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FIAT MAREA MAREA WEEKEND E BRAVA MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO MANUAL DE GARANTIA FIAT FIAT Serviço Se você deseja entrar em contato de qualquer parte do Brasil, ligue ou mande um fax para: Central de Relacionamento Fiat Fone : DDG Fax : DDG FIAT Automóveis S.A. Assistência Técnica Rodovia Fernão Dias. km 429 - Betim - MG CEP 32501-970 http://www.fiat.com.br Este veículo está em conformidade com o PROCONVE - Programa de Controle de Poluição do por Veículos IBAMA PROCONVE HOMOLOGADO Produzido pela Satiz do BrasilUMA FAMÍLIA COMPLETA DE PRODUTOS PARA SEU MAIOR CONFORTO E SEGURANÇA Tutela Tutela Tutela Tutela ADITIVO L I M P A TRANSMISSÃO PARABRISAS GI/A 75FF para Transmissão DP1 Paraflu" com Base Automática e para Transmissão Protetor para Direção Hidráulica Fluido para Freios Mecânica Informações: 0800 99-3200 ORIGINAL FIAT Além de utilizar o lubrificante Selènia como óleo original de fábrica para todos os seus veículos, a Fiat conta também com uma linha completa de produtos fabricados pela FL Brasil / Tutela. Produzidos com a tecnologia e a experiência de quem é especialista em lubrificação desde M T R 1912, esses produtos são a garantia de um desempenho melhor para o seu veículo. PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS MAREA MAREA WEEKEND BRAVA SX FLX HLX TURBO SX ELX HLX TURBO SX ELX HGT Com carga média 28 (2,0) 31 (2,2) 28 (2,0) 31 (2,2) 28 (2,0) 28 dianteiro traseiro Com carga completa 36 (2,5) 36 (2,5) dianteiro 31 31 traseiro Roda de 36 (2.5) 36 (2,5) 36 reserva A primeira especificação é em e a segunda, entre parênteses, é em SUBSTITUIÇÃO DO ÓLEO DO MOTOR MAREA MAREA WEEKEND BRAVA SX ELX HLX TURBO SX ELX HLX TURBO SX ELX HGT litros kg litros kg litros kg litros kg litros kg litros kg litros kg litros kg litros kg litros kg litros kg Cárter do 3,9 3,4 5,0 4,4 5,0 4,4 5,0 4,4 3,9 3,4 4,4 5,0 4,4 5,0 4,4 3,8 3,8 3,9 3,4 motor Cárter do motor 4.3 3,8 5,5 4.8 5,5 4,8 5,5 4,3 4,8 5.5 4,8 5.5 4,8 5.5 4.8 4.5 4,3 3,8 e filtre óleo usado não-deve ser despejado no meioCaro Cliente, Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat. Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe do Fiat Marea, Marea Weekend e Brava e, assim, utilizá-lo da maneira mais correta. Recomendamos que leia com atenção antes de utilizar o veículo pela primeira vez. No mesmo estão contidas informações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajuda- rão a aproveitar, por completo, as qualidades técnicas do seu veículo; você vai encontrar, ainda, indicações para a sua segurança, para manter o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente. As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, e recomendamos que sua execução seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A. A lém disso, no kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais, trazem informações específicas e não menos importantes sobre outros assuntos; tais como: serviços adicionais reservados aos Clientes Fiat; condições de garantia e cupões de revisões periódicas; Código Nacional de Trânsito e instruções de primeiros socorros; funcionamento do sistema de som (se disponível); concessionárias integrantes da Rede Autorizada Fiat. Boa leitura, e boa viagem! Este manual, descreve os instrumentos, equipamentos e acessórios que podem equipar os modelos Fiat Marea, Marea Weekend e Brava disponíveis na Rede de Concessionárias Fiat até a presente data Mas atenção! Considere somente as informações inerentes ao modelo/versão e equipamentos opcionais originais de fábrica do veículo adquirido, conforme disrciminado na nota fiscal de venda. 1 BEM-VINDO A BORDO Fiat Marea, Marea Weekend e Brava são veículos de linhas originais, idealizados para oferecerem grande prazer de direção com plena segurança e com máximo de respeito ao meio ambiente. Desde os novos motores multiválvulas a gasolina aos dispositivos de segurança, da pesquisa do melhor conforto para o motorista e seus acompanhantes à praticidade de soluções funcionais, tudo contribuirá para fazê-lo apreciar o seu veículo. Você descobrirá que, juntamente com as características de estilo e performance, existem conteúdos técnicos que permitirão a redução de seus custos de manutenção. Segurança, economia e respeito ao meio ambiente fazem do Marea, Marea Weekend e Brava veículos a serem imitados. 2os SÍMBOLOS PARA UMA CORRETA S sinais presentes nesta página são muito importantes. Servem para evidenciar as partes do manual que devem ser lidas com mais atenção. Cada sinal possui um símbolo e diferente, para tornar imediatamente reconhecíveis os assuntos a eles relacionados: A Segurança das pessoas. Proteção do ambiente. Integridade do veículo. Atenção: a falta ou a incom- Indica os comportamentos cor- Atenção: a falta ou a incom- pleta observância destas prescri- retos para o uso do veículo, visan- pleta observância destas prescri- ções pode acarretar perigo grave do a preservação do ambiente. ções pode acarretar sérios riscos de acidentes pessoais. de danos ao veículo e, em certos casos, também a perda da garantia. 3 CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES Antes de partir, certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não existam obstáculos que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro objeto. Verifique também se as luzes-piloto não estão assinalando nenhuma irregularidade. Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo. Faça do uso do cinto de segurança um Utilize-o sempre para sua proteção. Observe o trânsito antes de abrir uma porta ou sair com o seu veículo do Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas, antes de movimentar o veículo. Para sua segurança, observe as condições do tempo, do trânsito e da estrada, e dirija de acordo com elas. Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais. Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois em caso de desaceleração rápida do veículo, os mesmos poderão provocar ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo. Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles. Respeite as velocidades máximas estabelecidas na legislação. Lembre-se: os motoristas prudentes respeitam todas as leis de trânsito. Faça da prudência um hábito. A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Garantia. Quando for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima revisão periódica. 4SIMBOLOGIA SÍMBOLOS DE PERIGO Bobina 4 Alta tensão. Em alguns componentes de seu Bateria veículo, ou perto dos mesmos, estão aplicadas etiquetas coloridas espe- Líquido corrosivo. cíficas, cujo símbolo chama a aten- Correias e polias ção do usuário e indica precauções Órgãos em movimento importantes que este deve tomar em Bateria não aproximar partes relação ao componente em ques- corpo ou roupas. tão. Perigo de explosão. A seguir, são citados resumida- mente todos os símbolos indicados Tubulação do climatizado pelas etiquetas empregadas no seu Ventilador de ar veículo e, ao lado, os componentes Pode ligar-se automatica- Não para os quais os símbolos chamam mente, mesmo com o a atenção. Gás em alta pressão. motor É também indicado o significado do símbolo de acordo com a subdi- visão de: perigo, proibição, adver- SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO tência, obrigação, ao qual próprio Reservatório de símbolo pertence. expansão Bateria Não remover a tampa quando o líquido de arre- Não aproximar chamas. fecimento estiver ferven- do. Bateria Manter as crianças afast das. 5Proteções contra calor Direção hidráulica Veículo com gasolina correias polias venti- Não ultrapassar o nível Usar somente gasolina lador máximo no reservatório. sem chumbo. Não apoiar as Usar somente líquido prescrito no capítulo "Abastecimentos". Reservatório de expansão Air bag do lado do passa- Usar somente líquido geiro prescrito no capítulo Não instalar cadeiras para Limpador do pára-brisa "Abastecimentos". crianças voltadas para trás Usar somente o líquido do no banco dianteiro do pas- tipo prescrito no capítulo sageiro. SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA Circuito dos freios Bateria Não superar o nível má- Proteger os olhos. Catalisador ximo do líquido no reser- vatório. Usar somente lí- Não estacionar sobre su- perfícies inflamáveis. Con- quido prescrito no capí- Bateria tulo sultar o capítulo "Preserva- Macaco ção dos dispositivos de re- Consultar manual de Uso dução das emissões po- luentes". e Manutenção. Motor Usar somente lubrificante prescrito no capítulo 6 CONHECIMENTO DO VEÍCULO A USO CORRETO DO VEÍCULO EMERGÊNCIA C MANUTENÇÃO DO VEÍCULO D CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INSTALAÇÃO DOS ACESSÓRIOS F GARANTIA ASSISTENCIAL G ÍNDICE ALFABÉTICO H 7CONHECIMENTO DO VEÍCULO Recomendamos ler este capítulo sentado conforta CINTOS DE SEGURANÇA A-14 velmente a bordo do seu novo Fiat Marea, Marea PRÉ-TENSIONADOR A-18 A Weekend ou Brava. Desta maneira, você vai poder reco- PAINEL DE INSTRUMENTOS A-19 nhecer imediatamente as partes descritas no manual e LUZES ESPIA A-28 verificar "ao vivo" o que está lendo. AQUECIMENTO/AR-CONDICIONADO A-31 Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO A-34 Fiat, com os comandos e os dispositivos com os quais AR-CONDICIONADO AUTOMÁTICO A-36 está equipado. Depois, quando ligar o motor e entrar no trânsito, fará muitas outras descobertas agradáveis. NO VOLANTE A-39 COMANDOS A-44 EQUIPAMENTOS INTERNOS A-45 TETO SOLAR A-50 PORTAS A-51 PORTA-MALAS A-55 SISTEMA FIAT CODE A-1 CAPÔ DO MOTOR A-61 TRAVAMENTO REMOTO DE PORTAS A-3 FARÓIS A-62 LOCALIZAÇÃO À DISTÂNCIA A-4 ABS A-64 ALARME ELETRÔNICO A-4 AIR BAG A-65 COMUTADOR DE IGNIÇÃO A-8 ABASTECIMENTO A-68 REGULAGENS PERSONALIZADAS A-9 PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE A-70 Para informações mais detalhadas, ver Alfabético" A SISTEMA FIAT uma chave A, duas chaves B A perda da chave mestra impede (fig. 1) e dois chaveiros C (fig. 3), intervenções de reparo no sistema CODE quando veículo estiver equipado Fiat CODE e na central de controle com telecomando e/ou alarme ele- do Para aumentar a proteção contra o veículo está equipado com um sistema eletrônico de travamen- A chave A, com empunhadura de A chave B (com duplicata) é de to do motor (Fiat CODE) que se con vermelha, é a chave uso normal e serve para: ativa automaticamente retirando a É fornecido somente um exemplar partida chave da ignição. As chaves pos- e é indispensável para a Rede portas suem um dispositivo eletrônico que Assistencial Fiat para a memoriza- tampa do porta-malas transmite um sinal em código à cen- ção do código de outras chaves, em tral do Fiat que somente se caso de perda ou para fazer Juntamente com as chaves, é reconhecido permite funciona- Recomenda-se conservá-la cuida- entregue um CODE card fig. 2 no mento do motor. dosamente em local seguro (fora do qual estão colocados: veículo), para eventuais utilizações A código eletrônico a ser utili- As chaves somente em casos excepcionais. zado em caso de partida de emer- gência (ver Partida de Emergência As chaves do veículo são as no capítulo "Emergência"); seguintes: B não disponível; uma chave A e duas chaves B fig. 1), quando o veículo não pos- suir telecomando; C CODE A B B fig. 2 A-1Os números de código existentes sistema de proteção reconheceu Na primeira parada, é possível efe- no CODE card e a chave de empu- código da chave e desativa trava- tuar teste da instalação: desligar vermelha devem ser guar- mento do motor. Girando a chave motor girando a chave da ignição dados em local seguro. em AVV, o motor funciona. na posição STOP; girar novamente a chave na posição MAR: a luz Recomenda-se manter sempre 2) Se a luz espia permanecer consigo código eletrônico do acesa, código não foi reconheci- espia acenderá e deverá apagar CODE card, na eventualidade de ter do. Neste caso, recomenda-se reco- em aproximadamente um segundo. Se continuar acesa, repetir proce- que efetuar uma partida de emer- locar a chave na posição STOP e dimento descrito anteriormente, gência. depois novamente em MAR; se deixando a chave em STOP por travamento persistir, experimentar novamente com as outras chaves. mais de 30 segundos. Se inconve- FUNCIONAMENTO niente persistir, procurar a Rede Se ainda assim motor não fun- Assistencial Fiat. Toda vez que se retira a chave da cionar, recorrer à partida de emer- ignição da posição STOP ou 2) Se a luz espia CODE lampejar, sig- gência (ver capítulo sistema de proteção ativa trava- e procurar a Rede Assistencial Fiat. nifica que veículo não está prote- mento do motor. gido pelo dispositivo de travamento Durante a marcha com a chave do motor. Na partida do motor, girando a na posição MAR: Procure imediatamente a Rede chave na posição MAR: 1) Se a luz espia acender, sig- Assistencial Fiat para fazer a memo- 1) Se o código for reconhecido, a nifica que sistema está efetuando rização de todas as chaves. luz espia CODE no quadro de instru- o autodiagnóstico do sistema (por mentos, emite um breve lampejo; exemplo, por uma falha de tensão). A-2 ADVERTÊNCIAS: DUPLICAÇÃO DAS CHAVES TRAVAMENTO RE- Colisões violentas podem danifi- Ao solicitar chaves suplementa- MOTO DE PORTAS car os componentes eletrônicos res, lembre-se que a memorização contidos na chave. (até o máximo de 7 chaves) deve ser Esta função só é possível nos Toda chave fornecida possui um feita em todas as chaves, tanto as culos dotados de chaveiro teleco- código próprio, diferente de todos novas, como as velhas. Dirigir-se mando (fig. 3). os outros, que deve ser memoriza- diretamente à Rede Assistencial Fiat 1) Para veículos sem alarme: do pela central do sistema. levando consigo a chave de empu- vermelha, assim como Para realizar travamento todas as demais e CODE card. remoto das portas e, em algumas CODE card é indispensável versões, levantamento dos vidros para a execução de partidas de Os códigos das chaves não apre- elétricos, pressionar botão "ON" emergência. Aconselha-se mantê-lo sentadas durante novo procedi- (A-fig. 3). sempre consigo (não no veículo) já mento de memorização são cance- lados da memória, para garantia de As luzes de direção irão piscar que ele foi criado especialmente para proporcionar mais uma opção que as chaves eventualmente perdi- uma vez. Caso alguma porta esteja das não possam mais fazer funcio- aberta, a buzina tocará uma vez de segurança É importante também anotar os nar motor. indicando que travamento não foi realizado. números constantes do CODE card, Em caso de venda do Caso um dos vidros elétricos falha- para utilizá-los em caso de um eventual extravio do cartão. culo, é indispensável que o rem durante fechamento, a buzina novo proprietário receba a emite um sinal sonoro de dois chave com empunhadura vermelha Recomenda-se fechar manualmente A chave master, com empunha- (além das outras chaves) e o CODE vidro e repetir a operação. dura vermelha, deve ser conserva- card. Obs.: o teto solar não é coman- da em lugar seguro. Sua perda dado no fechamento centralizado. implica na substituição, não cober- ta pela garantia, de todo o sistema Para destravar as portas, apertar FIAT CODE do veículo, assim como botão "OFF" (B-fig. 3). As luzes de da central de injeção/ignição ele- direção piscam uma vez. trônicas. 