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30 PROCESSOS 
CONSTRUTIVOS PARA 
MELHORAR A QUALIDADE 
DA SUA OBRA 
 
 
 
PES – PROCEDIMENTO DE 
EXECUÇÃO DE SERVIÇO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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hiago P
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PES – REVISÃO 05 22/01/2023 
LISTA DE PES 
PES 01: ALVENARIA INTERNA E DE VEDAÇÃO COM BLOCOS CERÂMICOS 
PES 02: INSTALAÇÃO DE BANCADA 
PES 03: INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 
PES 04: INSTALAÇÃO DE KIT PORTA PRONTA 
PES 05: COMPACTAÇÃO DE ATERRO 
PES 06: CONCRETAGEM DE PEÇA ESTRUTURAL 
PES 07: CONTRAPISO 
PES 08: COBERTURA EM TELHADO 
PES 09: FORMAS 
PES 10: IMPERMEABILIZAÇÃO 
PES 11: PINTURA EXTERNA 
PES 12: PINTURA INTERNA 
PES 13: FORRO DE GESSO 
PES 14: FUNDAÇÃO – RADIER 
PES 15: FUNDAÇÃO – SAPATA ISOLADA 
PES 16: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
PES 17: INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS 
PES 18: LAJE PRÉ-FABRICADA COM USO DE VIGOTAS TRELIÇADAS 
PES 19: LOCAÇÃO DE OBRA 
PES 20: INSTALAÇÕES DE LOUÇAS E METAIS SANITÁRIOS 
PES 21: MONTAGEM DE ARMADURA 
PES 22: PISO EXTERNO 
PES 23: REVESTIMENTO DE PISO CERÂMICO 
PES 24: PRODUÇÃO DE CONCRETO E ARGAMASSA 
PES 25: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA PARA PAREDES EXTERNAS 
PES 26: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES EXTERNAS (FACHADAS) 
PES 27: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA E GESSO PARA PAREDES INTERNAS 
PES 28: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES INTERNAS 
PES 29: LAJE NERVURADA COM USO DE CUBETAS PLÁSTICAS 
PES 30: RASTREABILIDADE DO CONCRETO 
I. HISTÓRICO DAS REVISÕES 
 
 
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 1 
PES 01: ALVENARIA INTERNA E DE VEDAÇÃO COM BLOCOS CERÂMICOS 
 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico; 
• ABNT NBR 8545:1984 - Execução de alvenaria sem função estrutural de tijolos e blocos 
cerâmicos - Procedimento. 
 SERVIÇOS ANTERIORES 
Concretagem de laje deve estar concluída, curada e liberada. 
 INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 
Valor mínimo: 16 m²/Hd (Alvenaria Interna) 
 15 m²/Hd (Alvenaria Periférica) 
 28,5 m/Hd (Marcação duas fiadas) 
 44 m/Hd (Marcação duas fiadas) 
 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Blocos cerâmicos; 
• Argamassa de assentamento; 
• Prumo de face; 
• Nível de bolha; 
• Caixote de madeira ou plástico 
• Colher de pedreiro ou palheta; 
• Nível de mangueira ou aparelho 
de nível a laser; 
• Linha de náilon; 
• Escantilhão; 
• EPI’s: uniforme, botas, capacete, 
luva, óculos de proteção. 
 
 MÉTODO EXECUTIVO 
 Marcação
 
 
 
Remoção de materiais e limpeza do 
pavimento onde será executada a 
alvenaria; 
Transferir o Nível de Referência 
(NR) para o pavimento de 
trabalho por meio de um nível a 
laser ou mangueira de nível e 
determinação dos eixos de 
referência do pavimento através 
de linhas de náilon; 
Antes de iniciar a execução da 
primeira fiada, verificar se existe 
desnível acentuado da base de 
marcação. Em caso de existência, 
executar camada de argamassa a fim 
de nivelar e planificar a superfície; 
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 2 
 
 
Execução da primeira fiada, 
começando pela periferia da laje e 
continuando com a definição dos 
ambientes internos; 
As juntas de assentamento 
deverão ser executadas no 
sentido horizontal e vertical, de 
preferência com espessuras de 
1,0 cm a 2,0 cm; 
Definir a locação dos vãos das 
portas, conforme projeto 
obedecendo a folga de espera de 9 
cm na largura para o caso de portas 
prontas de madeira e 5 cm na altura; 
 
 
 
Atentar para a correta passagem das tubulações 
elétricas, hidráulicas e de gás; 
 
Nas extremidades da alvenaria os tijolos deverão ser 
rotacionados de forma que os furos não fiquem de 
forma aparente; 
 Alvenaria interna e de periferia 
 
 
 
Executar as demais fiadas, 
procurando obter o mínimo de 
quebras e proporcionando 
espessuras de 1,5 cm de média 
(variação de 1,0 cm a 2,0 cm); 
No caso da alvenaria interna, 
aplicar argamassa de assentamento 
apenas nas juntas horizontais dos 
blocos, com exceção da alvenaria 
de divisa entre área comum e 
privativa, alvenaria de divisa entre 
unidades diferentes; 
Poderá ser utilizada junta de 
assentamento completa em 
alvenarias internas por algum critério 
do Engenheiro da Obra ou por 
determinação de Projeto; 
 
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 3 
 
Utilizar uma linha de náilon esticada 
entre as extremidades de cada fiada 
para garantir o alinhamento e 
nivelamento. Esta linha pode ser 
esticada entre dois escantilhões ou 
pontaletes graduados, desde que 
observados prumo e nivelamento da 
alvenaria; 
Aplicar argamassa no pilar com 
utilização de uma desempenadeira; 
Executar a ancoragem da alvenaria 
nos pilares através de tela 
galvanizada fixada ao concreto por 
meio de resina ou pino de aço, 
posicionada a cada duas fiadas de 
bloco ou conforme projeto; 
 
 
 
Quando atingir a altura das janelas, 
definir a locação dos vãos das 
mesmas atentando para a colocação 
ou execução das vergas e contra-
vergas; 
Elevação da Alvenaria deverá ser 
executada até o limite da laje, 
adentrando as cubetas em caso de 
lajes nervuradas, para as seguintes 
situações: alvenaria de divisa entre 
área comum e privativa, alvenaria 
de divisa entre unidades diferentes; 
E mais, alvenarias que 
desempenham função de 
isolamento acústico, por exemplo, 
no caso entre banheiros e quartos, 
é importante que a alvenaria de 
banheiro vá até o fundo da viga ou 
até o fundo da cubeta. 
Nas extremidades da alvenaria os 
tijolos deverão ser rotacionados de 
forma que os furos não fiquem de 
forma aparente; 
 
 
 
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 4 
 
 
Verificação do alinhamento vertical 
com prumo de pedreiro; 
Para a fixação da alvenaria a 
estrutura (encunhamento), deixar 
espaço de 2 cm , que deverá ser 
preenchida posteriormente com 
argamassa apropriada para este fim. 
 
 
 
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 2.1 
PES 02: INSTALAÇÃO DE BANCADA 
2.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico (detalhamentos); 
• ABNT NBR 15844:2015 - Rochas para revestimento - Requisitos para granitos 
• ABNT NBR 9050:2015 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e 
equipamentos urbanos 
2.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Os revestimentos de parede e piso devem estar concluídos, seja em argamassa ou 
cerâmico; 
• As instalações hidráulicas devem estar concluídas. Recomenda-se que o forro de gesso 
esteja concluído (quando houver) para a colocação da bancada (para evitar sobrecarga 
posterior) 
2.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Bancada de pedra com cuba fixada; 
• Cantoneira; 
• Massa plástica; 
• Argamassa de chumbamento; 
• Respaldo e testeiras; 
• Linha de nylon; 
• Régua com nível de bolha; 
• EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, 
máscara, etc). 
 
2.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 
 
Para a instalação de bancadas de 
pedra devem-se executar dois cortes 
na alvenaria, com uso de serra 
mármore e respeitando as alturas e 
dimensões de projeto, para o encaixe 
da bancada e do respaldo, tomando 
cuidado para não danificar as 
instalações hidráulicas; 
 
Após o corte, instalar as cantoneiras 
preenchidas com argamassa de 
chumbamento e com uma camada 
superior de argamassa colante. As 
cantoneiras devem estar embutidas 3 
cm na parede e a 15 cm das bordas. 
Caso a bancada esteja embutida 
também lateralmente na alvenaria só 
será necessária a instalação da 
cantoneira no lado oposto ao da 
alvenaria; 
 
As demais peças devem ser 
instaladas em seguida. Para 
interfaces granito/alvenaria 
utilizar-se de argamassa de 
chumbamento e para 
interfaces granito/granito 
utilizar massa plástica; 
 
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 2.2 
 
 
 
O nivelamento da peça granítica deve 
ser verificado com auxilio deprojeto, esquadrejadas e niveladas. A 
fixação é feita com concreto magro aplicado na base das peças. 
• Sobre a base, lançar a camada de areia ou pó de pedra. Esta camada deve ser nivelada 
com auxílio de régua de alumínio. 
• Posicionar as peças uma a uma, seguindo a paginação definida em projeto. As peças 
não devem ser arrastadas para não haver acumulo de areia entre as peças. Pequenos 
ajustes devem ser feitos com martelo de borracha. 
• Nas guias e nas caixas de inspeção, quando necessário, as peças deverão ser cortadas, 
de preferência com serra de disco. 
• Após a instalação de todas as peças, compactar todo o piso com placa vibratória para 
garantir o nivelamento. 
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 22.2 
• Após a compactação e com o auxílio de vassoura, espalhar areia fina sobre o piso para 
preenchimento das juntas. 
• Compactação final com placa vibratória. 
 Piso cimentado 
• Transferir o nível a partir do nível de referência, segundo o projeto e utilizando 
mangueira de nível ou nível laser; 
• Assentar as taliscas em todas áreas do piso e junto aos ralos e grelhas, prevendo um 
caimento de 1% (1 cm a cada metro) nas áreas molhadas, em sentido aos ralos. 
• A espessura de revestimento deve estar compreendida entre 20 mm e 30 mm . 
• Prever juntas de dilatação a no máximo 3 m de distância entre elas (para frente e para 
o lado); 
• Após o preparo das taliscas, limpar e espalhar sobre a superfície uma nata de cimento 
com adesivo utilizando uma vassoura; 
• Cuidar para que a nata de cimento não endureça antes do lançamento da argamassa; 
• Lançar a argamassa entre as taliscas espalhando a argamassa com enxada; 
• A camada de piso deve ser constituída por argamassa de cimento e areia média 
lavada, com traço em volume de 1:3; 
• Aguardar o ponto de sarrafeamento e sarrafear a superfície com régua de alumínio, 
“cortando” a sobra até que a superfície alcance o nível das taliscas; 
• Para o acabamento final, verificar o tipo de desempeno (comum, feltrado ou 
queimando), de acordo com o ambiente (rampas, calçadas, subsolos, 
estacionamentos, quadras, etc) e utilizar desempenadeira de madeira ou de aço, 
polvilhando cimento ou não; 
• Os pisos recém-aplicados devem ser submetidos a um processo de cura úmida durante 
07 dias através da aplicação de sacos de aniagem úmidos sobre o piso; 
• Bloquear o acesso à área executada para não danificar o piso. 
 Piso em concreto armado sobre aterro 
 
 
Regularizar o terreno antes de 
colocar a lona. 
 
Colocar a lona e malha de ferro dupla, 
separadas por treliças. 
 
Área pronta para aplicar o 
concreto. 
 
 
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 22.3 
• Executa-se primeiramente uma limpeza de entulhos e vegetação; o solo precisa estar 
livre de qualquer material orgânico; 
• Executa-se a compactação do solo. Para um aterro maior que 70 cm de profundidade é 
necessária a utilização de uma malha pop leve; 
• Nas camadas mais superficiais executa-se uma compactação do solo a cada 20 cm, nas 
camadas mais profundas executa-se uma compactação a cada 30 cm; 
• É necessário o uso de uma lona entre o solo natural e o piso concreto a fim de evitar 
interferências do solo no concreto; 
• Estica-se uma linha para nortear o nível do piso; 
• Executa-se a concretagem com concreto de 15 MPa; 
• Aguardar o ponto de sarrafeamento e sarrafear o piso; 
• Esperar o tempo de cura do concreto de 28 dias, molhando o concreto diariamente; 
 
 
 
 
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 23.1 
PES 23: REVESTIMENTO DE PISO CERÂMICO 
23.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico; 
• NBR 13753:1996 – Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e 
com utilização de argamassa colante – Procedimento. 
23.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• O contrapiso deve estar pronto, assim como o sistema de impermeabilização testado e 
liberado; 
• Os ralos devem estar fechados, preenchido com papel amassado ou semelhante; 
• A base deve estar limpa e livre de qualquer outro material aderido; 
• A cerâmica de parede e o forro de gesso devem estar concluídos. 
23.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE 
Valor mínimo: 18m²/Hd 
23.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Piso cerâmico; 
• Argamassa colante; 
• Rejunte; 
• Lápis de carpinteiro; 
• Nível a laser e nível de bolha; 
• Trena metálica; 
• Prego; 
• Linha de náilon; 
• Desempenadeira de aço com lado 
dentado; 
• Martelo; 
• Martelo de borracha; 
• Serra mármore com disco de 
corte diamantado; 
• Riscador manual com broca de 
vídea; 
• Espaçadores plásticos em X; 
• Rodo sem cabo; 
• Vassoura; 
• Panos ou bucha de sisal; 
• Masseira; 
• EPI’s: uniforme, botas, capacete, 
óculos, protetores auriculares, 
máscaras, luvas, etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 23.2 
23.5) MÉTODO EXECUTIVO 
 Assentamento 
 
 
Marcar os níveis do piso final junto 
às paredes, com o auxílio de nível a 
laser e trena metálica; 
 
Esticar uma linha de náilon nos dois 
sentidos do piso e assentar a 
primeira fiada de cada sentido 
considerando o mínimo possível de 
recortes nas peças, as demais fiadas 
deverão obedecer ao alinhamento 
das primeiras; 
Assentamento da fiada principal na 
circulação, considerando o mínimo 
possível de recortes e atentando 
para o alinhamento das peças. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os cortes das peças devem ser 
executados antes da aplicação da 
argamassa de assentamento, 
devendo ser feitos por meio de 
serra elétrica com disco 
adiamantado e/ou riscador manual 
provido de broca de vídea; 
Aplicar a argamassa no contrapiso 
com o lado dentado da 
desempenadeira formando os 
cordões e aplicar na peça cerâmica 
uma camada de argamassa com o 
lado liso da desempenadeira, 
fazendo a colagem dupla da peça. 
Após a colocação das peças 
ligeiramente fora de posição, a placa 
é ajustada com ligeiro movimento de 
rotação. Com o auxílio do martelo de 
borracha, o assentamento da 
cerâmica é reforçado. 
 
