Durante uma reunião de equipe na Unidade de Saúde da Família “Viver Bem”, a enfermeira responsável analisa os indicadores do território e identifica aumento significativo de casos de hipertensão arterial e diabetes mellitus em adultos entre 35 e 55 anos. Observa também baixa adesão às consultas de acompanhamento e ausência de participação em grupos de educação em saúde. A unidade integra o Programa de Saúde da Família (ESF) e segue os princípios da Atenção Primária à Saúde (APS), pautada na integralidade, equidade e longitudinalidade do cuidado. Diante desse cenário, a enfermeira propõe reformular o plano de ação da equipe com base nas diretrizes do Programa de Prevenção e Controle de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e na Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Para isso, precisa analisar criticamente o contexto, integrar dados epidemiológicos, sociais e culturais e tomar decisões que envolvam a corresponsabilidade da equipe e dos usuários. Sua liderança deve articular ações individuais e coletivas, fortalecendo o vínculo com a comunidade e garantindo o cuidado integral e resolutivo. Diante da situação descrita, a enfermeira demonstra aplicação efetiva da assistência de enfermagem na atenção primária à saúde quando ela ______________________. Alternativas: a) centraliza o atendimento nas consultas individuais, priorizando o controle clínico e farmacológico dos usuários com hipertensão e diabetes, sem envolver a equipe multiprofissional. b) analisa o perfil epidemiológico da comunidade, articula ações intersetoriais e propõe estratégias educativas e de autocuidado integradas aos programas de promoção da saúde e controle das DCNT. c) mantém o foco apenas nas orientações médicas e nas diretrizes nacionais, evitando ajustes locais que possam comprometer a padronização do atendimento. d) implementa ações de educação em saúde de forma pontual e isolada, sem considerar o contexto socioeconômico e cultural da população assistida. e) limita sua atuação à execução de protocolos técnicos e à supervis