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ATIVIDADE 1 – Contextualizando a catástrofe Nada mais adequado do que começar viajando, não é? Quem assiste/assistiu alguma série ou filme sobre algum futuro distópico envolvendo pandemias? (The Walking Dead, Planeta dos Macacos a Origem, Guerra Mundial Z, Resident Evil ) Assista a qualquer um desses filmes citados e anote o roteiro básico do filme. Explique oque esses filmes tem em comum com uma pandemia. ATIVIDADE 2 – Aplicabilidade prática Quais são as formas de identificação e controle dessas doenças? Com base na disciplina de assistência farmacêutica, quais são os componentes da assistência farmacêutica? ATIVIDADE 1 – Da identificação do caso à compilação epidemiológica Joana, 27 anos, vai à UBS se queixando de fortes dores no corpo, febre, artralgia, vômitos, cefaleia e tontura. Ao ser atendida pelo médico, relata que os sintomas iniciaram no dia anterior, e pensa que isso pode ter relação com uma viagem recente que fez ao Peru. O médico prescreve medicamentos sintomáticos, repouso e a encaminha com urgência para atendimento em um serviço especializado em infectologia e doenças tropicais. Além disso, por precaução, ele pede que ela evite ambientes fechados e o contato com muitas pessoas. a) Caso a paciente tenha uma doença infecciosa grave, como deve-se dar a cadeia de comunicação no serviço de saúde? b) Existe algum sistema que sistematiza notificações de doenças? Se sim, explique como funciona. c) Caso ela seja diagnosticada com uma doença atendida em um dos componentes da assistência farmacêutica, de que modo se dará a aquisição dos medicamentos? d) De que maneira o caso da paciente Joana se transforma em dados epidemiológicos para planejamento de ações políticas e para programação da compra de medicamentos e afins? Links úteis: http://www.ripsa.org.br/ http://www.ripsa.org.br/2014/10/30/indicadores-basicos-para-a-saude-no- brasil-conceitos-e-aplicacoes-livro-2a-edicao-2008-2/ http://portalsinan.saude.gov.br/ ATIVIDADE 2 Caso Clínico: Paciente do sexo masculino, 22 anos, chega na drogaria para atendimento, solicita falar com o farmacêutico em particular. No consultório farmacêutico o paciente revela que no mês anterior conheceu uma linda jovem em uma festa, ela tinha 18 anos, bem educada, tímida (famosa cara de santinha) e de família nobre na cidade em que vive. Tiveram um breve relacionamento, no qual fizeram sexo sem preservativo. Aproximadamente 5 dias após a relação, o paciente relata que começou a sentir uma ardência ao urinar, e no dia seguinte começou a sair da uretra uma secreção amarelada leitosa, e algumas vesículas rosas ao redor da glande, com intensa coceira. Desesperado ele perguntou a um amigo o que poderia ser, e o amigo deu-lhe um medicamento para tomar de uma vez só e uma pomada para aplicar 5 vezes ao dia por 15 dias, dizendo que em dois dias ele estaria melhor. Ele seguiu a indicação do amigo e após dois dias ele melhorou, sumindo a secreção e reduzindo as vesículas, que sumiram totalmente em 5 dias. Ele relata que esse caso aconteceu a 3 semanas atrás, e que agora surgiu um caroço em seu pênis, não dói, mas ele tem medo de ser algo irreversível. O farmacêutico indica ao rapaz que vá a um serviço de saúde se consultar com um médico, pois o medicamento que ele precisa utilizar necessita de prescrição médica. Secretário: Antes de iniciar a discussão das questões norteadoras, verificar com o grupo se existe algum termo ou contexto não entendido por todos, se houver, esse deverá ser o primeiro ponto de discussão. Isso é válido para todos os encontros a) O que aconteceu com o paciente? b) É comum esse tipo de infecção? O que aumenta as chances de infecção? c) Essa(s) doença(s) é(são) de notificação compulsória? d) O que eu preciso saber para orientar o paciente? Links úteis: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doencas_infecciosas_parasitaria_guia_bols o.pdf http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v33n5/3125.pdf http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2015/Relatorio_PCDT_IST_CP.pdf