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GRUPO EDUCACIONL FAVENI 
JÉSSICA MOURA SACHSE APARECIDA
RECREAÇÃO COM JOGOS E MATEMÁTICA: A LUDICIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR
GOIÂNIA-GO
2023
GRUPO EDUCACIONL FAVENI 
JÉSSICA MOURA SACHSE APARECIDA
RECREAÇÃO COM JOGOS E MATEMÁTICA: A LUDICIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR
Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito parcial à obtenção do título licenciatura em Matemática.
	
GOIÂNIA-GO
2023
RECREAÇÃO COM JOGOS E MATEMÁTICA: A LUDICIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR
Jéssica Moura sachse Aparecida 
Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços). 
RESUMO
Os professores precisam reverter esse pensamento e encontrar formas de facilitar a compreensão do conteúdo de sala de aula, subsidiando os alunos para manipular e questionar sua aplicação na sociedade. A maioria desses métodos é apresentada como atividades recreativas porque são fáceis de aprender e não requerem "envolvimento" dos alunos. É sabido que os alunos não têm entusiasmo pela disciplina de matemática, muitos deles não sabem resolver um problema matemático, por mais simples que seja, e alguns acabam querendo estudar algo dos colegas da escola porque os pais os obrigam não estudar. A educação, que deve ser planejada e delineada, busca sempre o objetivo de melhor aproveitamento dos conhecimentos e aprendizados relacionados à disciplina de matemática por parte da turma, e caso aconteça que os resultados desejados não sejam alcançados, o professor poderá repensar e traçar uma nova metodologia. Segundo Rocha apud Santos: O brincar na aula de matemática é entendido como uma atividade potencialmente enriquecedora em que os alunos buscam ativamente o conhecimento. Os alunos precisam analisar as situações que vão surgindo ao longo do jogo, refletindo sobre suas jogadas e as do adversário para aprimorar suas estratégias. 
Palavras-chave: Educação; Lúdico; Matemática.
1. INTRODUÇÃO 
É sabido que os alunos não têm entusiasmo pela disciplina de matemática, muitos deles não sabem resolver um problema matemático, por mais simples que seja, e alguns acabam querendo estudar algo dos colegas da escola porque os pais os obrigam não estudar. Nesse sentido, faz necessário realizar esse trabalho para diminuir ou até mesmo resolver essas dificuldades. A proposta de jogar jogos no ensino de matemática implica parte do conceito de escolha dos métodos de ensino dos professores e sua formação, matemática e O conceito de mundo está vinculado porque se baseia em tais conceitos, definindo normas, métodos e objetivos, condizentes com os métodos de ensino adotados pelos professores. (GOMES e THIENGO, 2020)
Às vezes, os jogos são fáceis de entender e os jogos permitem que os alunos comecem a construir conhecimento. Infelizmente, embora haja muito material concreto que pode ser utilizado em sala de aula, existem muitas dificuldades nessa área da matemática, às vezes porque os educadores precisam dar um pouco mais de tempo porque essa ferramenta de ensino exige que eles apreendam totalmente o assunto. 
Os métodos que serão aplicados, por vezes, esses estudos não chegam à escola. Diante dessa situação, identificamos os seguintes objetivos para o nosso trabalho: A matemática é uma ciência exata, por vezes frustrante, exigindo muita atenção e dedicação. É de extrema importância que os alunos sejam estimulados e motivados a compreender a matemática de forma mais espontânea e prazerosa. Muitos alunos a ignoram de forma tão tendenciosa que acabam deixando-a de lado, desencadeando um quadro de notas ruins na escola, tornando-os desmotivados em matemática e, assim, impedindo-os de atingir as metas que lhes são atribuídas pelas instituições de ensino superior. (MOREIRA, 2004)
No entanto, isso requer que os professores sejam capazes de trazer para a sala de aula um método que possa ajudar os alunos a melhorar seu desempenho em matemática. A falta de motivação começa quando os alunos começam a ver a matemática como uma matéria chata ou complexa, um verdadeiro “sete cabeças”. Esses pensamentos tendenciosos entraram imediatamente na cabeça do aluno e acabaram interferindo em seu desempenho em matemática. (GOMES e THIENGO, 2020)
Os professores precisam reverter esse pensamento e encontrar formas de facilitar a compreensão do conteúdo de sala de aula, subsidiando os alunos para manipular e questionar sua aplicação na sociedade. A maioria desses métodos é apresentada como atividades recreativas porque são fáceis de aprender e não requerem "envolvimento" dos alunos. (MOREIRA, 2004)
Então é uma forma de se divertir e talvez uma forma de envolver os alunos na aula porque sai da rotina normal e chega de uma forma diferente. Essa abordagem deve ser cuidadosamente planejada para que a prática não desvie do foco principal, que é o aprendizado matemático. O professor precisa se renovar para trazer esse método para dentro da sala de aula, e uma forma dessa renovação é por meio da formação continuada, a partir da qual ele irá aprimorar sua prática docente, aprimorar-se constantemente, aprender outros recursos do método, o que aumentará sua carreira como profissional da educação. (SILVA, 2016)
2. DESENVOLVIMENTO
2.1 LUDICIDADE E JOGOS NA EDCUAÇÃO
Para entender melhor como as atividades lúdicas contribuem para os clientes observados, é necessário aprofundar nossas pesquisas sobre as fases do desenvolvimento, o desenvolvimento infantil está em um processo de mudança acelerada em que as crianças desencadeiam suas potencialidades. relacionadas com as teorias existentes. Cabe ao professor estar atento a essas características e variações para melhor compreender os comportamentos, compreendendo principalmente as expectativas comportamentais e a capacidade de assimilação e adaptação a cada comportamento. (GOMES e THIENGO, 2020)
Por meio dessa interação, destaca-se a importância desse trabalho, pois pode não só ajudar os professores a conscientizá-los sobre a importância de vincular o conhecimento às atividades lúdicas, mas também como uma forma de compreender o mundo das crianças por meio desse caminho, da claro, favorece as condições para o desenvolvimento integral da criança nesta fase. A brincadeira sempre foi uma forma de atividade inerente ao ser humano. Por exemplo, entre os povos primitivos dançar, caçar, pescar e lutar eram considerados sobrevivência Os limites naturais da brincadeira. As crianças participam em experimentos tecnológicos e mágicos na brincadeira. Corpo e ambiente, cultura infantil e adulta fazem parte de um mesmo mundo. O mundo pode ser pequeno, mas é coerente porque a própria brincadeira é característica da cultura, e cultura Educação é educação, e educação é sobrevivência.
Vários outros autores concordam com a importância da brincadeira na cultura e na educação, e que ainda hoje o valor da competitividade construtiva está sendo explorado, especialmente nas escolas, como uma forma de educação que ajuda Atividades que moldam nossas habilidades e valores. Na Grécia antiga, um dos maiores pensadores, Platão (427-348), afirmou que os primeiros anos das crianças deveriam ser disputados com jogos educativos. Platão atribuiu um valor educacional e moral a um movimento tão difundido na época, colocando-o em um em pé de igualdade com a cultura intelectual e trabalhando em estreita colaboração com ela na formação do caráter e da individualidade. (SILVA, 2016)
Também apresentaum interessante exercício de matemática de uma maneira muito diferente. Ele aplica nove exercícios de cálculo a problemas específicos extraídos da vida e dos negócios. Se voltarmos a nossa época, vemos que ainda hoje buscamos esse tipo de atividade como forma de inspirar e desmistificar a matemática, podendo ser utilizada para qualquer outro tipo de assunto ou conteúdo, propostas de ensino de matemática busca despertar o interesse dos professores pela aplicação de jogos, utilizando-os como um importante recurso para desmistificar o ensino de matemática. (MOREIRA, 2004)
A partir do século XVI, os humanistas tomaram consciência do valor educativo do brincar, sendo os colégios jesuítas os precursores. Philippe Ariès, pesquisador da vida social de crianças e famílias, diz que também não é aconselhável um jogo em que os padres entenderam desde o início que era impossível suprimi-los, ou mesmo fazê-los depender de licenças precárias e vergonhosas. (GOMES e THIENGO, 2020)
Em vez disso, eles se oferecem para assimilá-los, formalizá-los em seus programas e regulamentos e exercer controle sobre eles. Portanto, os jogos considerados como boa disciplina são aceitos e recomendados como uma ferramenta educacional tão valiosa quanto o aprendizado. Pode-se confirmar aqui que, de fato, os jogos são utilizados desde a antiguidade como forma de motivar os alunos para aprendizagens novas e/ou fixas. (SOUSA GOMES, 2019)
Diante do avanço da educação científica e tecnológica, as crianças deste início de século também estão em constante evolução. Tal fato se deve ao fato de que as crianças de hoje são estimuladas de forma diferenciada desde o nascimento até os cuidados com o recém-nascido. Mudanças nos hábitos e atitudes dos adultos em relação aos recém-nascidos podem levar a mudanças em todo o desenvolvimento da criança. Diferentes regiões do cérebro humano se desenvolvem por meio dos estímulos que uma criança recebe durante os primeiros sete anos de vida e, portanto, respondem de maneira diferente a diferentes estímulos.
