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Módulo: Introdução ao Direito 
Previdenciário
Tema: SEGURADOS
Prof. Janaína Helena Steffen
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JANAÍNA HELENA STEFFEN
@janainaprev @profjanainaprev
janaina@janainaprev.com
 Advogada. 
Mestre em Direitos Difusos pela Unimes/SP. 
 Especialista em Processo Civil 
(Unisinos/2004); Direito e Processo Civil 
(IDC-RS/2008); em Direito Previdenciário 
(Esmafe-RS/2018) e em Advocacia no RPPS 
(Esmafe/PR/ 2023). 
 Professora de Pós-graduação em Direito. 
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Módulo: Introdução ao Direito 
Previdenciário
Tema: SEGURADOS
Aula I: Empregado e Empregado 
Doméstico
Prof. Janaína Helena Steffen
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Quem é segurado?
Quem paga 
(exerce atividade remunerada)
art. 195, CF c/c art. 12, da Lei n. 
8.212/91
Quem está em 
benefício
Quem está em 
período de graça
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PAGANTES:
Empregado
Empregado Doméstico
Trabalhador Avulso
Contribuinte Individual
Contribuinte Facultativo
Segurado Especial
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Quem é segurado?
Obrigatórios
• Empregado
• Empregado Doméstico
• Trabalhador Avulso
• Contribuinte Individual
• Segurado Especial
Não obrigatórios
• Segurado 
Facultativo
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Quem é segurado?
Lei n. 8.212/91, Art. 12
§ 2º Todo aquele que exercer, concomitantemente, mais de uma
atividade remunerada sujeita ao Regime Geral de Previdência
Social é obrigatoriamente filiado em relação a cada uma delas.
§ 4º O aposentado pelo Regime Geral de Previdência Social-RGPS
que estiver exercendo ou que voltar a exercer atividade abrangida
por este Regime é segurado obrigatório em relação a essa
atividade, ficando sujeito às contribuições de que trata esta Lei,
para fins de custeio da Seguridade Social. (Incluído pela Lei nº 9.032, de 28.4.95).
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Não é segurado?
Art. 13. O servidor civil ocupante de cargo efetivo ou o militar da
União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, bem
como o das respectivas autarquias e fundações, são excluídos do
Regime Geral de Previdência Social consubstanciado nesta Lei,
desde que amparados por regime próprio de previdência social.
(Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
§ 1o Caso o servidor ou o militar venham a exercer,
concomitantemente, uma ou mais atividades abrangidas pelo
Regime Geral de Previdência Social, tornar-se-ão segurados
obrigatórios em relação a essas atividades. (Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999).
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Lei n. 8.212/91, Art. 13
§ 2° Caso o servidor ou o militar, amparados por regime próprio de
previdência social, sejam requisitados para outro órgão ou entidade
cujo regime previdenciário não permita a filiação nessa condição,
permanecerão vinculados ao regime de origem, obedecidas as
regras que cada ente estabeleça acerca de sua contribuição.
(Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999).
Não é segurado?
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Empregado
 Art. 3, da CLT 
 Lei n. 8.212/91:
Art. 12. São segurados obrigatórios da Previdência Social as
seguintes pessoas físicas:
I - como empregado:
a) aquele que presta serviço de natureza urbana ou rural à
empresa, em caráter não eventual, sob sua subordinação e
mediante remuneração, inclusive como diretor empregado;
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Empregado
 Lei n. 8.212/91:
Art. 12. I :
b) aquele que, contratado por empresa de trabalho temporário,
definida em legislação específica, presta serviço para atender a
necessidade transitória de substituição de pessoal regular e
permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços de outras
empresas;
c) o brasileiro ou estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil
para trabalhar como empregado em sucursal ou agência de
empresa nacional no exterior;
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Empregado
 Lei n. 8.212/91, art. 12. I :
d) aquele que presta serviço no Brasil a missão diplomática ou a
repartição consular de carreira estrangeira e a órgãos a ela
subordinados, ou a membros dessas missões e repartições, excluídos
o não-brasileiro sem residência permanente no Brasil e o brasileiro
amparado pela legislação previdenciária do país da respectiva missão
diplomática ou repartição consular;
e) o brasileiro civil que trabalha para a União, no exterior, em
organismos oficiais brasileiros ou internacionais dos quais o Brasil
seja membro efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, salvo se
segurado na forma da legislação vigente do país do domicílio;
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Empregado
 Lei n. 8.212/91, art. 12. I :
f) o brasileiro ou estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil para
trabalhar como empregado em empresa domiciliada no exterior,
cuja maioria do capital votante pertença a empresa brasileira de
capital nacional;
g) o servidor público ocupante de cargo em comissão, sem vínculo
efetivo com a União, Autarquias, inclusive em regime especial, e
Fundações Públicas Federais; (Incluída pela Lei n° 8.647, de 13.4.93)
§ 6o Aplica-se o disposto na alínea g do inciso I do caput ao ocupante de cargo de
Ministro de Estado, de Secretário Estadual, Distrital ou Municipal, sem vínculo
efetivo com a União, Estados, Distrito Federal e Municípios, suas autarquias,
ainda que em regime especial, e fundações. (Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999).
