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Mentoria EBSERH - Saúde da Mulher (103 questões comentadas)

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Questões resolvidas

(EBSERH/VUNESP/2020) Considere os aspectos relacionados ao controle do câncer de colo uterino e assinale a alternativa correta.
A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero e deve ser realizado por todas as mulheres a partir dos 18 anos de idade.
Em gestantes, devido ao risco de parto prematuro, a coleta de material para o exame citopatológico deve ser adiada até o final do período de puerpério.
A coleta de material para o exame citopatológico deve ser realizada anualmente até que a mulher entre em menopausa e, após esse evento, deve ser realizada a cada dois anos, até que complete 65 anos de idade.
O início da coleta de material do colo uterino para a realização do exame de Papanicolaou deve ser aos 21 anos, independentemente de a mulher já ter ou não iniciado atividade sexual.
a) A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero e deve ser realizado por todas as mulheres a partir dos 18 anos de idade.
b) Em gestantes, devido ao risco de parto prematuro, a coleta de material para o exame citopatológico deve ser adiada até o final do período de puerpério.
c) A coleta de material para o exame citopatológico deve ser realizada anualmente até que a mulher entre em menopausa e, após esse evento, deve ser realizada a cada dois anos, até que complete 65 anos de idade.
d) O início da coleta de material do colo uterino para a realização do exame de Papanicolaou deve ser aos 21 anos, independentemente de a mulher já ter ou não iniciado atividade sexual.

T.T.P. 45 anos, passa em consulta com a Enfermeira na UBS que comunica o resultado do Exame de Papanicolaou: “Lesão intraepitelial de alto grau”. Diante desse resultado, o próximo passo no seguimento de T.T.P. é

a) encaminhar para colposcopia.
b) orientar repetir o Papanicolaou em 6 meses.
c) solicitar Ultrassom transvaginal.
d) prescrever creme vaginal reepitelizante.
e) encaminhar para um serviço de referência.

Uma mulher de 28 anos, acompanhada pela atenção primária, apresentou Lesão de Baixo Grau (LSIL) no exame citopatológico. Nesse caso, a conduta recomendada é

a) encaminhar para colposcopia.
b) repetir a citologia em 3 anos.
c) repetir a citologia em 6 meses.
d) repetir a citologia em 9 meses.
e) repetir a citologia em 12 meses.

Mamografia regular pode ser a chave para sobrevivência com câncer de mama porque muitas lesões nos seios podem ser detectadas antes de se tornarem sintomáticas ou metástases. Quanto à anatomia da mama, é correto afirmar que

a) dois métodos são comumente usados para subdividir a mama em áreas menores para propósitos de localização. O sistema quadrante e o sistema relógio. O sistema relógio é mais simples de usar para localização de lesões generalizadas.
b) os hormônios não influenciam no desenvolvimento de tecido, crescimento, e eventualmente produção de leite na mulher.
c) a mama em uma mulher mais jovem tende a ser um pouco menos densa, possuindo mais tecido adiposo que a mama de uma mulher mais velha.
d) a mama média se estende da porção anterior da quarta costela até a oitava ou nona costela (meio do esterno) e da borda lateral do esterno até a axila.
e) cada uma das glândulas mamárias ou mamas em uma mulher é uma eminência cônica ou hemisférica que se localiza nas paredes anteriores e laterais do tórax. O tamanho das mamas varia entre indivíduos e com frequência na mesma mulher, dependendo da sua idade e da ação combinada de vários hormônios.

Considerando a saúde da mulher, o uso mamografia para detecção precoce do câncer de mama deve ser orientado para:

a) Todas as mulheres após os 35 anos de idade.
b) Todas as mulheres após os 45 anos de idade.
c) Para mulheres com idade entre 35 e 50 anos de idade.
d) Para mulheres com idade entre 70 e 74 anos de idade.
e) Para mulheres com idade entre 50 e 59 anos de idade.

de rastreamento de câncer de mama devido a diagnóstico recente na irmã. A recomendação do Ministério da Saúde nesse caso é
a) autoexame das mamas.
b) exame clínico das mamas.
c) mamografia.
d) ressonância nuclear magnética.
e) ultrassonografia.

(EBSERH/AOCP/2017) Mulher de 55 anos apresentou, em seu resultado de mamografia, BI-RADS 2. Segundo o Ministério da saúde, qual é a conduta adequada?
a) Ela deverá ser encaminhada para uma avaliação adicional.
b) A mulher seguirá rotina de rastreamento.
c) A mulher deverá realizar controle radiológico em 6 meses.
d) A mulher será encaminhada para seguimento em unidade de referência.
e) A mulher será encaminhada para seguimento em unidade de referência de alta complexidade.

O abortamento é uma das condições clínicas mais frequentes que se apresentam com hemorragias do primeiro trimestre de gestação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abortamento se caracteriza como perda do concepto de _______, _____ de peso ou _______ de comprimento. Preencha as lacunas e a seguir assinale a alternativa correta.

a) Até 12 semanas completas; 300 gramas; 12,5 centímetros.
b) Até 22 semanas completas; 500 gramas; 16,5 centímetros.
c) Até 16 semanas incompletas; 400 gramas; 14,5 centímetros.
d) 12 a 20 semanas completas; 300 a 500 gramas; 12,0 a 16,0 centímetros.
e) Até 24 semanas completas; 1000 gramas; 30,0 centímetros.

Gestante de 35 semanas, Gesta 2 para 1, apresenta ao ultrassom um maior bolsão, medido em seu sentido vertical de líquido, de 9 cm. Qual é a condição descrita?

a) Oligohidrâmnio.
b) Polidramnia.
c) Líquido normal.
d) Infecção fetal.
e) Rotura precoce da membrana amniótica.

Diante do resultado positivo (reagente) do exame VDRL solicitado na primeira consulta, qual a conduta recomendada em relação à sífilis?
a) concluir o tratamento em até 10 dias antes do parto.
b) iniciar o tratamento somente 24 horas após o parto.
c) realizar um segundo teste antes de iniciar o tratamento.
d) iniciar o tratamento somente na 32ª semana de gestação.
e) iniciar imediatamente o tratamento medicamentoso.

Aplicando a Regra de Naegele, o cálculo da data provável do parto (DPP) e a idade gestacional (IG) no dia da consulta são, respectivamente:
a) DPP=07.08.2019; IG= 28 1/7 semanas.
b) DPP=08.09.2019; IG= 28 2/7 semanas.
c) DPP=22.03.2020; IG= 27 1/7 semanas.
d) DPP=07.09.2019; IG= 28 1/7 semanas.
e) DPP=22.03.2020; IG= 28 2/7 semanas.

(EBSERH/AOCP/2015) Em relação aos tempos dos mecanismos do parto, assinale a alternativa correta.

a) Insinuação é quando a cabeça migra até as proximidades do assoalho pélvico.
b) Descida é quando termina o movimento de rotação e o suboccipital coloca sob a arcada púbica a sutura sagital e orienta-se em sentido anteroposterior.
c) Insinuação é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior.
d) Desprendimento é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior.
e) Descida é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior.

(EBSERH/AOCP/2015) Assinale a alternativa INCORRETA, em relação ao trabalho de parto.

a) O terceiro estágio é o período de Greenberg.
b) O primeiro estágio leva à dilatação do colo do útero em até 10 cm.
c) O segundo estágio se inicia com a dilatação máxima e termina com a expulsão do feto.
d) No terceiro estágio, ocorre o desprendimento da placenta e membranas.
e) O quarto período, que ocorre na primeira hora pós-parto, objetiva a parada do sangramento genital.

(GHC-RS/FUNDATEC/2023) O trabalho de parto é definido pela presença de duas a três contrações uterinas eficientes, com duração de 20 a 30 segundos a cada 10 minutos, que levam à dilatação e ao esvaecimento do colo uterino. O parto é divido em quatro fases. Nesse sentido, NÃO faz parte da assistência ao primeiro período:

a) Posição e deambulação de acordo com o conforto da paciente, mas evitando longos períodos na posição supina, por comprometer a circulação uteroplacentária.
b) Monitorização fetal pelo sonar Doppler e cardiotocografia contínua intraparto para prevenção da hipóxia fetal grave que resulta em paralisia cerebral.
c) Amniotomia precoce, variando de acordo com cada paciente, com a finalidade diminuir o tempo da fase ativa do trabalho de parto e a necessidade de ocitocina, tem uma probabilidade do aumento da resolução em cesariana por sofrimento fetal.
d) Avaliação do colo uterino em intervalos de uma a duas horas.
e) Dieta líquida para pacientes de baixo risco e submetidas à cesariana eletiva até duas horas antes da anestesia.

28 (FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) A figura abaixo apresenta a manobra de Leopold, na qual o examinador tenta identificar o dorso fetal de um lado e as pequenas partes ou membros do outro. Trata-se da:

a) primeira manobra.
b) segunda manobra.
c) terceira manobra.
d) quarta manobra.
e) quinta manobra.

30 (EBSERH/VUNESP/2020) Como métodos não farmacológicos de alívio da dor no trabalho de parto, podem ser ofertadas à gestante:

a) deambulação, técnicas de respiração, aromaterapia e massagem lombar.
b) acupuntura, estimulação elétrica transcutânea, injeção de água estéril e relaxamento.
c) estimulação elétrica transcutânea, hipnose, banho de chuveiro e deambulação.
d) injeção de água estéril, técnicas de respiração, massagem lombar e acupuntura.
e) aromaterapia, hipnose, relaxamento, injeção de água estéril e bola obstétrica.

31 (EBSERH/AOCP/2016) Uma boa preparação para reanimação em sala de parto é uma conduta que reduz a morbidade e a mortalidade infantil. Alguns fatores relacionados ao parto podem inferir maior risco de necessidade de manobras de reanimação. Sobre esses fatores e o preparo para atendimento em sala de parto, assinale a alternativa correta.

a) Os materiais usados em reanimação devem ser levados para a sala de parto apenas se o parto for de alto risco
b) O clampeamento tardio do cordão deve ser feito em todos os pacientes, independentemente das condições ao nascer.
c) A frequência cardíaca fetal é normal entre 80 e 100 batimentos por minuto, indicando sofrimento fetal quando abaixo dessa faixa.
d) As idades maternas que indicam risco de reanimação neonatal são: menor que 16 e maior que 35 anos.
e) O trabalho de parto com mais de 6 horas de duração está associado à necessidade de reanimação neonatal.

32 (EBSERH/IBFC/2016) Durante o período expulsivo do parto, um fator importante é a velocidade do desprendimento do pólo cefálico, isto é, quanto maior essa velocidade, maior o risco de laceração perineal. Com intuito de reduzir a velocidade de desprendimento do pólo cefálico, recomenda-se a realização da manobra de:

a) Valsava.
b) Kristeller.
c) Shultze.
d) Ritgen.
e) Duncan.

33 (EBSERH/AOCP/2015) O diagnóstico do trabalho de parto pode ser considerado de forma esquemática como

a) contrações dolorosas que duram de 20 a 40 segundos, e perda do tampão mucoso.
b) contrações dolorosas, rítmicas (no mínimo 2 em 10 minutos) com duração de 50 a 60 segundos. Colo apagado, nas primíparas e dilatado para 2 cm, nas multíparas semi-apagado e com 3 cm de dilatação. Formação da bolsa das águas. Perda do tampão mucoso.
c) perda do tampão mucoso, colo apagado e dilatado e contrações uterinas.
d) formação da bolsa das águas, colo dilatado em 1 cm e contrações dolorosas com duração de 30 segundos.
e) colo dilatado nas primíparas e apagado nas multíparas e contrações dolorosas.

36 (UFRJ/2023) Marta, uma mulher grávida de 30 anos com 39 semanas de gestação, chega à unidade de trabalho de parto com contrações regulares e dor lombar. Após o exame, o enfermeiro obstétrico determina que o colo do útero de Marta está totalmente apagado e dilatado em 6 centímetros. A cabeça fetal está encaixada na pelve e a parte apresentada está no nível das espinhas isquiáticas. À medida que o trabalho de parto progride, a cabeça fetal desce ainda mais na pelve. Com base nas informações fornecidas, marque a afirmação que descreve com precisão o mecanismo do parto neste caso.

a) Extensão: a cabeça fetal gira 45 graus para permitir que o occipital passe sob a sínfise púbica.
b) Flexão: a cabeça fetal flexiona para aproximar o queixo do tórax, permitindo que o menor diâmetro fetal se apresente.
c) Rotação interna: a cabeça fetal gira 90 graus para alinhar o occipital com o sacro.
d) Expulsão: a cabeça fetal emerge pela abertura vaginal. Rotaciona para a direita e libera o ombro.
e) Rotação externa: a cabeça fetal gira 45 graus para realinhar o occipital com o sacro materno durante o parto dos ombros.

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Questões resolvidas

(EBSERH/VUNESP/2020) Considere os aspectos relacionados ao controle do câncer de colo uterino e assinale a alternativa correta.
A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero e deve ser realizado por todas as mulheres a partir dos 18 anos de idade.
Em gestantes, devido ao risco de parto prematuro, a coleta de material para o exame citopatológico deve ser adiada até o final do período de puerpério.
A coleta de material para o exame citopatológico deve ser realizada anualmente até que a mulher entre em menopausa e, após esse evento, deve ser realizada a cada dois anos, até que complete 65 anos de idade.
O início da coleta de material do colo uterino para a realização do exame de Papanicolaou deve ser aos 21 anos, independentemente de a mulher já ter ou não iniciado atividade sexual.
a) A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero e deve ser realizado por todas as mulheres a partir dos 18 anos de idade.
b) Em gestantes, devido ao risco de parto prematuro, a coleta de material para o exame citopatológico deve ser adiada até o final do período de puerpério.
c) A coleta de material para o exame citopatológico deve ser realizada anualmente até que a mulher entre em menopausa e, após esse evento, deve ser realizada a cada dois anos, até que complete 65 anos de idade.
d) O início da coleta de material do colo uterino para a realização do exame de Papanicolaou deve ser aos 21 anos, independentemente de a mulher já ter ou não iniciado atividade sexual.

T.T.P. 45 anos, passa em consulta com a Enfermeira na UBS que comunica o resultado do Exame de Papanicolaou: “Lesão intraepitelial de alto grau”. Diante desse resultado, o próximo passo no seguimento de T.T.P. é

a) encaminhar para colposcopia.
b) orientar repetir o Papanicolaou em 6 meses.
c) solicitar Ultrassom transvaginal.
d) prescrever creme vaginal reepitelizante.
e) encaminhar para um serviço de referência.

Uma mulher de 28 anos, acompanhada pela atenção primária, apresentou Lesão de Baixo Grau (LSIL) no exame citopatológico. Nesse caso, a conduta recomendada é

a) encaminhar para colposcopia.
b) repetir a citologia em 3 anos.
c) repetir a citologia em 6 meses.
d) repetir a citologia em 9 meses.
e) repetir a citologia em 12 meses.

Mamografia regular pode ser a chave para sobrevivência com câncer de mama porque muitas lesões nos seios podem ser detectadas antes de se tornarem sintomáticas ou metástases. Quanto à anatomia da mama, é correto afirmar que

a) dois métodos são comumente usados para subdividir a mama em áreas menores para propósitos de localização. O sistema quadrante e o sistema relógio. O sistema relógio é mais simples de usar para localização de lesões generalizadas.
b) os hormônios não influenciam no desenvolvimento de tecido, crescimento, e eventualmente produção de leite na mulher.
c) a mama em uma mulher mais jovem tende a ser um pouco menos densa, possuindo mais tecido adiposo que a mama de uma mulher mais velha.
d) a mama média se estende da porção anterior da quarta costela até a oitava ou nona costela (meio do esterno) e da borda lateral do esterno até a axila.
e) cada uma das glândulas mamárias ou mamas em uma mulher é uma eminência cônica ou hemisférica que se localiza nas paredes anteriores e laterais do tórax. O tamanho das mamas varia entre indivíduos e com frequência na mesma mulher, dependendo da sua idade e da ação combinada de vários hormônios.

