Prévia do material em texto
PORTO ALEGRE DO NORTE-MT 2025 JOELMA FERNANDES DINIZ CONSULTA DE ENFERMAGEM GERONTOGERIÁTRICA: A ABORDAGEM À PESSOA IDOSA NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA JOELMA FERNANDES DINIZ CONSULTA DE ENFERMAGEM GERONTOGERIÁTRICA: A ABORDAGEM À PESSOA IDOSA NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Projeto apresentado ao Curso de Enfermagem da Instituição UNOPAR Orientador: Ariane Sabina Stieven Porto Alegre do Norte-MT 2025 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 4 1.1 O PROBLEMA ...................................................................................................... 4 2 OBJETIVOS ............................................................................................................. 6 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS ............................................... 6 3 JUSTIFICATIVA ....................................................................................................... 7 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................................................... 8 4.1 ENTENDENDO GERIATRIA E GERONTOLOGIA ............................................... 8 4.2 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO CUIDADO AO IDOSO: GERIATRIA E GERONTOLOGIA ....................................................................................................... 9 4.3 O CUIDADO DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: ABORDAGENS E PRÁTICAS ................................................................. 11 5 METODOLOGIA .................................................................................................... 14 6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO .......................................................... 15 REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 16 4 1 INTRODUÇÃO A consulta de enfermagem gerontogeriátrica constitui uma ferramenta essencial no cuidado à pessoa idosa dentro da Estratégia Saúde da Família (ESF). Diante do envelhecimento populacional e do aumento da demanda por serviços de saúde voltados a essa faixa etária, torna-se imprescindível a adoção de abordagens que promovam o bem-estar e a qualidade de vida dos idosos. Nota-se que a ESF, como modelo de atenção primária, desempenha um papel fundamental ao proporcionar acompanhamento contínuo e integral, visando tanto a prevenção quanto o manejo de doenças crônicas, condições comuns entre a população idosa. Compreende-se que a consulta de enfermagem nesse contexto deve ir além da avaliação clínica convencional, incorporando uma visão holística do paciente idoso. Aspectos como funcionalidade, cognição, suporte social e vulnerabilidades devem ser considerados na construção do plano de cuidados, garantindo uma assistência personalizada e eficaz. Além disso, a participação ativa da família e da comunidade no cuidado é essencial para o sucesso das intervenções, reforçando a importância do enfermeiro como mediador e facilitador no processo de envelhecimento saudável. Diante desse cenário, o presente estudo propõe-se a investigar a prática da consulta de enfermagem gerontogeriátrica na ESF, analisando seus impactos na promoção da saúde e na qualidade de vida da população idosa. A pesquisa buscará identificar desafios enfrentados pelos profissionais, bem como estratégias que possam otimizar essa abordagem, contribuindo para o fortalecimento das políticas de atenção primária e para a qualificação dos serviços prestados aos idosos. 1.1 O PROBLEMA Diante da importância da consulta de enfermagem gerontogeriátrica na Estratégia Saúde da Família (ESF) e do aumento da população idosa, surge a necessidade de compreender como essa prática tem sido conduzida e quais 5 desafios ainda persistem na sua implementação. Considerando que o enfermeiro desempenha um papel central na promoção da saúde e no manejo de condições crônicas nessa faixa etária, é fundamental investigar de que forma essa consulta contribui para a qualidade de vida dos idosos e para a efetividade do cuidado prestado. Nesse sentido, a pesquisa busca responder à seguinte questão: Como a consulta de enfermagem gerontogeriátrica tem sido realizada na Estratégia Saúde da Família e quais são seus impactos na promoção da saúde e na qualidade de vida da pessoa idosa? . 6 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO Analisar como a consulta de enfermagem gerontogeriátrica é realizada na Estratégia Saúde da Família e seus impactos na promoção da saúde e na qualidade de vida da pessoa idosa. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS Compreender o papel do enfermeiro na consulta gerontogeriátrica dentro da Estratégia Saúde da Família. Identificar os principais desafios enfrentados na realização da consulta de enfermagem voltada à população idosa. Investigar as estratégias utilizadas para promover a saúde e a qualidade de vida dos idosos durante a consulta de enfermagem. Avaliar a percepção dos idosos e profissionais de saúde sobre a efetividade dessa consulta no cuidado integral à pessoa idosa. 7 3 JUSTIFICATIVA O envelhecimento populacional tem se tornado uma realidade global, aumentando a demanda por serviços de saúde voltados à população idosa. Nesse contexto, a consulta de enfermagem gerontogeriátrica desempenha um papel fundamental na Estratégia Saúde da Família (ESF), uma vez que possibilita o acompanhamento contínuo, a prevenção de agravos e a promoção da qualidade de vida. Considerando as especificidades dessa faixa etária, como a presença de múltiplas comorbidades e a necessidade de cuidados integrados, torna-se essencial compreender como essa consulta tem sido realizada e quais são seus impactos na assistência ao idoso. A relevância desta pesquisa está na necessidade de aprofundar o conhecimento sobre as práticas adotadas na consulta de enfermagem gerontogeriátrica, analisando os desafios e estratégias envolvidas no atendimento dessa população. Ao investigar a atuação dos enfermeiros na ESF, busca-se compreender como a assistência pode ser aprimorada, garantindo um cuidado mais humanizado e eficaz. Além disso, a pesquisa permite identificar lacunas na abordagem atualmente utilizada, possibilitando a proposição de melhorias que favoreçam tanto os profissionais de saúde quanto os idosos atendidos. Dessa forma, este estudo poderá contribuir significativamente para a sociedade ao fornecer subsídios para a melhoria da assistência à população idosa no âmbito da atenção primária. Para a comunidade acadêmica, a pesquisa ampliará o debate sobre a importância da consulta de enfermagem gerontogeriátrica, fortalecendo o conhecimento sobre práticas efetivas nesse campo. Ademais, os resultados obtidos poderão servir de base para futuras investigações e para a formulação de políticas públicas que valorizem e qualifiquem a assistência prestada aos idosos na ESF. 8 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 4.1 ENTENDENDO GERIATRIA E GERONTOLOGIA O crescimento da população idosa evidencia a necessidade de cuidados especializados em geriatria e gerontologia. Nesse cenário, a enfermagem desempenha um papel essencial na promoção da saúde, na prevenção de doenças e na melhoria da qualidade de vida dos idosos. No âmbito preventivo, os enfermeiros têm a responsabilidade de incentivar a adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de atividades físicas. Além disso, estratégias como a imunização e o rastreamento de condições de saúde são amplamente utilizadas para minimizar complicações e favorecer um envelhecimento saudável (HO et al., 2020). Uma das principais características da assistência ao idosoé a abordagem integral, que considera não apenas os aspectos físicos, mas também as dimensões emocional e social. Essa perspectiva possibilita aos enfermeiros estabelecer vínculos de confiança e empatia, fundamentais para um cuidado qualificado (DALY et al., 2018). No manejo de doenças crônicas, que constitui uma das principais responsabilidades da enfermagem geriátrica, os profissionais acompanham sintomas, administram medicações e fornecem orientações que contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Nesse contexto, a colaboração entre diferentes áreas da saúde é indispensável para garantir um atendimento integrado e eficaz (GILLIS & MACDONALD, 2021). Nos estágios avançados da vida, os cuidados paliativos assumem um papel central, oferecendo suporte tanto físico quanto emocional aos pacientes e seus familiares. Enfermeiros especializados nessa área desempenham funções essenciais no controle da dor e no fornecimento de conforto, garantindo que as necessidades individuais sejam atendidas de forma humanizada (MEIER et al., 2019). Além disso, o avanço das tecnologias, como dispositivos de monitoramento remoto e telemedicina, tem possibilitado um acompanhamento mais acessível e 9 eficiente, transformando a assistência prestada aos idosos (DELLEFIELD & MAGNABOSCO, 2020). Dessa forma, a atuação da enfermagem na geriatria e gerontologia destaca- se pela abordagem integral, pela promoção da saúde e prevenção de doenças, pelo gerenciamento de condições crônicas, pelo oferecimento de cuidados paliativos e pela incorporação de novas tecnologias. Essas ações impactam diretamente a qualidade de vida dos idosos, evidenciando a relevância da enfermagem nesse campo de atuação (DELLEFIELD & MAGNABOSCO, 2020). 