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Empregado
 Lei n. 8.212/91, art. 12. I :
i) o empregado de organismo oficial internacional ou estrangeiro em
funcionamento no Brasil, salvo quando coberto por regime próprio
de previdência social; (Incluída pela Lei nº 9.876, de 1999).
j) o exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde
que não vinculado a regime próprio de previdência social;
(Incluído pela Lei nº 10.887, de 2004).
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Empregado
 Tema 691 STF
“Incide contribuição previdenciária sobre os rendimentos pagos aos
exercentes de mandato eletivo, decorrentes da prestação de serviços à
União, a estados e ao Distrito Federal ou a municípios, após o advento
da Lei nº 10.887/2004, desde que não vinculados a regime próprio de
previdência.”
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Empregado Doméstico
 Art. 1, da Lei n. 5.859/1972;
 Art. 1 da Lei Complementar n. 150/2015 (+ de 2 dias por semana)
 Lei n. 8.212/91:
Art. 12.
II - como empregado doméstico: aquele que presta serviço de
natureza contínua a pessoa ou família, no âmbito residencial
desta, em atividades sem fins lucrativos;
DIAS TRABALHADOS
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Aspectos importantes
 O empregador é responsável pela retenção e repasse da
contribuição ao INSS (art. 30, I, a da Lei n. 8.212/91);
 A filiação ocorre com o desempenho da atividade e a inscrição
com o registro do contrato de trabalho;
 Pode haver registro extemporâneo ou reconhecimento por ação
trabalhista declaratória de vínculo (sem decadência).
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Módulo: Introdução ao Direito 
Previdenciário
Tema: SEGURADOS 
Aula II: Contribuinte Individual
Prof. Janaína Helena Steffen
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Quem é o CI?
 Lei n. 8.212/91, art. 12 :
V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
a) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade
agropecuária, a qualquer título, em caráter permanente ou
temporário, em área superior a 4 (quatro) módulos fiscais; ou,
quando em área igual ou inferior a 4 (quatro) módulos fiscais ou
atividade pesqueira, com auxílio de empregados ou por intermédio
de prepostos; ou ainda nas hipóteses dos §§ 10 e 11 deste artigo;
(Redação dada pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Quem é o CI?
 Lei n. 8.212/91, art. 12, V:
V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
b) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade de
extração mineral - garimpo, em caráter permanente ou temporário,
diretamente ou por intermédio de prepostos, com ou sem o auxílio
de empregados, utilizados a qualquer título, ainda que de forma não
contínua; (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
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Quem é o CI?
 Lei n. 8.212/91, art. 12, V:
V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
c) o ministrode confissão religiosa e o membro de instituto de vida
consagrada, de congregação ou de ordem religiosa; (Redação
dada pela Lei nº 10.403, de 2002).
d) revogada; (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
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Quem é o CI?
 Lei n. 8.212/91, art. 12, V:
V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
c) o ministro de confissão religiosa e o membro de instituto de vida
consagrada, de congregação ou de ordem religiosa; (Redação
dada pela Lei nº 10.403, de 2002).
d) revogada; (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
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Quem é o CI?
 Lei n. 8.212/91, art. 12, V:
V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
e) o brasileiro civil que trabalha no exterior para organismo oficial
internacional do qual o Brasil é membro efetivo, ainda que lá
domiciliado e contratado, salvo quando coberto por regime próprio
de previdência social; (Redação dada pela Lei nº 9.876, de
1999).
