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Disciplina: INTERAÇÃO EM SAÚDE DA COMUNIDADE II 
Docente: Prof. Flávia Ferreira Monari 
 
 RELATÓRIO DE ABERTURA DE PBL 
 
TEMA: O DESAFIO DE MUDAR VIDAS. 
DATA: 25/09/2024 
 
Alunos presentes: 
 
1. Ana Luiza Correia; 
2. Bárbara Brenda Marcolino; 
3. Débora Oliveira;’ 
4. Edmar Zimerer; 
5. Hernan Teixeira; 
6. Juliane Lima (Relatora); 
7. Lara Patricya Gigante ( Coordenadora); 
8. Lauany Carvalho ; 
9. Leander Motta Wessellenns Soares; 
10. Nayane Cardoso 
11. Rebeca Alencar 
12. Tietri Farias. 
 
 
Termos desconhecidos: 
 
● Envelhecimento: Processo contínuo, alterações naturais e fisiológicas decorrentes da 
vida. 
● Hipertensão Arterial Sistêmica : Condição crônica , diagnosticada através dos níveis 
pressóricos acima, ou igual a 140 X 90 mmhg. 
● Hemoglobina Glicada: Exame usado para medir o nível de glicose no sangue nos 
últimos 3 meses. 
● Diabete Mellitus: Desregulação da insulina. 
 
● DACNT: Doenças e agravos crônicos não transmissíveis. 
● Hiperdia: Programa do governo federal que visa acompanhar os pacientes com, HAS 
e DM. 
● Política Nacional de Prevenção e Controle da Hipertensão e Diabetes: É uma política 
federal que visa atender pacientes HAS e DM. 
● Educação em Saúde: Método de Educação e Prevenção sobre doenças ou condições. 
 
 
Problemas: 
 
● Sedentarismo. 
● Negligência Médica. 
● Desinformação sobre HAS e DM. 
● Descontrole P.A. 
● Hábitos de vida não saudáveis. 
● Elevados níveis de hemoglobina glicada. 
● Ineficácia da aplicação do hiperdia. 
● Estigma sobre a doença. 
● Falta de educação alimentar 
● Indisponibilidade de medicamento necessários para o tratamento de, HAS e DM. 
● Adaptação novo estilo de vida 
● Falta do Apoio Familiar 
 
 
 
Questões Norteadoras: 
 
● Como os hábitos de vida podem influenciar no desenvolvimento de doenças como, 
HAS e DM? 
● De que forma o hiperdia ajuda no manejo e rastreio de, HAS e DM? 
● Qual o impacto da atuação multidisciplinar no acompanhamento de HAS e DM? 
● De que maneira a desinformação sobre, HAS e DM, pode impactar na vida das pessoas? 
● Quais os sinais e sintomas da, HAS e DM? 
 
● Como a falta do apoio familiar interfere na adesão ao tratamento? 
● A educação em saúde pode influenciar na qualidade de vida de pacientes hipertensos e 
diabéticos? 
● Quais os programas que fazem parte da PNPCHD? 
 
 
Fluxograma: 
 
 
 Figura 1- Ilustração do Fluxograma 
 
 
 
 
Objetivos de Aprendizagem: 
 
1.Definir a PNPCHD, suas metas, objetivos, diretrizes e indicadores. 
2.Descrever o programa Hiperdia, sua estrutura e funcionamento. 
3. Compreender as ações de Educação em saúde, com relação a promoção , prevenção e 
proteção de , HAS e DM. 
 
4. Pormenorizar HAS e DM, suas classificações, critérios de diagnóstico, fatores de risco 
e tratamento. 
5. Discutir como o apoio familiar impacta na, adesão ao tratamento. 
 
 
RELATÓRIO DE FECHAMENTO DE PBL – 02/10/2024 
 
Alunos presentes: 
 
1. Ana Luiza Correia; 
2. Bárbara Brenda Marcolino; 
3. Débora Oliveira;’ 
4. Edmar Zimerer; 
5. Hernan Teixeira; 
6. Juliane Lima (Relatora); 
7. Lara Patricya Gigante ( Coordenadora); 
8. Lauany Carvalho ; 
9. Leander Motta Wessellenns Soares; 
10. Nayane Cardoso 
11. Rebeca Alencar 
12. Tietri Farias. 
 