4.2 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO CUIDADO AO IDOSO: GERIATRIA E GERONTOLOGIA O crescimento acelerado da população idosa impõe desafios expressivos ao setor da saúde, exigindo a adaptação dos serviços e práticas assistenciais para atender às necessidades específicas desse grupo. Dentro desse contexto, a enfermagem assume um papel fundamental na geriatria e gerontologia, prestando cuidados voltados para a promoção de um envelhecimento saudável e para a garantia da qualidade de vida dos idosos. A abordagem utilizada pelos enfermeiros é integral e abrange não apenas os aspectos físicos, mas também os componentes emocionais e sociais, elementos essenciais para um atendimento humanizado e eficaz (DALY et al., 2018). Na esfera da promoção da saúde e prevenção de doenças, os enfermeiros desempenham um papel central ao educar e orientar os idosos sobre práticas saudáveis. O incentivo a uma alimentação equilibrada, à prática regular de atividades físicas e à adoção de medidas preventivas, como a imunização e o rastreamento de doenças crônicas, são estratégias amplamente utilizadas para minimizar riscos e melhorar o bem-estar dos pacientes (HO et al., 2020). Além disso, a atuação do enfermeiro no controle de condições crônicas é de grande relevância, pois inclui o monitoramento de sintomas, a orientação sobre o uso correto de medicações e o estímulo ao autocuidado. Para que essa assistência seja eficiente, a 10 colaboração entre diferentes áreas da saúde é essencial, garantindo um atendimento multidisciplinar e completo (GILLIS & MACDONALD, 2021). Nos estágios mais avançados da vida, a necessidade de cuidados paliativos torna-se cada vez mais evidente, exigindo um suporte qualificado e sensível por parte dos profissionais de enfermagem. O alívio da dor, a oferta de conforto e o suporte emocional aos pacientes e seus familiares são elementos centrais dessa abordagem, contribuindo para que o processo de envelhecimento ocorra de maneira digna e humanizada (MEIER et al., 2019). Paralelamente, os avanços tecnológicos têm ampliado as possibilidades de assistência, proporcionando alternativas como o monitoramento remoto e a telemedicina, que facilitam o acompanhamento de idosos e tornam os serviços de saúde mais acessíveis e eficazes (DELLEFIELD & MAGNABOSCO, 2020). A qualificação dos profissionais de enfermagem para atuar no cuidado ao idoso é um aspecto crucial para a garantia de um atendimento de qualidade. Programas de capacitação contínua possibilitam que os enfermeiros se mantenham atualizados sobre as melhores práticas, novas abordagens terapêuticas e inovações tecnológicas aplicáveis ao cuidado geriátrico. A formação especializada contribui para que esses profissionais estejam preparados para lidar com os desafios da longevidade e oferecer intervenções eficazes e humanizadas. Além disso, políticas públicas voltadas à saúde do idoso são fundamentais para fortalecer a assistência prestada na geriatria e gerontologia. A implementação de programas de atenção integral ao idoso, a ampliação do acesso a serviços especializados e o incentivo à pesquisa nessa área são estratégias que podem otimizar o atendimento e garantir maior qualidade de vida a essa população. Nesse sentido, a valorização do trabalho dos enfermeiros e o reconhecimento de seu papel estratégico na equipe multiprofissional são medidas essenciais para aprimorar o cuidado gerontológico. Dessa forma, a enfermagem se destaca como uma peça-chave na atenção à saúde do idoso, atuando desde a prevenção até os cuidados paliativos. Combinando conhecimento técnico, sensibilidade e inovação, os enfermeiros contribuem 11 significativamente para o bem-estar e a dignidade da população idosa. A contínua evolução das práticas assistenciais, aliada ao uso de novas tecnologias e à capacitação profissional, reforça a importância desse campo da enfermagem e sua contribuição essencial para a sociedade (DELLEFIELD & MAGNABOSCO, 2020). 4.3 O CUIDADO DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: ABORDAGENS E PRÁTICAS O envelhecimento populacional no Brasil exige adaptações significativas nos serviços de saúde, principalmente na Atenção Primária, por meio da Estratégia Saúde da Família (ESF). De acordo com Veras (2016), "o aumento da longevidade e a consequente maior prevalência de doenças crônicas impõem a necessidade de reorganizar a assistência à saúde para atender adequadamente essa população". A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa destaca a importância de uma abordagem integral, considerando a participação da família e da comunidade no cuidado aos idosos (BRASIL, 2006). Assim, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) desempenham um papel essencial na promoção do envelhecimento saudável e na continuidade