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1 Aula_Principios da administracao de medicamentos UNIP

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05/08/2024
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Introdução: Medicação
Profa Ms Raffaela Angel
Quais são as etapas do PE?
AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM & INVESTIGAÇÃO
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM 
(RESULTADOS ESPERADOS)
IMPLEMENTAÇÃO DE ENFERMAGEM 
EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM & AVALIAÇÃO
ACPE
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05/08/2024
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RESOLUÇÃO COFEN Nº 736, DE 17 DE 
JANEIRO DE 2024
• Dispõe sobre a implementação do Processo de Enfermagem em todo 
contexto socioambiental onde ocorre o cuidado de enfermagem.
1º Avaliação de Enfermagem 
compreende a coleta de dados subjetivos (entrevista) e objetivos (exame 
físico) inicial e contínua pertinentes à saúde da pessoa, da família, 
coletividade e grupos especiais, realizada mediante auxílio de técnicas 
(laboratorial e de imagem, testes clínicos, escalas de avaliação validadas, 
protocolos institucionais e outros) para a obtenção de informações sobre as 
necessidades do cuidado de Enfermagem e saúde relevantes para a prática;
2° Diagnóstico de Enfermagem 
compreende a identificação de problemas existentes, condições de vulnerabilidades ou 
disposições para melhorar comportamentos de saúde. Estes representam o julgamento clínico das 
informações obtidas sobre as necessidades do cuidado de Enfermagem e saúde da pessoa, 
família, coletividade ou grupos especiais;
3º Planejamento de Enfermagem 
Compreende o desenvolvimento de um plano assistencial direcionado para à pessoa, família, 
coletividade, grupos especiais, e compartilhado com os sujeitos do
cuidado e equipe de Enfermagem e saúde. Deverá envolver:
I - Priorização de Diagnósticos de Enfermagem;
II - Determinação de resultados (quantitativos e/ou qualitativos) esperados e exequíveis de 
enfermagem e de saúde;
III - Tomada de decisão terapêutica, declarada pela prescrição de enfermagem das
intervenções, ações/atividades e protocolos assistenciais
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4º Implementação de Enfermagem 
Compreende a realização das intervenções, ações e atividades previstas no 
planejamento assistencial, pela equipe de enfermagem, respeitando as 
resoluções/pareceres do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Enfermagem 
quanto a competência técnica de cada profissional, por meio da colaboração e 
comunicação contínua, inclusive com a checagem quanto à execução da prescrição de 
enfermagem, e apoiados nos seguintes padrões:
I. Padrões de cuidados de Enfermagem: cuidados autônomos do Enfermeiro, ou seja, 
prescritos pelo enfermeiro de forma independente, e realizados pelo Enfermeiro, por 
Técnico de enfermagem ou por
II. Auxiliar de Enfermagem, observadas as competências técnicas de cada profissional 
e os preceitos legais da profissão;
III. Padrões de cuidados Interprofissionais: cuidados colaborativos com as demais 
profissões de saúde;
IV. Padrões de cuidados em Programas de Saúde: cuidados advindos de protocolos 
assistenciais, tais como prescrição de medicamentos padronizados nos programas 
de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição, bem como a solicitação de 
exames de rotina e complementares
5º Evolução de Enfermagem 
• Compreende a avaliação dos resultados alcançados de enfermagem e 
saúde da pessoa, família, coletividade e grupos especiais. Esta etapa 
permite a análise e a revisão de todo o Processo de Enfermagem
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Responsabilidades e Legislação
 RESOLUÇÃO COFEN Nº 564/2017
Aprova o novo Código de Ética dos Profissionais de 
Enfermagem.
O cuidado da Enfermagem se fundamenta no conhecimento 
próprio da profissão e nas ciências humanas, sociais e aplicadas e é 
executado pelos profissionais na prática social e cotidiana de 
assistir, gerenciar, ensinar, educar e pesquisar.
CAPÍTULO I – DOS DIREITOS
• Aprimorar seus conhecimentos técnico-científicos, ético-políticos, 
socioeducativos, históricos e culturais que dão sustentação à prática 
profissional.
• Anunciar a prestação de serviços para os quais detenha habilidades e 
competências técnico-científicas e legais.
• Recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência 
técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao 
profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
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CAPÍTULO II – DOS DEVERES
• Comunicar formalmente ao Conselho Regional de Enfermagem e aos 
órgãos competentes fatos que infrinjam dispositivos éticos-legais e que 
possam prejudicar o exercício profissional e a segurança à saúde da pessoa, 
família e coletividade.
• Registrar no prontuário e em outros documentos as informações inerentes e 
indispensáveis ao processo de cuidar de forma clara, objetiva, cronológica, 
legível, completa e sem rasuras.
• Esclarecer à pessoa, família e coletividade, a respeito dos direitos, riscos, 
benefícios e intercorrências acerca da assistência de Enfermagem.
CAPÍTULO II – DOS DEVERES
• Orientar à pessoa e família sobre preparo, benefícios, riscos e 
consequências decorrentes de exames e de outros procedimentos, 
respeitando o direito de recusa da pessoa ou de seu representante legal.
• Prestar assistência de Enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, 
negligência ou imprudência.
• Recusar-se a executar prescrição de Enfermagem e Médica na qual não 
constem assinatura e número de registro do profissional prescritor, exceto 
em situação de urgência e emergência.
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CAPÍTULO II – DOS DEVERES
Art 46
• O profissional de Enfermagem deverá recusar-se a executar prescrição de 
Enfermagem e Médica em caso de identificação de erro e/ou ilegibilidade da 
mesma, devendo esclarecer com o prescritor ou outro profissional, 
registrando no prontuário.
• É vedado ao profissional de Enfermagem o cumprimento de prescrição à 
distância, exceto em casos de urgência e emergência e regulação, conforme 
Resolução vigente.
• Responsabilizar-se por falta cometida em suas atividades profissionais, 
independentemente de ter sido praticada individual ou em equipe, por 
imperícia, imprudência ou negligência, desde que tenha participação e/ou 
conhecimento prévio do fato.
CAPÍTULO III – DAS PROIBIÇÕES
• Executar atividades que não sejam de sua competência técnica, 
científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao 
profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
• Executar procedimentos ou participar da assistência à saúde sem 
o consentimento formal da pessoa ou de seu representante ou 
responsável legal, exceto em iminente risco de morte.
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CAPÍTULO III – DAS PROIBIÇÕES
• Art. 78 Administrar medicamentos sem conhecer indicação, ação da droga, 
via de administração e potenciais riscos, respeitados os graus de formação 
do profissional.
• Art. 79 Prescrever medicamentos que não estejam estabelecidos em 
programas de saúde pública e/ou em rotina aprovada em instituição de 
saúde, exceto em situações de emergência.
• Art. 80 Executar prescrições e procedimentos de qualquer natureza que 
comprometam a segurança da pessoa.
CAPÍTULO III – DAS PROIBIÇÕES
• Art. 87 Registrar informações incompletas, imprecisas ou inverídicas sobre a 
assistência de Enfermagem prestada à pessoa, família ou coletividade.
• Art. 88 Registrar e assinar as ações de Enfermagem que não executou, bem 
como permitir que suas ações sejam assinadas por outro profissional.
• Art. 91 Delegar atividades privativas do(a) Enfermeiro(a) a outro membro da 
equipe de Enfermagem, exceto nos casos de emergência.
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PROCESSO DE 
ADMINISTRAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS
QUAL O PAPEL DA 
ENFERMAGEM?
QUAL O PAPEL DA EQUIPE 
MULTIDISCIPLINAR?
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O que é incidente de Segurança do Paciente?
Evento ou circunstância que possa ter resultado, ou 
resultou em um dano desnecessário ao paciente
Incidentes relacionados a 
medicamentos (IRM) estão 
entre os mais comuns nos 
serviços de saúde. 
Estes podem acarretar prejuízos 
ao paciente e familiares nos 
aspectos da saúde física, mental 
e social, comprometer a imagem 
e a confiabilidade da instituição 
e, ainda, implicaros profissionais 
em processos e ações ético-
moral-legais.
Quando o IRM gera dano 
ao paciente é denominado 
de evento adverso.
