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Disciplina: INTERAÇÃO EM SAÚDE DA COMUNIDADE II Docente: Prof. Flávia Ferreira Monari RELATÓRIO DE ABERTURA DE PBL TEMA: O DESAFIO DE MUDAR VIDAS. DATA: 25/09/2024 Alunos presentes: 1. Ana Luiza Correia; 2. Bárbara Brenda Marcolino; 3. Débora Oliveira;’ 4. Edmar Zimerer; 5. Hernan Teixeira; 6. Juliane Lima (Relatora); 7. Lara Patricya Gigante ( Coordenadora); 8. Lauany Carvalho ; 9. Leander Motta Wessellenns Soares; 10. Nayane Cardoso 11. Rebeca Alencar 12. Tietri Farias. Termos desconhecidos: ● Envelhecimento: Processo contínuo, alterações naturais e fisiológicas decorrentes da vida. ● Hipertensão Arterial Sistêmica : Condição crônica , diagnosticada através dos níveis pressóricos acima, ou igual a 140 X 90 mmhg. ● Hemoglobina Glicada: Exame usado para medir o nível de glicose no sangue nos últimos 3 meses. ● Diabete Mellitus: Desregulação da insulina. ● DACNT: Doenças e agravos crônicos não transmissíveis. ● Hiperdia: Programa do governo federal que visa acompanhar os pacientes com, HAS e DM. ● Política Nacional de Prevenção e Controle da Hipertensão e Diabetes: É uma política federal que visa atender pacientes HAS e DM. ● Educação em Saúde: Método de Educação e Prevenção sobre doenças ou condições. Problemas: ● Sedentarismo. ● Negligência Médica. ● Desinformação sobre HAS e DM. ● Descontrole P.A. ● Hábitos de vida não saudáveis. ● Elevados níveis de hemoglobina glicada. ● Ineficácia da aplicação do hiperdia. ● Estigma sobre a doença. ● Falta de educação alimentar ● Indisponibilidade de medicamento necessários para o tratamento de, HAS e DM. ● Adaptação novo estilo de vida ● Falta do Apoio Familiar Questões Norteadoras: ● Como os hábitos de vida podem influenciar no desenvolvimento de doenças como, HAS e DM? ● De que forma o hiperdia ajuda no manejo e rastreio de, HAS e DM? ● Qual o impacto da atuação multidisciplinar no acompanhamento de HAS e DM? ● De que maneira a desinformação sobre, HAS e DM, pode impactar na vida das pessoas? ● Quais os sinais e sintomas da, HAS e DM? ● Como a falta do apoio familiar interfere na adesão ao tratamento? ● A educação em saúde pode influenciar na qualidade de vida de pacientes hipertensos e diabéticos? ● Quais os programas que fazem parte da PNPCHD? Fluxograma: Figura 1- Ilustração do Fluxograma Objetivos de Aprendizagem: 1.Definir a PNPCHD, suas metas, objetivos, diretrizes e indicadores. 2.Descrever o programa Hiperdia, sua estrutura e funcionamento. 3. Compreender as ações de Educação em saúde, com relação a promoção , prevenção e proteção de , HAS e DM. 4. Pormenorizar HAS e DM, suas classificações, critérios de diagnóstico, fatores de risco e tratamento. 5. Discutir como o apoio familiar impacta na, adesão ao tratamento. RELATÓRIO DE FECHAMENTO DE PBL – 02/10/2024 Alunos presentes: 1. Ana Luiza Correia; 2. Bárbara Brenda Marcolino; 3. Débora Oliveira;’ 4. Edmar Zimerer; 5. Hernan Teixeira; 6. Juliane Lima (Relatora); 7. Lara Patricya Gigante ( Coordenadora); 8. Lauany Carvalho ; 9. Leander Motta Wessellenns Soares; 10. Nayane Cardoso 11. Rebeca Alencar 12. Tietri Farias. Iniciamos o PBL às 14:20 com a coordenadora Lara Patrycia na presença dos alunos mencionados acima, juntamente com a professora Flávia Monari seguindo a ordem dos objetivos de aprendizagem , começamos com o primeiro objetivo: Definir a PNPCHD, suas metas, objetivos, diretrizes e indicadores. O aluno Hernan iniciou o momento definindo a política nacional de prevenção e controle da HAS e DM , que é uma programa baseado no Sus, com ações coletivas, de prevenção e rastreio dessas doenças, citou os fatores de riscos , tratamentos medicamentosos e não medicamentosos, e aulas como de zumba, desenvolvimento tecnológicos para maior atendimento populacional. Além disso ele citou a Lei 13.895, que embasa a política em questão e traz pontos importantes para o funcionamento e direcionamento dela. Dentre eles cabe destacar o tratamento integral, os princípios do SUS, integralidade, universalidade, equidade e participação social. Outro ponto destacado é o fato das ações dessa política serem focadas na ação coletiva e medicina preventiva, e a formação continuada dos profissionais, oferecendo uma conduta mais atualizada , e o desenvolvimento científico e tecnológico. O aluno Tietri complementou falando que essa política é uma estratégia renovada pelo governo