Portanto, para essa criança, o educador deve saber lidar com ela, deve reconhecer suas necessidades e procurar atendê-las no contexto educacional atual. As escolas estão repletas de teorias construtivistas que estão tomando forma, mas as crianças mal podem esperar para superar esses avanços. Se a criança de hoje parece mais esperta, é porque ela se desenvolveu antes do tempo, e algumas habilidades foram estimuladas desde criança, é porque ela expressou sua vontade e sua inteligência foi muito estimulada. 
Os educadores devem estar preparados para lidar com diferentes formas de ansiedade, medo e insegurança. Muitas vezes, os educadores se perdem e não conseguem mais envolver ou motivar os alunos porque, se os alunos mudam, os educadores precisam mudar com eles. Os métodos tradicionais de ensino, onde o conteúdo é ensinado por meio de palestras e os alunos o absorvem de forma passiva e acrítica, estão se tornando cada vez menos atraentes para as crianças que querem participar, fazer perguntas, agir e não poder sentar e ouvir por horas. (SCHERER et al, 2019, p11)
Um ponto importante na abordagem de renovação do professor é perceber que as crianças de hoje são muito curiosas e não vão 'engolir' o que é despejado sobre elas sem saber por que ou principalmente para quê. Portanto, os professores devem se concentrar mais em entender como as crianças aprendem do que como ensinam. Aprender brincando é mais fácil e eficaz, e isso se aplica a todas as idades, desde o jardim de infância até a idade adulta. Refere-se a jogos para divertir e para ensinar, cuja finalidade é ajudar a absorção e fixação do conteúdo, para despertar o raciocínio lógico e o raciocínio dedutivo. (SILVA, 2016)
O jogo em si tem componentes diários, participa do despertar do interesse dos alunos, e os alunos se tornam sujeitos ativos no processo, tornando o jogo mais emocionante do que jogar o jogo em si. Para Piaget, a ação transcende os objetos concretos, a partir dos quais a criança é capaz de pensar, formular hipóteses, interpretar e criar. As ações não são mais sem sentido ou desordenadas, mas deliberadas e planejadas, buscando atingir objetivos, coordenando informações e esclarecendo diferentes pontos de vista. (SILVA, 2016)
Trata-se de considerar as atividades do sujeito, e mesmo o sentido que ele atribui às suas ações, como razões para a possibilidade de adquirir conhecimento sobre a realidade, “Conhecer um objeto é agir sobre ele e modificá-lo, tema de um mecanismo de aprendizagem ". esta realidade. Transformar e transformar ações. Pode-se dizer que Piaget vê o desenvolvimento como um processo contínuo que depende das ações do sujeito e de suas interações com os objetos. (SCHERER et al, 2019)
2.2 A MATEMÁTICA RESSIGNIFICADA 
A matemática é o conhecimento que possibilita ao ser humano realizar inúmeras atividades e, além de subsidiar a codificação, interpretação e análise de informações expressas em números, essa ciência dá ao indivíduo a oportunidade de ter uma concepção mais abrangente das coisas. a realidade deles. A matemática é ligada à sociedade, a relevância social do ensino de matemática exige, por parte dos professores, a implementação de práticas pedagógicas diferenciadas, não se limitando a aulas expositivas e de memorização, mas por meio de métodos diferenciados capazes de transmitir o conteúdo do curso de forma envolvente e significativa formas de conscientizar os alunos sobre o importância da matemática e podem usá-la em seu trabalho diário. (SCHERER et al, 2019)
A utilização de jogos em sala de aula pode ser um método motivador e um recurso eficaz para o ensino e aprendizagem da matemática. Portanto, os jogos matemáticos como recurso didático podem promover um ensino mais interessante e uma aprendizagem mais dinâmica, tornando a sala de aula mais interessante e desafiadora, de forma a cultivar a capacidade de raciocínio lógico dos alunos. O jogo não apenas energiza a sala de aula, mas também ajuda os professores a identificar as principais dificuldades dos alunos como um diagnóstico de aprendizagem. Construir conhecimento matemático a partir de jogos traz muitos benefícios em um ambiente escolar porque, enquanto jogam, os alunos estão espontânea e voluntariamente se esforçando para alcançar objetivos (resultados) em prol do prazer. 
A disciplina de matemática é de grande valia para o desenvolvimento dos alunos, não só em sua dimensão cognitiva, mas também em sua dimensão social, pois o conhecimento matemático oferece a oportunidade de compreender melhor o contexto social em que a informação circulante está inserida. Os jogos são a base da sociedade, permitindo que os indivíduos busquem soluções, enfrentem desafios, tornem-se criadores de estratégias e tornem-se seres críticos. Cabe ao professor refletir sobre sua atuação docente e aprimorar estratégias lúdicas voltadas para a aprendizagem e enfrentamento das dificuldades dos alunos. (CORREIA e MEIRA, 2017)
Para os professores, a reflexão constante significa manter “espaços de discussão matemática que focalizem tanto os aspectos cognitivos quanto a relevância social do ensino da matemática. No cotidiano das escolas, não é incomum que professores de matemática ensinem a disciplina de maneira “convencional”, utilizando conteúdos de livros didáticos e métodos de ensino limitados a Instruções para as aulas e exercícios estacionários ou de estudo. Os professores de matemática precisam integrar recursos que possam simplificar o processo de ensino da disciplina e encontrar formas de envolver e engajar os alunos. (SCHNEIDER e COSTA, 2016)
Para tanto, os jogos devem ser utilizados como método de ensino em sala de aula, em que os professores são os mediadores da construção do conhecimento e da aprendizagem, e por meio das atividades lúdicas, os alunos podem criar, ousar desafiar e provar. O professor de matemática se vê como um dos principais protagonistas das atividades em sala de aula. No entanto, qualquer mudança necessária no processo de ensino da matemática deve estar atreladaao comportamento transformacional do professor, para que ele desenvolva o interesse em se adequar ao novo método de ensino, visando sempre o aprendizado dos alunos em sala de aula, bem como o qualidade de ensino. (DA SILVA, 2022)
2.3 MELHOR A RECREAÇÃO E OS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA 
A palavra recreação é derivada do latim: recreatio, recreare. O conceito de entretenimento está relacionado ao lazer, no sentido de desenvolver diversas expressões culturais cujas principais características são: o prazer e o entretenimento dos indivíduos que delas participam. Este trabalho destaca uma das ferramentas de entretenimento mais populares, os jogos. Aqui será considerado como uma ferramenta de entretenimento de cunho educacional, que proporciona aprendizado intelectual relacionado à disciplina de matemática e até mesmo de convivência social. (CORREIA e MEIRA, 2017)
Na sociedade de hoje onde todos estão em movimento, é sempre bom desfrutar de um momento de distração, também conhecido como uma situação lúdica. A recreação surgiu como uma atividade exclusivamente associada às crianças, e com o passar do tempo a ideia mudou, sendo considerada uma forma de recreação qualquer atividade que produza satisfação e prazer pessoal sem exigir outros benefícios. Muitas vezes, as pessoas na praça podem ser vistas jogando jogos como dominó, damas e xadrez em casa. Estes são elementos de entretenimento. Esses tipos de jogos são considerados um excelente passatempo e, se são tão fascinantes quanto afirmamos, por que não utilizá-los (ou adaptá-los) como ferramenta de ensino e aprendizagem, principalmente matemática, que parece ser exatamente o oposto do jogo é adequado para quem joga apenas por esporte, mas também para quem pretende estudar uma disciplina do curso (neste caso, matemática). (FERRI, 2013)
