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MICROBIOTAMICROBIOTA INSTESTINALINSTESTINAL Docente: Barbara Ellen Caribe Pinheiro Microbiota Humana A microbiota humana refere-se ao conjunto de microrganismos que habitam o corpo humano, incluindo bactérias, vírus, fungos e protozoários; Esses microrganismos estão presentes em diversas partes do corpo, como pele, boca, trato gastrointestinal e genitourinário, desempenhando papéis essenciais na manutenção da saúde; A microbiota desempenha funções vitais, incluindo a digestão de nutrientes, síntese de vitaminas, proteção contra patógenos e modulação do sistema imunológico. A microbiota humana começa a se formar no nascimento, quando o trato digestivo, antes estéril, é colonizado por microrganismos vindos da mãe, do alimento e do ambiente do recém-nascido; Fatores como o tipo de parto (vaginal ou cesariana), alimentação (leite materno ou fórmula) e condições ambientais influenciam a composição inicial da microbiota; Ao longo da vida, essa composição continua a evoluir, sendo modulada por elementos como dieta, uso de antibióticos, estilo de vida e envelhecimento. A formação da microbiota Funções A microbiota intestinal desempenha suas funções em quatro contextos distintos no corpo humano: Neurológico: por meio eixo intestino-cérebro, no qual a microbiota intestinal podem controlar o sistema nervoso central. Estrutural: através da manutenção da integridade estrutural da mucosa do intestino; Metabólico: através de fibras dietéticas, proteínas, aminoácidos e lipídios; Proteção: por meio da camada de muco, produção de peptídeos antimicrobianos da imunidade e produção de ácidos graxos; Principais componentes Fungos: Embora em menor quantidade, fungos dos gêneros Candida e Saccharomyces estão presentes no intestino; Vírus: Vírus bacteriófagos, que infectam bactérias, são comuns e influenciam a dinâmica da microbiota. Arqueas: Microrganismos como Methanobrevibacter smithii participam na digestão de polissacarídeos complexos. Principais componentes Bactérias: Representam a maior parte da microbiota intestinal. Os filos predominantes são: Proteobacteria: Incluem gêneros como Escherichia e Salmonella. Bacteroidetes: Compreendem principalmente o gênero Bacteroides Firmicutes: Incluem gêneros como Lactobacillus, Clostridium e Enterococcus Actinobacteria: Destacam-se os gêneros Bifidobacterium e Corynebacterium. A disbiose é o desequilíbrio da microbiota intestinal, com redução de microrganismos benéficos e/ou aumento de patógenos. Está associada a doenças inflamatórias crônicas, obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) – Como Doença de Crohn e colite ulcerativa, onde a microbiota alterada intensifica a resposta imunológica contra o próprio intestino; 1. Obesidade e Diabetes Tipo 2 – A disbiose pode afetar o metabolismo, promovendo resistência à insulina e inflamação crônica associada ao ganho de peso; 2. Doenças Cardiovasculares – Metabólitos de bactérias intestinais, como a TMAO (trimetilamina N-óxido), estão ligados a maior risco de aterosclerose. 3. Dsbiose e Doenças Inflamatórias Crônicas O eixo intestino-cérebro é uma via de comunicação bidirecional entre o sistema nervoso central e a microbiota intestinal, envolvendo o nervo vago, o sistema imunológico e metabólitos bacterianos Estão associadas a doenças neurológicas: Depressão e Ansiedade: A microbiota influencia a produção de serotonina e GABA, impactando o equilíbrio emocional. Disbiose pode agravar sintomas; 1. Autismo (TEA): Alterações na microbiota intestinal afetam neurotransmissores e inflamação cerebral; 2. Alzheimer e Parkinson: Microbiota disfuncional pode gerar inflamação crônica, contribuindo para neurodegeneração e acúmulo de proteínas tóxicas. 3. Relação com Doenças Neurológicas ComponentesComponentes Ana Júlia Nascimento Soussa; Maria Luiza Clímaco Cunha Xavier; Mateus Santos Tavares Silva; Milena Moreira Nascimento; Natieli Santiago dos Santos; Obrigado pela atenção!!Obrigado pela atenção!!