem: uma célula viral sendo atacada por substâncias tóxicas e 
nocivas ao organismo.
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Nesse sentido, ainda existem alguns efeitos importantes que são descritos através 
dos estudos e das implicações clínicas, sendo eles:
• Efeito crônico: surge aos poucos, por doses diárias no organismo.
• Efeito reversível: podem ser alterados após contaminação por substância tó-
xica, por um tempo, exemplo a utilização dos medicamentos.
• Efeito irreversível: ocorre lesão tecidual, não tendo a possibilidade de mudan-
ça do quadro.
• Efeito irritante: provocado por substâncias que têm o potencial de causar 
inflamação nas mucosas respiratórias.
• Efeito crônico: vai aparecendo pouco a pouco, resultante de pequenas doses 
diárias. Metais pesados produzem esses efeitos, chamados de cumulativos 
(MOREAU; SIQUEIRA; 2008). 
Além disso, os efeitos são de extrema importância para o melhor entendimento sobre 
como os medicamentos ou as substâncias químicas agem no organismo, e o que eles 
podem trazer de benefícios ou prejuízos para o ser humano, as espécies ambientais e 
o meio ambiente (LARIN, 1997).
Análises Clínicas e Toxicológicas
A toxicologia tem tido um grande crescimento devido ao aumento da produção de 
novos fármacos, novos pesticidas, novas munições, novas fibras sintéticas e novos 
agentes químicos no mercado, o que faz que os toxicologistas estejam presentes nas 
mais variadas áreas (KLAASSEN; WATKINS, 2012).
Como reflexão, leia um trabalho que relata sobre a exposição 
humana a substâncias químicas potencialmente tóxicas 
na dieta e nos riscos ambientais, com o qual é possível 
compreender de fato alguns pontos do papel das intoxicações 
e de como elas alteram mecanismos fisiopatológicos no 
organismo. Disponível em: https://www.scielo.br/j/qn/a/
F8bQTkc4pLWcpjzsRG6QKPC/?format=pdf&lang=pt.
Reflita
https://www.scielo.br/j/qn/a/F8bQTkc4pLWcpjzsRG6QKPC/?format=pdf&lang=pt
https://www.scielo.br/j/qn/a/F8bQTkc4pLWcpjzsRG6QKPC/?format=pdf&lang=pt
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Os efeitos produzidos pela maioria dos fármacos resultam da interação com 
componentes macromoleculares do organismo. Essa interação altera a função do 
componente afetado, desencadeando as alterações bioquímicas e fisiológicas que 
caracterizam a resposta ao fármaco, sendo um exemplo o Roacutan, usado para 
formas graves de acne (NASCIMENTO, 2003).
Diante dos estudos in vivo e in vitro, a dose de um fármaco necessária para produzir 
determinado efeito em 50% da população é conhecida como dose eficaz mediana 
(ED50) (MOREAU; SIQUEIRA, 2008).
Nos estudos pré-clínicos, a dose letal mediana (LD50) é determinada em animais de 
laboratório. A razão LD50/ED50 é um indicativo do índice terapêutico, que expressa 
o grau de seletividade de um fármaco para produzir seus efeitos desejáveis versus 
indesejáveis (COELHO, 2001).
Nos estudos clínicos, a dose (ou preferencialmente a concentração) de um fármaco 
necessária para produzir efeitos tóxicos pode ser comparada com a concentração 
exigida para gerar efeitos terapêuticos na população, de modo a determinar o índice 
terapêutico clínico (LARIN, 1997).
Outro ponto importante está relacionado ao tipo de toxicidade, que muitas vezes está 
relacionado ao tipo de exposição, e suas implicações, que podem ser divididas em:
• Toxicidade aguda: efeitos adversos que ocorrem em um curto período, após 
a exposição à substância.
• Toxicidade subcrônica: realizada para obter informações da toxicidade de 
substâncias por um período maior.
• Toxicidade crônica: é utilizada para determinar o efeito tóxico de uma expo-
sição prolongada a doses cumulativas da substância teste (OGA; CAMARGO; 
BATISTUZZO, 2008). 
