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Vídeo Interativo
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Vídeo Interativo • 2/12
Objetivos de Aprendizagem
• Identificar o que é vídeo interativo;
• Analisar os elementos essenciais para a criação do vídeo interativo;
• Analisar os elementos essenciais para a criação do vídeo interativo.
Vídeo Interativo
Desenvolvido por Alexandra Cristina Moreira Caetano em 2022 baseado no livro 
Teoria das Mídias Digitais. Linguagens, ambientes e redes, publicado em 2014 
por MARTINO, Luís Mauro Sá.
https://player.vimeo.com/video/716911641
Vídeo Interativo • 3/12
Introdução
O vídeo é um dos recursos mais utilizados dentro dos cursos, por reunir vários 
elementos num só lugar: imagem, som, texto. Assistimos a vídeos o tempo todo, 
seja nas redes sociais, seja na televisão, nos canais de streaming. Somos literalmente 
bombardeados de vídeos o tempo todo. Alguns recheados de muito humor, de 
música e de muitas danças. Quando chegamos nas aulas acabamos por encontrar 
os vídeos utilizados nos materiais instrucionais, gravados no formato de jornal 
televisivo: professor parado, olhando fixamente para a tela, linguagem cadenciada, 
cenário fixo, muitas vezes sem imagens, ou slides de acompanhamento. Um padrão 
que acaba por chamar pouca atenção do aluno, acostumado com movimento, 
ação, música alta, imagens de impacto. E para identificar que o vídeo foi assistido, 
o estudante acaba por deixar ele ligado, passando até acabar. Você já identificou 
alguma situação assim?
O vídeo interativo
Para quebrar o padrão de vídeo e para evitar que o estudante apenas “deixe o vídeo 
rodar”, é que surge o vídeo interativo como recurso de aprendizagem. Nesse caso, à 
medida que o vídeo é apresentado, são inseridos momentos de interação com quem 
o está assistindo (por exemplo: links para sites externos ou para outras referências na 
plataforma de aprendizagem, explicações pontuais ou aprofundamento de conceitos 
– no formato de pop-up, questões que estejam inseridas no contexto, pergunta de 
pesquisa, entre outros…).
Ao serem usados em contexto educacional, os estudantes terão o vídeo interrompido 
pela estratégia de interação. Dessa forma, poderão assimilar conceitos e testar a 
compreensão do conteúdo assistido até aquele ponto. Na prática, o vídeo interativo 
é baseado no formato habitual do vídeo linear, porém agrega elementos externos, 
inseridos após a gravação base para estimular quem assiste a interagir com o seu 
conteúdo. Para além de visualizar, quem assiste ao vídeo passa a ter a possibilidade 
de participar, interagindo com os elementos ali inseridos.
Vale lembrar que a inserção de uma proposta de interação no vídeo passou a ser 
possível com a chegada das mídias digitais. Com as mídias sendo transformadas em 
Vídeo Interativo • 4/12
sequências de zeros e 1s, passamos a ter o vídeo, o áudio, a legenda e as atividades 
propostas como códigos digitais que são inseridos em diferentes camadas (layers), 
seja no momento da edição, ou após a edição base do vídeo linear. Até pouco tempo, 
considerávamos a produção dessas mídias a partir de seus diferentes suportes, com 
linguagens diferentes, não sendo possível reuni-las num único arquivo.
Entendemos que um vídeo produzido para EAD é um mecanismo de comunicação 
que irá levar conhecimento e informação aos estudantes. O que se espera desse 
recurso é que ele gere uma discussão entre os participantes, promovendo interação 
social. Nesse caso, a interação não está no vídeo em si, mas na forma como ele se 
manifesta nessa modalidade de ensino. No vídeo interativo, a proposta de interação 
está nele, respeitando o ritmo do estudante e sua autonomia de estudo.
Preparando a produção
A produção do seu vídeo interativo começa com o roteiro. A estrutura do roteiro 
fornecerá uma boa ideia dos momentos de mudança ou de pausa dentro do vídeo, 
sendo mais efetiva a inserção de ações. Sugerimos a adoção da estrutura do Modelo 
ROPES, usado no Design de Aprendizagem, para que você possa criar um roteiro 
conectado do início ao fim.
https://player.vimeo.com/video/716911796
Vídeo Interativo • 5/12
Antes de colocar no quadro a base do seu roteiro faça um esquema contendo:
1. Tema central.
2. Delimitação do tema (tópico/s a ser/em abordado/s na aula).
3. Objetivo de aprendizagem.
4. Prática ou atividade contextualizada que justifica a aprendizagem.
5. Reflexões, questões, perguntas chave para o alcance dos objetivos.
Vamos ao preenchimento do quadro:
Quadro 1: Roteiro baseado no Modelo ROPES
Fonte: a autora (adaptado de Flora, A., 2016)
Com o roteiro de vídeo pronto, chegou o momento de preparar as interações que 
serão parte da estratégia de ensino e aprendizagem. Inserir uma interação implica 
em fazer com que a pessoa que assiste ao vídeo clique sobre a tela para resolver a 
atividade proposta e liberar o vídeo para que ele continue a rodar.