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Erro de Medicação
Definido pelo Ministério da Saúde (MS) como:
“Qualquer evento evitável que pode causar ou levar a um uso inapropriado de 
medicamentos ou causar dano a um paciente, enquanto a medicação está sob 
o controle dos profissionais de saúde, pacientes ou consumidores. “
Esse evento pode estar relacionado com a prática profissional, os produtos 
para a saúde, procedimentos e sistemas, incluindo prescrição, orientações 
verbais, rotulagem, embalagem e nomenclatura de produtos industrializados e 
manipulados, dispensação, distribuição, administração, educação, 
monitorização e uso”.
PARECER COREN-SP Nº 005/2022
Administração de medicamento preparado/diluído por outro profissional de enfermagem ou da saúde.
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Como preparar o medicamento de forma segura?
• Possuir conhecimento prévio sobre os medicamentos a serem preparados, 
quanto a: reconhecer os nomes; respostas esperadas; possíveis efeitos 
colaterais ou secundários; reações adversas; vias de administração; 
necessidade de diluição e ou reconstituição; associação de medicamentos 
física ou quimicamente incompatíveis e necessidade de armazenamento em 
refrigeração.
• Local adequado 
• Habilidade e conhecimento técnico científico
• Cálculo de medicação
• Assepsia & Organização & Concentração
• Prevenção de Riscos 
• Conhecimento da Prescrição Médica
• Vigilância do pacientes antes, durante e após.
• Envolver a família 
Não fiquem assim!
Vai dar certo!
CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Poeira,
Umidade,
Insetos,
Raios solares,
Temperaturas inadequadas
Outros agentes que possam alterar seu estado.
No armazenamento os medicamentos devem 
ser protegidos contra:
Vale lembrar que todo evento adverso é um incidente que 
causou dano ao paciente.
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Odor
Cor
Fragmentos
Ressecamento
Umidade 
CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Observar o aspecto e características da medicação, 
antes de prepará-la
13 CERTOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
Paciente certo
Medicamento Certo
Via de administração certa
Prescrição certa
Horário Certo
Dose Certa
Ação certa
Tempo de administração certo
Compatibilidade certa
Registro Certo da Administração
Orientação Certa
Forma Certa
Resposta Certa 
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CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Número do quarto, leito, 
Nome do paciente, 
Nome do medicamento, 
Dose, 
Via de administração, 
Horário.
Se utilizar a bandeja fazer a etiqueta de 
identificação no momento da preparação:
CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Quarto, leito
Nome do paciente
Medicamento,
Velocidade de gotejamento
Hora de início e termino
Assinatura e carimbo
Rótulo do soro identificado, com:
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CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Preparar o medicamento 
em ambiente com boa 
iluminação.
Concentrar-se no trabalho. 
Evitar distração com 
atividades paralelas e 
interrupções (chance de 
cometer erros)
CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Preparar mais de um 
medicamento para o 
paciente, exige organização 
na bandeja, para este fim 
dispor a medicação na 
seqüência de 
administração.
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CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Ao manipular as seringas, 
escolha as de tamanho 
adequado para o volume a 
ser utilizado.
Não deixe que bolhas 
de ar permaneçam no 
interior da seringa 
quando da aplicação 
do medicamento
CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Ter cuidado com letras ilegíveis. 
Não preparar ou administrar na dúvida
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CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Ler e conferir o rótulo do 
medicamento três vezes:
Ao pegar o medicamento.
Durante o preparo.
Ao descartar a embalagem. 
CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Nunca ultrapassar a dose prescrita.
0,02
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CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Medicação por ordem 
verbal somente em casos 
de emergência. 
Registrar logo que 
possível no prontuário.
Anotação de Enfermagem
CUIDADOS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO
Deixar o local de preparo de 
medicação em ordem e limpo. 
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PM: 24/09/2023
Inicio do validade até após 14 
13 as 19hs 
1. Dipirona 500mg EV 6/6hs 18 24 06 12
2. Tramal 50mg EV 12/12hs 20 08
3. Keflin 1g EV 12/12hs 20 08
4. SF0,9% 50 ml
Keflin 1g EV 12/12 hs correr em 1 hors
PRESCRIÇÃO MÉDICA
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PRESCRIÇÃO MÉDICA
PRESCRIÇÃO MÉDICA
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PADRONIZAÇÃO DE HORÁRIOS
Observações 
Prescrição Médica
1. Rocefin 1g EV de 12/12hs 20 08
20:00hs Ministrado Rocefin 1g EV conforme item 1 da PM.
