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Prévia do material em texto

Problemas:
·        Parto pré-maturo;
·        Negligência da mãe ao não realizar pré-natal;
·        Bebê com problema cardíaco (sopro cardíaco);
·        Centralização de fluxo e sofrimento fetal diagnosticados pelo doppler;
·        Dor abdominal na gravidez;
·        Indicação médica de cesariana;
·        Sentimento de culpa da mãe.
Hipóteses:
·   A negligência da mãe em relação ao pré-natal pode ter causado o problema cardíaco no bebê;
·   O trabalho da mãe, que exige muito esforço físico, pode ter causado os problemas no feto e induzido o parto precocemente;
·     O sopro cardíaco pode ser efeito da prematuridade;
·     O uso de corticosteroides diminui o risco de problemas respiratórios no bebê;
·    O desconhecimento sobre o pré-natal impediu que a mãe procurasse acompanhamento médico durante a gestação;
·     A persistência do sopro cardíaco no bebê configura patologia;
·     O acompanhamento pré-natal foi tardio;
·     Em casos de sofrimento fetal a cesariana é sempre indicada.
Questões:
·        Qual a importância do pré-natal? Como é realizado?
A realização do pré-natal representa papel fundamental na prevenção e/ou detecção precoce de patologias tanto maternas como fetais, permitindo um desenvolvimento saudável do bebê e reduzindo os riscos da gestante. Informações sobre as diferentes vivências devem ser trocadas entre as mulheres e os profissionais de saúde. Essa possibilidade de intercâmbio de experiências e conhecimentos é considerada a melhor forma de promover a compreensão do processo de gestação.
O pré-natal deve começar assim que a mulher descobre que está grávida. No Brasil, a partir desse momento, o Ministério da Saúde recomenda que sejam realizadas no mínimo seis consultas (uma no primeiro trimestre da gravidez, duas no segundo e três no terceiro), Sendo ideal é que a primeira consulta aconteça no primeiro trimestre e que, até a 34ª semana, sejam realizadas consultas mensais. Entre a 34ª e 38ª semanas, o indicado seria uma consulta a cada duas semanas e, a partir da 38ª semana, consultas toda semana até o parto, que geralmente acontece na 40ª semana, mas pode durar até 42 semanas.
Link: https://www.saude.go.gov.br/biblioteca/7637-pré-natal
Vantagens do pré-natal
A assistência do pré-natal bem estruturada pode promover a redução dos partos prematuros e de cesárias desnecessárias, de crianças com baixo peso ao nascer, de complicações de hipertensão arterial na gestação, bem como da transmissão vertical de patologias como o HIV, sífilis e as hepatites.
Problemas referentes ao uso do PréNatal
segundo a pesquisa do Artigo 
pego como base:
1-Dificuldade no acesso;
2-Inicio Tardio;
3-Número Inadequado de consultas;
4-Realização Incompleta dos 
Procedimentos preconizados;
5-Falta de Vínculo entre os serviços que 
prestam assistência pré-natal e ao 
parto;
➥Resultando na peregrinação da 
gestante em trabalho de parto na busca 
de vaga para internação
✓ Trazendo riscos à saúde da gestante e 
ao feto.
Problemas de cobertura menores 
foram observados em gestantes:
✓ Da Região Norte
✓ Indígenas
✓ Com menor escolaridade
✓ Sem companheiro
✓ Gestantes já com maior número de 
gestações
✓ Mulheres com desfechos negativos 
anteriores
✓ Mulheres que não queriam 
engravidar 
✓ Mulheres que ficaram insatisfeita 
com a gestação atual
✓ Mulheres que tentaram abortar
✓ Menores de idade
https://bvsms.saude.gov.br/importancia-do-pre-natal/#:~:text=A%20realiza%C3%A7%C3%A3o%20do%20pr%C3%A9%2Dnatal,reduzindo%20os%20riscos%20da%20gestante.
https://www.saude.go.gov.br/biblioteca/7637-pr%C3%A9-natal
https://www.scielo.br/j/csp/a/CGMbDPr
4FL5qYQCpPKSVQpC/?format=pdf&lan
g=pt
·        Quais os métodos de acompanhamento do embrião/feto?
De acordo com o livro "Tratado de Fisiologia Médica" de Guyton e Hall, existem vários métodos de acompanhamento do embrião/feto durante a gestação, incluindo:
 
