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11 t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 22 SÍRIO: PEDIATRIA t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 33 CIRURGIA PEDIÁTRICA t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 44 COMO O FOCO CIRURGIA PEDIÁTRICA É COBRADO NO SÍRIO? ● Emergências cirúrgicas ○ Intussucepção/invaginação intestinal ○ Foco em imagem ultrassonográfica ● Escroto agudo ○ Torção testicular t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 55 ABDOME AGUDO ● Dor abdominal ○ Infecciosa ○ Metabólica ○ Cirúrgica A idade do paciente é muito importante para o diagnóstico t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 66 ABDOME AGUDO 12 anos Má rotação intestinal e volvo Apendicite Apendicite Apendicite Intussuscepção Má rotação intestinal e volvo Trauma Trauma Estenose hipertrófica de piloro Intussuscepção Torção testicular Torção testicular Megacólon congênito Trauma Torção ovariana Torção ovariana Hérnia encarcerada Hérnia inguinal Hérnia inguinal Gravidez ectópica ● Dor abdominal t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 77 ABDOME AGUDO ● APENDICITE AGUDA ○ Principal causa de cirurgia abdominal na infância e adolescência ○ Obstrução do lúmen do apêndice: hiperplasia linfoide, fecalito ○ Pico dos 4 aos 14 anos, raro antes de 2 anos ○ Diagnóstico difícil antes dos 5 anos t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 88 ABDOME AGUDO ● APENDICITE AGUDA ○ Quadro clínico Clássico: dor periumbilical que migra para fossa ilíaca direita t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 99 ABDOME AGUDO ● APENDICITE AGUDA ○ Quadro clínico ○ Dor abdominal ○ Sinal de Rovsing ○ Sinal do obturador ○ Sinal do iliopsoas ○ Sinal de Blumberg ○ Anorexia ○ Náuseas vômitos e diarreia ○ Menos intensos que nas gastroenterites ○ Febre ○ Baixa t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1010 ABDOME AGUDO ● APENDICITE AGUDA ○ Diagnóstico ○ Clínica? ○ Exames complementares? ○ RX de abdome ○ USG de abdome ○ TC de abdome ○ Casos duvidosos ○ Diagnósticos diferenciais ○ Complicações t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1111 ABDOME AGUDO Sinal/sintoma/exame laboratorial Pontos Náusea ou vômitos 1 Anorexia 1 Febre 1 Migração da dor para fossa ilíaca direita 1 Sensibilidade em fossa ilíaca direita 2 Tosse/percussão/pular causa dor em fossa ilíaca direita 2 Leucocitose ( > 10.000 cel./mm³) 1 Neutrofilia ( > 7.500 cel./mm³) 1 Resultado 7: Sugestivo de apendicite aguda t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1212 ABDOME AGUDO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1313 ABDOME AGUDO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1414 ABDOME AGUDO Apendicectomia Analgesia Antibioticoterapia ● APENDICITE AGUDA ○ Tratamento t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1515 INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL ● Lactentes entre 6 - 12 meses ● Pico entre 4 e 9 meses ● Acomete mais o sexo masculino t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1616 INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1717 Segm. Proximal (íleo) Segm. Distal (Ceco) Íleocecocólica MAIS COMUM (80%) INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1818 QUADRO CLÍNICO ● Dor abdominal intermitente, em cólica, com irritabilidade associada ● Vômitos ● Fezes em aspecto de “geleia de morango” ou “framboesa” ● Massa palpável em forma de salsicha no QSD ● Sinal de Dance (fossa ilíaca direita vazia) INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 1919 INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL Fezes com aspecto de “geleia de morango” t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2020 CAUSAS ● Infecções virais ● Vacinação (rotavírus) ● Pólipos ● Divertículo de Meckel ● Duplicação intestinal INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2121 DIAGNÓSTICO ● RX abdome - excluir perfuração INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2222 DIAGNÓSTICO ● USG: padrão-ouro ○ Imagem “em alvo" INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2323 TRATAMENTO ● Manter jejum e hidratação ● Tratamento não-operatório ○ Redução por enema ● Tratamento cirúrgico se: ○ Peritonite ○ Perfuração intestinal ○ Falha no tratamento não-operatório ○ Presença de fator anatômico (ex: divertículo de Meckel) INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2424 Paciente com intussuscepção Cirurgia! Indicações clássicas de cirurgia Redução não cirúrgica Redução manual delicada Enterectomia e/ou colectomia Se necrose ou insucesso na redução manual Sim Insucesso Completa? Observação Novo USG Alta Não INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2525 ● Acontece por volta da 6ª semana de vida (pico entre 2 e 8 semanas de vida) ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2626 Aumento principalmente da camada circular da musculatura pilórica Estreitamento do lúmen pilórico Obstrução intestinal alta (semi-oclusão) ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2727 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ● Criança com baixo ganho ponderal/desidratada ● Vômitos em jato e recorrentes ○ 30-60 min após refeição ○ Não biliosos ● Manutenção do apetite ● Palpação de massa abdominal “em oliva” no QSD ● Ondas peristálticas visíveis ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2828 Vômitos Perda de H+ Alcalose metabólica hipoK Perda renal de potássio MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ● Gasometria - pode fornecer pistas importantes! ○ ALCALOSE METABÓLICA HIPOCLORÊMICA E HIPOCALÊMICA ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 2929 ACHADOS RADIOGRÁFICOS ● Radiografia ○ Estômago pode estar distendido, alças podem estar pouco aeradas ○ Não ajuda a confirmar ● Ultrassonografia de abdome ○ Espessamento pilórico ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3030 ULTRASSONOGRAFIA ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3131 ULTRASSONOGRAFIA ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3232 Espessura no corte transversal > 4 mm ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3333 Comprimento no corte long. > 16 mm ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3434 TRATAMENTO ● Jejum ● Hidratação venosa ● Correção de distúrbios hidroeletrolíticos ● Piloromiotomia ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3535 TORÇÃO TESTICULAR ● Escroto agudo ● Isquemia e interrupção de fluxo sanguíneo pelo cordão espermático ● Fatores precipitantes ○ Trauma ○ Atividades esportivas t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3636 TORÇÃO TESTICULAR QUADRO CLÍNICO ● Dor escrotal súbita e de forte intensidade ● Unilateral t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3737 TORÇÃO TESTICULAR EXAME FÍSICO ● Sinal de Angel: horizontalização ● Sinal de Brunzel: testículo elevado ● Teste de Rabinowitz: ausência de reflexo cremastérico ● Sinal de Prehn: melhora da dor com elevação do testículo. Se NEGATIVO - fala a favor de torção testicular t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3838 TORÇÃO TESTICULAR EM RESUMO: ● Sinal de Angel POSITIVO ● Reflexocremastérico AUSENTE ● Sinal de Prehn NEGATIVO t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 3939 TORÇÃO TESTICULAR DIAGNÓSTICO ● USG com doppler t.m e/ m ed ic in al iv re pr oi bi da v en da 4040 TORÇÃO TESTICULAR Tratamento ● Analgesia ● Abordagem cirúrgica DE URGÊNCIA em