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Quem é o CI?
 Lei n. 8.212/91, art. 12, V:
V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
f) o titular de firma individual urbana ou rural, o diretor não empregado
e o membro de conselho de administração de sociedade anônima, o
sócio solidário, o sócio de indústria, o sócio gerente e o sócio cotista
que recebam remuneração decorrente de seu trabalho em empresa
urbana ou rural, e o associado eleito para cargo de direção em
cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou
finalidade, bem como o síndico ou administrador eleito para exercer
atividade de direção condominial, desde que recebam remuneração;
(Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999).
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Quem é o CI?
 Lei n. 8.212/91, art. 12, V:
V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
g) quem presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter
eventual, a uma ou mais empresas, sem relação de emprego;
(Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999).
h) a pessoa física que exerce, por conta própria, atividade econômica de
natureza urbana, com fins lucrativos ou não; (Incluído pela
Lei nº 9.876, de 1999).
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, 
§ 15. Enquadram-se nas situações previstas nas alíneas "j" e "l" do 
inciso V do caput, entre outros: 
I - aquele que trabalha como condutor autônomo de veículo rodoviário, 
inclusive como taxista ou motorista de transporte remunerado privado 
individual de passageiros, ou como operador de trator, máquina de 
terraplenagem, colheitadeira e assemelhados, sem vínculo 
empregatício; (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, § 15
II - aquele que exerce atividade de auxiliar de condutor autônomo de
veículo rodoviário, em automóvel cedido em regime de colaboração,
nos termos da Lei nº 6.094, de 30 de agosto de 1974;
III - aquele que, pessoalmente, por conta própria e a seu risco, exerce
pequena atividade comercial em via pública ou de porta em porta,
como comerciante ambulante, nos termos da Lei nº 6.586, de 6 de
novembro de 1978;
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, § 15
IV - o trabalhador associado a cooperativa que, nessa qualidade, presta
serviços a terceiros;
V - o membro de conselho fiscal de sociedade por ações;
VI - aquele que presta serviço de natureza não contínua, por conta
própria, a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividade
sem fins lucrativos, até dois dias por semana; (Redação dada pelo Decreto nº
10.410, de 2020).
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, § 15
VII - o notário ou tabelião e o oficial de registros ou registrador, titular
de cartório, que detêm a delegação do exercício da atividade notarial e
de registro, não remunerados pelos cofres públicos, admitidos a partir
de 21 de novembro de 1994;
VIII - aquele que, na condição de pequeno feirante, compra para
revenda produtos hortifrutigranjeiros ou assemelhados;
IX - a pessoa física que edifica obra de construção civil;
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, § 15
X - o médico residente de que trata a Lei nº 6.932, de 7 de julho de
1981. (Redação dada pelo Decreto nº 4.729, de 2003)
XI - o pescador que trabalha em regime de parceria, meação ou
arrendamento, em embarcação de médio ou grande porte, nos termos
da Lei nº 11.959, de 2009; (Redação dada pelo Decreto nº 8.424,
de 2015)
XII - o incorporador de que trata o art. 29 da Lei nº 4.591, de 16 de
dezembro de 1964.