 Iniciamos o PBL às 14:20 com a coordenadora Lara Patrycia na presença dos 
alunos mencionados acima, juntamente com a professora Flávia Monari seguindo 
a ordem dos objetivos de aprendizagem , começamos com o primeiro objetivo: 
Definir a PNPCHD, suas metas, objetivos, diretrizes e indicadores. 
 
 O aluno Hernan iniciou o momento definindo a política nacional de prevenção 
e controle da HAS e DM , que é uma programa baseado no Sus, com ações 
coletivas, de prevenção e rastreio dessas doenças, citou os fatores de riscos , 
tratamentos medicamentosos e não medicamentosos, e aulas como de zumba, 
desenvolvimento tecnológicos para maior atendimento populacional. 
 
 Além disso ele citou a Lei 13.895, que embasa a política em questão e traz 
pontos importantes para o funcionamento e direcionamento dela. Dentre eles cabe 
destacar o tratamento integral, os princípios do SUS, integralidade, 
universalidade, equidade e participação social. Outro ponto destacado é o fato das 
ações dessa política serem focadas na ação coletiva e medicina preventiva, e a 
formação continuada dos profissionais, oferecendo uma conduta mais atualizada 
, e o desenvolvimento científico e tecnológico. 
 O aluno Tietri complementou falando que essa política é uma estratégia 
renovada pelo governo brasileiro, por meio do SUS, para lidar com dois 
problemas de saúde pública HAS e DM. Tendo como objetivos principais: 
Reduzir a incidência dessas doenças por meio de ações educativas que incentivem 
um estilo de vida saudáveis, e capacitação de profissionais para que atuem de 
forma eficaz. Por fim campanhas de conscientização direcionadas ao público, 
mostrando os fatores de risco e as complicações associadas a essas doenças. 
 A aluna Lara acrescentou falando sobre o monitoramento pela vigilância 
epidemiológica, onde se observa a prevalência, e mortalidade associada a essas 
doenças, assim permite implementação de estratégias mais eficazes e 
direcionadas, além de garantir recursos sejam alocados onde há maior 
necessidade. 
 Além disso ela citou os indicadores 6 e 7, onde o primeiro avalia a prorção de 
pessoas com hipertensão e o outro com diabetes, assim ajuda no controle e 
prevenção de ambas as doenças crônicas. A aluna teve como base o programa 
Previne Brasil ,2022, Caderno estratégia para cuidar da pessoa com hipertensão 
e diabetes. 
 O aluno Edimar acrescentou sobre os indicadores, proporção. Incidência e 
prevalência, e complicações da HAS e DM como, AVC, Amputações do pé 
diabético. Além disso falou sobre como realizar a triagem e exames como 
glicemia que indicam as taxas de morbidade. Sua fala foi baseada no, 
TelessaúdeRS Ministério da saúde. 
 O aluno Leander falou de acordo com o Ministério da saúde sobre a importância 
do cuidado especializado e individualizado, ou seja, o especialista da saúde deverá 
cuidar dos pacientes de forma individual e única. 
 
 A aluna Ana Luiza falou sobre algumas estratégias de aplicação como, farmácia 
popular que da acesso a medicamentos que não podem comprar, usou como 
referência o caderno 26 e 27 de saúde. 
 A aluna Lauany Carvalho, acrescentou falando sobre as principais estratégias, 
como: Monitoramento, busca ativa, prevenção avaliando o risco de ser diabético, 
e aferição de pressão continua. 
 A Aluna Débora abordou a lei número 13.895, ressaltando especialmente o 
inciso V do artigo 2o, que trata da formação e educação continuada de 
profissionais de saúde, pacientes, familiares e cuidadores. Esse dispositivo legal 
visa garantir um melhor controle das doenças, enfatizando a importância da 
educação permanente para todos os envolvidos no tratamento, com o objetivo de 
melhorar o manejo das enfermidades e evitar complicações. Débora destacou a 
relevância de uma abordagem multidisciplinar, onde o paciente, juntamente com 
sua rede de apoio, esteja motivado para lidar de forma mais eficaz com as 
condições crônicas. Ela mencionou o exemplo prático do PBL, onde o papel 
central da família no tratamento de doenças crônicas, como hipertensão arterial 
sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM), foi evidenciado. 
 
