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DOENÇAS PERI-IMPLANTARES Disciplina de Implantodontia Alunos NATHAN CARVALHO RUTE LAÍS ILDENE SILVA LUZIA INÊS WALTERMARY APRIGIO ALYSSON DINIZ ADSON SILVA EDIMAR SILVA INGRID TALITA LINÁRIA MEDEIROS Tópicos ANATOMIA PERIODONTAL X PERI- IMPLANTAR INTRODUÇÃO MICROBIOLOGIA ASSOCIADA RISCO DO IMPLANTE FATORES DE RISCO ASSOCIADO AO PACIENTE PARÂMETROS CLÍNICOS DE AVALIAÇÃO TRATAMENTO INFECÇÕES PERI-IMPLANTARES INTRODUÇÃO As doenças e condições peri-implantares estão relacionadas com deficiências nos tecidos moles e rígidos que ajudam a prever o sucesso dos implantes dentários a longo prazo. As anomalias clínicas das doenças peri-implantares são eritema, sangramento à exploração, edema e supuração. PERIODONTO X PERI-IMPLANTE INFECÇÕES PERI-IMPLANTARES MUCOSITE Mucosite peri-implantar é uma doença inflamatória da mucosa ao redor de um implante ósseointegrado sem perda progressiva de suporte ósseo É a percussora da peri-implantite. Seu diagnóstico e tratamento são essenciais para que não haja evolução e consequente perda óssea peri-implantar INFECÇÕES PERI-IMPLANTARES Peri-Implantite A peri- Implantite é uma doença inflamatória que acomete os tecidos peri-implantares, caracterizada por inflamação dos tecidos moles peri-implantares e perda progressiva do osso de suporte É definida pelos mesmos sinais clinicos inflamatórios da mucosite peri-implantar, associado a perda óssea radiografica MICROBIOLOGIA ASSOCIADA Periodonto Peri-Implante Porphyromonas gingivalis Prevotella intermedia Actinobacillus actinomycetemcomitans Treponema denticola Bacteroides forsythus Porphyromonas gingivalis Prevotella intermedia Actinobacillus actinomycetemcomitans Treponema denticola Bacteroides forsythus Staphilococcu FATORES DE RISCO ASSOCIADO AO PACIENTE DIABETES A diabetes pode afetar na osseointegração e permanência dos implantes apresentando dificuldades nas atividades inflamatórias, deixando mais propícios no desenvolvimento de algumas infecções. Esse processo compromete a cicatrização, reestruturação óssea dos pacientes diabéticos e sua formação. FATORES DE RISCO ASSOCIADO AO PACIENTE USO DE TABACO Tabagistas também contribuem para o insucesso da osseointegração quando apresentam história prévia de periodontite, pois o fumo é um fator de risco para a doença periodontal. O consumo do tabaco desempenha um papel importante na patogênese da doença inflamatória, não só na maior prevalência, como também na gravidade FATORES DE RISCO ASSOCIADO AO PACIENTE MÁ HIGIENE ORAL A não higienização ou má higienização do implante dentário pode levar a um acúmulo de placa bacteriana, que se não removido pode evoluir para um quadro de mucosite e consequente peri-implantite, que dependendo do grau, pode levar à perda do implante FATORES DE RISCO ASSOCIADO AO PACIENTE USO DE ANTIREABSORTIVOS O conhecimento pelo implantodontista dos efeitos da terapia com antirreabsortivos em pacientes que necessitam de implante é de extrema importância, uma vez que elas podem prejudicar a longevidade das reabilitações com implantes e induzir à osteonecrose dos maxilares, comprometendo a saúde bucal, e também interferindo negativamente na qualidade de vida desses pacientes RISCO DO IMPLANTE Implantes estreitos/curtos Implantes mais curtos oferecem uma menor superfície de contato com o osso e pedem então ser mais propenso a sobrecarga biomecânica Infecção peri-implantar marginal que se estende apicalmente ao longo de um implante mais curto pode requerer menos tempo para causar reabsorção de uma porção crítica da integração estabelecida para conduzir a perda do dispositivo PARÂMETROS CLÍNICOS DE AVALIAÇÃO Sangramento à sondagem Parâmetro clínico definido como a presença de sangramento observado após a penetração de uma sonda periodontal dentro do sulco periodontal ou peri-implantar sob uma força suave (0,25N) PARÂMETROS CLÍNICOS DE AVALIAÇÃO Supuração Grande número de neutrófilos Lesão peri-implantar avançada Proveniente de alguma infecção ou inflamação local PARÂMETROS CLÍNICOS DE AVALIAÇÃO Interpretação radiografica Sucesso: Ausência de Radiolucidez Perda óssea vertical anual inferior a 0,2mm após o primeiro ano funcional do implante Perda óssea de 1mm durante o primeiro ano e após isso é esperado uma perda óssea de 0,1mm TRATAMENTO Raspagem - Tratamento mecânico Curetas de fibra de carbono - não danificam a superfície do implante mais são afiadas e fortes suficientes Curetas de aço convencionais e instrumentos ultrassônicos - são contraindicados pois podem produzir danos severos na superfície do implante e propiciar acúmulo de placa e ainda correntes golvânicas podem prejudicar a osseointegração do implante TRATAMENTO Tratamento Antibiótico Bactérias Anaeróbias Gram Negativas Metronidazol 3 x 250mg diariamente Duração 10 dias TRATAMENTO Terapia com Laser A fotossensibização feita por meio de laser de baixa potência pode colaborar para a eliminação de bacterias São indicados para a descontaminação da superfície do implante O laser é usado para remover a composição microbiana e tratar o osso alveolar danificado ao redor do implante. TRATAMENTO Parâmetros clínicos de avaliação Presença de placa e cálculo Sangramento à sondagem Ausência de supuração Profundidade de sondagem menor que 3mm Raspagem TRATAMENTO Parâmetros clínicos de avaliação Presença de placa e cálculo Sangramento à sondagem presença ou ausência de supuração Profundidade de sondagem entre 3-5mm Raspagem Tratamento Antisséptico Raspagem TRATAMENTO Parâmetros clínicos de avaliação Presença de placa e cálculo Sangramento à sondagem presença ou ausência de supuração Profundidade de sondagem de 6mm ou maior Tratamento Antisséptico Tratamento Antibiótico Evidência de perda óssea radiográfica TRATAMENTO Cuidados de manutenção Programa de cuidados e manutenção individual Consulta de retorno Exame, reavaliação, diagnóstico Motivação, ré-instrução, instrumentação Tratamento dos sítios infectados Polimento, determinação de intervalos de visitas OBRIGADO! Disciplina de Implantodontia