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EXPERIMENTO 8: PERDA DE CARGA LINEAR OU DISTRIBUÍDA Relatório Apresentado à Disciplina de Fenômenos de Transporte Experimental da Unidade Acadêmica de Engenharia Civil do CTRN da UFCG como requisito básico para aprovação na citada disciplina. rian.campos@estudante.ufcg.edu.br Campina Grande – PB, setembro de 2024. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 3 1.1. OBJETIVOS .......................................................................................................... 5 2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .............................................................. 6 2.1 MATERIAIS ......................................................................................................... 6 2.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ................................................................ 6 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES ............................................................................ 7 4. CONCLUSÃO .......................................................................................................... 9 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................... 10 6. ANEXO I: MEMORIAL DE CÁLCULO .............................................................. 11 Experimento 8: Perda de Carga Linear ou Distribuída Autor: Rian Campos Almeida Unidade Acadêmica de Engenharia Civil, Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande, Bodocongó, 58109-970, Campina Grande – PB Resumo: A perda de carga ocorre devido ao atrito e viscosidade no escoamento de fluidos reais, onde parte da energia é dissipada em calor. O regime laminar apresenta resistência ao fluxo pela viscosidade, enquanto o regime turbulento envolve também a inércia, intensificada pela rugosidade das paredes. A equação de Colebrook-White e a equação de Darcy-Weisbach são usadas para calcular a perda de carga distribuída e o fator de atrito em diferentes regimes de escoamento. O estudo desses fenômenos é essencial para a análise e previsão do comportamento dos fluidos em sistemas hidráulicos. Palavras chave: Perda de carga, fator de atrito, escoamento turbulento, rugosidade. 1. INTRODUÇÃO Definimos por perda de carga a energia dissipada em forma de calor devido ao atrito e à viscosidade em uma canalização (Gomes, 2009). A equação de Bernoulli é aplicado em fluidos perfeitos, ou seja, incompressíveis e sem viscosidade. No entanto, para fluidos reais, isso não é completamente válido, pois ao se deslocarem de um ponto a outro, parte da energia é dissipada na forma de calor. Essa dissipação de energia é conhecida como perda de carga e é um conceito fundamental na Hidráulica. Abaixo, está ilustrado esse processo de forma esquemática. Figura 1 – Ilustração do processo da perda de carga Fonte: Zanini (2016) Desse modo, é incluído, na equação de Bernoulli, a perda de carga ∆h (1-2) 𝑧1 + 𝑝 𝛾 + 𝑣1 2 2𝑔 = 𝑧2 + 𝑝 𝛾 + 𝑣2 2 2𝑔 + ∆𝒉𝟏−𝟐 A perda de carga linear ou distribuída refere-se à energia dissipada ao longo de trechos retos de tubulações, sendo geralmente a principal em comparação às perdas localizadas. Essa perda depende de fatores como o diâmetro e o comprimento da tubulação, a rugosidade da parede, além das propriedades do fluido, como massa específica, viscosidade e velocidade de escoamento. No regime laminar, a resistência ao fluxo é causada principalmente pela viscosidade, formando uma camada de fluido com velocidade zero próxima às paredes. No regime turbulento, essa resistência envolve tanto a viscosidade quanto a inércia, com a rugosidade da parede intensificando a turbulência. O Número de Reynolds, uma variável adimensional, permite avaliar o equilíbrio entre as forças de inércia e viscosidade. 