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Prof. Rodnei Pereira UNIDADE III Psicologia Construtivista Estudo sobre a teoria do desenvolvimento psicológico de Jean Piaget (1896-1980) e de seus desdobramentos nas dimensões socioafetivas e psicossociais ao longo da infância e adolescência. Ementa Fonte: https://www.maxpixel.net/Child-Amusement-Park- Theme-Park-Ride-6941108 Distinção dos fundamentos epistemológicos e gnosiológicos que definem a concepção de inteligência na teoria piagetiana em comparação com outros pressupostos teóricos (empirismo, inatismo, interacionismo). Compreensão dos principais conceitos presentes na abordagem piagetiana acerca do desenvolvimento psicológico da inteligência. Reconhecimento do método clínico piagetiano como uma técnica psicogenética de avaliação psicológica da inteligência. Competências Fonte: https://www.maxpixel.net/Mother- Love-Child-Motherhood-Silhouette- Daughter-6940610 O método clínico de Piaget: fundamentos históricos e metodológicos; procedimentos do experimentador; respostas e reações dos sujeitos; provas operatórias. O jogo em uma perspectiva psicogenética: jogo de exercício; jogo simbólico; jogo de construção; jogo de regras. O desenvolvimento moral. Conteúdo Programático – Unidade III Avaliação da inteligência: abordagem psicométrica; abordagem psicogenética. Método clínico de Piaget Alfred Binet (1857-1911) Theodore Simon (1872-1961) Psicólogos que elaboraram, em 1905, o primeiro teste de inteligência – Quociente Intelectual. Abordagem psicométrica Fonte: https://br.pinterest.com/pin/447545281725916021/ Fonte: https://sites.google.com/site/psicologiadaeduca caofadeup/historia/theodore-simon David Wechsler (1896-1981) Psicólogo americano que, em 1939, elaborou os testes: Escala de Inteligência para Crianças (WISC) e Escala de Inteligência para Adultos (WAIS). Abordagem psicométrica Fonte: https://maestrovirtuale.com/d avid-wechsler-biografia-do- criador-das-escalas-de- inteligencia/ Mensuração das habilidades mentais. A aplicação dos testes é feita por meio do controle de variáveis ambientais, rapport (criação de uma relação) com o examinador, controle por meio de um manual com perguntas específicas a serem feitas, respostas padronizadas a serem dadas pelo sujeito e controle do tempo (cronômetro). Para que não haja interferência no desempenho do sujeito, é necessário, portanto, padronização do material e controle do ambiente. Abordagem psicométrica – Objetivos Jean Piaget (1896-1980) Abordagem psicogenética Fonte: https://br.pinterest.com/pedagoconcursos/jean-piaget/ Piaget utilizou o método clínico como método de investigação e elaborou provas operatórias em uma abordagem psicogenética (avaliação dos processos de desenvolvimento da inteligência). Método clínico Fonte: Baptista (2015). O método clínico de Piaget tem como pressuposto uma avaliação da inteligência a partir de uma abordagem psicogenética (avaliação dos processos de desenvolvimento da inteligência), que difere da maneira mais tradicional utilizada em psicologia, a abordagem psicométrica (avaliação ou quantificação das respostas corretas dadas pelo sujeito ao exame). Abordagem psicogenética – Objetivo O objetivo do método clínico piagetiano é compreender como o sujeito pensa, resolve situações-problema e de que maneira responde às questões elaboradas. O enfoque está na compreensão de como e quando o sujeito utiliza determinado conhecimento e no processo que o leva a dar uma determinada resposta. Portanto, a resposta “errada” pode ser uma forma de raciocínio do sujeito em determinado momento de seu desenvolvimento, e isso deve estar bem claro para o adulto. Abordagem psicogenética – Objetivo O investigador, nessa perspectiva, está interessado em compreender o processo que leva um sujeito a esta ou àquela resposta. Para isso, deve ter amplo conhecimento da teoria piagetiana, que norteará as perguntas que irá fazer e também a maneira como avaliará as respostas dadas pela criança. Método clínico Apresenta entrevistas puramente verbais e também situações-problema, com materiais concretos, a fim