 Após a fala da Débora, a turma concordou com a docente que o objetivo 1 
foi bem abordado. Em seguida avançamos pra o segundo objetivo de aprendizagem: 
Descrever o programa Hiperdia, sua estrutura e funcionamento. 
 
 A aluna Débora iniciou o segundo objetivo de aprendizagem discutindo o 
programa Hiperdia, que, conformedefinido pelo Ministério da Saúde, é um sistema 
estruturado para o cadastramento e acompanhamento de pessoas com hipertensão arterial 
e diabetes mellitus. Ela explicou que o Hiperdia visa criar um registro robusto e 
sistemático de indivíduos com essas condições crônicas, permitindo um monitoramento 
mais eficaz da saúde desses pacientes. O cadastramento desses indivíduos é fundamental 
para gerar informações no Data SUS, uma plataforma que coleta dados essenciais sobre 
a saúde da população. Débora apresentou a base de dados do programa para seus colegas, 
destacando como essas informações são coletadas e organizadas. Ela explicou que, por 
meio do Hiperdia, é possível obter um perfil epidemiológico mais detalhado, que não 
apenas identifica a prevalência dessas doenças, mas também oferece insights sobre o 
 
tratamento e a resposta dos pacientes às intervenções. Débora enfatizou que as 
informações coletadas permitem o controle rigoroso dos medicamentos prescritos, 
ajudando os profissionais de saúde a ajustar os tratamentos de acordo com as necessidades 
específicas de cada paciente. Além disso, citou que a coleta e análise de dados 
provenientes do Hiperdia alimentam o controle epidemiológico. Débora também destacou 
a relevância das palestras realizadas por uma equipe multidisciplinar no contexto do 
programa. 
 O aluno Titeri falou sobre o programa Hiperdia , que criado para monitorar pacientes 
com HAS e DM no âmbito do SUS. Esse monitoramento contínuo é um dos pilares do 
hiperdia, assim as unidades tem o controle periódico da pressão arterial e doa níveis 
de glicose do paciente e orientação de mudança de vida dos pacientes. 
 A aluna Lara falou sobre os benefícios, pois permite um perfil epidemiológico, além do 
cadastro do paciente permitir a medicação contínua teve como referência, o Data Sus do 
Ministério da saúde. 
 O aluno Lander falou sobre a distribuição de medicamentos, o monitoramento que ajuda 
na prevenção das complicações da HAS e DM, como AVC, IAM. 
 O aluno Edimar falou sobre a importância do hiperdia, no planejamento de ações, 
monitoramento de metas e indicadores de controle das doenças, identificação dos 
controles de risco, redução do risco de infarto, insuficiência renal, por meio de 
acompanhamento contínuo. Assimilando maior efetividade no controle de doenças 
crônicas. 
 A aluna Lauanny, citou sobre o programe hiperdia de Monte Cristo, um documentário 
no youtube, onde exemplifica desde a recepção do paciente e tratamento contínuo. 
Acolhimento, triagem, palestras e medicação. 
 A aluna Nayane, falou sobre a qualidade de vida, sobre a orientação do autocuidado e 
apoio familiar. 
 A aluna Ana Luiza falou sobre um caso clínico na Ubs de uma senhora diabética e com 
Hipertensão, em estado crítico, om insuficiência renal sem acompanhamento familiar. 
 A aluna Lara falou sobre o relato de caso do IFMSA em uma palestra om idosos e ação 
social. 
 O Aluno Hernan falou sobre, como o hiperdia demonstra sua importância nas ações 
preventivas e na capacidade de abarcar uma população maior no manejo da HAS e DM. 
 
O programa oferece um cuidado integral, quando integra a equipe multidisciplinar no 
cuidado. Além de oferecer educação em saúde para a população, ao oferecer um cuidado 
sistematizado, permite que o indivíduo seja acolhido e convencido a aderir ao tratamento. 
 