𝐑𝐞 = 𝐯𝐃 𝛖 Quando predominam as forças viscosas, o Número de Reynolds será baixo, caracterizando um regime laminar; com o predomínio das forças de inércia, ele será elevado, indicando regime turbulento. A rugosidade das paredes, por sua vez, varia conforme o material, o processo de fabricação, o desgaste pelo uso e o estado de conservação, sendo descrita pela rugosidade absoluta (𝜀) e pela rugosidade relativa (𝜀/𝐷). Com isso, além do apoio teórico, várias experiências foram efetuadas para o desenvolvimento de fórmulas que expressem satisfatoriamente os valores da perda de carga distribuída, destacando-se, entre outros, o trabalho de Darcy-Weisbach, que determinou uma expressão capaz de determinar a perda de carga para qualquer n° de Reynolds (regime laminar ou turbulento) e a sua apresentação é a seguinte: ∆𝒉 = 𝒇 ∙ 𝑳 ∙ 𝑽𝟐 𝑫 ∙ 𝟐𝒈 em que, ∆h - Perda de carga, m c. fluido; f - Coeficiente de atrito, adimensional; L - Comprimento da tubulação, m; D - Diâmetro da tubulação, m; V - Velocidade média do fluido, m/s; g - Aceleração da gravidade, m/s2 . A relação entre o fator de atrito, o número de Reynolds e a rugosidade relativa (𝜀/𝐷) foi estudada, resultando no gráfico "Harpa de Nikuradse". Esse gráfico identifica cinco regiões de escoamento: escoamento laminar, região crítica, escoamento turbulento hidraulicamente liso, transição turbulenta, e turbulência completa, onde o fator de atrito varia conforme a rugosidade e o Re. Região Definição Região I – Rey4 das tubulações dos anos de 2004 e 1989. Os valores observados foram devidamente registrados para uso em cálculos subsequentes. Na etapa seguinte, procedeu-se à determinação da vazão. A tubulação foi novamente acionada e, com o auxílio de um balde aferido, coletou-se o volume de água durante um intervalo de 10 segundos. Posteriormente, mediu-se a altura da coluna de água no balde para calcular o volume. Este procedimento foi repetido duas vezes, com o objetivo de se obter uma média mais precisa dos valores de vazão. Por fim, a última etapa do experimento consistiu na medição da temperatura do fluido. Utilizando um termômetro, registrou-se a temperatura, a qual é necessária para a determinação da massa específica e da viscosidade absoluta do fluido. 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES Após a conclusão dos procedimentos experimentais descritos, a fim de obter- se o fator de atrito, bem rugosidade absoluta, a primeira consiste na determinação da vazão. Para isso, utilizou-se a medida das leituras dos baldes para obtenção dos volumes, o qual estão apresentadas na tabela 1 para a tubulação de 1989 e tabela 2 para a tubulação de 2004. Experimentalmente, o volume foi obtido por meio da seguinte expressão: 𝐕 = 𝟕𝟕𝟐 + 𝟏𝟔𝟓, 𝟒 ∙ 𝐇 (𝒎𝟑) v = volume (m3), H = leitura do balde (cm) Quanto à vazão, essa propriedade refere-se à quantidade de fluido que passa por uma seção transversal de um tubo em um determinado tempo, e é fundamental para determinar a velocidade do fluido. A vazão é calculada por meio da expressão a seguir: 𝐐 = 𝒗 𝒕 (𝒎𝟑/𝒔) v = volume (m3), t = tempo (s) Tabela 1– Vazão medida na tubulação de 1989 T (ºC) H (cm) t (s) V (ml) = 772 + 165,4·H Qmedido (m3/s) Medida 1 23,5 5,4 10 1665,16 1,66516 ∙ 10−3 Medida 2 23,5 5,4 10 1665,16 1,66516 ∙ 10−3 Média 1,66516 ∙ 10−3 Fonte: Autor (2024) Tabela 2– Vazão medida na tubulação de 2004 T (ºC) H (cm) t (s) V (ml) = 772 + 165,4·H Qmedido (m3/s) Medida 1 23,5 12,5 10 792,675 7,92675 ∙ 10−5 Medida 2 23,5 12,5 10 792,675 7,92675 ∙ 10−5 Média 7,92675 ∙ 10−5 Fonte: Autor (2024) Agora, a próxima etapa refere-se à determinação número do n° de Reynolds. O número de Reynolds (Re) é uma grandeza adimensional que determina o tipo de escoamento de um fluido, indicando se ele será laminar ou turbulento. A expressão utilizada para calcular o número de Reynolds é: 𝐑𝐞 = 𝐯𝐃 ∙ 𝛒 𝛍 Nesse contexto, para determinar a massa específica e a viscosidade absoluta do fluido, foram utilizados valores de referência amplamente reconhecidos, provenientes do Handbook of Chemistry and Physics, publicado pela CRC Press, edição 64. Tabela 3 –Resultados das massas especificas e viscosidade absoluta da água à determinadas temperaturas Fonte: Handbook of Chemistry and Physics Logo, como a temperatura determinada experimentalmente foi de 23,5°, então, utilizou-se os valores de referência da temperatura de 23°, para a massa específica e para a viscosidade absoluta. Seguindo, é necessário estabelecer a velocidade para as tubulações. Logo, a expressão abaixo é utilizada: 𝐯 = 𝑸 𝑨 (𝒎/𝒔) Q = vazão (m3/s), A = área (m2) Em que 𝐴 = 𝜋∙𝐷2 4 Com essas informações, é possível obter-se o fator de atrito, cuja equação é dada por: 𝒇 = ∆𝒉 ∙ 𝟐𝒈 ∙ 𝑫 𝒗𝟐 ∙ 𝑳 f = fator