de possibilitar ao sujeito a antecipação e a explicação após determinada demonstração. O controle está no entendimento das respostas e das instruções (controle psicológico), ao invés da padronização destas e das situações externas (controle fisicalista). Método clínico Todas as respostas dadas pelo sujeito são interpretadas com a finalidade de entender o processo que as gerou e as diferenças individuais não são avaliadas como indicadores de inteligência – como na abordagem psicométrica –, e sim como indicadores do estágio do desenvolvimento cognitivo em que o sujeito se encontra. Critério de avaliação das respostas dadas pelo sujeito Não se faz por contagem de acertos e erros, mas sim por meio da compreensão do raciocínio utilizado pelo sujeito para chegar àquela resposta, pela compreensão da perspectiva a partir da qual o sujeito responde. Nesse sentido, o erro é tão importante ou mais que o acerto, uma vez que indica, para nós, o processo de pensamento ou raciocínio do sujeito durante o processo de construção de conhecimento. Erro construtivo. Respostas do sujeito O adulto precisa tomar consciência do papel do erro na aquisição de novos conhecimentos, pois é importante deixar que a criança tente, pense, questione, erre, reflita sobre seu erro e busque o acerto, adquirindo, assim, o seu próprio conhecimento. O trecho analisado refere-se ao conceito de: a) Assimilação. b) Acomodação. c) Erro construtivo. d) Equilibração majorante. e) Adaptação. Interatividade O adulto precisa tomar consciência do papel do erro na aquisição de novos conhecimentos, pois é importante deixar que a criança tente, pense, questione, erre, reflita sobre seu erro e busque o acerto, adquirindo, assim, o seu próprio conhecimento. O trecho analisado refere-se ao conceito de: a) Assimilação. b) Acomodação. c) Erro construtivo. d) Equilibração majorante. e) Adaptação. Resposta Nível I: corresponde ao erro em que a criança não resolve o problema nem sequer o entende, ou então responde erroneamente, mas com convicção. Níveis de erros – Nível I Fonte: https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/confira-o-divertido-trailer-de-babies/ Nível II: corresponde ao conflito, ambivalência, dúvida, em que a criança oscila em suas respostas, apresentando flutuações. Percebe o erro somente depois de ter cometido, não sendo capaz de antecipá-lo, por isso as ações da criança se baseiam em ensaio e erro, na tentativa, na solução empírica. Níveis de erros – Nível II Nível III: corresponde ao erro em que a criança apresenta uma solução suficiente para a questão e para a compreensão do problema como é colocado. Os erros podem ocorrer, mas o que muda é a maneira como o sujeito lida com eles: podem ser antecipados, neutralizados, pré-corrigidos ou compensados. Níveis de erros – Nível III Não importismo: a criança responde qualquer coisa e de qualquer forma. Fabulação: a criança responde à pergunta inventando uma história. Crença sugerida: a criança busca simplesmente contentar o examinador, sem considerar sua própria reflexão. Crença desencadeada: a criança responde depois de pensar bastante, extraindo a resposta de seus próprios recursos, sem sugestão. Crença espontânea: a criança usa seus próprios recursos cognitivos para responder à questão, dando uma resposta imediata. Reações dos sujeitos Provas operatórias Fonte: https://atividadeparaeducacaoespecial.com/inclusao-como-aplicar-as-provas-operatorias-de-piaget/ Prova de conservação de quantidade de matéria Fonte: Livro-texto. Prova de conservação de quantidade de líquido Fonte: Livro-texto. A1 A2 Conservação de pequenos conjuntos discretos de elementos Fonte: Livro-texto. Conservaçãode comprimento Fonte: Livro-texto. Quantificação de inclusão de classes Fonte: Livro-texto. Intersecção de classes Fonte: Livro-texto. Seriação de palitos Fonte: Livro-texto. Palito de inclusão Com o objetivo de verificar se uma criança já possuía a noção de conservação construída, a psicóloga decidiu aplicar a prova piagetiana de conservação de quantidade de líquido. Assim, utilizando dois copos com as mesmas