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, § 15
XIII - o bolsista da Fundação Habitacional do Exército contratado em
conformidade com a Lei nº 6.855, de 18 de novembro de 1980; e
(Incluído pelo Decreto nº 3.265, de 1999)
XIV - o árbitro e seus auxiliares que atuam em conformidade com a Lei
nº 9.615, de 24 de março de 1998. (Incluído pelo Decreto nº
3.265, de 1999)
XV - o membro de conselho tutelar de que trata o art. 132 da Lei nº
8.069, de 13 de julho de 1990, quando remunerado; (Incluído
pelo Decreto nº 4.032, de 2001)
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, § 15
XVI - o interventor, o liquidante, o administrador especial e o diretor
fiscal de instituição financeira, empresa ou entidade referida no § 6º do
art. 201; (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
XVII - o transportador autônomo de cargas e o transportador autônomo
de cargas auxiliar, nos termos do disposto na Lei nº 11.442, de 5 de
janeiro de 2007; (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
XVIII - o repentista de que trata a Lei nº 12.198, de 14 de janeiro de
2010, desde que não se enquadre na condição de empregado, prevista
no inciso I do caput, em relação à referida atividade; e (Incluído pelo Decreto nº
10.410, de 2020)
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Equiparados a CI
 Decreto n. 3.048/99, art. 9, § 15
XIX - o artesão de que trata a Lei nº 13.180, de 22 de outubro de 2015,
desde que não se enquadre em outras categorias de segurado
obrigatório do RGPS em relação à referida atividade. (Incluído pelo Decreto nº
10.410, de 2020)
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Também é CI
 Lei n. 8.212/91, art. 28:
§ 11. Considera-se remuneração do contribuinte individual que
trabalha como condutor autônomo de veículo rodoviário, como
auxiliar de condutor autônomo de veículo rodoviário, em automóvel
cedido em regime de colaboração, nos termos da Lei no 6.094, de 30
de agosto de 1974, como operador de trator, máquina de
terraplenagem, colheitadeira e assemelhados, o montante
correspondente a 20% (vinte por cento) do valor bruto do frete,
carreto, transporte de passageiros ou do serviço prestado,
observado o limite máximo a que se refere o § 5o.
(Incluído pela Lei nº 13.202, de 2015)
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Empresa
• Possui responsabilidade
por contribuições
próprias;
• Possui responsabilidade 
por descontar e 
repassar as 
contribuições dos 
empregados, avulsos e 
contribuintes 
individuais que lhe 
prestam serviço.
Empresário
• Contribui quando 
receber remuneração 
(Pró-labore) 
• Art. 28, §9°, J – Lei n. 
8.212/91 - cotista
• Deve constar na GFIP 
(declaração da 
empresa)
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Aspectos importantes
 É responsável pela própria contribuição (art. 30, II da Lei n.
8.212/91);
 Pode ter mais de um NIT;
 Pode pagar em atraso as contribuições, desde que comprove a
atividade;
 Contribuições menores que o salário mínimo já precisavam ser
complementadas mesmo antes da reforma;
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Módulo: Introdução ao Direito 
Previdenciário
Tema: SEGURADOS 
Aula III: Segurado Especial
Prof. Janaína Helena Steffen
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991
 Art. 12:
VII – como segurado especial: a pessoa física residente no imóvel
rural ou em aglomerado urbano ou rural próximo a ele que,
individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com
o auxílio eventual de terceiros a título de mútua colaboração, na
condição de: (Redaçãodada pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, VII
a) produtor, seja proprietário, usufrutuário, possuidor, assentado,
parceiro ou meeiro outorgados, comodatário ou arrendatário
rurais, que explore atividade: (Incluído pela Lei nº 11.718,
de 2008).
1. agropecuária em área de até 4 (quatro) módulos fiscais; ou
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
2. de seringueiro ou extrativista vegetal que exerça suas atividades
nos termos do inciso XII do caput do art. 2o da Lei no 9.985, de 18
de julho de 2000, e faça dessas atividades o principal meio de vida;
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, VII
b) pescador artesanal ou a este assemelhado, que faça da pesca
profissão habitual ou principal meio de vida; e (Incluído pela
Lei nº 11.718, de 2008).
c) cônjuge ou companheiro, bem como filho maior de 16 (dezesseis)
anos de idade ou a este equiparado, do segurado de que tratam as
alíneas a e b deste inciso, que, comprovadamente, trabalhem com o
grupo familiar respectivo. (Incluído pela Lei nº 11.718, de
2008).
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 1o Entende-se como regime de economia familiar a atividade em
que o trabalho dos membros da família é indispensável à própria
subsistência e ao desenvolvimento socioeconômico do núcleo
familiar e é exercido em condições de mútua dependência e
colaboração, sem a utilização de empregados permanentes.
(Redação dada pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 7o Para serem considerados segurados especiais, o cônjuge ou
companheiro e os filhos maiores de 16 (dezesseis) anos ou os a
estes equiparados deverão ter participação ativa nas atividades
rurais do grupo familiar.