Considerando a saúde da mulher, o uso mamografia para detecção precoce do câncer de mama deve ser orientado para:

a) Todas as mulheres após os 35 anos de idade.
b) Todas as mulheres após os 45 anos de idade.
c) Para mulheres com idade entre 35 e 50 anos de idade.
d) Para mulheres com idade entre 70 e 74 anos de idade.
e) Para mulheres com idade entre 50 e 59 anos de idade.

de rastreamento de câncer de mama devido a diagnóstico recente na irmã. A recomendação do Ministério da Saúde nesse caso é
a) autoexame das mamas.
b) exame clínico das mamas.
c) mamografia.
d) ressonância nuclear magnética.
e) ultrassonografia.

(EBSERH/AOCP/2017) Mulher de 55 anos apresentou, em seu resultado de mamografia, BI-RADS 2. Segundo o Ministério da saúde, qual é a conduta adequada?
a) Ela deverá ser encaminhada para uma avaliação adicional.
b) A mulher seguirá rotina de rastreamento.
c) A mulher deverá realizar controle radiológico em 6 meses.
d) A mulher será encaminhada para seguimento em unidade de referência.
e) A mulher será encaminhada para seguimento em unidade de referência de alta complexidade.

O abortamento é uma das condições clínicas mais frequentes que se apresentam com hemorragias do primeiro trimestre de gestação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abortamento se caracteriza como perda do concepto de _______, _____ de peso ou _______ de comprimento. Preencha as lacunas e a seguir assinale a alternativa correta.

a) Até 12 semanas completas; 300 gramas; 12,5 centímetros.
b) Até 22 semanas completas; 500 gramas; 16,5 centímetros.
c) Até 16 semanas incompletas; 400 gramas; 14,5 centímetros.
d) 12 a 20 semanas completas; 300 a 500 gramas; 12,0 a 16,0 centímetros.
e) Até 24 semanas completas; 1000 gramas; 30,0 centímetros.

Gestante de 35 semanas, Gesta 2 para 1, apresenta ao ultrassom um maior bolsão, medido em seu sentido vertical de líquido, de 9 cm. Qual é a condição descrita?

a) Oligohidrâmnio.
b) Polidramnia.
c) Líquido normal.
d) Infecção fetal.
e) Rotura precoce da membrana amniótica.

Diante do resultado positivo (reagente) do exame VDRL solicitado na primeira consulta, qual a conduta recomendada em relação à sífilis?
a) concluir o tratamento em até 10 dias antes do parto.
b) iniciar o tratamento somente 24 horas após o parto.
c) realizar um segundo teste antes de iniciar o tratamento.
d) iniciar o tratamento somente na 32ª semana de gestação.
e) iniciar imediatamente o tratamento medicamentoso.

Aplicando a Regra de Naegele, o cálculo da data provável do parto (DPP) e a idade gestacional (IG) no dia da consulta são, respectivamente:
a) DPP=07.08.2019; IG= 28 1/7 semanas.
b) DPP=08.09.2019; IG= 28 2/7 semanas.
c) DPP=22.03.2020; IG= 27 1/7 semanas.
d) DPP=07.09.2019; IG= 28 1/7 semanas.
e) DPP=22.03.2020; IG= 28 2/7 semanas.

(EBSERH/AOCP/2015) Em relação aos tempos dos mecanismos do parto, assinale a alternativa correta.

a) Insinuação é quando a cabeça migra até as proximidades do assoalho pélvico.
b) Descida é quando termina o movimento de rotação e o suboccipital coloca sob a arcada púbica a sutura sagital e orienta-se em sentido anteroposterior.
c) Insinuação é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior.
d) Desprendimento é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior.
e) Descida é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior.

(EBSERH/AOCP/2015) Assinale a alternativa INCORRETA, em relação ao trabalho de parto.

a) O terceiro estágio é o período de Greenberg.
b) O primeiro estágio leva à dilatação do colo do útero em até 10 cm.
c) O segundo estágio se inicia com a dilatação máxima e termina com a expulsão do feto.
d) No terceiro estágio, ocorre o desprendimento da placenta e membranas.
e) O quarto período, que ocorre na primeira hora pós-parto, objetiva a parada do sangramento genital.

(GHC-RS/FUNDATEC/2023) O trabalho de parto é definido pela presença de duas a três contrações uterinas eficientes, com duração de 20 a 30 segundos a cada 10 minutos, que levam à dilatação e ao esvaecimento do colo uterino. O parto é divido em quatro fases. Nesse sentido, NÃO faz parte da assistência ao primeiro período:

a) Posição e deambulação de acordo com o conforto da paciente, mas evitando longos períodos na posição supina, por comprometer a circulação uteroplacentária.
b) Monitorização fetal pelo sonar Doppler e cardiotocografia contínua intraparto para prevenção da hipóxia fetal grave que resulta em paralisia cerebral.
c) Amniotomia precoce, variando de acordo com cada paciente, com a finalidade diminuir o tempo da fase ativa do trabalho de parto e a necessidade de ocitocina, tem uma probabilidade do aumento da resolução em cesariana por sofrimento fetal.
d) Avaliação do colo uterino em intervalos de uma a duas horas.
e) Dieta líquida para pacientes de baixo risco e submetidas à cesariana eletiva até duas horas antes da anestesia.

28 (FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) A figura abaixo apresenta a manobra de Leopold, na qual o examinador tenta identificar o dorso fetal de um lado e as pequenas partes ou membros do outro. Trata-se da:

a) primeira manobra.
b) segunda manobra.
c) terceira manobra.
d) quarta manobra.
e) quinta manobra.

30 (EBSERH/VUNESP/2020) Como métodos não farmacológicos de alívio da dor no trabalho de parto, podem ser ofertadas à gestante:

a) deambulação, técnicas de respiração, aromaterapia e massagem lombar.
b) acupuntura, estimulação elétrica transcutânea, injeção de água estéril e relaxamento.
c) estimulação elétrica transcutânea, hipnose, banho de chuveiro e deambulação.
d) injeção de água estéril, técnicas de respiração, massagem lombar e acupuntura.
e) aromaterapia, hipnose, relaxamento, injeção de água estéril e bola obstétrica.

31 (EBSERH/AOCP/2016) Uma boa preparação para reanimação em sala de parto é uma conduta que reduz a morbidade e a mortalidade infantil. Alguns fatores relacionados ao parto podem inferir maior risco de necessidade de manobras de reanimação. Sobre esses fatores e o preparo para atendimento em sala de parto, assinale a alternativa correta.

a) Os materiais usados em reanimação devem ser levados para a sala de parto apenas se o parto for de alto risco
b) O clampeamento tardio do cordão deve ser feito em todos os pacientes, independentemente das condições ao nascer.
c) A frequência cardíaca fetal é normal entre 80 e 100 batimentos por minuto, indicando sofrimento fetal quando abaixo dessa faixa.
d) As idades maternas que indicam risco de reanimação neonatal são: menor que 16 e maior que 35 anos.
e) O trabalho de parto com mais de 6 horas de duração está associado à necessidade de reanimação neonatal.

32 (EBSERH/IBFC/2016) Durante o período expulsivo do parto, um fator importante é a velocidade do desprendimento do pólo cefálico, isto é, quanto maior essa velocidade, maior o risco de laceração perineal. Com intuito de reduzir a velocidade de desprendimento do pólo cefálico, recomenda-se a realização da manobra de:

a) Valsava.
b) Kristeller.
c) Shultze.
d) Ritgen.
e) Duncan.

33 (EBSERH/AOCP/2015) O diagnóstico do trabalho de parto pode ser considerado de forma esquemática como

a) contrações dolorosas que duram de 20 a 40 segundos, e perda do tampão mucoso.
b) contrações dolorosas, rítmicas (no mínimo 2 em 10 minutos) com duração de 50 a 60 segundos. Colo apagado, nas primíparas e dilatado para 2 cm, nas multíparas semi-apagado e com 3 cm de dilatação. Formação da bolsa das águas. Perda do tampão mucoso.
c) perda do tampão mucoso, colo apagado e dilatado e contrações uterinas.
d) formação da bolsa das águas, colo dilatado em 1 cm e contrações dolorosas com duração de 30 segundos.
e) colo dilatado nas primíparas e apagado nas multíparas e contrações dolorosas.

36 (UFRJ/2023) Marta, uma mulher grávida de 30 anos com 39 semanas de gestação, chega à unidade de trabalho de parto com contrações regulares e dor lombar. Após o exame, o enfermeiro obstétrico determina que o colo do útero de Marta está totalmente apagado e dilatado em 6 centímetros. A cabeça fetal está encaixada na pelve e a parte apresentada está no nível das espinhas isquiáticas. À medida que o trabalho de parto progride, a cabeça fetal desce ainda mais na pelve. Com base nas informações fornecidas, marque a afirmação que descreve com precisão o mecanismo do parto neste caso.

a) Extensão: a cabeça fetal gira 45 graus para permitir que o occipital passe sob a sínfise púbica.
b) Flexão: a cabeça fetal flexiona para aproximar o queixo do tórax, permitindo que o menor diâmetro fetal se apresente.
c) Rotação interna: a cabeça fetal gira 90 graus para alinhar o occipital com o sacro.
d) Expulsão: a cabeça fetal emerge pela abertura vaginal. Rotaciona para a direita e libera o ombro.
e) Rotação externa: a cabeça fetal gira 45 graus para realinhar o occipital com o sacro materno durante o parto dos ombros.

