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TEMPLATE 
 
 
DISCIPLINA: Ecologia 
 
TEMA: OBSERVAÇÃO E REGISTRO DE BIOINDICADORES E DE INTERAÇÕES ECOLÓGICAS IN LOCO 
 
 
	 	RU: 
	 	1129874 
 
 
RU: 1129874
 
RU: 1129874
 
 
Figura 1. Parmotrema, Líquen. São uma associação (denominada como simbiose) entre algas (ficobionte) e fungos (micobionte) formando um organismo. Local: Jardim Botânico Municipal de Salto.22.343162566049966, -49.01741695030373. Autor da imagem: Danilo Druski
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RU: 1129874
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Figura 2. Eichhornia, aguapé. É um género botânico originário e natural da Bacia Amazónica, na América do Sul e nos rios do pantanal. Local: Jardim Botânico Municipal de Salto -22.343162566049966, 49.01741695030373. Autor da imagem: Danilo Druski. 
 
 
 
Bioindicadores são seres utilizados para medir qualidades ambientais. Podem ser espécies, populações ou comunidades cuja presença, abundância e condições são indicativos biológicos de uma determinada condição ambiental. Organismos bioindicadores incluem: macroinvertebrados betônicos, macrofauna do solo, besouros, minhocas, musgos, liquens, anfibios, insetos galhadores. Podemos utilizar os bioindicadores de várias maneiras como monitoramento ambiental são programas de monitoramento para avaliar a saúde de ecossistemas, avaliação de impactos estudos de impacto ambiental para entender como atividades humanas afetam a biodiversidade e a qualidade do ambiente, recuperação de Ecossistemas avaliar a eficácia de projetos de restauração ambiental, observando mudanças nas populações de bioindicadores ao longo do tempo. Gestão de Recursos Naturais informar decisões sobre o manejo sustentável de ecossistemas, ajudando a identificar áreas prioritárias para conservação. 
O organismo bioindicador apresentado na Figura 1. Parmotrema é um gênero de líquen pertencente à família: Parmeliaceae. Classe: Lecanoromycetes. Filo: Ascomycota. Reino: Fungi. Ordem: Lecanorales. Os liquens no geral são super benéficos para as plantas por várias razões uma delas é que eles protegem a planta do calor extremo e a desidratação e também fazem uma proteção contra patógenos e principalmente ajudam na fotossíntese. E são ótimos indicadores que o ambiente está saudável e equilibrado. 
Já na Figura 2 popularmente conhecida no estado de São Paulo como Aguapé pertencente à família: Pontederiaceae. Nome científico: Eichhornia. Classificação superior: Pontederiáceas. Classe: Liliopsida. Família: Pontederiaceae. Reino: Plantae. O aguapé em pouca quantidade tem um papel fundamental para a purificação dos rios e lagos. Ele é um termômetro de poluição, quanto maior sua quantidade maior poluição do local. É uma excelente comida pra peixes e mamíferos aquáticos herbívoros. A sua introdução nos sistemas de água das cidades brasileiras deve-se justamente a sua característica de absorver e acumular poluentes, "filtrando" a água. Devido a sua facilidade de proliferação a recomendação que seja feito o controle constante e preventivo para evitar sua infestação, pois em grande quantidade impede a proliferação de algas responsáveis pela oxigenação da água. 
Os bioindicadores encontrados está situado em Bauru, São Paulo, o Jardim Botânico Municipal de Bauru foi criado em 1994 nas terras do antigo Parque Ecológico Municipal de Bauru. Com 321 hectares, é uma das maiores e mais importantes reservas nativas de conservação do Cerrado Paulista. Possui um acervo vivo variado de plantas, organizadas em coleções, com uma seleção inigualável de espécimes da flora regional e nacional. É aberto ao público, sendo um centro botânico de estudo e conservação da flora, além de um local de educação e cultura. Em 2018, a reserva ecológica do Jardim Botânico passou a integrar o Mosaico de Unidades de Conservação de Proteção Integral - REFÚGIO DA VIDA SILVESTRE (RVS) AIMORÉS, fortalecendo legalmente a área para a proteção e conservação do cerrado bauruense. As áreas protegidas são fundamentais para a conservação do cerrado paulista. Com isso é encontrado uma grande quantidade de liquens em seus exemplares comprovando assim a diminuição da poluição local. 
 
 
 
B) OBSERVAÇÃO E REGISTRO DE RELAÇÕES ECOLÓGICAS 
 

 
 
I
ntraespecífica
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RU: 1129874
 
RU: 1129874
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Figura 2. Isópteros. Conhecidos como cupins. Cupinzeiro encontrado em uma Araribá. Local: Jardim Botânico Municipal de Bauru -22.343162566049966, -49.01741695030373. Autor da imagem: Danilo druski
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
· Intraespecífica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Figura 3. Tetragonisca angustula. Popularmente conhecida como Jataí-Amarela, não tem ferrão sendo considerada uma abelha dócil e de fácil manejo. Local: Jardim Botânico Municipal de Bauru 22.343162566049966, -49.01741695030373. Autor da imagem: DANILO DRUSKI. 
 
 
 
· Interespecífica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RU: 1129874
 
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Figura 4. Turdus leucomelas. Popularmente conhecido como Sabiá-Barranco. Um filhote da ave símbolo do estado de São Paulo. Local: Jardim Botânico Municipal de Bauru -22.343162566049966, 49.01741695030373. Autor da imagem: Danilo Druski. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
· Interespecífica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RU: 1129874
 
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Figura 5. Ameiva ameiva. Popularmente conhecido Lagarto-Verde. São lagartos de tamanho médio, podendo alcançar 55 cm de comprimento. Local: Jardim Botânico Municipal de Bauru 22.343162566049966, -49.01741695030373. Autor da imagem: Danilo druski. 
 