medidas, despejou água em ambos, tendo o cuidado de os copos terem a mesma quantidade de água. Depois, pegou outro copo com dimensões diferentes (sendo mais fino e comprido) e despejou a água que estava no copo anterior no novo. E fez a seguinte pergunta para a criança: “Marina, olhando esses dois copos, quem vai beber mais água?” E Marina respondeu: “Você, porque seu copo tem mais”. Tendo como referência a teoria piagetiana e os procedimentos do método clínico, assinale a alternativa correta quanto ao tipo de reação ante às provas operatórias: a) Não importismo. b) Fabulação. c) Crença sugerida. d) Crença desencadeada. e) Crença espontânea. Interatividade Com o objetivo de verificar se uma criança já possuía a noção de conservação construída, a psicóloga decidiu aplicar a prova piagetiana de conservação de quantidade de líquido. Assim, utilizando dois copos com as mesmas medidas, despejou água em ambos, tendo o cuidado de os copos terem a mesma quantidade de água. Depois, pegou outro copo com dimensões diferentes (sendo mais fino e comprido) e despejou a água que estava no copo anterior no novo. E fez a seguinte pergunta para a criança: “Marina, olhando esses dois copos, quem vai beber mais água?” E Marina respondeu: “Você, porque seu copo tem mais”. Tendo como referência a teoria piagetiana e os procedimentos do método clínico, assinale a alternativa correta quanto ao tipo de reação ante às provas operatórias: a) Não importismo. b) Fabulação. c) Crença sugerida. d) Crença desencadeada. e) Crença espontânea. Resposta Piaget apresenta em seus estudos três grandes tipos de estruturas que caracterizam os jogos infantis: jogo de exercício; jogo simbólico; jogos de construção; jogo de regra. O jogo em uma perspectiva psicogenética Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Estádio sensório-motor (0-2 anos) O prazer que a criança extrai de exercitar uma função. Repetir exercícios motores (gestos, movimentos) – sugar/mamar, agitar os braços, sacudir objetos, emitir sons, caminhar, pular, correr etc. Jogo de exercício Fonte: http://www.amamentareh. com.br/chupar-o-dedo/ Fonte: http://imageserve.babycenter.com/22/ 000/297/p62SLaoGj1nxBTjvszpEJaE 186ssru27_med.jpg Estádio pré-operatório (2-6 anos) O prazer em simbolizar, imaginar, criar significados para os objetos e situações. O jogo de faz de conta possibilita à criança a realização de sonhos e fantasias, revela conflitos, medos e angústias, aliviando tensões e frustrações. É a fase das brincadeiras de boneca, casinha, escolinha, personagens, super-heróis etc. Jogo simbólico Fonte: https://mariababona.files.wordpress.co m/2015/07/brincando-de-casinha- importancia-de-brincar-brincadeiras- de-infancia-blog-de-maes-blog-infantil- blog-de-moda-infantil-blog-de- campinas1.png Situam-se em uma transição entre jogo e trabalho, entre jogo simbólico e imitação. Construir com blocos, peças de encaixe, montar quebra-cabeças etc. Jogo de construção Fonte: https://culturapopnaweb .files.wordpress.com/20 12/12/quebra- cabec3a7a3.jpg?w=450 Estádio operatório (7-15 anos) Os jogos de regras pressupõem a existência de parceiros e um conjunto de obrigações (regras), o que lhes confere um caráter eminentemente social. Jogo de regra Fonte: Fassbinder et al. (2009). Assim, o que caracteriza o jogo de regras é a existência de um conjunto de leis organizadas e planejadas pelo grupo, o não cumprimento dessas regras pode levar a conflitos e, muitas vezes, à não possibilidade de vitória pelo jogador. Os jogos de regras são classificados como: jogos sensório-motores (futebol) e jogos intelectuais (xadrez, damas, baralho). Jogo de regra Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Os dilemas morais apresentam temas comuns na infância (dano material, mentira, roubo) e permitem compreender de que maneira ocorre o desenvolvimento da construção da regra pela criança, o que estará diretamente ligado à capacidade da criança de participar dos jogos de regras, aceitando as regras e submetendo-se a elas. Como a criança constrói o significado das regras? Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world O desenvolvimento moral ocorre em quatro períodos: 1. Anomia (0-2 anos) 2. Heteronomia (2-6 anos) 3. Semiautonomia (6-12 anos) 4. Autonomia (12-15 anos) Desenvolvimento moral Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Anomia (0 a 2 anos): não existe consciência da regra pela criança. Heteronomia (2 a 6 anos): já existe consciência da regra e a criança é governada pelo outro, por uma autoridade externa, vivendo uma condição de respeito unilateral – um manda e o outro obedece. Semiautonomia (7 a 11 anos): início da autonomia moral, mas a criança ainda depende das regras do meio para organizar-se, já aparecem características de autonomia, mas são mais instáveis e frágeis. Desenvolvimento moral Autonomia (12 a 15 anos): construção da autonomia moral – o indivíduo obedece à regra, busca formas de adequá-la às suas necessidades sem modificá-la ou ele próprio flexibiliza seus interesses, pois valoriza a adesão e o sentido das regras para as relações humanas. Desenvolvimento moral Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Uma escola localizada em uma cidade de porte médio, no interior do Estado de São Paulo, faz constante uso de recompensas para reforçar os alunos a apresentarem comportamentos desejáveis. Além disso, algumas vezes, quando necessário, pune aqueles alunos que apresentam comportamentos indesejados. Segundo Piaget, essa escola está reforçando, do ponto de vista do desenvolvimento moral: a) A autonomia. b) A heteronomia. c) A anomia. d) A reflexão. e) A mudança de comportamento. Interatividade Uma escola localizada em uma cidade de porte médio, no interior do Estado de São Paulo, faz constante uso de recompensas para reforçar os alunos a apresentarem comportamentos desejáveis. Além disso, algumas vezes, quando necessário, pune aqueles alunos que apresentam comportamentos indesejados. Segundo Piaget, essa escola está reforçando, do ponto de vista do desenvolvimento moral: a) A autonomia. b) A heteronomia. c) A anomia. d) A reflexão. e) A mudança de comportamento. Resposta A teoria do desenvolvimento moral O conceito de moralidade se relaciona basicamente com o componente condutual da personalidade, pois para se conviver no contexto social, a exigência da moralidade individual é fundamental para se manter a ordem, a disciplina, a segurança e organização da sociedade em vista do cumprimento de seus padrões convencionais socialmente aceitáveis. Fonte: https://www.amazon.com.br/Ju%C3%ADzo- Moral-na-Crian%C3%A7a/dp/8532304575 Respeito às regras. Para Piaget: “Toda moral consiste num sistema de regras, e a essência de toda moralidade deve ser procurada no respeito que o indivíduo adquire por essas regras” (PIAGET, 1977). Socialização em Piaget Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Pré-estágio – As crianças de 2 ou 3 anos não têm nenhuma noção dos jogos como instituições em que todos devem seguir certas regras. Estágio egocêntrico – Criançasentre 4 e 8 anos estão no estágio egocêntrico. Evolução das regras Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Estágio da cooperação nascente: Após os 7 ou 8 anos de idade, a criança percebe a necessidade de todas jogarem da mesma maneira, usando as regras. Estágio da codificação das regras: entre 11 e 14 anos, as crianças estabelecem um código às regras. Evolução das regras Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Podemos mudar as regras? As regras sempre foram o que são hoje? Como começaram? Evolução das atitudes infantis Fonte: https://www.workingmother.com/let-kids-be-kids-7-ways-to- un-schedule-them-in-todays-busy-world Em crianças pequenas, seu jogo é individual, mesmo que joguem em presença de outras crianças. A criança toma conhecimento de que todas as outras jogam de acordo com as regras e superestima sua importância e valor. Piaget chama de “heteronomia” esse exagerado respeito pelas regras. As crianças maiores, ao interagir com outras, aprendem a cooperar. Os três estágios nessa evolução: Primeiro estágio: realismo moral (obediência por ordem de outro ou para evitar o castigo). A obediência a qualquer