1.   Ultrassonografia: é um exame de imagem que usa ondas sonoras para produzir imagens do feto e do útero. É um dos principais métodos utilizados para avaliar o crescimento fetal, detectar possíveis anomalias, avaliar o bem-estar fetal e determinar a idade gestacional.
2. Monitoramento cardíaco fetal: é realizado para avaliar a frequência cardíaca do feto e detectar possíveis alterações que possam indicar sofrimento fetal. Existem dois tipos principais de monitoramento cardíaco fetal: o monitoramento intermitente, realizado durante o trabalho de parto, e o monitoramento contínuo, realizado durante o trabalho de parto ou em casos de gestação de alto risco.
3.      Amniocentese: é um exame que consiste na retirada de uma pequena quantidade de líquido amniótico para análise laboratorial. É realizado geralmente a partir da 16ª semana de gestação e permite detectar possíveis anomalias cromossômicas ou genéticas.
4.      Testes de triagem pré-natal: são exames de sangue e urina que avaliam o     risco de o feto apresentar determinadas anomalias, como a síndrome de Down, a partir de marcadores bioquímicos.
 5.      Exame de toque vaginal: é realizado pelo obstetra para avaliar o colo do útero e detectar possíveis problemas, como infecções ou dilatação precoce.
 
Além desses métodos, o acompanhamento pré-natal também envolve a avaliação da saúde materna, com exames clínicos e laboratoriais regulares para avaliar a pressão arterial, a glicemia, os níveis de ferro e outras substâncias importantes para a saúde da gestante e do feto.
· Ultrassom transvaginal: Esse primeiro ultrassom é essencial para confirmar a gravidez, já que vai realmente ver se há um bebê dentro do útero. É esse exame também que confere se o embrião se implantou no local correto, mede o colo do útero, avalia de quantas semanas é a gravidez e ajuda no cálculo da data provável do parto.
· Exame ultrassonográfico detalhado do primeiro trimestre: Com o advento dos transdutores de alta frequência TA e TV, a oportunidade de fazer o diagnóstico de grandes anomalias congênitas no primeiro trimestre tornou-se comum.
· Ultrassom morfológico de segundo trimestre com medida de colo uterino: Avaliar se há predisposição para parto prematuro
· Ecocardiografia fetal com Doppler colorido
· Ultrassom obstétrico com Doppler colorido
NCBI - WWW Error Blocked Diagnostic
·        Quais as causas do sopro cardíaco e qual seu tratamento? 
O sopro cardíaco é um som anormal que pode ser ouvido durante o exame físico do coração, e pode ter diversas causas. Alguns dos principais fatores que podem levar ao sopro cardíaco são:
• Anormalidades nas válvulas cardíacas: as válvulas do coração ajudam a regular o fluxo sanguíneo e, se houver alguma anormalidade nessas válvulas, como um estreitamento ou uma regurgitação, pode causar um sopro cardíaco.
• Comunicação anormal entre as câmaras do coração: algumas vezes, há aberturas anormais nas paredes do coração que podem causar um sopro cardíaco.
• Problemas congênitos: algumas pessoas nascem com anormalidades cardíacas que podem levar a um sopro cardíaco.
• Febre reumática: em alguns casos, a febre reumática pode causar danos nas válvulas cardíacas e levar a um sopro cardíaco.
O tratamento do sopro cardíaco depende da causa subjacente. Em alguns casos, o sopro cardíaco não requer tratamento, mas deve ser monitorado regularmente para verificar se há mudanças no som ou na intensidade. Em outros casos, pode ser necessário tratar a causa subjacente do sopro cardíaco. 
Por exemplo, se o sopro cardíaco for causado por uma regurgitação ou estenose valvar, pode ser necessário tratamento com medicamentos ou cirurgia para corrigir a anormalidade. Em casos de problemas congênitos, pode ser necessário tratamento cirúrgico para corrigir a anomalia cardíaca. 
Em geral, o tratamento do sopro cardíaco é individualizado e deve ser discutido com o médico responsável pelo acompanhamento cardiológico do paciente.
https://ccr.med.br/sopro-no-coracao-o-que-e-e-quais-as-causas/#:~:text=O%20sopro%20card%C3%ADaco%20%C3%A9%20o,est%C3%A1%20menor%20do%20que%20deveria.
· sopro funcional ou fisiológico
Neste caso, o sopro não representa nenhuma alteração cardíaca,não estando relacionado com patologias e não necessita de tratamento. 