https://www.pncq.org.br/uploads/2016/Qualinews/Manual_T%C3%A9cnico_para_o_Di agn%C3%B3stico_da_S%C3%ADfilis%20MS.pdf http://www.saude.campinas.sp.gov.br/doencas/sifilis/guiadebolsodasifilis_2edicao2016. pdf ATIVIDADE 3 Caso clínico: João, paciente do sexo masculino, 20 anos e Maria, paciente do sexo feminino de 17 anos, noivos, vão ao Centro de Testagem e Aconselhamento solicitando informações a respeito de teste pré-nupcial. Em consulta individual, eles são apresentados aos testes disponíveis e informados sobre as doenças, fatores de risco e importância do diagnóstico precoce. João foi o primeiro a realizar os testes. Durante o período de espera até que os exames estejam prontos, João relata que só veio fazer os testes por insistência do pai de sua noiva, diz que o pai dela é muito protetor, que não os deixa as sós, e eles ainda não conseguiram manter relações sexuais, mesmo após 3 anos de namoro. E para poder consumar a relação, vão se casar assim que ela completar 18 anos, pois o pai diz que tem que ser virgem para se casar. Ao ser inquerido pelo examinador sobre sua vida sexual, João em tom de machismo e deboche que tem que se virar com outras até se casar, e que o único receio é engravidar algum caso. Quando perguntado sobre algum sintoma diferente, diz que a única coisa de diferente que notou foi o aparecimento de algumas verrugas na parte inferior do prepúcio, mas como elas não doem e não crescem ele está tranquilo. Nesse tempo os exames ficaram prontos, dando negativo para HIV e sífilis, mas dando positivo para Hepatite B. Imediatamente João ficou desesperado com o futuro de seu casamento, pensando que logo sua noiva entraria para fazer os testes com o mesmo profissional a) Qual deverá ser a conduta que o profissional que realiza os testes ao falar com Maria? b) Os problemas identificados em João são contagiosos? Links úteis: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/9erapêutica/9erapêu_infecciosas_parasita ria_guia_bolso.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/politicas/hepatites_aconselhamento.pdf http://www.funed.mg.gov.br/wp- content/uploads/2011/07/prot_clinico_diretrizes_terapeuticas_hep_B.pdf http://conitec.gov.br/images/Consultas/2017/Relatorio_PCDT_HepatiteC eCoinfeccoes_CP11_2017.pdf http://files.bvs.br/upload/S/1679-1010/2012/v10n3/a2889.pdf http://www.fiocruz.br/bibmang/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=98&sid =106 ATIVIDADE 4 Caso clínico: Homem, 68 anos, vai para atendimento agendado com clínico geral em uma UBS de Londrina. Na consulta é verificado forte odor etílico no paciente, mas sua hipertensão segue controlada, com glicemia de jejum de 97mg/dL, sendo mantido as medicações. Durante a consulta o médico notou um quadro importante de tosse. Ao ser questionado sobre a tosse, o paciente relatou que ela iniciou após uma semana fria a quase um ano atrás, e desde então não parou de tossir, e já havia acostumado com aquilo, no início era seca, pensava que fosse alergia, mas depois começou com produção de escarro. Relatou morar em um abrigo para idosos, e que era normal idoso ter tosse, e os demais idosos nem reclamavam de sua tosse. Ao fazer auscultação no paciente, o médico evidenciou uma mancha hipocrômica na região dorsal, sendo que o paciente relatou não sentir a sensação de toque ou de frio nessa região. a) O que podem significar os quadros apresentados pelo paciente? b) Existe alguma relação entre o ambiente e a possível doença? Links úteis: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doencas_infecciosas_parasitaria_guia_bolso.pdf http://www.scielo.br/pdf/rsp/v44n1/22.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/tratamento_diretamente_observado_tuberculose.pdf http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/File/DiretrizesdoManuaTcnicoOpera cionaldeHansenase.pdf http://files.bvs.br/upload/S/1413-9979/2012/v17n4/a3329.pdf http://www.dive.sc.gov.br/conteudos/agravos/publicacoes/manifestacoes- clinicas-da-hanse-niase.pdf Mínimo 3 páginas e máximo 6 páginas. image1.png