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 8o O grupo familiar poderá utilizar-se de empregados
contratados por prazo determinado ou trabalhador de que trata a
alínea g do inciso V do caput deste artigo, à razão de no máximo
120 (cento e vinte) pessoas por dia no ano civil, em períodos
corridos ou intercalados ou, ainda, por tempo equivalente em horas
de trabalho, não sendo computado nesse prazo o período de
afastamento em decorrência da percepção de auxílio-doença.
(Redação dada pela Lei nº 12.873, de 2013)
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 9o Não descaracteriza a condição de segurado especial:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
I – a outorga, por meio de contrato escrito de parceria, meação ou
comodato, de até 50% (cinqüenta por cento) de imóvel rural cuja
área total não seja superior a 4 (quatro) módulos fiscais, desde que
outorgante e outorgado continuem a exercer a respectiva atividade,
individualmente ou em regime de economia familiar;
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 9o Não descaracteriza a condição de segurado especial:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
II – a exploração da atividade turística da propriedade rural,
inclusive com hospedagem, por não mais de 120 (cento e vinte) dias
ao ano; (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 9o Não descaracteriza a condição de segurado especial:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
III – a participação em plano de previdência complementar
instituído por entidade classista a que seja associado, em razão da
condição de trabalhador rural ou de produtor rural em regime de
economia familiar; (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 9o Não descaracteriza a condição de segurado especial:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
IV – ser beneficiário ou fazer parte de grupo familiar que tem algum
componente que seja beneficiário de programa assistencial oficial
de governo; (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 9o Não descaracteriza a condição de segurado especial:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
V – a utilização pelo próprio grupo familiar, na exploração da
atividade, de processo de beneficiamento ou industrialização
artesanal, na forma do § 11 do art. 25 desta Lei; e (Incluído
pela Lei nº 11.718, de 2008)
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 9o Não descaracteriza a condição de segurado especial:
VI - a associação em cooperativa agropecuária ou de crédito rural; e
(Redação dada pela Lei nº 13.183, de 2015)
VII - a incidência do Imposto Sobre Produtos Industrializados - IPI
sobre o produto das atividades desenvolvidas nos termos do § 14
deste artigo. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013)
(Produção de efeito)
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Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 9o Não descaracteriza a condição de segurado especial:
VIII - a participação em programas e ações de pagamento por
serviços ambientais. (Incluído pela Lei nº 14.119, de 2021)
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 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 10. Não é segurado especial o membro de grupo familiar que
possuir outra fonte de rendimento, exceto se decorrente de:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
I – benefício de pensão por morte, auxílio-acidente ou auxílio-
reclusão, cujo valor não supere o do menor benefício de prestação
continuada da Previdência Social; (Incluído pela Lei nº
11.718, de 2008).
Não deixa de ser Segurado Especial
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Não deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, § 10
II – benefício previdenciário pela participação em plano de
previdência complementar instituído nos termos do inciso IV do §
9o deste artigo; (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
III - exercício de atividade remunerada em período não superior a
120 (cento e vinte) dias, corridos ou intercalados, no ano civil,
observado o disposto no § 13 deste artigo; (Redação dada pela Lei nº
12.873, de 2013)
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Não deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, § 10:
IV – exercício de mandato eletivo de dirigente sindical de
organização da categoria de trabalhadores rurais; (Incluído
pela Lei nº 11.718, de 2008).
V – exercício de mandato de vereador do município onde
desenvolve a atividade rural, ou de dirigente de cooperativa rural
constituída exclusivamente por segurados especiais, observado o
disposto no § 13 deste artigo; (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Não deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, § 10
VI – parceria ou meação outorgada na forma e condições
estabelecidas no inciso I do § 9o deste artigo;(Incluído pela Lei nº 11.718, de
2008).
VII – atividade artesanal desenvolvida com matéria-prima produzida
pelo respectivo grupo familiar, podendo ser utilizada matéria-prima
de outra origem, desde que a renda mensal obtida na atividade não
exceda ao menor benefício de prestação continuada da Previdência
Social; e (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Não deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 10. Não é segurado especial o membro de grupo familiar que
possuir outra fonte de rendimento, exceto se decorrente de:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
VIII – atividade artística, desde que em valor mensal inferior ao
menor benefício de prestação continuada da Previdência Social.