Esse tipo de sopro pode ser decorrente de alguma outra condição, sem relação com problemas cardíacos, tais como febre, anemia, ou até mesmo surgir após a prática de uma atividade física.
· sopro patológico 
Já os sopros patológicos, que são mais raros, merecem atenção maior, pois são sinais de problemas no coração, como alterações nas válvulas.
Por isso, é importante ficar atento ao alerta passado pelo ruído e somente um diagnóstico médico será capaz de identificar o tipo de sopro e seus desdobramentos. 
Os sopros patológicos podem ser também resquícios de complicações de doenças como a febre reumática e miocardite.
Link: https://ccr.med.br/sopro-no-coracao-o-que-e-e-quais-as-causas/
·        Para que é utilizado os corticosteroides na gestação/parto?
Os bebês prematuros (que nascem antes das 37 semanas de gravidez) podem ter dificuldade para respirar se os seus pulmões não estiverem suficientemente desenvolvidos. Até metade dos bebês nascidos antes das 28 semanas, e um terço dos que nascem antes das 32 semanas têm problemas respiratórios e muitos podem morrer. As dificuldades respiratórias podem levar à falta de oxigênio. Por isso, alguns bebês prematuros com dificuldades respiratórias que sobrevivem podem ficar com sequelas devido à essa falta de oxigênio.
As gestantes em risco de ter um parto prematuro podem receber corticosteroides para evitar que seus bebês tenham dificuldade respiratórias depois do parto. Os corticosteroides são medicamentos anti-inflamatórios que ajudam os pulmões do bebê a amadurecer enquanto ele ainda está dentro do útero. Normalmente, os corticosteroides (duas injeções) são dados a gestantes em risco de entrar em trabalho de parto prematuro. Esse mesmo tratamento pode ser dado a gestantes antes do parto prematuro planejado e, em alguns casos, ele pode ser repetido.
Existe evidência robusta que os corticosteroides:
·   Reduzem o risco de mortes perinatais (bebês que nascem mortos e bebês que morrem nos primeiros 28 dias de vida);
·    Reduzem o risco de mortes neonatais (bebês que morrem nos primeiros 28 dias de vida);
·     Reduzem o risco de problemas respiratórios graves nas primeiras horas de vida;
·     Têm pouco ou nenhum efeito no peso de nascimento dos bebês.
Referência: https://www.cochrane.org/pt/CD004454/PREG_quais-sao-os-beneficios-e-riscos-de-dar-corticosteroides-gestantes-em-risco-de-parto
·        Quais os casos em que a cesariana é indicada? Descreva os conceitos de pré-termo, pós-termo e a termo
--Cesárea perimortem: quando a gestante se encontra em estado grave. Realizada com o objetivo de salvar o feto ou a mãe;
--Cesárea post mortem: realizada após a morte materna, com o intuito de salvar o feto.
--Cesárea de emergência: quando há ameaça imediata à vida da gestante ou do feto;
--Cesárea de urgência: quando há comprometimento -materno ou fetal sem risco de vida imediato;
--Cesárea programada: quando não há comprometimento materno ou fetal, porém há necessidade de interrupção da gestante;
--Cesárea a pedido: eletiva, por desejo da paciente;
Cesariana é o parto cirúrgico realizado por incisão no útero. 
Indicações
Embora as taxas de morbidade e mortalidade da cesariana sejam baixas, ainda são algumas vezes maiores que as do parto normal; assim, a cesariana deve ser feita apenas nas ocasiões em que for mais segura para mãe ou feto que o parto normal.
As indicações específicas mais comuns para parto cesariano são
•	Cesariana prévia
•	Trabalho de parto prolongado
•	Distocia fetal (particularmente apresentação pélvica)
•	Anormalidades no padrão da frequência cardíaca fetal, o que requer parto imediato
•	Sangramento excessivo, possivelmente indicando descolamento prematuro da placenta
•	Placenta prévia
Muitas mulheres se interessam por cesarianas eletivas. O motivo para essa escolha consiste na preservação do assoalho pélvico (e incontinência subsequente) e evitar sérias complicações fetais intraparto. Entretanto, seu uso é controverso e requer discussão entre a mulher e seu médico; a discussão deve incluir os riscos imediatos e os planos reprodutivos a longo prazo (p. ex., quantas crianças a mãe pretende ter).
Muitas cesarianas são realizadas em pacientes com cesariana anterior, pois o parto vaginal aumentaria o risco de ruptura uterina; entretanto, o risco global de ruptura uterina nesses casos é apenas de cerca de 1% (o risco é maior para mulheres que tiveram múltiplas cesarianas anteriores ou incisão vertical no útero, em particular se está se estende através do corpo do útero).