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<p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>1</p><p>Mentoria Ebserh</p><p>Saúde da Mulher</p><p>Aula nesta segunda-feira, 20/11, às 20h.</p><p>Câncer de colo de útero</p><p>1</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Considere os aspectos</p><p>relacionados ao controle do câncer de colo</p><p>uterino e assinale a alternativa correta.</p><p>a) A realização periódica do exame</p><p>citopatológico continua sendo a estratégia mais</p><p>adotada para o rastreamento do câncer do colo</p><p>do útero e deve ser realizado por todas as</p><p>mulheres a partir dos 18 anos de idade.</p><p>b) Em gestantes, devido ao risco de parto</p><p>prematuro, a coleta de material para o exame</p><p>citopatológico deve ser adiada até o final do</p><p>período de puerpério.</p><p>c) A coleta de material para o exame</p><p>citopatológico deve ser realizada anualmente até</p><p>que a mulher entre em menopausa e, após esse</p><p>evento, deve ser realizada a cada dois anos, até</p><p>que complete 65 anos de idade.</p><p>d) O início da coleta de material do colo uterino</p><p>para a realização do exame de Papanicolaou</p><p>deve ser aos 21 anos, independentemente de a</p><p>mulher já ter ou não iniciado atividade sexual</p><p>citopatológico deve ser adiada até o final do</p><p>período de puerpério.</p><p>e) A prevenção primária do câncer do colo do</p><p>útero está relacionada à diminuição do risco de</p><p>contágio pelo HPV.</p><p>2</p><p>(SEAP-PR/IBFC/2020) Considerando o câncer de</p><p>colo de útero, analise as frases abaixo e dê</p><p>valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).</p><p>( ) Um dos fatores que aumenta o risco deste</p><p>tipo de câncer é o uso prolongado de pílulas</p><p>anticoncepcionais.</p><p>( ) Um dos fatores que aumenta o risco deste</p><p>tipo de câncer é o início precoce da atividade</p><p>sexual e múltiplos parceiros.</p><p>( ) A vacinação contra Papilomavírus Humano</p><p>(HPV) e a realização do exame preventivo</p><p>(Papanicolau) se complementam como ações de</p><p>prevenção desse tipo de câncer.</p><p>( ) As mulheres vacinadas não necessitam fazer o</p><p>exame preventivo periodicamente, pois a vacina</p><p>protege contra todos os tipos oncogênicos do</p><p>Papilomavírus Humano (HPV).</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência</p><p>correta de cima para baixo.</p><p>a) F, F, V, V. d) V, V, F, F</p><p>b) F, V, F, V. e) V, V, V, F.</p><p>c) V, V, V, V.</p><p>3</p><p>(UFRJ/2023) Ana, uma mulher de 32 anos, visita</p><p>o ambulatório de ginecologia para fazer o exame</p><p>de Papanicolau de rotina. A enfermeira explica a</p><p>finalidade do teste e seu papel na detecção de</p><p>células cervicais anormais. Os resultados do</p><p>exame de Papanicolau revelam a presença de</p><p>NIC 1, indicando displasia leve. Ana fica</p><p>preocupada e busca mais informações sobre a</p><p>NIC e seu significado. A enfermeira explica que</p><p>representa alterações celulares precoces e</p><p>enfatiza a importância do acompanhamento</p><p>regular para monitorar a progressão ou</p><p>regressão da lesão. Com base nas informações</p><p>fornecidas, assinale a alternativa correta sobre</p><p>Neoplasia Intraepitelial Cervical (NIC):</p><p>a) representa câncer cervical em estágio</p><p>avançado.</p><p>b) indica células cervicais normais.</p><p>c) não está associada à infecção pelo</p><p>papilomavírus humano (HPV).</p><p>d) refere-se às lesões precursoras do câncer</p><p>cervical.</p><p>e) sempre requer tratamento imediato.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>2</p><p>4</p><p>(Prefeitura de Porto Alegre-RS/FUNDATEC/2022)</p><p>O câncer de colo do útero é predominantemente</p><p>um câncer espinocelular, também inclui</p><p>adenocarcinoma, é ainda o terceiro câncer</p><p>reprodutivo mais comum em mulheres. Analise</p><p>as assertivas abaixo em relação às manifestações</p><p>clínicas relacionadas a essa patologia.</p><p>I. O câncer cervical e, com mais frequência,</p><p>assintomático.</p><p>II. Dor nas pernas, disúria, sangramento retal e</p><p>edema dos membros sinalizam a presença de</p><p>avanço da doença.</p><p>III. À medida que o câncer avança, ocorre</p><p>comprometimento de nervos, produzindo dor na</p><p>região lombar e nas pernas, e os tecidos fora do</p><p>colo são invadidos, incluindo o fundo e as</p><p>glândulas linfáticas anteriores ao sacro.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>a) Apenas I. b) Apenas II.</p><p>c) Apenas I e III. d) Apenas II e III.</p><p>e) I, II e III.</p><p>5</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Uma enfermeira é</p><p>responsável pela equipe 51 da área de</p><p>abrangência de uma Unidade Básica de Saúde.</p><p>Após observar os indicadores de câncer de colo</p><p>de útero de sua área, convocou sua equipe para</p><p>planejamento do rastreamento organizado às</p><p>mulheres. Dentre as informações que ela</p><p>direcionou à equipe, assinale a alternativa que</p><p>apresenta a informação correta segundo o</p><p>Ministério da Saúde.</p><p>a) O intervalo entre os exames deve ser de 4 anos</p><p>e, após um exame negativo, com intervalo anual.</p><p>b) O início da coleta deve ser aos 25 anos de</p><p>idade, independente se já tiveram atividade</p><p>sexual ou não.</p><p>c) Os exames devem seguir até os 64 anos e ser</p><p>interrompidos quando, após essa idade, as</p><p>mulheres tiverem, pelo menos, 2 exames</p><p>negativos consecutivos, nos últimos 5 anos.</p><p>d) Para mulheres com mais de 64 anos e que</p><p>nunca realizaram o exame citopatológico, deve-</p><p>se realizar o exame anualmente durante 7 anos.</p><p>e) O método de rastreamento do câncer do colo</p><p>do útero e suas lesões precursoras é o exame de</p><p>colposcopia.</p><p>6</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) A Rede Municipal de</p><p>Saúde de Uberlândia realiza um trabalho especial</p><p>para cuidar da saúde das mulheres no município.</p><p>No que diz respeito à prevenção do câncer de</p><p>colo uterino disponibiliza o exame citopatológico</p><p>com o propósito de fazer o diagnóstico precoce</p><p>e, com isso, garantir melhor resultado nos</p><p>tratamentos. Ao orientar as mulheres quanto ao</p><p>preparo necessário para a realização desse</p><p>exame, o técnico de enfermagem deve</p><p>esclarecer que, de acordo com o preconizado</p><p>pelo Ministério da Saúde,</p><p>a) gestantes não devem realizar esse exame</p><p>devido ao aumento no risco de abortamento e</p><p>parto prematuro.</p><p>b) a realização do exame de ultrassonografia</p><p>intravaginal deve ser evitada nas 48 horas</p><p>anteriores à coleta do material devido à</p><p>necessidade do uso de gel para a introdução do</p><p>transdutor</p><p>c) relações sexuais, com ou sem o uso de</p><p>preservativos, devem ser evitadas nos cinco dias</p><p>que antecedem a coleta de material para o</p><p>exame.</p><p>d) o exame pode ser realizado durante o período</p><p>menstrual, pois a presença de sangue no material</p><p>coletado não prejudica o diagnóstico</p><p>citopatológico.</p><p>e) medicamentos intravaginais podem ser</p><p>utilizados normalmente, até 12 horas antes da</p><p>realização do exame.</p><p>7</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Sobre rastreamento de</p><p>câncer de colo uterino em gestantes, é correto</p><p>afirmar que</p><p>a) gestantes apresentam menor risco que não</p><p>gestantes de apresentarem câncer do colo do</p><p>útero ou seus precursores.</p><p>b) o achado destas lesões durante o ciclo grávido</p><p>puerperal pode prejudicar a saúde fetal.</p><p>c) o rastreamento em gestantes deve seguir as</p><p>recomendações diferentes de periodicidade e</p><p>faixa etária das demais mulheres.</p><p>d) o exame de citologia oncótica cervico-vaginal</p><p>é proibido em gestantes, pois aumenta o risco de</p><p>aborto.</p><p>e) a procura ao serviço de saúde para realização</p><p>de pré-natal deve sempre ser considerada uma</p><p>oportunidade para o rastreio.</p><p>8</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Para ser considerado um</p><p>indicador de qualidade da coleta em um laudo de</p><p>exame citopatológico, devemos considerar a</p><p>presença de células</p><p>a) escamosas.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>3</p><p>b) representativas da Junção Escamocolunar</p><p>(JEC).</p><p>c) glandulares.</p><p>d) dendrítricas.</p><p>e) micróglias.</p><p>9</p><p>(Prefeitura de Casca-RS/FUNDATEC/2023) Em</p><p>relação ao exame citopatológico realizado pelas</p><p>mulheres para prevenção do câncer de colo de</p><p>útero, analise as assertivas abaixo:</p><p>I. É consenso que mulheres que nunca tiveram</p><p>relação sexual não correm risco de câncer do colo</p><p>do útero por não terem sido expostas ao fator de</p><p>risco necessário para essa doença: a infecção</p><p>persistente por tipos oncogênicos do HPV.</p><p>II. O início da coleta deve ser aos 23 anos de idade</p><p>para as mulheres que já tiveram ou têm atividade</p><p>sexual.</p><p>III. O rastreamento citológico em mulheres</p><p>menopausadas pode levar a resultados falso-</p><p>positivos causados pela atrofia secundária ao</p><p>hipoestrogenismo, gerando ansiedade</p><p>de forma tangencial,</p><p>desde que a perda da função reprodutora</p><p>modifique a excreção de estrógenos e estradiol,</p><p>porém, mantém a funcionalidade integral e</p><p>constante de diferentes órgãos e sistemas.</p><p>e) Os níveis de progesterona na mulher</p><p>menopáusica provêm, em sua maior parte, da</p><p>conversão de estrógenos em estrona nos tecidos</p><p>gorduroso, hepático e muscular.</p><p>Classificação de Risco (disponível no</p><p>acesso da Mentoria Ebserh)</p><p>49</p><p>(Prefeitura de Candeias-BA/IBFC/2019) A</p><p>gestante que chega no serviço, com 25 semanas</p><p>de Idade Gestacional e referindo ausência de</p><p>movimentação fetal há mais de 12 horas, deve</p><p>ser classificada de acordo com as diretrizes de</p><p>Acolhimento e Classificação de Risco nas portas</p><p>de entrada dos serviços de urgência de</p><p>obstetrícia, propostas pela Rede Cegonha.</p><p>Acerca das cores utilizadas neste sistema de</p><p>Classificação de Risco, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) amarela. b) laranja.</p><p>c) verde. d) azul.</p><p>50</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) As diretrizes do</p><p>acolhimento devem ser adaptadas às</p><p>emergências obstétricas e as realidades locais de</p><p>cada maternidade. Em casos de gestantes com</p><p>iminência de eclâmpsia e sangramento vaginal,</p><p>devem ser classificadas:</p><p>a) Cor vermelha (Atendimento imediato).</p><p>b) Cor verde (Tempo de espera de 20 minutos).</p><p>c) Cor amarela (Tempo de espera de 40 minutos).</p><p>d) Cor azul (Tempo de espera de 120 minutos).</p><p>e) Cor Laranja (Tempo de espera de 30 minutos).</p><p>51</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) A Enfermeira Obstetra</p><p>MLD está escalada no “Acolhimento – Avaliação</p><p>de Risco” e recebe 5 gestantes para avaliação:</p><p>GESTANTE 1 (G1)= portadora de HIV em trabalho</p><p>de parto; refere dor intensa. GESTANTE 2 (G2)=</p><p>trabalho de parto em período</p><p>expulsivo. GESTANTE 3 (G3)= PA 140 X 100</p><p>mmHg; sem queixa de sintomas. GESTANTE 4</p><p>(G4)= Disúria; TAX 37,7 °C; dor leve. GESTANTE 5</p><p>(G5)=Pós Convulsão não responsiva;</p><p>saturação=87%; PA=170 X 110 mmHg. A</p><p>classificação deve ser:</p><p>a) (G1) Laranja, (G2) Vermelho, (G3) Verde, (G4)</p><p>Amarelo, (G5) Vermelho.</p><p>b) (G1) Laranja, (G2) Vermelho, (G3) Amarelo,</p><p>(G4) Verde, (G5) Vermelho.</p><p>c) (G1) Laranja, (G2) Vermelho, (G3) Amarelo,</p><p>(G4) Verde, (G5) Laranja.</p><p>d) (G1) Vermelho, (G2) Laranja, (G3) Amarelo,</p><p>(G4) Verde, (G5) Vermelho.</p><p>e) (G1) Vermelho, (G2) Laranja, (G3) Verde, (G4)</p><p>Amarelo, (G5) Vermelho.</p><p>Outros temas (disponível no acesso</p><p>da Mentoria Ebserh)</p><p>52</p><p>(HU-UNIFAP/EBSERH/2022) Sobre a depressão</p><p>pós-parto, analise as afirmativas abaixo e dê</p><p>valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).</p><p>( ) A disforia puerperal é um quadro que se inicia</p><p>15 dias antes do parto e que apresenta remissão</p><p>espontânea.</p><p>( ) Os fatores de risco para a disforia puerperal</p><p>são primiparidade, eventos estressantes e/ou</p><p>conflitos com o cônjuge, antecedentes familiares</p><p>de depressão e pouca idade.</p><p>( ) A etiologia da depressão pós-parto é</p><p>influenciada apenas por aspectos sociais.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência</p><p>correta de cima para baixo.</p><p>a) V - V - V. b) F - F - V.</p><p>c) V - F - F. d) F - V - V.</p><p>e) F - V - F.</p><p>53</p><p>(EBSERH/IBFC/2022) Sobre a gestação múltipla,</p><p>analise as afirmativas abaixo e assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>I. Relacionada com maior idade materna (entre</p><p>os 15 e os 35 anos, há um aumento de mais de</p><p>quatro vezes).</p><p>II. Relacionada com a raça branca.</p><p>III. Relacionada com multiparidade.</p><p>IV. Relacionada com história familiar (pelo lado</p><p>paterno).</p><p>V. Relacionada com maior frequência de relações</p><p>sexuais.</p><p>Estão corretas as afirmativas:</p><p>a) I, II, III e V, apenas. d) II, III, IV e V, apenas.</p><p>b) II, III e IV, apenas. e) I, II, III, IV e V.</p><p>c) I, III e V, apenas.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>21</p><p>54</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) O pós-parto pode ser</p><p>considerado um período de risco psiquiátrico</p><p>elevado na vida da mulher. Sobre este assunto,</p><p>leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>I. O blues pós-parto é um quadro que se inicia nos</p><p>primeiros dias após o nascimento e que</p><p>apresenta remissão espontânea.</p><p>II. A etiologia do blues pós-parto é multifatorial,</p><p>sendo influenciada pelos aspectos biológicos,</p><p>sociais e psicológicos.</p><p>III. A depressão pós-parto pode prejudicar a</p><p>estimulação adequada o bebê pela mãe,</p><p>acarretar desnutrição da criança, maus-tratos ou</p><p>até infanticídio.</p><p>IV. A disforia puerperal tende a facilitar o</p><p>desenvolvimento de problemas cognitivos,</p><p>comportamentais e sociais durante fases mais</p><p>tardias da vida da criança.</p><p>Estão corretas as afirmativas:</p><p>a) I e III, apenas. b) I, II, III e IV.</p><p>c) II e IV, apenas. d) II, III e IV, apenas.</p><p>e) I, II e III, apenas.</p><p>55</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) O elemento</p><p>intrauterino que protege o feto do</p><p>dessecamento, de choques mecânicos e de</p><p>infecções, permite a sua movimentação, evita a</p><p>aderência da pele e ainda ajuda a controlar a</p><p>temperatura corporal, mantendo-a</p><p>relativamente constante é o</p><p>a) sangue. b) endométrio.</p><p>c) líquido amniótico. d) cordão umbilical.</p><p>e) vérnix caseoso.</p><p>56</p><p>(Ebserh Nacional/IBFC/2020) A assistência de</p><p>enfermagem ao pré-natal, ao parto e ao</p><p>puerpério deve promover uma boa condição de</p><p>saúde tanto para a mulher quanto para o</p><p>feto/recém-nascido e possibilitar uma</p><p>experiência de vida gratificante no período.