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REDE CEGONHA Almerinda Novais - 21001465 Andrielly Farias Costa - 21001131 Antonio Henrique Silva Fonseca - 21001494 Debora Christine Gomes Magalhães - 21001301 Déborah Costa de Souza - 21001064 Elen Rodrigues - 21001345 Eulina Francisca dos Santos Fontinele - 21001425 Henrick Lima de Oliveira - 21001337 Naiane Maciel Da Silva - 21002795 Nicoly ketlem Coelho Damascena - 21001544 Raimundo Balieiro Cunha - 21000617 INTRODUÇÃO A Rede Cegonha é um conjunto de ações destinados a garantir que todas as mulheres recebam atendimento de qualidade, seguro e humanizado. Oferecendo assistência desde o planejamento familiar até os dois primeiros anos de vida da criança. Promover a implementação de novo modelo de atenção à saúde da mulher e à saúde da criança; Organizar para garantir acesso, acolhimento e resolutividade; Reduzir a mortalidade materna e infantil. Objetivo: PORTARIA nº 1.459, de 24 de junho de 2011, Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS - a Rede Cegonha. I - o respeito, a proteção e a realização dos direitos humanos; II - o respeito à diversidade cultural, étnica e racial; III - a promoção da equidade; IV - o enfoque de gênero; V - a garantia dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos de mulheres, homens, jovens e adolescentes; VI - a participação e a mobilização social; VII - a compatibilização com as atividades das redes de atenção à saúde materna e infantil em desenvolvimento nos Estados DIRETRIZES Envolve um conjunto de conhecimentos, práticas e atitudes que visam a promoção do parto e do nascimento saudáveis e a prevenção da morbimortalidade materna e perinatal. Evita intervenções desnecessárias e preserva a privacidade e a autonomia da mulher e da criança. Valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde (usuários, trabalhadores e gestores). ATENÇÃO HUMANIZADA BOAS PRÁTICAS A enfermagem contribui significativamente para a promoção da saúde materno-infantil e para a garantia de uma atenção de qualidade às gestantes e aos recém-nascidos. Assistência Pré-Natal Promoção do Parto Humanizado Assistência ao Recém-Nascido Educação em Saúde Acolhimento e Humanização Vigilância Epidemiológica e Prevenção de Agravos Plano individual determinando onde e por quem o nascimento será realizado; Avaliação do risco gestacional durante o pré-natal; Respeito à escolha da mãe sobre o local do parto; Liberdade de posição e movimento durante o trabalho de parto; Fornecimento às mulheres sobre todas as informações e explicações que desejarem; Métodos não invasivos e não farmacológicos de alívio da dor, como massagem e técnicas de relaxamento, durante o trabalho de parto; Oferta de líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto; Monitoramento fetal por meio de ausculta intermitente. EXEMPLOS CONCLUSÃO A Rede Cegonha representa um avanço significativo na promoção da saúde materno-infantil no Brasil. Se destaca como uma estratégia essencial para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS). É fundamental um compromisso contínuo com a capacitação de profissionais. Assegura que todas as mulheres e crianças tenham acesso aos cuidados. 1. ALVES, ANGELA et al. Política de humanização da assistência ao parto como base à implementação rede cegonha: revisão integrativa. REVISTA DE ENFERMAGEM UFPE On Line, Recife, 2017. Disponível em: https://search.app.goo.gl/AaYBPwU. Acesso em: 22 de mai. de 2024. 2. REDE Cegonha. [S. l.]: Gov.br, 15 abr. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/mco-ufba/saude/rede-cegonha. Acesso em: 22 de mai.de 2024. 3. SANTOS FILHO, Serafim Barbosa dos; SOUZA, Kleyde Ventura de. Rede Cegonha e desafios metodológicos de implementação de redes no SUS. Ciência & Saúde Coletiva, v. 26, n. 3, p. 775-780, mar. 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-81232021263.21462020. Acesso em: 22 de mai. de 2024. 4. SANTOS, Eliane Cristina da Cruz; PEREIRA (IN MEMORIAN), Maria Auxiliadora. REDE CEGONHA: Avanços e Desafios para Gestão em Saúde no Brasil / REDE CEGONHA: Progress and Challenges for Health Management in Brazil. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 5, p. 18639-18654, 2 set. 2021. Disponível em: https://doi.org/10.34119/bjhrv4n5-017. Acesso em: 22 de mai. de 2024. REFERÊNCIAS image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.jpg