brasileiro, por meio do SUS, para lidar com dois problemas de saúde pública HAS e DM. Tendo como objetivos principais: Reduzir a incidência dessas doenças por meio de ações educativas que incentivem um estilo de vida saudáveis, e capacitação de profissionais para que atuem de forma eficaz. Por fim campanhas de conscientização direcionadas ao público, mostrando os fatores de risco e as complicações associadas a essas doenças. A aluna Lara acrescentou falando sobre o monitoramento pela vigilância epidemiológica, onde se observa a prevalência, e mortalidade associada a essas doenças, assim permite implementação de estratégias mais eficazes e direcionadas, além de garantir recursos sejam alocados onde há maior necessidade. Além disso ela citou os indicadores 6 e 7, onde o primeiro avalia a prorção de pessoas com hipertensão e o outro com diabetes, assim ajuda no controle e prevenção de ambas as doenças crônicas. A aluna teve como base o programa Previne Brasil ,2022, Caderno estratégia para cuidar da pessoa com hipertensão e diabetes. O aluno Edimar acrescentou sobre os indicadores, proporção. Incidência e prevalência, e complicações da HAS e DM como, AVC, Amputações do pé diabético. Além disso falou sobre como realizar a triagem e exames como glicemia que indicam as taxas de morbidade. Sua fala foi baseada no, TelessaúdeRS Ministério da saúde. O aluno Leander falou de acordo com o Ministério da saúde sobre a importância do cuidado especializado e individualizado, ou seja, o especialista da saúde deverá cuidar dos pacientes de forma individual e única. A aluna Ana Luiza falou sobre algumas estratégias de aplicação como, farmácia popular que da acesso a medicamentos que não podem comprar, usou como referência o caderno 26 e 27 de saúde. A aluna Lauany Carvalho, acrescentou falando sobre as principais estratégias, como: Monitoramento, busca ativa, prevenção avaliando o risco de ser diabético, e aferição de pressão continua. A Aluna Débora abordou a lei número 13.895, ressaltando especialmente o inciso V do artigo 2o, que trata da formação e educação continuada de profissionais de saúde, pacientes, familiares e cuidadores. Esse dispositivo legal visa garantir um melhor controle das doenças, enfatizando a importância da educação permanente para todos os envolvidos no tratamento, com o objetivo de melhorar o manejo das enfermidades e evitar complicações. Débora destacou a relevância de uma abordagem multidisciplinar, onde o paciente, juntamente com sua rede de apoio, esteja motivado para lidar de forma mais eficaz com as condições crônicas. Ela mencionou o exemplo prático do PBL, onde o papel central da família no tratamento de doenças crônicas, como hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM), foi evidenciado. Após a fala da Débora, a turma concordou com a docente que o objetivo 1 foi bem abordado. Em seguida avançamos pra o segundo objetivo de aprendizagem: Descrever o programa Hiperdia, sua estrutura e funcionamento. A aluna Débora iniciou o segundo objetivo de aprendizagem discutindo o programa Hiperdia, que, conformedefinido pelo Ministério da Saúde, é um sistema estruturado para o cadastramento e acompanhamento de pessoas com hipertensão arterial e diabetes mellitus. Ela explicou que o Hiperdia visa criar um registro robusto e sistemático de indivíduos com essas condições crônicas, permitindo um monitoramento mais eficaz da saúde desses pacientes. O cadastramento desses indivíduos é fundamental para gerar informações no Data SUS, uma plataforma que coleta dados essenciais sobre a saúde da população. Débora apresentou a base de dados do programa para seus colegas, destacando como essas informações são coletadas e organizadas. Ela explicou que, por meio do Hiperdia, é possível obter um perfil epidemiológico mais detalhado, que não apenas identifica a prevalência dessas doenças, mas também oferece insights sobre o tratamento e a resposta dos pacientes às intervenções. Débora enfatizou que as informações coletadas permitem o controle rigoroso dos medicamentos prescritos, ajudando os profissionais de saúde a ajustar os tratamentos de acordo com as necessidades específicas de cada paciente. Além disso, citou que a coleta e análise de dados provenientes do Hiperdia alimentam o controle epidemiológico. Débora também destacou a relevância das palestras realizadas por uma equipe multidisciplinar no contexto