</p><p>Desse modo é de suma importância a ampliação</p><p>conhecimento técnico específico e a</p><p>individualização do cuidado para cada mulher.</p><p>Analise as alternativas a seguir e assinale a</p><p>correta.</p><p>a) Na Primeira Consulta de Enfermagem a</p><p>gestante e ao seu critério, também seu</p><p>companheiro, receberão as orientações sobre o</p><p>acompanhamento pré-natal. Nesse contato, o</p><p>médico deve ser acionado para a solicitação de</p><p>exames laboratoriais.</p><p>b) O enfermeiro deve preencher o cartão da</p><p>gestante, devidamente identificado, incluindo o</p><p>nome da unidade hospitalar de referência para</p><p>ela e o número do telefone, recomendar as</p><p>vacinas e ácido fólico; e restringir as atividades</p><p>físicas na gravidez.</p><p>c) O enfermeiro obstetra deve realizar a</p><p>identificação das distocias obstétricas e tomada</p><p>de providências necessárias, até a chegada do</p><p>médico, devendo intervir, em conformidade com</p><p>sua capacitação técnico científica, adotando os</p><p>procedimentos que visem garantir a segurança</p><p>da mãe e do recém-nascido.</p><p>d) A partir da 37ª semana ou em situações de</p><p>risco, deve-se intensificar o controle da</p><p>vitalidade fetal com avaliação cardiotocografica</p><p>em serviços de referência e o registro diário dos</p><p>movimentos fetais pela gestante.</p><p>e) Imunoglobulina Anti-D deve ser oferecida para</p><p>todas as mulheres Rh negativas não</p><p>sensibilizadas (Coombs indireto negativo) em até</p><p>96 horas após o parto, se o recém-nascido for Rh</p><p>positivo.</p><p>57</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Sobre os diversos fatores</p><p>de risco que indicam encaminhamento à</p><p>urgência/emergência obstétrica, assinale a</p><p>alternativa INCORRETA</p><p>a) Síndromes hemorrágicas.</p><p>b) Suspeita de pré-eclâmpsia.</p><p>c) Amniorrexe prematura.</p><p>d) Isoimunização Rh.</p><p>e) Infecção urinária</p><p>www.romulopassos.com.br 22</p><p>MENTORIA EBSERH | LEGISLAÇÃO DO SUS</p><p>na mulher</p><p>e procedimentos diagnósticos e terapêuticos</p><p>desnecessários.</p><p>IV. Mulheres submetidas à histerectomia total</p><p>por lesões benignas, sem história prévia de</p><p>diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de</p><p>alto grau, podem ser excluídas do rastreamento,</p><p>desde que apresentem exames anteriores</p><p>normais.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>a) Apenas I.</p><p>b) Apenas II.</p><p>c) Apenas I e III.</p><p>d) Apenas I, III e IV.</p><p>e) I, II, III e IV.</p><p>10</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Mulher de 35 anos</p><p>comparece à unidade básica de saúde com o</p><p>seguinte resultado de exame citopatológico:</p><p>Células Escamosas Atípicas de Significado</p><p>Indeterminado, possivelmente não neoplásicas</p><p>(ASC- US). Qual é a conduta inicial recomendada</p><p>pelo ministério da saúde, frente ao resultado do</p><p>exame apresentado?</p><p>a) Repetir o exame em 3 meses.</p><p>b) Repetir a citologia em 12 meses.</p><p>c) Repetir a citologia em 6 meses.</p><p>d) Encaminhar para colposcopia.</p><p>e) Encaminhar para cirurgia.</p><p>11</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Ao receber o resultado do</p><p>seu exame de rastreamento de câncer de colo de</p><p>útero, uma mulher de 40 anos passou por</p><p>consulta de enfermagem. O Enfermeiro,</p><p>identificando resultado anormal, encaminhou-a</p><p>para consulta médica, na qual foi solicitada para</p><p>a usuária a realização de colposcopia. Dentre as</p><p>alternativas a seguir, assinale aquela que</p><p>apresenta um resultado mais compatível com a</p><p>conduta para esse caso.</p><p>a) Microbiologia indicando a presença de cocos e</p><p>Lactobacillus sp.</p><p>b) Atipias em células glandulares.</p><p>c) Atrofia com inflamação.</p><p>d) Metaplasia escamosa imatura.</p><p>e) Inflamação sem identificação de agente.</p><p>12</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Paciente do sexo</p><p>feminino, 29 anos, compareceu ao serviço de</p><p>saúde com dúvidas em relação ao resultado do</p><p>seu exame preventivo de câncer de colo do</p><p>útero, pois continha como achado</p><p>microbiológico a presença de Lactobacillus sp.</p><p>Durante a conversa com a enfermeira, ela</p><p>relatou que estava bem e não estava sentindo</p><p>nada de diferente. Diante desse quadro, é</p><p>correto recomendar para essa mulher que ela:</p><p>a) Se encaminhe para a realização de exérese da</p><p>zona de transformação.</p><p>b) Repita o exame citopatológico em um</p><p>intervalo de seis meses.</p><p>c) Se encaminhe para a Unidade de Referência</p><p>para colposcopia.</p><p>d) Se encaminhe imediatamente para realização</p><p>de biópsia.</p><p>e) Siga a rotina de rastreamento citológico.</p><p>13</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) T.T.P. 45 anos, passa em</p><p>consulta com a Enfermeira na UBS que comunica</p><p>o resultado do Exame de Papanicolaou: “Lesão</p><p>intraepitelial de alto grau”. Diante desse</p><p>resultado, o próximo passo no seguimento de</p><p>T.T.P. é</p><p>a) encaminhar para colposcopia.</p><p>b) orientar repetir o Papanicolaou em 6 meses.</p><p>c) solicitar Ultrassom transvaginal.</p><p>d) prescrever creme vaginal reepitelizante.</p><p>e) encaminhar para um serviço de referência.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>4</p><p>14</p><p>(SEAD/FGV/2023) Uma mulher de 28 anos,</p><p>acompanhada pela atenção primária,</p><p>apresentou Lesão de Baixo Grau (LSIL) no exame</p><p>citopatológico. Nesse caso, a conduta</p><p>recomendada é</p><p>a) encaminhar para colposcopia.</p><p>b) repetir a citologia em 3 anos.</p><p>c) repetir a citologia em 6 meses.</p><p>d) repetir a citologia em 9 meses.</p><p>e) repetir a citologia em 12 meses.</p><p>15</p><p>(UFRJ/2023) Patrícia, uma mulher de 35 anos, faz</p><p>um exame de Papanicolau de rotina como parte</p><p>de seu exame de prevenção para câncer do colo</p><p>do útero. Os resultados indicam a presença de</p><p>células anormais, especificamente H-SIL. Patrícia</p><p>está preocupada e busca mais informações com</p><p>a enfermeira sobre os próximos passos e</p><p>tratamento recomendado. A enfermeira explica</p><p>a importância do resultado H-SIL e o itinerário</p><p>terapêutico dentro da linha de cuidado da saúde</p><p>da mulher para rastreio do câncer de colo de</p><p>útero, e a encaminha para o médico que discute</p><p>as opções de tratamento adequadas com base</p><p>nas diretrizes brasileiras. Diante das informações</p><p>fornecidas, assinale a abordagem de tratamento</p><p>recomendada para lesão intraepitelial escamosa</p><p>de alto grau (H-SIL) no Brasil.</p><p>a) Repetir o exame de Papanicolau em 3 meses.</p><p>b) Colposcopia imediata com biópsia dirigida.</p><p>c) Encaminhamento para vacinação contra o</p><p>HPV.</p><p>d) Observação sem intervenção.</p><p>e) Histerectomia como tratamento primário.</p><p>Câncer de mama</p><p>16</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Sobre as manifestações</p><p>clínicas do câncer de mama, assinale a</p><p>alternativa INCORRETA.</p><p>a) Aparecimento de nódulo, geralmente indolor,</p><p>duro e irregular.</p><p>b) Saída de secreção pelo mamilo, especialmente</p><p>quando é unilateral e espontânea.</p><p>c) Coloração esbranquiçada ou amarelada da</p><p>pele da mama.</p><p>d) Edema cutâneo semelhante à casca de laranja.</p><p>e) Retração cutânea.</p><p>17</p><p>(ALEMA/FGV/2023) De acordo com as</p><p>orientações do Ministério da Saúde, um dos</p><p>sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama e</p><p>que indica necessidade de referência urgente</p><p>para a confirmação diagnóstica é:</p><p>a) qualquer nódulo mamário em mulheres com</p><p>mais de 40 anos.</p><p>b) lesão eczematosa da pele que responda ou</p><p>não a tratamentos tópicos.</p><p>c) qualquer mudança na coloração da pele ao</p><p>redor das mamas em mulheres acima de 25 anos.</p><p>d) nódulo mamário que persiste por mais de um</p><p>ciclo menstrual em mulheres com mais de 30</p><p>anos.</p><p>e) mudança na coloração do mamilo</p><p>acompanhada de dormência em mulheres acima</p><p>de 15 anos.</p><p>18</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Mamografia regular</p><p>pode ser a chave para sobrevivência com câncer</p><p>de mama porque muitas lesões nos seios podem</p><p>ser detectadas antes de se tornarem</p><p>sintomáticas ou metástases. Quanto à anatomia</p><p>da mama, é correto afirmar que</p><p>a) dois métodos são comumente usados para</p><p>subdividir a mama em áreas menores para</p><p>propósitos de localização. O sistema quadrante e</p><p>o sistema relógio. O sistema relógio é mais</p><p>simples de usar para localização de lesões</p><p>generalizadas.</p><p>b) os hormônios não influenciam no</p><p>desenvolvimento de tecido, crescimento, e</p><p>eventualmente produção de leite na mulher.</p><p>c) a mama em uma mulher mais jovem tende a</p><p>ser um pouco menos densa, possuindo mais</p><p>tecido adiposo que a mama de uma mulher mais</p><p>velha.</p><p>d) a mama média se estende da porção anterior</p><p>da quarta costela até a oitava ou nona costela</p><p>(meio do esterno) e da borda lateral do esterno</p><p>até a axila.</p><p>e) cada uma das glândulas mamárias ou mamas</p><p>em uma mulher é uma eminência cônica ou</p><p>hemisférica que se localiza nas paredes</p><p>anteriores e laterais do tórax. O tamanho das</p><p>mamas varia entre indivíduos e com frequência</p><p>na mesma mulher, dependendo da sua idade e</p><p>da ação combinada de vários hormônios.</p><p>19</p><p>(EBSERH/IBFC/2017) Considerando a saúde da</p><p>mulher, o uso mamografia para detecção</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>5</p><p>precoce do câncer de mama deve ser orientado</p><p>para:</p><p>a) Todas as mulheres após os 35 anos de idade.</p><p>b) Todas as mulheres após os 45 anos de idade.</p><p>c) Para mulheres com idade entre 35 e 50 anos</p><p>de idade.</p><p>d) Para mulheres com idade entre 70 e 74 anos</p><p>de idade.</p><p>e) Para mulheres com idade entre 50 e 59 anos</p><p>de idade.</p><p>20</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Paciente com 50 anos vem</p><p>à consulta na UBS com desejo de rastreamento</p><p>de câncer de mama devido a diagnóstico recente</p><p>na irmã. A recomendação do Ministério da Saúde</p><p>nesse caso é</p><p>a) autoexame das mamas.</p><p>b) exame clínico das mamas.</p><p>c) mamografia.</p><p>d) ressonância nuclear magnética.</p><p>e) ultrassonografia.</p><p>21</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Mulher de 55 anos</p><p>apresentou, em seu resultado de mamografia,</p><p>BI-RADS 2. Segundo o Ministério da saúde, qual é</p><p>a conduta adequada?</p><p>a) Ela deverá ser encaminhada para uma</p><p>avaliação adicional.</p><p>b) A mulher seguirá rotina de rastreamento.</p><p>c) A mulher deverá realizar controle radiológico</p><p>em 6 meses.</p><p>d) A mulher será encaminhada para seguimento</p><p>em unidade de referência.</p><p>e) A mulher será encaminhada para seguimento</p><p>em unidade de referência de alta complexidade.</p><p>22</p><p>(MARINHA/2023) De acordo com o Caderno de</p><p>Controle dos Cânceres do Colo do Útero e da</p><p>Mama (2013), qual condição NÃO representa</p><p>indicação de mamografia?</p><p>a) Nódulo mamário.</p><p>b) Mastalgia.</p><p>c)</p><p>Secreção mamilar.</p><p>d) Descarga papilar.</p><p>e) Edema mamário em “casca de laranja”.</p><p>Pré-natal de alto risco</p><p>24. (EBSERH/VUNESP/2020) G.A.S, primigesta,</p><p>com idade gestacional de 28 semanas, é</p><p>encontrada por vizinhos em sua casa, em quarto</p><p>escuro, inconsciente, convulsionando</p><p>intermitentemente. Solicitada a equipe do</p><p>SAMU, que ao chegar ao local constatou a</p><p>pressão arterial da gestante era de 180 X 120</p><p>mmHg e foi informado por familiares que a</p><p>gestação de G.A.S. vinha evoluindo sem</p><p>intercorrências até começar a apresentar</p><p>“manifestações espirituais” há algumas horas. Os</p><p>sinais e sintomas apresentados são sugestivos de</p><p>a) eclâmpsia.</p><p>b) hipertensão aguda.</p><p>c) pré-eclâmpsia leve.</p><p>d) pré-eclâmpsia grave.</p><p>e) Hellp Síndrome.</p><p>25</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Sobre o assunto, assinale a</p><p>alternativa INCORRETA.</p><p>a) A Pré-eclâmpsia é caracterizada pelo</p><p>aparecimento de HAS e proteinúria (> 300</p><p>mg/24h) após a 20ª semana de gestação em</p><p>mulheres previamente normotensas.</p><p>b) A eclâmpsia corresponde à pré-eclâmpsia</p><p>complicada por convulsões que não podem ser</p><p>atribuídas a outras causas.</p><p>c) Pré-eclâmpsia superposta à HAS crônica é</p><p>definida pela elevação aguda da PA, à qual se</p><p>agregam proteinúria, trombocitopenia ou</p><p>anormalidades da função hepática, em gestantes</p><p>portadoras de HAS crônica com idade gestacional</p><p>superior a 20 semanas.</p><p>d) Hipertensão arterial sistêmica crônica é</p><p>definida por hipertensão registrada antes da</p><p>gestação, no período que precede à 20ª semana</p><p>de gravidez ou além de doze semanas após o</p><p>parto.</p><p>e) Hipertensão gestacional é caracterizada por</p><p>HAS detectada após a 30ª semana, com</p><p>proteinúria, podendo ser definida como</p><p>“transitória" ou “crônica".</p><p>26</p><p>(UNICAMP/VUNESP/2023) Entre as</p><p>consequências da Síndrome Hipertensiva da</p><p>Gravidez para o Recém-nascido, pode-se citar:</p><p>a) parto prematuro e luxação do quadril.</p><p>b) risco para perfuração intestinal espontânea e</p><p>sindactilia.</p><p>c) maior tempo de internação hospitalar e</p><p>hidrocefalia.</p><p>d) síndrome do desconforto respiratório e</p><p>osteomalácia.</p><p>e) baixo peso ao nascer e aumento do estresse</p><p>oxidativo.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>6</p><p>27</p><p>(UFRJ/2023) A pré-eclâmpsia é uma complicação</p><p>grave da gestação caracterizada por hipertensão</p><p>arterial e disfunção de órgãos, como o fígado e</p><p>os rins. O conhecimento por parte do enfermeiro</p><p>obstétrico, dos mecanismos fisiopatológicos</p><p>envolvidos no desenvolvimento da pré-</p><p>eclâmpsia é essencial para o manejo adequado</p><p>dessa condição. Sendo assim, assinale dentre as</p><p>assertivas abaixo, aquela que traz o mecanismo</p><p>fisiopatológico principal envolvido no</p><p>desenvolvimento da pré-eclâmpsia.</p><p>a) Redução da perfusão placentária.</p><p>b) Aumento da resistência periférica.</p><p>c) Lesão endotelial sistêmica.</p><p>d) Hiperreatividade vascular.</p><p>e) Disfunção renal.</p><p>28</p><p>(EAOAP/AERONÁUTICA/2023) Sobre as</p><p>síndromes hipertensivas da gravidez, é</p><p>importante o enfermeiro encaminhar gestantes</p><p>identificadas como grupo de risco para o médico.</p><p>Por esse motivo, é necessário identificar os</p><p>agravos das síndromes hipertensivas da gravidez.</p><p>Diante do exposto acima, informe verdadeiro (V)</p><p>ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em</p><p>seguida, marque a opção que apresenta a</p><p>sequência correta.