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Não deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 14. A participação do segurado especial em sociedade
empresária, em sociedade simples, como empresário individual ou
como titular de empresa individual de responsabilidade limitada de
objeto ou âmbito agrícola, agroindustrial ou agroturístico,
considerada microempresa nos termos da Lei Complementar no
123, de 14 de dezembro de 2006, não o exclui de tal categoria
previdenciária, desde que, mantido o exercício da sua atividade
rural na forma do incisoVII do caput e do § 1o, a pessoa jurídica
componha-se apenas de segurados de igual natureza e sedie-se no
mesmo Município ou em Município limítrofe àquele em que eles
desenvolvam suas atividades. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Produção
de efeito)
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Deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12,
§ 11. O segurado especial fica excluído dessa categoria:(Incluído pela Lei
nº 11.718, de 2008).
I – a contar do primeiro dia do mês em que: (Incluído pela Lei nº 11.718, de
2008).
a) deixar de satisfazer as condições estabelecidas no inciso VII do
caput deste artigo, sem prejuízo do disposto no art. 15 da Lei no
8.213, de 24 de julho de 1991, ou exceder qualquer dos limites
estabelecidos no inciso I do § 9o deste artigo; (Incluído pela Lei nº 11.718,
de 2008).
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Deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, § 11.
I – a contar do primeiro dia do mês em que: (Incluído pela Lei nº 11.718, de
2008).
b) enquadrar-se em qualquer outra categoria de segurado
obrigatório do Regime Geral de Previdência Social, ressalvado o
disposto nos incisos III, V, VII e VIII do § 10 e no § 14 deste artigo,
sem prejuízo do disposto no art. 15 da Lei nº 8.213, de 24 de julho
de 1991; (Redação dada pela Lei nº 12.873, de 2013)
c) tornar-se segurado obrigatório de outro regime previdenciário; e
(Redação dada pela Lei nº 12.873, de 2013)
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Deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, § 11.
I – a contar do primeiro dia do mês em que: (Incluído pela Lei nº 11.718, de
2008).
d) participar de sociedade empresária, de sociedade simples, como
empresário individual ou como titular de empresa individual de
responsabilidade limitada em desacordo com as limitações
impostas pelo § 14 deste artigo; (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013)
(Produção de efeito)
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Deixa de ser Segurado Especial
 Lei n. 8.212/1991, Art. 12, § 11.
II – a contar do primeiro dia do mês subseqüente ao da ocorrência,
quando o grupo familiar a que pertence exceder o limite de:
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
a) utilização de trabalhadores nos termos do § 8o deste artigo;
(Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
b) dias em atividade remunerada estabelecidos no inciso III do § 10
deste artigo; e (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
c) dias de hospedagem a que se refere o inciso II do § 9o deste
artigo. (Incluído pela Lei nº 11.718, de 2008).
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Segurado Especial – Pescador Artesanal
 Decreto n. 3.048/99, Art. 9°,
§ 14. Considera-se pescador artesanal aquele que, individualmente
ou em regime de economia familiar, faz da pesca sua profissão
habitual ou meio principal de vida, desde que: (Redação dada pelo
Decreto nº 3.668, de 2000)
I - não utilize embarcação; ou (Redação dada pelo Decreto nº 8.424, de 2015)
II - utilize embarcação de pequeno porte, nos termos da Lei nº
11.959, de 29 de junho de 2009. (Redação dada pelo Decreto nº 8.424, de 2015)
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Segurado Especial – Pescador Artesanal
 Decreto n. 3.048/99, Art. 9°,
§ 14-A. Considera-se assemelhado ao pescador artesanal aquele
que realiza atividade de apoio à pesca artesanal, exercendo
trabalhos de confecção e de reparos de artes e petrechos de pesca
e de reparos em embarcações de pequeno porte ou atuando no
processamento do produto da pesca artesanal. (Incluído dada pelo Decreto nº
8.499, de 2015)
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Aspectos importantes
 A contribuição é feita mediante venda do excedente;
 A prova do cônjuge, via de regra, estará em nome do esposo, pai,
tio, sogro;
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Módulo: Introdução ao Direito 
Previdenciário
Tema: SEGURADOS
Aula IV: Avulso e Facultativo
Prof. Janaína Helena Steffen
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Trabalhador Avulso
 Art. 1, da Lei n. 12.023/2009
 Lei n. 12.815/2013 (Portos)
Avulso
Sindicato
OGMO
Empresas Equiparados
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Trabalhador Avulso
 Lei n. 8.212/1991
 Art. 12:
VI - como trabalhador avulso: quem presta, a diversas empresas,
sem vínculo empregatício, serviços de natureza urbana ou rural
definidos no regulamento;
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Trabalhador Avulso
 Decreto n. 3.048/1999
 Art. 9:
VI - como trabalhador avulso - aquele que: (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de
2020).