de atrito, g = aceleração da gravidade em Campina Grande (9,7796 m2/s) A = área (m2), ∆h = perda de carga (m.c.a), D = diâmetro (m) Por fim, é possível obter-se a rugosidade absoluta utilizando as equações de escoamento turbulento rugoso (1) e a de Colebrook-White (2): 𝟏 √𝒇 = 𝟐𝐥𝐨 𝐠 ( 𝟑,𝟕𝟏∙𝑫 𝜺 ) (1) e 𝟏 √𝒇 = −𝟐𝐥𝐨 𝐠 ( 𝜺 𝟑,𝟕𝟏∙𝑫 + 𝟐,𝟓𝟏 𝑹𝒆 ) (2) Além disso, foi realizado o cálculo do fator de atrito e da rugosidade absoluta para cada trecho de cada tubulação, a fim de obter-se informações relevantes as conclusões. Logo, após a realização dessas etapas, foi realizada uma tabela capaz de englobar todos os resultados. Tabela 4 – Resultados experimentais da Tubulação 1989 L1-2 L2-3 L3-4 Média L1-4 hf (mca) 559,0 ∙ 10−3 230 ∙ 10−3 157 ∙ 10−3 315,33 ∙ 10−3 946,0 ∙ 10−3 f 2,0827 0,8569 0,5849 1,1748 1,1748 ε1 (mm) 0,030 0,019 0,0148 0,0231 0,0231 ε2 (mm) 0,030 0,019 0,0148 0,0231 0,0231 Fonte: Autor (2024) f – fator de atrito; ε1 – rugosidade absoluta (Equação de escoamento turbulento rugoso); ε2 – rugosidade absoluta (Equação de Colebrook-White) Tabela 5 – Resultados experimentais da Tubulação 2004 L1-2 L2-3 L3-4 Média L1-4 hf (mca) 215,0 ∙ 10−3 245 ∙ 10−3 235 ∙ 10−3 231,67 ∙ 10−3 695 ∙ 10−3 f 0,7771 0,8855 0,8494 0,8373 0,8373 ε1 (mm) 0,018 0,020 0,019 0,019 0,019 ε2 (mm) 0,018 0,020 0,019 0,019 0,019 Fonte: Autor (2024) f – fator de atrito; ε1 – rugosidade absoluta (Equação de escoamento turbulento rugoso); ε2 – rugosidade absoluta (Equação de Colebrook-White) 4. CONCLUSÃO Por fim, o presente relatório apresentou conhecimentos aprofundados acerca das perdas de cargas distribuídas ou lineares, destacando sua aplicação na análise de escoamentos de fluidos. Nesse sentido, foi possível determinar o fator de atrito, bem como a rugosidade absoluta, parâmetros essenciais para o estudo. Observou-se que houve diferença entre os fatores de atritos calculados entre o tubo de 2004 e o outro de 1989. Tal discrepância foi de aproximadamente 0,3775 m.c.a do tubo mais recente para o mais antigo. Isso pode ser atribuído à fatores experimentais como a diferença de leituras, tanto para a perda de carga, quanto para a determinação da vazão, ou seja, pode-se ter ocorrido erros, os quais interferem diretamente no cálculo do volume, velocidade, vazão e, consequentemente, do fator de atrito. Além disso, urge destacar que há diferenciação de materiais, logo, pode favorecer com que haja diferenças nos resultados. Ademais, o fator de atrito entre o trecho 1-4 é equivalente aos dos trechos 1- 2, 2-3 e 3-4, o que pode ser explicado pela uniformidade das condições de escoamento ao longo dos trechos analisados, como diâmetro constante, rugosidade uniforme das superfícies internas, e ausência de variações significativas na velocidade e no regime de fluxo. É importante destacar que as perdas de carga em cada trecho de um sistema de escoamento devem somar-se para igualar a perda de carga total ao longo do trecho completo. Isso ocorre porque a perda de carga representa a energia dissipada devido à fricção e outros fatores resistivos, como rugosidade e mudanças na geometria, ao longo do percurso do fluido. Além disso, é possível utilizar a média da rugosidade de cada trecho como valor representativo da rugosidade do trecho 1-4, pois tal média refletiu adequadamente a resistência ao escoamento encontrada ao longo do percurso, já que suas condições eram uniformes e não haviam alterações bruscas na rugosidade ou nas características geométricas ao longo dos trechos analisados. Isso assegura uma análise consistente e simplificada da resistência ao fluxo no sistema. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ÇENGEL, Yunus A.; CIMBALA, John M. Mecânica dos Fluidos: Fundamentos e Aplicações. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. GOMES, M. H. R. . Apostila de Mecânica dos Fluidos. Dep. Eng. Sanitária e Ambiental. Universidade Federal de Juiz de Fora. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material didático) ROMA, W. N. L. Fenômenos de transporte para engenharia. São Carlos: RiMA. 2003. Acesso em: 07 set. 2024. 