</p><p>( ) As gestantes com diagnóstico de pré-</p><p>eclâmpsia leve deverão ser internadas, devem</p><p>ser solicitados os exames de rotina e avaliadas as</p><p>condições maternas e fetais.</p><p>( ) A diminuição rápida de peso, edema facial ou</p><p>outros sintomas sugestivos da doença requerem</p><p>uma monitoração mais rigorosa da pressão</p><p>arterial e a detecção de proteinúria.</p><p>( ) Na ausência de proteinúria, a suspeita de pré-</p><p>eclâmpsia se fortalece quando percebe-se o</p><p>aumento da pressão acompanhado por cefaleia,</p><p>distúrbios visuais, dor abdominal, plaquetopenia</p><p>e aumento de enzimas hepáticas.</p><p>( ) A presença dos seguintes sinais e sintomas</p><p>demanda internação imediata: PA</p><p>150/100mmHg; proteinúria na fita ++ ou mais;</p><p>aumento exagerado de peso; cefaleia grave e</p><p>persistente; dor abdominal persistente,</p><p>principalmente na região epigástrica e</p><p>hipocôndrio; sangramento vaginal; diminuição</p><p>dos movimentos fetais.</p><p>a) (F); (F); (V); (V).</p><p>b) (F); (V); (F); (V).</p><p>c) (V); (F); (V); (F).</p><p>d) (V); (V); (F); (F).</p><p>29</p><p>(IFPB/UFPR/2023) A mortalidade materna no</p><p>Brasil foi de 107,53 por 100.000 nascidos vivos</p><p>em 2021, muito além da meta preconizada pela</p><p>Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de</p><p>30 mortes por 100.000, segundo dados do</p><p>Observatório Obstétrico Brasileiro em 2022. Uma</p><p>das causas principais é a síndrome hipertensiva</p><p>específica da gestação (SHEG), que pode afetar a</p><p>mulher e a evolução do feto. A SHEG pode evoluir</p><p>para pré-eclâmpsia e eclâmpsia, sendo este</p><p>estágio de altíssimo risco para vida de mãe e</p><p>feto/bebê. Pesquisas revelam deficiências no</p><p>atendimento pré-natal, na assistência ao parto</p><p>seguro e no período puerperal. O enfermeiro</p><p>precisa estar atento aos sinais e sintomas em</p><p>toda consulta do pré-natal e prestar</p><p>atendimento personalizado a fim de prevenir</p><p>complicações. Sobre essa síndrome, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) A hipertensão arterial diagnosticada após 20</p><p>semanas de gestação em mulheres antes</p><p>normotensas e a presença de proteinúria são</p><p>sinais indicativos de risco para pré-eclâmpsia.</p><p>b) Se a gestante com hipertensão diagnosticada</p><p>após 20 semanas de gestação não apresentar</p><p>edema em membros inferiores, cefaleia e visão</p><p>alterada, não há risco para pré-eclâmpsia.</p><p>c) Uma forma de diminuir riscos da pré-</p><p>eclâmpsia e da eclâmpsia é o nascimento da</p><p>criança, e, assim sendo, não há risco de uma</p><p>puérpera desenvolver esta síndrome.</p><p>d) Nas gestantes com 20 semanas ou mais de</p><p>gestação, o aparecimento da convulsão tônico-</p><p>clônica e o coma caracterizam o distúrbio em</p><p>pré-eclâmpsia grave.</p><p>e) No momento do diagnóstico, se for pré-</p><p>eclâmpsia sem sinais de risco, a conduta imediata</p><p>é a gestante ser liberada para o domicílio.</p><p>30</p><p>(UNICAMP/VUNESP/2023) Leia o seguinte texto:</p><p>“O crescimento excessivo fetal ocorre devido à</p><p>alta eficiência da fisiologia de transporte de</p><p>glicemia materno-fetal, a qual promove elevada</p><p>secreção fetal de insulina e consequentemente o</p><p>aumento do crescimento.”</p><p>Ele descreve o quadro de</p><p>a) obesidade intrauterina.</p><p>b) síndrome metabólica fetal.</p><p>c) hiperglicemia fetal.</p><p>d) diabetes mellitus gestacional.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>7</p><p>e) hiperdesenvolvimento intrauterino.</p><p>31</p><p>(EBSERH/IBFC/2022) ________________</p><p>caracteriza-se por perda da integridade do ovo,</p><p>sangramento moderado a acentuado contendo</p><p>coágulos e/ou restos ovulares, colo uterino</p><p>permeável, dor em cólica de forte intensidade e</p><p>redução do volume uterino em relação à idade</p><p>gestacional. Assinale a alternativa que preencha</p><p>corretamente a lacuna.</p><p>a) Aborto retido</p><p>b) Aborto infectado</p><p>c) Ameaça de abortamento</p><p>d) Aborto evitável</p><p>e) Aborto inevitável</p><p>32</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) O abortamento é uma das</p><p>condições clínicas mais frequentes que se</p><p>apresentam com hemorragias do primeiro</p><p>trimestre de gestação. Segundo a Organização</p><p>Mundial da Saúde (OMS), o abortamento se</p><p>caracteriza como perda do concepto de _______,</p><p>_____ de peso ou _______ de comprimento.</p><p>Preencha as lacunas e a seguir assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) Até 12 semanas completas; 300 gramas; 12,5</p><p>centímetros.</p><p>b) Até 22 semanas completas; 500 gramas; 16,5</p><p>centímetros.</p><p>c) Até 16 semanas incompletas; 400 gramas; 14,5</p><p>centímetros.</p><p>d) 12 a 20 semanas completas; 300 a 500 gramas;</p><p>12,0 a 16,0 centímetros.</p><p>e) Até 24 semanas completas; 1000 gramas; 30,0</p><p>centímetros.</p><p>33</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) O abortamento é uma</p><p>síndrome da primeira metade da gestação com</p><p>interrupção da mesma antes de atingir a</p><p>viabilidade fetal. Considerando o abortamento,</p><p>leia as frases abaixo e, a seguir, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>I. Considera-se a perda do concepto de até 22ª</p><p>semanas completas, 500 gramas de peso ou 16,5</p><p>cm de comprimento.</p><p>II. A dor revela sinais de contração uterina.</p><p>III. É o sangramento de origem uterina, antes das</p><p>28 semanas de gestação, sem contrações</p><p>uterinas, sem dilatação da cérvice e sem</p><p>expulsão dos produtos da concepção.</p><p>IV. Para o abortamento retido, o tratamento é o</p><p>esvaziamento uterino por meio da aspiração</p><p>manual intrauterina (AMIU) ou curetagem</p><p>cirúrgica ou aspirativa.</p><p>a) As frases I, II e IV estão corretas.</p><p>b) As frases III e IV estão corretas.</p><p>c) Apenas a frase I está correta.</p><p>d) Apenas a frase III está correta.</p><p>e) Apenas a frase II está correta.</p><p>34</p><p>(UFRJ/2023) Emília, uma mulher de 25 anos, dá</p><p>entrada na unidade obstétrica com diagnóstico</p><p>de aborto incompleto. Ela está apresentando</p><p>sangramento vaginal e dor abdominal. Como</p><p>enfermeiro obstétrico, você é responsável por</p><p>fornecer cuidados abrangentes durante esse</p><p>período desafiador. Assinale a assertiva que</p><p>contém a intervenção de enfermagem mais</p><p>apropriada para lidar com as complicações</p><p>associadas a um aborto incompleto:</p><p>a) preparar a mulher para o esvaziamento</p><p>uterino imediato.</p><p>b) administrar fluidos intravenosos para manter</p><p>a hidratação.</p><p>c) incentivar a mulher a deambulação para</p><p>promover as contrações uterinas.</p><p>d) administrar medicação analgésica oral para</p><p>alívio da dor.</p><p>e) fornecer aconselhamento para planejamento</p><p>familiar.</p><p>35</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Gestante de 19 anos,</p><p>referindo atraso menstrual de 15 semanas, sem</p><p>início do pré-natal, apresenta quadro de</p><p>sangramento vaginal intermitente, de pequena</p><p>intensidade e indolor. Relata quadro de vômitos</p><p>incoercíveis. Ao exame, apresentou PA 150 x 90</p><p>mmHg no momento da consulta. A altura uterina</p><p>mensurada foi de 18 cm, entretanto os</p><p>batimentos cardíacos fetais foram inaudíveis. O</p><p>diagnóstico mais provável do caso clínico é</p><p>a) aborto incompleto.</p><p>b) descolamento prematuro de placenta.</p><p>c) êmese gravídica.</p><p>d) mola hidatiforme.</p><p>e) pré-eclâmpsia.</p><p>36</p><p>(GHC-RS/FUNDATEC/2023) A Gravidez Ectópica</p><p>(GE) é caracterizada pela implantação e o</p><p>desenvolvimento do blastocisto ocorrendo fora</p><p>da sede normal, ou seja, fora da grande cavidade</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>8</p><p>corporal do útero. A localização mais frequente é</p><p>a gravidez tubária (90 a 95% dos casos). Assinale</p><p>a alternativa que NÃO corresponde a um fator de</p><p>risco para a ocorrência de uma GE.</p><p>a) Usuárias de dispositivo intrauterino (DIU).</p><p>b) Obesidade.</p><p>c) Endometriose.</p><p>d) Tabagismo.</p><p>e) Infertilidade.</p><p>37</p><p>(Prefeitura de João Pessoa-PB/AOCP/2021) Uma</p><p>paciente secundigesta, com um parto cesariano</p><p>anterior, com 37 semanas, dá entrada no pronto</p><p>atendimento em trabalho de parto. Durante a</p><p>evolução eutócica, a paciente apresentou dor</p><p>abdominal repentina, com diminuição da</p><p>atividade uterina. O toque vaginal mostrava</p><p>apresentação fetal não mais detectável ao toque</p><p>vaginal. Nesse caso, o diagnóstico clínico-</p><p>obstétrico é</p><p>a) rotura uterina.</p><p>b) rotura de vasa prévia.</p><p>c) rotura de hematoma hepático.</p><p>d) prolapso de cordão.</p><p>e) descolamento prematuro de placenta.</p><p>38</p><p>(Prefeitura de Cuiabá-MT/IBFC/2023) Mulher de</p><p>38 anos, secundigesta, histórico de parto cesárea</p><p>há um ano, 40 semanas e 2 dias de gestação,</p><p>encontra -se em trabalho de parto fase ativa com</p><p>7 cm de dilatação cervical e 4 contrações uterinas</p><p>de 60 segundos, apresentando abdome com</p><p>aspecto segundo Figura 4, abaixo. Solicita</p><p>anestesia de parto por dor intensa, porém,</p><p>minutos antes, apresenta sangramento vaginal</p><p>em moderada quantidade, melhora súbita da dor</p><p>e remissão das contrações uterinas. Em relação</p><p>ao provável diagnóstico e conduta, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) Descolamento prematuro de placenta - parto</p><p>via mais rápida.</p><p>b) Rotura de vasa prévia - parto cesárea de</p><p>emergência.</p><p>c) Rotura uterina - parto cesárea de emergência.</p><p>d) Rotura de seio marginal - fisiológico, condução</p><p>do trabalho de parto.</p><p>39</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Gestante de 35 semanas,</p><p>Gesta 2 para 1, apresenta ao ultrassom um maior</p><p>bolsão, medido em seu sentido vertical de</p><p>líquido, de 9 cm. Qual é a condição descrita?</p><p>a) Oligohidrâmnio.</p><p>b) Polidramnia.</p><p>c) Líquido normal.</p><p>d) Infecção fetal.</p><p>e) Rotura precoce da membrana amniótica.</p><p>40</p><p>(MARINHA/2023) De acordo com Almeida e Reis</p><p>(2021), embora a gravidez seja um evento</p><p>biológico, o decurso de uma gestação pode</p><p>evidenciar complicações. A placenta prévia é</p><p>uma complicação da gravidez e pode ser descrita</p><p>como:</p><p>a) inserção viciosa da placenta no segmento</p><p>inferior do útero, excluindo-se os casos de</p><p>abortamento.</p><p>b) anormalidade do desenvolvimento das células</p><p>trofoblásticas da placenta sem produto da</p><p>concepção (embrião ou feto).</p><p>c) separação da placenta implantada no corpo</p><p>uterino, antes da expulsão fetal, em gestações de</p><p>22 ou mais semanas.</p><p>d) incompatibilidade sanguínea do sistema ABO</p><p>e do fator Rh.</p><p>e) gestação que se instala e evolui fora da</p><p>cavidade uterina.</p><p>41</p><p>(UFRJ/2023) Ana, uma mulher grávida de 29 anos</p><p>com 30 semanas de gestação, apresenta-se ao</p><p>ambulatório de pré-natal com sangramento</p><p>vaginal indolor. Nega história de trauma ou</p><p>episódios hemorrágicos anteriores. Ao exame, o</p><p>médico observa sangramento vermelho</p><p>brilhante e o útero parece mole e insensível. Ana</p><p>não tem contrações e o monitoramento da</p><p>frequência cardíaca fetal não mostra sinais de</p><p>sofrimento. O médico termina a consulta a</p><p>orienta, solicita novos exames e libera a</p><p>gestante. Entretanto, como é um ambulatório</p><p>multiprofissional, leva o caso para ser discutido</p><p>com a enfermeira obstétrica. Com base nesses</p><p>achados, a enfermeira informa ao médico que</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>9</p><p>suspeita de placenta prévia e aconselha uma</p><p>avaliação mais aprofundada. Sobre a placenta</p><p>prévia, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Pode ser confirmada pela palpação abdominal.</p><p>b) É comumente associada a dor abdominal</p><p>intensa.</p><p>c) É tipicamente acompanhada por contrações</p><p>uterinas.</p><p>d) É uma condição de inserção baixa da placenta</p><p>após 28 semanas.</p><p>e) É caracterizada por sangramento vaginal de</p><p>grande monta.</p><p>42</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Enfermeiro realiza o</p><p>Acolhimento da Gestante D.Y.K. com o quadro</p><p>clínico de: dor abdominal e persistência da dor</p><p>entre as contrações no trabalho de parto,</p><p>sangramento genital de quantidade variável,</p><p>história de hipertensão, hipertonia uterina,</p><p>monitoração fetal apresenta padrão não</p><p>tranquilizador e palpação abdominal com</p><p>contrações tetânicas. Realizado Ultrassom com a</p><p>visualização de hematomas retroplacentários de</p><p>tamanhos variados. O conjunto de sinais e</p><p>sintomas e exame ultrassonográfico descritos é</p><p>compatível com o quadro emergencial obstétrico</p><p>denominado</p><p>a) placenta prévia.</p><p>b) bolsa rota.</p><p>c) descolamento prematuro de placenta.</p><p>d) Hellp Síndrome.</p><p>e) prenhez ectópica.</p><p>43</p><p>(UFRJ/2023) Maria é uma gestante de 35 anos</p><p>que chega a emergência com queixa de dor</p><p>abdominal intensa de início súbito e</p><p>sangramento vaginal com 34 semanas de</p><p>gestação. Relata ter hipertensão durante a</p><p>gravidez e fumar cigarros regularmente. Ao</p><p>exame físico, o abdome de Maria está sensível e</p><p>rígido, e seu útero parece tenso. O</p><p>monitoramento da frequência cardíaca fetal</p><p>mostra sinais de sofrimento fetal. Com base nos</p><p>sintomas e achados clínicos, você, enfermeiro</p><p>obstétrico, suspeita de descolamento prematuro</p><p>da placenta e solicita a presença imediata do</p><p>médico, que corrobora com seu achado clínico e</p><p>inicia o tratamento imediato, incluindo reposição</p><p>volêmica e Maria é submetida a uma cesariana</p><p>de emergência e o diagnóstico de descolamento</p><p>prematuro da placenta é confirmado no</p><p>intraoperatório.</p><p>Com base nas informações fornecidas, assinale a</p><p>afirmação que melhor representa o</p><p>descolamento prematuro da placenta.</p><p>a) Requer tratamento imediato, incluindo</p><p>cesariana de emergência, se necessário.</p><p>b) É mais comum em mulheres com história de</p><p>parto prematuro.</p><p>c) Geralmente é uma condição indolor e sem</p><p>sangramento vaginal.</p><p>d) Não está associado a nenhum sofrimento ou</p><p>comprometimento fetal.</p><p>e) Refere-se à inserção baixa ou incompleta</p><p>da</p><p>placenta da parede uterina.</p><p>44</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) A gestação, o parto e o</p><p>puerpério de risco são situações nas quais a</p><p>saúde da mulher apresenta complicações no seu</p><p>estado de saúde por doenças preexistentes ou</p><p>intercorrências da gravidez no parto ou</p><p>puerpério, geradas tanto por fatores orgânicos,</p><p>quanto por fatores socioeconômicos e</p><p>demográficos desfavoráveis. Considerando as</p><p>atribuições dos serviços hospitalares de</p><p>referência à Atenção à Gestação de Alto Risco,</p><p>leia as frases abaixo e a seguir assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>I. Realizar captação precoce da gestante de alto</p><p>risco, com busca ativa das gestantes.