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Fisiologia Cardiovascular Profa. Amanda Marreiro BarbosaProfa. Amanda Marreiro Barbosa FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Participa da manutenção da homeostasia SUPRIR AS NECESSIDADES DOS TECIDOS (MANUTENÇÃO DA HOMEOSTASE CELULAR) Transporte nutrientes e substâncias - O2, glicose, aminoácidos, lipídios - hormônios Regulação da temperatura Remoção de metabólitos - CO2, ácido láctico, uréia, etc.; Defesa do organismo - células do sistema imunológico, anticorpos, mediadores inflamatórios, etc. SISTEMA CARDIOVASCULAR - funções 1 3 2 órgãosPulmões 4. SANGUE 1. CORAÇÃO 2. SISTEMA ARTERIAL – artérias, arteríolas e capilares 3. SISTEMA VENOSO – vênulas e veias SISTEMA CARDIOVASCULAR - componentes artérias arteríolas capilares vênulas veias SISTEMA CARDIOVASCULAR – vasos sanguíneos DIVIDIDO EM 4 CÂMARAS CARDÍACAS - 2 átrios e 2 ventrículos - AD e VD: sangue venoso - AE e VE: sangue arterial SISTEMA CARDIOVASCULAR – coração VASOS CORONARIANOS VÁLVULAS CARDÍACAS - Atrioventriculares (tricúspide e mitral); - Semilunares (pulmonares e aórticas); - AUTOMATISMO - EXCITABILIDADE - CONDUTIBILIDADE - CONTRATILIDADE Miócitos em cultura CORAÇÃO – características do mm. cardíaco PM = -85 a -90mV LEC LIC FASES DO PA Fase 0 – despolarização - estímulo elétrico externo resulta em abertura das comportas de ativação e inativação de Na+ (configuração Vm-dependente -65mV) ELETROFISIOLOGIA CARDÍACA – potencial de ação (PA) fechada fechada aberta aberta fechando-se fechada Miócitos atriais e ventriculares e ff. de Purkinje comporta de ativação comporta de inativação PM = -85 a -90mV LEC LIC FASES DO PA Fase 1 – repolarização precoce - interior da célula positivo resulta em efluxo transiente de K+ ELETROFISIOLOGIA CARDÍACA – potencial de ação (PA) ↑ efluxo↓efluxo PM = -85 a -90mV LEC LIC FASES DO PA Fase 2 – gênese do platô - abertura de canais para Ca++ Vm-dependente (-30 a -20mV). Canais tipo ‘L’ – lentos. ↓ efluxo de K+ concomitante. ELETROFISIOLOGIA CARDÍACA – potencial de ação (PA) inativo LEC LIC ↓efluxo efluxo modesto ativo PM = -85 a -90mV FASES DO PA Fase 3 – gênese da repolarização final - efluxo de K+ excede o influxo de Ca++ *canais retificadores tardios ELETROFISIOLOGIA CARDÍACA – potencial de ação (PA) LEC LIC ↑ efluxo LEC LIC inativo ativo PM = -85 a -90mV FASES DO PA Fase 4 – reestabelecimento das forças iônicas - restauração da [Na+]: bombas Na+/K+ fases 2 e 3 - restauração da [Ca2+] por trocadores 3Na+/Ca2+ e cálcio ATPase ELETROFISIOLOGIA CARDÍACA – potencial de ação (PA) NODO SINOATRIAL (NSA) – ÁPICE DO ÁTRIO DIREITO – gerador da atividade elétrica para o músculo cardíaco (marcapasso) – tecidos nodais e ff. de condução cardíacas AUTOMATISMO CARDÍACO Fase 4 instável Fase 0 mais lenta Fase 1 e 2 ausente “Potencial de Repouso” Limiar de despolarização 4 0 3 EVENTOS NAS CÉLULAS DO NSA: 4. CANAIS DE VAZAMENTO Na+/Ca2+ - influxo lento de cargas + (corrente if) 0. ABERTURA DOS CANAIS LENTOS Ca2+ - influxo rápido de cargas + 3. INATIVAÇÃO DOS CANAIS Ca2+ e ABERTURA CANAIS K+ - cessação do influxo de cargas + - efluxo de cargas + NODO SINOATRIAL (NSA) : PM -55 a -60mV NAS CÉLULAS NÃO AUTOMÁTICAS A FASE 4 PERMANECE CONSTANTE Nodo SA Fibras Internodais Nodo Atrio-Ventricular Feixe de Hiss Ramos direito e esquerdo Fibras de Purkinje marca-passo SISTEMA DE CONDUÇÃO CARDÍACO SISTEMA DE CONDUÇÃO CARDÍACO ECG RELAXAMENTO: enchimento de sangue (diástole) - repolarização das ff. mm. CONTRAÇÃO: expulsão do sangue (sístole) - despolarização das ff. mm. CICLO CARDÍACO - geral CICLO CARDÍACO - geral CICLO CARDÍACO - geral DIÁSTOLE VENTRICULAR (METADE DIÁSTOLE EM DIANTE) - enchimento ventricular - contração dos átrios ESVAZIAMENTO VENTRICULAR (SÍSTOLE VENTRICULAR) - contração isovolumétrica - período de ejeção ENCHIMENTO VENTRICULAR (ÍNICIO DA DIÁSTOLE) - abertura valvas AV (sangue acumulado nos átrios durante sistole ventricular) RELAXAMENTO ISOVOLUMÉTRICO (FINAL SÍSTOLE VENTRICULAR) - valvas AV permanecem fechadas BATIMENTO CARDÍACO – ausculta normal 