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Assistência de Enfermagem e Protocolos em Terapia Intensiva Profa. Vivian Protocolos Os protocolos caracterizam-se como a descrição de uma situação específica de assistência/cuidado, contendo a operacionalização e a especificação sobre o que, quem e como se faz, orientando e respaldando os profissionais em suas condutas para a prevenção, recuperação ou reabilitação da saúde. Na estruturação de um protocolo, alguns aspectos devem ser observados, tais como: finalidade, público-alvo, as linhas de cuidado prioritárias, evidências científicas e os princípios éticos e legais que o norteiam. O uso de protocolos apresenta várias vantagens, promove maior segurança aos usuários e profissionais, estabelece limites de ação e cooperação entre os envolvidos, reduz a variabilidade do cuidado, norteia o profissional para a tomada de decisão em relação às condutas, incorpora novas tecnologias, respalda legalmente as ações, dá maior transparência e controle dos custos, dentre outras PREVENÇÃO DE LESÃO POR PRESSÃO LPP são danos localizados na pele e/ou tecidos subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea, resultante de pressão isolada ou combinada com forças de cisalhamento e/ ou fricção. OBJETIVOS Reduzir a incidência de LPP adquiridas durante a hospitalização no Hospital Identificar e classificar os pacientes com risco para LPP; Implementar ações preventivas nos pacientes com risco para LPP; Identificar precocemente LPP em estágios iniciais; Avaliar, tratar e evoluir as LPP instaladas. As LPPs causam danos consideráveis aos pacientes, o que dificulta o processo de recuperação funcional, frequentemente causando dor e levando ao desenvolvimento de infecções graves; também têm sido associadas a internações prolongadas, sepse e mortalidade. A presença de LPP causa vários problemas físicos e emocionais ao paciente, uma vez que são fonte de dor, desconforto e sofrimento. As LPPs aumentam o risco de desenvolvimento de outras complicações e influenciam na morbidade e na mortalidade do paciente acometido, constituindo, assim, um sério problema de saúde, pois podem trazer várias implicações na vida dos familiares e da instituição em que se encontra o paciente, além de aumentarem consideravelmente os custos do tratamento. As LPPs podem desenvolver-se em 24 horas ou levar até cinco dias para se manifestar. Por isso, todos os profissionais de saúde responsáveis pela prevenção da lesão devem estar familiarizados com os principais fatores de risco, intrínsecos e extrínsecos, para a formação a LPP e instituir o mais rápido, estratégias de prevenção. • Frente ao exposto, da relevância do tema, justifica-se a importância de um protocolo pela necessidade de prevenir a LPP em pacientes hospitalizados, por meio de ferramentas que permitem identificar precocemente as circunstâncias ou ações que influenciam ou poderiam influenciar o acontecimento deste incidente, o qual possibilita o planejamento da assistência ao paciente de acordo com sua necessidade e, assim, o profissional de saúde terá subsídios para definir estratégias adequadas para prevenir a sua ocorrência, tornando a assistência segura e livre de danos. ATRIBUIÇÕES, COMPETÊNCIAS, RESPONSABILIDAD ES Técnico/Auxiliar de Enfermagem Implementar e checar o plano de intervenções de prevenção e tratamento prescrito pelo enfermeiro; Realizar o curativo da LPP, conforme prescrição; Registrar as características da LPP na anotação de enfermagem Comunicar qualquer alteração e não conformidades observadas ao enfermeiro. PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE FLEBITE Flebit e A flebite é um processo inflamatório que ocorre nas camadas mais internas das veias. Caracteriza-se como uma das complicações mais comuns relacionadas à terapia intravenosa periférica e ao uso do cateter venoso periférico. Destaca-se como sinais e sintomas, dor, edema, calor e hiperemia. De acordo com sua evolução, alguns pacientes podem desenvolver o cordão fibroso palpável, apresentar significativo aumento da sua temperatura basal e infecção local ou sistêmica. A flebite é um importante indicador sobre a qualidade da assistência prestada pela enfermagem. Portanto, a identificação