Checar somente após aplicação ou ingestão do medicamento
Se o medicamento não for ministrado, bolar, justificar na anotação e entrar em 
contato com médico.
São obrigatórios o registro, a assinatura ou rubrica e o uso do 
carimbo para todas as medicações administradas.
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MEDICAMENTOS POTENCIALMENTE PERIGOSO DE USO HOSPITALAR - LISTA 
ATUALIZADA 2019
Medicamentos potencialmente perigosos 
& 
Medicamentos de alta vigilância
• São aqueles que possuem risco aumentado 
de provocar danos significativos ao paciente 
em decorrência de uma falha no processo de 
utilização. 
• Os erros associados tendem a ser mais 
graves, podendo ocasionar danos 
permanentes ou a morte
Dupla Checagem
& 
Protocolos Segurança
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Referências
1. COFEN; COREN. Recomendações para Registros de Enfermagem no Exercício da 
Profissão; 2023. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/wp-
content/uploads/2024/02/Registros-de-Enfermagem-no-Exercicio-da-Profissao.pdf
2. COREN – SP. Revisão e atualização de parecer Coren-SP 001/2014. Ementa: 
Administração de medicamento preparado/diluído por outro profissional de enfermagem ou 
da saúde, 2022.
3. ISMP Brasil; ANVISA. Boletim ISMP. Medicamentos potencialmente perigosos de uso 
hospitalar - lista atualizada, 2019. Disponível em: https://www.ismp-brasil.org/site/wp-
content/uploads/2019/02/BOLETIM-ISMP-FEVEREIRO-2019.pdf
4. COREN – SP. Uso seguro de medicamentos: guia de preparo, administração, 
monitoramento handout – guia de bolso, 2017. Disponível em: https://portal.coren-sp.gov.br/wp-
content/uploads/2018/05/Uso-seguro-de-medicamentos-Handout-29.11.2017-web.pdf
5. COREN – SP. Uso seguro de medicamentos: guia para preparo, administração e 
monitoramento / Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo. – São Paulo: COREN-
SP, 2017. Disponível em: https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/uso-seguro-
medicamentos.pdf
43
44
https://www.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Registros-de-Enfermagem-no-Exercicio-da-Profissao.pdf
https://www.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Registros-de-Enfermagem-no-Exercicio-da-Profissao.pdf
https://www.ismp-brasil.org/site/wp-content/uploads/2019/02/BOLETIM-ISMP-FEVEREIRO-2019.pdf
https://www.ismp-brasil.org/site/wp-content/uploads/2019/02/BOLETIM-ISMP-FEVEREIRO-2019.pdf
https://portal.coren-sp.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Uso-seguro-de-medicamentos-Handout-29.11.2017-web.pdf
https://portal.coren-sp.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Uso-seguro-de-medicamentos-Handout-29.11.2017-web.pdf
https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/uso-seguro-medicamentos.pdf
https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/uso-seguro-medicamentos.pdf
	Slide 1: Introdução: Medicação
	Slide 2
	Slide 3: RESOLUÇÃO COFEN Nº 736, DE 17 DE JANEIRO DE 2024
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8: CAPÍTULO I – DOS DIREITOS
	Slide 9: CAPÍTULO II – DOS DEVERES
	Slide 10: CAPÍTULO II – DOS DEVERES
	Slide 11: CAPÍTULO II – DOS DEVERES Art 46
	Slide 12: CAPÍTULO III – DAS PROIBIÇÕES
	Slide 13: CAPÍTULO III – DAS PROIBIÇÕES
	Slide 14: CAPÍTULO III – DAS PROIBIÇÕES
	Slide 15: PROCESSO DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS QUAL O PAPEL DAENFERMAGEM? QUAL O PAPEL DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR?
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19: Erro de Medicação
	Slide 20
	Slide 21: Como preparar o medicamento de forma segura?
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35: PM: 24/09/2023 Inicio do validade até após 14 13 as 19hs 
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40: Observações 
	Slide 41: MEDICAMENTOS POTENCIALMENTE PERIGOSO DE USO HOSPITALAR - LISTA ATUALIZADA 2019
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44: Referências

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