2) Para veículos com alarme, ver "Alarme eletrônico". A-3LOCALIZAÇÃO À ALARME Atenção: o alarme eletrônico não controla o teto solar. DISTÂNCIA ELETRÔNICO Esta função só é possível nos O alarme eletrônico desenvolve FUNCIONAMENTO culos dotados de chaveiro teleco- as seguintes funções: O alarme eletrônico é comanda- mando (fig. 3). controla à distância a abertura/ do pelo receptor localizado na Para localizar veículo à distân- fechamento centralizado das portas caixa de iluminação interna diantei- cia: e, em algumas versões, fechamen- ra e é ativado pelo telecomando Com a ignição desligada, e to dos vidros elétricos; incorporado no chaveiro fig. 3. pressionando o botão C-fig. 3 do vigilância perimetral, verifican- É acionado somente com a chave chaveiro telecomando, a buzina irá do a abertura de portas, capô ou da ignição retirada da posição tocar 5 vezes e as luzes de direção porta-malas; STOP ou PARK. irão piscar durante 15 segundos vigilância volumétrica, verifi- (versões sem alarme). Pressionando cando intromissões no interior do novamente a tecla C, o processo é veículo; interrompido antes dos 15 segun- localização do veículo à dis- dos. tância. Para veículos com alarme, ao acionar o botão C-fig. 3, a sirene é acionada durante 5 segundos e as luzes de direção irão piscar durante 15 segundos. Ao ser interrompida a função localizadora, estado do alarme permanecerá mesmo. B fig. 3 fig. 4 A-4 Para acionar o alarme eletrônico: led A-fig. 4 no painel de instru- TELECOMANDO pressionar botão "ON" A-fig. 3 do mentos e as setas se apagam para chaveiro telecomando. O aciona- confirmar a O telecomando possui 3 botões e mento trava as portas, eleva os um led. O botão "ON" (A-fig. 3), ao Para restabelecer a vigilância vidros (em algumas versões) e colo- ser pressionado, trava as portas, fecha A volumétrica, apertar botão "OFF" ca em funcionamento alarme. É os vidros (em algumas versões) e acio- (B-fig. 3) e duas vezes "ON" emitido um bip sonoro e as luzes de na o alarme. O botão "OFF" (B-fig. 3), (A-fig. 3). direção se acendem por 4 segun- desativa a função atual, alarme ou tra- dos. led A-fig. 4 lampeja durante vamento das portas. O botão C-fig. AUTODIAGNÓSTICO DO todo tempo em que alarme esti- comanda a função de localização e SISTEMA ver acionado. exclusão da proteção volumétrica. O alcance do telecomando pode variar Para desligar o alarme: pressionar Se após o acionamento do alarme de 3 a 5 metros, dependendo do esta- botão "OFF" (B-fig. 3) do chavei- eletrônico os vidros não fecharem do da bateria. telecomando. São emitidos dois completamente, a buzina emite um telecomando funciona com bips e as setas lampejam por duas sinal sonoro de dois "bips" e siste- vezes. As portas se destravam e a ma tenta novamente fechar o vidro. ondas de que aten- luz interna dianteira se acende gra- Caso algum vidro não feche, a buzi- dem a legislação brasileira vigente dualmente, apagando-se após 7 (Resolução Anatel 209, art. 14° de 14 na será acionada, mas alarme de Janeiro de 2.000). segundos, desde que nenhuma poderá ser inserido. Recomenda-se porta tenha sido aberta ou novo tra- fechar manualmente vidro e, em Este equipamento opera em cará- vamento tenha sido comandado seguida, acionar novamente alar- ter secundário, isto é, não tem direi- pelo telecomando. me. Se a situação se repetir, procure to a proteção contra interferência Para excluir a vigilância volumé- a Rede Assistencial Fiat. prejudicial, mesmo de estações do trica: sistema permite a possibili- mesmo tipo, e não pode causar inter- Na tentativa de ativar alarme ferência a sistemas operando em dade de excluir a função de prote- com alguma porta, porta-malas ou caráter primário, (Resolução Anatel ção volumétrica. capô abertos, será emitido um "bip" 209 artigo Proceder do seguinte modo: de 0,5 segundo, indicando que a após o toque no botão "ON" (A-fig. função de travamento das portas Fabricante: 3) do chaveiro telecomando, apertar não foi aceito. Verifique fecha- HL Eletrometal Ltda. Rua botão C, antes do término dos 4 mento correto e acione novamente Filomena Bitolo, 141 Rudge Ramos segundos das setas. alarme. Se a situação se repetir, São Bernardo do Campo S.P. procure a Rede Assistencial Fiat. A-5PROGRAMAÇÃO DO SISTEMA A seguir, a central excluirá este As pilhas gastas são pre tipo de programação, para evitar Na entrega do veículo novo, o judiciais ao ambiente que estranhos possam fazer "reco- alarme eletrônico já foi programado Devem ser depositadas em de um outro comando pela Rede Assistencial Fiat. Para recipientes adequados, conforme no receptor. eventuais programações futuras, quanto prescrito pelas normas recomendamos retornar à Rede Se durante a vida útil do veículo, legais, ou podem ser entregues à Assistencial Fiat. por algum motivo, for necessário Rede Assistencial Fiat, que provi- um novo telecomando, procure denciará sua eliminação. ADVERTÊNCIA: o funcionamen- diretamente a Rede Assistencial Fiat to do alarme eletrônico é adequado levando consigo a chave com empunhadura de vermelha, QUANDO ALARME DISPARAR na origem às normas dos diversos países. Esta operação deve ser feita todas as chaves que possuir e o exclusivamente na Rede Assistencial CODE card. Quando o sistema está acionado, alarme eletrônico dispara se Fiat, para evitar danos ao sistema eletrônico de memorização. SUBSTITUIÇÃO DA PILHA 1) For aberta uma das portas, o capô ou a tampa do porta-malas. Se, apertando o botão do teleco- 2) Alguma coisa invadir interior SOLICITAÇÃO DE mando, o led existente no mesmo do veículo (vigilância volumétrica). DOS SUPLEMENTARES emitir somente um lampejo, ou 3) A chave da ignição for girada led A-fig. 4 no painel de instrumentos em MAR. O receptor pode reconhecer até 2 permanecer aceso com luz fixa até (dois) telecomandos. o desligamento do alarme, é neces- Se for solicitado outro telecoman- sário substituir a pilha por outra do do, lembre-se que a operação de mesmo tipo. Para tanto, abrir a capa programação deve ser feita em de plástico com uma chave de todos os telecomandos quando o fenda introduzida na sede indicadas veículo é pela seta fig. 3. Colocar a nova pilha seguindo as polaridades indi- cadas. Fechar a capa de plástico. A-6 Quando alarme eletrônico dis- COMO EXCLUIR o ALARME COMO SABER SE o ALARME DISPAROU para, a sirene funciona por 26 segun- dos (para um máximo de 3 ciclos Para excluir o alarme eletrônico, Para saber se alarme disparou, com intervalos de 6 segundos, se a se a pilha do telecomando se des- colocar a chave de ignição em causa do alarme persistir) e as setas carregar ou se for verificado um MAR, voltar para STOP e colocar defeito no sistema: novamente em MAR. Caso tenha lampejam por cerca de 5 minutos. havido tentativa de furto verificada Após cessar a situação de alarme, colocar a chave de ignição em pela proteção perimetral, pela volu- sistema retoma sua normal função MAR e pressionar o botão A-fig. 5 métrica, pelo corte dos cabos de ali- de vigilância. da luz interna dianteira duas vezes mentação do sistema ou pela tenta- Para interromper antes alarme em um intervalo de tempo inferior a tiva de funcionar motor, o led do eletrônico, apertar o botão do teleco- 2 segundos. Para que o sistema painel de instrumentos irá lampejar. mando. Se a operação não der resulta- volte a funcionar normalmente, rea- Essas violações podem ser identi- do positivo, o alarme poderá ser desa- lizar novamente mesmo procedi- ficadas segundo a tabela a seguir: tivado (ver parágrafo seguinte sobre mento. exclusão do alarme). Lampejos Violação Uma vez que o alarme eletrônico absorve energia, 1 Sensor volumétrico na se for prevista a não utiliza- luz interna dianteira ção do veículo por mais de um mês, 2 Portas para não descarregar a bateria, 3 Porta-malas recomenda-se desligá-lo com o controle remoto e desativar o siste- 4 Capô ma apertando o botão A-fig. 5 por 5 Ignição duas vezes em um intervalo de 6 Tecla localizadora tempo inferior a 2 segundos. A Ficam memorizados os três últi- mos motivos de disparos. fig. 5 A-7COMUTADOR DE Em caso de intromissão TRAVA DA DIREÇÃO A no dispositivo de partida IGNIÇÃO (por exemplo, tentativa de Acionamento: quando disposi- roubo), verificar o seu funciona- tivo estiver em STOP ou em PARK A chave pode girar em quatro mento na Rede Assistencial Fiat, retirar a chave e girar volante até diferentes posições fig. 6: antes de retomar a marcha. perceber STOP motor desligado, chave Desacionamento: movimentar retirável, direção travada. Alguns Ao descer do veículo, ligeiramente volante de um lado dispositivos elétricos (ex. fechamento centralizado das portas, A retire sempre a chave da ao outro e ao mesmo tempo girar a ignição para evitar que chave em MAR. alarme eletrônico etc.) permanecem sob tensão e estão em condição de alguém, inadvertidamente, acione Não retirar nunca a funcionamento. os comandos. Lembre-se de acionar o freio de mão e, se o veículo esti- chave da ignição, quando o MAR: posição de marcha. Todos os veículo estiver em movi- ver em subida, engatar a primeira dispositivos elétricos estão sob tensão mento. o volante se travaria auto- marcha; se estiver em descida, e em condição de engatar a marcha a ré. Não deixar maticamente ao primeiro giro. Isto AVV: partida do motor. nunca crianças dentro do veículo, é sempre válido, mesmo em caso PARK: motor desligado, luzes de em estacionamento. de reboque do veículo. estacionamento acesas, chave reti- rável e direção travada. Para girar a chave na posição apertar botão A. MAR fig. 6 A-8 REGULAGENS Regulagem em altura Regulagem do encosto inclinável PERSONALIZADAS Puxar, alongando a alavanca Girar a manopla C-fig. 8. telescópica B e deslocando-a para BANCOS DIANTEIROS figs. 7 e 8 cima ou para baixo até obter a altu- Regulagem lombar do banco do A ra desejada fig. 8. motorista Qualquer regulagem de- A ve ser feita exclusivamente ADVERTÊNCIA: a regulagem deve Proporciona melhor apoio das ser feita unicamente com o moto- costas Para regular, girar a manopla com o veículo parado. rista sentado no seu banco. D-fig. 7. Regulagem no sentido longitudinal Levantar a alavanca A e empurrar o banco para a frente ou para Na posição de direção, os braços A devem ficar levemente flexionados e as mãos devem apoiar na coroa do volante. Ao soltar a alavanca, verificar se o banco ficou bem trava- do nas guias, experimentando movi- C mentá-lo para a frente ou para A falta deste travamento pode pro- vocar um deslocamento inesperado do banco com evidentes conse- D A perigosas. A C fig. 7 fig. 8 A-9Regulagem elétrica figs. 9 e 10 APOIO DE CABEÇA BANCO TRASEIRO Consegue-se a regulagem do Bancos dianteiros banco, através dos Apoio de braço central comandos (A e B fig. 9). Para aumentar a segurança dos Para utilizar apoio de braço central, A movimento vertical do passageiros, os apoios de cabeça são abaixá-lo como ilustrado na fig. 12. 1 deslocamento para baixo; reguláveis na altura e se travam auto- 2 deslocamento para cima. maticamente na posição desejada. Apoios de cabeça B regulagem lombar do banco: Para os bancos traseiros, estão Regulagem previstos 2 ou 3 apoios de cabeça 1 deslocamento para frente; reguláveis em altura, conforme 2 deslocamento para trás. Para se efetuar a regulagem do nível de equipamentos do veículo. apoio de cabeça fig. 11 (ou seja, colocá-lo na posição desejada, de acordo com a estatura do é necessário movimentá-lo para cima ou para Para isto, basta pressionar botão A-fig. 11. A fig. 11 A B B A 2 1 1 2 A-10 fig. 9 fig. 10 fig. 12 Para a regulagem: levantar o Regulagem do apoio de cabeça Para tanto, são concebidos na apoio de cabeça da posição de central traseiro ótica de "segurança ativa" e "segu- repouso (ilust. 1) até a posição de rança passiva". O apoio de cabeça central ofere- primeiro estágio (ilust. 2) fig. 13 ou ce somente uma opção de regula- No caso específico dos bancos, 14; observar o ruído característico gem, que é obtida pressionando o estes, quando da ocorrência de de travamento. botão de travamento ou A-fig. 16 e impactos que possam gerar desace- Da posição de primeiro estágio posicionando o apoio de cabeça em lerações em níveis "perigosos" aos (ilust. 2), com prévio acionamento sua altura máxima. usuários, são projetados para do botão A, pode-se levantar o deformarem-se e assim, reduzir o apoio regulando-o em relação à Lembre-se de que o A nível de desaceleração sobre os altura do passageiro em posições apoio de cabeça deve ser regulado de modo que a ocupantes, "preservando-os passi- predeterminadas. cabeça, e não o pescoço, se apóie vamente". Para retorná-lo à sua posição de no mesmo. Somente nesta posição Nestes casos, a deformação dos repouso: apertar o botão A - fig. 15e proporciona sua ação protetora, bancos deve ser considerada uma abaixar o apoio de cabeça até que o em caso de uma colisão traseira. desejada do sinistro, mesmo se encaixe em sua sede no encosto do banco. ADVERTÊNCIA: o projeto de um uma vez que é na deformação que a energia do impacto é absorvida. veículo é concebido atualmente Considera-se que após constatada para que, em casos de sinistros, os esta deformação, o conjunto deve- ocupantes sofram o mínimo de rá ser substituído. possíveis. A 1 2 1 2 fig. 13 fig. 14 fig. 15 A-11Desmontagem VOLANTE fig. 18 ESPELHO RETROVISOR INTERNO CONVENCIONAL fig. 19 Se for necessário retirar os apoios 1) Deslocar a A para a de cabeça do banco traseiro: posição 1. É regulável. Deslocando a alavan- ca A se obtém. 1) levantar o apoio de cabeça até 2) Fazer a regulagem do volante. 1) posição normal 1° estágio; 3) Recolocar a alavanca na posi- 2) apertar os dois botões A e B- ção 2 para travar volante. 2) posição antiofuscante fig. 17 e retirá-lo. Possui também um dispositivo de Qualquer regulagem deve segurança que faz desprender-se, A ser feita exclusivamente en caso de colisão. com o veículo parado. 2 1 A fig. 18 A A 2 1 fig. 16 fig. 17 fig. 19 A-12 ESPELHO RETROVISOR INTERNO Como característica adicional, Espelhos retrovisores externos com ELETRÔNICO fig. 20 espellho passará para a posição regulagem elétrica fig. 22 normal (dia) sempre que a marcha a Pode ser orientado em todas as ré for engatada, garantindo a visibi- A regulagem pode ser feita direções. A lidade em manobras. somente com a chave da ignição O funcionamento do espelho ele- em MAR. trônico só é possível com a ignição ESPELHOS RETROVISORES EXTERNOS Os comandos A e B estão coloca- ligada. Nesta situação, duas fotocé- dos no console central ao lado da lulas controlam a atividade lumino- Com regulagem manual fig. 21 do freio de mão. sa na frente e atrás do espelho, Para regular espelho, basta ope- fazendo a compensação entre loca- Por dentro do veículo, operar no rar no comando A nos quatro senti- lidades iluminadas ou escuras. pino A. dos. Quando a fotocélula localizada no vidro do espelho detecta o ofus- Se a saliência do espelho O interruptor B seleciona o espe- criar dificuldades em passa- lho (esquerdo, posição neutra, direi- camento provocado pelos faróis do gens estreitas, rebatê-lo da to) sobre o qual se quer fazer a regu- veículo atrás do seu, ela energiza uma camada química do vidro, cau- posição 1 para a posição 2. lagem. sando o escurecimento e a absorção A regulagem deve ser feita com da luz. Assim que ofuscamento veículo parado. diminui, o espelho volta para seu estado normal de transparência. 