1ª bulha: Sinaliza fechamento das valvas AVs (início da sístole V) 2ª bulha: Sinaliza fechamento das valvas semilunares (início da diástole V) EM REPOUSO ≈ 5L/min A cada min é bombeado o equivalente ao total de sangue nos pulmões e na circulação sistêmica DÉBITO CARDÍACO Volume de sangue bombeado por cada ventrículo / minuto Depende: FC (nodo sinoatrial) VE (débito sistólico) DC = FC (≈70) x VE (≈ 70ml) Frank-Starling D éb it o C ar d ía co ( L/ m in ) Pressão atrial direita (mmHg) Frank-Starling P. ATRIAL (retorno venoso) – DC SIST. NERV. SIMPÁTICO ATIVAÇÃO – DC INIBIÇÃO – ↓ DC SIST. NERV. PARASSIMPÁTICO ATIVAÇÃO – ↓ DC SNS: frequência cardíaca e força de contração SNP: ↓ frequência cardíaca DÉBITO CARDÍACO REVISANDO ALGUNS CONCEITOS PRESSÃO SISTÓLICA – Pressão máxima de 120 mmHg observada no circuito arterial (aórtico) atingida a partir da ejeção do volume sistólico pelo ventrículo esquerdo - Observada ao final da sístole ventricular esquerda PRESSÃO DIASTÓLICA – Pressão mínima de 80 mmHg observada no circuito arterial (aórtico) atingida ao final do esvaziamento do ventrículo esquerdo - Observada no início da diástole ventricular REVISANDO ALGUNS CONCEITOS PRESSÃO DE PULSO (PP) PP = P sistólica (120 mmHg) menos P diastólica (80 mmHg) PRESSÃO ARTERIAL MÉDIA (PAM) PAM = P diastólica + 1/3 de PP PAM = 80 + 1/3(120-80) = 93 mmHg DETERMINAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL DETERMINAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL DETERMINAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL FATORES QUE INFLUENCIAM A PRESSÃO ARTERIAL MÉDIA (PAM) PRESSÃO ARTERIAL MÉDIA (PAM) PAM = DC (VSxFC) x RPT DC: débito cardíaco VS: volume sistólico FC: frequência cardíaca RPT: resistência periférica total RESPOSTAS RÁPIDAS E DE LONGO PRAZO ENVOLVIDAS NO CONTROLE DA PA Sistema Nervoso Autônomo e Controles locais Hormônios liberados pelo Hipotálamo, Coração e Suprarrenais CORRESPONDE A SAÍDA DE SANGUE DO SEU CIRCUITO NORMAL ( ESPAÇO VASCULAR ), NORMALMENTE POR RUPTURA DE UM VASO ( ARTÉRIA, VEIA OU CAPILAR ). HEMORRAGIA ESTÍMULO VIAS AFERENTES CENTRO VIAS EFERENTES Centro de controle cardiovascular bulbar Neurônios parassimpáticos Neurônios simpáticos Veias Nó SA Ventrículos Arteríolas Barorreceptores carotídeos e aórticos Alteração na pressão sanguínea O REFLEXO BARORRECEPTOR É RESPONSÁVEL PELA RESPOSTA DO CENTRO DE CONTROLE CARDIOVASCULAR RESPOSTAS FISIOLÓGICAS À QUEDA DE PRESSÃO ARTERIAL APÓS HEMORRAGIA ↓ PRESSÃO ARTERIAL Barorreceptores Núcleo do trato solitário CENTRO VAGAL CENTRO VASODILATADOR CENTRO VASOCONSTRITOR Coração Vasos sanguíneos Parassimpático Simpático (-) (-) (-) (-) (-) X Taquicardia Vasoconstrição (-) (↑) (↑) PAM = DC (VSxFC) x RPT DESCARGA ADRENÉRGICA SOBRE OS RINS Sistema: Renina-Angiotensina-Aldosterona – vários efeitos sistêmicos (↑ da PA) REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL À LONGO PRAZO: SISTEMA RINS-LÍQUIDOS CORPORAIS Renina SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA EFEITOS DA ANGIOTENSINA II NO CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL LIBERAÇÃO DE VASOPRESSINA (ADH) ESTÁGIOS SEQUÊNCIAIS PELOS QUAIS O AUMENTO DO VOLUME DO LÍQUIDO EXTRACELULAR ELEVA A PRESSÃO ARTERIAL Aumento do volume do líquido extracelular Aumento do volume sanguíneo Aumento da pressão média de enchimento circulatório Aumento do retorno venoso de sangue para o coração Aumento do débito cardíaco Aumento da pressão arterial A regulação da PA a médio e longo prazo é complexa, envolvendo interações neurais, hormonais, e locais, tempo-dependentes, que atuam sobre coração, vasos e rins. No entanto, a curto prazoa regulação da PA é feita principalmente mediada pelos barorreceptores. SUMÁRIO DA REGULAÇÃO DA PA BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA Obrigada pela atenção!!! Email: 04360233345@professores.facid.edu.br amarreiro_nutri Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 6 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 41 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47: Obrigada pela atenção!!!