Pode-se pensar que o entretenimento é apenas para brincar e que brincar por brincar não tem nenhum significado para a aprendizagem, porém, esse pensamento está equivocado, pois também está relacionado ao uso da brincadeira que por sua vez ajuda a criança a despertar seu senso crítico lado, têm mais confiança em si mesmos para cumprir as tarefas impostas pela sociedade. Não podemos ignorar que o entretenimento infantil está intimamente relacionado ao brincar, é inato à infância, e é por meio dela que ela se adapta à cultura local, entende as regras, absorve algumas estratégias e formas benéficas de conviver bem em sociedade. (DA SILVA, 2022)
Os pais e as instituições de ensino devem reconhecer a importância de expressar emoções por meio do jogo e reconhecer os jogos como uma ferramenta de ensino que pode ajudar os alunos a compreender a matemática de maneiras diversas e dinâmicas. 
Brincar para mim é um passatempo das crianças, uma atividade que elas praticam desde o nascimento, buscando colocar em prática todas as suas habilidades e conhecimentos. Jogar, por outro lado, é um jogo que envolve um desafio. Por meio da brincadeira, a criança tenta superar o desafio apresentado, mesmo que não esteja claro para ela. Se observado que desde o momento do nascimento a criança já se envolve em algum tipo de brincadeira, mesmo que seja tão simples como se aconchegar no colo de alguém, o que para ela naquele momento representa conforto e sentimento. Brinquedos, entre outras coisas, se for mais seguro. 
Quando uma criança entra em contato com objetos, sejam eles domésticos ou não, tudo é novo para ela e sempre representa algo importante para ela aprimorar a cultura local, bem como seu uso na brincadeira. Através dela, os alunos, os jogadores, superam desafios mesmo que esses desafios estejam implícitos no jogo. O brincar é um fato mais antigo que a cultura, pois esta, mesmo em sua definição menos estrita, sempre pressupõe a sociedade humana; mas os animais não esperaram que o homem começasse sua vida carnavalesca. Podemos dizer com segurança que a civilização humana não adicionou nenhum recurso essencial ao conceito geral do jogo. 
Assim, como afirma a citação, a brincadeira é uma atividade que vem sendo praticada desde a antiguidade, os animais já a praticavam antes mesmo do ser humano viver em sociedade, e o ser humano não acrescentou nenhuma característica fundamental ao conceito de brincadeira. Tendo introduzido ideias e conceitos básicos de jogos, vamos agora introduzi-los no ensino da matemática. (HAMMES; DA SILVA e OTT, 2019)
A gente sabe que ensinar não é fácil, alguns alunos não conseguem entender, alguns alunos não conseguem entender, então o dia a dia da sala de aula é assim. Os educadores devem encontrar formas de atenuar este défice no ensino da matemática, tanto para quem tem dificuldade em compreendê-la como para quem não tem. Esses meios podem ser "técnicas" de ensino que motivam e motivam os alunos. Os jogos têm se mostrado intrinsecamente importantes, pois facilitam o processo de ensino em diversas áreas do conhecimento, principalmente na matemática onde desenvolvem o raciocínio lógico e as estratégias dos alunos. (SCHNEIDER e COSTA, 2016)
Processando, ou seja, utilizando-os, os alunos constroem seus conhecimentos, diminuindo assim a barreira que existe na cabeça de muitos alunos que temem a disciplina do curso e se veem incapazes de entendê-la. Um aspecto relacionado aos jogos é que eles despertam o interesse e o prazer dos alunos em aprender e o prazer dos professores em ensinar. Dessa forma, os alunos desenvolvem o raciocínio lógico-matemático, o trabalho em grupo, a criatividade, a capacidade de resolução de problemas e diversos outros conceitos relacionados aos seus estudos. Além disso, os jogos são um dos recursos que facilitam o desenvolvimento da linguagem e os diferentes processos de raciocínio e interação entre os alunos. 