1 2 A 1 A 2 B fig. 20 fig. 21 fig. 22 A-13o dispositivo elétrico de desem- CINTOS DE O mecanismo do enrolador trava baçamento dos espelhos se ativa automaticamente, acionando o SEGURANÇA cinto a cada extração rápida ou vidro traseiro térmico. em caso de frenagens coli- ou curvas extremamente fortes em velocidade acentuada. Cintos dianteiros fig. 23. A A lente do espelho retro- visor é parabólica e aumen- Para colocá-los segure a lingüeta Para se ter a máxima pro- ta o campo de visão. No teção, manter o encosto na A com a mão oposta ao lado de entanto, diminui o tamanho da fixação do cinto e puxe-a em dire- posição ereta, apoiar bem imagem, dando a impressão que o as costas e manter o cinto bem ade- ção ao suporte encaixando-a e objeto refletido está mais longe que fazendo pressão até ouvir ruído rente ao corpo. o real. característico de Para soltar cinto, apertar o Se a saliência do espelho botão C. Acompanhar cinto criar dificuldades em pas- durante seu enrolamento, para evi- sagens estreitas, rebatê-lo tar que se dobre. da posição 1 para a posição 2. cinto, por meio de um enrola- dor, adapta-se automaticamente ao corpo do passageiro que usa, permitindo-lhe liberdade de movi- mentos. A B A-14 fig. 23 REGULAGEM DA ALTURA DO Para abaixar UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE CINTO DE SEGURANÇA fig. 24 SEGURANÇA TRASEIROS Apertar botão B deslocando ao Regular sempre a altura dos cin- mesmo tempo para baixo, anel Os cintos de segurança traseiros tos, adaptando-a ao corpo do passa- devem ser colocados conforme A oscilante A na posição desejada. geiro. Esta precaução pode reduzir Ao término da operação, verificar esquema ilustrado na fig. 25 ou 26 substancialmente risco de lesões travamento empurrando para para as versões equipadas com em caso de acidente. baixo anel oscilante A sem apertar cinto de segurança central de três A regulagem correta é obtida botão B. pontos. quando cinto passa a cerca da metade entre a extremidade do Após a regulagem, verifi- ombro e pescoço. A car sempre se o cursor ao qual está fixado o anel O regulador de altura pode ser oscilante está bem travado em uma colocado em 5 posições. das posições existentes. Para levantar Elevar anel oscilante A até a posição desejada. fig. 26 B A fig. 24 fig. 25 fig. 27 A-15Para evitar colocações erradas, as de segurança impede que este cinto Lembre-se de que em lingüetas dos cintos laterais e a five- seja colocado. Se isto ocorrer, travar caso de colisão, os passa- la do cinto central são incompatí- encosto do banco antes de utilizar geiros dos bancos traseiros veis (a fivela central está identifica- cinto. que não estiverem usando os cintos da com a con cinza ou a palavra de segurança constituem um grave "center"). CINTO DE SEGURANÇA DO perigo para os passageiros dos luga- O cinto deve ser colocado com LUGAR CENTRAL fig. 29 res dianteiros. busto ereto e apoiado contra encosto do banco. Para colocar cinto introduzir a ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A Quando os lugares traseiros não lingüeta A na sede B da fivela, até UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE perceber o travamento. estiverem sendo ocupados, colocar SEGURANÇA E DOS SISTEMAS DE as fivelas ordenadamente nas sedes Para soltar cinto: apertar SEGURANÇA PARA CRIANÇAS existentes no encosto fig. 27 ou 28. botão C. Para algumas versões com banco Para regular cinto: deslizar Colocar sempre os cin- traseiro bipartido e cinto de segu- cinto no regulador D. puxando a tos. Viajar sem o uso dos rança central de 3 pontos, os encos- extremidade E para apertar e tre- cintos aumenta o risco de tos do banco devem estar devida- cho F para afrouxar. lesões graves ou de morte em caso mente travados para permitir a colo- de acidente. cação dos cinto do passageiro cen- ATENÇÃO: o cinto estará bem tral. Caso contrário, um dispositivo regulado quando estiver bem aderi- do ao corpo. D A E B F fig. 28 fig. 29 fig. 30 A-16 o cinto não deve ser GRAVE PERIGO: Para a instalação e a utilização A dobrado. A parte superior Com o veículo equi- dos sistemas de segurança para deve passar sobre os pado com Air Bag crianças, observar as instruções que ombros e atravessar diagonalmen- do lado do passageiro, não colocar obrigatoriamente fabricante dos te o tórax. A parte inferior deve sobre o banco dianteiro a cadeiri- dispositivos deve fornecer com os A aderir à bacia, não ao abdômen do nha para transporte de criança vol- mesmos. passageiro, para evitar o risco de tada para trás. uso dos cintos de segurança é escorregar para a frente fig. 30. necessário também para as mulhe- Não utilizar dispositivos (molas, ADVERTÊNCIA: quando res grávidas. Mesmo para elas, o travas etc.) que mantenham os cin- for necessária a utilização risco de lesões em caso de acidente tos não aderentes ao corpo dos de cadeirinha porta-bebês é certamente menor se os cintos passageiros. voltada para a frente, recomenda- estiverem sendo usados. se que a mesma seja colocada no Obviamente, as mulheres grávi- Não transportar crianças banco traseiro. A colocação no das devem posicionar a parte infe- A no colo do passageiro utili- banco traseiro (possivelmente atrás rior do cinto bem baixo, de forma zando um cinto de segu- do banco do passageiro dianteiro) é que passe sob ventre fig. 32. rança para a proteção de ambos a mais recomendável, sendo a mais fig. 31. protegida do interior do veículo, em caso de acidente. fig. 31 fig. 32 A-17COMO MANTER SEMPRE EFI- PRÉ-TENSIONADOR pré-tensionador é utili zável somente uma vez CIENTES os CINTOS DE SEGU- RANÇA Para tornar ainda mais eficaz a Após ter sido ativado, pro ação protetora dos cintos de segu- cure a Rede Assistencial Fiat para 1) Utilizar sempre os cintos bem rança dianteiros, os veículos Fiat substituí-lo. esticados, sem dobrá-los; certificar- equipados com air bag possuem se de que os mesmos possam escor- também pré-tensionadores. A validade do dispositivo é de rer livremente, sem impedimentos. anos a partir da data de produção Estes dispositivos "sentem" atra- existente na plaqueta adesiva. A 2) Após um acidente de certa gra- vés de um sensor, que está aconte- cendo uma colisão violenta e esti- aproximar-se desta data, o pré-ten vidade, substituir o cinto utilizado, sionador deve ser substituído. mesmo que aparentemente não cam cinto alguns centímetros. pareça danificado. Deste modo, é garantida a perfei- É expressamente proibi 3) Para limpar os cintos, lavá-los ta aderência dos cintos ao corpo do desmontar os compo à mão com água e sabão neutro, dos ocupantes, antes que se inicie a nentes do pré-tensionador enxaguar e deixar enxugar à som- ação de retenção. A ativação do Qualquer intervenção deve se bra. Não usar detergentes fortes, pré-tensionador é reconhecível pelo feita por pessoal qualificado e auto travamento do enrolador. O cinto alvejantes ou colorantes e qualquer rizado. Procure sempre a Red não retorna mais, nem mesmo se outra substância química que possa Assistencial Fiat. conduzido. enfraquecer as fibras. O pré-tensionador não necessita Intervenções que acarre 4) Evitar que os enroladores de nenhuma manutenção nem A tem choques, vibrações o sejam molhados. O seu correto fun- lubrificação. Qualquer intervenção aquecimentos localizado cionamento é garantido somente se de modificação de suas condições na zona dos pré-tensionadore não sofrerem infiltrações de água. originais invalida sua eficiência. podem provocar danos ou Se por causas naturais excepcio- dos mesmos. Não estão incluída nais (enchentes, maresia etc.) dis- nestas condições as vibrações indu positivo for atingido por água ou zidas pela aspereza das estradas o lama, é taxativamente necessário pela ultrapassagem acidental d fazer a sua substituição. pequenos obstáculos, como guia Para se ter a máxima proteção da dos passeios etc. Procure a Red ação do pré-tensionador, colocar o cinto Assistencial Fiat quando houve mantendo-o bem aderente ao corpo. necessidade de intervenção. A-18 PAINEL DE INSTRUMENTOS NOTA: a disponibilidade e a posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função das A 1 2 3 4 5 6 4 7 2 8 9 10 11 12 13 2 1 22 21 20 19 18 17 16 15 14 fig. 33 1) Difusor para envio de aos vidros laterais 2) Difusor de ar regulável e orientável 3) Alto-falante esquerdo (tweeter) 4) Buzina 5) Quadro de instrumentos e luzes espia 6) Air bag 7) Alavanca de comando do limpador do pára-brisa 8) Comando do rádio/cd player e do relógio 9) Difusor fixo de ar 10) Interruptor das luzes de emergência 11) Comandos e luzes espia 12) Air bag do lado do passageiro ou porta-objetos 13) Alto-falante direito (tweeter) 14) Porta-luvas 15) Comandos do ar-condicionado automático ou do sistema de aquecimento e ventilação 16) Tampa de acesso ao cinzeiro 17) Tampa de acesso ao acendedor de cigarros 18) Comutador de ignição 19) Alavanca de travamento do volante 20) de abertura do capô do motor 21) Alavanca de comando das luzes externas 22) Tampa de acesso à caixa de fusíveis. A-19QUADRO DE INSTRUMENTOS Marea SX Marea Weekend SX 5 6 100 120 140 4 80 160 8 3 60 888888 180 2 40 km 8988 200 H 1 20 220 rpm x 1000 240 ED ! A B C D E fig. 34 A - Indicador de nível de combustível com luz espia de reserva. B Conta-giros. - D - Hodômetro com numerador duplo (total e parcial), visualizador de temperatura externa. E - Termômetro do líquido de arrefecimento do motor. A-20 QUADRO DE INSTRUMENTOS Marea ELX/HLX Marea Weekend ELX/HLX AD 5 6 4 7 100 120 140 160 8 180 60 2 888888 200 40 km 220 H 240 000 km/h 260 ED CODE A B C D E fig. 35 A - Indicador de nível de combustível com luz espia de reserva. B - Conta-giros e check control. C - D - Hodômetro com numerador duplo (total e parcial), visualizador de temperatura externa. E - Termômetro do líquido de arrefecimento do motor. A-21QUADRO DE INSTRUMENTOS Marea Turbo Marea Weekend Turbo 5 6 7 100 120 140 160 4 8 180 80 3 60 888888 200 2 8988 220 F 40 H 240 1 20 1000 km /h C . 260 A B C D E fig. 36 A - Indicador de nível de combustível com luz espia de reserva. B - Conta-giros e check control. C - Velocímetro. D - Hodômetro com numerador duplo (total e parcial), visualizador de temperatura externa. E - Termômetro do líquido de arrefecimento do motor. A-22 QUADRO DE INSTRUMENTOS Brava SX, ELX A AD 100 120 80 140 3 60 160 2 40 00 180 1 20 200 RPA x1000 km/h 6 220 A B C D E fig. 37 A - Indicador de nível de combustível com luz espia de reserva. B - Conta-giros C - Velocímetro D - Hodômetro com numerador duplo (total e parcial) e visualizador de temperatura externa. E - Termômetro do líquido de arrefecimento do motor. A-23QUADRO DE INSTRUMENTOS Brava: HGT 5 6 100 120 4 7 140 8 80 3 160 60 888888 180 2 40 km F 200 1 H 20 220 E rpm 1000 km/h 0 240 CODE A B C D E fig. 38 A - Indicador de nível de combustível com luz espia de reserva. B Conta-giros C - Velocímetro D - Hodômetro com numerador duplo (total e parcial) e visualizador de temperatura externa. E - Termômetro do líquido de arrefecimento do motor. A-24 VELOCÍMETRO - fig. 39 No display dos hodômetros, são Para visualizar a temperatura visualizados: externa, apertar botão D apare- A - na primeira linha (6 dígitos), os cerá o valor por aproximadamente quilômetros percorridos e a tempe- 10 segundos e depois reaparecerão HODÔMETROS - fig. 39 os quilômetros percorridos. A ratura externa; Apertando botão C durante a B - Hodômetros com display de - na segunda linha (4 dígitos), os visualização da temperatura exter- dupla numeração (total e parcial), quilômetros parciais. na, aparecerão os quilômetros visualizador da temperatura exter- Para zerar os quilômetros par- totais percorridos. na. ciais, apertar o botão C. Apertando novamente botão - Botão de retorno ao zero do serão zerados os quilômetros par- hodômetro parcial e comutação da temperatura externa para hodô- Em caso de desligamento da bate- metro. ria, os quilômetros parciais não fica- D - Botão para chamada da visua- rão memorizados. lização da temperatura externa fig. 40. 140 100 160 160 60 21°C 888888 km 888.8 A C D B fig. 39 fig. 40 A-25Se a temperatura externa for igual ADVERTÊNCIA: se aparecer no CONTA-GIROS fig. 42 ou inferior a instrumento display a escrita "ERROR CLI", pro- comuta automaticamente a visuali- cure a Rede Assistencial Fiat. O ponteiro em correspondência zação da temperatura externa com as marcas vermelhas indica (advertência de possível presença uma rotação muito elevada, a ser de gelo). A indicação dura 10 INDICADOR DO NÍVEL DE COM- mantida somente por poucos ins- segundos de modo lampejante e é BUSTÍVEL fig. 41 tantes. repetida após 20 segundos. Se durante a fase de advertência for O ponteiro indica a quantidade ADVERTÊNCIA: o sistema de apertado botão C, o ciclo de de combustível existente no reser- controle da injeção eletrônica trava advertência é interrompido. o fluxo de combustível quando o Caso seja verificado um defeito O acendimento da luz espia da motor ultrapassa os giros com a no sensor de temperatura externa, reserva A indica que no reservatório perda de potência do restam aproximadamente 7 litros de mesmo. aparecerá a escrita: combustível. "ERROR CLI" de modo lampejan- E reservatório vazio te por 10 segundos e será repetida após 20 segundos. F reservatório cheio Se sucessivamente for acionada a tecla D-fig. 40 (chamada da tempe- ratura externa), será visualizada a escrita "ERROR AD 7 x 1000 A 20 fig. 41 fig. 42 A-26 CHECK CONTROL fig. 43 Com a chave de ignição na posi- e G associadas à luz espia H, ção MAR, Check Control controla em caso de avaria em ambas as É um dispositivo eletrônico com e sinaliza com serviço ligado: lâmpadas. simbologia que se acende no qua- 1) O imperfeito fechamento das 4) A queima de uma ou ambas as A drante do conta-giros. Faz o diag- portas e da tampa do porta-malas lâmpadas das luzes traseiras de nóstico e sinaliza eventuais anoma- pelos leds A, C e D de con verme- neblina com acendimento da luz lias ou ineficiências que possam espia amarela I associada à luz prejudicar o bom funcionamento do veículo ou a sua segurança de mar- 2) A queima de uma ou mais lâm- espia H das luzes externas. cha. padas de posição e/ou placa, pelo acendimento da luz espia H de con TERMÔMETRO DO LÍQUIDO DE Tudo estará em ordem quando, amarela. ARREFECIMENTO DO MOTOR com a chave da ignição em MAR. fig. 44 todos os sinalizadores do check 3) A queima de uma ou ambas as control estiverem apagados. Esta lâmpadas de parada, pelo acendi- Normalmente ponteiro deve mento da luz espia amarela: situação deve permanecer mesmo encontrar-se nos valores centrais da com as luzes de posição e luzes tra- G associada à luz espia das escala. Se aproximar-se da marca seiras de neblina acesas e com luzes externas H, em caso de avaria vermelha, significa que motor está pedal do freio apertado. na lâmpada de parada esquerda; sendo muito solicitado e é necessá- F associada à luz espia H, em rio reduzir a solicitação de desem- caso de avaria na lâmpada de para- penho. da 5 7 E A D 240 fig. 43 fig. 44 A-27Mesmo viajando a velocidade LUZES ESPIA Se a luz espia acender-se muito baixa, com clima muito A durante a marcha, desligar quente, o ponteiro pode aproximar- INSUFICIENTE PRES- o motor e procurar a Rede se do vermelho. SÃO DO ÓLEO DO Assistencial Fiat. Neste caso, é melhor parar por MOTOR (vermelha). alguns minutos e desligar motor. Quando a pressão do Ligá-lo, em seguida, e acelerar leve- óleo do motor desce abaixo do INSUFICIENTE RECAR- mente. valor normal. GA DA BATERIA (verme- Quando existe um Girando a chave na posição Se a condição permane- defeito na instalação do MAR, a luz espia acende, mas deve cer, mesmo com as provi- alternador. apagar-se logo que motor funcio- dências adotadas, desligar Girando a chave em MAR a luz ne. o motor e procurar a Rede Assistencial Fiat. É admitido um eventual atraso no espia se acende, mas deve apagar- se logo que o motor funcione. apagamento da espia, somente com o motor em marcha lenta. Se motor tiver sido fortemente solicitado, funcionando em marcha lenta a luz espia pode lampejar, mas deve apagar-se acelerando-se ligei- ramente. A-28 uso prolongado do veículo FREIO DE MAU AVARIA DO SISTEMA DE com a luz espia acesa pode causar NADO/INSUFICIENTE INJEÇÃO (vermelha). danos sobretudo em caso de funcio- NÍVEL DO LÍQUIDO Quando existe uma namento irregular ou de perda de DOS FREIOS (vermelha) A avaria no sistema de torque do motor. veículo pode ser A luz espia se acende em duas Girando a chave na posição MAR usado somente por um breve tempo situações: a luz espia acende mas deve apa- e em baixas rotações. 1) quando se aciona freio de gar-se após alguns segundos. Acendimentos esporádicos, por mão e Se a espia permanecer acesa ou breve tempo, da luz espia não pos- acender-se durante a marcha do suem significado. 2) quando nível do líquido dos freios desce abaixo do mínimo. culo, sinaliza um imperfeito funciona- mento da instalação de injeção com SISTEMA ANTITRAVA- Se a luz espia (1) se acen- possível perda de desempenho, má (ABS) MENTO DAS RODAS der durante a marcha, veri- dirigibilidade e consumo elevado. (ABS) INEFICIENTE (ver- ficar se o freio de mão está melha) Nestas condições, pode-se prosse- acionado. Se a luz espia permane- guir a marcha evitando solicitar esfor- Acende-se quando o ABS está cer acesa com o freio de mão desa- prejudiciais ao motor ou altas ineficiente. cionado, parar imediatamente e velocidades. Procure mais rápido sistema permanece funcionan- procurar a Rede Assistencial Fiat. possível a Rede Assistencial Fiat. te mas é recomendável dirigir-se à Rede Assistencial Fiat logo que pos- sível. AVARIA DO SISTEMA Girando a chave na posição MAR AIR BAG (vermelha). a luz espia acende mas deve apa- gar-se após cerca de 2 segundos. A luz espia se acende quando sistema está ineficiente. A-29Girando a chave da igni- FIAT CODE (amarela INDICADORES DE DI- ção na posição MAR, a luz âmbar). REÇÃO DE UM CODE espia se acende mas deve TUAL REBOQUE (verde). apagar se após cerca de 4 segun- A luz espia se acende dos. Se a luz espia não acender-se em três casos (com a chave da igni- Acende-se quando se aciona a ou permanecer acesa durante a ção na posição MAR): de comando das luzes de marcha, parar imediatamente e 1) Somente um lampejo sinaliza direção (setas). procurar a Rede Assistencial Fiat. ter reconhecido o código da chave. É possível dar partida no motor. 