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LIVRO QUESTÕES
Comentário:
A maceração é o processo de transformação destru-
tiva em que ocorre o amolecimento dos tecidos e órgãos 
quando os mesmos ficam submersos em um meio liquido 
e nele se embebem, é comum que aconteça com a agua e 
o liquido amniótico (maceração asséptica). 
Gabarito: B
441. (VUNESP/2014 – PC/SP) Consistem em fenô-
menos abióticos consecutivos: 
a) cessação da atividade cerebral e resfriamento do 
corpo. 
b) midríase e ressecamento de mucosas. 
c) midríase e resfriamento do corpo. 
d) parada cardiorrespiratória e desidratação do corpo. 
e) resfriamento do corpo e rigidez cadavérica. 
Comentário: 
Fenômenos abióticos consecutivos:
-desidratação cadavérica;
-livores hipostáticos, ou manchas de hipóstase (livor 
mortis);
-rigidez cadavérica (rigor mortis);
-resfriamento corporal (algor mortis).
(Fonte: apostila Vestcon)
Gabarito: E
442. (VUNESP/2014 – PC/SP) Nos casos de vítima 
de violência sexual, na perícia após o delito, o sêmen 
pode ser detectado em até 
a) 12 horas. 
b) 48 horas. 
c) 24 horas. 
d) 72 horas. 
e) 6 horas. 
Comentário:
A constatação de esperma na cavidade vaginal é de 
muito valor na comprovação da conjunção carnal e do seu 
autor. Também de grande importância a coleta de amostras 
nas cavidades retal, bucal, pele e região das mamas. Não 
esquecer da coleta na região peniana do suspeito.
Para determinação da presença de esperma na cavida-
de vaginal, retira-se do interior desta e/ou do canal do colo 
uterino material que será colocado entre lâmina e lamínula. 
Sendo positiva essa reação, surgirão, no campo microscó-
pico, inúmeros cristais castanho-avermelhados de formato 
rômbico. O reativo de Florence constitui-se de iodo meta-
lóide, iodeto de potássio e água destilada.
Barbério utiliza como reagente uma solução saturada 
de ácido pícrico em glicerina e, quando a reação é positiva, 
encontramos cristais em forma de agulhas ou alpistes, co-
rados de amarelo, isolados ou em grupos.
A reação de Baecchi é feita depois da reação de Flo-
rence, após 20 a 30 minutos, quando começam a surgir, 
da periferia para o centro da lâmina, outros micro cristais 
arredondados e de tonalidade mais carregada que os de 
Florence.
Pode também o esperma ser observado através da lâm-
pada de Wood, quando é identificado por sua ação fluo-
rescente até 72 horas depois da violência. Esta técnica tem 
muito falso positivo com algumas substâncias, como leite, 
vaselina líquida, loções suavizantes de pele, entre outras.
As provas citadas acimas nos dão sinais de probabilida-
de e não de certeza.
Também empregamos a dosagem da fosfatase ácida 
(probabilidade) e do PSA (antes chamado de proteína P30), 
que se mostra em forma de traços na secreção vaginal, 
mesmo quando os autores são vasectomizados. O PSA (an-
tígeno prostático específico)é uma prova de certeza.
No entanto, o diagnóstico mais simples e de maior cer-
teza é, sem dúvida, a presença do elemento figurado do 
esperma — o espermatozóide.
(Fonte: www.conteudojuridico.com.br)
Gabarito: D
443. (VUNESP/2014 – PC/SP) Ainda em relação à se-
xologia, o esfregaço vaginal e/ou anal para pesquisa de 
espermatozoide pode ser corado pela técnica de 
a) Christmas Tree. 
b) ácido periódico de Schiff. 
c) Grocott. 
d) tricrômio de Masson. 
e) fucsina. 
Da mesma forma, os testes laboratoriais para a verifica-
ção de sêmen nas provas materiais precisam ser atualizados, 
com o emprego da técnica Christmas Tree de coloração de 
esfregaços, com suas superlativas vantagens para o acha-
do fácil e rápido de espermatozóides, bem como a eventual 
complementação deste exame pela dosagem de fosfatase 
ácida vaginal, enzima acentuadamente presente em provas 
que contenham fluido seminal e pelo teste p30, glucoprotei-
na específica de fluido prostático, por conseguinte, um re-
curso que indica com certeza a presença de esperma mesmo 
na ausência de espermatozóides, testes laboratoriais estes 
que foram igualmente introduzidos por nós no País (5,6,7).
(Fonte: http://www.imesc.sp.gov.br/imesc/rev1h.htm)
Gabarito: A 
444. (VUNESP/2014 – PC/SP) Mulher de 80 anos 
teve mal súbito, de causa indeterminada, tendo sido 
socorrida e levada ao pronto atendimento pelo SAMU, 
onde chegou em parada cardiorrespiratória (PCR) e 
óbito. Como antecedente, era hipertensa, diabética e 
teve queda da própria altura há 6 meses, no banheiro, 
com fratura de fêmur, sendo submetida a tratamento 
cirúrgico. Teve boa recuperação, alta hospitalar, em tra-
tamento fisioterápico e já deambulando normalmente. 
Neste caso, é mais aconselhável que a declaração de 
óbito seja emitida 
a) pelo médico do pronto atendimento, que atendeu a 
paciente em PCR. 
b) no SVO, por provável causa natural. 
c) no IML, pelo antecedente de trauma com fratura. 
d) pelo ortopedista, que apenas operou a paciente. 
e) pelo médico do SAMU, chamado ao domicílio.