da assistência. A enfermagem tem uma função central na ESF, atuando na prevenção de doenças e na promoção da saúde dos idosos. Segundo Ho et al. (2020), "os enfermeiros são fundamentais na orientação sobre hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividades físicas". Além disso, a consulta de enfermagem permite a detecção precoce de agravos à saúde e a implementação de medidas preventivas, como vacinação e rastreamento de doenças crônicas (Gillis & Macdonald, 2021). Dessa forma, o papel do enfermeiro vai além do atendimento clínico, envolvendo também ações educativas e comunitárias que fortalecem a autonomia do idoso. Nos cuidados paliativos, a atuação da enfermagem é indispensável para garantir conforto e qualidade de vida aos idosos e seus familiares. Conforme Meier et al. (2019), "os enfermeiros desempenham um papel fundamental no controle da dor, na comunicação com a família e no suporte emocional ao paciente em estágio 12 avançado de doenças". Essa abordagem humanizada contribui para que o idoso tenha uma assistência digna e respeitosa em todas as fases da vida. A tecnologia tem sido uma aliada na assistência ao idoso na ESF, possibilitando monitoramento remoto e maior acessibilidade aos serviços de saúde. Segundo Dellefield e Magnabosco (2020), "o uso de ferramentasdigitais permite um acompanhamento mais próximo do idoso, facilitando intervenções precoces e reduzindo internações hospitalares desnecessárias". A telemedicina, por exemplo, tem ampliado o acesso ao atendimento especializado, especialmente em regiões com escassez de profissionais qualificados. A atenção domiciliar também se mostra uma estratégia eficaz dentro da ESF, pois permite um cuidado mais personalizado e próximo da realidade do paciente. Conforme aponta Nóbrega et al. (2022), "o atendimento domiciliar possibilita uma melhor compreensão das condições de vida do idoso e facilita a adaptação do plano terapêutico às suas necessidades específicas". Essa modalidade reforça o vínculo entre equipe de saúde e família, promovendo um cuidado mais humanizado e centrado no paciente. A implementação do Processo de Enfermagem no atendimento ao idoso na ESF favorece a organização da assistência e melhora a qualidade do cuidado prestado. Segundo Garcia e Lima (2018), "a sistematização das etapas de avaliação, diagnóstico, planejamento, implementação e avaliação possibilita uma abordagem mais eficaz e direcionada às reais necessidades dos idosos". O envolvimento ativo dos profissionais nesse processo é essencial para garantir a efetividade das intervenções. Além disso, a percepção dos idosos sobre o atendimento prestado pela enfermagem na ESF é um fator determinante para a adesão às recomendações terapêuticas. Pesquisas demonstram que "quando os idosos se sentem acolhidos e respeitados, há maior satisfação e comprometimento com o tratamento" (Silva & Souza, 2021). A escuta ativa e a empatia dos profissionais de saúde são aspectos fundamentais que influenciam diretamente a experiência e a adesão dos idosos ao cuidado. 13 Portanto, a abordagem à pessoa idosa na Estratégia Saúde da Família exige um atendimento integral e humanizado. A capacitação contínua dos profissionais, a adoção de tecnologias e a valorização do cuidado domiciliar são aspectos que fortalecem a assistência e promovem um envelhecimento saudável. Como afirmam Dellefield e Magnabosco (2020), "a enfermagem geriátrica deve combinar conhecimento técnico e sensibilidade para garantir que os idosos recebam um cuidado adequado e respeitoso". Dessa forma, a atuação dos enfermeiros na ESF contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da população idosa. 14 5 METODOLOGIA O tipo de pesquisa a ser realizada será uma Revisão Bibliográfica, caracterizada como qualitativa e descritiva. Essa abordagem tem como objetivo reunir e analisar conhecimentos já existentes sobre a temática da abordagem à pessoa idosa e o atendimento da enfermagem na Estratégia Saúde da Família. A pesquisa será conduzida por meio da busca em bases de dados científicas e acadêmicas, incluindo Google Acadêmico, SciELO e PubMed. Serão selecionadas publicações dos últimos dez anos, abrangendo o período de 2014 a 2024, de forma a garantir a atualização e a relevância das informações coletadas. Os critérios de inclusão considerarão artigos científicos, livros e dissertações publicados em português e inglês, que abordem diretamente a temática proposta. Como critérios de exclusão, serão descartados trabalhos de revisão sistemática, relatos de experiência, resumos de congressos e artigos que não apresentem relação direta com o tema em questão. A busca será realizada utilizando descritores e palavras-chave pertinentes ao tema, como “enfermagem geriátrica”, “saúde do idoso”, “atenção primária à saúde”, “Estratégia Saúde da Família” e “cuidado paliativo na atenção básica”. Os estudos selecionados serão analisados criticamente, considerando suas contribuições para a compreensão do papel da enfermagem no cuidado à população idosa dentro da Estratégia Saúde da Família. Essa metodologia permitirá a construção de uma fundamentação teórica sólida, baseada em evidências científicas recentes, favorecendo uma análise aprofundada sobre a importância da atuação da enfermagem na promoção da saúde e no atendimento integral ao idoso. 