</p><p>II. Permitir a presença de acompanhante de livre</p><p>escolha da mulher em todo o período de trabalho</p><p>de parto, parto e puerpério.</p><p>III. Realizar visitas domiciliares às gestantes de</p><p>sua população adstrita.</p><p>IV. Implantar o acolhimento com classificação de</p><p>risco (ACCR).</p><p>a) As frases I, II, III e IV estão corretas.</p><p>b) As frases I e III estão corretas.</p><p>c) As frases II e IV estão corretas.</p><p>d) As frases II, III e IV estão corretas.</p><p>e) Apenas a frase II está correta.</p><p>45</p><p>(EBSERH/IBFC/2022) Constitui fator de risco que</p><p>pode indicar encaminhamento ao pré-natal de</p><p>alto risco:</p><p>a) Idade menor do que 15 e maior do que 35</p><p>anos.</p><p>b) Evidência laboratorial de proteinúria.</p><p>c) Microssomia fetal.</p><p>d) Idade gestacional a partir de 41 semanas</p><p>confirmadas.</p><p>e) Oligoidrâmnio.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>10</p><p>46</p><p>(Prefeitura de Porto Alegre-RS/FUNDATEC/2023)</p><p>O oligoidrâmnio, que ocorre em cerca de 3,9% a</p><p>5,5% das gestações, caracteriza-se pela</p><p>acentuada diminuição do volume do líquido</p><p>amniótico e é diagnosticado quando o volume</p><p>está abaixo de 250 ml entre a 21ª e a 42ª semana</p><p>gestacional. Em relação às causas de</p><p>oligoidrâmnio, analise as assertivas abaixo:</p><p>I. Patologias placentárias: crescimento</p><p>intrauterino retardado, anomalias congênitas,</p><p>principalmente as do trato urinário, e anomalias</p><p>cromossômicas.</p><p>II. Patologias fetais: rotura prematura de</p><p>membranas, insuficiência placentária, e</p><p>deslocamento prematuro de placenta.</p><p>III. Patologias maternas: diabetes associada a</p><p>vasculopatias, hipertensão arterial, hipovolemia,</p><p>síndrome antifosfolipídio, colagenoses, e uso de</p><p>drogas inibidoras da enzima conversora da</p><p>angiotensina e da síntese de prostaglandinas.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>a) Apenas I. d) Apenas II e III.</p><p>b) Apenas III. e) I, II e III.</p><p>c) Apenas I e II.</p><p>Pré-natal de baixo risco</p><p>1</p><p>(Prefeitura de Flores da Cunha-</p><p>RS/FUNDATEC/2022) A gestação é um fenômeno</p><p>fisiológico e, por isso, sua evolução se dá, na</p><p>maior parte dos casos, sem intercorrências. O</p><p>sintoma mais comumente identificado para a</p><p>suspeição de gravidez é o atraso menstrual.</p><p>Outros sintomas e sinais comuns ou específicos</p><p>podem compor o quadro, possibilitando a</p><p>confirmação da gestação. Referente aos sinais e</p><p>sintomas de gravidez, analise as assertivas abaixo</p><p>e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.</p><p>( ) São sinais e sintomas de presunção de</p><p>gravidez: náuseas e vômitos, sialorreia,</p><p>alterações do apetite, lipotimia, polaciúria e</p><p>nictúria.</p><p>( ) Melasma facial, linha nigra e aumento do</p><p>volume abdominal são sinais de probabilidade da</p><p>gravidez.</p><p>( ) Os sinais de probabilidade são mais evidentes</p><p>a partir de oito semanas de gestação.</p><p>( ) Sinal de Hunter (aréola mamária secundária)</p><p>é um sinal de certeza da gestação.</p><p>( ) Diagnóstico laboratorial: é realizado pela</p><p>identificação do hormônio coriogonadotrófico na</p><p>urina ou no sangue, um indicativo de gravidez.</p><p>A ordem correta de preenchimento dos</p><p>parênteses, de cima para baixo, é:</p><p>a) V – F – V – F – F.</p><p>b) V – V – F – V – F.</p><p>c) F – F – V – F – V.</p><p>d) V – F – V – V – V.</p><p>e) F – V – F – F – F.</p><p>2</p><p>(EBSERH/IBFC/2017) Assinale a alternativa</p><p>correta que contemple um exemplo de</p><p>presunção de gravidez.</p><p>a) Amolecimento da cérvice uterina, com</p><p>posterior aumento do seu volume.</p><p>b) Paredes vaginais aumentadas, com aumento</p><p>da vascularização (pode-se observar pulsação da</p><p>artéria vaginal nos fundos de sacos laterais).</p><p>c) Percepção dos movimentos fetais (de 18 a 20</p><p>semanas).</p><p>d) Presença dos batimentos cardíacos fetais</p><p>(BCF), que são detectados pelo sonar a partir de</p><p>12 semanas e pelo Pinard a partir de 20 semanas.</p><p>e) Atraso menstrual.</p><p>3</p><p>(Prefeitura de Candeias-BA/IBFC/2019) Para que</p><p>o pré-natal tenha início o mais rápido possível é</p><p>necessário a confirmação da gravidez. Deste</p><p>modo, buscando expandir a captação precoce</p><p>das gestantes, foi incluído pelo Ministério da</p><p>Saúde, por meio da Rede Cegonha; o Teste</p><p>Rápido de Gravidez dentre os exames de rotina</p><p>do pré-natal. A respeito do Teste Rápido de</p><p>Gravidez, assinale a alternativa incorreta.</p><p>a) o Teste Rápido de Gravidez pode ser realizado</p><p>em qualquer Unidade de Saúde, o que acelera o</p><p>processo necessário para a confirmação da</p><p>gravidez e o início do pré-natal, sendo solicitado</p><p>pelo médico ou enfermeiro.</p><p>b) toda mulher com história de atraso menstrual</p><p>superior a 15 dias, com vida sexual ativa, deve ser</p><p>orientada pela equipe de saúde a realizar o Teste</p><p>Imunológico de Gravidez (TIG).</p><p>c) o Teste Rápido de Gravidez tem baixa taxa de</p><p>resultados falsos negativos, mas elevada taxa de</p><p>resultados falsos positivos, o que pode</p><p>atrapalhar o início do pré-natal.</p><p>d) a solicitação do Teste Imunológico de Gravidez</p><p>tornase desnecessária caso o atraso menstrual</p><p>seja superior a 12 semanas, uma vez que o</p><p>diagnóstico de gravidez poderá ser feito pelo</p><p>exame clínico.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>11</p><p>4</p><p>(FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) Segundo o Ministério</p><p>da Saúde, as consultas de pré-natal, além de</p><p>regulares, devem ser iniciadas o mais</p><p>precocemente possível, a fim de garantir que</p><p>todas as avaliações propostas sejam realizadas.</p><p>Com base nessa orientação, assinale a afirmativa</p><p>correta.</p><p>a) As consultas, até a 20ª semana, devem ser</p><p>quinzenais.</p><p>b) As consultas, a partir 28ª semana, devem ser</p><p>mensais.</p><p>c) As consultas, no total, devem ser de, no</p><p>mínimo, oito.</p><p>d) A maior frequência de consultas deve ser no</p><p>primeiro trimestre de gestação.</p><p>e) As consultas, da 36ª até a 41ª semana, devem</p><p>ser realizadas semanalmente.</p><p>5</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Sobre as consultas do pré-</p><p>natal, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>a) As consultas de pré-natal poderão ser</p><p>realizadas na unidade de saúde ou durante</p><p>visitas domiciliares.</p><p>b) Quando o parto não ocorre até a 41ª semana,</p><p>é necessário encaminhar a gestante para</p><p>avaliação do bem-estar fetal.</p><p>c) O total de consultas deverá ser de, no mínimo,</p><p>5 (cinco), com acompanhamento intercalado</p><p>entre médico e enfermeiro.</p><p>d) A maior frequência de visitas no final da</p><p>gestação visa à avaliação do risco perinatal e das</p><p>intercorrências clínico-obstétricas mais comuns</p><p>nesse trimestre.</p><p>e) as consultas devem ser realizadas conforme o</p><p>seguinte cronograma: Até 28ª semana –</p><p>mensalmente; da 28ª até a 36ª semana –</p><p>quinzenalmente; da 36ª até a 41ª semana –</p><p>semanalmente.</p><p>6</p><p>(HU-UNIFAP/EBSERH/IBFC/2022) Um dos</p><p>exames realizados no pré-natal é a</p><p>ultrassonografia. Nele é possível, dentre outras</p><p>informações, avaliar o líquido amniótico e a</p><p>placenta. Sobre o assunto exposto, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) A placenta é responsável pelas trocas gasosas</p><p>e também sintetiza estrogênio e outros</p><p>hormônios, o líquido amniótico permite o</p><p>desenvolvimento pulmonar.</p><p>b) A placenta é responsável por manter a</p><p>temperatura fetal e eliminação de excretas, o</p><p>líquido amniótico mantém o equilíbrio entre as</p><p>partes fetais e impede aderências.</p><p>c) A placenta é responsável pela circulação</p><p>materno fetal, irá promover trocas gasosas e</p><p>repõe o líquido amniótico, o líquido amniótico</p><p>ajuda a nutrição fetal.</p><p>d) A placenta protege o feto contra traumas</p><p>externos e realiza trocas gasosas e de nutrientes,</p><p>o líquido amniótico hidrata o feto e mantém a</p><p>temperatura.</p><p>e) A placenta impede aderências e o líquido</p><p>amniótico é responsável pela hidratação e</p><p>nutrição fetal.</p><p>7</p><p>(FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) Na segunda consulta</p><p>de pré-natal uma gestante foi informada que o</p><p>exame VDRL, solicitado na primeira consulta,</p><p>teve resultado positivo (reagente).</p><p>Diante disso, a conduta recomendada em relação</p><p>à sífilis é a de</p><p>a) concluir o tratamento em até 10 dias antes do</p><p>parto.</p><p>b) iniciar o tratamento somente 24 horas após o</p><p>parto.</p><p>c) realizar um segundo teste antes de iniciar o</p><p>tratamento.</p><p>d) iniciar o tratamento somente na 32ª semana</p><p>de gestação.</p><p>d) iniciar imediatamente o tratamento</p><p>medicamentoso.</p><p>8</p><p>(Prefeitura de Cuiabá-MT/IBFC/2023) Durante a</p><p>consulta de enfermagem, o enfermeiro precisa</p><p>calcular a data provável do parto (DPP) da</p><p>gestante, com data da última menstruação</p><p>(DUM) em 13 de agosto de 2022.</p><p>Faça o cálculo e assinale a alternativa correta.</p><p>a) DPP em 20 de maio de 2023.</p><p>b) DPP em 16 de abril de 2023.</p><p>c) DPP em 06 de maio de 2023.</p><p>d) DPP em 13 de maio de 2023.</p><p>9</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Em 15.06.2019, R.O.S.,</p><p>26 anos, primigesta, DUM 30.11.2018,</p><p>compareceu à consulta de Enfermagem para</p><p>início do seu pré-natal. Ao questionar sobre a</p><p>situação vacinal, o Enfermeiro foi informado que</p><p>a gestante não recordava de ter tomado essa</p><p>vacina e não tinha carteira de vacinação.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>12</p><p>Aplicando a Regra de Naegele, o cálculo da data</p><p>provável do parto (DPP) e a idade gestacional (IG)</p><p>no dia da consulta são, respectivamente:</p><p>a) DPP=07.08.2019; IG= 28 1/7 semanas.</p><p>b) DPP=08.09.2019; IG= 28 2/7 semanas.</p><p>c) DPP=22.03.2020; IG= 27 1/7 semanas.</p><p>d) DPP=07.09.2019; IG= 28 1/7 semanas.</p><p>e) DPP=22.03.2020; IG= 28 2/7 semanas.</p><p>10</p><p>(Prefeitura de Candeias-BA/IBFC/2019) O</p><p>Enfermeiro João em atendimento de consulta do</p><p>terceiro trimestre de gestação recebe a gestante</p><p>Mariana, primigesta, Data da Última</p><p>Menstruação - DUM: 20/07/2018, tipo</p><p>sanguíneo/fator Rh: A negativo, refere boa</p><p>movimentação fetal, nega perdas via vaginal,</p><p>refere ansiedade e episódios de falta de ar. Sobre</p><p>a avaliação obstétrica da paciente, analise as</p><p>afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou</p><p>Falso (F).</p><p>( ) o enfermeiro deve calcular a Idade</p><p>Gestacional e encontrar que Data Provável do</p><p>Parto será dia 27/04/2019. No cálculo da idade</p><p>gestacional pelo ultrassom deve considerar o</p><p>primeiro exame realizado.</p><p>( ) o enfermeiro deve solicitar os exames de</p><p>terceiro trimestre preconizados pelo Ministério</p><p>da Saúde, tais como: hemograma, glicemia em</p><p>jejum, coombs direto, VDRL, Anti-HIV, sorologia</p><p>para hepatite B (HbsAg), sorologia para</p><p>toxoplasmose (se o IgG não foi reagente) e urina</p><p>tipo I.</p><p>( ) é importante que o enfermeiro ouça a</p><p>gestante e converse sobre suas angústias,</p><p>recomendando prioritariamente o repouso em</p><p>decúbito lateral esquerdo</p><p>( ) o enfermeiro deve se atentar para sintomas</p><p>como tosse, sibilos, chiados e encaminhar a</p><p>gestante imediatamente à consulta médica, uma</p><p>vez que a falta de ar é pouco frequente na</p><p>gestação</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência</p><p>correta de cima para baixo.</p><p>a) F, F, V, V.</p><p>b) V, V, V, F.</p><p>c) F, V, F, F.</p><p>d) V, F, V, F.</p><p>11</p><p>(Prefeitura de Candeias-BA/IBFC/2019) Acerca</p><p>das atribuições do enfermeiro no atendimento</p><p>pré-natal de baixo risco, assinale a alternativa</p><p>incorreta.</p><p>a) o enfermeiro deve identificar as gestantes de</p><p>alto risco e encaminhá-las imediatamente ao</p><p>serviço de referência.</p><p>b) o enfermeiro deve solicitar exames</p><p>complementares e realizar testes rápidos.</p><p>c) o enfermeiro deve prescrever medicamentos</p><p>padronizados para o programa de pré-natal,</p><p>além de medicamentos padronizados para</p><p>tratamento das Doenças Sexualmente</p><p>Transmissíveis, conforme protocolo da</p><p>abordagem sindrômica.</p><p>d) o enfermeiro deve realizar a consulta de pré-</p><p>natal de gestação de baixo risco intercalada com</p><p>a consulta médica.</p><p>12</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Para a prevenção de</p><p>defeitos do tubo neural e alterações na divisão</p><p>celular recomenda-se que as gestantes sejam</p><p>orientadas a consumirem vegetais folhosos</p><p>verdes, legumes, bife de fígado e frutas cítricas</p><p>devido o conjunto desses alimentos serem ricos</p><p>em</p><p>a) ferro.</p><p>b) ácido fólico.</p><p>c) cálcio.</p><p>d) vitamina D.</p><p>e) vitamina A.</p><p>14</p><p>(Prefeitura de Cerquilho-SP/VVUNESP/2019) No</p><p>acompanhamento de pré-natal de baixo risco, o</p><p>enfermeiro realiza o exame obstétrico, devendo</p><p>respeitar a idade gestacional adequada para a</p><p>realização dos procedimentos que o compõe,</p><p>como é o caso da</p><p>a) definição da apresentação fetal, que deverá</p><p>ser determinada por volta da 20ª semana.</p><p>b) verificação do peso, altura, pressão arterial e</p><p>avaliação de mucosas, que devem ser realizados</p><p>a partir da 8ª semana.</p><p>c) medida da altura do fundo uterino no abdome,</p><p>que, a partir de aproximadamente 12 semanas, é</p><p>palpável acima da sínfise púbica.</p><p>d) ausculta dos batimentos cardiofetais, que são</p><p>audíveis a partir da segunda semana de gestação.</p><p>e) medida da altura uterina como parâmetro</p><p>para o cálculo da idade gestacional, que se torna</p><p>mais fiel a partir da 32ª semana.</p><p>15</p><p>(EBSERH/IBFC/2017) Sobre a técnica para</p><p>medida da altura uterina, analise</p><p>as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V)</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>13</p><p>ou Falso (F) e assinale a alternativa que</p><p>apresenta a sequência correta de cima para</p><p>baixo.</p><p>( ) Posicione a gestante em decúbito lateral</p><p>esquerdo, com o abdome descoberto.</p><p>( ) Delimite a borda superior da sínfise púbica e</p><p>o fundo uterino.</p><p>( ) Por meio da palpação, procure corrigir a</p><p>comum dextroversão uterina.</p><p>a) V, V, V.</p><p>b) V, F, V.</p><p>c) F, V, F.</p><p>d) F, V, V.</p><p>e) V, V, F.