precoce de fatores de risco para a flebite, a adoção de medidas preventivas e a educação permanente, tornam-se essenciais no dia-a-dia da equipe das várias instituições de saúde, afim de reduzir sua incidência e outras possíveis complicações como hematoma, infiltração e extravasamento TIPOS DE FLEBITE →MECANICA →QUÍMICA → BACTERIANA →PÓS INFUSIONAL CUIDADOS QUE PODEM SER TOMADOS →Antissepsia/ higienização das mãos →Seleção do cateter e sitio da inserção →Atenção a infusão de soluções vesicantes ou irritantes →Estabilização do cateter →Cobertura →Manutenção e remoção do cateter →Data de validade →Registro →Lavagem do acesso PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DE CORRENTE SANGUÍNEA As infecções de corrente sanguínea estão entre as mais comumente relacionadas à assistência à saúde. Estima-se que cerca de 60% das bacteremias sejam associadas a algum dispositivo intravascular. A ICS associa-se a aumento na taxa de mortalidade, a maior tempo de internação e a incrementos de custos relacionados à saúde. Os microrganismos atingem o acesso vascular de diversas maneiras: durante a inserção através da colonização da pele, contaminação das conexões, soluções contaminadas usadas para manter permeável o cateter, via hematogênica no caso de monitorização hemodinâmica, pela utilização de transdutores contaminados. CONCEITO S Cateter central: cateter utilizado para infusão, coleta de amostra sanguínea ou monitoramento hemodinâmico, cuja terminação está posicionada próxima ao coração ou em um grande vaso. São considerados grandes vasos: aorta, veias cavas, veias jugulares internas, veias subclávias, veias ilíacas externa e comum, veias femorais e, em neonatos, cateter umbilical venoso ou arterial. Cateter umbilical: dispositivo vascular central inserido através da artéria ou veia umbilical em neonatos. Cateter central temporário: cateter não tunelizado e não implantado, originalmente destinado a terapias infusionais de curta duração. Cateter central de longa permanência: inclui cateteres tunelizados (como alguns cateteres para diálise) e cateteres totalmente implantados (como os ports - quimioterapia ). MEDIDAS DE PREVENÇÂO DA INFECÇÂO DE CORRENTE SANGUÍNEA • 1 Higiene das mãos - Higienizar as mãos antes e após a inserção de cateteres e para qualquer tipo de manipulação dos dispositivos. O uso de luvas não substitui a necessidade de higiene das mãos. • 2 - Seleção do cateter e sítio de inserção - Para atender à necessidade da terapia intravenosa devem ser selecionados os cateteres que melhor se encaixam. • 3 - Preparo da pele - Realizar fricção da pele com solução a base de álcool 70%. • 4 – Coberturas - Proteger o sítio de punção e minimizar a possibilidade de infecção, e de fixar o dispositivo no local para prevenir a movimentação do dispositivo com dano ao vaso. • 5 - Flushing e manutenção do cateter periférico - Realizar o flushing e lock de cateteres periféricos imediatamente após cada uso. • 6 - Remoção do cateter - A avaliação de necessidade de permanência do cateter deve ser diária. Remover o cateter periférico na suspeita de contaminação, complicações ou mau funcionamento A infecção do trato urinário (ITU) Infecção do trato urinário (ITU) caracteriza-se pela invasão e multiplicação bacteriana em qualquer seguimento do aparelho urinário. A Infecção do Trato Urinário (ITU) é uma das causas prevalentes de IRAS (Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde) de grande potencial preventivo, visto que a maioria está relacionada à cateterização vesical. Aproximadamente 16-25% dos pacientes de um hospital serão submetidos ao cateterismo vesical, de alívio ou de demora, em algum momento de sua hospitalização, muitas vezes sob indicação clínica equivocada ou inexistente e até mesmo sem conhecimento médico. A problemática continuaquando muitos pacientes permanecem com o dispositivo além do necessário, apesar das complicações infecciosas (locais e sistêmicas) e não infecciosas (desconforto para o paciente, restrição da mobilidade, traumas uretrais por tração), inclusive custos hospitalares e prejuízos ao sistema de saúde público e privado. Não use cateter urinário, exceto nas seguintes situações: 1. Pacientes com impossibilidade de micção espontânea. 