 Após a fala do Hernan a turma concordou com a docente que o objetivo 2 foi bem 
abordado. Em seguida após o intervalo avançamos pra o terceiro objetivo de 
aprendizagem: Compreender as ações de Educação em saúde, com relação a 
promoção, prevenção e proteção de , HAS e DM. 
 
 A aluna Rebeca iniciou falando sobre a educção em saúde , promoção de saúde , ações 
direcionada, autocuidado, foco em captar pacientes,tratamento regular, prevenção e 
agravo e cuidados permanentes. Usou como como fonte SBD Hiperdia, Estratégia de 
sucção em saúde , ABREU E CASTRO (2019) 
 
A aluna Débora deu continuidade à sua apresentação ao citar o plano DANT, que busca 
promover ações de saúde voltadas para a hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes 
mellitus (DM). Ela explicou que o plano DANT é estruturado em vários eixos que visam 
uma abordagem integrada e eficaz no combate a essas doenças crônicas. Um dos eixos 
destacados por Débora é a articulação das promoções em saúde com canais de 
comunicação, como blogueiros, vlogueiros e influenciadores digitais. Esse enfoque visa 
ampliar o alcance das informações sobre prevenção e tratamento, utilizando a 
popularidade desses canais para disseminar conhecimento e conscientização sobre as 
condições de saúde. A utilização de plataformas digitais permite que as mensagens 
cheguem a um público mais amplo, especialmente os jovens, que são frequentemente 
consumidores de conteúdo. Isso facilita a troca de informações e a construção de uma 
comunidade de suporte, onde pacientes e profissionais de saúde podem interagir de 
maneira mais dinâmica. Além disso, Débora falou sobre a importância de parcerias com 
o setor privado, que podem oferecer melhores condições de trabalho e contribuir para a 
prevenção de doenças crônicas. Essas colaborações são essenciais, pois podem resultar 
em iniciativas que promovam a saúde no ambiente de trabalho, como programas de bem-
estar, suporte psicológico e incentivo à prática de atividades físicas. O setor privado pode 
desempenhar um papel crucial na criação de um ambiente que favoreça hábitos saudáveis, 
contribuindo para a redução da incidência de HAS e DM entre seus colaboradores. 
 
Débora também mencionou outros eixos do plano DANT, que incluem a educação 
continuada de profissionais de saúde, a implementação de políticas públicas eficazes e o 
monitoramento constante das ações realizadas. A combinação desses esforços é 
fundamental para criar uma rede de apoio robusta e garantir que as iniciativas de 
promoção da saúde sejam sustentáveis e impactantes a longo prazo. 
 
 A aluna Lara bordou sobre as ações de educação em saúde para promoção, prevenção 
e proteção da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e do diabetes mellitus (DM) são 
fundamentais para reduzir a incidência dessas doenças crônicas suas complicações. Essas 
ações visam melhorar o conhecimento da população, incentivar hábitos saudáveis e 
garantir o acesso a cuidados adequados. Promoção da saúde: Focada na melhoria da 
qualidade de vida e no incentivo a comportamentos saudáveis. Ações incluem: Incentivo 
à alimentação saudável: Orientar sobre o consumo de alimentos ricos em fibras, vegetais, 
frutas e grãos integrais, além da redução do consumo de sal, açúcares e gorduras 
saturadas. Controle do estresse: Promover práticas que reduzam o estresse, como 
meditação e atividades de lazer. Prevenção 
da saúde: Busca evitar o aparecimento das doenças por meio de mudanças no estilo de 
vida e controle de fatores de risco: Identificação de fatores de risco: Aconselhamento para 
que pessoas com histórico familiar de HAS ou DM, obesidade, sedentarismo, ou má 
alimentação realizem exames regulares, como aferição da pressão arterial e glicemia 
capilar. Programas de rastreamento: Campanhas de monitoramento da pressão arterial e 
glicose em locais públicos para identificar precocemente indivíduos em risco. Proteção a 
saúde: Voltada para a redução de complicações e manejo das doenças já diagnosticadas. 
Acompanhamento multiprofissional: Fortalecer o atendimento por equipes de saúde 
multidisciplinares (médicos, enfermeiros, nutricionista, psicólogos) que possam fornecer 
um suporte abrangente ao paciente. Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Manejo 
da hipertensão arterial no diabetes. Atualizado em 3 de julho de 2024.Classificação do 
diabetes. Atualizado em 3 de julho de 2024. 
 O aluno Leander falou A alimentação saudável contribui para uma melhor prevenção, 
reduzindo o consumo de sal, açúcar, gorduras e alimentos industrializados.Prática 
constante de exercícios físicos, incentivar a prática de atividade física. 
 