O parto vaginal é bem-sucedido em cerca de 60% a 80% das mulheres com apenas uma cesariana anterior, e deve ser oferecido às mulheres nessa condição cuja incisão é segmentar uterina transversa. O sucesso do parto vaginal após cesariana depende da indicação para a cesariana inicial. O parto vaginal após cesariana deve ser realizado em uma instalação onde um obstetra, anestesista e uma equipe cirúrgica estejam imediatamente disponíveis, o que torna o parto vaginal após cesariana impraticável em algumas situações.
Pré-termo: menos de 37 semanas completas (menos de 259 dias) de gestação.
Termo: de 37 semanas a menos de 42 semanas completas (259 a 293 dias) de gestação.
Pós-termo: 42 semanas completas ou mais (294 dias ou mais) de gestação.
Referências: http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/definicoes.htm
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/ginecologia-e-obstetr%C3%ADcia/anormalidades-e-complica%C3%A7%C3%B5es-do-trabalho-de-parto-e-do-parto/cesariana
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-sudeste/hc-uftm/documentos/protocolos-clinicos/PRT.DMED.029IndicaodePartoCesrea.pdf
http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/definicoes.htm
· Quais complicações podem ocorrer durante o período gestacional que geram sofrimento  fetal?
O sofrimento fetal é uma complicação pouco comum do trabalho de parto. Geralmente ocorre quando o feto não recebe oxigênio suficiente.
O sofrimento fetal pode ocorrer quando:
A gravidez é muito longa (pós-maturidade).
A ocorrência de outras complicações da gravidez ou do trabalho de parto (como um trabalho de parto difícil ou rápido).
Em geral, o médico identifica o sofrimento fetal com base em um padrão de frequência cardíaca anormal do feto. Durante todo o trabalho de parto, a frequência cardíaca do feto é eletronicamente monitorada. Costuma ser monitorada continuamente com um monitor cardíaco fetal eletrônico. Alternativamente, um dispositivo de ultrassom com Doppler portátil pode ser usado para verificar a frequência cardíaca a cada 15 minutos durante o início do trabalho de parto e após cada contração durante o trabalho de parto avançado.
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/complica%C3%A7%C3%B5e s-do-trabalho-de-parto-e-do-parto/sofrimento-fetal 
Sofrimento fetal se refere a sinais antes e durante o parto que indicam que o feto não está bem.
O sofrimento fetal é uma complicação pouco comum do trabalho de parto. Geralmente ocorre quando o feto não recebe oxigênio suficiente.
O sofrimento fetal pode ocorrer quando:
·        A gravidez é muito longa (pós-maturidade).
·        A ocorrência de outras complicações da gravidez ou do trabalho de parto (como um trabalho de parto difícil ou rápido).
Em geral, o médico identifica o sofrimento fetal com base em um padrão de                 frequência cardíaca anormal do feto. Durante todo o trabalho de parto, a frequência cardíaca do feto é eletronicamente monitorada. Costuma ser monitorada continuamente com um monitor cardíaco fetal eletrônico. Alternativamente, um dispositivo de ultrassom com Doppler portátil pode ser usado para verificar a frequência cardíaca a cada 15 minutos durante o início do trabalho de parto e após cada contração durante o trabalho de parto avançado.
Se uma anomalia significativa na frequência cardíaca for detectada, ela normalmente pode ser corrigida pelo seguinte:
·        Fornecimento de oxigênio à mãe
·        Aumento da quantidade de líquidosadministrados por via intravenosa à mulher
·        Mudar a posição da mulher de um lado para outro
Contrações que são muito fortes e/ou estão muito próximas causam sofrimento fetal. Se a ocitocina tiver sido usada para estimular as contrações, ela é imediatamente interrompida. A mulher pode ser reposicionada e receber analgésicos. Se nenhum medicamento tiver sido usado para estimular contrações, a mulher pode receber um medicamento para desacelerar o trabalho de parto (como terbutalina, por via intravenosa) para interromper ou desacelerar as contrações.
Se essas medidas para corrigir a frequência cardíaca do feto ou controlar as contrações não forem eficazes, o parto do bebê é feito o mais rápido possível utilizando um extrator a vácuo, um fórceps ou por meio de parto por cesariana.
