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Forças distribuídas: momento de inércia de superfície Revisão de Mecânica ENG 05584: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 1. Introdução 2. Momento de segunda ordem 3. Determinação do momento de inércia de uma superfície por integração 4. Momento de inércia polar 5. Teorema dos eixos paralelos 6. Momento de inércia de superfícies compostas Conteúdo Introdução • A intensidade das forças distribuídas depende não só do elemento de área dA sobre as quais essa força atuam, mas também da distância entre dA e algum eixo dado. • A intensidade da força por unidade de área varia linearmente com a distância até um eixo. Momento de segunda ordem ou momento de inércia de uma superfície dAykdAkyR momento de 1ª ordem Qx da seção em relação ao eixo x. 2 2 xM ky dA k y dA momento de 2ª ordem (Ix) da seção em relação ao eixo x. ydAQx AyQx 0xQ porque o centroide da seção localiza-se sobre o eixo x. eixo neutro Determinação do momento de inércia de uma superfície por integração dAyI x 2 momento de 2ª ordem (Ix) da seção em relação ao eixo x. dAxI y 2 momento de 2ª ordem (Iy) da seção em relação ao eixo y. Momento de inércia de uma superfície retangular 3 0 2 3 1 bhdyybI h x dA hdx 2 2 x x dI y dA dI y bdy Faixa estreita paralela ao eixo yFaixa estreita paralela ao eixo x dybdA 2 2 y y dI x dA dI x hdx 2 3 0 1 3 b yI h x dx hb Exemplo 1) Determine o momento de inércia de um triângulo em relação à sua base. Exemplo 2) Determine o momento de inércia da superfície sombreada em relação a cada eixo coordenadas. Momento de inércia polar dAJo 2 dAydAxdAyxdAJo 22222 o y xJ I I 222 yx • O momento de inércia polar é um parâmetro importante em problemas que tratam da torção de eixos cilíndricos e da rotação de placas. Exemplo 3) (a) Determine o momento de inércia polar centroidal de uma superfície circular por integração direta. (b) Usando o resultado da parte a, determine o momento de inércia de uma superfície circular em relação a um diâmetro. Teorema dos eixos paralelos ou Teorema de Steiner dAyI AA 2 ` dyy ` dAddAyddAy dAdyI AA 22 2 ` `2` )`( momento de inércia (IBB`) da superfíce em relação ao eixo centroidal BB`. dAy 2` dAy` momento de primeira ordem da superfície em relação ao eixo BB`. dA área total da superfície. 0 2 ` ` AdII BBAA 2 O CJ J Ad Para momento de inércia polar Teorema dos eixos paralelos Teorema dos eixos paralelos ou Teorema de Steiner • Momento de inércia IT de uma superfície circular em relação a uma linha tangente ao círculo: 4 4 5 224 4 12 r rrrAdIIT • Momento de inércia de um triângulo em relação a um eixo centroidal: ` 2 22 3 31 1 1 1 12 2 3 36 2`2 3 31 1 2 1 36 2 3 4 AA BB BB AA BBDD I I Ad I I Ad bh bh h bh I I Ad bh bh h bh Momento de inércia de superfícies compostas • Caso uma superfície seja composta de diferentes áreas A1, A2,...,An cujos momentos de inércia, em relação a um mesmo eixo sejam conhecidos, então o momento de inércia da superfície composta, em relação ao mesmo eixo, será dado pela soma dos momentos de inércia individuais. • Se os momentos de inércia não estiverem em relação ao mesmo eixo, é necessário o uso do Teorema dos Eixos Paralelos. • Se uma ou mais áreas representa partes “tolhidas” de um todo, como um furo ou recorde, seus momentos de inércia são negativos. Portanto, o resultado final é uma soma algébrica dos momentos. Momento de inércia de superfícies compostas Momento de inércia de superfícies compostas Momento de inércia de superfícies compostas Exemplo 4) Determine o momento de inércia da superfície sombreada em relação ao eixo x. Exemplo 5) Determine o momento de inércia polar da superfície sombreada em relação (a) ao ponto O e (b) ao centroide da superfície. Exemplo 6) Determine o momento de inércia da superfície sombreada em relação ao eixo x e y.