</p><p>16</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) Considerando o exame</p><p>físico obstétrico durante a consulta de</p><p>enfermagem, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Os batimentos cardíacos fetais (BCF) podem</p><p>ser percebidos a partir da 8ª semana de</p><p>gestação.</p><p>b) O toque retal pode ser unidigital, bidigital ou</p><p>manual, sendo realizado, exclusivamente, no</p><p>período do trabalho de parto.</p><p>c) A circunferência abdominal é avaliada acima</p><p>do nível da cicatriz umbilical, sendo que a</p><p>gestante a termo, não obesa, tem cerca de 100 a</p><p>112 cm.</p><p>d) A altura uterina é estimada tendo o cuidado de</p><p>reconhecer a resistência óssea do púbis e</p><p>delimitar, sem comprimir, o fundo do útero, com</p><p>a borda cubital da mão. A fita métrica mede o</p><p>arco uterino.</p><p>e) Durante a gestação são observadas as</p><p>contrações fisiológicas chamadas de</p><p>metrossístoles regulares. No momento do parto,</p><p>ocorrem as contrações de BraxtonHicks,</p><p>traduzindo a atividade uterina do trabalho de</p><p>parto.</p><p>17</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) M.C.B., 27 anos,</p><p>secundigesta, 34 semanas, compareceu a UBS</p><p>para consulta quinzenal de pré-natal. Seu Cartão</p><p>de Gestante apontava testagem NEGATIVA tanto</p><p>para o teste Treponêmico (VDRL) como o Não</p><p>Treponêmico no primeiro e segundo trimestre de</p><p>gestação. Entretanto o resultado da coleta do</p><p>exame do terceiro trimestre o Teste</p><p>Treponêmico (VDRL) foi POSITIVO com titulação</p><p>1/8. Ao exame físico a paciente apresentava-se</p><p>assintomática. Nessa situação, a conduta deverá</p><p>ser:</p><p>a) realizar exame confirmatório antes de instituir</p><p>tratamento.</p><p>b) tratar a paciente independente da titulação do</p><p>exame ou presença de sintomatologia.</p><p>c) não tratar a paciente assintomática pois sem</p><p>clínica não se trata.</p><p>d) aguardar resultado do exame do parceiro para</p><p>instituir tratamento do casal.</p><p>e) não tratar a paciente com titulação menor que</p><p>1/16.</p><p>18</p><p>(EBSERH/IBFC/2022) Assinale a alternativa que</p><p>contemple a posição utilizada na técnica de</p><p>realização do teste do estímulo sonoro</p><p>simplificado (Tess) na gestante.</p><p>a) Trendelenburg. d) Sims</p><p>b) Ginecológica. e) Ventral.</p><p>c) Fowler.</p><p>19</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Q.L.S., 29 anos,</p><p>tercigesta, 30 semanas de idade gestacional, está</p><p>sendo acompanhada pela Enfermeira A.K.P. na</p><p>UBS desde 6a semana gestacional. Na consulta</p><p>desta quinzena, Q.L.S. queixou de dor em</p><p>membro inferior esquerdo. Ao examinar</p><p>membros inferiores, observou-se edema</p><p>unilateral, sinais flogísticos e dor. Considerando</p><p>que se trata de trombose venosa profunda, os</p><p>cuidados de Enfermagem preconizados são,</p><p>entre outros,</p><p>a) encaminhar para pré-natal de alto risco.</p><p>b) encaminhar para serviço de urgência e</p><p>emergência obstétrica.</p><p>c) aplicação de compressas frias no membro</p><p>afetado.</p><p>d) repouso no leito com elevação dos membros</p><p>inferiores.</p><p>e) monitoramento diário da pressão arterial e</p><p>glicemia capilar.</p><p>20</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) H.C.M., 32 anos,</p><p>quartigesta, 36 semanas de gestação, manifesta</p><p>preocupação em relação a normalidade de</p><p>movimentação do seu bebê. A enfermeira</p><p>orienta a fazer o registro do diário dos</p><p>movimento fetais (RDMF). Alimentada</p><p>previamente a gestante deverá sentar-se, com a</p><p>mão no abdome, registrando o número de</p><p>movimentos do feto durante o tempo máximo de</p><p>60 minutos. O parâmetro de “feto ativo” nesse</p><p>intervalo de tempo é de</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>14</p><p>a) 3 movimentos.</p><p>b) 5 movimentos.</p><p>c) 6 movimentos.</p><p>d) 8 movimentos.</p><p>e) 10 movimentos.</p><p>21</p><p>(EBSERH/AOCP/2016) O enfermeiro, no</p><p>momento da consulta com a gestante, anotou no</p><p>prontuário que ela possuía um fator de risco</p><p>indicativo de encaminhamento ao pré-natal de</p><p>alto risco. Qual fator o enfermeiro pode ter</p><p>anotado no prontuário?</p><p>a) Gestante com ganho ponderal inadequado.</p><p>b) Gestante com antecedente de trombose</p><p>venosa profunda.</p><p>c) Gestante com infecção urinária.</p><p>d) Gestante com anemia.</p><p>e) Gestante com condições ambientais</p><p>desfavoráveis.</p><p>22</p><p>(EBSERH/AOCP/2016) Em todas as consultas em</p><p>gestantes a partir da 10ª a 12ª semana de</p><p>gestação, faz-se necessária a ausculta dos</p><p>Batimentos Cardiofetais (BCF). Sendo assim, é</p><p>correto afirmar que</p><p>a) a escuta torna-se audível com uso de sonar</p><p>doppler a partir da 6ª/7ª semana.</p><p>b) a escuta torna-se audível com uso de</p><p>estetoscópio de Pinard a partir da 12ª semana.</p><p>c) a frequência dos BCF esperada é de 110 a 160</p><p>bpm.</p><p>d) deve-se contar o número de BCF em quinze</p><p>segundos.</p><p>e) a frequência dos BCF esperada é de 80 a 100</p><p>bpm.</p><p>23</p><p>(Ebserh Nacional/IBFC/2020) O Programa de</p><p>Humanização do Pré-Natal e do Nascimento</p><p>(PHPN) estabelece os princípios da atenção a ser</p><p>prestada nos diferentes níveis de atenção à</p><p>saúde pública e garante à mulher o direito de dar</p><p>à luz recebendo uma assistência humanizada e</p><p>de boa qualidade. A esse respeito, assinale a</p><p>alternativa incorreta.</p><p>a) Os cuidados imediatos ao nascimento do</p><p>recém-nascido de baixo risco incluem a</p><p>estimulação do choro, para que sejam</p><p>permeabilizadas as vias aéreas e a secção</p><p>imediata do cordão umbilical, garantindo a</p><p>estabilização e a adaptação no ambiente extra</p><p>uterino.</p><p>b) O contato físico precoce entre mãe e filho tem</p><p>importância prioritária na sala de parto. É</p><p>recomendado evitar separações desnecessárias</p><p>entre o binômio, reduzindo procedimentos</p><p>realizados no pós-parto imediato, quando se</p><p>tratar de um bebê de baixo risco.</p><p>c) Em relação à manutenção da temperatura</p><p>corpórea no modelo humanista prioriza-se o</p><p>aquecimento do RN, no contato pele a pele com</p><p>a mãe em um quarto aquecido e, se necessário,</p><p>cobri-lo com um cobertor.</p><p>d) O contato visual entre a mãe e o recém-</p><p>nascido, é suma importância no estabelecimento</p><p>do vínculo materno-infantil, o primeiro objeto</p><p>atraente que surge no campo visual do RN é o</p><p>rosto da mãe.</p><p>e) A presença de um (a) acompanhante de</p><p>escolha da parturiente, durante todo o período</p><p>de internação, encontra-se entre as várias</p><p>recomendações feitas pela Organização Mundial</p><p>da Saúde (OMS) para a humanização do parto e</p><p>do nascimento.</p><p>Parto (disponível no acesso da</p><p>Mentoria Ebserh)</p><p>24</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Em relação aos tempos</p><p>dos mecanismos do parto, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) Insinuação é quando a cabeça migra até as</p><p>proximidades do assoalho pélvico.</p><p>b) Descida é quando termina o movimento de</p><p>rotação e o suboccipital coloca sob a arcada</p><p>púbica a sutura sagital e orienta-se em sentido</p><p>anteroposterior.</p><p>c) Insinuação é a passagem da maior</p><p>circunferência da apresentação através do anel</p><p>do estreito superior.</p><p>d) Desprendimento é a passagem da maior</p><p>circunferência da apresentação através do anel</p><p>do estreito superior.</p><p>e) Descida é a passagem da maior circunferência</p><p>da apresentação através do anel do estreito</p><p>superior.</p><p>25</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Assinale a alternativa</p><p>INCORRETA, em relação ao trabalho de parto.</p><p>a) O terceiro estágio é o período de Greenberg.</p><p>b) O primeiro estágio leva à dilatação do colo do</p><p>útero em até 10 cm.</p><p>c) O segundo estágio se inicia com a dilatação</p><p>máxima e termina com a expulsão do feto.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>15</p><p>d) No terceiro estágio, ocorre o desprendimento</p><p>da placenta e membranas.</p><p>e) O quarto período, que ocorre na primeira hora</p><p>pós-parto, objetiva a parada do sangramento</p><p>genital.</p><p>26</p><p>(GHC-RS/FUNDATEC/2023) O trabalho de parto é</p><p>definido pela presença de duas a três contrações</p><p>uterinas eficientes, com duração de 20 a 30</p><p>segundos a cada 10 minutos, que levam à</p><p>dilatação e ao esvaecimento do colo uterino. O</p><p>parto é divido em quatro fases. Nesse sentido,</p><p>NÃO faz parte da assistência ao primeiro</p><p>período:</p><p>a) Posição e deambulação de acordo com o</p><p>conforto da paciente, mas evitando longos</p><p>períodos na posição supina, por comprometer a</p><p>circulação uteroplacentária.</p><p>b) Monitorização fetal pelo sonar Doppler e</p><p>cardiotocografia contínua intraparto para</p><p>prevenção da hipóxia fetal grave que resulta em</p><p>paralisia cerebral.</p><p>c) Amniotomia precoce, variando de acordo com</p><p>cada paciente, com a finalidade diminuir o tempo</p><p>da fase ativa do trabalho de parto e a</p><p>necessidade de ocitocina, tem uma</p><p>probabilidade do aumento da resolução em</p><p>cesariana por sofrimento fetal.</p><p>d) Avaliação do colo uterino em intervalos de</p><p>uma a duas horas.</p><p>e) Dieta líquida para pacientes de baixo risco e</p><p>submetidas à cesariana eletiva até duas horas</p><p>antes da anestesia.</p><p>27</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Sobre a aplicação da</p><p>técnica de palpação abdominal denominada</p><p>Manobras de Leopold, o Enfermeiro deverá</p><p>realizá-la, na sequência, por delimitar</p><p>a) o fundo uterino, deslizar as mãos do fundo até</p><p>o polo inferior do útero, explorar a mobilidade do</p><p>polo no estreito inferior e colocar as mãos sobre</p><p>as fossas ilíacas, deslizando em direção à escava</p><p>para determinar a apresentação fetal.</p><p>b) o polo inferior uterino, deslizar as mãos do</p><p>fundo até o polo superior do útero, explorar a</p><p>mobilidade do polo no estreito inferior e colocar</p><p>as mãos sobre as fossas ilíacas, deslizando em</p><p>direção à escava para determinar a apresentação</p><p>fetal.</p><p>c) o polo inferior uterino, deslizar as mãos do</p><p>fundo até o polo superior do útero, explorar a</p><p>mobilidade do polo no estreito inferior e colocar</p><p>as mãos sobre as fossas ilíacas, deslizando em</p><p>direção à escava para determinar a situação</p><p>fetal.</p><p>d) o fundo uterino, deslizar as mãos do fundo até</p><p>o polo inferior do útero, explorar a mobilidade do</p><p>polo no estreito superior e colocar as mãos sobre</p><p>as fossas ilíacas, deslizando-as em direção à</p><p>escava para determinar a situação fetal.</p><p>e) o fundo uterino, deslizar as mãos do fundo até</p><p>a altura da cicatriz umbilical, explorar a</p><p>mobilidade do polo no estreito inferior e colocar</p><p>as mãos sobre as fossas.</p><p>28</p><p>(FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) A figura abaixo</p><p>apresenta a manobra de Leopold, na qual o</p><p>examinador tenta identificar o dorso fetal de um</p><p>lado e as pequenas partes ou membros do outro.</p><p>Trata-se da:</p><p>a) primeira manobra.</p><p>b) segunda manobra.</p><p>c) terceira manobra.</p><p>d) quarta manobra.</p><p>e) quinta manobra.</p><p>29</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Após esgotado o</p><p>emprego dos métodos não farmacológicos para</p><p>a paciente P.P.M, secundigesta, 25 anos, e por</p><p>solicitação dela, optou-se pelo uso de analgesia</p><p>de parto regional com cateter peridural. Frente a</p><p>essa situação, a assistência de enfermagem à</p><p>parturiente deve compreender, entre outros</p><p>cuidados:</p><p>a) estimular a gestante a adotar posições em</p><p>decúbito lateral direito ou esquerdo.</p><p>b) proporcionar conforto na região</p><p>lombar, visto</p><p>que analgesia regional peridural aumenta a</p><p>incidência de dor nesta região.</p><p>c) esclarecer que o cateter será retirado no</p><p>terceiro estágio do parto pois nesta fase não é</p><p>mais necessário.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>16</p><p>d) monitorar pressão arterial e oximetria a cada</p><p>5 minutos durante todo período da analgesia,</p><p>devido ocorrência de hipotensão arterial.</p><p>e) incentivar a gestante a realizar puxos, sempre</p><p>fora da contração, após a confirmação dos 10 cm</p><p>de dilatação.</p><p>30</p><p>(EBSERH/VUNESP/2020) Como métodos não</p><p>farmacológicos de alívio da dor no trabalho de</p><p>parto, podem ser ofertadas à gestante a</p><p>a) deambulação, técnicas de respiração,</p><p>aromaterapia e massagem lombar.</p><p>b) acupuntura, estimulação elétrica</p><p>transcutânea, injeção de água estéril e</p><p>relaxamento.</p><p>c) estimulação elétrica transcutânea, hipnose,</p><p>banho de chuveiro e deambulação.</p><p>d) injeção de água estéril, técnicas de respiração,</p><p>massagem lombar e acupuntura.</p><p>e) aromaterapia, hipnose, relaxamento, injeção</p><p>de água estéril e bola obstétrica.</p><p>31</p><p>(EBSERH/AOCP/2016) Uma boa preparação para</p><p>reanimação em sala de parto é uma conduta que</p><p>reduz a morbidade e a mortalidade infantil.</p><p>Alguns fatores relacionados ao parto podem</p><p>inferir maior risco de necessidade de manobras</p><p>de reanimação. Sobre esses fatores e o preparo</p><p>para atendimento em sala de parto, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) Os materiais usados em reanimação devem ser</p><p>levados para a sala de parto apenas se o parto for</p><p>de alto risco</p><p>b) O clampeamento tardio do cordão deve ser</p><p>feito em todos os pacientes,</p><p>independentemente das condições ao nascer.</p><p>c) A frequência cardíaca fetal é normal entre 80</p><p>e 100 batimentos por minuto, indicando</p><p>sofrimento fetal quando abaixo dessa faixa.</p><p>d) As idades maternas que indicam risco de</p><p>reanimação neonatal são: menor que 16 e maior</p><p>que 35 anos.</p><p>e) O trabalho de parto com mais de 6 horas de</p><p>duração está associado à necessidade de</p><p>reanimação neonatal.</p><p>32</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) Durante o período</p><p>expulsivo do parto, um fator importante é a</p><p>velocidade do desprendimento do pólo cefálico,</p><p>isto é, quanto maior essa velocidade, maior o</p><p>risco de laceração perineal. Com intuito de</p><p>reduzir a velocidade de desprendimento do pólo</p><p>cefálico, recomenda-se a realização da manobra</p><p>de:</p><p>a) Valsava. d) Ritgen.</p><p>b) Kristeller. e) Duncan.</p><p>c) Shultze.</p><p>33</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) O diagnóstico do trabalho</p><p>de parto pode ser considerado de forma</p><p>esquemática como</p><p>a) contrações dolorosas que duram de 20 a 40</p><p>segundos, e perda do tampão mucoso.</p><p>b) contrações dolorosas, rítmicas (no mínimo 2</p><p>em 10 minutos) com duração de 50 a 60</p><p>segundos. Colo apagado, nas primíparas e</p><p>dilatado para 2 cm, nas multíparas semi-apagado</p><p>e com 3 cm de dilatação. Formação da bolsa das</p><p>águas. Perda do tampão mucoso.