15 6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ETAPAS FEVEREIRO MARÇO ABRIL ELABORAÇÃO DO PROJETO X X X REVISÃO DE LITERATURA X X X ENTREGA X Fonte: O Autor (2025). 16 REFERÊNCIAS AMERICAN NURSES ASSOCIATION. Scope and standards of gerontological nursing practice. Silver Spring, MD, 2020. BANNURU, R. R. et al. OARSI guidelines for the non-surgical management of knee, hip, and polyarticular osteoarthritis. Osteoarthritis and Cartilage, v. 27, n. 11, p. 1578-1589, 2019. BROWN, E. E.; SMITH, L.; LAHER, I. The link between physical exercise and cognitive function in older adults: A systematic review. Frontiers in Aging Neuroscience, v. 13, p. 628257, 2021. CESARI, M. et al. The need of operational paradigms for frailty in older persons: The SPRINTT project. Aging Clinical and Experimental Research, v. 30, n. 6, p. 691-700, 2018. CHOI, J. et al. Effects of a geriatric nursing education program on nursing students' attitudes toward the elderly, aging anxiety, and aging knowledge. Nurse Education Today, v. 84, p. 104225, 2020. DALY, A. et al. Empathetic practice in gerontological nursing. Geriatric Nursing, v. 39, n. 2, p. 198-204, 2018. DAUB, S. Ethical concerns of geriatric nurses. Geriatric Nursing, v. 38, n. 5, p. 471-473, 2017. DAVIES, E. A. et al. Pharmacokinetics of medications in elderly people. Journal of Pharmacy and Pharmacology, v. 72, n. 4, p. 477-485, 2020. DELLEFIELD, M. E.; MAGNABOSCO, J. L. Nurses’ use of home telemonitoring with older adults: A systematic review. Journal of Nursing Scholarship, v. 52, n. 5, p. 503-512, 2020. DIAS, T. G., et al. A importância da família no cuidado ao idoso: uma revisão integrativa. Ciência & Saúde Coletiva, v. 23, n. 6, p. 1921-1932, 2018. EKERSTAD, N. et al. The geriatric care process in the emergency department: A study of the experiences of older patients and their families. Journal of Clinical Nursing, v. 27, n. 1-2, p. e183-e192, 2018. FITZPATRICK, A. G.; BOOTH, R. G.; TURNER, J. L. Strategies for implementing simulation-based learning in geriatric education. Clinical Simulation in Nursing, v. 56, p. 20-25, 2021. GILLIS, A.; MACDONALD, B. The role of the gerontological nurse in primary care. Canadian Geriatrics Journal, v. 24, n. 1, p. 28-34, 2021. GURNEY, M. E. et al. Educational interventions in geriatric oncology: A systematic review. Geriatric Nursing, v. 41, n. 1, p. 83-90, 2020. 17 HICKMAN, L. D.; LEWIS, E. F.; COSSA, M. The role of the palliative care nurse in rural Australia: A scoping review. Collegian, v. 27, n. 2, p. 221-229, 2020. HIGGINS, N. C.; BAILEY, A. J.; PEARCE, K. A. Improving the cognitive health of older adults through piano training: A randomized controlled trial. Aging & Mental Health, v. 19, n. 10, p. 870-877, 2015. HO, C. W.; CHANG, Y. S.; LIN, L. C. Effects of a nurse-led health promotion programme on lifestyle modification, risk perception, and self-efficacy in older adults: A randomised controlled trial. International Journal of Nursing Studies, v. 110, p. 103704, 2020. LEVY, B. R. et al. A culture–brain link: Negative age stereotypes predict Alzheimer's disease biomarkers. Psychology and Aging, v. 31, n. 1, p. 82-88, 2016. LIPSKA, K. J. et al. Trends in drug utilization, glycemic control, and rates of severe hypoglycemia, 2006-2013. Diabetes Care, v. 42, n. 7, p. 1299-1306, 2019. LIVINGSTON, G. et al. Dementia prevention, intervention, and care. The Lancet, v. 390, n. 10113, p. 2673-2734, 2017. MCDERMOTT, C.; WILKES, L.; JANSEN, L. Education to improve palliative care delivery in aged care facilities: A systematic review. International Journal of Nursing Practice, v. 24, n. 5, p. e12684, 2018. MEIER, D. E.; BACK, A. L.; MORRISON,R. S. The inner life of physicians and care of the seriously ill. JAMA, v. 322, n. 6, p. 505-506, 2019. PERRY, L. et al. Preventing falls in the community: A systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. Injury Prevention, v. 25, n. 5, p. 366-375. SANTOS, M. R. S.; SILVA, E. M. Linhas de Cuidado na Enfermagem Geriátrica: Contribuições para uma Assistência Integral. Revista de Enfermagem Gerontológica, v. 10, n. 3, p. 112-125, 2020. .