 A aluna Ana Luiza falou sobre o incentivo a alimentação saudável, e educação do auto 
cuidado, monitoramento regular da pressão e glicemia, dando autonomia e independência 
ao paciente. 
 A aluna Lauany completou a fala da Rebecca que falou do nível primário de saúde, 
destacando a prevenção secundaria que tem como foco agir no diagnóstico precoce e 
intervenção. Com Exames regulares: no Incentivo à realização de exames de rotina, como 
a medição da pressão arterial e testes de glicemia para identificar precocemente qualquer 
anormalidade. E no Controle de fatores de risco: Intervenções precoces, como mudanças 
na dieta e a introdução de medicamentos, se necessário, para controlar a hipertensão ou o 
diabetes em estágio inicial.CADERNO 7. Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e 
Diabetes mellitus (DM): protocolo / Ministério da Saúde, Departamento de Atenção 
Básica. Área Técnica de Diabetes e Hipertensão Arterial. – Brasília: Ministério da 
Saúde, 2001. 
 A aluna Nayane falou sobre exemplo de paciente que tomam chás como tratamento 
alternativo. 
 
 Após a fala da Nayane a turma concordou com a docente que o objetivo 3 foi bem 
abordado. Em seguida avançamos pra o quarto objetivo de aprendizagem: Pormenorizar 
HAS e DM, suas classificações, critérios de diagnóstico, fatores de risco e 
tratamento. 
 A aluna Rebeca falou sobre o diagnóstico de DM e dos tipos, Tipo I,exogéna e 
getacional. Abordou também sobre os critérios de diagnósticos como: glicemia em jejum, 
hemoglobina glicada e capilar.SDB. 
 A aluna Lara falou sobre os fatores de risco para DM2:Obesidade, sedentarismo, 
histórico familiar, idade avançada, síndrome metabólica: dislipidemia, hipertensão, 
resistência a insulina. história de diabete gestacional.Tratamento medicamentoso: 
Diabetes tipo 1: Uso de insulina exógena é obrigatório. As insulinas podem ser de ação 
rápida, intermediária ou prolongada, e o tratamento é ajustado de acordo com o perfil de 
glicose do paciente. Diabetes tipo 2:Metformina: primeira linha de tratamento, melhora a 
sensibilidade à insulina,inibidores da DPP-4, agonistas do GLP-1 e inibidores de SGLT2: 
novas classes de medicamentos que podem ser usadas em combinação ou como terapia 
adicional.Insulina: pode ser necessária em estágios avançados da doença ou em pacientes 
com controle glicêmico inadequado. 
 