do programa. O aluno Titeri falou sobre o programa Hiperdia , que criado para monitorar pacientes com HAS e DM no âmbito do SUS. Esse monitoramento contínuo é um dos pilares do hiperdia, assim as unidades tem o controle periódico da pressão arterial e doa níveis de glicose do paciente e orientação de mudança de vida dos pacientes. A aluna Lara falou sobre os benefícios, pois permite um perfil epidemiológico, além do cadastro do paciente permitir a medicação contínua teve como referência, o Data Sus do Ministério da saúde. O aluno Lander falou sobre a distribuição de medicamentos, o monitoramento que ajuda na prevenção das complicações da HAS e DM, como AVC, IAM. O aluno Edimar falou sobre a importância do hiperdia, no planejamento de ações, monitoramento de metas e indicadores de controle das doenças, identificação dos controles de risco, redução do risco de infarto, insuficiência renal, por meio de acompanhamento contínuo. Assimilando maior efetividade no controle de doenças crônicas. A aluna Lauanny, citou sobre o programe hiperdia de Monte Cristo, um documentário no youtube, onde exemplifica desde a recepção do paciente e tratamento contínuo. Acolhimento, triagem, palestras e medicação. A aluna Nayane, falou sobre a qualidade de vida, sobre a orientação do autocuidado e apoio familiar. A aluna Ana Luiza falou sobre um caso clínico na Ubs de uma senhora diabética e com Hipertensão, em estado crítico, om insuficiência renal sem acompanhamento familiar. A aluna Lara falou sobre o relato de caso do IFMSA em uma palestra om idosos e ação social. O Aluno Hernan falou sobre, como o hiperdia demonstra sua importância nas ações preventivas e na capacidade de abarcar uma população maior no manejo da HAS e DM. O programa oferece um cuidado integral, quando integra a equipe multidisciplinar no cuidado. Além de oferecer educação em saúde para a população, ao oferecer um cuidado sistematizado, permite que o indivíduo seja acolhido e convencido a aderir ao tratamento. Após a fala do Hernan a turma concordou com a docente que o objetivo 2 foi bem abordado. Em seguida após o intervalo avançamos pra o terceiro objetivo de aprendizagem: Compreender as ações de Educação em saúde, com relação a promoção, prevenção e proteção de , HAS e DM. A aluna Rebeca iniciou falando sobre a educção em saúde , promoção de saúde , ações direcionada, autocuidado, foco em captar pacientes,tratamento regular, prevenção e agravo e cuidados permanentes. Usou como como fonte SBD Hiperdia, Estratégia de sucção em saúde , ABREU E CASTRO (2019) A aluna Débora deu continuidade à sua apresentação ao citar o plano DANT, que busca promover ações de saúde voltadas para a hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM). Ela explicou que o plano DANT é estruturado em vários eixos que visam uma abordagem integrada e eficaz no combate a essas doenças crônicas. Um dos eixos destacados por Débora é a articulação das promoções em saúde com canais de comunicação, como blogueiros, vlogueiros e influenciadores digitais. Esse enfoque visa ampliar o alcance das informações sobre prevenção e tratamento, utilizando a popularidade desses canais para disseminar conhecimento e conscientização sobre as condições de saúde. A utilização de plataformas digitais permite que as mensagens cheguem a um público mais amplo, especialmente os jovens, que são frequentemente consumidores de conteúdo. Isso facilita a troca de informações e a construção de uma comunidade de suporte, onde pacientes e profissionais de saúde podem interagir de maneira mais dinâmica. Além disso, Débora falou sobre a importância de parcerias com o setor privado, que podem oferecer melhores condições de trabalho e contribuir para a prevenção de doenças crônicas. Essas colaborações são essenciais, pois podem resultar em iniciativas que promovam a saúde no ambiente de trabalho, como programas de bem- estar, suporte psicológico e incentivo à prática de atividades físicas. O setor privado pode desempenhar um papel crucial na criação de um ambiente que favoreça hábitos saudáveis, contribuindo para a redução da incidência de HAS e DM entre seus colaboradores. Débora também mencionou outros eixos do plano DANT, que incluem a educação continuada de profissionais de saúde, a implementação de políticas públicas eficazes e o monitoramento constante das ações realizadas. A combinação desses esforços é fundamental