Os ensaios de avaliação de toxicidade são importantes para identificar possíveis 
danos, perigos, bem como caracterizar a relação dose-resposta e os mecanismos 
desses componentes, que são importantes para o desencadeamento das respostas 
fisiológicas no organismo (COELHO, 2001).
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Para saber mais sobre intoxicação e óbito por medicamentos, 
acesse o material dos autores: MARTINS, A. O.; OLIVEIRA, D.H. 
(2019)
MARTINS, A. O.; OLIVEIRA, D. H. Perfil de intoxicação e óbito por 
medicamento no Brasil: uma revisão sistemática. International 
Journal of Development Research, [s. l.], v. 9, n. 11, p. 31883-31887, 
2019. Disponível em: https://www.journalijdr.com/perfil-de-
intoxica%C3%A7%C3%A3o-e-%C3%B3bito-por-medicamento-
no-brasil-uma-revis%C3%A3o-sistem%C3%A1tica. Acesso em: 
14 maio 2023.
Saiba mais
https://www.journalijdr.com/perfil-de-intoxica%C3%A7%C3%A3o-e-%C3%B3bito-por-medicamento-no-brasil-uma-revis%C3%A3o-sistem%C3%A1tica
https://www.journalijdr.com/perfil-de-intoxica%C3%A7%C3%A3o-e-%C3%B3bito-por-medicamento-no-brasil-uma-revis%C3%A3o-sistem%C3%A1tica
https://www.journalijdr.com/perfil-de-intoxica%C3%A7%C3%A3o-e-%C3%B3bito-por-medicamento-no-brasil-uma-revis%C3%A3o-sistem%C3%A1tica
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Conclusão
Diante do conteúdo exposto, a prática farmacêutica requer o conhecimento 
aprofundado sobre as principais análises e os métodos dentro das análises clínicas 
toxicológicas, compreendendo como os medicamentos podem interferir em exames, 
quais seus efeitos, quais mecanismos de ação e como eles podem ser úteis no dia a 
dia, pontos importantes para o pesquisador para ter o devido aprofundamento, sendo 
importante o conhecimento em certasanálises e áreas específicas.
Referências
BELITZ, H. D.; GROSCH, W. Química de los Alimentos. 2. ed. Zaragoza: Editorial Acribia, 
1997.
BONFIM, J. R. A.; MERCUCCI, V. L. A construção da política de medicamentos. São 
Paulo: Hucitec, 1997. 
BRUNTON, L. L. . As bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH 
Editora, 2012.
COELHO, T. Alimentos – Propriedades Físico-Químicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Cultura 
Médica, 2001.
CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia moderna com aplicações clínicas. 6. ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
KLAASSEN, C. D.; WATKINS III, J. B. Toxicologia: A ciência básica dos tóxicos de 
Casarett & Doull’s. 5. ed. Lisboa: McGraw-Hill, 2001.
KLAASSEN, C. D.; WATKINS III, J. B. Fundamentos em toxicologia de Casarett e Doull. 
Porto Alegre: AMGH, 2012.
KOTLER, P; KELLER, K. L. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson 
Prentice Hall, 2006.
LARINI, L. Toxicologia. 3. ed. Barueri: Manole, 1997.
MARIN, N. Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro: 
Organização Pan-Americana da Saúde, 2003.
MOREAU, R. L. M.; SIQUEIRA, M. E. P. B. Ciências Farmacêuticas – Toxicologia 
analítica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
NASCIMENTO, M. C. Medicamentos: Ameaça ou apoio à saúde? Vantagens e perigos 
do uso de produtos da indústria farmacêutica mais consumidos no Brasil: vitaminas, 
analgésicos, antibióticos e psicotrópicos. Rio de Janeiro: Vieira e Lent, 2003.
OGA, S. CAMARGO, M. M. A.; BATISTUZZO, J. A. O. Fundamentos de Toxicologia. 3. ed. 
São Paulo: Atheneu, 2008.

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