2. Paciente instável hemodinamicamente com necessidade de monitorização de débito urinário. 3. Pós-operatório, pelo menor tempo possível, com tempo máximo recomendável de até 24 horas, exceto para cirurgias urológicas específicas. 4. Tratamento de pacientes do sexo feminino com lesão por pressão grau IV com cicatrização comprometida pelo contato pela urina. Sempre dar preferência ao cateterismo intermitente ou drenagem supra púbica e uso de drenagem externa para o sexo masculino. INFRAESTRUTUR A PARA PREVENÇÃO • Assegurar que a inserção do cateter urinário seja realizada apenas por profissionais capacitados e treinados; • Assegurar a disponibilidade de materiais para inserção com técnica asséptica; • Treinar a equipe de saúde envolvida na inserção, cuidados e manutenção do cateter urinário com relação à prevenção de ITU associada ao cateter, incluindo alternativas ao uso do cateter e procedimentos de inserção, manejo e remoção. • Manter o sistema de drenagem fechado e estéril; • Para exame de urina, coletar pequena amostra, por meio de aspiração de urina com agulha estéril, após desinfecção do dispositivo de coleta; • Esvaziar a bolsa coletora regularmente, utilizando recipiente de coletor individual, e evitar o contato do tubo de drenagem com o recipiente coletor; • Manter sempre a bolsa coletora abaixo do nível da bexiga; Protocolo - Sepse / choque séptico SESPE Conceitualmente, a sepse é definida pela presença de uma disfunção orgânica ameaçadora a vida devido a uma resposta desregulada do organismo à infecção; é uma síndrome clínica que leva à sérias anormalidades fisiopatológicas e bioquímicas decorrente de um processo infeccioso. Hoje vemos que a incidência de sepse e os custos tendem a aumentar, principalmente pela evolução científica e tecnológica, que levam, direta e indiretamente, ao envelhecimento populacional. Além disso, sabe-se também que muitos pacientes que sobrevivem à sepse têm recuperação física, psicológica e cognitivas a longo prazo, com significativas implicações à saúde pública, à saúde suplementar e à sociedade, principalmente aqueles pacientes que sobrevivem ao choque séptico. Padronizar condutas baseadas em evidências científicas para a sepse, garantindo boas práticas assistenciais. Os benefícios do protocolo são: • Redução da mortalidade; • Redução no tempo de internação hospitalar; • Redução nos custos do tratamento; • Retorno precoce do paciente a suas atividades habituais; • Diferencial na qualidade do atendimento multiprofissional Diagnóstico da sepse Sepse deve ser suspeitada em todos os pacientes com quadro infeccioso A equipe multidisciplinar deve estar atenta à presença dos critérios de resposta inflamatória sistêmica, que definem a presença de infecção. • • Temperatura central > 38,3º C ou 90bpm; • • Frequência respiratória > 20 rpm, ou PaCO2 12.000/mm³ ou 2X o valor de referência) Uma vez o médico confirmando que há sepse ou choque séptico, o paciente será incluído no protocolo Colher o Kit Sepse* e 2 amostras de hemoculturas periféricas (além de outras culturas conforme o caso), em até 30 minutos; Prescrever a antibioticoterapia em até 30 minutos, no máximo; Administrar os antibióticos, após coleta de culturas, em até 30 min após a prescrição médica (no máximo 1h após o diagnóstico); Reposição volêmica agressiva precoce em pacientes com hipotensão * Kit Sepse: Hemocultura periférica 2 amostras, Hemograma, Ureia, Creatinina, Glicemia, Sódio, Potássio, Cálcio iônico, Magnésio, Coagulograma, TGO, TGP, PCR, Bilirrubinas totais e frações, Troponina e Gasometria arterial e Lactato arterial PROTOCOLO PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO (PAV) A PAV é aquela que aparece após 48 horas de intubação endotraqueal e instituição da ventilação mecânica invasiva (VMI), ou 48 horas após a extubação, com presença de novo infiltrado pulmonar visualizado na radiografia de tórax, persistindo por mais de 24 horas sem outras causas explicáveis. Foram identificados vários fatores de risco para PAV: queimados; politraumatismo; doenças do sistema nervoso central; aspiração maciça; presença de doença respiratória; doença cardíaca; VM nas últimas 24 horas; sedação. PREVENÇÃO • Educar a equipe de saúde