O objetivo do tratamento do DM é manter a HbA1c abaixo de 7%, visando a prevenção 
de complicações a longo prazo.Hipertensão arterial: Tratamento não medicamentoso: 
Mudanças no estilo de vida: redução do consumo de sal (menos de 2g de sódio/dia), 
aumento da ingestão de frutas, vegetais e grãos integrais (dieta DASH), controle de peso, 
atividade física regular (150 minutos por semana), moderação no consumo de álcool e 
cessação do tabagismo.Tratamento medicamentoso:Diuréticos tiazídicos: usados como 
primeira linha de tratamento, principalmente em idosos e pacientes com edema.Inibidores 
da enzima conversora de angiotensina (IECA) ou bloqueadores dos receptores de 
angiotensinaII (BRA):indicados para pacientes com comorbidades como insuficiência 
cardíaca e diabetes.Bloqueadores dos canais de cálcio: indicados especialmente em 
idosos.Betabloqueadores: usados em pacientes com hipertensãoassociada a 
doençascardíacas, como insuficiência coronariana.O objetivo do tratamento é manter a 
pressão arterial abaixo de 140/90 mmHg, ou, em casos específicos (diabéticos ou 
pacientes de alto risco), abaixo de 130/80mmHg.Tanto a hipertensão arterial quanto o 
diabetes mellitus são doenças crônicas de alta prevalência, com impacto significativo na 
saúde pública. A abordagem terapêutica para ambas as condições envolve uma 
combinação de modificação do estilo de vida e terapia medicamentosa, sendo o 
acompanhamento regular essencial para prevenir complicações. Sociedade Brasileira de 
Cardiologia (SBC). Manejo da hipertensão arterial no diabetes. Atualizado em 3 de julho 
de 2024. Classificação do diabetes. Atualizado em 3 de julho de 2024. 
O aluno Leander foi ao quadro e explicou como a obesidade e o uso de cigarro pode 
prejudicar a circulação sanguínea no corpo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
E falou sobre o pré-diabético que é quando os níveis de glicose no sangue estão maior 
do que o normal, mas ainda não caracteriza como diabetes tipo 2. É um sinal de alerta do 
próprio corpo, que normalmente aparece em pessoas com fatores de risco como 
sobrepeso, hipertensão arterial alterações nos lipídios. 
 A aluna Nayane falou sobre as características de uma pessoa com Diabetes acima dos 
35 anos, obesidade, SOP,cantose negras. 
 A alune Lauany levantou-se ao quadro para preencher a tabela de classificação, sendo: 
• Normal: PA sistólicatratamento e a intervenção necessária 
para cada paciente. Débora complementou sua fala trazendo exemplospráticos da 
sua experiência em preceptoria, onde compartilhou como realiza o diagnóstico e 
acompanhamento de pacientes com hipertensão. Ela acrescentou dizendo que a 
aferição é feita por sete dias e depois será tirado a média a média desses valores 
pressóricos. Além de nesse objetivo fazer uma correção da fala de sua colega 
Lauany sobre o tratamento em pessoas descendentes de africanos e explicar como 
que acontece o tratamento nessas pessoas, sendo realizado por bloqueadores de 
canais de cálcio devido a resistência periférica aumentada nessas pessoas. 
 A aluna Ana Luiza exemplificou sobre o exame de MAPA E MRPA. 
 
 Após a fala do Na Luiza a turma concordou com a docente que o objetivo 4 foi bem 
abordado. Em seguida avançamos para o quinto e último objetivo de aprendizagem: 
Discutir como o apoio familiar impacta na, adesão ao tratamento. 
 
 O aluno Tietri falou sobre o apoio familiar que desempenha um papel fundamental na 
adesão ao tratamento de doenças crônicas como a hipertensão arterial sistêmica (HAS) e 
o diabetes mellitus (DM). Esses dois quadros requerem cuidados contínuos, mudanças no 
estilo de vida e uso regular de medicamentos, o que pode ser desafiador para muitas 
pessoas. O suporte da família pode influenciar de várias formas. A família pode incentivar 
o paciente a seguir corretamente as orientações médicas, manter uma alimentação 
equilibrada, praticar atividade física e tomar os medicamentos prescritos. Uma família 
que ajusta suas rotinas e hábitos alimentares para apoiar o paciente facilita a adesão ao 
tratamento. O suporte emocional da família pode reduzir o estresse, que é um fator de 
risco tanto para a hipertensão quanto para o diabetes. Quando o paciente se sente 
compreendido e acolhido pela família, sua saúde mental melhora, o que pode impactar 
positivamente o tratamento. A presença da família pode facilitar o agendamento e 
comparecimento às consultas médicas e exames. 
 O aluno Hernan falou sobre fator social impacta diretamente no tratamento, desde a 
aceitabilidade de tomar a medicação até a mudança de hábitos de vida. Esse segundo se 
destaca mais, uma vez que meio, familiar e social, podem ter influências enormes nos 
hábitos de vida, a partir disso surge a importância do apoio e da mudança de vida também 
 