 
 
 
 
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 23.3 
 
 
Ajustando-se o posicionamento das 
peças com o auxílio de espaçadores 
plásticos em X; 
Verificar constantemente o caimento 
com o auxílio de um nível de bolha; 
Remover possíveis excessos de 
argamassa; 
Aguardar, no mínimo, 1 dia para 
iniciar o rejuntamento. 
guardar, no mínimo, 1 dia para 
iniciar o rejuntamento. 
 
 
 Rejuntamento: 
 
Limpar e umedecer as juntas exceto quando não recomendado pelo fabricante; 
Espalhar o rejunte com um rodo de borracha ou espátula de plástico ou borracha; 
Aguardar cerca de 15 minutos e efetuar uma limpeza com pano úmido, esponja ou estopa; 
Aguardar aproximadamente mais 15 minutos e efetuar mais uma limpeza com um pano seco. 
 
 
 
 
 
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 24.1 
PES 24: PRODUÇÃO DE CONCRETO E ARGAMASSA 
24.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Caderno de Dosagens; 
• ABNT NBR 7212:2012 - Execução de concreto dosado em central — Procedimento; 
• ABNT NBR 13276:2005 - Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e 
tetos - Preparo da mistura e determinação do índice de consistência. 
24.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Limpeza dos agregados a serem utilizados, retirando materiais orgânicos; 
• Peneiramento da areia a ser utilizada; 
• Medição dos materiais utilizando padiolas e respeitando os traços pré-estabelecidos 
em projeto. 
24.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Betoneira; 
• Padiolas; 
• Enxadas e pás; 
• Colher de pedreiro; 
• Areia; 
• Brita; 
• Cimento; 
• Água. 
24.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 CONCRETO MISTURADO EM BETONEIRA 
• A betoneira deve estar instalada e os materiais necessários no local adequado. 
• A betoneira precisaestar limpa (livre de pó, água suja e restos da última utilização) 
antes de ser usada. 
• Coloca-se um pouco de água no tambor. 
• Coloca-se os agregados (brita, areia e cimento) na carregadeira da betoneira, de 
acordo com a quantidade e tipo do concreto especificado na tabela de traço para 
concreto (documento controlado); 
• Da carregadeira, o material é lançado no tambor e misturado. 
• Com os agregados misturados, adiciona-se o restante da água aos poucos, até a 
quantidade especificada na tabela de traço para concreto, misturando até a completa 
homogeneidade do concreto; 
• Os materiais devem ser colocados com a betoneira girando e no menor espaço de 
tempo possível. Após a colocação de todos os componentes do concreto, a betoneira 
ainda deve girar por, no mínimo, 3 minutos. 
 
 
 
 
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 24.2 
 ARGAMASSA MISTURADA EM BETONEIRA 
• Com os materiais medidos e a betoneira limpa. 
• Seguir a tabela de dosagem da obra (documento controlado). Observar a destinação 
que será dada a argamassa para definir o traço. O primeiro traço elaborado deve ser 
avaliado pelo mestre da obra, para definição da quantidade de água a ser adicionada. 
Em função da trabalhabilidade desejada, a água deverá ser gradualmente adicionada. 
Alcançando o efeito desejado, fixa-se a quantidade de água para os traços do dia. 
• Para colocar os materiais na betoneira, recomenda-se a seguinte ordem: parte da água 
+ aditivo (quando necessário), areia, cal (quando necessário), cimento, outras adições 
e o restante da água. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 25.1 
PES 25: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA PARA PAREDES EXTERNAS 
25.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico e projeto de fachada; 
• ABNT NBR 7200:1998 - Execução de revestimento de paredes e tetos de argamassas 
inorgânicas - Procedimento. 
25.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• A alvenaria deve estar concluída e encunhada ou respaldada e as esquadrias ou 
contramarcos devem estar chumbados ou com os referenciais de vãos definidos; 
• Os andaimes suspensos devem estar montados. 
25.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE 
Valor mínimo: 69 m²/Hd (Chapisco) 
17 m²/Hd (Emboço≤3,5cm) 
13 m²/Hd (Emboço >3,5 e ≤6,0cm) 
11 m²/Hd (Emboço >6,0cm) 
25.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Argamassa produzida em obra (conforme 
especificação de projeto); 
• Chapisco; 
• Trena; 
• Prumo de face; 
• Nível de mangueira ou nível a laser; 
• Andaime suspenso tipo balancim; 
• Régua de alumínio; 
• Esquadro de alumínio; 
• Rede de proteção; 
• Colher de pedreiro; 
• Desempenadeira de madeira, 
aço ou feltrada; 
• Taliscas de material cerâmico; 
• Betoneira; 
• Tela galvanizada (quando 
necessário); 
• EPI’s (uniforme, capacete, luvas, 
óculos, botas, máscara, cinto de 
segurança, etc). 
 
25.5) MÉTODO EXECUTIVO 
As execuções dos serviços serão bem definidas entre as subidas e decidas dos balanci ns 
segundo orientações e definições do Engenheiro e Mestre de obras, seguindo orientações de 
projeto de fachada: 
• Iniciar o preparo da base removendo sujeiras tais como óleos, desmoldantes, 
eflorescências bem como removendo pregos, fios, etc. Preencher furos provenientes 
de rasgos, depressões localizadas de pequenas dimensões, quebra parcial de blocos e 
ninhos (bicheiras) de concretagem. 
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 25.2 
• Chapiscar a superfície a ser revestida e aguardar o tempo mínimo de carência para a 
cura do chapisco 72 horas. 
• Locar e afixar os arames de fachada na platibanda. Analisar os pontos de maior e 
menor espessura, medindo-se as distâncias entre os arames e as fachadas. Assentar as 
taliscas em função de uma distância fixa em relação aos arames da fachada para 
posição do revestimento aprumado. 
• Executar as mestras entre as taliscas verticais e aplicar a argamassa para emboço em 
chapadas, espalhando-a e comprimindo-a fortemente com a colher de pedreiro. 
• Para áreas onde a camada de emboço possuirá espessura superior a 3,0 cm fixar tela 
metálica galvanizada com pino de fixação a pólvora antes da execução desta. No caso 
de camadas com espessura superior a 5,0 cm o projetista de fachada deverá ser 
consultado sobre a solução técnica a ser adotada. 
• Aguardar o ponto de sarrafeamento para aí sarrafear a argamassa com régua de 
alumínio apoiada sobre as mestras, de baixo para cima. 
• Desempenar a superfície em função do tipo do acabamento final do revestimento. 
• Desempenar o pano verificando o ponto de desempeno. O desempeno deve ocorrer 
em duas fases: primeiramente com desempenadeira de madeira e depois com 
desempenadeira de aço ou espuma. 
• Para iniciar a aplicação da argamassa colante para o revestimento de fachada, deve-se 
aguardar o tempo de cura do emboço de no mínimo 7 dias. 
NOTA: NO CASO DE EXISTÊNCIA DE PROJETO DE FACHADA, LEVAR SEMPRE EM 
CONSIDERAÇÃO O MÉTODO EXECUTIVO DO MESMO. 
 
 
 
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 26.1 
PES 26: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES EXTERNAS 
(FACHADAS) 
26.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico e projeto de fachada; 
• ABNT NBR 13755:1996 Versão Corrigida:1997 - Revestimento de paredes externas e 
fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – 
Procedimento. 
26.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• A base deve estar acabada, revestida com argamassa e os contramarcos de janelas 
devem estar chumbados ou com sua referência definida. 
• Os andaimes suspensos devem estar montados testados e liberados. 
26.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE 
Valor mínimo: 15 m²/Hd (Cerâmica/Pastilha) 
7 m²/Hd (Porcelanato) 
26.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Argamassa colante; 
• Trena e Prumo de face; 
• Nível de mangueira ou nível a laser; 
• Aparelhos de corte manual ou discos 
adiamantados; 
• Placas cerâmicas; 
• Masseira plástica; 
• Desempenadeira de borracha ou 
pedaço de borracha; 
• Rejunte industrializado; 
• Régua de alumínio; 
• Prego; 
• Selante de poliuretano; 
• Escova de nylon; 
• Andaime Suspenso; 
• Esquadro de alumínio; 
• Desempenadeira dentada de 
aço; 
• Linha de náilon; 
• Bucha de sisal ou pano seco; 
• Corpo de apoio (para junta 
de movimentação); 
• EPI’s (Cinto de segurança, 
botas, luva, capacete, etc). 
26.5) MÉTODO EXECUTIVO 
As execuções dos serviços serão bem definidas entre as subidas e decidas dos balancims 
segundo orientações e definições do Engenheiro e Mestre de obras: 
• Limpar a base retirando qualquer material que possa prejudicar a aderência da 
argamassa colante; 
• Realizar o taliscamento, emestramento e emboço para os planos de fachada 
determinados; 
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 26.2 
• Verificar a planicidade e corrigir possíveis falhas no emboço; 
• Nos planos onde o emboço apresentar espessura superior a 5cm devem ser fixadas 
telas metálicas, conforme projeto de fachada; 
• Definir a paginação das placas para que haja o menor número de trinchos possível. 
Assentar a primeira fiada, obedecendo as juntas pré-definidas no projeto de fachada; 
• Colocar os arames de prumo do pano a ser assentado: no inicio e no fim do pano, nas 
faces dos contramarcos, nas faces dos panos perpendiculares entre si e outros que 
julgarem necessários; 
• Assentar as fiadas verticais de inicio e fim do pano com distância de 1,5m entre elas e 
continuar o assentamento das placas até fechar o pano. Para os panos abaixo repetir o 
procedimento considerando como a primeira fiada a ultima do pano anterior; 
• No caso de cerâmicas para fachada só é necessária a aplicação de uma camada de 
argamassa diretamente na parede, executada com o lado dentado da 
desempenadeira, formando os cordões.• No assentamento, a placa deve ser colocada ligeiramente fora de posição e depois 
arrastada para a posição para provocar a quebra dos cordões, depois bater levemente 
com o martelo de borracha ou desempenadeira de madeira. 
• Esperar a cura e limpar as juntas com prego e/ou escova de nylon. Após término do 
assentamento do inspecionar e corrigir possíveis falhas no assentamento e limpeza das 
juntas de assentamento e controle. 
• Aplicar o rejunte com desempenadeira de borracha, comprimindo fortemente para o 
preenchimento total das juntas, esperar o ponto para frisar o rejunte com curva de 
PVC, depois fazer a limpeza com bucha de sisal ou pano seco. 
• Depois da cura e limpeza do rejunte iniciar a execução da junta de movimentação e 
colocar o tarucel empurrando com a colher de pedreiro, até o limite da espessura da 
junta e preencher a junta com selante. 
• Após inspeção visual liberar a fachada para lavagem. 
NOTA: NO CASO DE EXISTÊNCIA DE PROJETO DE FACHADA, LEVAR SEMPRE EM 
CONSIDERAÇÃO O MÉTODO EXECUTIVO DO MESMO. 
 