Na apresentação de Rodrigues, os jogos são ferramentas para facilitar o aprendizado de estruturas matemáticas por alunos e professores. Eles são fascinantes e o aluno se entusiasma em trabalhar com eles, compreende a matemática que representa de forma lúdica, desenvolve o raciocínio lógico matemático e outras habilidades relacionadas ao uso dos anteriores. 15 Ainda segundo a pesquisadora Oliveira, “O conhecimento matemático está implícito nas ações do jogo. Mas não a matemática em si, como conhecimento sistematizado e culturalmente valioso. O processo interativo entre os alunos desencadeia e produz conhecimentos lógicos e matemáticos. (MOREIRA, 2004)
Ao introduzir os jogos nas aulas de matemática, ocorre de imediato uma grande mudança nos métodos de ensino, transformando o modelo tradicional em um mais dinâmico, onde o aprendizado ocorre de forma mais envolvente, ou seja, com certo apelo. Apresentando as atividades lúdicas como um importante recurso metodológico, e para as aulas de matemática, os alunos são desafiados e estimulados a se sentirem mais confiantes em si mesmos. No entanto, Chaves enfatiza que “no entanto, o uso de jogos em ambiente escolar requer um planejamento detalhado em que todas as etapas devem ser analisadas e definidas previamente. (SCHNEIDER e COSTA, 2016)
A participação em jogos em grupo também representa uma conquista cognitiva, emocional, moral e social do aluno e estimula o desenvolvimento de suas habilidades matemáticas". Seguindo as linhas dos PCN, os jogos aplicados na execução deste trabalho visam despertar o interesse dos alunos que desejam compreender a disciplina do currículo, bem como desenvolver o raciocínio lógico-matemático e estratégias com o auxílio de uma abordagem lúdica. Seu principal objetivo é fornecer uma ferramenta educacional para os alunos. (HAMMES; DA SILVA e OTT, 2019)
Através da brincadeira, a criança exercita sua criatividade fazendo regras, interagindo com outras crianças, desenvolvendo habilidades sociais e exercitando a independência. Esses recursos também ajudam muito no desenvolvimento cognitivo em matemática. Dessa forma, os alunos processam e se envolvem com jogos em sala de aula, desenvolvendo habilidades e estratégias matemáticas. Ainda sobre as regras do jogo, Garcia destacou: Por sua vez, o jogo é um comportamento organizado,nem sempre espontâneo, e as regras determinam a duração, a intensidade e o tempo de término da atividade. É importante lembrar que o jogo é uma forma de jogo que sempre reconhece o resultado, seja vitória, empate ou derrota. (FERRI, 2013)
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O jogo tem regras e deve ser seguido, há um momento e uma hora para jogar, cada jogador deve respeitar seu parceiro, ser leal e admitir a vitória ou derrota em todos os jogos, deve-se sempre lembrar do Live, um dos os dois devem perder. Os jogos são importantes para mudar um pouco a rotina da sala de aula e assim facilitar a conversão das brincadeiras em sala de aula. Quando o professor tem consciência do que pretende com o uso de jogos em sala de aula, essa abordagem terá uma certa chance de causar impacto, pois é considerada um método para todos os níveis de apoio. 
A educação, que deve ser planejada e delineada, busca sempre o objetivo de melhor aproveitamento dos conhecimentos e aprendizados relacionados à disciplina de matemática por parte da turma, e caso aconteça que os resultados desejados não sejam alcançados, o professor poderá repensar e traçar uma nova metodologia. Segundo Rocha apud Santos: O brincar na aula de matemática é entendido como uma atividade potencialmente enriquecedora em que os alunos buscam ativamente o conhecimento. Os alunos precisam analisar as situações que vão surgindo ao longo do jogo, refletindo sobre suas jogadas e as do adversário para aprimorar suas estratégias. 