2) Com luz fixa sinaliza não LUZES EXTERNAS (verde). DESGASTE DOS FREIOS reconhecer código da chave. Para DIANTEIROS (vermelha) funcionar motor, fazer procedi- Acende-se quando são mento descrito na partida de emer- acesas as luzes de posição. A luz espia se acende quando as gência (ver capítulo "Emergência"). pastilhas dos freios dianteiros estão 3) Com luz lampejante sinaliza gastas. Ao verificar que veículo não está protegido FARÓIS ALTOS (azul). também as condições dos freios tra- pelo dispositivo. É possível funcio- seiros. Acende-se quando são nar o motor acesos os faróis altos. CINTOS DE SEGURANÇA (vermelha). INDICADORES DE DIREÇÃO ALERTA DE VELOCIDA- A luz espia se acende quando (verde) cinto de segurança do lado do (intermitentes). km/h DE PROGRAMADA (verde). motorista não está corretamente colocado. Acende-se quando se aciona a alavanca do comando das luzes de Acende-se quando se aciona a alavanca de comando do alerta de direção. velocidade programada. A-30 SISTEMA DE AQUECIMENTO/ AR-CONDICIONADO Marea/Marea Weekend 1 Difusores para desembaça- mento do 1 1 2 Difusores para desembaça- 3 2 mento dos vidros laterais dianteiros. 3 - Difusor superior para envio 2 4 de an acima da cabeça dos passa- geiros dos lugares dianteiros. 4 4 4 - Difusores centrais e laterais direcionáveis. 5 5 5 Difusores laterais para enviar an aos pés dos passageiros diantei- ros. 6 Difusor central regulável e 7 direcionável para enviar an aos pés dos passageiros traseiros. 6 7 Difusores de an para os pés dos passageiros traseiros. 7 fig. 45 A-31SISTEMA DE AQUECIMENTO/ AR-CONDICIONADO Brava 1 1 1 - Difusores para desembaça- 3 2 mento do pára-brisa. 2 - Difusores para desembaça- 2 mento dos vidros laterais dianteiros. 4 3 - Difusor superior para envio de 4 an acima da cabeça dos passageiros 4 dos lugares dianteiros. 4 - Difusores centrais e laterais 5 5 5 - Difusores laterais para envio de an aos pés dos passageiros dian- 6 teiros. 6 - - Difusores laterais para envio de aos pés dos passageiros trasei- ros. 6 fig. 46 A-32 DIFUSORES DIRECIONÁVEIS E DIFUSOR TRASEIRO - fig. 49 DIFUSOR SUPERIOR - fig. 50 REGULÁVEIS - figs. 47 e 48 É direcionável e regulável. É fixo. Serve para enviar o an A - Comando para a regulagem Serve para enviar an aos passa- acima da cabeça dos passageiros da vazão de ar : dos bancos dianteiros. A geiros traseiros. girado em : difusor aberto A - Comando para a regulagem A - Comando para regulagem da : da vazão de vazão de girado em difusor fechado. B - Comando para direcio- girado para a esquerda: difusor girado em difusor aberto namento lateral e vertical do fluxo aberto girado em : difusor fechado. de ar. girado para a direita: difusor C - Difusor fixo para os vidros fechado. laterais fig. 47. B - Comando para direciona- mento lateral e vertical do fluxo de ar. A B fig. 49 A A A A B C fig. 47 fig. 48 fig. 50 A-33AQUECIMENTO E AQUECIMENTO RÁPIDO VENTILAÇÃO 1) Manopla para a temperatura Pára-brisa e vidros laterais dianteiros do ar: marca no setor vermelho. Comandos fig. 51 2) Manopla do ventilador marca 1) Manopla para a temperatura na velocidade desejada. do ar: completamente girada para a A Manopla para regular a tem- direita. 3) Manopla para a distribuição do peratura do ar (mistura de an quen- ar: marca em: 2) Manopla do ventilador: marca na velocidade máxima. para aquecer os pés (dos passa- B Manopla para ligar venti- geiros dianteiros e traseiros) e, ao 3) Manopla para a distribuição do lador. mesmo tempo, para desembaçar ar: marca em C Cursor para colocar a função 4) Cursor para a recirculação do de recirculação, eliminando a para aquecer os pés dos passa- an na posição equivalente à entrada de geiros dianteiros e traseiros e man- introdução de externo. D Manopla para a distribuição ter rosto ventilado (função "bile- Após desembaçamento, operar do ar. nos comandos de utilização normal para aquecimento difundido para restabelecer as condições de dos pés dos passageiros dianteiros e conforto desejadas. traseiros. 4) Cursor da recirculação: para obter um aquecimento mais rápido, deslocar cursor da recirculação do an na posição equivalente somente à recirculação do an inter- no. A B fig. 51 A-34 Vidro traseiro ventilador pelo menos na RECIRCULAÇÃO velocidade; Apertar a tecla Com o cursor na posição manopla da distribuição do ativa-se somente a circulação do Logo que o vidro traseiro estiver no símbolo com possibilidade de interno. A desembaçado, é recomendável des- passagem para a posição caso não ligar a tecla, embora o funciona- se notem sinais de ADVERTÊNCIA: a função de mento do vidro traseiro térmico seja recirculação é particularmente útil temporizado (desliga-se automati- VENTILAÇÃO em condição de forte poluição camente após 20 minutos). externa (em congestionamentos, 1) Difusores de an centrais e la- ADVERTÊNCIA Em casos de forte em túneis etc.); porém, não é reco- terais: completamente abertos. mendado o uso muito prolongado, umidade externa, ou grandes 2) Manopla para a temperatura diferenças de temperatura entre o especialmente se o veículo estiver do ar: marca no setor azul. cheio. interior do habitáculo e o lado externo, recomenda-se efetuar a 3) Manopla do ventilador: marca seguinte manobra preventiva con- na velocidade desejada. ATENÇÃO! Não utilizar a função tra embaçamento dos vidros: 4) Manopla para a distribuição do recirculação em um dia chuvoso ou ar: marca em frio. Pode aumentar consideravel- cursor para a recirculação do an 5) Cursor para a recirculação do mente a possibilidade de embaça- na posição equivalente à na posição equivalente à mento interno dos vidros. introdução de externo; introdução de externo. manopla da temperatura do nos difusores girada no setor verme- A-35AR-CONDICIONADO COMANDOS fig. 52 Quando led no interruptor esti- AUTOMÁTICO ver aceso, sistema está ligado. A Manopla para selecionar a E Manopla para a distribuição temperatura desejada no habitáculo do ar: seleciona a distribuição do sistema utiliza o flui- com posições extremas para o acio- de modo manual namento das funções HI e LO do refrigerante R134a (máxima e mínima temperatura). Se for posicionada em MAX DEF que, em caso de vaza- (máximo desembaçamento) liga mento acidental, não prejudica o B Interruptor para acionamento automaticamente ar-condiciona- ambiente. Evitar absolutamente o da recirculação do ar, eliminando a do e dispositivo de desembaça- uso de fluido R12, incompatível entrada de an externo. Quando mento do vidro traseiro para seu com os componentes da instalação. led no interruptor está aceso, a rápido desembaçamento. recirculação está ligada. É um sistema de controle automá- sistema possui um filtro antipó- C Manopla para ligar ventila- tico de temperatura no interior do len para filtrar an de entrada. Para dor: seleciona funcionamento veículo comandado por uma cen- a sua substituição, ver o capítulo manual ou automático. tral eletrônica e moni-torado por "Manutenção Programada". D Manopla para ligar/desligar o sensores de temperatura externa e temperatura do admitido no habi- compressor. O acionamento deste interruptor aciona automaticamente táculo para: ventilador na velocidade se a temperatura do nos difusores manopla estiver na posição O. obtendo a temperatura selecio-nada pela manopla A-fig. 52; velocidade contínua do ventila- dor com a manopla C na posição AUTO. E fig. 52 A-36 AR-CONDICIONADO (RESFRIA- marca em para o fun- DESEMBACAMENTO MENTO) cionamento do ventilador de modo automático. Manopla para a distribuição do 1) Manopla para seleção da tem- 3) Manopla para a distribuição do ar: marca em para desemba- peratura desejada no habitáculo. çamento do pára-brisa e vidros late- A ar: marca em: 2) Manopla do ventilador: indica- rais dianteiros. para aquecer os pés (dos passa- dor na velocidade desejada. geiros dianteiros e traseiros) e ao 3) Manopla para a distribuição do RÁPIDO mesmo tempo para desembaçar indicador em Pára-brisa, vidros laterais diantei- 4) Ar-condicionado: apertar o para aquecer os pés dos passa- ros e vidro traseiro. interruptor Para um resfria- geiros dianteiros e traseiros e man- mento rápido do habitáculo, acio- ter rosto ventilado (função "bile- Manopla para a distribuição do nar também interruptor vel"); ar: marca em MAX DEF. Com a temperatura externa para aquecimento dos pés dos sistema está predisposto para (ambiente) inferior a com- passageiros dianteiros e traseiros. obter um rápido desembaçamento pressor do ar-condicionado é auto- do dos vidros laterais e maticamente desativado. Assim, 4) Interruptor da do vidro traseiro, atuando nas sitema funcionará somente como para obter um aquecimento mais ventilação. rápido, acionar interruptor seguintes funções automaticamente: equivalente somente à recirculação máxima vazão e máxima tem- do interno. peratura do ar: AQUECIMENTO recirculação do desligada 1) Manopla para a seleção da ADVERTÊNCIA: para obter a (led apagado) equivalente à introdu- temperatura do ar: máxima potencialidade de aqueci- ção de externo; mento: marca no valor da temperatura compressor ligado (led aceso); desejada. girar a manopla A-fig. 52 em HI. distribuição do an para os vidros, 2) Manopla do ventilador: girar a manopla C em 4. vidro traseiro térmico acionado marca na velocidade desejada; com temporização, desembaça- mento dos espelhos retrovisores elé- tricos (quando previstos). A-37Após é interruptor da recirculação do ATENÇÃO: não utilizar a função desligado (led apagado); recirculação em um dia chuvoso ou necessário operar na manopla de frio. Pode aumentar consideravel- comando da distribuição do para manopla da temperatura do mente a possibilidade de embaça- restabelecer a condição de conforto an nos difusores girada no setor mento interno dos vidros. desejada. vermelho; ventilador pelo menos na ADVERTÊNCIA: uma ca importante do ar-condicionado é velocidade; Em caso de avaria a desumidificação do ar. É sempre manopla da distribuição do an Caso seja verificada uma avaria recomendável o acionamento do no símbolo com possibilidade no sistema automático, será visuali- compressor apertando o interruptor de passagem para a posição caso zada no display do quadro de ins- (led aceso) para prevenir contra a não se note sinal de embaçamento; trumentos a mensagem "ERROR possibilidade de embaçamento. acionar o compressor apertan- do o interruptor (led aceso). O sistema automático continuará É importante manter os vidros seu funcionamento quanto (parte interna) sempre limpos e RECIRCULAÇÃO vel. desengordurados para facilitar a operação de desembaçamento. O Com interruptor apertado Se a avaria envolve comando uso de silicone ou similar para lim- (led aceso), ativa-se somente a recir- do ventilador C-fig. 52 e este puder peza de painel e partes plásticas do continuar seu funcionamento, será culação interna do ar. interior do veículo pode prejudicar selecionada a velocidade auto- a eficiência do desembaçamento. O ADVERTÊNCIA: em condições de maticamente. silicone pora-se e em impregna contato a com superfície sol eva- dos temperatura externa muito eleva- Se a avaria envolver um sensor de da, o acionamento da recirculação temperatura do ar, comando de vidros. acelera o resfriamento do ar. Além temperatura selecionada A funcio- disso, é particularmente útil em nará como um comando de mistura ADVERTÊNCIA: em caso de forte condições de forte poluição exter- da temperatura do manual. umidade externa, chuva ou grandes na (engarrafamentos, túneis etc.). diferenças de temperatura entre o Seu uso prolongado é desaconse- interior do habitáculo e o lado especialmente se o veículo externo, recomenda-se efetuar a estiver cheio. seguinte manobra preventiva con- tra embaçamento dos vidros: A-38 ALAVANCAS NO Luzes de posição fig. 53 Faróis altos fig. 55 VOLANTE Acendem-se girando a extremida- Acendem-se com a extremidade de da alavanca da posição para a da alavanca na posição empur- ALAVANCA ESQUERDA posição No quadro de instru- rando a alavanca para a frente, em A mentos acende-se a luz espia direção ao painel. Agrupa os comandos das luzes No quadro de instrumentos, externas e das setas. Faróis baixos fig. 54 acende-se a luz espia A iluminação externa ocorre somente com a chave da ignição na Acendem-se girando a extre- Apagam-se puxando a alavanca posição MAR. midade da alavanca da posição em direção ao volante. para a posição Ligando as luzes externas, acen- dem-se: o quadro de instrumentos, os ideogramas e os símbolos dos vários comandos localizados no painel. fig. 53 fig. 54 fig. 55 A-39Lampejos - fig. 56 As setas se desligam automatica- Sistema Follow me Home fig. 56 mente quando se coloca o veículo São obtidos puxando a alavança em posição de marcha retilínea. Este sistema permite manter o em direção ao volante (posição ins- Quando for necessário sinalizar farol ligado por 30 segundos até um tável). uma momentânea mudança de tempo máximo de cinco minutos, pista (para a qual é suficiente uma ou seja, 10 acionamentos consecu- Luzes de direção fig. 57 mínima rotação do volante), é pos- tivos da alavanca, depois de desli- Deslocando a alavanca: sível deslocar para cima ou para gada a chave de ignição. baixo a sem que fique fixa O sistema permite um tempo até para cima: seta direita na posição fig. 58. 2 minutos para que o "follow me" para baixo: seta esquerda. Ao soltar a alavanca, a mesma seja acionado. Após este tempo, No quadro de instrumentos, retorna para sua posição inicial. ligar e desligar a chave para acio- acende-se intermitentemente a luz namento da função. espia fig. 56 fig. 57 A-40 fig. 58 ALAVANCA DIREITA = intermitência lenta Mantendo a alavanca puxada, = intermitência média após cerca de 2 segundos, liga-se Agrupa todos os comandos para a limpador do em funcio- limpeza do pára-brisa, além do = intermitência média-veloz namento contínuo. Ao soltar a ala- comando do alerta de velocidade = intermitência veloz vanca, limpador prossegue por A programada. C Funcionamento contínuo lento outros três ciclos e depois pára ou prossegue na velocidade colocada. D Funcionamento contínuo veloz Limpador/lavador do pára-brisa Marea e Marea Weekend fig. 59. E Funcionamento veloz tempo- Brava fig. 61 rário contínuo (posição instável): ao O funcionamento ocorre somente soltar a alavanca, a mesma retorna O funcionamento ocorre somente com a chave da ignição na posição à posição A-fig. 59 parando auto- com a chave da ignição em MAR. MAR. maticamente limpador do pára- A Limpador desligado. brisa. A Limpador desligado. B Funcionamento intermitente. B Funcionamento intermitente Puxando a em direção C Funcionamento contínuo lento. com regulável através ao volante e segurando-a nesta posição, fig. 60 aciona-se esgui- D Funcionamento contínuo veloz. da rotação da extremidade da ala- vanca F: cho do lavador do pára-brisa e entra em funcionamento dispositivo lavador dos faróis A-fig. 63 com a condição de que os faróis baixos ou altos estejam acesos. E E A A B B F D D 59 fig. 60 fig. 61 A-41E Funcionamento veloz tempo- ALERTA DE VELOCIDADE PROGRA- Quando veículo atingir uma rário contínuo (posição instável): ao MADA velocidade 5% maior do que a que soltar a alavanca, a mesma retorna Puxando e soltando rapidamente foi programada, escuta-se um bip à posição A parando automatica- sonoro, que é desligado quando a a alavanca direita (fig. 62), aciona-se mente limpador do velocidade volta ao valor programa- o alerta de velocidade programada. Puxando a alavanca em direção do ou inferior. Uma central irá memorizar a veloci- ao volante e segurando-a nesta dade corrente (desde que seja supe- Para desativar o alerta de veloci- posição fig. 62 aciona-se esgui- rior a 30 km/h) e uma luz-piloto irá dade programada, acionar nova- cho do lavador do pára-brisa e entra se acender no quadro de instrumen- mente a alavanca direita: a luz pilo- em funcionamento dispositivo tos, referente à aceitação da função to no painel se apaga. lavador dos faróis com a condição de alerta de velocidade. A chave de ignição