para criar uma rede de apoio robusta e garantir que as iniciativas de promoção da saúde sejam sustentáveis e impactantes a longo prazo. A aluna Lara bordou sobre as ações de educação em saúde para promoção, prevenção e proteção da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e do diabetes mellitus (DM) são fundamentais para reduzir a incidência dessas doenças crônicas suas complicações. Essas ações visam melhorar o conhecimento da população, incentivar hábitos saudáveis e garantir o acesso a cuidados adequados. Promoção da saúde: Focada na melhoria da qualidade de vida e no incentivo a comportamentos saudáveis. Ações incluem: Incentivo à alimentação saudável: Orientar sobre o consumo de alimentos ricos em fibras, vegetais, frutas e grãos integrais, além da redução do consumo de sal, açúcares e gorduras saturadas. Controle do estresse: Promover práticas que reduzam o estresse, como meditação e atividades de lazer. Prevenção da saúde: Busca evitar o aparecimento das doenças por meio de mudanças no estilo de vida e controle de fatores de risco: Identificação de fatores de risco: Aconselhamento para que pessoas com histórico familiar de HAS ou DM, obesidade, sedentarismo, ou má alimentação realizem exames regulares, como aferição da pressão arterial e glicemia capilar. Programas de rastreamento: Campanhas de monitoramento da pressão arterial e glicose em locais públicos para identificar precocemente indivíduos em risco. Proteção a saúde: Voltada para a redução de complicações e manejo das doenças já diagnosticadas. Acompanhamento multiprofissional: Fortalecer o atendimento por equipes de saúde multidisciplinares (médicos, enfermeiros, nutricionista, psicólogos) que possam fornecer um suporte abrangente ao paciente. Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Manejo da hipertensão arterial no diabetes. Atualizado em 3 de julho de 2024.Classificação do diabetes. Atualizado em 3 de julho de 2024. O aluno Leander falou A alimentação saudável contribui para uma melhor prevenção, reduzindo o consumo de sal, açúcar, gorduras e alimentos industrializados.Prática constante de exercícios físicos, incentivar a prática de atividade física. A aluna Ana Luiza falou sobre o incentivo a alimentação saudável, e educação do auto cuidado, monitoramento regular da pressão e glicemia, dando autonomia e independência ao paciente. A aluna Lauany completou a fala da Rebecca que falou do nível primário de saúde, destacando a prevenção secundaria que tem como foco agir no diagnóstico precoce e intervenção. Com Exames regulares: no Incentivo à realização de exames de rotina, como a medição da pressão arterial e testes de glicemia para identificar precocemente qualquer anormalidade. E no Controle de fatores de risco: Intervenções precoces, como mudanças na dieta e a introdução de medicamentos, se necessário, para controlar a hipertensão ou o diabetes em estágio inicial.CADERNO 7. Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e Diabetes mellitus (DM): protocolo / Ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica. Área Técnica de Diabetes e Hipertensão Arterial. – Brasília: Ministério da Saúde, 2001. A aluna Nayane falou sobre exemplo de paciente que tomam chás como tratamento alternativo. Após a fala da Nayane a turma concordou com a docente que o objetivo 3 foi bem abordado. Em seguida avançamos pra o quarto objetivo de aprendizagem: Pormenorizar HAS e DM, suas classificações, critérios de diagnóstico, fatores de risco e tratamento. A aluna Rebeca falou sobre o diagnóstico de DM e dos tipos, Tipo I,exogéna e getacional. Abordou também sobre os critérios de diagnósticos como: glicemia em jejum, hemoglobina glicada e capilar.SDB. A aluna Lara falou sobre os fatores de risco para DM2:Obesidade, sedentarismo, histórico familiar, idade avançada, síndrome metabólica: dislipidemia, hipertensão, resistência a insulina. história de diabete gestacional.Tratamento medicamentoso: Diabetes tipo 1: Uso de insulina exógena é obrigatório. As insulinas podem ser de ação rápida, intermediária ou prolongada, e o tratamento é ajustado de acordo com o perfil de glicose do paciente. Diabetes tipo 2:Metformina: primeira linha de tratamento, melhora a sensibilidade à insulina,inibidores da DPP-4, agonistas do GLP-1 e inibidores de SGLT2: novas classes de medicamentos que podem ser usadas em combinação ou como terapia adicional.Insulina: pode ser necessária em estágios avançados da doença ou em pacientes com controle glicêmico inadequado. O objetivo do tratamento do DM é manter a HbA1c abaixo de 7%, visando a prevenção de complicações a longo prazo.Hipertensão arterial: Tratamento não medicamentoso: Mudanças no estilo de vida: redução do consumo de sal (menos de 2g de sódio/dia), aumento da ingestão de frutas, vegetais e grãos integrais (dieta DASH), controle de peso, atividade física regular (150 minutos por semana), moderação no consumo de álcool e cessação do tabagismo.Tratamento medicamentoso:Diuréticos tiazídicos: usados como primeira linha de tratamento, principalmente em idosos e pacientes com edema.Inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) ou bloqueadores dos receptores de angiotensinaII (BRA):indicados para pacientes com comorbidades como insuficiência cardíaca e diabetes.Bloqueadores dos canais de cálcio: indicados especialmente em idosos.Betabloqueadores: usados em pacientes com hipertensãoassociada a doençascardíacas, como insuficiência coronariana.O objetivo do tratamento é manter a pressão arterial abaixo de 140/90 mmHg, ou, em casos específicos (diabéticos ou pacientes de alto risco), abaixo de 130/80mmHg.Tanto a hipertensão arterial quanto o diabetes mellitus são doenças crônicas de alta prevalência, com impacto significativo na saúde pública. A abordagem terapêutica para ambas as condições envolve uma combinação de modificação do estilo de vida e terapia medicamentosa, sendo o acompanhamento regular essencial para prevenir complicações. Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Manejo da hipertensão arterial no diabetes. Atualizado em 3 de julho de 2024. Classificação do diabetes. Atualizado em 3 de julho de 2024. O aluno Leander foi ao quadro e explicou como a obesidade e o uso de cigarro pode prejudicar a circulação sanguínea no corpo. E falou sobre o pré-diabético que é quando os níveis de glicose no sangue estão maior do que o normal, mas ainda não caracteriza como diabetes tipo 2. É um sinal de alerta do próprio corpo, que normalmente aparece em pessoas com fatores de risco como sobrepeso, hipertensão arterial alterações nos lipídios. A aluna Nayane falou sobre as características de uma pessoa com Diabetes acima dos 35 anos, obesidade, SOP,cantose negras. A alune Lauany levantou-se ao quadro para preencher a tabela de classificação, sendo: • Normal: PA sistólicatratamento e a intervenção necessária para cada paciente. Débora complementou sua fala trazendo exemplospráticos da sua experiência em preceptoria, onde compartilhou como realiza o diagnóstico e acompanhamento de pacientes com hipertensão. Ela acrescentou dizendo que a aferição é feita por sete dias e depois será tirado a média a média desses valores pressóricos. Além de nesse objetivo fazer uma correção da fala de sua colega Lauany sobre o tratamento em pessoas descendentes de africanos e explicar como que acontece o tratamento nessas pessoas, sendo realizado por bloqueadores de canais de cálcio devido a resistência periférica aumentada nessas pessoas. A aluna Ana Luiza exemplificou sobre o exame de MAPA E MRPA. Após a fala do Na Luiza a turma concordou com a docente que o objetivo 4 foi bem abordado. Em seguida avançamos para o quinto e último objetivo de aprendizagem: Discutir como o apoio familiar impacta na, adesão ao tratamento. O aluno Tietri falou sobre o apoio familiar que desempenha um papel fundamental na adesão ao tratamento de doenças crônicas como a hipertensão arterial sistêmica (HAS) e o diabetes mellitus (DM). Esses dois quadros requerem cuidados contínuos, mudanças no estilo de vida e uso regular de medicamentos, o que pode ser desafiador para muitas pessoas. O suporte da família pode influenciar de várias formas. A família pode incentivar o paciente a seguir corretamente as orientações médicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física e tomar os medicamentos prescritos. Uma família que ajusta suas rotinas e hábitos alimentares para apoiar o paciente facilita a adesão ao tratamento. O suporte emocional da família pode reduzir o estresse, que é um fator de risco tanto para a hipertensão quanto para o diabetes. Quando o paciente se sente compreendido e acolhido pela família, sua saúde mental melhora, o que pode impactar positivamente o tratamento. A presença da família pode facilitar o agendamento