e envolvê-la na prevenção de infecção hospitalar de acordo com o nível de responsabilidade do profissional. • O risco de desenvolvimento de PAV associada ao uso de intubação endotraqueal e ventilação mecânica é de 6 a 21 vezes e deve ser evitada quando possível, dando-se preferência à ventilação não invasiva com o objetivo de reduzir PAV. • Redução do tempo de exposição à ventilação mecânica, implantando protocolos e sedação que facilitem o desmame. • O sistema de aspiração fechado apresenta vantagens práticas (menor dispersão de aerossóis, não abertura do sistema de ventilação invasiva em pacientes que necessitem de PEEP alto. • O paciente sob intubação traqueal apresenta maior probabilidade de aspiração. • É recomendado manter a cabeceira elevada (30°- 45 °) com o objetivo de reduzir o risco de PAV em pacientes com maior probabilidade de aspiração (ventilação mecânica e nutrição enteral), pois a posição supina em pacientes recebendo nutrição enteral é um fator de risco independente para pneumonia hospitalar PROTOCOLO DE PREVENÇÃ O DE QUEDAS MEDIDAS QUE DEVEM SER IMPLANTADAS →Avaliação do risco →Identificação do paciente →Atenção nos cuidados →Rever prescrições →Orientação →Rever as ocorrências →Registrar →Notificar Queda é o deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial, provocado por circunstâncias multifatoriais, resultando ou não em dano. Considera-se queda quando o paciente é encontrado no chão ou quando, durante o deslocamento, necessita de amparo, ainda que não chegue ao chão. A queda pode ocorrer da própria altura, da maca/cama ou de assentos (cadeira de rodas, poltronas, cadeiras, cadeira higiênica, banheira, trocador de fraldas, bebê conforto, berço etc.), incluindo vaso sanitário. Objetivos do protocolo Reduzir a ocorrência de queda de pacientes nos pontos de assistência (ambulatorial ou internados) e os danos dela decorrentes. Avaliar os pacientes atendidos em ambulatório ou internados, quanto ao risco de queda; Elaborar plano de intervenções individualizadas aos pacientes avaliados com risco de queda; Garantir o cuidado multiprofissional em um ambiente seguro; Promover a educação do paciente, familiares/acompanhantes e profissionais; Nortear o atendimento imediato pós-queda O paciente internado, geralmente, apresenta instabilidade devido a doenças crônicas, desconforto físicos agudos ou descompensação mental. Tais particularidades, somadas ao ambiente hospitalar desconhecido, consideravelmente, eleva o risco de quedas. Geralmente a queda de pacientes em hospitais está associada a fatores vinculados tanto ao indivíduo como ao ambiente físico, entre os fatores vinculados ao paciente destacam-se: idade avançada (principalmente idade acima de 85 anos), história recente de queda, redução da mobilidade, incontinência urinária,uso de medicamentos e hipotensão postural. Com relação aos fatores ambientais e organizacionais, podem ser citados: pisos desnivelados, objetos largados no chão, altura inadequada da cadeira, insuficiência e inadequação dos recursos humanos. • Quedas de pacientes contribuem para aumentar o tempo de permanência hospitalar e os custos assistenciais, geram ansiedade na equipe de saúde, além de produzir repercussões na credibilidade da instituição e repercussões de ordem legal. • Pode ter como complicações comuns, contusões ou fraturas, lesões cortantes, sangramento/hematoma, dor, traumatismos, ansiedade, depressão e medo de cair de novo, incapacidade física e óbito. MEDIDAS PREVENTIVAS DE ACORDO COM RISCO DE QUEDA Toda a equipe multidisciplinar (Médico, Enfermeiro, Técnico/Auxiliar em Enfermagem, Farmacêutico, Terapeuta Ocupacional, Nutricionista, Fisioterapeuta, entre outros), deverão ter conhecimento do protocolo multiprofissional de prevenção de quedas e seguir as normas estabelecidas. Deverão adotar também medidas gerais para a prevenção de quedas de todos os pacientes, independente do risco. Essas medidas incluem a criação de um ambiente de cuidado seguro, tais como: pisos antiderrapantes, mobiliário e iluminação adequados, corredores livres de obstáculos, uso de vestuário e calçados adequados (antiderrapante) e a movimentação segura dos pacientes. Medidas do risco de queda • Identificar o paciente