Prévia do material em texto
30 PROCESSOS CONSTRUTIVOS PARA MELHORAR A QUALIDADE DA SUA OBRA PES – PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO DE SERVIÇO Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com PES – REVISÃO 05 22/01/2023 LISTA DE PES PES 01: ALVENARIA INTERNA E DE VEDAÇÃO COM BLOCOS CERÂMICOS PES 02: INSTALAÇÃO DE BANCADA PES 03: INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO PES 04: INSTALAÇÃO DE KIT PORTA PRONTA PES 05: COMPACTAÇÃO DE ATERRO PES 06: CONCRETAGEM DE PEÇA ESTRUTURAL PES 07: CONTRAPISO PES 08: COBERTURA EM TELHADO PES 09: FORMAS PES 10: IMPERMEABILIZAÇÃO PES 11: PINTURA EXTERNA PES 12: PINTURA INTERNA PES 13: FORRO DE GESSO PES 14: FUNDAÇÃO – RADIER PES 15: FUNDAÇÃO – SAPATA ISOLADA PES 16: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PES 17: INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS PES 18: LAJE PRÉ-FABRICADA COM USO DE VIGOTAS TRELIÇADAS PES 19: LOCAÇÃO DE OBRA PES 20: INSTALAÇÕES DE LOUÇAS E METAIS SANITÁRIOS PES 21: MONTAGEM DE ARMADURA PES 22: PISO EXTERNO PES 23: REVESTIMENTO DE PISO CERÂMICO PES 24: PRODUÇÃO DE CONCRETO E ARGAMASSA PES 25: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA PARA PAREDES EXTERNAS PES 26: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES EXTERNAS (FACHADAS) PES 27: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA E GESSO PARA PAREDES INTERNAS PES 28: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES INTERNAS PES 29: LAJE NERVURADA COM USO DE CUBETAS PLÁSTICAS PES 30: RASTREABILIDADE DO CONCRETO I. HISTÓRICO DAS REVISÕES Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 1 PES 01: ALVENARIA INTERNA E DE VEDAÇÃO COM BLOCOS CERÂMICOS DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico; • ABNT NBR 8545:1984 - Execução de alvenaria sem função estrutural de tijolos e blocos cerâmicos - Procedimento. SERVIÇOS ANTERIORES Concretagem de laje deve estar concluída, curada e liberada. INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Valor mínimo: 16 m²/Hd (Alvenaria Interna) 15 m²/Hd (Alvenaria Periférica) 28,5 m/Hd (Marcação duas fiadas) 44 m/Hd (Marcação duas fiadas) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Blocos cerâmicos; • Argamassa de assentamento; • Prumo de face; • Nível de bolha; • Caixote de madeira ou plástico • Colher de pedreiro ou palheta; • Nível de mangueira ou aparelho de nível a laser; • Linha de náilon; • Escantilhão; • EPI’s: uniforme, botas, capacete, luva, óculos de proteção. MÉTODO EXECUTIVO Marcação Remoção de materiais e limpeza do pavimento onde será executada a alvenaria; Transferir o Nível de Referência (NR) para o pavimento de trabalho por meio de um nível a laser ou mangueira de nível e determinação dos eixos de referência do pavimento através de linhas de náilon; Antes de iniciar a execução da primeira fiada, verificar se existe desnível acentuado da base de marcação. Em caso de existência, executar camada de argamassa a fim de nivelar e planificar a superfície; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 2 Execução da primeira fiada, começando pela periferia da laje e continuando com a definição dos ambientes internos; As juntas de assentamento deverão ser executadas no sentido horizontal e vertical, de preferência com espessuras de 1,0 cm a 2,0 cm; Definir a locação dos vãos das portas, conforme projeto obedecendo a folga de espera de 9 cm na largura para o caso de portas prontas de madeira e 5 cm na altura; Atentar para a correta passagem das tubulações elétricas, hidráulicas e de gás; Nas extremidades da alvenaria os tijolos deverão ser rotacionados de forma que os furos não fiquem de forma aparente; Alvenaria interna e de periferia Executar as demais fiadas, procurando obter o mínimo de quebras e proporcionando espessuras de 1,5 cm de média (variação de 1,0 cm a 2,0 cm); No caso da alvenaria interna, aplicar argamassa de assentamento apenas nas juntas horizontais dos