 
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 27.1 
PES 27: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA E GESSO PARA PAREDES 
INTERNAS 
27.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico e projeto de fachada; 
• ABNT NBR 7200:1998 - Execução de revestimento de paredes e tetos de argamassas 
inorgânicas – Procedimento; 
• ABNT NBR 13867:1997 - Revestimento interno de paredes e tetos com pasta de gesso - 
Materiais, preparo, aplicação e acabamento. 
27.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Alvenaria deve estar concluída e fixada, as forras devem estar assentadas (quando for 
o caso) e as estruturas de concreto devem ter sido chapiscadas com antecedência 
mínima de 3 dias; 
• Instalações concluídas: hidráulicas, elétricas e gás; 
• O contrapiso deve estar protegido com lona plástica ou sacos vazios sempre que 
possível e chumbamento dos batentes e contramarcos. 
27.3) INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 
Valor mínimo: 164 m²/Hd (Chapisco) 
22 m²/Hd (Emboço Desempenado) 
16 m²/Hd (Emboço Queimado) 
20 m²/Hd (Reboco de Gesso) 
27.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Gesso em pó; 
• Argamassa; 
• Trena; 
• Prumo de face; 
• Nível de mangueira; 
• Linha de Nylon 
• Régua de alumínio; 
• Cantoneira em alumínio 
• Caixote de Plástico (Argamasseira); 
• Colher de pedreiro; 
• Taliscas de material cerâmico; 
• Desempenadeira de aço; 
• Desempenadeira de plástico; 
• EPI’s (uniforme, capacete, luvas, 
óculos, botas e máscara) 
 
 
 
 
 
 
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 27.2 
27.5) MÉTODO EXECUTIVO 
 Revestimento de parede em argamassa 
 
 
Limpar a base removendo sujeiras tais 
como óleos e desmoldantes, e 
removendo pregos, fios, etc; 
Preencher furos provenientes de 
rasgos, depressões, quebra parcial de 
blocos e bicheiras de concretagem; 
 
Chapiscar a superfície a ser 
revestida e aguardar o tempo 
mínimo de 03 dias para a cura; 
 
Identificar os pontos de maior e 
menor espessura utilizando 
esquadro e prumo. Assentar as 
taliscas de modo que a espessura 
de argamassa não seja inferior a 
10 mm em nenhum ponto; 
 
 
 
As taliscas não devem ser distanciadas uma das outras 
mais do que o tamanho da régua de alumínio; 
 
Em tetos, utilizar nível de mangueira ou nível a laser, 
considerando uma espessura máxima de argamassa de 05 
mm; 
 
 
 
 
Executar as mestras entre as taliscas 
verticais e aplicar a argamassa de 
revestimento em chapadas, 
espalhando-a e comprimindo-a 
fortemente com a colher de 
pedreiro; 
 
Aguardar o ponto de 
sarrafeamento para sarrafear a 
argamassa com régua de alumínio 
apoiada sobre as mestras, de baixo 
para cima; 
 
Aplicar a argamassa com uma 
colher de pedreiro, perfazendo uma 
espessura não superior a 10 mm e, 
no ponto de desempeno, utilizar 
primeiro a desempenadeira de 
madeira e depois uma 
desempenadeira de PVC (em 
função do tipo do acabamento); 
 
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 27.3 
 
 
 
Quando for utilizada uma camada de 
reboco, devem ser riscados os 
encontros entre paredes e entre 
paredes e tetos ou pisos, de maneira 
a possibilitar a conferência do 
nivelamento e prumo dos cantos e 
rodapés; 
Para executar as juntas deve-se, logo 
após o desempeno, marcar com nível 
de mangueira ou a laser e realizar o 
corte com frisador. 
 
 Revestimento em gesso liso sarrafeado 
• Identificar os pontos de maior e menor espessura utilizando esquadro e prumo e 
assentar as taliscas nos pontos de menor espessura, considerando uma espessura 
mínima de 05 mm; 
• Fazer pasta de gesso, após o descanso, utilizar a pasta no prazo máximo de 30 min; 
• Assentar as demais taliscas, iniciando pelas taliscas superiores, com transferência de 
espessura utilizando fio de prumo ou prumo de face e régua; 
• As taliscas devem ser assentadas com a mesma pasta de gesso que será utilizada para 
a execução do revestimento e devem ser colocadas a 30 cm das bordas das paredes ou 
teto. O espaçamento das taliscas não deve ser superior a 1,8 m; 
• Para a execução das mestras, distribuir a pasta de gesso sobre a régua de modo 
uniforme, comprimir a régua contra a parede, sobre as taliscas preenchendo os vazios 
até completá-las; 
• Iniciar a aplicação do gesso de modo que chegue até a espessura das mestras, 
preenchendo todos os vazios. Recomenda-se finalizar os revestimentos de teto para 
iniciar o revestimento das paredes; 
• Aguardar o ponto de sarrafeamento e sarrafear a massa com régua de alumínio L, 
apoiando a régua nas mestras e fazendo movimentos como se estivesse cortando a 
massa; 
• Em paredes, sarrafear no sentido vertical e de baixo para cima; 
• Retirar a massa da régua com espátula, chapar novamente nos espaços vazios e passar 
a régua novamente; 
• Repetir essa operação até que a superfície esteja preenchida e homogênea; 
• Aguardar aproximadamente 30 min. após o sarrafeamento para iniciar o acabamento 
do revestimento; 
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 27.4 
• Passar a desempenadeira de PVC em movimentos alternados a cada demão 
(horizontais e verticais), preenchendo os poros restantes do sarrafeamento com a 
mesma pasta utilizada no revestimento; 
• Executar o arremate dos cantos com desempenadeira e espátula e aguardar pelo 
menos um dia para iniciar a queima; 
• Atentar para que logo após a execução do revestimento com gesso liso, sejam 
retiradas as proteções das caixas de passagem. 
• Com uma desempenadeira, aplicar uma mistura de pasta de gesso do mesmo material 
utilizado no revestimento, com uma consistência mais líquida, em movimentos 
cruzados. O excesso deve ser retirado com desempenadeira de aço pequena, em 
movimentos verticais; 
• Repetir o processo mais 2 ou 3 vezes, até que a superfície fique lisa. 
 
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 28.1 
PES 28: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES INTERNAS 
28.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico; 
• ABNT NBR 13754:1996 - Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas e 
com utilização de argamassa colante – Procedimento. 
28.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• A base deve estar acabada, revestida com argamassa; 
• As impermeabilizações das áreas úmidas devem estar concluídas e testadas; 
• Os contra-marcos devem estar assentados, bem como as forras para portas de 
madeira, exceto quando se usar porta pronta. 
28.3) INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 
Revestimento Cerâmico para paredes internas: 16m²/Hd 
Rodapé Cerâmico para paredes internas: 90m/Hd 
28.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Argamassa colante; 
• Revestimento cerâmico; 
• Trena e Prumo de face; 
• Nível de mangueira ou nível a laser; 
• Aparelhos de corte manual e/ou com 
discos adiamantados; 
• Bucha de sisal; 
• Caixote de plástico; 
• Espaçadores (quandonecessário); 
• Régua de alumínio; 
• Martelo de borracha; 
• Desempenadeira dentada de 
aço; 
• Desempenadeira de 
borracha ou pedaços de 
borracha; 
• Linha de nylon; 
• EPI’s (Bota, luva, óculos, 
etc). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 28.2 
28.5) MÉTODO EXECUTIVO 
 
 Assentamento 
 
Definir a fiada mestra a cerca de 1,0 
m de altura do piso considerando a 
altura das peças, paginação e 
espessura das juntas, de modo a 
evitar quebras e arremates nas 
peças; 
Espalhar a argamassa colante com 
uma desempenadeira dentada em 
uma área não muito extensa, para 
não prejudicar as características de 
aderência da massa com as peças 
cerâmicas começando pela parte 
superior da fiada mestra; 
Assentar as peças cerâmicas, 
ajustando-se o posicionamento das 
peças com o auxílio de espaçadores 
plásticos em X; 
 
 
Aplicar as peças cerâmicas, 
pressionando-as levemente e 
seguindo o alinhamento da fiada 
inferior, mantendo a espessura da 
junta constante. Após a conclusão 
da parte superior da fiada mestra, 
executar a parte inferior; 
 
Quando necessário realizar 
arremates, cortar as peças com 
serra elétrica com disco 
adiamantado e/ou riscador manual 
provido de broca de vídea, antes da 
aplicação da argamassa e colocar as 
peças arrematadas na fiada junto 
ao piso ou junto ao forro ou teto; 
Prever a instalação de cantoneiras 
de alumínio ou PVC nos cantos 
vivos ou esquadrejar os cantos de 
acordo com o previsto em projeto. 
Atentar para alocação das caixinhas 
elétricas em locais determinados 
no projeto. 
 
 
 
 
 
 
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 28.3 
 
Nas janelas, respeitar o alinhamento das peças 
aplicadas nas paredes. Além disso, prever a 
instalação de cantoneira nos cantos vivos. 
Conferir a planicidade do revestimento com o 
auxílio de régua. 
 
 
 
Conferir o esquadro. Aguardar, no mínimo, 01 dia para iniciar o 
rejuntamento. 
 Rejuntamento 
 
Limpar e umedecer as juntas exceto quando não recomendado pelo fabricante; 
Espalhar o rejunte com um rodo de borracha ou espátula de plástico e frisar as juntas com um 
pedaço de madeira (pinho de preferência) ou um fio de cobre encapado para acabamento liso 
e uniforme; 
Aguardar cerca de 15 minutos e efetuar uma limpeza com pano úmido, esponja ou estopa; 
Aguardar cerca de 15 minutos e efetuar uma limpeza com pano seco, esponja ou estopa; 
 
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 29.1 
PES 29: LAJE NERVURADA COM USO DE CUBETAS PLÁSTICAS 
29.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico, planta de forma e projeto estrutural; 
• ABNT NBR 6118:2014 Versão Corrigida:2014 - Projeto de estruturas de concreto - 
Procedimento. 
29.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Os níveis de referência do pavimento devem estar transferidos e verificados; 
• Prever proteção na periferia das formas contra queda de material e pessoas. 
29.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Rolo de Pintura (para aplicação de 
desmoldante); 
• Espaçadores; 
• Linha de nylon; 
• Régua metálica; 
• Desmoldante para formas; 
• Cubetas plásticas; 
• Concreto usinado ou de obra; 
• Escoramento metálico; 
• Pá, enxada, desempenadeira e 
colher de pedreiro; 
• Vibrador de imersão com 
mangote; 
• EPI’s (Uniforme, capacete, botas 
adequadas, luva, óculos, cinto de 
segurança, etc) 
 
29.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 
Transportar os eixos da laje inferior 
para a laje a ser montada com um 
auxílio de Prumo de Centro ou Nível 
a laser e trena metálica; 
Executar o vigamento da laje 
atentando para o alinhamento; 
Executar o vigamento da laje 
atentando para o nivelamento; 
 
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 29.2 
 
Executar o escoramento e 
nivelamento da laje e vigas de 
acordo com projeto de escora ou 
orientações do engenheiro 
responsável, conferindo com rigor o 
nível através de mangueira de nível 
ou nível a laser; 
Executar a colocação das cubetas, 
colocando as cubas encostadas na 
lateral da forma da viga de borda 
ou na faixa de ajuste, e colocando-
as lado a lado de maneira a não 
estarem apoiadas umas nas outras. 
O alinhamento das formas é dado 
na sua montagem por réguas, guias 
e etc. Em seguida, aplica-se 
desmoldante nas cubetas e formas; 
Armar a viga conforme projeto, 
verificando as quantidades, bitolas, 
posição, comprimento e 
espaçamento das barras e estribos. 
Verificar o recobrimento e se a 
amarração está firme; 
 
 
Armar a laje conforme projeto, 
verificando as quantidades, bitolas, 
posição, comprimento e 
espaçamento das barras. Verificar o 
recobrimento e se a amarração está 
firme; 
Colocar os espaçadores plásticos, 
checando se a quantidade e 
distâncias estão suficientes; 
Executar a colocação das 
mangueiras, pontos de iluminação, 
e hidráulicas (Caso aplicável); 
 
 
 
 
 
Execução das instalações de shafts e 
pontos (Caso aplicável); 
Lançar o concreto até o nível do 
topo das formas de borda, 
espalhando com auxílio de pás e 
enxadas, e vibrar em diversos 
pontos com distanciamento 
adequado. Atentar para o 
deslocamento da ferragem e danos 
a formas e instalações; 
Destinar um colaborador a fazer o 
acompanhamento por baixo da 
laje, para verificação de eventuais 
problemas; 
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 29.3 
 
 
Fazer uniformização da laje, dando 
um acabamento à superfície do 
concreto por meio de uma 
desempenadeira a cada trecho 
sarrafeado. Iniciar a cura úmida tão 
logo a superfície permita (secagem 
ao tato). A retirada do 
reescoramento só deverá ser feita 
após o tempo de cura completa do 
concreto, 28 dias. Caso necessário, 
pode-se retirar aos 21 dias se o Fck 
já atender às exigências do projeto. 
 
 
 
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PES 30: RASTREABILIDADE DO CONCRETO 
30.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Estrutural (Planta de Forma); 
• ABNT NBR NM 67:1998 – Concreto – Determinação da consistência pelo abatimento 
do tronco de cone; 
• ABNT NBR – 5738:2015 – Concreto – Procedimento para moldagem e cura de corpos 
de prova. 
30.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Armação e formas devem estar concluídas, fixadas e previamente conferidas por 
responsável técnico; 
• Todos os espaçadores colocados e desmol aplicado em todas as formas e cubetas 
plásticas. 
30.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Projeto estrutural previamente impresso 
em formato A4; 
• Marcadores de texto em diversas cores; 
• Haste Metálica; 
• Cone de Abrams; 
• Base Metálica; 
• Régua ou Trena. 
 
30.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Definir inicialmente o volume de concreto para que saiba a quantidade de betoneiras 
que deverão ser anexadas ao croqui do projeto estrutural com identificação de ordem 
de chegada e seus respectivos slumps; 
• Assim que chegar o caminhão, verificar se o lacre está de acordo com a nota fiscal e se 
as características estão de acordo com o solicitado (resistência, relação águacimento, 
slump e volume); 
 Verificação do abatimento do concreto com o teste do slump 
• Posicionar a base em local nivelado; 
• Umedecer o molde e a placa base; 
• Posicionar o molde no centro e fixar com os pés as abas, de forma a mantê-lo 
estável; 
• Moldar 3 camadas e golpear cada uma 25 vezes para adensar o concreto; 
• Adensar a camada junto à base de forma que a haste de adensamento penetre 
em toda a espessura. No adensamento das camadas restantes, a haste deve 
penetrar até ser atingida a camada inferior adjacente; 
• Retirar o excesso de concreto e alisara a superfície com uma colher de pedreiro, 
após a compactação da última camada; 
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• Limpara placa base e retirar o molde em 5 a 10 segundos em um único 
movimento uniforme e retilíneo; 
• Colocar a haste sobre o cone invertido e medir a distância entre a parte inferior 
da haste e o ponto médio do concreto, expressando o resultado em centímetros; 
• Na nota fiscal de remessa do concreto há o valor indicado, com variação, de 
slump. Caso o valor do teste ficar abaixo do mínimo indicado, é necessária a 
adição de água, e para isto deve-se consultar o engenheiro (a) responsável; Caso o 
valor ficar acima do máximo permitido, o caminhão não deve ser aceito; 
 Moldagem de corpos de prova para verificação de resistência 
• Após o concreto ser aceito, deve ser realizada a moldagem de 1 jogo de corpos de 
prova, preferencialmente de todos os caminhões (a quantidade mínima de jogos 
de corpos de prova é de um a cada 50m³ ou a cada mudança de elemento 
estrutural); 
• Cada jogo consiste em moldar dois cp’s por idade (7 e 28 dias), totalizando 4 cp’s 
por caminhão betoneira; 
• Não é permitida a retirada de amostras do início ou do final da descarga, devendo 
ser colhida no terço médio do caminhão; 
• A coleta deve ser feita cortando-se o fluxo de descarga do concreto, utilizando 
para isso um recipiente ou carrinho-de-mão; 
• Nos cp’s de 100cm x 200cm são aplicados 12 golpes em cada camada, totalizando 
duas camadas iguais e sucessivas; 
• Deixar os cp’s nos moldes, sem sofrer perturbações e em temperatura ambiente 
por 24 horas; 
• Após este período, os cp’s devem ser identificados e transferidos para tonéis de 
solução saturada de hidróxido de cálcio, e em seguida providenciado o transporte 
para o laboratório responsável pelo ensaio de rompimento. 
• Após verificação do slump e liberação para início da concretagem, o responsável 
técnico deverá acompanhar e marcar no croqui qual área foi concretada com 
aquela determinada betoneira. Cada caminhão deverá ser sinalizado com uma 
diferente cor; 
• Concluída a concretagem, o croqui deverá ser anexo a uma cópia da nota fiscal e 
arquivado para posterior consulta. 
 
 
 
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com nível de bolha; 
 
Quando corretamente alocada, 
deve-se utilizar de escoras para 
garantir a correta fixação da peça, 
que poderão ser retiradas após no 
mínimo 48horas; 
 
Após a aplicação da bancada, 
aplicar o rejunte. Entre a bancada 
e a cerâmica, aplicar o rejunte 
branco (ou de acordo com a cor 
do rejunte utilizado nas juntas 
das cerâmicas). Já entre as peças 
e na parte inferior do corte, 
aplicar o rejunte preto (mistura 
de massa plástica e xadrez preto). 
 
 
 
 
 
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 3.1 
PES 03: INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 
3.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico; 
• Quadro de esquadrias; 
• ABNT NBR 10821-1:2011 - Esquadrias Externas para Edificações – Terminologia; 
• ABNT NBR 10821-2:2011 - Esquadrias Externas para Edificações - Requisitos e 
Classificação. 
3.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Os revestimentos das paredes devem estar concluídos; 
• Os contramarcos devem estar assentados. 
3.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Silicone; 
• Esquadria de alumínio; 
• Parafuso; 
• Bucha de nylon; 
• Broca de aço rápido; 
• Furadeira elétrica; 
• Espátula; 
 
• Pano; 
• Pincel; 
• Tinta spray na cor do alumínio; 
• Trena metálica; 
• EPI’s (Bota, Luva, capacete,óculos, etc). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 3.2 
3.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 
 Com Contramarco 
 
 
Limpar a área do contramarco, 
removendo as incrustações e sujeiras 
com a espátula. Remover o pó com 
pincel e pano; 
 
Marcar os furos para o 
assentamento da esquadria, 
colocando-a no local. Furar os 
buracos com furadeira e broca 
compatível com o tamanho e 
espessura da bucha e parafuso; 
Verificar se foram feitos rasgos 
na esquadria que permitam o 
escoamento da água da chuva; 
 
Aplicar silicone em toda a área de 
contato do contramarco com a 
esquadria para evitar infiltrações; 
 
 
 
 
Colocar a esquadria no local e fixá-la 
com parafuso; 
 
Colocar Poliuretano 
Monocomponente onde se 
observar brechas que possam 
causar infiltrações; 
Limpar a esquadria com pano 
úmido. 
 
 
 
 
 
 
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 3.3 
 Sem Contramarco 
 
 
Para receber a janela, o vão deve 
estar em perfeitas condições, 
seguindo as informações fornecidas 
no passos anteriores; 
Definir a distância da janela, com o 
auxílio de trena; 
Fixação da janela com silicone. 
 
NOTA 1) Atenção para o perfeito ajuste dos fechos das esquadrias, pois pode ocorrer 
problemas no fechamento da esquadria. 
 
 
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 4.1 
PES 04: INSTALAÇÃO DE KIT PORTA PRONTA 
4.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico; 
• Quadro de esquadrias; 
• ABNT NBR 15930-1:2011 - Portas de madeira para edificações - Terminologia e 
Simbologia; 
• ABNT NBR 15930-2:2011 - Portas de madeira para edificações – Requisitos. 
4.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Os kits devem estar devidamente identificados com orientações quanto ao seu local de 
utilização; 
• As paredes devem estar acabadas e com os revestimentos concluídos. Quando tratar-
se de kits já com pintura final, este somente deverá ser instalado após a etapa de 
pintura do ambiente; 
• A soleira deve estar instalada ou quando esta não houver o piso deve estar concluído 
em seu nível final acabado; 
• As dimensões do vão devem estar de acordo com as medidas estabelecidas 
considerando acréscimo de 9 cm para lateralmente e 5 cm para a altura do vão. 
4.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Martelo; 
• Prumo de face; 
• Nível de mão; 
• Cunha de madeira; 
• Trena metálica; 
• Martelo de borracha; 
• Estilete; 
• Espuma expansiva ou poliuretano; 
• Pregos sem cabeça; 
• EPIs – bota, capacete, uniforme, 
protetores auriculares e faciais 
4.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Posicionamento e fixação dos kits 
 
Posicionar o kit no prumo, 
encostando os pés das aduelas 
sobre o nível da base do vão e 
mantendo a folga existente entre o 
batente e o vão igualmente 
espaçada para ambos os lados; 
Travar o kit após o correto 
posicionamento do mesmo, 
utilizando martelo para colocação 
das cunhas de madeira em três 
pontos de cada lado das aduelas, 
na altura das dobradiças; 
Proteger as dobradiças antes da 
aplicação da espuma. Verificar o 
prumo e nível dos kits utilizando 
prumo de face e nível. Qualquer 
diferença deve ser ajustada por 
meio de cunhas de madeira; 
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 4.2 
 
 
 
Fixar o kit com a aplicação da 
espuma em três pontos de cada 
lado das aduelas, na altura das 
dobradiças. Durante o período de 
secagem da não se deve mexer no 
kit, isto é, não se deve abrir a porta 
ou remover os travamentos do kit; 
Após a cura total, retirar as cunhas 
de madeira e os travamentos do 
kit, e com o auxílio do estilete 
remova o excesso da espuma 
aplicada 
 
 Fixação dos alizares 
• Serrar a meia esquadria dos alizares e fixa-los conforme orientações do fabricante ou 
fornecedor. 
NOTA: 1) Verificar a fixação das portas, analisando a questão de trepidação, principalmente 
em dias com ventos mais intensos aplicado nas mesmas. 
 
 
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 5.1 
PES 05: COMPACTAÇÃO DE ATERRO 
5.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Ensaios de Laboratório; 
• Projeto Arquitetônico e Planta de Fôrma; 
• ABNT NBR 5681:2015 - Controle Tecnológico da Execução de Aterros em Obras de 
Edificações; 
• ABNT NBR 7182:1986 Versão Corrigida:1988 - Solo - Ensaio de compactação. 
5.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• O terreno deve estar limpo, definido e desimpedido; 
• Devem ser escoradas e protegidas eventuais instalações, muros ou construções 
vizinhas que possam ser atingidos pelas atividades; 
• Deve-se evitar o início dos serviços logo após chuvas intensas; 
• Os equipamentos e/ou ferramentas de produção devem estar em condições 
adequadas de uso; 
• Se necessário, utilizar de serviços topográficos especializados para o acompanhamento 
da movimentação de terra ou controle com nível a laser ou mangueira de nível; 
• O material para o aterro deve ser selecionado, não podendo ser utilizadas turfas, 
argilas orgânicas e solos expansivos; 
5.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Mangueira de nível ou nível a laser; 
• Soquetes manuais; 
• Soquetes vibratórios (sapo); 
• Trenas metálicas; 
• Enxadas, Pás; 
• EPI´s (Uniforme, botas, capacete, 
óculos, luvas, protetor auricular, etc). 
 
5.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Definir o Nível de Referência (NR) da obra; 
• Espalhamento, homogeneização, umedecimento ou aeração de camadas de solo com 
20 cm de espessura, aproximadamente; 
• Compactar cada camada de solo com soquetes manuais ou soquetes vibratórios 
(sapos) (mínimo de 3 rodadas de 25 golpes com o sapo – total de 75 golpes); 
• Em terrenos com cota próxima ao nível d’água, deve ser prevista drenagem ou devem 
ser lançados materiais granulares de maior permeabilidade para as primeiras camadas 
do terreno; 
• Controlar a taxa de umidade ideal para a compactação do solo. 
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 6.1 
PES 06: CONCRETAGEM DE PEÇA ESTRUTURAL 
6.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projetos Arquitetônico, Estrutural (armação e fôrma), Hidrossanitários e Elétricos; 
• ABNT NBR 6118:2014 Versão Corrigida:2014 - Projeto de Estruturas de Concreto - 
Procedimento; 
• ABNT NBR 14931:2004 - Execução de Estruturas de Concreto - Procedimento. 
6.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Montagem das fôrmas de pilares, vigas e laje; 
• As armaduras devem estar montadas, conferidas e liberadas (observar a colocação dos 
espaçadores); 
• Locação dos escoramentosnecessários e proteção da periferia; 
• Verificar limpeza geral das formas e aplicação do desmoldante. 
6.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Concreto usinado; 
• Água; 
• Moldes para corpos de prova; 
• Equipamentos para slump test; 
• Mangueira; 
• Gabaritos metálicos ou de madeira para 
a execução de desníveis na laje; 
• Proteção de periferia; 
• Sistema de iluminação para concretagem 
noturna, (quando for o caso); 
• Régua de alumínio; 
• Guincho, grua ou bomba para concreto; 
• Jerica e carrinho de mão; 
• Pá, enxada, desempenadeira e colher 
de pedreiro; 
• Vibrador de imersão com mangote e 
Baco de alimentação, providenciar um 
vibrador-reserva para evitar 
interrupção na concretagem; 
• EPI’s (Uniforme, capacete, botas 
adequadas, luva, óculos, cinto de 
segurança, etc). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 6.2 
6.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Pilares 
 
 
Transportar os eixos da laje inferior 
para a laje a ser montada com um 
auxílio de Prumo de Centro ou Nível 
a laser e trena metálica; 
Conferir o esquadro em todos os 
pontos de cruzamentos entre as 
linhas dos eixos; 
Fazer a locação dos gastalhos 
através das linhas dos eixos; 
 
 
 
Checar se a armação está firme, 
conferir o recobrimento, verificar as 
quantidades, bitolas, posição e 
comprimento das barras conforme 
projeto estrutural; 
Verificar o posicionamento e 
quantidades das barras de para-
raios; 
Verificar visualmente a 
quantidade e posicionamento dos 
espaçadores; 
 
 
 
Posicionar os sanduíches e barrotes, 
e apertar barras de ancoragem 
conforme orientação do 
procedimento ou projeto. Molhar as 
formas abundantemente antes da 
concretagem, e em pilares de 
grande altura abrir janelas para 
concretar em etapas, para evitar 
segregação do concreto; 
Conferir com prumo de face ou 
nível a laser em um painel e um 
fundo; 
 
Durante o adensamento, evitar o 
contato da agulha do vibrador com 
as formas e não vibrar o concreto 
pela armadura. Atentar para a 
execução da concretagem em 
etapas. 
 
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 6.3 
 
 Vigas e Lajes 
 
 
Transportar os eixos da laje inferior 
para a laje a ser montada com um 
auxílio de Prumo de Centro ou Nível 
a laser e trena metálica; 
Executar o vigamento da laje 
atentando para o alinhamento; 
Executar o vigamento da laje 
atentando para o nivelamento; 
 
 
 
Executar escoramento e 
nivelamento da laje e vigas, 
conferindo rigorosamente o nível 
através de mangueira de nível ou 
nível a laser; 
Executar o cimbramento e a 
colocação de escoras; 
Locar mangueiras, pontos de 
iluminação, e hidráulicas (Caso 
aplicável); 
 
 
Execução das instalações de shafts e 
pontos (Caso aplicável); 
Armar a viga conforme projeto, 
verificando as quantidades, bitolas, 
posição, comprimento e 
espaçamento das barras e estribos. 
Verificar o recobrimento e se a 
amarração está firme; 
Armar a laje conforme projeto, 
verificando as quantidades, 
bitolas, posição, comprimento e 
espaçamento das barras. Verificar 
o recobrimento e se a amarração 
está firme; 
 
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 6.4 
 
Colocar os espaçadores plásticos, 
checando se a quantidade e 
distâncias estão suficientes; 
Lançar o concreto, espalhando com 
auxílio de pás e enxadas, e vibrar 
em diversos pontos com 
distanciamento adequado. Atentar 
para o deslocamento da ferragem 
e danos a formas e instalações; 
Destinar um colaborador a fazer o 
acompanhamento por baixo da 
laje, para verificação de eventuais 
problemas; 
 
 
Fazer o acabamento e uniformização 
da laje. Iniciar a cura úmida tão logo 
a superfície permita (secagem ao 
tato), molhando por um tempo 
mínimo de 3 dias em intervalos 
curtos o suficiente para manter a 
peça sempre úmida. 
 
 
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 7.1 
PES 07: CONTRAPISO 
7.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico; 
• ABNT NBR 15575-3:2013 - Edificações habitacionais — Desempenho - Requisitos para 
os sistemas de pisos. 
7.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• As instalações sanitárias e a marcação de alvenaria devem estar executadas; 
• A base deve estar limpa e livre de restos de argamassa, entulho ou qualquer outro 
material aderido; 
• Pavimento completamente desescorado; 
7.3) INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 
Valor mínimo: 45m²/Hd (Áreas Secas/Molhadas) 
20m²/Hd (Escada) 
7.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Argamassa para contrapiso; 
• Cimento; 
• Vassoura de piaçaba ou vassourão; 
• Mangueira de nível ou aparelho de 
nível a laser; 
• Nível de mão; 
• Colher de pedreiro; 
• Pá; 
• Enxada; 
• Carrinho de mão; 
• Soquete de madeira com até 8 kg; 
• Régua de alumínio; 
• Desempenadeira de madeira ou aço. 
• EPI’S (Uniforme, botas, capacete, 
luva, etc). 
 
7.5) MÉTODO EXECUTIVO 
 
Executar a limpeza da laje antes da 
execução do contrapiso, removendo 
completamente restos; 
Transferir o nível a partir do Nível 
de Referência (NR) (Porta do 
Elevador ou escada de 
emergência), segundo o projeto e 
utilizando nível de mangueira ou 
nível laser; 
Colocar taliscas na base, de 
preferência, dois dias antes da 
execução do contrapiso prevendo 
espessura mínima, caimentos e 
desníveis especificados no Manual 
do Contrapiso; 
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 7.2 
 
 
 
 
 
Aguardar o ponto de sarrafeamento 
e sarrafear o piso com movimentos 
de vai e vem apoiando a régua de 
alumínio nas mestras, “cortando” a 
sobra até que a superfície alcance o 
nível das mestras; 
 
Para o acabamento final, deve-se 
alisar a superfície com uma 
desempenadeira de madeira; 
 
Esperar a cura do contrapiso, 
molhando-o com água para que ele 
fique bem curado, evitando 
esfarelamento da superfície; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Após a colocação das taliscas, 
executar a preparação da base, 
polvilhando cimento à superfície 
molhada a fim de criar uma fina 
camada de ligação entre a base de 
concreto e a argamassa “farofa” que 
será aplicada; 
 Lançar a argamassa “farofa” entre 
as taliscas (mestras) para a 
execução do contrapiso de modo 
que este fique um pouco mais alto 
que o nível das taliscas (mestras); 
 
Preencher os intervalos entre as 
taliscas , espalhando a argamassa 
com enxada e compactando a 
“farofa” com um soquete; 
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 7.3 
 
 
 
Em casos de solo natural, deve-se executar a regularização 
com um piso grosso de concreto 15 Mpa. 
 
 
 
 
 
 
 
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 8.1 
PES 08: COBERTURA EM TELHADO 
8.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico, Planta de coberta e Projeto estrutural, quando houver; 
• ABNT NBR 7196:2014 - Telhas de fibrocimento - Execução de coberturas e 
fechamentos laterais – Procedimento; 
• ABNT NBR 15210-1:2014 - Telha ondulada de fibrocimento sem amianto e seus 
acessórios - Classificação e requisitos. 
8.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Calhas e algerozes (rufos) devem estar concluídos. 
• Tubulações de águas pluviais e ventilação devem estar concluídas e chumbadas. 
8.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Linhas, caibros, ripas; 
• Prego; 
• Serrote; 
• Telha de fibrocimento (quando for o 
caso); 
• Massa de vedação; 
• Solução imunizadora para madeira; 
• Parafuso para fixação de telha; 
• Linha de nylon; 
• Furadeira; 
• EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, 
máscara, etc). 
 
8.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Executar o sistema de drenagem na laje de coberta; 
• Demarcar as cotas e os caimentos do telhado, bem como a localização de calhas e 
rufos, de acordo com o projeto; 
• Executar, caso detalhado em projeto, paredes ecalhas de alvenaria; 
• Serrar as peças de madeira nas dimensões pré-estabelecidas (quando necessário); 
• Imunizar toda a madeira com solução imunizante; 
• Executar a montagem da estrutura de madeira (ou de aço, se for o caso), iniciando do 
ponto mais baixo para o mais alto do telhado; 
• A estrutura deverá ser travada e ancorada a laje; 
• Executar a impermeabilização das paredes, rufos e calhas; 
• Após o processo de impermeabilização concluído, colocar as telhas e cumeeiras, 
fixando-as através de parafusos ou conforme orientação em projeto. 
 
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 9.1 
PES 09: FORMAS 
9.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico, planta de forma, projeto estrutural; 
• ABNT NBR 15696:2009 - Formas e escoramentos para estruturas de concreto - Projeto, 
dimensionamento e procedimentos executivos; 
• ABNT NBR 14931:2004 - Execução de estruturas de concreto – Procedimento. 
9.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• A laje de trabalho deve estar liberada, desimpedida e as linhas de referência definidas; 
• Os equipamentos e/ou ferramentas de produção devem estar em condições 
adequadas de uso; 
• Projeto de arquitetura, estrutural e de formas (quando houver) devem estar 
acessíveis. 
• As formas de madeira podem ser executas no canteiro de obra. 
9.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Escoras metálicas; 
• Painéis estruturados; 
• Nível de mangueira ou laser; 
• Pregos; 
• Braçadeira de ferro; 
• Tensor ou barra roscada; 
• Ferro 5mm, quando do uso do tensor; 
• Martelo; 
• Trena com divisão de 1mm; 
• Espaçador plástico e eletroduto, quando 
do uso da barra roscada ou mangueira; 
• Prumo laser ou de peso; 
• Esquadro metálico; 
• Linha de náilon; 
• Cunha de madeira; 
• Esticador ou chave de fenda; 
• Desmoldante; 
• Bocha ou pincel para aplicação de 
desmoldante; 
• EPI’s (Uniforme, bota, capacete, óculos, 
cinto de segurança, etc). 
 
 
9.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Execução de Forma – Fabricação: 
• Os painéis devem ser executados pensando no seu tamanho e peso, de forma a 
facilitar a montagem, transporte e desforma; 
• Todas as peças devem ser galgadas e os painéis devem ser estruturados; 
• Recomenda-se que as superfícies de corte sejam planas e lisas, sem apresentar 
serrilhas. Para isto, utiliza-se tinta esmalte, geralmente de cor azul; 
• Identificar os painéis com uma numeração ou código para facilitar na montagem; 
• Eventuais furos nos painéis devem ser executados sempre da face interna da fôrma 
em direção à face externa, com broca de aço rápido para madeira; 
• Marcação das posições de cimbramento nas formas facilita o processo de montagem; 
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 9.2 
• As formas devem ser escoradas de acordo com o seguinte padrão: para fundo de viga, 
escoras com garfos com mão-francesa a cada 70 cm; para lajes, vigas de madeira na 
longitudinal a cada 120 cm no máximo e, na transversal, nas nervuras, de acordo com 
tamanho das cubetas (estas vigas de madeira também devem ser escoradas a cada 70 
cm, com garfos nas cabeças); 
• A identificação deve ser feita com tinta; 
• Devem ser executadas de modo a possibilitar o maior número possível de 
reutilizações, proporcionando economia no material e mão-de-obra; 
• Manter a central de produção constantemente limpa e organizada, removendo as 
sobras de material (serragem e pontas de madeira), verificando o funcionamento e 
conservação de ferramentas e equipamentos. 
 Execução de Fôrma – Pilar: 
• Esticar linha de náilon, para visualizar as linhas de referência; 
• Definir os eixos de cada pilar, através das cotas do projeto estrutural na planta de 
locação de pilares. Observando as espessuras do material do painel estruturado; 
• Após a montagem do gabarito é armada a ferragem do pilar, tendo como condição 
para o fechamento das formas, a conferência das ferragens e colocação de 
espaçadores compatíveis com o recobrimento especificado no projeto; 
• Passar desmoldante e montar os painéis estruturados de acordo com as dimensões de 
cada pilar, em seguida colocar as escoras aprumadoras, sendo duas na face maior e 
uma na face menor, colocando-os mais ou menos aprumados; 
• Em caso de pilares com altura superior a 2,0m, prever janelas nas formas para facilitar 
a concretagem; 
• Apertar os painéis, ao longo da altura, com pontaletes ou longarinas de travamento 
(sanduíches) de madeira e braçadeiras de ferro, espaçando de no máximo 60 cm; 
• Quando a dimensão do pilar for igual ou superior a 60cm, serão usadas as barras 
rocadas com barrotes de madeira para apertar o pilar verticalmente, de modo que o 
espaçamento entre pontos travados (entre barras roscada) seja no máximo igual a 60 
cm. As barras de ancoragem devem ser colocadas dentro de eletrodutos de PVC para 
possibilitar a sua retirada quando da desforma do pilar; 
• Quando ocorrerem encontros entre fundos de viga e pilares, deve-se prever 
“mosquitos” para facilitar a desforma. 
 Execução de Fôrma – Lajes e vigas: 
• Nivelar os topos dos pilares colocando “pescoços” de madeira para fixar os fundos das 
vigas; 
• Nivelar os fundos das vigas e colocar os painéis laterais das vigas; 
• Os painéis laterais externos serão colocados após a montagem da ferragem; 
• Distribuir as longarinas, apoiando-as nos escoramentos em forma de “T”, distribuir as 
escoras sobre as longarianas, no sentido transversal e fixa-las; 
• Fazer arremates com madeirite para definir os maciços e bordas largas da laje; 
• Nivelar os panos de laje e apertar os painéis laterais das vigas; 
• Observar as contra-flexas indicadas no projeto estrutural quando houver; 
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 9.3 
• No caso de lajes nervuradas, as cubetas devem ser alocadas de maneira que não 
existam folgas entre elas, para não permitir vazamento de concreto. Para isto, coloca-
se fita plástica no encontro das abas das cubetas. 
 Desforma 
• A desforma só devera ser iniciada após no mínimo 7 dias, sendo iniciada pelos pilares 
(estes, apenas 1 dia após a concretagem), soltando-se os tensores; 
• Retirar os painéis, desprendendo-os com o desformador ou cunhas; 
• Manusear as peças com cuidado para não danificar as formas; 
• Painéis de maiores dimensões e principalmente pilares de canto podem ser 
preservados, amarrando-os com cordas para evitar eventuais choques ou quedas; 
• Posicionar as escoras remanescentes das vigas, se necessário, nos locais 
recomendados pelo projetista; 
• Retirar os sarrafos-guia e remover as cunhas laterais e da base dos garfos, para soltá-
los; 
• Desformar as laterais das vigas; 
• Para separar a fôrma de viga da fôrma de laje, usar uma cunha entre o sarrafo de 
pressão e o assoalho da laje, caso não seja possível a desforma da viga desse modo, 
devido ao excesso de garfos, retirar as escoras do terço central do vão, posicionar as 
re-escoras e, proceder à retirada das escoras e ao reescoramento dos terços das 
extremidades; 
• Posicionar o reescoramento nas tiras do assoalho da laje, quando necessário, 
conforme recomendações do projetista respeitando o mínimo de quatro jogos de 
escoramento permanente; 
• Retirar as escoras e longarinas; 
• Desformar os painéis da laje ou cubetas; 
• Vigas e lajes em balanço, efetuar a desforma da borda livre em direção ao apoio, 
segundo orientação do mestre ou engenheiro da obra; 
• Para evitar danos às longarinas, aos assoalhos e painéis de vigas devido a quedas, 
pode-se usar uma rede, cordas ou cavaletes de apoio sob a laje, de maneira a 
amortecer os impactos. 
 
 
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 10.1 
PES 10: IMPERMEABILIZAÇÃO 
10.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico e projetos adicionais; 
• ABNT NBR 9574:2008 - Execução de Impermeabilização. 
10.2) SERVIÇOS ANTERIORES• Os ralos e tubulações devem estar chumbados e rígidos; A superfície deve estar limpa, 
seca, isenta de pó, sem trincas e saliências, não podendo estar totalmente lisa; 
• Serviços Concluídos: Emboço de parede, Contrapiso e Forro de gesso; 
10.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Argamassa polimérica (componentes 
A e B); 
• Pinceis tipo trincha de 1”, 2” ou 3”; 
• Vassoura de pelo ou vassourão; 
• Vassoura de pinçava; 
• Broxa; 
• Tesoura; 
• Lâmina de serra; 
• Desempenadeira; 
• Maçarico; 
• Botijão de gás; 
• Trincha; 
• Colher de pedreiro; 
• Espátula; 
• Recipiente para mistura dos 
componentes A e B; 
• EPI’S (Uniforme, botas, capacete, luva, 
óculos). 
 
10.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Impermeabilização com argamassa polimérica 
 
 
 
Regularizar o piso com argamassa de 
cimento e areia (dosagem de 
contrapiso) com caimento de 1% em 
direção ao ralo. A regularização deve 
ser executada também no rodapé, ou 
seja, recorte feito na alvenaria, com 
altura de 20 cm e recuado do prumo 
de acabamento; 
Fazer o fechamento de 
tubulações no piso para evitar a 
entrada de materiais e resíduos; 
Adicionar o componente B aos 
poucos ao componente A e misturar 
mecanicamente por 3 minutos ou 
manualmente por 5 minutos, 
dissolvendo possíveis grumos que 
possam se formar, obtendo-se uma 
pasta homogênea. 
 
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 10.2 
 
Aplicar a argamassa polimérica com 
trincha ou broxa, em demãos 
cruzadas para preencher eventuais 
espaços vazios, com intervalo de 2 a 
6 horas entre camadas. Executar 
rebaixos de 0,5cm ao redor das 
tubulações de esgoto, num raio de 
20cm. 
Em área críticas, como ralos e 
rodapés, deve-se reforçar o 
revestimento com a colocação de 
tela de poliéster, após a primeira 
demão; 
 
Deve ser efetuado o teste com 
lâmina d’água por no mínimo 72 
horas, após a cura total. Caso não 
sejam verificados vazamentos, 
pode-se iniciar o assentamento 
de pisos e revestimentos 
cerâmicos; 
 
 Impermeabilização com manta asfáltica 
 
 
Preparar a superfície removendo a 
poeira, partículas soltas e outros 
resíduos por meio de escovas e 
vassouras; 
 
Regularizar o piso com argamassa de 
cimento e areia (dosagem de 
contrapiso) com caimento de 1% em 
direção ao ralo. A regularização 
deve ser executada também no 
rodapé, ou seja, recorte feito na 
alvenaria, com altura de 20 cm e 
recuado do prumo de acabamento; 
Fazer o fechamento de 
tubulações no piso para evitar a 
entrada de materiais e resíduos; 
 
 
 
Executar rebaixos de 0,5cm no 
contrapiso ao redor das tubulações 
de esgoto, num raio de 20cm. 
Executar o arredondamento dos 
cantos 
Em seguida, com rolo para 
pintura, aplicar uma demão do 
primer asfáltico. A manta asfáltica 
somente poderá ser colocada 
depois de transcorridos 6 horas 
da aplicação do primer; 
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 10.3 
 
 
Aplicar uma camada de asfalto 
derretido em caldeira para melhor 
colagem da manta. 
Executar proteção adequada nos 
cantos após a aplicação do asfalto. 
Cortar os trechos dos tubos que 
ficam acima da laje, para que 
fiquem no nível da camada de 
asfalto. 
 
 
Aplicar a manta asfáltica. A colagem 
da manta deve ser iniciada pelos 
ralos e coletores de água. É 
importante verificar se não existem 
bolhas de ar embaixo da manta. 
 
A superposição entre mantas deve 
ter medidas conforme orientação do 
fornecedor. Biselar com colher de 
pedreiro após aquecimento da 
manta com maçarico. 
Após a conclusão realizar teste 
com lâmina d’água por no mínimo 
72 horas. Se houver expectativa 
da área impermeabilizada ficar 
um longo período sem receber o 
revestimento seguinte, executar a 
proteção primária com no mínimo 
2 cm de espessura. 
 
 
 Proteção mecânica 
 
 
Sobre a camada de 
impermeabilização, colocar uma 
camada de separação de papel 
“kraft” betumado, feltro asfáltico, ou 
filme de polietileno. 
 
Aplicar argamassa de cimento e 
areia (dosagem de contrapiso), de no 
mínimo 3 cm de espessura. Nas 
superfícies verticais ou de grande 
inclinação, esta camada de proteção 
deve ser armada; 
Executar juntas perimetrais. A 
camada de proteção deve possuir 
juntas sobre a junta de dilatação 
da estrutura portante; 
 
 
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 10.4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Preencher as juntas com mastique asfáltico que 
pode ser obtido pela mistura de emulsão 
asfáltica e areia; 
Em locais acessíveis a veículos, executar uma 
camada de argamassa protetora plástica 
constituída de emulsão asfáltica e areia e 
espessura de 1 cm. Sobre esta aplicar uma 
camada de argamassa de cimento e areia, 
armada, formando placas de 1,5 m x 1,5 m, com 
traço de acordo com caderno de dosagens; 
 
 
 
 
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 11.1 
PES 11: PINTURA EXTERNA 
11.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico e projetos de fachada; 
• ABNT NBR 13245:2011 - Tintas para construção civil — Execução de pinturas em 
edificações não industriais — Preparação de superfície. 
11.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• A argamassa externa deve estar concluída com uma antecedência mínima de 30 dias 
ou de acordo com as especificações do fabricante; 
• Limpar a base, removendo manchas de óleo, graxa ou qualquer agente de 
contaminação e eliminar todas as partes soltas ou mal aderidas; 
• Corrigir imperfeições profundas do substrato com o mesmo tipo de argamassa 
utilizado na execução da massa 
11.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Tinta Látex acrílica; 
• Massa acrílica; 
• Rolo de lã com cabo; 
• Rolo para textura; 
• Trincha ou pincel; 
• Lixas d’água; 
• Desempenadeira lisa de aço 
• Espátula; 
• Fundo selador para paredes (se 
especificado); 
• Bandeja para mistura de tinta; 
• Fita crepe; 
• Andaime, cadeira suspensa ou balacim; 
• EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, 
máscara, cinto de segurança, etc). 
11.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Proteger com fita-crepe ou jornal os elementos que não serão pintados; 
• Lixar a base para remover imperfeições e partes soltas e aplicar uma demão de selador 
acrílico, no mínimo 30 dias após a execução do emboço; 
• Sobre a camada de selador completamente seca (mínimo de 24 horas), executar 
camada de massa acrílica e esperar secagem durante 6 horas; 
• Iniciar o processo de lixagem para nivelar a última camada, retirando o pó existente 
com panos ou espanadores. Repetindo o processo de aplicação de massa e lixagem no 
mínimo duas vezes; 
• Aplicar a tinta acrílica na parede com auxílio de rolo de lã e para os cantos e molduras 
realizar o recorte com auxílio de pincel de cerdas macias; 
• Caso percebam-se falhas na parede, fazer o reparo utilizando massa acrílica e 
executando outra camada de tinta; Aplicar no mínimo duas demãos de tinta acrílica, 
aguardando intervalo de no mínimo 6 horas entre demãos, com a menor quantidade 
de tinta possível e espalhada ao máximo. OBS: Não executar em caso de ocorrência de 
ventos fortes que causem poeira e chuvas 
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 12.1 
PES 12: PINTURA INTERNA 
12.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico; 
• ABNT NBR 13245:2011 - Tintas para construção civil — Execução de pinturas em 
edificações não industriais — Preparação de superfície. 
12.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Verificar as condições do emboço/reboco; 
• Os revestimentos internos de tetos e paredes devem estar concluídos com 
antecedência mínima de 30 dias e revestimentos de piso também devem estar 
concluídos; 
• Todas as portas e janelas devem estar colocadas. Os alisares e arremates (quando 
houver) devem ser colocados antes da última demão. No caso de uso de conjunto de 
porta pronta, a pintura deverá ser realizada antes do assentamento do mesmo. 
12.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS• Escovas com cerdas de aço; 
• Panos; 
• Lixas; 
• Estopas de sisal; 
• Massa corrida PVA; 
• Desempenadeira lisa de aço; 
• Espátula; 
• Selador a base de resina PVA; 
• Fita crepe; 
• Lâmpadas; 
• Fundo preparador de paredes a base de 
solventes; 
• Aguarrás; 
• Tinta látex PVA; 
• Rolo de lã; 
• Pincel de 2”; 
• Lona plástica; 
• Jornal; 
• EPI’s (Bota, luva, óculos de proteção, 
máscara apropriada, cinto de segurança 
para altura acima de 2m, etc) 
12.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Proteger os detalhes que não receberão camada de tinta com lona e fita crepe; 
• Aplicar uma camada de selador após no mínimo 30 dias da execução do reboco e 
aguardar no mínimo 24 horas para a secagem completa; 
• Sobre a camada de selador executar uma fina camada de massa corrida (máximo 3 
mm) e aguardar a secagem por 6 horas. Com a camada parcialmente seca, lixar para 
nivelar e retirar o pó existente com panos ou espanadores. Efetuar no mínimo duas 
camadas, repetindo todo o procedimento; 
• Diluir e misturar a tinta látex em recipiente adequado, segundo as orientações do 
fabricante; 
• Repassar parte do material diluído para a bandeja de pintura; 
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 12.2 
• Aplicar a tinta no restante da parede, com rolo de lã em movimentos de sobe e desce, 
criando uma película fina e homogênea; Depois, fazer o recorte nos cantos e nas 
molduras de portas e janelas com um pincel de cerdas macias; 
• Misturar a tinta constantemente, para que não haja decantação de seus componentes; 
• Verificar se não foram deixadas manchas, nesse caso, passar de novo o rolo nesses 
locais com a tinta ainda fresca; 
• Caso percebam-se falhas na parede, fazer o reparo utilizando massa PVA para 
regularizar a superfície e em seguida aplicar outra demão de tinta; 
• Aplicar mais uma ou duas demãos, conforme a necessidade de cobertura, aguardando 
um intervalo mínimo de 4 horas entre demãos. Depois da colocação das guarnições e 
dos arremates (antes da última demão), protegê-los. 
• Lavar as ferramentas após o uso e limpar bem o local. 
 
 
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 13.1 
PES 13: FORRO DE GESSO 
13.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico; 
• Projeto de Norma 02:002.40.013 – Execução de forro suspenso autoportante, em 
placas de gesso – Procedimento – Última atualização: nov/2000. 
13.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• As instalações hidrossanitárias do andar superior devem estar concluídas e testadas; 
• As instalações elétricas devem estar fixadas e os serviços de ar condicionado 
concluídos; 
• As paredes devem estar com o emboço ou revestimento cerâmico executado (curados 
e secos) até pelo menos 5 cm acima da altura do forro de gesso e os fundos de lajes de 
concreto, bem como as tubulações devem estar limpas e observar se as armaduras de 
aço das estruturas de concreto estão recobertas, não podem estar aparentes. 
13.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE 
Valor mínimo: 20m²/Hd 
13.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Placa de gesso para forro; 
• Gesso lento em pó; 
• Arame galvanizado e Pregos de aço; 
• Estopa de sisal; 
• Régua de alumínio; 
• Desempenadeira de aço; 
• Serrote; 
• Martelo; 
• Rebites; 
• Rebitadeira; 
• Espátula; 
• Nível a laser; 
• Linha de algodão e pó xadrez ou 
aparelho próprio para marcação 
com linha; 
• Sarrafo de madeira; 
• EPI’s (Bota, Luva, óculos de 
proteção, cinto de segurança 
para alturas acima de 2 metros, 
etc). 
 
13.5) MÉTODO EXECUTIVO 
 
 
 
 
 
 
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 13.2 
 
 
 
 
 
Atentar para a passagem da fiação 
nos locais corretos das placas, de 
modo que não haja grande 
deslocamento. 
Durante a execução, verificar com 
frequência a planicidade das placas 
com auxílio de régua. 
Por fim, retirar os pinos da parede 
e aplicar massa de gesso entre as 
placas para fazer a união. 
 
Lançar os pontos de nível de 
acordo com a altura prevista no 
projeto e fixar os pinos nas 
paredes para apoio das placas de 
gesso nesta fase do processo; 
Esticar uma linha de nylon para o 
alinhamento da primeira fileira, 
amarrando-a nos pregos da parede; 
Fixar os rebites no teto com a 
rebitadeira nos locais previamente 
demarcados e amarrar o arame de 
suporte; 
 
Primeiro, coloca-se cantoneira nos 
ambientes determinados pelo 
projeto. 
 
Montar as placas começando pelos 
cantos, apoiando-se nos pinos 
previamente fixados e amarrando-as 
nos arames e fazendo o encaixe entre 
placas; 
Fazer o chumbamento aplicando 
uma mistura de massa de gesso e 
bucha de sisal na parte de cima 
das placas entre a placa e a 
parede; 
 
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 14.1 
PES 14: FUNDAÇÃO – RADIER 
14.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto de locação, projeto estrutural e projeto de planialtimétrico; 
• ABNT NBR 6122:2010 - Projeto e execução de fundações. 
14.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• O terreno deve estar limpo e escavado até a proximidade das cotas definidas para 
execução ou apoio das fundações; 
• Os quatros cantos do radier devem estar locados e nivelados. 
14.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Pontaletes, sarrafos e estroncas; 
• Arame recozido e Pregos; 
• Linha de nylon; 
• Mangueira de nível, nível de bolha ou 
Aparelho de nível a laser; 
• Pá, Enxada e Cavadeira; 
• Prumo de centro; 
• Tábua; 
• Trena metálica; 
• Martelo; 
• EPI’s (bota, luva, capacete, etc). 
14.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Delimitadas as bordas do radier, proceder a escavação das valas de borda; 
• Executar o escoramento adequado na escavação das valas com profundidade maiores 
que 1,5m quando o solo for instável; 
• Colocar as formas de acordo com os projetos e aplicar desmoldante; 
• O terreno deve ser acertado de maneira a garantir a espessura mínima do radier e 
deve-se colocar uma lona para impedir o contato direto com o solo; 
• Montar a armação de tela ou barras de aço, inclusive armando as valas de borda 
respeitando os espaçamentos do projeto; 
• Efetuar o lançamento do concreto espalhando-o com enxadas e pás; 
• Sarrafear o concreto com uma régua metálica ou madeira suficientemente comprido 
que se alcance as formas de borda do radier; 
• Pode-se executar mestras intermediárias com o próprio concreto do radier, acertando 
nível destas por meio de uma linha de náilon esticada entre a formada de borda; 
• O acabamento deve ser dado por meio de uma desempenadeira de madeira ou de 
aço; 
• Retirar as formas assim que iniciar a pega do concreto, seja ela metálica ou de 
madeira, evitando-se danificá-la na desforma; 
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 14.2 
• Iniciar a cura úmida tão logo a superfície permita (secagem ao tato), ou utilizar 
retentores de água como sacos de estopa ou algodão, areia ou serragem saturada; 
• Regiões com incidência de sol intenso recomenda-se cobrir as lajes com uma lona, a 
fim de minimizar a perda de água por evaporação. 
 
 
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 15.1 
PES 15: FUNDAÇÃO – SAPATA ISOLADA 
15.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto de locação, projeto estrutural e projeto de planialtimétrico; 
• ABNT NBR 6122:2010 - Projeto e execução de fundações. 
15.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Terreno limpo; 
• Equipamentos, ferramentas de produção devem estar conferidos e em condições de 
uso; 
• Locação da obra com demarcação dos pontos estruturais. 
15.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Estacas de madeira; 
• Sarrafos de madeira; 
• Formas de madeira; 
• Mangueira de nível ou aparelho de nível 
a laser; 
• Cepo de madeira ou concreto; 
• Concreto; 
• Prumo de centro e de face; 
• Armadura; 
• Espaçadores plásticos; 
• Trena metálica; 
• Pás e enxadas; 
• Esquadro metálico; 
• Martelo,pregos e serrote; 
• EPI’s: (uniforme, capacete, óculos 
de proteção, botas, etc). 
 
15.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Escavação 
• Iniciar a abertura da vala, com largura de no mínimo 20 cm maior do que a largura da 
sapata, e escavar até a cota de apoio da fundação; 
• Garantir o correto nivelamento do fundo da vala utilizando nível a laser ou de 
mangueira, a partir do nível de referência; 
• Caso a escavação ocorra por meio de escavadeira, a cota de apoio desta sapata deve 
ser deixada 20 cm acima. O acerto final deve ser manual; 
• Regularizar e compactar o fundo da vala até aproximadamente 10 cm abaixo da cota 
de apoio, utilizando soquete ou compactador mecânico, tipo "sapo"; 
• Lançar no fundo da vala um lastro de concreto magro com, no mínimo, 5 cm de 
espessura. 
 Forma 
• Preparar as formas da borda da base da sapata, atentando para o correto nivelamento 
dos topos das formas laterais; 
• As formas são geralmente executadas com sarrafos e tábuas de madeira escoradas em 
estacas cravadas no fundo e nas laterais da vala; 
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 15.2 
• Verificar o alinhamento e esquadro das peças de madeira para manter a largura e 
comprimento da sapata constante; 
• Montadas as formas de borda, determinar em função do projeto, a altura da cabeça 
do pilar atentando para o correto ângulo de inclinação das laterais da sapata; 
• Para concluir os serviços, proceder à armação e concretagem da peça. 
 Armação e concretagem 
• Posicionar a armadura da sapata conforme projeto de fundações; 
• Lançar o concreto no máximo a 1,80 m de altura para que não haja segregação, se 
necessário executar o lançamento do concreto por meio de calhas de madeiras 
improvisadas; 
• Vibrar em diversos pontos evitando o contato da agulha do vibrador (mangote) com as 
fôrmas e não vibrando o concreto pela armadura; 
• Após desforma efetuar a cura úmida. O procedimento de cura úmida do concreto 
segue por três dias. Para manter a umidade constante, é preciso molhar com água, 
sem encharcar, duas vezes ao dia, em média. Se o clima estiver muito quente e muito 
seco, pode ser necessário adicionar água outras vezes; 
• Verificar na desforma a ocorrência de “bicheiras”, caso ocorra efetuar preenchimento 
com argamassa adequada. 
 
 
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 16.1 
PES 16: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
16.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIAS 
• Projetos elétricos e projetos adicionais; 
• ABNT NBR 5410:2004 Versão Corrigida:2008 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. 
16.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• A alvenaria deve estar concluída; 
16.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Tubo eletroduto nas dimensões 
indicadas no projeto; 
• Curva eletroduto nas dimensões 
indicadas no projeto; 
• Eletroduto flexível corrugado nas 
dimensões indicadas no projeto; 
• Caixa PVC 4x2” e 4x4”; 
• Pino de rosca com porca; 
• Fios e cabos; 
• Fita isolante; 
• Carga curta; 
• Fita perfurada; 
• Pistola para fixação de pino; 
• Quadros de distribuição; 
• Serra manual; 
• Alicate; 
• Furadeira; 
• EPI’s ( Uniforme, capacete, bota, 
luva, óculos, etc) 
 
16.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Tubulação em laje 
• Posicionar as caixas de passagem de acordo com o projeto elétrico, com auxílio de 
furadeira; 
• Posicionar e fixar os eletrodutos e/ou os conduites na laje utilizando fitas perfuradas a 
no máximo cada 2,0m de espaçamento, passando-os pelas caixas já fixadas; 
• Com a instalação das peças concluída, executar a fiação do ambiente; 
• Caso haja alguma peça estrutural sacando, fazer o desvio da mesma com conduite. 
 Tubulações em parede 
• Marcar os pontos de tomadas e interruptores e outros que estejam definidos em 
projeto; 
• Fazer corte na parede para instalação da tubulação; 
• Para a fixação das caixas de passagem, prever a espessura do revestimento que será 
utilizada na parede, e mantê-las niveladas entre si; 
• Após o chumbamento das caixas de passagem, proceder à colocação da tubulação, 
fixando-a com argamassa e iniciando a fiação; 
• As caixas de passagem devem ser preenchidas com papelão para evitar que fiquem 
cheias de argamassa de reboco. 
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 16.2 
 
 Fiação 
• Verificar se os eletrodutos não estão entupidos; 
• Iniciar a execução da fiação, seguindo o caminhamento dos circuitos de acordo com 
projeto específico; 
• Instalar os interruptores e tomadas, colocando os acabamentos somente após o 
assentamento de azulejo, onde especificado, ou após a pintura das paredes; 
• Montar o quadro de distribuição e instalação dos disjuntores de acordo com projeto. 
 Acabamento 
• Antes da última demão de tinta colocar as tampas dos acabamentos; 
• Após a conclusão dos serviços, testar os pontos com teste neon ou de lâmpada. 
NOTA: Não utilizar vaselina liquida nas tubulações, se necessitar usar pastosa. 
 
 
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 17.1 
PES 17: INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS 
17.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico e Projeto hidrossanitário; 
• ABNT NBR 5626:1998 - Instalação predial de água fria; 
• ABNT NBR 7372:1982 - Execução de tubulações de pressão - PVC rígido com junta 
soldada, rosqueada, ou com anéis de borracha; 
• ABNT NBR 8160:1999 - Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução. 
17.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• A alvenaria e laje concluídas e liberadas; 
• Os projetos devem estar disponíveis; 
• Furos nas lajes executados. 
17.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Tubos e conexões em PVC para água fria 
e esgoto; 
• Adaptadores ou luvas com rosca 
metálica; 
• Metais sanitários (base e acabamento); 
• Adesivo para colagem de PVC; 
• Pincel chato; 
• Trapo para limpeza; 
• Fita veda rosca; 
• Fio bahia e pasta tipo robimar; 
• Pino de rosca com porca; 
• Fita perfurada para fixação; 
• Perfuratriz para concreto; 
• Ponteiro e marreta; 
• Pistola para fixação de pino; 
• Serra manual; 
• Trena; 
• Pano; 
• Álcool em gel; 
• EPI’s (Bota, luva, capacete, óculos, 
protetor de ouvidos). 
 
17.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 INSTALAÇÃO HIDRÁULICA DE ÁGUA FRIA 
- Furos nas lajes e tubos passantes 
• O diâmetro da broca deve ser o diâmetro externo do tubo passante adotado para o 
ponto. Para o sistema de esgoto, o diâmetro adotado é o diâmetro externo da 
tubulação em questão. 
• Os furos nas lajes devem ser executados de acordo com o projeto hidrossanitário. Para 
auxiliar nesta execução, deverão ser feitos gabaritos em tamanho real com os furos de 
cada área molhada, referenciados pelo shaft de cada uma dessas áreas; 
• Devem ser chumbados aos respectivos furos com argamassa 1:4 na parte superior da 
laje e com gesso na parte inferior; 
• A impermeabilização deve ser executada de forma que cubra uma parte da extensão 
do tubo passante acima da laje; 
• Os tubos passantes devem ter 45 cm de comprimento, passando 10 cm acima da laje; 
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 17.2 
 
- Prumadas e ramais 
• As colunas de distribuição (“prumadas”) devem ser executadas nos pontos indicados 
em projeto, e fixadas devidamente; 
• Executar os ramais por baixo da laje do pavimento, prendendo-os com fitas 
perfuradas, com exceção dos ramais que servirão apenas aos chuveiros; 
• Alocar os sub ramais nos tubos passantes apropriados, fazendo a fixação com vedantes 
flexíveis; 
• As tubulações devem ser cortadas e montadas de acordo com o projeto em linhas de 
montagem instaladas na obra; 
• Executar as conexões atentando para o correto lixamento e limpeza das peças, 
vedando cada uma de acordo com o tipo de conexão (soldável ou rosqueável); 
• Executar todos os pontos de tubulação, registros e conexões de acordo com o projeto 
hidráulico; 
• Deixar a água correr por algunsminutos pela tubulação, fazendo a limpeza da mesma 
e a seguir fechar os pontos finais com plug rosqueável; 
• Tomar cuidado para que não caia nenhum material que impossibilite a total vazão do 
tubo; 
- Barrilete 
• Montar o barrilete de acordo com o projeto, executando as conexões com os mesmos 
cuidados tomados quando da ligação dos ramais de água fria; 
• Fazer a conexão da caixa d’água com flange, calafetando com massa; 
• Para caixas d’água de PVC ou fibra, realizar os furos na caixa utilizando furadeira com 
serra copo, nas medidas exatas de cada flange. Para caixas d’água de concreto, fazer a 
ligação com o barrilete antes da impermeabilização da caixa. 
Obs.: Antes de se iniciar o revestimento final, realizar o teste de vazamentos, enchendo 
toda a tubulação com água na pressão de trabalho. 
 INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO 
• Locar as colunas e pontos de esgoto; 
• Cortar os tubos especificados em projeto nas dimensões previstas. É recomendável 
que as dimensões sejam confirmadas no local da execução; 
• Lixar o tubo e a bolsa da conexão para executar as juntas soldadas, limpar as 
superfícies lixadas e distribuir o adesivo em quantidade uniforme, encaixar as 
extremidades e remover o excesso de adesivo. Aguardar alguns instantes até que o 
adesivo seque; 
• Montar as colunas de esgoto, colocando os tubos e conexões de acordo com o projeto. 
Fixar as colunas adequadamente nos shafts com uso de telas; Os derivadores devem 
ser executados de forma a permitir alguma flexibilidade para girar e assim ajustar 
possíveis diferenças; 
• Montar os tubos e conexões especificados, correspondente a cada ambiente, 
atentando para os caimentos necessários e para a correta disposição, alinhamento dos 
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 17.3 
elementos e fixação com fita perfurada de acordo com o projeto hidrossanitário. 
Observar que os tubos não devem ser forçados e quando necessário realizar um desvio 
deverão ser utilizados joelhos; 
• Montar a tubulação sob a laje partindo dos pontos da caixa sifonada e bacia sanitária, 
previamente determinada, prendendo com fitas metálicas. Atentar para a necessidade 
de prolongadores nas caixas sifonadas; 
• Conectar os tubos de coleta aos tubos passantes por meio de vedantes flexíveis. 
• Conectar toda a montagem à coluna de esgoto sanitário; 
• Atentar para que não caia nenhum material que impossibilite a total vazão do tubo. 
OBS.: As obras que iniciaram a execução no sistema antigo terminarão no sistema antigo. 
 