6. ANEXO I: MEMORIAL DE CÁLCULO Cálculo da Vazão: • 1989 𝑄 = 𝑉 𝑡 = 780,9316 ∙ 10−6 10 = 7,8092 ∙ 10−5𝑚3/𝑠 • 2004 𝑄 = 𝑉 𝑡 = 792,675 ∙ 10−6 10 = 7,92675 ∙ 10−5𝑚3/𝑠 Cálculo da área da seção: 𝐴 = 𝜋 ∙ 𝐷2 4 = 𝜋 ∙ (18 ∙ 10−3)2 4 = 2,54 ∙ 10−4𝑚2 Cálculo da velocidade: • 1989 𝑉 = 𝑄 𝐴 = 7,8092 ∙ 10−5 2,54 ∙10−4 = 0,3074 𝑚/𝑠 • 2004 𝑉 = 𝑄 𝐴 = 7,92675 ∙ 10−5 2,54 ∙ 10−4 = 0,3121 𝑚/𝑠 Cálculo do fator de atrito: 1989 • L1-2 𝑓 = ∆ℎ1−2 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿1−2 = 559 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,30742 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 2,0827 • L2-3 𝑓 = ∆ℎ2−3 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿2−3 = 230 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,30742 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 0,8569 • L3-4 𝑓 = ∆ℎ3−4 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿3−4 = 157 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,30742 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 0,5849 • Lmédio 𝑓 = ∆ℎ ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿 = 315,33 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,30742 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 1,1748 • L1-4 𝑓 = ∆ℎ1−4 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿1−4 = 946 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,30742 ∙ 3000 ∙ 10−3 = 1,1748 2004 • L1-2 𝑓 = ∆ℎ1−2 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿1−2 = 215 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,31212 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 0,7771 • L2-3 𝑓 = ∆ℎ2−3 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿2−3 = 245 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,31212 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 0,8855 • L3-4 𝑓 = ∆ℎ3−4 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿3−4 = 235 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,31212 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 0,8494 • Lmédio 𝑓 = ∆ℎ ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿 = 231,67 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,31212 ∙ 1000 ∙ 10−3 = 0,8373 • L1-4 𝑓 = ∆ℎ1−4 ∙ 2𝑔 ∙ 𝐷 𝑣2 ∙ 𝐿1−4 = 695 ∙ 10−3 ∙ 2 ∙ 9,7796 ∙ 18 ∙ 10−3 0,31212 ∙ 3000 ∙ 10−3 = 0,8373 Cálculo do número de Reynolds 1989 𝑅𝑒 = 𝑉 ∙ 𝐷 ∙ 𝜌 𝜇 = 0,3074 ∙ 18 ∙ 10−3 ∙ 997,5 0,933 ∙ 10−3 = 5915,72 2004 𝑅𝑒 = 𝑉 ∙ 𝐷 ∙ 𝜌 𝜇 = 0,3121 ∙ 18 ∙ 10−3 ∙ 997,5 0,933 ∙ 10−3 = 6006,17 Cálculo da Rugosidade absoluta (Equação de Colebrook-White) 1989 • L1-2 1 √2,0827 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 5915,72 ∙ √2,0827 ) = 0,0300543 • L2-3 1 √0,8569 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 5915,72 ∙ √0,8569 ) = 0,0192228 • L3-4 1 √0,5849 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 5915,72 ∙ √0,5849 ) = 0,0148228 • Lmédio 1 √1,1748 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 5915,72 ∙ √1,1748 ) = 0,0231008 • L1-4 1 √1,1748 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 5915,72 ∙ √1,1748 ) = 0,0231008 2004 • L1-2 1 √0,7771 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 6063,53 ∙ √0,7771 ) = 0,01181048 • L2-3 1 √0,8855 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 6063,53 ∙ √0,8855 ) = 0,0196654 • L3-4 1 √0,8494 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 6063,53 ∙ √0,8494 ) = 0,0191647 • Lmédio 1 √0,8373 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 6063,53 ∙ √0,8373 ) = 0,0189466 • L1-4 1 √0,8373 = −2log ( ε 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 + 2,51 6063,53 ∙ √0,8373 ) = 0,0189466 Cálculo da Rugosidade absoluta (Equação de escoamento turbulento rugoso) 1989 • L1-2 1 √2,0827 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0300735 • L2-3 1 √0,8569 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0192534 • L3-4 1 √0,5849 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0148207 • Lmédio 1 √1,1748 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0230856 • L1-4 1 √1,1748 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0230856 2004 • L1-2 1 √0,7771 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0180906 • L2-3 1 √0,8855 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0196473 • L3-4 1 √0,8494 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0191482 • Lmédio 1 √0,8373 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0189768 • L1-4 1 √0,8373 = 2log ( 3,71 ∙ 18 ∙ 10−3 ε ) = 0,0189768