Vamos estabelecer que tipo de interação será inserida no vídeo:
1. Questões de múltipla escolha, com uma ou mais respostas corretas.
2. Preencher lacunas das perguntas em branco.
3. “Arrastar e soltar” as respostas preenchendo lacunas.
Vídeo Interativo • 6/12
4. “Arrastar e soltar” para associação de colunas.
5. Conjuntos de perguntas de escolha única.
6. Resumos interativos.
7. Reflexão sobre o ponto estudado no tema.
8. Glossário – apontar significado de algum termo.
9. Receita – passo a passo ou processo utilizado.
O número de interações no vídeo depende da minutagem prevista. Só faz sentido 
usar uma interação se ela estiver contextualizada e alinhada com o objetivo de 
aprendizagem daquela aula.
ATENÇÃO: para ter maior clareza de quanto tempo irá durar seu vídeo resgate a escaleta 
e use uma calculadora para saber quantos minutos são necessários para a leitura do seu 
roteiro. Para percorrer o vídeo interativo, o estudante deve seguir os comandos que o 
vídeo apresentar, conforme foi programado, lembrando que, ao final, será mostrado 
para ele o rendimento com relação às respostas fornecidas ao longo do vídeo.
Saiba Mais
Algumas plataformas oferecem a tecnologia necessária para que você 
possa desenvolver o seu vídeo interativo sem precisar se preocupar muito 
se sabe ou não editar vídeo.
1. Thinglink - https://timeline.ly/ - disponibiliza ferramentas para 
adicionar elementos interativos a vídeos ou imagens em formato de 
texto, imagens, sons, vídeos, áudios, mapas, entre outros. Pode ser 
utilizado com vídeos próprios ou públicos no Youtube ou Vimeo.
2. Edpuzzle - https://edpuzzle.com/ - permite criar vídeos interativos 
adicionando perguntas, notas num vídeo, gravação de voz, cortar vídeos, 
entre outras, para utilizar em sala de aula ou partilhar com os alunos num 
espaço online. Pode ser integrado diretamente em várias plataformas de 
apoio à aprendizagem (Moodle, Google Classroom, Canvas).
https://www.timeline.ly/
https://edpuzzle.com/
Vídeo Interativo • 7/12
3. Vizia - https://vizia.co/ - plataforma gratuita que permite adicionar 
quizzes, sondagens ou links em vídeos do Youtube ou Wistia. 
Apresenta várias opções de edição. Os resultados obtidos 
nos questionários ou sondagens são armazenados numa planilha 
Google.
Apesar do vídeo interativo ser um recurso que oportuniza maior motivação e 
engajamento, não significa que todos os vídeos inseridos dentro de uma disciplina ou 
de um curso devam ser interativos. Em especial quando temos vídeos muitos curtos, 
devemos evitar que a interação quebre o ritmo do vídeo em si.
Saiba Mais
Aplicação Prática:
Para que você possa testar a construção do vídeo interativo, assista aos dois 
tutoriais a seguir, escolha a plataforma, escolha um vídeo para inserir as 
interações e comece a testar.
1. Como criar vídeos interativos de graça com edpuzzle -
https://bit.ly/3GnK6Jv, acessado em 06 de agosto de 2024.
2. Como criar vídeos interativos com o vizia - https://bit.ly/3lJVtCh, 
acessado em 06 de agosto de 2024.
O melhor caminho para você aprender a configuraras interações no seu 
vídeo é fazer na prática.
https://vizia.co/
https://www.youtube.com/watch?v=PJm0VnQApTI
https://www.youtube.com/watch?v=8qkxZ29MAD4
Vídeo Interativo • 8/12
Em Resumo
O vídeo interativo objetiva tornar as aulas gravadas mais dinâmicas. As interações 
contribuem para manter a atenção do aluno no material de ensino e pode já 
indicar quais são os pontos que o professor considera serem fundamentais 
para a aprendizagem.
Na ponta da língua
https://player.vimeo.com/video/716911926
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Referências Bibliográficas
Bates, A. W. (2016) Educar na Era Digital – Design, ensino e aprendizagem. São 
Paulo: Artesanato Educacional.
Filatro, Andrea & Cairo, Sabrina. (2015) Produção de Conteúdos Educacionais. São 
Paulo: Saraiva, 2015.
Filatro, A.; Cavalcanti, C. C.; Junior, D. P. A. & Nogueira, O. (2019) DI 4.0 - Inovação 
na Educação Corporativa. São Paulo: Saraiva Educação.
Flora, A. (2016) Design de Aprendizagem. São Paulo: DVS Editora
Silva, Robson Santos da. (2011) Objetos de aprendizagem para Educação a 
Distância. São Paulo: Novatec Editora.
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Você pode acessar o livro base deste tema 
na Biblioteca Lirn:
MARTINO, Luís Mauro Sá
Teoria das Mídias Digitais. Linguagens, ambientes e redes.
Editora vozes, 2014
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