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59 222. (PUCCamp SP/2019) A ascensão ao governo da França e a queda de Napoleão Bonaparte foram marca- das, respectivamente, a) pelo golpe de estado conhecido como 18 de brumário, e pelas sucessivas derrotas do exército napoleônico para os ingleses e seus aliados. b) pelo início do período ditatorial conhecido como Grande Terror, e pela restauração do poder monárquico, exercido pelos Bourbons. c) pelo fim do período conhecido como Diretório, com a re- cuperação do poder pela burguesia, e pela vitória dos mo- vimentos populares que destituíram Napoleão do trono im- perial. d) pela dissolução da Assembleia e a instauração de um governo formado por três cônsules (Consulado), e pela in- vasão inglesa que se seguiu à morte de Napoleão na bata- lha de Waterloo. e) pela condenação do líder Robespierre à guilhotina, por membros da alta burguesia contrários à Revolução, e pelo acordo estabelecido entre as monarquias francesa e in- glesa, que levaram Napoleão à prisão, na ilha de Elba. 223. (FATEC SP/2018) Ao assumir o poder na França, Napoleão Bonaparte anunciou que o período contur- bado da Revolução de 1789 chegaria ao fim. Em busca de conciliação nacional, ele afirmava estar acima dos interesses particulares e prometia que, a partir daquele momento, iria fazer da França a maior potência do mundo. Conhecido como Era Napoleônica, o período em que Napoleão Bonaparte governou a França ficou marcado a) pela promulgação de um novo Código Civil que, entre outras determinações, separou Igreja e Estado, legalizou o divórcio e consolidou a abolição dos direitos feudais da no- breza e do clero. b) pela manutenção dos laços de cooperação entre França e Inglaterra e pelo Tratado de Versalhes, que estabeleceu o princípio de autodeterminação dos povos. c) pela adoção do pluralismo religioso, ocasionado pela chegada à França de imigrantes oriundos das colônias fran- cesas no Oriente Médio e na África. d) pela guerra contra os Estados Unidos e pela conquista dos territórios indígenas do oeste da América do Norte. e) pela criação da União Europeia, que unificou econômica e politicamente todos os países do continente. 224. (UEFS BA/2018) O mapa da Europa das guerras na- poleônicas foi redelineado com considerável atenção para o equilíbrio das cinco grandes potências que emergiram das guerras: a Rússia, a Grã-Bretanha, a França, a Áustria e a Prússia. (Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções, 1981. Adaptado.) A reorganização da Europa realizada pelo Congresso de Viena (1814-1815) provocou, na primeira metade do século XIX, uma série de movimentos a) socialistas e anarquistas. b) internacionalistas e europeístas. c) religiosos e feudais. d) monárquicos e absolutistas. e) nacionalistas e liberais. 225. (FPS PE/2017) Por meio das suas ações militares e políticas, Napoleão tornou-se uma figura histórica e polêmica no mundo ocidental, pois: a) assumiu o poder de forma democrática, devido à imensa popularidade que detinha entre a burguesia. b) valorizava exacerbadamente o militarismo, o que o impe- diu de melhorar outras áreas deficitárias da sociedade fran- cesa. c) teve entre seus principais atos o Bloqueio Continental, que isolou a Inglaterra, devido ao apoio irrestrito de todos os países europeus. d) conviveu de forma pacífica com a Igreja Católica, reco- nhecendo a ligação existente entre o Estado e a religião. e) tinha grandes ambições expansionistas, o que intensifi- cou as tensões com a Inglaterra e provocou fortes disputas na geopolítica europeia. 226. (Fac. Direito de Sorocaba SP/2016) A interpretação liberal do Estado era defendida pelos juristas da escola de São Paulo. Conformaram um modelo no qual demo- cracia combinava com evolução, e em que o fenômeno das raças mistas – tão propagado pelos acadêmicos de Recife – incomodava, porém fazia parte de um rol mais abrangente de preocupações. Reconhece-se no modelo paulista um “liberalismo con- servador” mais próximo da reação posterior à Revolu- ção Francesa, em que o conceito de liberdade aparecia condicionado à noção de ordem. Além do mais, apesar da influência anglo-saxônica, o liberalismo chega ao país “respirando bolor bragantino”, o que lhe conferiu uma imagem não só conservadora, como elitista e anti- popular. Assim, assimilado com certas adaptações que o fariam conviver com a escravidão e o latifúndio du- rante o Império, e com a hipertrofia estatal e o autorita- rismo político republicano, o liberalismo revelava clara- mente seu lado antidemocrático, no Brasil. (Lilia Moritz Schwarcz, O espetáculo das raças. Adaptado) A “reação posterior à Revolução Francesa” refere-se a) à defesa dos interesses das camadas ricas, para quem a manutenção da ordem social moldava a ideia de liberdade. b) às decisões do Congresso de Viena, que revogou o ab- solutismo e os privilégios sociais para atender à burguesia. c) aos vínculos políticos entre a burguesia e o proletariado, em função da necessidade de vencer o clero e a realeza. d) às propostas dos jacobinos, que impuseram um regime baseado no terror para assegurar a igualdade econômica. e) ao apoio popular dado ao Império Napoleônico, graças à aprovação de medidas de cunho social, como a reforma agrária. 227. (Mackenzie SP/2020) “A história de todas as socie- dades até agora tem sido a história das lutas de classe. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, membros das corporações e aprendiz, em suma, opres- sores e oprimidos, estiveram em contraposição uns aos outros e envolvidos em uma luta ininterrupta, ora disfarçada, ora aberta, que terminou sempre com a transformação revolucionária da sociedade inteira ou com o declínio conjunto das classes em conflito.” Trecho do Manifesto do Partido Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels – 1848 Sobre o contexto histórico e as propostas de Marx e En- gels considere as seguintes afirmações: