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FACULDADE ESTÁCIO DO AMAZONAS Bacharelado em Psicologia ERIKA NUNES DA SILVA FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA DA SAÚDE A psicologia da saúde e o SUS MANAUS 2020 ERIKA NUNES DA SILVA FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA DA SAÚDE A PSICOLOGIA DA SAÚDE E O SUS Trabalho apresentado no curso de graduação em psicologia pela Faculdade Estácio do Amazonas. Instrutor: Wenderson Nazaré Manaus 2020 SUMÁRIO Introdução ___________________________________________ 1 Desenvolvimento Conceito da psicologia da saúde _________________________ 2 Psicologia da saúde e as relações com a psicologia hospitalar e psicologia comunitária________________________________ 2/3 Criação e a regulamentação do SUS ______________________ 4 A saúde no Brasil 1987 __________________________________4 Atuação do psicólogo nos programas DST/AIDS_______________ 5/6 Psicologia e o campo DST/AIDS_____________________________ 7 Capacitação do psicólogo_______________________________ 8 Reabilitação Psicossocial_________________________________ 9 Saúde mental e os centros de atenção psicossocial (CAPS)_______ 10 SAUDE MENTAL_________________________________________ 11 O que são os (CAPS)_____________________________________ 12 Psicologia da saúde e psicologia comunitária_________________ 13 Caminhada Comunitária_________________________________ 14 Referências__________________________________________ 15 Introdução No assunto fundamentos da psicologia da saúde é abordado os conceitos do desenvolvimento histórico, suas áreas, refletir sobre a importância da visão global na saúde compreendendo o aspecto biológico, psicológico e social, e identifica a formação do psicólogo que atua na área da saúde. A psicologia hospitalar com a importância da atuação do psicólogo no ato da descoberta da doença, dando o suporte ao paciente e familiares. A Psicologia da Saúde é a área da Psicologia que estuda o comportamento humano no contexto da saúde e da doença, buscando compreender o papel das variáveis psicológicas sobre a manutenção da saúde, o desenvolvimento de doenças e comportamentos associados à doença. A atuação do psicólogo da saúde pode ser centrada na promoção da saúde e prevenção de doença, nos serviços clínicos a indivíduos saudáveis ou doentes e em pesquisa e ensino. A maioria dos profissionais atua em hospitais, clínicas e departamentos acadêmicos de faculdades e universidades. 1 Conceito da psicologia da saúde O conceito da psicologia da saúde tem como objetivo o cuidado e a prevenção da doença sendo ligado a outras áreas da psicologia: como comunitária, clinica, e hospitalar e no CAPS. É importante compreender que a etiologia da saúde faz parte do tratamento e da atuação que o psicólogo vai está atuando o psicólogo não trabalhar somente na área da saúde envolve os aspectos biopsicossocial, ambientais, familiares. O crescimento na área de saúde no Brasil foi a que mais teve psicólogo nos CAPS, CRAS, profissionais sendo inseridos nos hospitais, comunidades, escolas etc. Psicologia da saúde e suas relações com a psicologia hospitalar e a psicologia comunitária. Quando o psicólogo atua numa equipe multidisciplinar ele vai realizar tarefas clínicas abertas, onde vai estar abrangente em grupos. No hospital o psicólogo é focal, a terapia pois, mas curta a internação é, mas breve. E importante o psicólogo abranger o foco quando o paciente está com a doença, a contribuição do psicólogo no hospital é. • Assistência de maior qualidade aos pacientes de qualquer faixa etária. • Trabalhar o sofrimento psíquico no decorre da doença e com os familiares. 2 O profissional de psicologia atua também em conjunto com profissionais de outras áreas, com uma troca de relações profissionais tendo foco o paciente e sua recuperação, a troca de saberes com conversas e diálogos. A psicologia comunitária se tratar da atuação do psicólogo na comunidade esse, trabalho do profissional da psicologia nas comunidades tem uma função política e social, seus objetivos é empodera os membros das classes populares para seres agentes. É através do empoderamento que promove relações políticas. O ponto importante da psicologia na comunidade é que ela causa o impacto social porque estimula a participação do individuo na comunidade para o desenvolvimento econômico. A psicologia comunitária surgiu no Brasil, e na década de 1960 psicólogos e estudantes do estado foram para as comunidades desenvolver projetos de pesquisas, seus trabalhos eram voluntários a atual psicologia tinha como objetivo fortalecer as lideranças locais, seus trabalhos eram com pessoas simples, sem saber ler, escrever... Os psicólogos criavam debate com temas que interessavam a população e trabalhavam fazendo acompanhamento psicológico de apoio. Na década de 1980 a psicologia comunitária se destacou com a divulgação dos trabalhos anteriores. O trabalho do psicólogo deixou de ser voluntario e passou a ser remunerado dentro do estado, sendo no posto de saúde escolas etc. Nos dias de hoje o trabalho do psicólogo continua sendo pela saúde e educação, os projetos realizados devem de acordo com a necessidade da comunidade, é importante que o psicólogo veja os aspectos políticos sociais, culturais e construa atividades pensando no coletivo da comunidade. 3 Criação e a regulamentação do SUS Em 1986 a 8° conferência da saúde sendo a base da criação do SUS, nessa conferência falaram do SUS sobre o conceito saúde doença onde para não ter a doença não basta ter a saúde e preciso ter um bom assessor a lazer, alimentação saudável e a vivência. Então a partir dai foi criada a lei 8080 em 19 de setembro de 1990 que fala da promoção, proteção e recuperação da saúde, como vai ser a organização e o funcionamento dos serviços do SUS. Essa lei define como o poder do governo vão atuar sobre o SUS. A saúde no Brasil 1987 Antes da saúde ser universalizada a constituição de 1988 ]~era difícil o assessor a saúde pública isso fez com que várias camada da sociedade como os sindicatos, médicos, profissionais de saúde se reunisse para discutir a falta de inclusão com pessoas de baixa renda da sociedade pode-se ter assessor a saúde gratuita pois não era viável isso nessa época trazendo as doenças que não eram tratadas. 4 Atuação do psicólogo nos programas DST/AIDS A AIDS surgiu no Brasil, no início da década de 1980, o momento que o país sofria transformação político-social no campo da saúde. Podemos ressaltar o início de alguns marcos históricos na saúde, a criação do SUS conferência nacional e saúde, e as conquistas do movimento da saúde esses itens assegura o direito do cidadão brasileiro. A saúde é direito de todos e dever do estado. Coma pandemia da DST/HIV a política nacional dos direitos das pessoas criou três estratégias e ações para evitar o aumento do vírus sendo: promoção a saúde proteção dos direitos fundamentais das pessoas vivendo com HIV e AIDS e prevenção da transmissão das DST, HIV/AIDS e do uso indevido de drogas. Nos dias atuais temos no Brasil o (centro de testagem de AIDS) e funciona nas maiorias dos municípios Brasileiro é grande campo de atuação do psicólogo. O diagnóstico e assistência garantir o acesso a procedimentos de diagnóstico e tratamento a população em geral e a pessoa vivendo com DST/HIV/AIDS. Lei federal n°9313 de 13/11/1996, dispõe sobre a obrigatoriedade do acesso universal e gratuito dos medicamentos antirretrovirais pelo sistema público de saúde ou seja tem uma legislação que contribui para que as pessoas tenham qualidade de vida e eu vivam mais, hoje em dia a AIDS não é assustadora com antigamente, as pessoas recebem medicamentos gratuitos, atendimento de qualidade que visão o acesso a saúde. 5 O psicólogo precisa treinar para lidar com todos os grupos de risco, dentro dos CTAS os profissionais são capacitados para informa a população de como ela deve se prevenir para não ter DST e não pega os viris da AIDS. É importante o psicólogo saber como os viris da DST/HIV AIDS se transmitir para poder saber ajuda a população. A doença mudou o aspecto, o psicólogo tem o dever de passa para população. a Psicologia da Saúde é a aplicação dos conhecimentos e das técnicas psicológicas à saúde, às doenças e aos cuidados de saúde, visando a promoção e manutenção da saúde e a prevenção da doença. A finalidade principal da Psicologia da Saúde é compreender como é possível, através de intervenções psicológicas, contribuir para a melhoria do bem-estar dos indivíduos e das comunidades. Os psicólogos da saúde se direcionam para a compreensão da forma como os fatores biológicos, comportamentais e sociais influenciam a saúde e a doença. Podem estar centrados na promoção da saúde e prevenção de doença, trabalhando com os fatores psicológicos que fortalecem a saúde e que reduzem o risco de adoecer, podem disponibilizar serviços clínicos a indivíduos saudáveis ou doentes em diferentes contextos e, podem ainda, estar envolvidos em pesquisa e investigação, no ensino e formação. 6 Psicologia e o campo DST/AIDS O psicólogo está incluído nas políticas públicas no campo da AIDS, dentro das equipes multidisciplinares sua atuação no campo da AIDS tem ocorrido em três dimensões diferentes; • Atuação na formação das políticas e programas; atuando com gestores ou sendo gestor dessas políticas junto com a prevenção das doenças, formulando cartilhas visitas domiciliares. Toda ação programada e executada precisa ser avaliada. • Execução das ações programáticas prevista; • Avaliação e o acompanhamento das ações; O psicólogo também pode ajudar no processo de ressignificação pessoal e coletiva das pessoas envolvidas no processo. E atuar de modo a auxiliar na recuperação das pessoas fragilizadas pela doença buscando melhoria de vida. Observa o lado histórico de cada indivíduo a que não seja deslocado do seu ambiente natural e zona de conforto nesse processo de recuperação. Cada individuo é um mundo partícula e isso deve ser respeitado, transmitir a comunidade para que exista, mas respeito conseguindo lhe dá umas com as outras com isso diminuir o preconceito. 7 Capacitação do psicólogo O psicólogo deve ter como referência a epidemiologia e os programas de saúde(federal, municipal, estadual), pois essas informações fornecerão elementos para decidir quais serão as áreas prioritárias e as demandas das população três itens devem ser observados na capacitação de um psicólogo aa esta ambiente. 8 Reabilitação Psicossocial Este assunto é objetivo em tecer algumas considerações teóricas voltadas ao trabalho de acompanhamento terapêutico (AT) junto a egressos de longas internações psiquiátricas. Busca articular o AT em uma dimensão reabilitadora a qual visa o aumento do grau de autonomia, de funcionamento psicossocial e integração comunitária desses usuários. Consideradas como práticas articuladas ao contexto de vida diário dos usuários, a reabilitação psicossocial e o acompanhamento terapêutico são estratégias potentes que podem contribuir para a expansão do modelo de Atenção Psicossocial e garantia dos direitos dos usuários com transtornos mentais, em especial no que tange à assistência e suporte social. Distanciada de uma acepção adaptacional, a reabilitação como possibilidade de contratualização social, em articulação à prática do AT, pode ajudar a equacionar o desafio da reinserção social posto atualmente à política de saúde mental no Brasil. Ou seja, pode ser um dispositivo de ampliação das possibilidades de circulação na cidade e de estruturação da vida cotidiana, auxiliando a evitar o isolamento, o abandono, a cronificação e a institucionalização tão frequentes nessa população que vivencia uma variedade de violações de direitos. 9 Saúde mental e os centros de atenção psicossocial (CAPS) Os CAPS são instituições destinadas a acolher os pacientes com transtornos mentais, estimular sua integração social e familiar, apoiá-los em suas iniciativas de busca da autonomia, oferecer-lhes atendimento médico e psicológico. Sua característica principal é buscar integrá-los a um ambiente social e cultural concreto, designado como seu “território”, o espaço da cidade onde se desenvolve a vida quotidiana de usuários e familiares. Os CAPS constituem a principal estratégia do processo de reforma psiquiátrica. 10 SAUDE MENTAL O território é constituído fundamentalmente pelas pessoas que nele habitam, com seus conflitos, seus interesses, seus amigos, seus vizinhos, sua família, suas instituições, seus cenários (igreja, cultos, escola, trabalho, boteco etc.). É essa noção de território que busca organizar uma rede de atenção às pessoas que sofrem com transtornos mentais e suas famílias, amigos e interessados. Para constituir essa rede, todos os recursos afetivos (relações pessoais, familiares, amigos etc.), sanitários (serviços de saúde), sociais (moradia, trabalho, escola, esporte etc.), econômicos (dinheiro, previdência etc.), culturais, religiosos e de lazer estão convocados para potencializar as equipes de saúde nos esforços de cuidado e reabilitação psicossocial. O território éconstituído fundamentalmente pelas pessoas que nele habitam, com seus conflitos, seus interesses, seus amigos, seus vizinhos, sua família, suas instituições, seus cenários (igreja, cultos, escola, trabalho, boteco etc.). É essa noção de território que busca organizar uma rede de atenção às pessoas que sofrem com transtornos mentais e suas famílias, amigos e interessados. Para constituir essa rede, todos os recursos afetivos (relações pessoais, familiares, amigos etc.), sanitários (serviços de saúde), sociais (moradia, trabalho, escola, esporte etc.), econômicos (dinheiro, previdência etc.), culturais, religiosos e de lazer estão convocados para potencializar as equipes de saúde nos esforços de cuidado e reabilitação psicossocial. 11 O que são os (CAPS) O primeiro Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do Brasil foi inaugurado em março de 1986, na cidade de São Paulo: Centro de Atenção Psicossocial Professor Luiz da Rocha Cerqueira, conhecido como CAPS da Rua Itapeva. A criação desse CAPS e de tantos outros, com outros nomes e lugares, fez parte de um intenso movimento social, inicialmente de trabalhadores de saúde mental, que buscavam a melhoria da assistência no Brasil e denunciavam a situação precária dos hospitais psiquiátricos, que ainda eram o único recurso destinado aos usuários portadores de transtornos mentais. Os CAPS – assim como os NAPS (Núcleos de Atenção Psicossocial), os CERSAMs (Centros de Referência em Saúde Mental) e outros tipos de serviços substitutivos que têm surgido no país, são atualmente regulamentados pela Portaria nº 336/GM, de 19 de fevereiro de 2002 e integram a rede do Sistema Único de Saúde, o SUS. Essa portaria reconheceu e ampliou o funcionamento e a complexidade dos CAPS, que têm a missão de dar um atendimento diuturno às pessoas que sofrem com transtornos mentais severos e persistentes, num dado território, oferecendo cuidados clínicos e de reabilitação psicossocial, com o objetivo de substituir o modelo, evitando as internações e favorecendo o exercício da cidadania e da inclusão social dos usuários e de suas famílias. 12 Psicologia da saúde e psicologia comunitária Psicologia Comunitária nas áreas compartilham valores e práticas que possuem como princípios a libertação e a participação, que contribuem na construção de espaços que rompam com os processos de opressão. A comunidade é o principal ator e o foco está mais nos processos de saúde que nos processos de doença. movimento da Saúde Mental Comunitária para a constituição da Psicologia Comunitária. Esse movimento criticou a forma tradicional de tratamento de pessoas com transtornos mentais, recusando a perspectiva do hospital psiquiátrico e acusando a insuficiência e pouca efetividade da psicoterapia para dar conta do tratamento desses pacientes. Além disso, buscou- se substituir o modelo médico centrado na doença por um modelo psicossocial que considera as origens sociais dos problemas de saúde mental. Trata-se, portanto, de uma Psicologia que busca a mudança comunitária e social, cujo psicólogo coloca-se como um facilitador de processos sociais e humanos. Nessa perspectiva, deve-se partir das condições da comunidade e dos seus potenciais, buscando-se identificar os processos psicossociais que bloqueiam ou facilitam o desenvolvimento dos seus moradores. Tem como objetivo promover o fortalecimento e desenvolvimento comunitário. O psicólogo comunitário não deve se colocar como promotor da transformação social, sua intervenção busca potencializar ações concretas na realidade comunitária a ser transformada. Para tanto, faz-se necessário potencializar os recursos comunitários, integrando suas práticas aos movimentos sociais; à organização, luta e reivindicação comunitária; as associações comunitárias; aos sindicatos. 13 Caminhada Comunitária A caminhada comunitária, muito utilizada na Psicologia Comunitária, é uma das técnicas de facilitação dos processos comunitários que se volta para conhecer e compreender as dinâmicas que envolvem o fazer comunitário. Desta forma, é uma alternativa prática de inserção na comunidade, lócus de intervenções psicossociais dos profissionais, sendo que muitos possuem dificuldades de compreender a importância de caminhar na comunidade e conhecer o cotidiano dos moradores. A caminhada comunitária é um andar realizado em grupo, no qual se juntam para caminhar pelas ruas da comunidade profissionais de saúde e moradores, com o fim de conhecer os locais, as pessoas, ver situações, ouvir histórias, saber da história do lugar, dar-se a conhecer e estabelecer laços de convivência, estar mais dentro e por dentro do cotidiano do lugar. A caminhada comunitária quer dizer um andar coletivo visando olhar junto, compreender junto e atuar junto. Nesta atividade, os profissionais da saúde, de outras políticas públicas e lideranças comunitárias, juntamente com os moradores da comunidade, empreendem uma caminhada conjunta e dialógica, que pode se realizar em diversos momentos do dia, apreendendo as variações do viver em comunidade. Na caminhada comunitária, os papéis do profissional e do morador são diferentes, porém estão em relação de horizontalidade, já que ambos estão no território, caminham, interagem e vivenciam o cotidiano da comunidade em conjunto. O morador passa a ser também um facilitador de processos de inserção na comunidade e de promoção de atividades comunitárias. A importância do envolvimento do morador na caminhada se deve ao fato de que “ele conhece mais o lugar e assume uma função de guia, o que propicia mais segurança a todos. O morador sabe quais são os lugares perigosos, os melhores horários e quem são as pessoas importantes que devem ser visitadas”. 14 Referências Referências Angerami-Camon, V.A. (org). (2002). Psicologia da Saúde: Um novo significado para a prática clínica. São Paulo: Pioneira. Livro: Saúde mental do SUS (OS CENTRO DE ATENÇAO PSICOSSOCIAL) Tiragem: 1ª edição – 2004 – 15.000 exemplares. Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação-Geral de Saúde Mental Esplanada dos Ministérios CEP: 70058-900, Brasília – DF Tels.: (61) 315-2313 / 315-2684 Fax: (61) 315-2313 Endereço eletrônico: saudemental@saude.gov.br Portal: www.saude.gov.br http://pvc.datasus.gov.br Projeto gráfico e editoração eletrônica: Master Publicidade S.A. Capa: PAULO CÉSAR DOS SANTOS. Sem Nome. 1994. Guache sobre papel. Psicol. pesq. vol.11 no.2 Juiz de Fora dez. 2017 http://dx.doi.org/10.24879/2017001100200161 15