 
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 18.1 
PES 18: LAJE PRÉ-FABRICADA COM USO DE VIGOTAS TRELIÇADAS 
18.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico, planta de forma e projeto estrutural; 
• ABNT NBR 14859-1:2002 - Laje pré-fabricada - Requisitos - Lajes unidirecionais. 
18.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• As alvenarias e cintas de travamento do andar inferior devem estar respaldadas; 
• Os níveis de referência do pavimento devem estar transferidos e verificados; 
• Prever proteção na periferia das formas contra queda de material e pessoas. 
18.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Rolo de Pintura (para aplicação de 
desmol); 
• Formas laterais de vigas; 
• Alicate de corte; 
• Espaçadores; 
• Linha de nylon; 
• Serra de corte manual; 
• Alicate; 
• Arame recozido; 
• Vigotas; 
• Lajotas (cerâmica, EPS, ou outro material 
de preenchimento); 
• Jerica e carrinho de mão; 
• Concreto usinado ou de obra; 
• Escoramento metálico ou de madeira; 
• Pá, enxada, desempenadeira e colher 
de pedreiro; 
• Vibrador de imersão com mangote e 
Baco de alimentação, providenciar um 
vibrador-reserva para evitar 
interrupção na concretagem; 
• EPI’s (Uniforme, capacete, botas 
adequadas, luva, óculos, cinto de 
segurança, etc); 
• Régua para sarrafeamento. 
 
18.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Distribuir as vigotas de cada vão de acordo com o tamanho e o sentido indicado na 
planta de montagem. As lajes pré-moldadas escoradas transversalmente a cada 1,5m; 
• Observar na ponta das vigotas se existem dois aços salientes com comprimento de 
aproximadamente 5cm, que servem para auxiliar na união entre as vigotas e o apoio 
quando a laje for concretada; 
• Sobre cinta de amarração apoiar as vigotas, no mínimo 2cm. 
Sendo sobre alvenarias e vigas, apoiar no mínimo 5cm; 
• As lajotas devem ser encaixadas sobre as vigotas. Iniciar a colocação da laje por um par 
de blocos (lajotas) colocados em cada extremidade, intercalados com as vigotas para 
servirem de gabarito de montagem; 
• A primeira e a última carreiras de lajotas podem ser apoiadas na própria cinta de 
amarração ou colocar as vigas pré-moldadas ao lado da parede ou da viga de apoio, 
deixando uma pequena folga entre a vigota e as lajotas, quando houver; 
• A primeira linha de lajotas deve ser apoiada de um lado sobre a alvenaria e de outro 
lado sobre a primeira vigota; 
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 18.2 
• Executar os escoramentos; 
• Após a montagem demarcar os pontos elétricos; 
• É necessária a execução de nervuras transversais sempre que haja cargas concentradas 
(paredes) a distribuir ou quando o vão for superior a 4,0m, exigindo-se duas nervuras 
se o vão ultrapassar a 6,0 m, mesmo quando não constar em projeto. Em caso de 
dúvidas, consultar NBR 14859; 
 
 
 
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 19.1 
PES 19: LOCAÇÃO DE OBRA 
19.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Planta de locação de obra; 
• ABNT NBR 14645-3:2005 Versão Corrigida:2011 - Elaboração do "como construído" (as 
built) para edificações - Locação topográfica e controle dimensional da obra – 
Procedimento. 
19.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• O terreno deve estar limpo e escavado até a proximidade das cotas definidas para 
execução ou apoio das fundações. 
19.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Pontaletes, sarrafos e estroncas; 
• Arame recozido e pregos; 
• Linha de nylon; 
• Mangueira de nível, nível de bolha ou 
Aparelho de nível a laser; 
• Esmalte sintético; 
• Pincel fino para letreiro 
• Pá, Enxada e Cavadeira; 
• Prumo de centro; 
• Tábua; 
• Trena metálica; 
• Martelo; 
• EPI’s (bota, luva, capacete, etc) 
 
19.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Definir a referência de nível (RN) da obra e a referência pela qual será feita a locação 
da obra, conferir as medidas do terreno; 
• A partir da referência escolhida no terreno, deve-se marcar uma das faces do gabarito 
com uma trena metálica e uma linha de náilon, obedecendo a uma distância de pelo 
menos 1 metro da face da Fundação. As demais faces do gabarito podem ser marcadas 
a partir dessa face e do projeto de locação. 
• O gabarito deve ser executado por meio da cravação de pontaletes ou estroncas, que 
devem estar aprumados e alinhados, faceando sempre o mesmo lado da linha de 
náilon, espaçados de 1,5 a 3,0m podendo variar de acordo com o projeto; 
• Os pontaletes devem ser nivelados com auxilio de nível de mangueira ou a laser 
quando possível, e devem estar a uma altura média do solo de 1,0 a 1,5m do solo. Na 
face interna dos pontaletes pregar tabuas também niveladas, formando o “gabarito”; 
• A partir da referência definida para a obra, marcar no gabarito, as distâncias dos eixos 
dos pilares, com lápis, na face da tábua e fixar pregos no topo; 
• Depois de marcar todos os eixos, conferir toda a distância entre os eixos vizinhos; 
• Pintar com esmalte sintético, nas faces das tábuas do gabarito, o número de cada pilar, 
indicando o prego correspondente. 
 
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 20.1 
PES 20: INSTALAÇÕES DE LOUÇAS E METAIS SANITÁRIOS 
20.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Arquitetônico; 
• ABNT NBR 15097-2:2011 - Aparelhos sanitários de material cerâmico - Procedimento 
para instalação.20.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Os serviços de revestimentos internos e instalações hidráulicas devem estar 
concluídos; 
• O local de serviço deverá estar limpo e desimpedido. 
20.3) MATERIAIS E QUIPAMENTOS 
• Louças sanitárias; 
• Metais sanitários; 
• Parafusos, buchas, arruelas e porcas; 
• Massa de rejunte; 
• Espátula; 
• Massa Plástica; 
• Furadeira e brocas de vídea; 
• Buchas, parafusos e arruelas; 
• Lápis de carpinteiro; 
• Chave inglesa; 
• Chave de fenda; 
• Massa de vedação; 
• Nível de bolha; 
• EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, máscara, 
etc). 
 
20.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Instalação de Lavatórios e Tanques 
• Os lavatórios e Tanques devem ser posicionados nos locais de aplicação, efetuando-se 
as ligações de esgoto e água necessárias. As medidas devem ser de acordo com 
projeto. 
• A seguir fazer o rejuntamento das peças com rejunte comum industrializado. 
• Esperar entre 15 e 40 minutos para remover o excesso do produto, com o auxilio de 
uma esponja macia, úmida e limpa, alisando o material sem comprimi-lo. 
• Não deve ser utilizado ácido para limpeza das peças e do rejunte, somente água e se 
necessário sabão neutro. 
 Instalação de Bacias Sanitárias 
• Colocar a bolsa cônica plástica e/ou outro sistema na saída de esgoto e posicionar a 
bacia na posição final; 
• Marcar os pontos de fixação utilizando lápis de carpinteiro e retirar a bacia; 
• Fazer as furações no piso utilizando furadeira de impacto com broca de vídea; 
• Colocar as buchas e os parafusos; 
• Passar a massa de vedação por baixo e por cima da bolsa plástica e ajustá-la no tubo 
de esgoto; 
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 20.2 
• Assentar a bacia, ajustando ao mesmo tempo o tubo de ligação de água. No caso de 
engates flexíveis (sistema de caixa acoplada) este é encaixado posteriormente, 
tomando cuidado com o espaçamento adequado entre caixa acoplada e a parede; 
• Colocar as arruelas e porcas apertando até perfeita fixação e conferir o nivelamento 
com um nível de bolha; 
• Realizar o acabamento das juntas com massa de rejunte. 
 Instalação de Metais 
• Os metais devem ser posicionados nos locais de aplicação, efetuando-se as ligações de 
água necessárias; 
• As ligações devem ser feitas com o auxílio de fita de PVA para perfeita vedação (fita 
veda rosca). Esta fita deverá ser aplicada conforme orientações do fabricante; 
• As ligações devem ser testadas liberando-se o uso da água. Verificar a inexistência de 
vazamentos, após verificação e aprovação os acabamentos finais podem ser 
colocados. 
 Proteção das Louças e Metais Instalados 
• Após executados os serviços de instalação de louças e metais, deve-se proteger as 
peças de metal com filme PVC, e não retirar as proteções do fabricante no caso das 
louças, estas proteções só poderão ser retiradas no processo de limpeza final da 
unidade; 
• Caso as louças não tenham proteções de fabrica, deve-se proteger as mesmas com 
filme de PVC ou material similar com mesma eficiência. 
 
NOTA: 1) Na inspeção final dos vasos sanitários, verificar a regulagem das descargas. 
 
 
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 21.1 
PES 21: MONTAGEM DE ARMADURA 
21.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto Estrutural; 
• ABNT NBR 6118:2014 Versão Corrigida:2014 - Projeto de estruturas de concreto — 
Procedimento; 
• ABNT NBR 14931:2004 - Execução de estruturas de concreto - Procedimento 
21.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Execução das formas de pilares, vigas e laje; 
• Locação e escoramento conferidos; 
• Desmoldante aplicado; 
• Armaduras cortadas e dobradas conforme projeto; 
• Gabaritos executados; 
• Para pilares de fundação, executar a impermeabilização antes da alocação da 
armadura. 
21.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Aço (barras, fios ou telas); 
• Arame recozido nº 18; 
• Torquês; 
• Cavaletes para montagem das peças; 
• Trena metálica; 
• Chave de dobra; 
• Tesoura manual. 
• Policorte; 
• Espaçadores tipo caranguejo; 
• Espaçadores plásticos; 
• Guincho ou grua; 
• Torno de bancada (pinos); 
• Giz para demarcação; 
• EPI’s (Uniforme, capacete, bota, 
luva, óculos, protetor auricular, 
cabo-vida, cinto de segurança, 
etc) 
 
21.4) MÉTODO EXECUTIVO 
• Providenciar local com cavaletes para montagem das peças; 
• Montar as armaduras conforme projeto e identificá-las; 
• Onde houver cruzamento de armação dispor a mais leve sobre a mais pesada; 
• A amarração deve ser feita com arame recozido e estar firme o suficiente para impedir 
a movimentação do conjunto durante o transporte e a concretagem; 
• Colocar a armadura dos pilares, observando que as esperas do nível inferior fiquem na 
parte interna da armação; 
• Na seqüência, iniciar a colocação da armadura das vigas, observando para que, onde 
haja cruzamento entre vigas, exista uma amarração e montagem correta; 
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 21.2 
• Colocar espaçadores em quantidade suficiente para que a armação não tenha contato 
com a forma, respeitando o cobrimento mínimo especificado; 
• No caso de utilização de ganchos para ancoragem, estes devem ser executados 
durante a armação. 
 Pilares e vigas 
• Posicionar duas barras de aço e fixar os estribos das extremidades; 
• Posicionar as demais barras e amarrá-las aos estribos das extremidades; 
• No caso de pilares, colocar um estribo auxiliar no topo dos arranques e outro na altura 
da laje; 
• Posicionar os demais estribos, conferindo os espaçamentos, o número de barras 
longitudinais e de estribos; 
• Amarrar firmemente o conjunto em todos os pontos de contato e posicionar os 
espaçadores; 
• Posicionar a armadura de maneira tal a respeitar o cobrimento mínimo de 2,5cm; 
• As emendas podem ser por: transpasse, luvas rosqueadas, solda e outros; que devem 
respeitar o projeto. 
 Laje 
• Para o início da armação das lajes, é necessário que as armaduras das vigas que fazem 
contorno do pano a ser executado estejam no lugar; 
• Posicionar as barras da armadura principal e secundária que fazem parte da armadura 
positiva, amarrando-as com arame recozido; 
• Posicionar as barras da armadura negativa, amarrando-as a armadura das vigas; 
• Fazer o uso de “caranguejos” para manter a posição das armaduras positivas e 
negativas; 
• Colocar espaçadores em quantidade suficiente para que a armação não tenha contato 
com a forma, e respeitando o cobrimento mínimo. 
 
 
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 22.1 
PES 22: PISO EXTERNO 
22.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
• Projeto arquitetônico; 
• ABNT NBR 15953:2011 - Pavimento intertravado com peças de concreto — Execução; 
• ABNT NBR 12260:2012 - Execução de piso com argamassa de alta resistência mecânica 
— Procedimento. 
22.2) SERVIÇOS ANTERIORES 
• Compactação do solo (quando houver) deve estar pronto e liberado; 
• As instalações embutidas devem estar prontas e liberadas (quando houver). 
22.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
• Argamassa de cimento-areia; 
• Mangueira de nível, ou aparelho de 
nível a laser; 
• Desempenadeira de madeira ou aço; 
• Enxada; 
• Politriz; 
• Caixote plástico; 
• Vassoura; 
• Colher de pedreiro; 
• Régua de alumínio/vibratória; 
• Cimento; 
• Concreto; 
• EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, 
máscara, etc). 
 
22.4) MÉTODO EXECUTIVO 
 Piso intertravado de concreto 
• A base (terreno) deve estar nivelada e compactada. As instalações elétricas e 
hidráulicas devem estar todas posicionadas. 
• Dependendo das condições do terreno e quando especificado em projeto, lançar 
camada de bica corrida e espalhar manualmente ou mecanicamente, a fim de 
aumentar a resistência da base. 
• Iniciar a instalação do piso pelas peças de contenção lateral (guias, sarjetas e outras). 
Estas peças deverão ser posicionadas conforme

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