com o risco para quedas utilizando sinalização visual à beira do leito, a fim de alertar toda equipe de cuidado. • Orientação ao paciente (ou aos familiares e acompanhantes) para a prevenção de quedas de paciente com hipotensão postural. A equipe multiprofissional deve orientar o paciente a levantar- se progressivamente (elevar a cabeceira 30° e sentar-se no leito com os pés apoiados no chão por 5 a 10 minutos), antes de sair da cama com ajuda de profissional da equipe de cuidado. • Atendimento imediato na ocorrência da queda - A definição do início do atendimento poderá variar de acordo com as condições clínicas do paciente e a quantidade de dispositivos invasivos que estavam em uso, e que foram tracionados durante o evento, visando sempre à segurança do paciente. • O médico o e enfermeiro responsáveis pelo atendimento ao paciente vítima de queda deverão realizar julgamento crítico do evento, da cinemática do trauma e dos recursos humanos e materiais da unidade na qual a queda ocorreu; Orientaçõe s para registro de quedas nos prontuários dos pacientes Data e hora da ocorrência da queda; Tipo de queda: tropeço, escorregão, desmaio, perda do equilíbrio ou queda da própria altura; Qual tipo de condição e envolvimento com a queda: quarto, cama, cadeira, maca, banheiro, equipamento terapêutico/diagnóstico, escada, degraus, se ocorreu durante transporte ou procedimentos; Condições em que o paciente se encontrava no momento da queda; Se houve danos: descrever quais (escoriações, hematomas, fraturas) Conduta adotada: se realizou exames/procedimentos – relatar quais; Resposta do paciente frente à conduta. É imprescindível que essa informação seja repassada no plantão para que promova a comunicação efetiva e segura, em prol da segurança do paciente e enfatize medidas preventivas. ATRIBUIÇÕES, COMPETÊNCIAS, RESPONSABILIDADES – Tec Enf • Orientar quanto ao dispositivo/equipamento e a sua necessidade de uso; • Avaliar o nível de dependência e autonomia após a instalação de equipamentos, para planejamento da assistência relacionado à mobilização deste paciente; • Alocar os equipamentos/dispositivos de maneira a facilitar a movimentação do paciente no leito ou a sua saída; • Orientar o paciente e acompanhante para garantir a utilização de seus óculos e/ou aparelho auditivo sempre que for sair da cama; • Dispor a campainha ao alcance do paciente e orientálo como utilizá-la; • Checar o bom funcionamento/integridade da maca, cadeira de rodas ou do outro meio de locomoção, antes de transportar o paciente; • Transportar o paciente na cadeira de rodas com cinto de segurança e na maca com as grades elevadas; • Para os pacientes pediátricos, deve-se observar a adequação das acomodações e do mobiliário à faixa etária; • Orientar os cuidadores que as crianças não podem correr pelas dependências do quarto e do hospital; • Manter as portas das incubadoras e as laterais do berço aquecido travadas; As contenções mecânica e química poderão ser indicadas ao paciente com risco elevado para queda, e deverão ser prescritas pelo médico. Seguir o Procedimento Operacional Padrão (POP) “Contenção do Paciente no Leito Orientar os pacientes no 1º pós-operatório a aguardarem ser encaminhados ao banho de aspersão pela equipe de enfermagem quando se tratar da primeira vez que se levantam. Solicitar avaliação médica para contenção química, quando o paciente possuir risco de queda ou de outra lesão, devido à agitação psicomotora, mesmo com a contenção mecânica. PROTOCOLO DE CONTENÇÃ O NO LEITO →RESTRIÇÃO FÍSICA →MECANICA →PSICOLÓGICA →AMBIENTAL OU DE ISOLAMENTO →QUÍMICA Atividade avaliativa - Protocolos PERGUNTAS NORTEADORAS • 1 – LESÃO POR PRESSÃO – Fatores intrínsecos e extrínsecos das causa da LPP • 2 – FLEBITES: Pesquise as soluções vesicantes ou irritantes em uso em hospitais. • 3 – INFECÇÃO DE CATETER - Quais são as veias de escolha para canulação periférica em adultos e crianças. • 4 – INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO – Oque são bacteriúrias? Quais são as bactérias Gram negativas e Gram Positivas? • 5 – SEPSE – Fatores de risco para Sepse • 6 – PAV - Os fatores de risco para pneumonia associada à assistência à saúde. • 7 – Queda - Grupos de risco para quedas