Assim, esse tipo de atividade pode contribuir significativamente para o desenvolvimento de aspectos importantes como atitudes positivas em relação à disciplina, autoconfiança, raciocínio e conhecimento dos conteúdos específicos envolvidos na brincadeira. Segundo os autores, uma das potencialidades do uso de jogos nas aulas de matemática é que proporciona estímulo aos alunos, que passam a gostar mais do assunto e, assim, tiram seus preconceitos sobre o assunto. 
Durante o ensino da matemática, as atividades lúdicas mostram ao aluno seriedade, real comprometimento, participação e responsabilidade, evidências que podem ajudá-lo a se ajustar ao mundo do trabalho, sem abrir mão da diversão da brincadeira. Ao utilizar as atividades do jogo, o aluno irá adquirir algumas habilidades que serão cruciais para que ele se insira no mercado de trabalho posteriormente, mas essas habilidades devem ser levadas a sério e a ludicidade também exige comprometimento e responsabilidade para se alcançar as metas especificadas. 
A socialização proporcionada por tais atividades não pode ser ignorada, pois a elaboração e aplicação de regras envolve conexões com outras pessoas que pensam, agem e planejam estratégias. As atividades com jogos de regras são uma ótima opção para que o raciocínio lógico flua na mente da criança, ao mesmo tempo em que representam situações desafiadoras que acabam despertando o tema.
REFERÊNCIAS
CORREIA, Mônica; MEIRA, Luciano. A emergência de objetivos matemáticos em jogos de dominós. Psicol. teor. pesqui, p. 279-89, 2017
DA SILVA, Aline Demichili Ferreira. A MATEMÁTICA E OS JOGOS COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA. REVISTA CIENTÍFICA GRUPO FACULDADES CONECTADAS, p. 5.2022
DE SOUSA GOMES, Paulo Roberto; DO NASCIMENTO OLIVEIRA, Edson. TEORIAS DE APRENDIZAGEM E SUA CONVERGÊNCIA PARA JUSTIFICAR A UTILIZAÇÃO DE JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Revista Encantar, v. 1, n. 3, p. 79-90, 2019.
DOS SANTOS, Milena. DESAFIANDO A MATEMÁTICA. Anais do Integra, v. 2, 2019.
FERRI, Flávio Renato. UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO. SOFTWARES DE RECREAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Maiêutica. Ensino de Física e Matemática, v. 1, n. 1, 2013.
GOMES, Fabiana Torres Basoni; THIENGO, Edmar Reis. A utilização do jogo cartas matemáticas nas aulas de matemática. Kiri-Kerê-Pesquisa em Ensino, v. 1, n. 9, p. 179-197, 2020.
HAMMES, Care Cristiane; DA SILVA, Neidi Liziane Copetti; OTT, Ellen Carolina. CONTRIBUIÇÕES DO JOGO PARA A APRENDIZAGEM MATEMÁTICA COM A CRIANÇA DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. ANAIS DO SEMINÁRIO FORMAÇÃO DOCENTE: INTERSECÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE E ESCOLA, v. 3, n. 3, p. 605-619, 2019.
MOREIRA, Darlinda. O Jogo na Matemática e na Educação. O jogo e a matemática, p. 57-87, 2004.
SCHERER, Josiane Da Silva et al. Jogando para aprender Matemática. MoExP-Mostra de Ensino, Extensão e Pesquisa do Campus Osório, v. 1, n. 1, p. 1-1, 2019.
SCHNEIDER, Cintia; DA COSTA, David Antonio. Os jogos para o ensino de matemática: a proposta de Irene Albuquerque em seu livro Jogos e Recreações Matemáticas (1958). Anais do ENAPHEM-Encontro Nacional de Pesquisa em História da Educação Matemática, n. 3, 2016.
SILVA, Lydiane Donato. Aprendizagem e recreação com jogos de matemática. 2016.
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