</p><p>c) perda do tampão mucoso, colo apagado e</p><p>dilatado e contrações uterinas.</p><p>d) formação da bolsa das águas, colo dilatado em</p><p>1 cm e contrações dolorosas com duração de 30</p><p>segundos.</p><p>e) colo dilatado nas primíparas e apagado nas</p><p>multíparas e contrações dolorosas.</p><p>34</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Observe a figura a seguir e</p><p>identifique a Apresentação Fetal.</p><p>a) Pélvica. b) Cefálica.</p><p>c) Longitudinal. d) Transversa.</p><p>e) Córmica.</p><p>35</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Em relação ao manejo da</p><p>dor no parto humanizado, assinale a alternativa</p><p>INCORRETA.</p><p>a) O alívio pode ser obtido apenas com um</p><p>suporte físico e emocional adequado.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>17</p><p>b) A deambulação deve ser restrita, pois não</p><p>contribui com o alívio da dor e aumenta o risco</p><p>do nascimento do bebê fora do centro</p><p>obstétrico.</p><p>c) Quando for constatada a necessidade, ou</p><p>houver solicitação da mulher, os métodos</p><p>farmacológicos de alívio da dor devem ser</p><p>utilizados.</p><p>d) As massagens corporais também devem ser</p><p>utilizadas para alívio da dor.</p><p>e) Os banhos, de chuveiro ou imersão, também</p><p>devem ser utilizados para o alívio da dor.</p><p>36</p><p>(UFRJ/2023) Marta, uma mulher grávida de 30</p><p>anos com 39 semanas de gestação, chega à</p><p>unidade de trabalho de parto com contrações</p><p>regulares e dor lombar. Após o exame, o</p><p>enfermeiro obstétrico determina que o colo do</p><p>útero de Marta está totalmente apagado e</p><p>dilatado em 6 centímetros. A cabeça fetal está</p><p>encaixada na pelve e a parte apresentada está no</p><p>nível das espinhas isquiáticas. À medida que o</p><p>trabalho de parto progride, a cabeça fetal desce</p><p>ainda mais na pelve. Com base nas informações</p><p>fornecidas, marque a afirmação que descreve</p><p>com precisão o mecanismo do parto neste caso.</p><p>a) Extensão: a cabeça fetal gira 45 graus para</p><p>permitir que o occipital passe sob a sínfise</p><p>púbica.</p><p>b) Flexão: a cabeça fetal flexiona para aproximar</p><p>o queixo do tórax, permitindo que o menor</p><p>diâmetro fetal se apresente.</p><p>c) Rotação interna: a cabeça fetal gira 90 graus</p><p>para alinhar o occipital com o sacro.</p><p>d) Expulsão: a cabeça fetal emerge pela abertura</p><p>vaginal. Rotaciona para a direita e libera o</p><p>ombro.</p><p>e) Rotação externa: a cabeça fetal gira 45 graus</p><p>para realinhar o occipital com o sacro materno</p><p>durante o parto dos ombros.</p><p>37</p><p>(Prefeitura de São Paulo-SP/IBFC/2016)</p><p>Partograma é um formulário que objetiva</p><p>proporcionar resumo sobre o trabalho de parto,</p><p>de forma a alertar aos profissionais sobre</p><p>qualquer intercorrência com a mãe ou o feto.</p><p>Revisão sistemática Cochrane sobre partograma</p><p>incluiu seis ensaios clínicos controlados e</p><p>aleatorizados e 7706 mulheres em trabalho de</p><p>parto espontâneo a termo. A partir desta revisão,</p><p>é correto afirmar que:</p><p>a) Várias vantagens foram identificadas no grupo</p><p>de mulheres acompanhadas no trabalho de parto</p><p>com partograma, especialmente a redução na</p><p>duração total do trabalho de parto.</p><p>b) Embora nenhuma vantagem materna tenha</p><p>sido identificada em mulheres acompanhadas</p><p>com partograma no trabalho de parto, houve</p><p>vantagem para os recém-nascidos, que tiveram</p><p>maiores índices no Boletim de Apgar.</p><p>c) Existem diferentes tipos de partograma e</p><p>apenas metade deles foi efetivamente capaz de</p><p>predizer riscos materno-fetais.</p><p>d) É possível que os partogramas sejam úteis em</p><p>localidades com mais recursos assistências,</p><p>especialmente nos países europeus.</p><p>e) Não se confirmou a redução nas taxas de</p><p>cesárea com o uso do partograma, comparando-</p><p>se seu uso com a assistência habitual sem este</p><p>instrumento.</p><p>38</p><p>(Prefeitura de Candeias-BA/IBFC/2019) Para o</p><p>alívio da dor durante o trabalho de parto, os</p><p>profissionais de saúde devem garantir que seus</p><p>cuidados apoiem a escolha da mulher, esta, por</p><p>sua vez, deve ser orientada sobre os métodos</p><p>disponíveis para o alívio da dor no trabalho de</p><p>parto sob a perspectiva das Diretrizes Nacionais</p><p>de Assistência ao Parto Normal. Analise as</p><p>afirmativas abaixo e assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>I. A solicitação da parturiente por analgesia de</p><p>parto compreende indicação suficiente para sua</p><p>realização, independente da fase do parto e do</p><p>grau de dilatação. Isto exclui gestantes em fase</p><p>latente com dor intensa, após esgotados os</p><p>métodos não farmacológicos.</p><p>II. Sempre que possível deve ser oferecido à</p><p>mulher a imersão em água para alívio da dor no</p><p>trabalho de parto.</p><p>III. A gestante sob analgesia peridural, quando se</p><p>sentir confortável e segura, deve ser encorajada</p><p>a deambular e adotar posições mais verticais.</p><p>IV. O óxido nitroso a 50% em veículo específico</p><p>pode ser oferecido para alívio da dor no trabalho</p><p>de parto, quando possível e disponível, uma vez</p><p>que não apresenta efeitos colaterais.</p><p>a) Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.</p><p>b) Apenas as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>c) As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.</p><p>d) Apenas as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>18</p><p>39</p><p>(Prefeitura de Candeias-BA/IBFC/2019) Acerca</p><p>dos cuidados com o períneo na assistência de</p><p>enfermagem durante o parto, assinale a</p><p>alternativa incorreta.</p><p>a) a massagem perineal</p><p>durante o segundo</p><p>período do parto não é recomendada.</p><p>b) caso a técnica de ‘mãos sobre’ seja utilizada,</p><p>deve-se controlar a defexão da cabeça e orientar</p><p>à mulher para empurrar nesse momento.</p><p>c) as técnicas de ‘mãos sobre’ e a técnica de</p><p>‘mãos prontas’ podem ser utilizadas para facilitar</p><p>o parto espontâneo.</p><p>d) no segundo período do parto, pode-se</p><p>considerar aplicação de compressas mornas no</p><p>períneo.</p><p>Puerpério e Climatério (disponível</p><p>no acesso da Mentoria Ebserh)</p><p>40</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) Pode-se, didaticamente,</p><p>dividir o puerpério em:</p><p>a) rápido (1º ao 9º dia), tardio (10º ao 40º dia) e</p><p>lento (até 43º dia).</p><p>b) imediato (1º ao 5º dia), tardio (6º ao 40º dia)</p><p>e remoto (a partir do 41º dia).</p><p>c) imediato (1º ao 10º dia), tardio (11º ao 42º dia)</p><p>e remoto (a partir do 43º dia).</p><p>d) rápido (1º ao 15º dia), tardio (16º ao 42º dia)</p><p>e lento (a partir do 43º dia).</p><p>e) imediato (1º ao 12º dia), tardio (12º ao 40º dia)</p><p>e remoto (até 45º dia).</p><p>41</p><p>(EBSERH/AOCP/2015) O puerpério é um período</p><p>em que ocorre as manifestações involutivas e de</p><p>recuperação do organismo da mulher após o</p><p>parto. Em relação à assistência de enfermagem</p><p>no puerpério, leia as frases abaixo e marque (F)</p><p>se a afirmativa for falsa e (V) se for verdadeira.</p><p>Em seguida, assinale a alternativa que contém a</p><p>sequência correta.</p><p>( ) Orientar a mulher a eliminar diurese de 6 a 8</p><p>horas após o parto, pois a distensão vesical é uma</p><p>das causas de hemorragia nesse período.</p><p>( ) Avaliar a quantidade de lóquios quanto à cor,</p><p>odor e presença de coágulos.</p><p>( ) Incentivar o aleitamento materno exclusivo,</p><p>incluindo as mães portadoras do vírus da</p><p>imunodeficiência humana (HIV).</p><p>( ) Evitar a deambulação nas primeiras 48 horas</p><p>para favorecer a involução uterina e evitar o risco</p><p>de tromboflebite.</p><p>a) F, V, V, F. b) V, V, V, V.</p><p>c) V, V, V, F. d) V, V, F, F.</p><p>42</p><p>(EBSERH/IBFC/2016) Após o nascimento, o corpo</p><p>da mulher passa por alterações significativas em</p><p>todos os sistemas para que possa retornar ao</p><p>estado pré-gravídico. Considerando os</p><p>fenômenos involutivos e adaptações fisiológicas</p><p>maternas na fase do puerpério, leia as</p><p>afirmativas abaixo e a seguir assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>I. O colo retorna tipicamente ao seu estado pré-</p><p>gravídico até 12a semana do período pós-parto.</p><p>II. Os lóquios rubros duram de 1 a 3 dias; depois</p><p>são lóquios serosos de 4 a 10 dias; e por último</p><p>lóquios brancos, que duram de 10 a 14 dias até 6</p><p>semanas. A persistência dos lóquios</p><p>sanguinolentos pode significar involução uterina</p><p>e levar à suspeita de infecção por retenção de</p><p>restos placentários.</p><p>III. O sistema cardiovascular tem modificações</p><p>quanto ao débito cardíaco e volume sanguíneo.</p><p>Com a perda de líquidos durante o parto, o</p><p>volume sanguíneo diminui imediatamente, o que</p><p>leva à redução do débito cardíaco e taquicardia,</p><p>concomitante.</p><p>IV. O útero volta ao seu tamanho normal, devido</p><p>à supressão de hormônios produzidos pela</p><p>placenta (estrogênio e progesterona).</p><p>a) As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.</p><p>b) Apenas a afirmativa IV está correta.</p><p>c) Apenas a afirmativa I está correta.</p><p>d) As afirmativas II e IV estão corretas.</p><p>e) As afirmativas II e III estão corretas.</p><p>43</p><p>(EBSERH/AOCP/2017) Durante uma consulta de</p><p>puerpério, a enfermeira contatou</p><p>ingurgitamento mamário patológico. Dentre as</p><p>medidas recomendadas durante o manejo,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>a) Estabelecer horário para as mamadas facilita o</p><p>controle da mãe com o bebê e evita o</p><p>ingurgitamento mamário. É recomendado que o</p><p>intervalo entre uma e outra mamada seja de 3</p><p>em 3 horas.</p><p>b) Nesse período, é importante evitar o uso de</p><p>sutiã, mantendo as mamas livres para aliviar a</p><p>dor e manter os ductos em posição anatômica.</p><p>c) Aplicação de compressa quente em intervalos</p><p>regulares após ou nos intervalos das mamadas,</p><p>em situações de maior gravidade, podem ser</p><p>feitas de duas em duas horas. As compressas</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>19</p><p>quentes provocam vasodilatação, aumento da</p><p>drenagem linfática e menor produção do leite.</p><p>d) Se o bebê não sugar, a mama deve ser</p><p>ordenhada manualmente. O esvaziamento da</p><p>mama é essencial para dar alívio à mãe, diminuir</p><p>a pressão dentro dos alvéolos, aumentar a</p><p>drenagem da linfa e do edema e não</p><p>comprometer a produção do leite.</p><p>e) São recomendadas massagens nas mamas</p><p>embaixo do chuveiro com água morna ou quente</p><p>nas regiões mais afetadas pelo ingurgitamento.</p><p>Elas fluidificam o leite viscoso acumulado,</p><p>facilitando a retirada do leite e são importantes</p><p>estímulos do reflexo de ejeção do leite, pois</p><p>promovem a síntese de ocitocina.</p><p>44</p><p>(EBSERH/IBFC/2017) Com o aumento da idade,</p><p>os hormônios sexuais femininos tendem a</p><p>diminuir sua produção. Normalmente, a partir</p><p>dos 50 anos, os ciclos menstruais começam a</p><p>apresentar irregularidades até desaparecerem</p><p>por completo. Essa fase de transição entre o</p><p>período reprodutivo para o não reprodutivo</p><p>chama-se:</p><p>a) Dismenorreia.</p><p>b) Sexarca.</p><p>c) Climatério.</p><p>d) Senectude.</p><p>e) Menacme.</p><p>45</p><p>(Prefeitura de Florianópolis-SC/FEPESE/2019) O</p><p>climatério ocorre habitualmente entre</p><p>os___________ anos. A menopausa, é a</p><p>interrupção____________ da menstruação,</p><p>sendo caracterizado por_______ meses</p><p>consecutivos de amenorreia.</p><p>Assinale a alternativa que completa</p><p>corretamente as lacunas do texto.</p><p>a) 40 e 65 • temporária • 6 meses.</p><p>b) 40 e 65 • permanente • 12 meses.</p><p>c) 45 e 65 • permanente • 12 meses.</p><p>d) 48 e 50 • permanente • 12 meses.</p><p>e) 50 e 65 • temporária • 6 meses.</p><p>46</p><p>(Prefeitura de Lages-SC/FEPESE/2016) A mulher</p><p>no climatério apresenta manifestações que</p><p>devem ser compreendidas e avaliadas pelos</p><p>profissionais de saúde.</p><p>Sobre este tema, analise as afirmativas abaixo:</p><p>1. No climatério, a mulher pode apresentar</p><p>manifestações transitórias, e alterações não</p><p>transitórias.</p><p>2. As manifestações neurogênicas como: ondas</p><p>de calor, sudorese, calafrios, palpitações,</p><p>tonturas são consideradas manifestações não</p><p>transitórias.</p><p>3. A diminuição da autoestima, irritabilidade,</p><p>labilidade afetiva, dificuldade de concentração e</p><p>de memória, dificuldades sexuais e insônia são</p><p>consideradas manifestações transitórias.</p><p>4. A mudança dos níveis de estrogênio na pós-</p><p>menopausa é considerada como fator relevante</p><p>na etiopatogenia da doença vascular e das</p><p>doenças cerebrovasculares isquêmicas.</p><p>Assinale a alternativa que indica todas as</p><p>afirmativas corretas.</p><p>a) São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.</p><p>b) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.</p><p>c) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.</p><p>d) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.</p><p>e) São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.</p><p>47</p><p>(Prefeitura de Várzea-PB/EDUCA/2023) O</p><p>puerpério é o período que compreende as</p><p>primeiras semanas após o parto, durante o qual</p><p>ocorrem diversas adaptações fisiológicas no</p><p>corpo da mulher. Essas alterações são</p><p>importantes para a recuperação pós-parto e para</p><p>o estabelecimento da lactação. O conhecimento</p><p>sobre as mudanças fisiológicas do puerpério é</p><p>essencial para a prática segura da enfermagem</p><p>obstétrica. Nesse sentido, a principal alteração</p><p>fisiológica que pode ocorrer no sistema</p><p>cardiovascular da mulher é:</p><p>a) redução da coagulação sanguínea.</p><p>b) aumento da frequência cardíaca.</p><p>c) diminuição da pressão arterial.</p><p>d) diminuição do débito cardíaco.</p><p>e) aumento da resistência periférica.</p><p>48</p><p>(EBSERH/IBFC/2017) Sobre o climatério,</p><p>assinalar a alternativa CORRETA:</p><p>a) No climatério pré-menopáusico, os folículos,</p><p>apesar de se manterem em número reduzido,</p><p>respondem bem aos estímulos hipofisários.</p><p>b) Existem evidências de que as mulheres</p><p>vegetarianas e subnutridas podem apresentar</p><p>um retraso na menopausa em relação à</p><p>população em geral.</p><p>c) Após a menopausa, a hipófise, estimulada pelo</p><p>GnRH, libera maiores quantidades de FSH e LH na</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>MENTORIA EBSERH | SAÚDE DA MULHER</p><p>20</p><p>tentativa de induzir os ovários a uma adequada</p><p>produção de estradiol.</p><p>d) O climatério se manifesta</p>

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