de familiares. Durante o artigo, os pacientes relatam duas perspectivas, uma que a família 
é facilitadora e outra que a família atrapalha o tratamento. Em ambos os casos, fica claro 
que os hábitos da família impactam o doente, uma vez que se a família já tem hábitos 
saudáveis, dietas balanceadas e hipossódicas, é mais fácil aderir ao tratamento e a 
mudança de hábitos. Entretanto, se a família mantém péssimos hábitos desestimula o 
indivíduo. 
 A aluna Rebeca falou sobre um relato de caso em que a avó precisou regularizar sua 
dieta e com apoio familiar conseguiu. 
 A aluna Lara falou sobre : 
 Impactos Positivos do Apoio Familiar na Adesão ao Tratamento: 
• Motivação e encorajamento: O suporte emocional e psicológico da família ajuda 
o paciente a se manter motivado com o tratamento, oferecendo incentivo e 
compreensão, especialmente em momentos de desânimo. 
• Monitoramento e lembretes: Familiares podem ajudar a lembrar o paciente de 
tomar os medicamentos, medir a glicemia ou a pressão arterial, além de 
comparecer às consultas médicas, o que é importante para idosos ou pessoas com 
dificuldades cognitivas. 
• Redução do estresse: O apoio emocional da família alivia o estresse relacionado 
à doença, o que é crucial, já que o estresse pode agravar tanto a hipertensão quanto 
o diabetes. Um ambiente familiar harmonioso contribui para o bem-estar 
emocional do paciente. 
• Apoio em momentos de crise: Em situações de descontrole glicêmico ou elevação 
da pressão arterial, o apoio familiar pode ser essencial para que o paciente busque 
ajuda médica rapidamente, evitando complicações graves. 
 
Impactos Negativos da Falta de Apoio Familiar: 
 
• Isolamento e abandono: A ausência de apoio familiar pode levar o paciente a se 
sentir desmotivado, prejudicando a adesão ao tratamento e ao acompanhamento 
médico, além de comprometer os hábitos de vida saudáveis. 
• Conflitos familiares: Conflitos podem aumentar o estresse do paciente e, em 
alguns casos, a família pode ter dificuldades em aceitar as limitações impostas 
pela doença, gerando frustrações que prejudicam o tratamento. 
 
• Influências negativas: Se a família não segue hábitos saudáveis, como 
alimentação inadequada ou sedentarismo, o paciente pode ter mais dificuldade em 
manter as mudanças necessárias para o controle da doença. 
 
 Exemplos de Suporte Familiar: 
 
• Participação nas consultas médicas: Quando a família acompanha o paciente nas 
consultas, compreende melhor a doença e as necessidades do tratamento, 
facilitando o cuidado no dia a dia. 
• Compartilhar refeições saudáveis: A adoção de uma alimentação saudável por 
toda a família facilita que o paciente cumpra as recomendações dietéticas. 
• Praticar exercícios físicos em conjunto: A prática de atividades físicas com a 
família incentiva o paciente a ser mais ativo e adotar o hábito com menos 
resistência. 
• O apoio familiar é essencial para o sucesso do tratamento de doenças crônicas 
como a hipertensão e o diabetes, proporcionando suporte emocional e prático que 
facilita mudanças no estilo de vida. A falta desse apoio compromete a adesão ao 
tratamento, aumenta o risco de complicações e reduz a qualidade de vida. 
Portanto, a integração e educação da família são fundamentais para o sucesso a 
longo prazo.Revista da APS, adesão ao tratamento da hiper pressão e diabetes. 
compreensão de elementos intervenientes segundo usuários de um serviço de 
atenção primária à saúde. de Daniela arruda Soares. 2024. UFJF. 
 
 O aluno Leander falou sobre sobre o caso clínico levado pela professora, onde a mulher 
em questão influenciou a família a praticar exercícios físicos e ter hábitos de vida 
saudáveis. Dei um exemplo de um senhor, que fiz meu caso, onde ele receber ajuda das 
filhas para que possa tomar seus remédios nos horários certos. 
 O aluno Edimar trouxe uma caso Clínico sobre mudanças de habito de vida e melhoria 
no tratamento. 
 E por fim a aluna Nayane também trouxe um caso clínico no mesmo contexto. 
 Encerramos o PBL da disciplina de IESC II ,da professora Flávia Monari.

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