Referência: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/complica%C3%A7%C3%B5es-do-trabalho-de-parto-e-do-parto/sofrimento-fetal#:~:text=Sofrimento%20fetal%20se%20refere%20a,feto%20n%C3%A3o%20recebe%20oxig%C3%AAnio%20suficiente.
·        Qual a função da placenta durante o desenvolvimento embrionário?
Transferência Placentária O transporte de substâncias em ambas as direções entre a placenta e o sangue materno é facilitado pela grande superfície da membrana placentária. Quase todos os materiais são transportados através dessa membrana placentária por um dos quatro mecanismos principais a seguir: difusão simples, difusão facilitada, transporte ativo e pinocitose. O transporte passivo por difusão simples é, usualmente, característico de substâncias que se deslocam de uma área de concentração mais alta para outra mais baixa, até o equilíbrio ser estabelecido. Na difusão facilitada, há transporte por meio de cargas elétricas. O transporte ativo contra um gradiente de concentração requer energia. Tais sistemas podem envolver enzimas que temporariamente se combinam com as substâncias em questão. A pinocitose é uma forma de endocitose na qual o material englobado é uma pequena amostra do fluido extracelular. Esse método de transporte geralmente está reservado para moléculas grandes. Algumas proteínas são transferidas, muito lentamente, através da placenta por pinocitose.
TRANSFERÊNCIA DE GASES Oxigênio, dióxido de carbono e monóxido de carbono cruzam a membrana placentária por difusão simples.
SUBSTÂNCIAS NUTRITIVAS Água é rapidamente trocada por difusão simples; A glicose produzida pela mãe e pela placenta é rapidamente transferida por difusão para o embrião/feto; Os aminoácidos são ativamente transportados pela membrana placentária e são essenciais para o crescimento do feto; As vitaminas cruzam a membrana placentária;
FONTE: Livro Embriologia Clínica, Moore
Além de filtrar o sangue da gestante, eliminando tudo o que é nocivo, ela transporta oxigênio, glicose, cálcio, água, entre outras substâncias, para o bebê. Já no caminho contrário, é ela quem retira o gás carbônico e outros dejetos, que são eliminados pelo organismo da mãe.
Fonte: https://www.unasus.gov.br/noticia/ativistas-falam-sobre-importancia-da-placenta
·        Quais as fases do desenvolvimento fetal e o que acontece em cada uma delas? 
O desenvolvimento fetal é dividido em três fases principais: a fase germinal, a fase embrionária e a fase fetal.
1. Fase germinal: A fase germinal é a primeira fase do desenvolvimento fetal, que ocorre nas primeiras duas semanas após a fertilização do óvulo pelo espermatozoide. Nesta fase, o zigoto (célula resultante da fertilização) divide-se em várias células e começa a formar uma estrutura chamada blastocisto. O blastocisto consiste em duas partes principais: o embrioblasto, que se desenvolverá no embrião, e o trofoblasto, que se desenvolverá na placenta.
2. Fase embrionária: A fase embrionária começa após a implantação do blastocisto na parede uterina, cerca de duas semanas após a fertilização, e dura até a oitava semana de gestação. Durante esta fase, o embrião passa por um rápido processo de desenvolvimento, que inclui a formação dos órgãos e sistemas do corpo humano. O coração começa a bater e o embrião começa a se mover. As células que compõem o embrião se dividem e se diferenciam em tecidos e órgãos específicos. O embrião começa a desenvolver braços e pernas, e suas características faciais começam a se formar.
3. Fase fetal: A fase fetal começa na nona semana de gestação e dura até o nascimento. Durante esta fase, o feto continua a crescer e se desenvolver. Ele se torna mais ativo, e a mãe pode sentir os movimentos do feto. O feto começa a desenvolver sua pele, cabelo e unhas, e seus órgãos continuam a se desenvolver e amadurecer. No final da fase fetal, o feto está pronto para o nascimento e é considerado um bebê completo. 
https://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/pregnancy-week-by-week/in-depth/prenatal-care/art-20045660
Terceiro mês
O período fetal, que começa no terceiro mês de gestação, é marcado pelo desenvolvimento do esqueleto, das costelas e dos dedos de mãos e pés. Todos os órgãos internos se formam até o fim do mês, quando o feto mede 14 cm.
 