a) sindicalizado ou não, preste serviço de natureza urbana ou rural a
diversas empresas, ou equiparados, sem vínculo empregatício, com
intermediação obrigatória do órgão gestor de mão de obra, nos
termos do disposto na Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013, ou do
sindicato da categoria, assim considerados: (Redação dada pelo Decreto nº
10.410, de 2020).
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Trabalhador Avulso
 Decreto n. 3.048/1999, Art. 9, VI
1. o trabalhador que exerça atividade portuária de capatazia, estiva,
conferência e conserto de carga e vigilância de embarcação e bloco;
(Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
2. o trabalhador de estiva de mercadorias de qualquer natureza,
inclusive carvão e minério; (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de
2020).
3. o trabalhador em alvarenga (embarcação para carga e descarga
de navios); (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
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Trabalhador Avulso
 Decreto n. 3.048/1999, Art. 9, VI
4. o amarrador de embarcação; (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
5. o ensacador de café, cacau, sal e similares; (Incluído pelo Decreto nº 10.410,
de 2020).
6. o trabalhador na indústria de extração de sal; (Incluído pelo Decreto nº 10.410,
de 2020).
7. o carregador de bagagem em porto; (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
8. o prático de barra em porto; (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
9. o guindasteiro; e (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
10. o classificador, o movimentador e o empacotador de
mercadorias em portos; e (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
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Trabalhador Avulso
 Decreto n. 3.048/1999, Art. 9, VI
b) exerça atividade de movimentação de mercadorias em geral, nos
termos do disposto na Lei nº 12.023, de 27 de agosto de 2009, em
áreas urbanas ou rurais, sem vínculo empregatício, com
intermediação obrigatória do sindicato da categoria, por meio de
acordo ou convenção coletiva de trabalho, nas atividades de:
(Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
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Trabalhador Avulso
 Decreto n. 3.048/1999, Art. 9, VI, b)
1. cargas e descargas de mercadorias a granel e ensacados, costura,
pesagem, embalagem, enlonamento, ensaque, arrasto,
posicionamento, acomodação, reordenamento, reparação de carga,
amostragem, arrumação, remoção, classificação, empilhamento,
transporte com empilhadeiras, paletização, ova e desova de vagões,
carga e descarga em feiras livres e abastecimento de lenha em
secadores e caldeiras; (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
2. operação de equipamentos de carga e descarga; e (Incluído pelo
Decreto nº 10.410, de 2020).
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Trabalhador Avulso
 Decreto n. 3.048/1999, Art. 9, VI, b)
3. pré-limpeza e limpeza em locais necessários às operações ou à
sua continuidade; (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
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Quem é o Facultativo?
 Lei n. 8.212/91, 
Art. 14. É segurado facultativo o maior de 14 (quatorze) anos de idade
que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social, mediante
contribuição, na forma do art. 21, desde que não incluído nas
disposições do art. 12.
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Quem é o Facultativo?
 Lei n. 8.212/91, 
Art. 21. A alíquota de contribuição dos segurados contribuinte
individual e facultativo será de vinte por cento sobre o respectivo
salário-de-contribuição. (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999).
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Quem é o Facultativo?
 Lei n. 8.212/91, Art. 21. 
 § 2o No caso de opção pela exclusão do direito ao benefício de 
aposentadoria por tempo de contribuição, a alíquota de contribuição 
incidente sobre o limite mínimo mensal do salário de contribuição 
será de: (Redação dada pela Lei nº 12.470, de 2011)
www.legale.com.brQuem é o Facultativo?
 Lei n. 8.212/91, Art. 21, § 2º
I - 11% (onze por cento), no caso do segurado contribuinte individual, 
ressalvado o disposto no inciso II, que trabalhe por conta própria, sem 
relação de trabalho com empresa ou equiparado e do segurado 
facultativo, observado o disposto na alínea b do inciso II deste 
parágrafo; (Incluído pela Lei nº 12.470, de 2011)
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Quem é o Facultativo?