em STOP de que os faróis baixos ou altos também exclui sistema. estejam acesos. fig. 62 fig. 63 A-42 Limpador/lavador do vidro 2) Empurrando a de Brava fig. 65 traseiro Marea Weekend fig. 64 comando para a frente (posição ins- tável), começam a funcionar o jato O funcionamento ocorre somente funcionamento ocorre somente do líquido do lavador e limpador do com a chave da ignição em MAR. com a chave da ignição em MAR. vidro traseiro. Soltando a alavanca, A Comandos: Comandos: eles param. Mantendo a 1) Girar comando da posição 1) Girar anel A (fig. 64) da posi- empurrada para a frente, logo após para a posição funcionamen- ção para a posição funciona- alguns segundos ativa-se limpador to intermitente; do vidro traseiro, em funcionamen- mento intermitente; to contínuo. Ao soltar a alavanca, o 2) Empurrando a de limpador do vidro traseiro prosse- comando para a frente (posição ins- gue funcionamento, efetuando 3 tável), entram em funcionamento o ciclos e depois, pára ou continua esguicho do líquido do lavador e com funcionamento intermitente. um ciclo do limpador; ao soltar a alavanca ciclo é interrompido. A rig. 64 fig. 65 A-43COMANDOS Quando se liga uma função, Vidro traseiro térmico acende-se led acende na tecla de LUZES DE EMERGÊNCIA fig. 66 comando. Para desligá-la, apertá-la Tecla C: com funcionamento tem- novamente. Acendem-se apertando o inter- D Tecla de chamada da visuali- ruptor A, qualquer que seja a posi- Faróis de neblina zação da temperatura externa no ção da chave de ignição. display do hodômetro total/parcial. Com o dispositivo ligado, o inter- Tecla A: para ligar estes é necessário estar com as luzes exter- ruptor acende-se com a luz intermi- INTERRUPTOR INERCIAL (A-fig. 68) nas acesas. É um interruptor de segurança Para desligá-lo, apertar novamen- Luzes traseiras de neblina que se desliga em caso de acidente te o interruptor. (colisão), interrompendo a alimen- Tecla B: para acender estas luzes, tação de combustível causando, TECLAS DE COMANDO fig. 67 é necessário estar com os faróis bai- o desligamento ou com os faróis de neblina do motor. Estão localizadas abaixo dos difu- acesos. sores centrais de ar. Funcionam somente com a chave da ignição na posição MAR. A A B D fig. 66 fig. 67 fig. 68 A-44 Após o acidente, se for Após a colisão, lembre-se de EQUIPAMENTOS A percebido cheiro de com- girar a chave da ignição em STOP bustível ou notar vazamen- para não descarregar a bateria. INTERNOS to na instalação de alimentação, A não religar o interruptor, para evi- interruptor também poderá vir PORTA-LUVAS tar riscos de incêndio. a se desligar, caso sofra golpes ou Para abri-lo, puxar a maçaneta pancadas. Assim, cuidar para que o Se não forem notados vazamen- referido equipamento não seja atin- A-fig. 69. tos de combustível e o veículo esti- gido, por ocasião da realização de Ao abrir porta-luvas, acende-se ver em condições de partir, apertar eventuais operações no interior do uma luz interna de cortesia. o botão A para reativar o sistema veículo, como por exemplo, limpe- A parte interna da tampa possui de alimentação. za interna com uso de aspirador, lugares B-fig. 70 para colocar uma deslocamento do banco, colocação caneta, copo ou latinha. de objetos sob o banco etc. Em caso de acidente (colisão) o interruptor iner- cial aciona o destravamen- to elétrico das portas. A B D A B fig. 69 fig. 70 fig. 71 A-45LUZ INTERNA DIANTEIRA Com fechamento das portas, é O interruptor B acende: figs. 71, 72 e 73 ativada a temporização por cerca a lâmpada spot C, se deslocado de 7 segundos para permitir o fun- para a esquerda; O interruptor A as cionamento do veículo. As luzes se a lâmpada spot D, se deslocado lâmpadas do conjunto. apagam gradualmente com a rota- para a direita. O interruptor B acende/apagaga a ção da chave de ignição na posição luz spot. MAR (com as portas fechadas). ADVERTÊNCIA: antes de sair do Conforme sua posição, são obti- Com o interruptor A deslocado veículo, certificar-se de que ambos para a esquerda, as lâmpadas C e D os interruptores estejam na posição das as seguintes condições: da luz interna ficam apagadas e não central. Fazendo assim, as luzes com interruptor A na posição acendem com a abertura ou o des- internas se apagarão com as portas central, as lâmpadas C e D se acen- bloqueio das portas. fechadas. Esquecendo uma porta dem gradualmente com a abertura das portas dianteiras e/ou traseiras Com interruptor A deslocado aberta, as luzes se apagarão automa- com destravamento das mesmas. para a direita, as lâmpadas C e D ticamente após cerca de 3 minutos. ficam sempre Para acendê-las novamente, é necessário abrir uma outra porta ou fechar e reabrir a mesma. D A B A A fig. 72 fig. 73 fig. 74 A-46 LUZ INTERNA TRASEIRA figs. 74 e 75 ACENDEDOR DE CIGARROS - fig. 77 CINZEIRO interruptor A-fig. 74 possui 3 Abrir a tampa A empurrando-a posições: Para os lugares dianteiros fig. 77 para baixo; ao mesmo tempo, abre- funcionamento é análogo ao se também a tampa do cinzeiro. Abrir a tampa B empurrando-a A funcionamento das luzes internas Apertar botão do acendedor de para dianteiras (interruptor A-fig. 72). cigarros; após cerca de 15 segundos Fechando a tampa do cinzeiro, botão retorna automaticamente à fecha-se também a tampa do acen- REOSTATO posição inicial e acendedor está dedor de cigarros. pronto para ser utilizado. Girar botão A-fig. 76 para variar O cinzeiro é a intensidade luminosa. ADVERTÊNCIA: verificar sempre o desligamento do acendedor de cigarros. Atenção: o acendedor de cigarros atinge elevadas temperaturas. Manejá-lo com cautela e evitar que seja utili- zado por crianças: perigo de incên- dio ou queimaduras. B A A fig. 75 fig. 76 fig. 77 A-47Para os lugares traseiros figs. 78 e 79 Por trás do pára-sol do motorista, CONSOLE tig. 81 existe uma bolsa para documentos, Abrir a tampa puxando-a para e do lado do passageiro, existe um Para se ter acesso ao console cen- O cinzeiro A é retirável para lim- espelho de cortesia. tral, localizado entre os bancos dianteiros, levantar a tampa A, com peza. O espelho de cortesia poderá vir função de apoio de braço. também no pára-sol do motorista. PÁRA-SOL Está colocado nos lados do espe- lho retrovisor interno. Pode ser dire- cionado frontal e lateralmente, da posição A-fig. 80. A fig. 80 A A A fig. 78 fig. 79 fig. 81 A-48 PORTA-DOCUMENTOS - fig. 82 COMPARTIMENTO PARA OBJETOS Para ter acesso aos comparti- NO PORTA-MALAS (Marea mentos fig. 84 e fig. 85: No túnel central do lado do Weekend - figs. 84 e 85) 1) soltar o painel B, rodando par- passageiro existe uma bolsa porta- cialmente para a esquerda os botões documentos (Marea e Marea Nas paredes direita e esquerda do A A; Weekend). porta-malas existem dois comparti- Pode ser utilizada para colocar mentos (um de cada lado) para 2) remover painel B. jornais, mapas etc. guardar a maleta de pronto-socorro, Para remontar painel, prestar triângulo de emergência, e outros atenção para que a borda externa No porta- malas, lado direito, está objetos úteis que devem ser manti- fique encaixada corretamente no localizado porta-documentos do dos no veículo. lugar. Brava fig. 83. Trancar rodando parcialmente os dois botões A. fig. 82 B B A A A A fig. 83 fig. 84 fig. 85 A-49TETO SOLAR Para fechá-lo: deslocar interrup- Ao descer do veículo, retire sem- tor para a esquerda. Com a parte pre a chave da ignição para evitar Possui comando elétrico. traseira do teto levantada, deslocar que o teto solar, acionado inadverti- O funcionamento pode ser feito interruptor para a direita. damente, constitua um perigo para as somente com a chave da ignição na Obs.: após o desligamento da pessoas que permanecerem a bordo. posição MAR. chave de ignição (posição STOP), haverá uma cortesia de 1 minuto O teto solar possui uma cortina O interruptor A-fig. 86, localiza- do no conjunto das luzes internas para o comando do teto solar. que tem a função de evitar os raios solares, deslizante manualmente e dianteiras, comanda todas as fun- uso impróprio do teto solar manobrável por uma ções de abertura, fechamento, pode ser perigoso. Antes e durante levantamento e abaixamento do A cortina é arrastada pelo teto seu acionamento, certificar-se sem- quando este faz movimento de teto. pre de que os passageiros não este- abertura e é embutida completa- Ao soltar interruptor, teto pára jam expostos ao risco de lesões mente dentro do teto em caso de na posição em que se encontrar. provocadas tanto diretamente pelo abertura total. Com o movimento de Para abri-lo: deslocar interrup- teto em movimento, como por fechamento, a cortina sairá parcial- tor para a direita. objetos pessoais arrastados ou joga- mente até tornar acessível a maça- Para abrir a parte de trás: deslocar dos pelo teto. neta de acionamento manual. interruptor para a esquerda. Pode Em caso de defeito no dispositivo ser feito somente com teto fechado. retirar os tampões no conjun- to de iluminação interna, soltar os parafusos de fixação e retirar conjun- to. Dentro do mesmo, existe uma chave A-fig. 87 que, introduzida na A sede B e girada, permite fazer manual- mente as operações acima descritas. A Quando se atingir a posição de B máxima abertura, efetuar uma meia volta com a chave para trás, até notar seu travamento. Em seguida, retirar a chave. fig. 86 fig. 87 A-50 PORTAS Abertura, fechamento e travamen- Abertura, fechamento e travamen- to interno das portas dianteiras to das portas traseiras PORTAS LATERAIS Abertura: puxar a alavanca Abertura: certificar-se de que o Abertura centralizada A-fig. 89 da porta dianteira. Se a dispositivo de segurança para porta estiver travada, antes de abri- crianças A-fig. 91 esteja desaciona- Girar a chave na posição A-fig. 88. la puxando a maçaneta, é necessá- do. Levantar o pino de segurança Com a fechadura destravada, rio levantar pino B. A-fig. 90 e puxar a maçaneta de puxar a maçaneta. Travamento pela parte interna: abertura. com as portas fechadas, apertar um Fechamento e travamento: aper- Fechamento centralizado dos pinos B internos de segurança tar pino A, mesmo antes de fechar das portas dianteiras. a porta. Com as portas fechadas, girar a Operando nos pinos das portas chave na posição B fig. 88. Todas traseiras, tem-se o travamento/des- as portas se travarão. travamento somente da porta em questão. B A B fig. 88 fig. 89 fig. 90 A-51O imperfeito fechamento de uma ADVERTÊNCIA: se uma das por- DISPOSITIVO DE SEGURANÇA ou mais portas é evidenciado pelo tas dianteiras não estiver bem fecha- PARA CRIANÇAS acendimento no quadro de instru- da ou houver um defeito na instala- mentos pela luz espia do check ção, o fechamento centralizado não Serve para impedir a abertura das control relativo à porta com fecha- se aciona e, após 8 ou 9 tentativas portas traseiras pelo lado interno. mento irregular. em rápida ocorre a exclu- É acionado introduzindo a ponta Em caso de acidente, sistema de são do dispositivo por cerca de 30 da chave de ignição em A-fig. 91 e travamento das portas se destrava segundos. Nestes 30 segundos, é colocando-o na posição: automaticamente. possível travar ou destravar as portas 1 dispositivo acionado; manualmente, sem que o sistema Travamento automático elétrico intervenha. Após os 30 2 dispositivo desacionado. segundos, a central estará novamen- O dispositivo permanece aciona- Com veículo em marcha, após te pronta para receber os comandos. do, mesmo se for efetuado destra- atingir 30 km/h, as portas se travam vamento elétrico das portas automaticamente. Se tiver sido removida a causa Quando o veículo parar e a chave da falta de funcionamento, o dispo- Utilizar sempre este dis- de ignição for colocada na posição sitivo retoma seu funcionamento positivo, quando transpor- OFF, as portas se regular; se não, repete o ciclo de tar crianças no veículo. exclusão. ADVERTÊNCIA: as portas trasei- Para algumas versões, as portas se ras não podem ser abertas pelo travam automaticamente 5 segun- lado interno quando o dispositivo dos após a colocação da chave de de segurança para crianças estiver ignição em MAR, destravando-se acionado. quando a chave de ignição é colo- cada em OFF. 1 2 fig. 91 A-52 SISTEMA DE SEGURANÇA E ALÍ- LEVANTADORES ELÉTRICOS DOS Apertar o interruptor para abaixar VIO DE PRESSÃO VIDROS fig. 92 o vidro. O mecanismo de acionamento Comandos dianteiros dos vidros das portas é dotado de Puxar o interruptor para levantá-lo. A um sistema de segurança que blo- Na maçaneta interna da porta do lado do motorista, estão colocados Operando nos interruptores por queia movimento de subida do vidro. Caso se interponha algum os interruptores que comandam, cerca de meio segundo (um toque), com a chave de ignição em MAR: ativa-se funcionamento automáti- obstáculo em seu curso, o vidro tanto na subida como na descida. pressionará por alguns instantes e A vidro dianteiro esquerdo retornará, em seguida, deixando B vidro dianteiro direito vidro pára operando novamen- uma abertura de segurança. te no interruptor. C vidro traseiro esquerdo Se todos os vidros forem fechados, Na maçaneta da porta do lado do D vidro traseiro direito ou ficarem abertos menos de 3 cm, passageiro existe um interruptor quando qualquer porta estiver aber- E exclusão/habilitação dos para comando do relativo vidro. um dos vidros da frente, alterna- comandos dos levantadores das abrirá cerca de 3 cm. portas traseiras (durante a exclusão, Advertência: se forem feitos Este procedimento alivia a pressão os ideogramas nos interruptores de sucessivamente 30 movimentos de durante o fechamento da comando dos levantadores traseiros subida e descida dos vidros, sem portas, tornando-o mais fácil. ficam apagados). alcançar os limites superior e infe- rior do vidro, a função automática Depois de todas as portas terem de subida do vidro será desabilita- sido fechadas, respectivo vidro da. Para reabilitá-la, movimentar o fechará automaticamente depois de vidro através do respectivo inter- 0,5 segundo. ruptor do levantador até o limite Se o vidro falhar ao fechar após A E A superior, fechando-o completa- alívio da pressão, a buzina emite mente; ou fazer o fechamento dois "bips" sonoros e o sistema tenta automático com a chave ou o tele- novamente fechar vidro após 5 B B comando, desde que a ignição este- segundos. Caso o problema persista, D ja em "OFF" e as portas fechadas. ente fechar manualmente o vidro, azendo uma manobra de abertura total e posterior fechamento. fig. 92 A-53Comandos traseiros - fig. 93 o uso impróprio dos Ao sair do veículo, retire levantadores elétricos dos sempre a chave da ignição Na maçaneta de cada porta tra- vidros pode ser perigoso. para evitar que os levanta- seira existe um interruptor para Antes e durante o acionamento, dores elétricos dos vidros, aciona- comando do relativo vidro. verificar sempre se os passageiros dos inadvertidamente, constituam não estão expostos ao risco de perigo para quem permanece a Fechamento do vidro elétrico após lesões provocadas tanto direta ou bordo. desligar a ignição indiretamente pelos vidros em movimento, como por objetos Após desligar a ignição, sistema pessoais arrastados ou jogados Comandos manuais fig. 94 de vidros elétricos continuará a fun- pelos mesmos. cionar por mais 60 (sessenta) segun- Operar nas respectivas maçanetas dos, aproximadamente, para que os de comando para abaixar/levantar vidros possam ser fechados. vidro. Após esse tempo, caso não tenha fechado os vidros, colocar a chave em MAR para que possa fazê-lo. fig. 93 fig. 94 A-54 PORTA-MALAS Se o veículo estiver equipado Colocar objetos na tampa com check control, imperfeito do porta-malas (alto-falantes, fechamento da tampa é evidencia- spoiler etc.), exceto se for ABERTURA/FECHAMENTO DA do pelo acendimento do led especí- previsto pelo fabricante, pode pre- TAMPA TRASEIRA fico no quadro de instrumentos. judicar o correto funcionamento dos amortecedores laterais da pró- Para abrir a tampa do porta-malas FIXAÇÃO DA CARGA figs. 100, pria tampa. pelo lado externo, destravar a 101 e 102 fechadura usando a chave da ignição fig. 95, 96 ou 97. As cargas transportadas podem Para abri-la por dentro do veícu- ser amarradas com cabos ou cordas lo, puxar a A-figs. 98 e fixadas em anéis localizados nos localizada ao lado do banco do ângulos do porta-malas. motorista. fig. 97 4 A fig. 95 fig. 96 fig. 98 A-55No uso do porta-malas, A ADVERTÊNCIA: viajando Em caso de acidente, um porta- A não superar nunca as car- de noite com uma carga no malas pesado, com carga não amar- gas máximas permitidas porta-malas, é necessário rada, pode provocar graves danos (ver capítulo "Características técni- regular a altura do facho luminoso aos passageiros. cas"). Verificar também se os obje- dos faróis baixos (ver parágrafo tos contidos no porta-malas estão "Faróis" neste capítulo). Para o bem fixados, para evitar que uma correto funcionamento do regula- frenagem brusca possa projetá-los dor, certificar-se também de que a para a frente, causando ferimentos carga não supere os valores indica- nos passageiros. dos no parágrafo. fig. 101 A 0 fig. 99 fig. 100 fig. 102 A-56 AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS 1) Abaixar completamente os 4) Bascular o encosto fig. 105 (Marea) apoios de cabeça do encosto para a frente. Deste modo obtém-se traseiro. um plano de carga mais amplo e Com banco traseiro bipartido 2) Bascular de 90° o assento, comunicante com o porta-malas. A puxando a alça A-fig. 103 para a Para a ampliação total, fazer as O porta-malas pode ser ampliado frente. mesmas operações descritas tam- basculando parcial ou totalmente o 3) Soltar a trava do encosto, bém para a outra parte do banco. banco traseiro. puxando a alça B-fig. 104 para cima. 103 fig. 104 fig. 105 A-57AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS A fig. 106, para versões com AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS (Marea Weekend) banco bipartido. (Brava) B fig. 107, para versões com Com banco traseiro bipartido banco único. Versão com banco inteiriço 4) Soltar a trava do encosto 1) Colocar as dos cintos de O porta-malas pode ser ampliado basculando parcial ou totalmente o atuando na alavanca lateral A fig. segurança nas caixas existentes no banco traseiro. 