Quarto mês
Nessa fase, o bebê mede cerca de 16 cm e começa a se movimentar, sugar e engolir. Ele também é capaz de perceber alterações de luz e diferenciar gostos amargos e doces.
 
Quinto mês
A partir do quinto mês, nascem os primeiros fios de cabelo, os cílios e as sobrancelhas. Formam-se as trompas e o útero nas meninas e os órgãos genitais dos meninos podem ser vistos no exame de ultrassom. O bebê tem cerca de 25 cm de comprimento e consegue realizar movimentos como franzir a testa e chupar o dedo.
 
Sexto mês
O bebê mede cerca de 32 cm e consegue reconhecer sons externos, especialmente a voz e a respiração da mãe. Lábios e sobrancelhas começam a ficar mais visíveis e as pontas dos dedos apresentam sulcos que se tornarão as impressões digitais.
 
Sétimo mês
O bebê mede entre 35 cm e 40 cm. Dentro do útero, boceja, abre os olhos, dorme e se movimenta. Os órgãos internos continuam crescendo e ele ouve e reage a estímulos sonoros, como músicas e conversas.
 
Oitavo mês
Nesse período, o bebê mede entre 40 cm a 45 cm e começa a se preparar para ficar em posição de parto – de cabeça para baixo. Para ajudar a manter a temperatura do bebê depois do nascimento, uma camada de gordura se forma sob a pele. Os pulmões estão quase prontos e os ossos ficam mais resistentes.
 
Nono mês
O bebê mede entre 45 cm e 50 cm, todos os órgãos estão completamente formados e ele já consegue controlar a respiração. Em torno da 40ª semana, ele está preparado para nascer.
 
Referência: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/mco-ufba/comunicacao/noticias/conheca-todas-as-etapas-de-desenvolvimento-do-bebe
 
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