regra é considerada desejável; A lei deve ser obedecida ao pé da letra, e não pela interpretação que lhe damos; As ações devem ser avaliadas com relação à obediência às regras, e não de acordo com sua intenção. Segundo estágio: As regras e ordens são consideradas como questões de mútuo consentimento e estão sujeitas a mudanças. Estágios da evolução do julgamento moral Dois tipos de castigo: Punição expiatória – consiste em infligir castigos em proporção com a gravidade de falta, mas que nada têm a ver com o delito cometido; são arbitrários. Punição por reciprocidade – consiste em aplicar o castigo não para a expiação da culpa, mas para fazer o infrator sentir de perto as consequências do seu ato. Justiça e Castigo 1) Tanto as normas lógicas como as normas morais não são inatas na consciência individual. É pela vida social, pela interação com outras pessoas que a mente chega ao estabelecimento de normas tanto lógicas quanto morais. 2) Tanto a evolução lógica quanto a evolução moral têm início na aceitação, pela criança, da autoridade da palavra adulta. Existe tanto coação intelectual como coação moral. Paralelo entre o desenvolvimento moral e a evolução intelectual 3) Só o relacionamento em que predomine a igualdade levará à autonomia. No que se refere ao desenvolvimento intelectual, a convivência com seus iguais, o controle mútuo, possibilitará à criança a crítica, a discussão e, portanto, a reflexão e a verificação objetiva. Paralelo entre o desenvolvimento moral e a evolução intelectual CHEGUEI À CONCLUSÃO DE QUE NADA DO QUE EU FAÇO DE ERRADO É MINHA CULPA. AH, É? EXATAMENTE COMO SOU JOVEM E IMPRESSIONÁVEL, TORNO-ME VÍTIMA DAS INÚMERAS MÁS INFLUÊNCIAS! ESSAS MESMAS MÁS INFLUÊNCIAS IMISCUEM-SE EM MEUS VALORES INCIPIENTES E INDUZEM-ME AO ERRO. EU NÃO ME RESPONSABILIZO POR MINHA CONDUTA! SOU APENAS UMA PEÇA INOCENTE NA ENGRENAGEM! A CULPA É DA SOCIEDADE! ENTÃO, PRECISAMOS FORTALECER O SEU CARÁTER, VÁ TIRAR A NEVE DA CALÇADA. ESSAS DISCUSSÕES NUNCA ACABAM COMO DEVERIAM. Fonte: https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/14738/2/PB_COLET_2015_1_16.pdf. Acesso em: 28 jan. 2022. Trabalho em grupo; Autogoverno. Aplicações pedagógicas Fonte: https://www.parentcircle.com/fun-circle-games-for-children-and-adults/article Para Piaget, o juízo moral, assim como o desenvolvimento, é permeado por fases distintas e diretamente ligado ao modo pelo qual o sujeito relaciona-se com as outras pessoas. Na heteronomia, que vai dos 6 até 10/11 anos de idade, a criança internaliza as regras, toma consciência delas, pois já pode separar físico de psíquico. A isso, Piaget denomina realismo moral. Assinale a alternativa que apresenta exemplo de realismo moral. Interatividade a) A noção de justiça pela criança se baseia primeiro na obediência à autoridade e no ato de evitar o castigo. As proibições devem ser necessárias, dolorosas e arbitrariamente castigadas. b) A criança passa a tomar decisões livres e racionais. c) A criança prefere brincadeiras individuais, analisa as regras de cunho universal e passa a segui-las, tomando decisões por si mesma, sem o referendo dos pais. d) A noção de justiça pela criança supera a fase do estrito igualitarismo para basear-se na equidade. e) A criança segue um pensamento cooperativo, igualitário e com base no respeito mútuo. Interatividade a) A noção de justiça pela criança se baseia primeiro na obediência à autoridade e no ato de evitar o castigo. As proibições devem ser necessárias, dolorosas e arbitrariamente castigadas. b) A criança passa a tomar decisões livres e racionais. c) A criança prefere brincadeiras individuais, analisa as regras de cunho universal e passa a segui-las, tomando decisões por si mesma, sem o referendo dos pais. d) A noção de justiça pela criança supera a fase do estrito igualitarismo para basear-se na equidade. e) A criança segue um pensamento cooperativo, igualitário e com base no respeito mútuo. Resposta PIAGET, J. O julgamento moral na criança. São Paulo: Mestre Jou, 1977. Referências Fonte: QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. ATÉ A PRÓXIMA!