108; encosto fig. 110. 1) Abaixar completamente os 5) Virar para a frente encosto 2) Abaixar completamente os fig. 109. apoios de cabeça do banco traseiro apoios de cabeça do encosto (quando previstos). traseiro. 3) Puxar para a frente a alça exis- 2) Guardar, nos respectivos aloja- tente no assento do banco traseiro e mentos, as fivelas dos cintos de basculá-lo para a segurança. 3) Bascular de 90° assento, B puxando a alça para a frente: fig. 107 A fig. 106 fig. 108 fig. 109 A-58 4) Se necessário, retirar os apoios Para recolocar o banco na posi- Com banco traseiro bipartido de cabeça do banco traseiro aper- ção normal: O porta-malas pode ser ampliado tando o botão A fig. 111. 1) Recolocar encosto na posi- basculando parcial ou totalmente o 5) Desencaixar encosto operan- ção vertical. Verificar se está encai- banco traseiro. A do nas laterais A-fig. 112 xado corretamente. A ampliação parcial é obtida bas- no sentido da seta. 2) Se tiverem sido desmontados, culando somente lado esquerdo 6) Bascular para a frente encos- recolocar os apoios de cabeça. do banco. to de modo a obter um único plano 3) Bascular para trás assento do 1) Levantar assento do lado de carga com o piso do porta-malas. banco, mantendo levantado cinto esquerdo com a de segurança central. A fig. 110 fig. 112 A A A fig. 113 fig. 114 fig. 111 A-592) Destravar encosto pela parte Pára-choque basculável (Marea ADVERTÊNCIA: interna do porta-malas operando na Weekend) A presença do gancho de rebo- alavanca A-fig. 113 e basculá-lo para a frente. Para facilitar acesso à superfície que limita o rebatimento total do de carga, com a tampa do porta- pára-choque. Para a ampliação total do banco, malas aberta: levantar ambos os assentos pelas pára-choque suporta cargas de alças e bascular os encostos como 1) Segurar bem até 250 kg; cargas superiores dani- descrito para o banco completo. através do suporte B fig 116. ficam as dobradiças. Para retirar o bagagito: 2) Pressionar botão vermelho A de desengate. Se o abaixamento do banco não 1) Liberar as extremidades supe- ampliar suficientemente o porta- riores A-fig. 114 dos dois tirantes. 3) Abaixar segu- malas para se colocar objetos parti- 2) Liberar os pinos A-fig. 115 do rando-o sempre. Quando estiver cularmente longos, estes podem ser totalmente abaixado, ficará no bagagito de suas sedes (B) e retirá-lo. transportados com a tampa do mesmo nível da superfície de carga porta-malas fechada e o pára-cho- fig. 117. que basculado. Não é permitido conduzir com a tampa do porta-malas levantada, pois a placa não fica visível e, ao mesmo tempo, é desaconselhado pelo fato de que os gases de esca- pamento podem ser aspirados para dentro do veículo. B Colocar as cargas pesadas o mais A para a frente possível e prendê-las de maneira que não se movam. A fig. 115 fig. 116 A-60 Cobertura do porta-malas Para se ter acesso ao porta-malas CAPÔ DO MOTOR pelo interior do veículo, atrás do É semi-rígida, pode ser levantada encosto: Para abrir capô: tanto pela sua parte dianteira quan- retirar os pinos das sedes late- 1) Puxar a alavanca A-fig. 119 to pela sua parte traseira e removida. A sob o painel. 1) Como se enrola pela parte tra- enrolar a cobertura para trás. 2) Apertar a A-fig. 120. seira. 3) Levantar capô pela parte Para aumentar o espaço de aces- Como se monta: central e, ao mesmo tempo, liberar ao porta-malas: a haste de sustentação B-fig. 121 do retirar os pinos A-fig. 118 das pela parte dianteira (com a sedes laterais B; cobertura enrolada) introduzir os dispositivo de travamento. enrolar a cobertura para a fren- pinos nas sedes laterais; 4) Introduzir a extremidade da haste na sede A do capô. te. pela parte traseira, desenrolar a cobertura; 2) Como se enrola pela parte dianteira. segurando-a lateralmente mantendo-a sob tensão, puxá-la até introduzir os pinos nas sedes. A A B fig. 117 fig. 118 fig. 119 A-61A Executar a operação 2) Abaixar capô até aproxima- FARÓIS somente com o veículo damente 20 cm do vão do motor. parado. 3) Deixá-lo cair. O capô se trava REGULAGEM DO FACHO LUMI- NOSO Antes de abrir o capô, A certificar-se de que os bra- Verificar sempre o corre- dos limpadores do A to fechamento do capô, ADVERTÊNCIA: a correta regula- pára-brisa não estão levantados. para evitar que se abra com gem dos faróis é determinante para o veículo em movimento. o conforto e a segurança não somente de quem dirige, mas tam- ATENÇÃO: o posiciona- bém para todos os usuários da A mento incorreto da haste estrada. Para garantir a si e aos de sustentação pode provo- outros as melhores condições de car a queda violenta do capô. visibilidade quando se viaja com os faróis acesos, o veículo deve estar A com os faróis regulados. Para fechar o B Para controle e eventual regula- 1) Manter capô levantado, reti- gem, dirija-se à Rede Assistencial rar a haste B-fig. 121 da sede A e Fiat. recolocá-la em sua sede no disposi- tivo de 3 2 A 1 A fig. 120 fig. 121 fig. 122 A-62 COMPENSAÇÃO DA INCLINA- Regulagem no farol Verificar a regulagem dos ÇÃO LONGITUDINAL fachos luminosos toda vez Para veículos com reguladores que variar o peso da carga Quando veículo está carregado, A-fig. 123 (de con branca) coloca- transportada. inclina-se para trás e, conseqüente- dos nos faróis: A mente, facho luminoso se eleva. Posição 1 - carga normal Neste caso, é necessário regulá-lo REGULAGEM DOS FARÓIS DE corretamente. Posição 2 plena carga. NEBLINA No painel de instrumentos, existe É importante que os dispositivos de ambos os faróis sejam orientados Para controle e eventual regula- um regulador elétrico A-fig. 122. na mesma posição. gem dos faróis de neblina, procure Posição uma ou duas pessoas a Rede Assistencial Fiat. nos bancos dianteiros. ADVERTÊNCIA: para o correto Posição 1 cinco pessoas funcionamento do regulador, é Posição 2 cinco pessoas + carga necessário que a carga no porta- no porta-malas até 100 kg no máximo. malas não supere os valores máxi- mos descritos. Posição 3 motorista + somente carga distribuída no porta-malas até 250 kg no máximo. A 1 2 fig. 123 A-63ABS Em caso de qualquer anomalia, Não retirar ou colocar conec- sistema ABS se desativa automatica- tor da unidade de comando com O ABS (Sistema Antitravamento mente e passa a funcionar normal- comutador de ignição ligado. das Rodas) é um dispositivo combi- mente sistema convencional. Não desligar a bateria com o nado com sistema de freio con- Nesta situação, a luz espia se motor em funcionamento. vencional, que impede travamen- acende no painel de instrumentos. to das rodas, permitindo: ADVERTÊNCIA: os veículos Fiat, CORRETOR DE FRENAGEM melhorar controle e a estabi- ELETRÔNICO EBD equipados com ABS, devem utilizar lidade do veículo durante a frena- exclusivamente rodas, pneus e gem; veículo é dotado de um corre- guarnições frenantes do tipo e aproveitar a fundo a aderência tor de frenagem eletrônico denomi- marca aprovados pelo fabricante. de cada pneu. nado EBD (Electronic Braking Device) que, através da centralina e Uma central eletrônica recebe os ABS não dispensa o dos sensores do sistema ABS, permi- sinais provenientes das rodas, iden- motorista de uma direção te intensificar a ação do sistema de tifica quais tendem a travar-se e prudente, sobretudo em freios informa a uma central eletro- piso enlameado ou molhado. hidráulica para cortar, manter ou Nos veículos equipados enviar pressão aos cilindros de Cuidados com sistema ABS: com corretor eletrônico de comando dos freios, de modo a evi- Em caso de solda elétrica no frenagem (EBD), o acendi- tar desligar a bateria e a unida- mento simultâneo das luzes-piloto motorista é advertido da entra- de de comando elétrica. e com o motor ligado, indi- da em funcionamento do ABS pelo Retirar a unidade de comando ca uma anomalia do sistema EBD; pulsar do pedal do freio. neste caso, nas freadas violentas elétrica quando o veículo for colo- Este comportamento é absoluta- cado em estado de secagem pode ocorrer um travamento pre- mente regular e indica que O siste- (temperatura acima de 80°C) coce das rodas traseiras, com possi- ma está operante. bilidade de derrapagem. Conduzir Desconectar os cabos da bate- o veículo, com extrema cautela, à ria antes de carregá-la ou antes de Rede Assistencial Fiat mais próxima qualquer reparo no sistema ABS. para a verificação do sistema. A-64 A o acendimento apenas AIR BAGS FRONTAL Imediatamente depois a bolsa se da luz-piloto com o esvazia. motor ligado, indica nor- E LATERAL A entrada em funcionamento do malmente uma anomalia somente air bag produz calor e libera uma do sistema ABS. Neste caso, o siste- AIR BAG FRONTAL pequena quantidade de fumaça. ma de freios mantém a sua eficiên- Esta fumaça não é nociva e não cia normal, não existindo, no Descrição e funcionamento indica um princípio de incêndio. entanto, a função antitravamento. Em tais condições, também a fun- O air bag é um dispositivo consti- A eficácia do sistema air bag é tuído de uma bolsa com enchimen- constantemente verificada por uma cionalidade do sistema EBD pode ser reduzida. Também neste caso, é to instantâneo, contida em um vão central eletrônica. aconselhável dirigir-se imediata- apropriado no centro do volante, Na eventualidade de alguma ano- mente à Rede Assistencial Fiat mais em frente ao motorista, e que, quando malia, a luz espia se acende. próxima, conduzindo de modo a previsto, equipa também painel Neste caso, procure a Rede evitar freadas bruscas, para a veri- em frente ao passageiro dianteiro. Assistencial Fiat. ficação do sistema. É disponível, portanto para lado do motorista ou para ambos os lugares dianteiros. A eficiência do sistema, A em termos de segurança O air bag não substitui cinto de ativa, não deve induzir o segurança. Trata-se de um dispo- motorista a correr riscos inúteis e sitivo suplementar ao mesmo, injustificáveis. A conduta a manter sendo acionado exclusivamente em ao volante deve ser sempre a ade- caso de impacto frontal violento. quada para as condições atmosféri- Seu acionamento reduz risco de cas, a visibi-lidade da estrada, o contato entre a cabeça/tórax do trânsito e as normas de circulação. ocupante contra volante/painel do veículo, em decorrência da violên- cia do choque fig. 124. fig. 124 A-65A air bag não se ativa Não colocar adesivos ou ADVERTÊNCIA: recomenda-se, nos casos de impactos fron- A outros objetos no volante mesmo no caso de cadeirinhas vol- tais não violentos, choques ou na área do air bag do tadas para a frente, usar o banco laterais, choques traseiros ou con- lado do passageiro. Não viajar com traseiro, com veículo equipado tra obstáculos que absorvam a objetos no colo e muito menos com air bag. energia do impacto. Nesses casos, usando cachimbo, com lápis na os ocupantes são protegidos boca etc. Em caso de colisão, com A colocação no banco traseiro somente pelos cintos de segurança intervenção do air bag, tais objetos (possivelmente atrás do banco do do veículo, que devem, por isso, ser podem causar graves danos. passageiro) é a posição indicada, sempre usados. sendo a mais protegida no interior Dirigir mantendo sempre do veículo. Girando a chave na posi- as mãos no volante de A ção MAR, a luz espia se modo que, em caso de A instalação do air bag tem uma acende, mas deve apagar- intervenção do air bag, o mesmo validade de 10 anos. Ao aproximar- se após cerca de 4 segundos. Se a possa inflar-se sem encontrar obs- se da data de vencimento, procure espia não se acender, permanecer táculos que possam causar graves a Rede Assistencial Fiat. acesa ou acender-se durante a mar- danos. Não dirigir com o corpo cha, parar imediatamente o veículo curvado para a frente. Manter o e procurar a Rede Assistencial Fiat. encosto do banco em posição ereta e apoiar bem as costas. GRAVE PERIGO: com o veículo equi- pado com air bag do lado do passageiro, não colocar no banco dianteiro a cadeirinha para transporte de crianças. A-66 AIR BAG LATERAL air bag não é um substituto, ADVERTÊNCIAS mas um complemento ao uso dos O objetivo do air bag lateral cintos de segurança, os quais Em caso de acidente com ativa- fig. 125 é aumentar a proteção dos devem ser sempre usados. ção do air bag, procure a Rede ocupantes dos bancos dianteiros, Assistencial Fiat para substituir o A por ocasião de um choque lateral Para veículos equipados com dispositivo, os cintos de segurança violento. air bags laterais, não recobrir o e também a eventual cadeirinha É constituído de um módulo Side encosto dos bancos dianteiros com para crianças. bag alojado no encosto dos bancos revestimentos. Todas as intervenções de con- dianteiros; esta solução permite ter trole, reparação e substituição do air bag (a almofada) na posição Se o veículo sofreu furto air bag devem ser efetuadas na adequada em relação ao ocupante, A ou tentativas de furto, se Rede Assistencial Fiat. independentemente da regulagem sofreu atos de vandalismo, Em caso de sucateamento do do banco. inundações ou alagamentos, verifi- veículo, é necessário procurar a car o sistema air bag na Rede Rede Assistencial Fiat para desati- Assistencial Fiat. var a instalação. Em caso de mudança de pro- priedade do veículo, é indispensá- vel que o novo proprietário conhe- ça as modalidades de utilização e as advertências acima indicadas, e entre de posse do Manual de Uso e Manutenção. fig. 125 A-67NO POSTO DE A adição de outro tipo de Um catalisador ineficiente acar- gasolina no tanque (ex.: reta emissões prejudiciais na des- ABASTECIMENTO gasolina de aviação), não carga e a poluição homologada para uso automotivo, ambiental. Os dispositivos contra poluição pode provocar danos irreversíveis do Fiat Marea, Marea Weekend e no conversor catalítico. ADVERTÊNCIA: os postos de Brava requerem o uso exclusivo de combustíveis contam com bombas gasolina sem chumbo. Se o veículo estiver em trânsito de desligamento automático que, Não colocar gasolina por outros países (Uruguai, Para- em alguns casos, interrompem o guai, Argentina etc.) certifique-se abastecimento antes do completo com chumbo no de que o abastecimento seja feito enchimento do tanque do veículo. rio, nem em casos de emer- gência e nem mesmo uma quanti- somente com gasolina ecológica, Se isso ocorrer, solicite a operação dade mínima. Isto poderia danificar que não contém chumbo em sua manual da bomba, de forma