 
 
A relação ecológica entre o cupim e a abelha jataí envolve interações indiretas importantes. Os cupins atuam como decompositores, quebrando madeira e matéria orgânica, o que enriquece o solo e favorece o crescimento de plantas. Essas plantas, por sua vez, fornecem néctar e pólen, recursos essenciais para as abelhas jataí. 
Além disso, buracos criados pelos cupins podem servir de abrigo para as abelhas, especialmente em ambientes urbanos. Embora aja uma competição indireta por madeira, a presença dos cupins geralmente beneficia as abelhas ao aumentar a diversidade floral disponível. Assim, essa relação ilustra como diferentes espécies podem coexistir e se influenciar em um ecossistema. A relação ecológica entre a ave sabiá e o lagarto ameiva é marcada por interações complexas que refletem a dinâmica do ecossistema em que vivem. 
O sabiá, uma ave insectívora, se alimenta principalmente de insetos, mas também pode predar lagartos jovens. Essa relação de predação implica que o lagarto ameiva deve estar atento aos sabiás, especialmente durante suas fases mais vulneráveis. Por outro lado, o sabiá desempenha um papel importante no controle da população de insetos, o que pode beneficiar os lagartos ao manter o equilíbrio do ambiente e evitar uma superpopulação de predadores de insetos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ambas as espécies habitam áreas semelhantes, como regiões de vegetação densa, onde o sabiá busca alimento e o lagarto se esconde de possíveis predadores. Essa sobreposição de habitat pode levar a interações indiretas, como competição por recursos, mas também oferece vantagens em termos de abrigo e oportunidades de alimentação. 
Além disso, o comportamento do sabiá, como seu canto e movimentação, pode alertar o lagarto ameiva sobre a presença de predadores, contribuindo para sua sobrevivência. Embora essas interações não sejam sempre benéficas ou harmônicas, elas ilustram a complexidade das relações ecológicas e como diferentes espécies podem coexistir em um mesmo ambiente, influenciando umas às outras de maneiras sutis e significativas. 
Em suma, a relação entre a ave sabiá e o lagarto ameiva é caracterizada por dinâmicas de predação, controle populacional e coabitação, refletindo a interconexão das espécies dentro do ecossistema. 
 
ETAPA 2: RELAÇÕES ECOLÓGICAS IMPORTANTES EM ÂMBITO LOCORREGIONAL 
 
 
A Estação Ecológica Sebastião Aleixo da Silva, também conhecida como Estação Ecológica de Bauru, está localizada em Tibiriçá, distrito do município de Bauru,que se insere na área gerida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Tietê-Batalha. A Estação preserva uma amostra da Mata Atlântica, a única em uma região devastada, em consequência da ocupação agropecuária. A Unidade de Conservação (UC) teve esse nome baseado no antigo proprietário da área. Conta com uma área de 287,98 hectares. Foi criada com a finalidade de proteção ao ambiente natural, realização de pesquisas básicas e aplicadas e desenvolvimento de programas de educação conservacionista, visando à restauração do ecossistema original; monitorar os processos de recuperação do ecossistema. (Artigo 1º do Decreto nº 26.890, de 12 de Março de 1987) O Inventário do IFSP aponta ainda que apesar da estabilidade no índice de desmatamento no Estado de São Paulo, a região Administrativa de Bauru foi a terceira em perda de vegetação natural, cerca de 10,38% nos últimos 10 anos. Mas a estação tem dando bons resultados foi constatado que 185,01 hectares de vegetação nativa em bom estado de conservação ou 64,2% da área total da UC em sua área foi registrada espécies da fauna ameaçadas como jaguatirica, veado-mateiro, perdiz, águia-cinzenta, juriti-roxa. Além dos exemplares de flora encontrados como aroeira, peroba, palmito-juçara, cabreúva, cedro, pau-marfim, jacarandá-paulista, amendoim-bravo, canela-preta, mamica-deporca, algodoeiro, guabiju todos essas consideradas ameaçadas de extinção, que tornam a unidade relevante também pela sua contribuição na conservação dessas espécies. Estação é de extrema importância para a região de Bauru, tanto pela sua rica biodiversidade quanto pela garantia de áreas verde. E esses números só tendem a aumentar já que essa estação é extremamente benéfica para meu município. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 
2
 
Tipos fisionômicos de v
egetação existentes na Estação Ecológica de 
Bauru, SP
 
 
Figura 1 Localização do município de Bauru no 
 
estado de São Paulo e da Estação Ecológica no contexto do município. 	 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
https://www.fgaia.org.br/texts/t-aguape.html https://pt.wikipedia.org/wiki/Ameiva_ameiva https://pt.wikipedia.org/wiki/Is%C3%B3pteros 
https://www2.bauru.sp.gov.br/semma/unidades_ambientais/jardim_botanico.aspx https://www.wikiaves.com.br/wiki/sabia-barranco https://www.fgaia.org.br/texts/t-aguape.html https://pt.wikipedia.org/wiki/Tetragonisca_angustula https://guiadeareasprotegidas.sp.gov.br/ap/estacao-ecologica-sebastiao-aleixo-da-silva-eec-de-bauru/ https://fflorestal.sp.gov.br/2010/04/aprovado-plano-de-manejo-da-estacao-ecologica-de-bauru-no-consema/ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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