 Lei n. 8.212/91, Art. 21, § 2º
II - 5% (cinco por cento): (Incluído pela Lei nº 12.470, de 2011)
b) do segurado facultativo sem renda própria que se dedique 
exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência, 
desde que pertencente a família de baixa renda. (Incluído pela Lei 
nº 12.470, de 2011)
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Quem é o Facultativo?
 Lei n. 8.212/91, Art. 21, 
§ 4o Considera-se de baixa renda, para os fins do disposto na alínea b 
do inciso II do § 2o deste artigo, a família inscrita no Cadastro Único 
para Programas Sociais do Governo Federal - CadÚnico cuja renda 
mensal seja de até 2 (dois) salários mínimos. (Redação dada pela 
Lei nº 12.470, de 2011)
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E o aprendiz?
 Dec.-Lei n. 4.073/1942 – aluno-aprendiz 
 Dec-Lei n. 2.318/1986 – menor assistido (12 a 18 anos)
 Lei n. 7.004/1982 - Programa de Previdência Social aos Estudantes -
extinto em 1992. Previa a contribuição facultativa com alíquota de 
8,5% sobre 1 salário-mínimo.
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Aspectos importantes
 O avulso se aproxima do empregado;
 O avulso tem problemas com valor mínimo da contribuição;
 O facultativo pode pagar em atraso as contribuições relativas aos
últimos 6 meses, desde que tenha inscrição anterior;
 Se é segurado obrigatório de qualquer regime, não deve
contribuir como facultativo.
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Indicações
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Indicações
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Gratidão!
É dispensável destacar aqui que a velhice 
demanda aprofundamento do senso 
coletivo. É o momento de maior 
interdependência, correlação e 
necessidade de cuidados e compreensão. 
Em uma palavra: solidariedade.
Félix, Jorge. Economia da Longevidade: o envelhecimento 
populacional muito além da previdência. São Paulo: 106, 2019. p. 
145.
Janaína Helena Steffen
janaina@janainaprev.adv.br
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	Módulo: Introdução ao Direito Previdenciário
Tema: SEGURADOS
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	Número do slide 2
	Módulo: Introdução ao Direito Previdenciário
Tema: SEGURADOS
Aula I: Empregado e Empregado Doméstico
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	Quem é segurado?
	PAGANTES:
	Quem é segurado?
	Quem é segurado?
	Não é segurado?
	Número do slide 9
	Empregado
	Empregado
	Empregado
	Empregado
	Empregado
	Empregado
	Empregado Doméstico
	Aspectos importantes
	Módulo: Introdução ao Direito Previdenciário�Tema: SEGURADOS �Aula II: Contribuinte Individual
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	Quem é o CI?
	Quem é o CI?
	Quem é o CI?
	Quem é o CI?
	Quem é o CI?
	Quem é o CI?
	Quem é o CI?
	Equiparados a CI
	Equiparados a CI
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	Equiparados a CI
	Equiparados a CI
	Equiparados a CI
	Também é CI
	Número do slide 35
	Aspectos importantes
	Módulo: Introdução ao Direito Previdenciário�Tema: SEGURADOS �Aula III: Segurado Especial
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	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Segurado Especial
	Número do slide 51
	Não deixa de ser Segurado Especial
	Não deixa de ser Segurado Especial
	Não deixa de ser Segurado Especial
	Não deixa de ser Segurado Especial
	Não deixa de ser Segurado Especial
	Deixa de ser Segurado Especial
	Deixa de ser Segurado Especial
	Deixa de ser Segurado Especial
	Deixa de ser Segurado Especial
	Segurado Especial – Pescador Artesanal
	Segurado Especial – Pescador Artesanal
	Aspectos importantes
	Módulo: Introdução ao Direito Previdenciário�Tema: SEGURADOS�Aula IV: Avulso e Facultativo
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	Trabalhador Avulso
	Trabalhador Avulso
	Trabalhador Avulso
	Trabalhador Avulso
	Trabalhador Avulso
	Trabalhador Avulso
	Trabalhador Avulso
	Trabalhador Avulso
	Quem é o Facultativo?
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	E o aprendiz?
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	Número do slide 85

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