a irremediavelmente o catalisador. composição. introduzir no tanque o combustível que falta para atingir a sua capaci- De acordo com a portaria n° 71 da dade máxima assim possibilitar a ANP (Agência Nacional de Petróleo) efetiva indicação de tanque cheio a gasolina, normalmente disponível no quadro de instrumentos. no mercado brasileiro, não deve conter chumbo em proporções que possam causar danos ao conversor catalítico dos automóveis. A fig. 126 fig. 127 fig. 128 A-68 TAMPA DO RESERVATÓRIO DE Durante abastecimento, confor- combustível que escor- COMBUSTÍVEL me a versão, posicionar a tampa A re acidentalmente, durante no local existente na portinhola, o abastecimento, além de O destravamento da tampa de como ilustrado na fig. 132. ser poluente, pode danificar a pin- acesso ao bocal de abastecimento é tura do veículo na região do bocal A Terminado abastecimento, feito por dentro do veículo, através da recoloque a tampa em sua sede e a de abastecimento. A fig. 127 ou 128. Levantar a alavanca pela parte dianteira. rosqueie no sentido horário até ouvir ruído característico de trava- Em caso de necessidade, puxar mento. cabo A-fig. 129 ou C-fig. 130 (girar as manoplas A e retirar a tampa B) Não se aproximar do existente dentro do porta-malas, na bocal com chamas ou lateral direita. cigarros acesos: perigo de fechamento hermético da incêndio. Evitar também aproximar tampa, que é rosqueada, pode o rosto, para não inalar vapores determinar um ligeiro aumento da nocivos. pressão no reservatório. Assim, ao retirar a tampa, gire-a algumas vol- tas no sentido anti-horário, aguarde alguns segundos até a despressuri- zação do reservatório e a remova, fig. 131. Um eventual barulho de respiro ao retirar a tampa é normal fig. 131 B A A A A 129 fig. 130 fig. 132 A-69PRESERVAÇÃO DO UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS NÃO DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS PREJUDICIAIS AO MEIO AMBIENTE EMISSÕES DOS MOTORES A MEIO AMBIENTE GASOLINA Nenhum componente do veículo A preservação do meio ambiente contém amianto ou cádmio. Conversor catalítico trivalente dirigiu o projeto e a realização dos (catalisador) Fiat Marea, Marea Weekend e Brava Os forros e o sistema de ar-condi- em todas as suas fases. O resultado cionado não possuem CFC (Cloro- Óxido de carbono, óxidos de está na utilização de materiais e na gases considerados azoto e hidrocarburetos não quei- regulagem dos dispositivos de responsáveis pela redução da cama- mados são os principais componen- forma a reduzir ou limitar drastica- da de tes nocivos dos gases de descarga. mente as influências nocivas ao catalisador é um "laboratório meio ambiente. em miniatura", no qual um altíssimo Os Fiat Marea, Marea Weekend e percentual destes componentes se Brava estão prontos para viajar com transforma em substâncias uma boa margem de vantagem nas A transformação é favorecida mais severas normas internacionais pela presença de minúsculas contra poluição. culas de metais nobres presentes no corpo cerâmico envolvido pela caixa metálica de aço inoxidável. A-70 Sonda Lambda Ruídos veiculares É importante seguimento do "Plano de Manutenção Progra- Garante controle da exata rela- Este veículo está em conformida- para que veículo perma- ção da mistura ar/gasolina, funda- de com a legislação vigente de dentro dos padrões antipo- mental para o correto funcionamen- controle da poluição sonora para luentes. A to do motor e do catalisador. veículos automotores. Limite máximo de ruído para a Trafegar com o sistema Sistema antievaporação fiscalização de veículo em circula- de escapamento modifica- ção (veículo parado, segundo do ou danificado, além de Sendo impossível, mesmo com Resolução n° 01/93 do CONAMA): aumentar consideravelmente o motor desligado, impedir a forma- nível de ruído do veículo (poluição ção dos vapores de gasolina, a ins- sonora), constitui uma infração ao talação os armazena em um reci- Marea e Marea Weekend Código Nacional de Trânsito. piente especial com carvão ativado, HLX ELX Turbo do qual são em seguida aspirados e Não jogue resíduos ou recipien- queimados durante funcionamen- 84,0 dB 84,0 dB 86,0 dB 83,1 dB tes vazios na rua; mantenha dentro to do motor. do veículo um saco plástico para guardá-los até que possa descartá- Alterações feitas no Brava los em uma lixeira apropriada. Esta A culo com o objetivo de SX ELX HGT prática ajuda a manter as ruas mais aumentar o seu desempe- limpas, evitando o entupimento dos nho, tais como a retirada do catali- 81,6 dB 81,6 dB 88,0 dB esgotos, reduzindo, assim, o perigo sador e/ou modificações no sistema das enchentes causadas pelas fortes de eletrônica, além de con- chuvas de verão. tribuírem para aumentar desneces- sariamente a poluição atmosférica, podem resultar no cancelamento da garantia dos componentes envolvidos. A-71Não jogue pontas de cigarro para Reciclagem obrigatória Riscos do contato com a solução fora da janela; além de evitar incên- ácida e com o chumbo dios e queimadas, você estará con- Não descarte a no Quando a solução ácida e o tribuindo para a conservação do lixo. chumbo contidos na bateria são solo. descartados na natureza de forma lixo que é jogado na rua colo- Devolva a bateria usada incorreta, poderão contaminar o ca em risco as gerações futuras ao revendedor no ato da solo, subsolo e as águas, bem devido ao altíssimo tempo de troca. como causar riscos à saúde do ser decomposição de determinados humano. Composição básica: chumbo, materiais. ácido sulfúrico diluído e plástico. No caso de contato acidental DESTINAÇÃO DE BATERIAS Os pontos de venda são obriga- com os olhos ou com a pele, lavar dos a aceitar a devolução de sua imediatamente com água corrente e Todo consumidor/usuário final é bateria usada, bem como armaze- procurar orientação médica. obrigado a devolver sua bateria ná-la em local adequado e devolvê- usada a um ponto de venda la ao fabricante para reciclagem. (Resolução CONAMA 257/99 de 30/06/99). A-72 USO CORRETO DO VEÍCULO Para utilizar o veículo Fiat do melhor modo possível, PARTIDA DO MOTOR B-1 para não danificá-lo e, principalmente, para poder apro- NO ESTACIONAMENTO B-3 veitar todas as suas qualidades, neste capítulo sugerimos "o que fazer, o que não fazer e o que evitar". USO DO CÂMBIO B-4 Trata-se, na maior parte dos casos, de comportamen- DIREÇÃO SEGURA B-5 B tos válidos também para outros veículos. Em outros, pode tratar-se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat DIREÇÃO ECONÔMICA E RESPEITO AO Marea, Marea Weekend e Brava. Assim, é preciso prestar MEIO AMBIENTE B-8 muita atenção neste capítulo também, para conhecer o REBOQUE DE "TRAILERS" B-10 comportamento na direção e no uso que lhe permitirão desfrutar ao máximo do seu veículo. LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO B-11 CONTROLES NORMAIS E ANTES DE LONGAS VIAGENS B-11 ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO CLIENTE B-12PARTIDA DO 3) Apertar a fundo o pedal da ADVERTÊNCIA: com o motor des- embreagem, sem apertar o pedal do ligado, não deixar a chave de ignição MOTOR acelerador. na posição MAR. 4) Girar a chave de ignição na posi- ADVERTÊNCIA: com o motor frio, É perigoso funcionar o ção AVV e soltá-la logo que motor A motor em local fechado. funcionar. enquanto se gira a chave de ignição na posição AVV, é necessário apertar motor consome oxigênio e Com motor funcionan- a fundo o pedal do acelerador e B descarrega gás carbônico e outros do, não tocar os cabos de soltá-lo logo que o motor funcione. gases tóxicos. alta tensão (cabos das velas). Nos primeiros segundos de funcio- Se o motor não funcionar na pri- namento, sobretudo após uma longa Se motor não funcionar na pri- meira é necessário recolo- meira tentativa, é necessário recolo- inatividade, pode-se perceber um car a chave na posição STOP antes de nível mais elevado de rumorosidade car a chave na posição STOP antes de repetir a partida. do motor. repetir a partida. Se, com a chave na posição MAR a Este fenômeno, que não prejudica a Se, com a chave na posição MAR a luz espia permanecer acesa, reco- funcionalidade, é característico das luz espia permanecer acesa junta- menda-se recolocar a chave na posi- válvulas hidráulicas: o sistema de dis- mente com a luz espia recomen- ção STOP e depois novamente em da-se recolocar a chave na posição tribuição foi escolhido para os moto- se a luz espia continuar acesa, res a gasolina de seu veículo Fiat para STOP e depois novamente em MAR; experimentar com as outras chaves contribuir para a redução das inter- se a luz espia continuar acesa, experi- do veículo. mentar com as outras chaves do venções de manutenção. culo. Se ainda assim o motor não funcio- nar, procure a Rede assostencial Fiat. Se ainda assim o motor não funcio- PROCEDIMENTOS nar, recorrer à partida de emergência (ver "Partida de Emergência" no capí- 1) Certificar-se de que freio de tulo "Em e procure a mão está acionado. Rede Assistencial Fiat. 2) Colocar a alavanca do câmbio em ponto morto. B-1 COMO AQUECER MOTOR Deve ser absolutamente CARACTERÍSTICAS E CONDIÇÕES GO APÓS o FUNCIONAMENTO evitada a partida mediante DE USO DE MOTORES TURBO- empurrão, reboque ou apro- COMPRIMIDOS Colocar motor em marcha lenta- veitando descidas. Estas manobras mente, fazendo com que gire em rota- podem causar o afluxo de combusti- Sobrealimentar um motor a explo- ção média, sem golpes de aceleração. vel no catalisador e danificá-lo irre- são significa colocar dentro de seus Evitar solicitar desde os primeiros paravelmente. cilindros, com o auxílio de um com- quilômetros máximo de desempe- pressor, uma quantidade de mistura nho do veículo. Recomenda-se aguar- Lembre-se de que com o por ciclo, maior do que aquela que o dar até que a temperatura da água motor desligado, o servo- motor é capaz de aspirar naturalmen- atinja os 50°C 60°C. freio e a direção hidráulica te. não estão ativados. Portanto, é Com aumento do volume de Nota: nunca funcione motor sem necessário exercer maior esforço massa de dentro da câmara de filtro de tanto no pedal do freio como no combustão do motor, uma quantidade volante. maior de combustível pode ser injeta- PARTIDA DE EMERGÊNCIA da para produzir maior potência e tor- PARA DESLIGAR o MOTOR que, elevando a capacidade de reali- Se o sistema FIAT CODE não reco- zar trabalho do motor sem compro- nhecer o código transmitido pela Com motor em marcha lenta, meter a sua durabilidade. chave de ignição (luz espia no girar a chave da ignição na posição Com uso do turbocompressor a quadro de instrumentos acesa com STOP. combustão se torna mais completa e luz fixa), pode-se fazer a partida de emergência utilizando código do ADVERTÊNCIA: após um percurso limpa, diminuindo a emissão de CODE card. cansativo, é recomendável deixar o poluentes na atmosfera. motor "tomar fôlego" antes de desli- motor com turbocompressor Reportar-se ao capítulo "Em emer- gá-lo, deixando-o funcionar em mar- adquire uma condição de funcio- cha lenta, para permitir que a tempe- namento mais silenciosa e aumenta ratura dentro do vão do motor se seu torque em todas as faixas de rota- abaixe. ção em que turbocompressor estiver em funcionamento. B-2NO ESTACIONAMENTO FREIO DE ESTACIONAMENTO fig. 1 Não funcione motor em altas rotações e não dê Desligar acionar o freio de Para acionar freio de estacio- golpes de aceleração estando ele em fase de aquecimen- mão, engatar a marcha marcha na puxar a para cima subida ou marcha à ré em descida) e até travar no dente necessário para to, além disso, nos primeiros quilô- deixar as rodas voltadas em direção imobilizar completamente o veículo. metros de percurso não solicite do mesmo máximo de rendimento. ao meio-fio (guia) do passeio. Se o Com freio de estacionamento veículo estiver estacionado em forte Nunca funcione motor sem fil. puxado e a chave de ignição na posi- B recomenda-se também travar tro de ção acende-se a luz espia as rodas com ou pedras. no quadro de instrumentos. Depois de um percurso em con- Não deixar a chave da ignição na dições severas, não desligue Para desacionar o freio de estacio- posição MAR porque a bateria se des- motor imediatamente, mas deixe-o namento: girar em marcha lenta por aproxi- Ao sair do retire sempre a 1) Levantar ligeiramente a alavan- madamente um minuto. Isso per- ca e apertar o botão de destravamen- mitirá resfriamento e a lubrifica- to A. ção do turbocompressor. Não deixar nunca crian- 2) Manter apertado botão e abai- ças sozinhas dentro do xar a alavanca. A luz espia se culo estacionado. apaga. 3) Para evitar movimentações aci- dentais do executar a mano- bra com o freio de serviço (pé) aper- tado. fig. B-3 ADVERTÊNCIA: ao estacionar o USO DO CÂMBIO Para mudar corretamente veículo, lembre-se sempre de puxar o A as marchas, é necessário freio de estacionamento e virar as Para engrenar as marchas, pisar a pisar a fundo no pedal da rodas em direção ao meio-fio (guia) fundo no pedal da embreagem e embreagem; portanto, o piso sob os do passeio. Em ruas em aclive ou colocar a do câmbio em pedais deve estar livre de obstáculos. declive, a ação apenas do freio de uma das posições do esquema na Certificar-se de que eventuais tapetes estacionamento poderá não ser sufi- fig. 2 (o esquema está colocado tam- estejam bem esticados e não interfi- ciente; neste caso, além das reco- bém no pomo da ram com os pedais. mendações acima, condutor deverá deixar o veículo sempre engrenado Para engrenar a marcha à ré (o (em marcha). culo deve estar parado), pisar no VELOCIDADES PARA A TROCA DE pedal da embreagem até o fim do MARCHAS curso, aguardar alguns segundos e, só Para se obter a máxima economia, Independente dos prazos constan- então, deslocar a alavanca, partindo recomendamos observar os seguintes tes do "Plano de Manutenção da posição para a direita e limites de velocidades para a troca de Programada" e sem prejuízo dos mes- para Com este procedimento, marchas: mos, sempre que for requerido maior tem-se um engate mais suave da mar- esforço para acionamento do freio de estacionamento de seu veículo, leve- o à Rede Autorizada Fiat para repara- 25 40 55 65 ção. 1 3 2 4 R fig. 2 B-4DIREÇÃO SEGURA Certificar-se de que eventuais sis- em cadeiras apropriadas e que os temas de proteção para crianças eventuais animais não possam atrapa- No projeto de seus veículos, a Fiat (cadeirinhas) estejam corretamente as operações de direção. trabalhou a fundo para obter veículos fixados, preferivelmente no banco tra- As longas viagens devem ser feitas aptos a garantir a máxima segurança seiro. em condições ótimas. aos passageiros. Todavia, comporta- Evitar refeições pesadas antes de mento na direção é sempre um fator viajar. Uma alimentação leve contri- Não dirija em estado de decisivo para a segurança. bui para manter vivos os reflexos. embriaguez, sob efeito de A seguir você encontrará algumas Evitar absolutamente ingerir bebidas ou de deter- regras simples para viajar com segu- alcoólicas. minados remédios: é rança em diversas condições. Com Periodicamente, lembrar-se de veri- para si e para os outros. certeza, muitas lhe serão familiares ficar quanto descrito no parágrafo mas, de qualquer forma, é sempre útil "Controles antes de longas viagens" ler tudo com atenção. Colocar sempre os cintos neste capítulo. de segurança, tanto diantei- ros como traseiros. Viajar ANTES DE DIRIGIR DURANTE A VIAGEM sem colocá-los aumenta o risco de Certificar-se do correto funciona- lesões graves ou de morte em caso de A primeira regra para uma direção mento das luzes e dos acidente. segura é a prudência. Regular bem a posição do banco, Prudência significa também colo- Não dirigir por muitas horas con- do volante e dos espelhos retroviso- car-se em condições de prever um secutivas. Efetuar paradas periódicas para obter a melhor posição de comportamento errado ou impruden- para fazer um pouco de movimento e direção. te dos outros. revigorar corpo. Regular cuidadosamente apoio Observar estritamente as leis do Fazer uma constante troca de de cabeça de modo que a cabeça, e trânsito e respeitar os limites de velo- no interior do veículo. não o pescoço, se apóie no mesmo. cidade. Não percorrer descidas com Certificar-se de que nada (tapetes, Certificar-se sempre de que, além motor