blocos, com exceção da alvenaria de divisa entre área comum e privativa, alvenaria de divisa entre unidades diferentes; Poderá ser utilizada junta de assentamento completa em alvenarias internas por algum critério do Engenheiro da Obra ou por determinação de Projeto; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 3 Utilizar uma linha de náilon esticada entre as extremidades de cada fiada para garantir o alinhamento e nivelamento. Esta linha pode ser esticada entre dois escantilhões ou pontaletes graduados, desde que observados prumo e nivelamento da alvenaria; Aplicar argamassa no pilar com utilização de uma desempenadeira; Executar a ancoragem da alvenaria nos pilares através de tela galvanizada fixada ao concreto por meio de resina ou pino de aço, posicionada a cada duas fiadas de bloco ou conforme projeto; Quando atingir a altura das janelas, definir a locação dos vãos das mesmas atentando para a colocação ou execução das vergas e contra- vergas; Elevação da Alvenaria deverá ser executada até o limite da laje, adentrando as cubetas em caso de lajes nervuradas, para as seguintes situações: alvenaria de divisa entre área comum e privativa, alvenaria de divisa entre unidades diferentes; E mais, alvenarias que desempenham função de isolamento acústico, por exemplo, no caso entre banheiros e quartos, é importante que a alvenaria de banheiro vá até o fundo da viga ou até o fundo da cubeta. Nas extremidades da alvenaria os tijolos deverão ser rotacionados de forma que os furos não fiquem de forma aparente; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 4 Verificação do alinhamento vertical com prumo de pedreiro; Para a fixação da alvenaria a estrutura (encunhamento), deixar espaço de 2 cm , que deverá ser preenchida posteriormente com argamassa apropriada para este fim. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 2.1 PES 02: INSTALAÇÃO DE BANCADA 2.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico (detalhamentos); • ABNT NBR 15844:2015 - Rochas para revestimento - Requisitos para granitos • ABNT NBR 9050:2015 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos 2.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Os revestimentos de parede e piso devem estar concluídos, seja em argamassa ou cerâmico; • As instalações hidráulicas devem estar concluídas. Recomenda-se que o forro de gesso esteja concluído (quando houver) para a colocação da bancada (para evitar sobrecarga posterior) 2.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Bancada de pedra com cuba fixada; • Cantoneira; • Massa plástica; • Argamassa de chumbamento; • Respaldo e testeiras; • Linha de nylon; • Régua com nível de bolha; • EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, máscara, etc). 2.4) MÉTODO EXECUTIVO Para a instalação de bancadas de pedra devem-se executar dois cortes na alvenaria, com uso de serra mármore e respeitando as alturas e dimensões de projeto, para o encaixe da bancada e do respaldo, tomando cuidado para não danificar as instalações hidráulicas; Após o corte, instalar as cantoneiras preenchidas com argamassa de chumbamento e com uma camada superior de argamassa colante. As cantoneiras devem estar embutidas 3 cm na parede e a 15 cm das bordas. Caso a bancada esteja embutida também lateralmente na alvenaria só será necessária a instalação da cantoneira no lado oposto ao da alvenaria; As demais peças devem ser instaladas em seguida. Para interfaces granito/alvenaria utilizar-se de argamassa de chumbamento e para interfaces granito/granito utilizar massa plástica; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 2.2 O nivelamento da peça granítica deve ser verificado com auxilio deprojeto, esquadrejadas e niveladas. A fixação é feita com concreto magro aplicado na base das peças. • Sobre a base, lançar a camada de areia ou pó de pedra. Esta camada deve ser nivelada com auxílio de régua de alumínio. • Posicionar as peças uma a uma, seguindo a paginação definida em projeto. As peças não devem ser arrastadas para não haver acumulo de areia entre as peças. Pequenos ajustes devem ser feitos com martelo de borracha. • Nas guias e nas caixas de inspeção, quando necessário, as peças deverão ser cortadas, de preferência com serra de disco. • Após a instalação de todas as peças, compactar todo o piso com placa vibratória para garantir o nivelamento. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 22.2 • Após a compactação e com o auxílio de vassoura, espalhar areia fina sobre o piso para preenchimento das juntas. • Compactação final com placa vibratória. Piso cimentado • Transferir o nível a partir do nível de referência, segundo o projeto e utilizando mangueira de nível ou nível laser; • Assentar as taliscas em todas áreas do piso e junto aos ralos e grelhas, prevendo um caimento de 1% (1 cm a cada metro) nas áreas molhadas, em sentido aos ralos. • A espessura de revestimento deve estar compreendida entre 20 mm e 30 mm . • Prever juntas de dilatação a no máximo 3 m de distância entre elas (para frente e para o lado); • Após o preparo das taliscas, limpar e espalhar sobre a superfície uma nata de cimento com adesivo utilizando uma vassoura; • Cuidar para que a nata de cimento não endureça antes do lançamento da argamassa; • Lançar a argamassa entre as taliscas espalhando a argamassa com enxada; • A camada de piso deve ser constituída por argamassa de cimento e areia média lavada, com traço em volume de 1:3; • Aguardar o ponto de sarrafeamento e sarrafear a superfície com régua de alumínio, “cortando” a sobra até que a superfície alcance o nível das taliscas; • Para o acabamento final, verificar o tipo de desempeno (comum, feltrado ou queimando), de acordo com o ambiente (rampas, calçadas, subsolos, estacionamentos, quadras, etc) e utilizar desempenadeira de madeira ou de aço, polvilhando cimento ou não; • Os pisos recém-aplicados devem ser submetidos a um processo de cura úmida durante 07 dias através da aplicação de sacos de aniagem úmidos sobre o piso; • Bloquear o acesso à área executada para não danificar o piso. Piso em concreto armado sobre aterro Regularizar o terreno antes de colocar a lona. Colocar a lona e malha de ferro dupla, separadas por treliças. Área pronta para aplicar o concreto. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 22.3 • Executa-se primeiramente uma limpeza de entulhos e vegetação; o solo precisa estar livre de qualquer material orgânico; • Executa-se a compactação do solo. Para um aterro maior que 70 cm de profundidade é necessária a utilização de uma malha pop leve; • Nas camadas mais superficiais executa-se uma compactação do solo a cada 20 cm, nas camadas mais profundas executa-se uma compactação a cada 30 cm; • É necessário o uso de uma lona entre o solo natural e o piso concreto a fim de evitar interferências do solo no concreto; • Estica-se uma linha para nortear o nível do piso; • Executa-se a concretagem com concreto de 15 MPa; • Aguardar o ponto de sarrafeamento e sarrafear o piso; • Esperar o tempo de cura do concreto de 28 dias, molhando o concreto diariamente; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 23.1 PES 23: REVESTIMENTO DE PISO CERÂMICO 23.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico; • NBR 13753:1996 – Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento. 23.2) SERVIÇOS ANTERIORES • O contrapiso deve estar pronto, assim como o sistema de impermeabilização testado e liberado; • Os ralos devem estar fechados, preenchido com papel amassado ou semelhante; • A base deve estar limpa e livre de qualquer outro material aderido; • A cerâmica de parede e o forro de gesso devem estar concluídos. 23.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE Valor mínimo: 18m²/Hd 23.