e comparecimento às consultas médicas e exames. O aluno Hernan falou sobre fator social impacta diretamente no tratamento, desde a aceitabilidade de tomar a medicação até a mudança de hábitos de vida. Esse segundo se destaca mais, uma vez que meio, familiar e social, podem ter influências enormes nos hábitos de vida, a partir disso surge a importância do apoio e da mudança de vida também de familiares. Durante o artigo, os pacientes relatam duas perspectivas, uma que a família é facilitadora e outra que a família atrapalha o tratamento. Em ambos os casos, fica claro que os hábitos da família impactam o doente, uma vez que se a família já tem hábitos saudáveis, dietas balanceadas e hipossódicas, é mais fácil aderir ao tratamento e a mudança de hábitos. Entretanto, se a família mantém péssimos hábitos desestimula o indivíduo. A aluna Rebeca falou sobre um relato de caso em que a avó precisou regularizar sua dieta e com apoio familiar conseguiu. A aluna Lara falou sobre : Impactos Positivos do Apoio Familiar na Adesão ao Tratamento: • Motivação e encorajamento: O suporte emocional e psicológico da família ajuda o paciente a se manter motivado com o tratamento, oferecendo incentivo e compreensão, especialmente em momentos de desânimo. • Monitoramento e lembretes: Familiares podem ajudar a lembrar o paciente de tomar os medicamentos, medir a glicemia ou a pressão arterial, além de comparecer às consultas médicas, o que é importante para idosos ou pessoas com dificuldades cognitivas. • Redução do estresse: O apoio emocional da família alivia o estresse relacionado à doença, o que é crucial, já que o estresse pode agravar tanto a hipertensão quanto o diabetes. Um ambiente familiar harmonioso contribui para o bem-estar emocional do paciente. • Apoio em momentos de crise: Em situações de descontrole glicêmico ou elevação da pressão arterial, o apoio familiar pode ser essencial para que o paciente busque ajuda médica rapidamente, evitando complicações graves. Impactos Negativos da Falta de Apoio Familiar: • Isolamento e abandono: A ausência de apoio familiar pode levar o paciente a se sentir desmotivado, prejudicando a adesão ao tratamento e ao acompanhamento médico, além de comprometer os hábitos de vida saudáveis. • Conflitos familiares: Conflitos podem aumentar o estresse do paciente e, em alguns casos, a família pode ter dificuldades em aceitar as limitações impostas pela doença, gerando frustrações que prejudicam o tratamento. • Influências negativas: Se a família não segue hábitos saudáveis, como alimentação inadequada ou sedentarismo, o paciente pode ter mais dificuldade em manter as mudanças necessárias para o controle da doença. Exemplos de Suporte Familiar: • Participação nas consultas médicas: Quando a família acompanha o paciente nas consultas, compreende melhor a doença e as necessidades do tratamento, facilitando o cuidado no dia a dia. • Compartilhar refeições saudáveis: A adoção de uma alimentação saudável por toda a família facilita que o paciente cumpra as recomendações dietéticas. • Praticar exercícios físicos em conjunto: A prática de atividades físicas com a família incentiva o paciente a ser mais ativo e adotar o hábito com menos resistência. • O apoio familiar é essencial para o sucesso do tratamento de doenças crônicas como a hipertensão e o diabetes, proporcionando suporte emocional e prático que facilita mudanças no estilo de vida. A falta desse apoio compromete a adesão ao tratamento, aumenta o risco de complicações e reduz a qualidade de vida. Portanto, a integração e educação da família são fundamentais para o sucesso a longo prazo.Revista da APS, adesão ao tratamento da hiper pressão e diabetes. compreensão de elementos intervenientes segundo usuários de um serviço de atenção primária à saúde. de Daniela arruda Soares. 2024. UFJF. O aluno Leander falou sobre sobre o caso clínico levado pela professora, onde a mulher em questão influenciou a família a praticar exercícios físicos e ter hábitos de vida saudáveis. Dei um exemplo de um senhor, que fiz meu caso, onde ele receber ajuda das filhas para que possa tomar seus remédios nos horários certos. O aluno Edimar trouxe uma caso Clínico sobre mudanças de habito de vida e melhoria no tratamento. E por fim a aluna Nayane também trouxe um caso clínico no mesmo contexto. Encerramos o PBL da disciplina de IESC II ,da professora Flávia Monari.