desligado: não se tem auxílio por exemplo) impeça o curso dos de você, todos os outros passageiros do freio motor nem do servofreio, pedais. estejam usando cinto de segurança, cuja ação frenante exigirá maior que as crianças transportadas estejam esforço no pedal. B-5 Não viajar com objetos no A certificar-se da correta regulagem reduzir a velocidade e manter assoalho à frente do banco dos Se estiverem muito baixos, maior distância de segurança dos do motorista, em caso de fre- reduzem a visibilidade e cansam a outros nagem, poderá se prender entre os vista. Se estiverem muito altos podem se chove muito forte, a visibilida- pedais e impossibilitar de acelerar ou incomodar os motoristas que trafe- frear. de se reduz Neste caso, mesmo gam em sentido durante dia, acenda os faróis baixos usar os faróis altos somente fora para se tornar visível aos outros; DIRIGIR À NOITE da cidade e quando estiver seguro de não atravessar poças d'água em não incomodar os outros motoristas; alta velocidade e empunhar volante As principais indicações a seguir, cruzando com outro veículo, firmemente; atravessar uma poça quando se viaja à noite, são: abaixar farol; d'água em alta velocidade pode oca- dirigir com especial À manter as lanternas e os faróis lim- sionar perda do controle do veículo noite as condições de direção são pos; pela diminuição da aderência (aqua- mais severas; fora da cidade, prestar atenção na planagem); reduzir a velocidade, sobretudo travessia de animais. posicionar os comandos de venti- em estradas sem iluminação; lação para desembaçamento (ver aos primeiros sintomas de sono- capítulo "Conhecendo o veículo"), de DIRIGIR COM CHUVA lência, pare veículo. Prosseguir via- modo a não ter problemas de visibili- gem seria um risco para si e para os A chuva e as estradas molhadas sig- outros. Retomar a marcha somente nificam perigo. Em uma estrada verificar periodicamente as condi- após um repouso suficiente; molhada todas as manobras são mais ções das palhetas dos limpadores do manter uma distância de seguran- difíceis, uma vez que o atrito das pára-brisa. ça, com relação ao veículo à frente, rodas no asfalto é consideravelmente maior do que durante dia. É difícil reduzido. os Evite trafegar com o veícu- avaliar a velocidade dos outros veícu- espaços de frenagem se alongam e a lo em áreas alagadas, o que los quando se vêem somente as luzes; manutenção em curva diminui. poderá ocasionar danos ao Algumas recomendações em caso motor. de B-6DIRIGIR NA NEBLINA Conservar uma longa distância de Dirigir a uma velocidade modera- segurança do veículo à frente. da, evitando "cortar" as curvas. Se a neblina estiver muito densa, Evitar o quanto possível, as varia- Lembre-se que a ultrapassagem evitar o quanto possível as ções imprevistas de velocidade. em subida é muito mais lenta e, por- Em caso de marcha com tempo Evitar possivelmente as ultrapas- tanto, requer uma estrada mais livre. nebuloso, neblina uniforme ou possi- sagens de outros veículos. Se estiver sendo ultrapassado em bilidade de neblina branda subida, facilite a ultrapassagem do Em caso de parada forçada do veí- mantenha uma velocidade mode- outro veículo. culo (defeito, impossibilidade de rada; prosseguir por causa da visibilidade acenda os faróis baixos, mesmo DIRIGIR COM ABS etc.), procurar antes de tudo parar durante o dia, as luzes traseiras de fora da pista de rolamento. Acender neblina, e os eventuais faróis de ABS é um equipamento do sis- as luzes de emergência e, se possível, neblina. Não usar os faróis altos. os faróis baixos. tema frenante que oferece 2 vanta- gens: Buzinar fortemente se perceber a 1) Evita travamento das rodas nas ADVERTÊNCIA: nos trechos de aproximação de outro veículo. frenagens de emergência e especial- boa visibilidade, apagar as luzes tra- mente em condições de pouca ade- seiras de neblina. A alta intensidade DIRIGIR EM ESTRADAS MONTA- rência. da luz ofusca os ocupantes dos veícu- NHOSAS 2) Permite frear e movimentar a los que trafegam atrás. Em descida, usar freio motor, direção ao mesmo tempo, para evitar engrenando marchas reduzidas, para obstáculos imprevistos ou para dirigir Lembre-se que existindo neblina, não superaquecer os freios. veículo para onde se quer durante a existe também umidade no asfalto e, frenagem, naturalmente dentro dos Não percorrer absolutamente des- portanto, maior dificuldade em qual- limites físicos de aderência lateral do cidas com motor desligado ou com quer tipo de manobra, com prolonga- o câmbio em ponto morto, e muito pneu. mento dos espaços de frenagem. menos com a chave da ignição desli- gada. B-7 PARA APROVEITAR MELHOR o DIREÇÃO PRESERVAÇÃO DOS DISPOSITI- ABS: ECONÔMICA E vos DE REDUÇÃO DAS EMIS- POLUENTES nas frenagens de emergência ou com baixa aderência do piso, obser- RESPEITO AO Um correto funcionamento dos dis- va-se uma pulsação no pedal do freio. MEIO AMBIENTE positivos contra poluição garante não Isto é sinal de que ABS está em fun- somente respeito ao meio ambiente, Não soltar pedal; con- O respeito ao meio ambiente é mas também influi no desempenho tinuar a apertá-lo para dar continuida- um dos princípios que guiou a rea- do veículo. Manter estes dispositivos de à ação frenante. lização dos Fiat Marea, Marea em boas condições é a primeira regra ABS impede travamento das Weekend e Brava. Seus dispositivos para uma direção ecológica e econô- rodas, mas não aumenta os limites contra a poluição estão bem acima mica ao mesmo tempo. físicos de aderência entre pneus e das exigências legais. A primeira precaução é seguir Portanto, mesmo com veí- Todavia, meio ambiente merece integralmente plano de Manu- culo equipado com ABS, respeitar a a atenção de todos. tenção Programada. distância de segurança dos veículos à frente e limitar a velocidade na entra- motorista, seguindo algumas Usar exclusivamente gasolina sem simples regras, pode evitar danos ao chumbo. da de curvas. meio ambiente e muitas vezes redu- Se a partida for difícil, não insistir ABS serve para aumentar con- consumo de combustível. trole nas frenagens aumentando a com prolongadas tentativas. Evitar Com este propósito, a seguir, des- especialmente as manobras por segurança. crevemos algumas indicações úteis, reboque ou descidas são que se somam a todas aquelas mar- manobras que podem danificar cadas com símbolo presentes catalisador. Utilizar exclusivamente em vários pontos do manual. uma bateria auxiliar. Recomendamos lê-las com aten- ção. B-8Se durante a marcha, motor Não aquecer motor em marcha OUTRAS RECOMENDAÇÕES "girar prosseguir reduzindo lenta antes de partir, a não ser quan- ao mínimo indispensável a solicita- do a temperatura externa estiver Não aquecer o motor com o ção de rendimento do motor, e pro- muito baixa, e neste caso, por não culo parado: nestas condições cure a Rede Assistencial Fiat. mais que 30 segundos. É recomen- motor se aquece muito mais lenta- Ao acender a luz espia de reserva dável utilizar imediatamente o mente, aumentando consumos e de combustível, providenciar o culo com baixas cargas e médias emissões. É melhor partir lentamen- abastecimento o mais rápido rotações. Isto permite aquecer te, evitando rotações elevadas. vel. Um baixo nível de combustível motor no tempo ideal. Logo que as condições do pode causar uma alimentação irre- Não instalar proteções contra go o permitam, utilizar uma marcha gular do motor com inevitável calor e não retirar aquelas existentes mais alta. aumento da temperatura dos gases no catalisador e no tubo de descar- Evitar golpes de aceleração de descarga, causando sérios danos ga. Não pulverizar nada no catalisa- quando se está parado no semáforo ao catalisador. dor, na sonda lambda e nem no ou antes de desligar o motor. Não aquecer o motor, mesmo que tubo de descarga. Manter uma velocidade mais seja somente para teste, com uma uniforme possível, evitando frena- ou mais velas desligadas. A retirada do catalisador gens e retomadas supérfluas, que A dos gases de escapamento, gastam combustível e aumentam as além de não contribuir para aumentar o desempenho do veícu- Durante as paradas prolonga- lo, ocasiona poluição desnecessária das, desligar motor. e constitui um claro desrespeito à Controlar periodicamente a legislação ambiental para veículos pressão dos pneus. Se a pressão automotores. estiver muito baixa, O consumo aumenta. Não viajar com objetos inúteis no porta-malas. O peso do veículo influencia fortemente no consumo de combustível. B-9 Retirar bagageiro do teto REBOQUE DE Nos percursos em descida, enga- quando não estiver sendo utilizado. tar uma marcha baixa, em vez de Este acessório diminui a penetração "TRAILERS' usar constantemente freio. aerodinâmica do veículo. O peso que reboque exerce no Para reboque de Utilizar os dispositivos elétricos gancho do veículo reduz de igual veículo deve estar equipado com somente pelo tempo necessário. A valor a capacidade de carga do gancho para reboque homologado solicitação de corrente aumenta mesmo. e com instalação elétrica adequada. consumo de combustível. Para estar seguro de não ultrapas- Colocar espelhos retrovisores sar peso máximo rebocável Em seu funcionamento específicos para atender às normas A deve-se considerar o peso do rebo- normal, o catalisador atin- de trânsito vigentes. que a plena carga, incluindo os ge elevadas temperaturas. Lembre-se de que reboque acessórios e as bagagens pessoais. Portanto, não estacionar o veículo reduz a possibilidade de superar as sobre material combustível (grama, Respeitar os limites de velocidade rampas máximas. folhas secas, papéis etc.): perigo de para veículos com reboque. incêndio. Não modificar a instala- ção dos freios do veículo A inobservância destas normas para o comando do freio pode criar riscos de incêndio. do reboque. A instalação de frena- gem do reboque deve ser comple- tamente independente da instala- ção hidráulica do veículo. B-10LONGA limpar e proteger as partes pinta- CONTROLES das aplicando ceras protetoras; INATIVIDADE limpar e proteger as partes metáli- NORMAIS E DO VEÍCULO cas brilhantes com produtos encon- ANTES DE LONGAS trados no mercado; Se o veículo ficar parado por mais VIAGENS passar talco nas palhetas dos lim- de um mês, observar as seguintes pre- padores e deixá-las levantadas dos cauções: Periodicamente, lembrar-se de vidros; controlar: colocar o veículo num lugar abrir ligeiramente as janelas; coberto, seco e possivelmente areja- pressão e condições dos pneus; do; cobrir o veículo com uma capa de tecido ou de plástico perfurado. Não nível do líquido da bateria; engrenar uma marcha; usar encerados de plástico compacto nível de óleo do motor; certificar-se que o freio de estacio- que não deixam evaporar a umidade nível do líquido de arrefecimen- namento não está acionado; presente na superfície do veículo; to do motor e condições da instala- desligar os bornes dos pólos da calibrar os pneus com uma pres- bateria (retirar primeiro o borne nega- são de +0,5 bar em relação à normal- nível do líquido dos freios; tivo) e verificar estado de carga da mente indicada e controlá-la periodi- nível do líquido do limpador mesma. Durante a inatividade, a camente; dos vidros; carga da bateria deve ser controlada não esvaziar o sistema de refrige- mensalmente. Recarregar, se a tensão nível do líquido da direção ração do motor. for inferior a 12,5V. hidráulica. ADVERTÊNCIA: se o veículo esti- ver equipado com alarme eletrôni- desligar o alarme com o contro- le remoto e desativar a instalação, girando a chave de emergência na posição "OFF" (ver "Alarme eletrô- nico" no capítulo "Conhe-cendo o B-11 ACESSÓRIOS ADVERTÊNCIA: a utilização de ATENÇÃO! telefones celulares, transmissores de COMPRADOS PELO rádio ou similares no interior do Instalação de acessórios. USUÁRIO culo (sem antena externa) produz A instalação de acessórios ou campos eletromagnéticos de radio- equipamentos, não aprovados pela que, amplificados pelos Fiat Automóveis, que provoquem TRANSMISSORES DE efeitos de ressonância dentro do alterações nas condições originais RADIO E TELEFONES habitáculo, podem causar, além dos da instalação elétrica, da instalação CELULARES potenciais danos à saúde dos passa- de alimentação (reservatório, geiros, mau funcionamento dos siste- bomba, tubulações etc.) e da estru- Os telefones celulares e aparelhos mas eletrônicos com os quais o vei- tura do veículo, efetuada de forma radiotransmissores não podem ser culo está equipado, que podem com- incorreta e/ou sem considerar as usados dentro do veículo, a menos prometer a segurança do mesmo. especificações técnicas da instala- que possuam antena montada exter- ção original, cancela a garantia das namente no veículo. Além disso, a eficiência da trans- partes envolvidas pela intervenção. missão e da recepção destes apare- lhos pode ser prejudicada pelo efei- A instalação deve ser feita sem- to isolante da carroceria do veículo. pre por pessoal qualificado e, para tanto, recomendamos dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. B-12EM EMERGÊNCIA PARTIDA DE EMERGÊNCIA C-1 páginas seguintes foram elaboradas especial- mente para socorrê-lo em situações de emergência PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR C-2 com seu veículo. Como você verá, foram considerados alguns incon- PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA C-3 venientes para cada um deles, é sugerido tipo de intervenção que você pode efetuar pessoalmente. No SE FURAR UM PNEU C-3 caso de contratempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. SE UMA LUZ EXTERNA NÃO SE ACENDER C-8 A este respeito lembramos-lhe que, junto com o SE UMA LUZ INTERNA NÃO SE ACENDER C-17 C Manual de Uso e Manutenção, também constam em seu kit de bordo, o Manual Básico de Segurança no SE QUEIMAR UM FUSÍVEL C-20 Trânsito, Livrete Assistencial de Garantia e o Livrete Confiat, nos quais estão descritos detalhadamente SE A BATERIA DESCARREGAR C-31 todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição em caso de dificuldades. SE FOR NECESSÁRIO LEVANTAR O VEÍCULO C-32 Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura des- SE FOR NECESSÁRIO REBOCAR O VEÍCULO C-33 tas páginas. Assim, em caso de necessidade, você vai saber localizar imediatamente as informações EM CASO DE ACIDENTE C-35 EXTINTOR DE INCÊNDIO C-36 PARTIDA DE 3) Apertar a fundo e manter aperta- 7) Após a introdução do último do o pedal do acelerador. A luz espia manter apertado o pedal do EMERGÊNCIA da injeção acende por aproxima- acelerador. A luz espia acende por damente 8 segundos, e depois apaga; 4 segundos e depois apaga Neste Se o sistema Fiat CODE não conse- neste momento, soltar o pedal do ace- momento, soltar o pedal do acelera- guir desativar o travamento do motor, lerador e contar o número de lampe- dor. as luzes espia e permanecem jos da luz espia 8) Um lampejo rápido da luz espia acesas e o motor não funciona. Para 4) Esperar um número de lampejos (por cerca de 4 segundos) confirma funcionar o motor é necessário fazer a igual ao primeiro dígito do CODE que a operação foi feita partida de emergência. card e, em seguida, apertar e manter 9) Dar a partida no motor girando a apertado o pedal do acelerador até Recomenda-se ler todo o procedi- chave de ignição da posição MAR que a luz espia acenda (por 4 C mento atentamente antes de realizá- para a posição AVV. segundos) e depois apague; neste lo. Se a luz espia permanecer acesa, soltar pedal do acelera- girar a chave da ignição em STOP e dor Se for cometido um erro, é necessá- repetir o procedimento desde o ponto 1. rio recolocar a chave de ignição em 5) A luz espia recomeça a lam- STOP e repetir as operações desde pejar. Após um número de lampejos início (ponto 1). igual ao segundo dígito do código do ADVERTÊNCIA: após uma partida 1) Ler código eletrônico de 5 dígi- CODE card. apertar e manter aperta- de emergência, é recomendável pro- tos existente no CODE card. do o pedal do acelerador. curar a Rede Assistencial Fiat para regularizar a situação, a fim de evitar 6) Proceder do mesmo modo para 2) Girar a chave de ignição em que a partida de emergência tenha os restantes dígitos do CODE card. MAR. que ser feita a cada funcionamento do motor C-1

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