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Piso cerâmico; • Argamassa colante; • Rejunte; • Lápis de carpinteiro; • Nível a laser e nível de bolha; • Trena metálica; • Prego; • Linha de náilon; • Desempenadeira de aço com lado dentado; • Martelo; • Martelo de borracha; • Serra mármore com disco de corte diamantado; • Riscador manual com broca de vídea; • Espaçadores plásticos em X; • Rodo sem cabo; • Vassoura; • Panos ou bucha de sisal; • Masseira; • EPI’s: uniforme, botas, capacete, óculos, protetores auriculares, máscaras, luvas, etc. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 23.2 23.5) MÉTODO EXECUTIVO Assentamento Marcar os níveis do piso final junto às paredes, com o auxílio de nível a laser e trena metálica; Esticar uma linha de náilon nos dois sentidos do piso e assentar a primeira fiada de cada sentido considerando o mínimo possível de recortes nas peças, as demais fiadas deverão obedecer ao alinhamento das primeiras; Assentamento da fiada principal na circulação, considerando o mínimo possível de recortes e atentando para o alinhamento das peças. Os cortes das peças devem ser executados antes da aplicação da argamassa de assentamento, devendo ser feitos por meio de serra elétrica com disco adiamantado e/ou riscador manual provido de broca de vídea; Aplicar a argamassa no contrapiso com o lado dentado da desempenadeira formando os cordões e aplicar na peça cerâmica uma camada de argamassa com o lado liso da desempenadeira, fazendo a colagem dupla da peça. Após a colocação das peças ligeiramente fora de posição, a placa é ajustada com ligeiro movimento de rotação. Com o auxílio do martelo de borracha, o assentamento da cerâmica é reforçado. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 23.3 Ajustando-se o posicionamento das peças com o auxílio de espaçadores plásticos em X; Verificar constantemente o caimento com o auxílio de um nível de bolha; Remover possíveis excessos de argamassa; Aguardar, no mínimo, 1 dia para iniciar o rejuntamento. guardar, no mínimo, 1 dia para iniciar o rejuntamento. Rejuntamento: Limpar e umedecer as juntas exceto quando não recomendado pelo fabricante; Espalhar o rejunte com um rodo de borracha ou espátula de plástico ou borracha; Aguardar cerca de 15 minutos e efetuar uma limpeza com pano úmido, esponja ou estopa; Aguardar aproximadamente mais 15 minutos e efetuar mais uma limpeza com um pano seco. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 24.1 PES 24: PRODUÇÃO DE CONCRETO E ARGAMASSA 24.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Caderno de Dosagens; • ABNT NBR 7212:2012 - Execução de concreto dosado em central — Procedimento; • ABNT NBR 13276:2005 - Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Preparo da mistura e determinação do índice de consistência. 24.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Limpeza dos agregados a serem utilizados, retirando materiais orgânicos; • Peneiramento da areia a ser utilizada; • Medição dos materiais utilizando padiolas e respeitando os traços pré-estabelecidos em projeto. 24.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Betoneira; • Padiolas; • Enxadas e pás; • Colher de pedreiro; • Areia; • Brita; • Cimento; • Água. 24.4) MÉTODO EXECUTIVO CONCRETO MISTURADO EM BETONEIRA • A betoneira deve estar instalada e os materiais necessários no local adequado. • A betoneira precisaestar limpa (livre de pó, água suja e restos da última utilização) antes de ser usada. • Coloca-se um pouco de água no tambor. • Coloca-se os agregados (brita, areia e cimento) na carregadeira da betoneira, de acordo com a quantidade e tipo do concreto especificado na tabela de traço para concreto (documento controlado); • Da carregadeira, o material é lançado no tambor e misturado. • Com os agregados misturados, adiciona-se o restante da água aos poucos, até a quantidade especificada na tabela de traço para concreto, misturando até a completa homogeneidade do concreto; • Os materiais devem ser colocados com a betoneira girando e no menor espaço de tempo possível. Após a colocação de todos os componentes do concreto, a betoneira ainda deve girar por, no mínimo, 3 minutos. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 24.2 ARGAMASSA MISTURADA EM BETONEIRA • Com os materiais medidos e a betoneira limpa. • Seguir a tabela de dosagem da obra (documento controlado). Observar a destinação que será dada a argamassa para definir o traço. O primeiro traço elaborado deve ser avaliado pelo mestre da obra, para definição da quantidade de água a ser adicionada. Em função da trabalhabilidade desejada, a água deverá ser gradualmente adicionada. Alcançando o efeito desejado, fixa-se a quantidade de água para os traços do dia. • Para colocar os materiais na betoneira, recomenda-se a seguinte ordem: parte da água + aditivo (quando necessário), areia, cal (quando necessário), cimento, outras adições e o restante da água. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 25.1 PES 25: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA PARA PAREDES EXTERNAS 25.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico e projeto de fachada; • ABNT NBR 7200:1998 - Execução de revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas - Procedimento. 25.2) SERVIÇOS ANTERIORES • A alvenaria deve estar concluída e encunhada ou respaldada e as esquadrias ou contramarcos devem estar chumbados ou com os referenciais de vãos definidos; • Os andaimes suspensos devem estar montados. 25.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE Valor mínimo: 69 m²/Hd (Chapisco) 17 m²/Hd (Emboço≤3,5cm) 13 m²/Hd (Emboço >3,5 e ≤6,0cm) 11 m²/Hd (Emboço >6,0cm) 25.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Argamassa produzida em obra (conforme especificação de projeto); • Chapisco; • Trena; • Prumo de face; • Nível de mangueira ou nível a laser; • Andaime suspenso tipo balancim; • Régua de alumínio; • Esquadro de alumínio; • Rede de proteção; • Colher de pedreiro; • Desempenadeira de madeira, aço ou feltrada; • Taliscas de material cerâmico; • Betoneira; • Tela galvanizada (quando necessário); • EPI’s (uniforme, capacete, luvas, óculos, botas, máscara, cinto de segurança, etc). 25.5) MÉTODO EXECUTIVO As execuções dos serviços serão bem definidas entre as subidas e decidas dos balanci ns segundo orientações e definições do Engenheiro e Mestre de obras, seguindo orientações de projeto de fachada: • Iniciar o preparo da base removendo sujeiras tais como óleos, desmoldantes, eflorescências bem como removendo pregos, fios, etc. Preencher furos provenientes de rasgos, depressões localizadas de pequenas dimensões, quebra parcial de blocos e ninhos (bicheiras) de concretagem. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 25.2 • Chapiscar a superfície a ser revestida e aguardar o tempo mínimo de carência para a cura do chapisco 72 horas. • Locar e afixar os arames de fachada na platibanda. Analisar os pontos de maior e menor espessura, medindo-se as distâncias entre os arames e as fachadas. Assentar as taliscas em função de uma distância fixa em relação aos arames da fachada para posição do revestimento aprumado. • Executar as mestras entre as taliscas verticais e aplicar a argamassa para emboço em chapadas, espalhando-a e comprimindo-a fortemente com a colher de pedreiro. • Para áreas onde a camada de emboço possuirá espessura superior a 3,0 cm fixar tela metálica galvanizada com pino de fixação a pólvora antes da execução desta. No caso de camadas com espessura superior a 5,0 cm o projetista de fachada deverá ser consultado sobre a solução técnica a ser adotada. • Aguardar o ponto de sarrafeamento para aí sarrafear a argamassa com régua de alumínio apoiada sobre as mestras, de baixo para cima. • Desempenar a superfície em função do tipo do acabamento final do revestimento. • Desempenar o pano verificando o ponto de desempeno. O desempeno deve ocorrer em duas fases: primeiramente com desempenadeira de madeira e depois com desempenadeira de aço ou espuma. • Para iniciar a aplicação da argamassa colante para o revestimento de fachada, deve-se aguardar o tempo de cura do emboço de no mínimo 7 dias. NOTA: NO CASO DE EXISTÊNCIA DE PROJETO DE FACHADA, LEVAR SEMPRE EM CONSIDERAÇÃO O MÉTODO EXECUTIVO DO MESMO. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 26.1 PES 26: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES EXTERNAS (FACHADAS) 26.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico e projeto de fachada; • ABNT NBR 13755:1996 Versão Corrigida:1997 - Revestimento de paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento. 26.2) SERVIÇOS ANTERIORES • A base deve estar acabada, revestida com argamassa e os contramarcos de janelas devem estar chumbados ou com sua referência definida. • Os andaimes suspensos devem estar montados testados e liberados. 26.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE Valor mínimo: 15 m²/Hd (Cerâmica/Pastilha) 7 m²/Hd (Porcelanato) 26.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Argamassa colante; • Trena e Prumo de face; • Nível de mangueira ou nível a laser; • Aparelhos de corte manual ou discos adiamantados; • Placas cerâmicas; • Masseira plástica; • Desempenadeira de borracha ou pedaço de borracha; • Rejunte industrializado; • Régua de alumínio; • Prego; • Selante de poliuretano; • Escova de nylon; • Andaime Suspenso; • Esquadro de alumínio; • Desempenadeira dentada de aço; • Linha de náilon; • Bucha de sisal ou pano seco; • Corpo de apoio (para junta de movimentação); • EPI’s (Cinto de segurança, botas, luva, capacete, etc). 26.5) MÉTODO EXECUTIVO As execuções dos serviços serão bem definidas entre as subidas e decidas dos balancims segundo orientações e definições do Engenheiro e Mestre de obras: • Limpar a base retirando qualquer material que possa prejudicar a aderência da argamassa colante; • Realizar o taliscamento, emestramento e emboço para os planos de fachada determinados; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 26.2 • Verificar a planicidade e corrigir possíveis falhas no emboço; • Nos planos onde o emboço apresentar espessura superior a 5cm devem ser fixadas telas metálicas, conforme projeto de fachada; • Definir a paginação das placas para que haja o menor número de trinchos possível. Assentar a primeira fiada, obedecendo as juntas pré-definidas no projeto de fachada; • Colocar os arames de prumo do pano a ser assentado: no inicio e no fim do pano, nas faces dos contramarcos, nas faces dos panos perpendiculares entre si e outros que julgarem necessários; • Assentar as fiadas verticais de inicio e fim do pano com distância de 1,5m entre elas e continuar o assentamento das placas até fechar o pano. Para os panos abaixo repetir o procedimento considerando como a primeira fiada a ultima do pano anterior; • No caso de cerâmicas para fachada só é necessária a aplicação de uma camada de argamassa diretamente na parede, executada com o lado dentado da desempenadeira, formando os cordões.• No assentamento, a placa deve ser colocada ligeiramente fora de posição e depois arrastada para a posição para provocar a quebra dos cordões, depois bater levemente com o martelo de borracha ou desempenadeira de madeira. • Esperar a cura e limpar as juntas com prego e/ou escova de nylon. Após término do assentamento do inspecionar e corrigir possíveis falhas no assentamento e limpeza das juntas de assentamento e controle. • Aplicar o rejunte com desempenadeira de borracha, comprimindo fortemente para o preenchimento total das juntas, esperar o ponto para frisar o rejunte com curva de PVC, depois fazer a limpeza com bucha de sisal ou pano seco. • Depois da cura e limpeza do rejunte iniciar a execução da junta de movimentação e colocar o tarucel empurrando com a colher de pedreiro, até o limite da espessura da junta e preencher a junta com selante. • Após inspeção visual liberar a fachada para lavagem. NOTA: NO CASO DE EXISTÊNCIA DE PROJETO DE FACHADA, LEVAR SEMPRE EM CONSIDERAÇÃO O MÉTODO EXECUTIVO DO MESMO. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 27.1 PES 27: REVESTIMENTO EM ARGAMASSA E GESSO PARA PAREDES INTERNAS 27.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico e projeto de fachada; • ABNT NBR 7200:1998 - Execução de revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas – Procedimento; • ABNT NBR 13867:1997 - Revestimento interno de paredes e tetos com pasta de gesso - Materiais, preparo, aplicação e acabamento. 27.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Alvenaria deve estar concluída e fixada, as forras devem estar assentadas (quando for o caso) e as estruturas de concreto devem ter sido chapiscadas com antecedência mínima de 3 dias; • Instalações concluídas: hidráulicas, elétricas e gás; • O contrapiso deve estar protegido com lona plástica ou sacos vazios sempre que possível e chumbamento dos batentes e contramarcos. 27.3) INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Valor mínimo: 164 m²/Hd (Chapisco) 22 m²/Hd (Emboço Desempenado) 16 m²/Hd (Emboço Queimado) 20 m²/Hd (Reboco de Gesso) 27.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Gesso em pó; • Argamassa; • Trena; • Prumo de face; • Nível de mangueira; • Linha de Nylon • Régua de alumínio; • Cantoneira em alumínio • Caixote de Plástico (Argamasseira); • Colher de pedreiro; • Taliscas de material cerâmico; • Desempenadeira de aço; • Desempenadeira de plástico; • EPI’s (uniforme, capacete, luvas, óculos, botas e máscara) Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 27.2 27.5) MÉTODO EXECUTIVO Revestimento de parede em argamassa Limpar a base removendo sujeiras tais como óleos e desmoldantes, e removendo pregos, fios, etc; Preencher furos provenientes de rasgos, depressões, quebra parcial de blocos e bicheiras de concretagem; Chapiscar a superfície a ser revestida e aguardar o tempo mínimo de 03 dias para a cura; Identificar os pontos de maior e menor espessura utilizando esquadro e prumo. Assentar as taliscas de modo que a espessura de argamassa não seja inferior a 10 mm em nenhum ponto; As taliscas não devem ser distanciadas uma das outras mais do que o tamanho da régua de alumínio; Em tetos, utilizar nível de mangueira ou nível a laser, considerando uma espessura máxima de argamassa de 05 mm; Executar as mestras entre as taliscas verticais e aplicar a argamassa de revestimento em chapadas, espalhando-a e comprimindo-a fortemente com a colher de pedreiro; Aguardar o ponto de sarrafeamento para sarrafear a argamassa com régua de alumínio apoiada sobre as mestras, de baixo para cima; Aplicar a argamassa com uma colher de pedreiro, perfazendo uma espessura não superior a 10 mm e, no ponto de desempeno, utilizar primeiro a desempenadeira de madeira e depois uma desempenadeira de PVC (em função do tipo do acabamento); Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 27.3 Quando for utilizada uma camada de reboco, devem ser riscados os encontros entre paredes e entre paredes e tetos ou pisos, de maneira a possibilitar a conferência do nivelamento e prumo dos cantos e rodapés; Para executar as juntas deve-se, logo após o desempeno, marcar com nível de mangueira ou a laser e realizar o corte com frisador. Revestimento em gesso liso sarrafeado • Identificar os pontos de maior e menor espessura utilizando esquadro e prumo e assentar as taliscas nos pontos de menor espessura, considerando uma espessura mínima de 05 mm; • Fazer pasta de gesso, após o descanso, utilizar a pasta no prazo máximo de 30 min; • Assentar as demais taliscas, iniciando pelas taliscas superiores, com transferência de espessura utilizando fio de prumo ou prumo de face e régua; • As taliscas devem ser assentadas com a mesma pasta de gesso que será utilizada para a execução do revestimento e devem ser colocadas a 30 cm das bordas das paredes ou teto. O espaçamento das taliscas não deve ser superior a 1,8 m; • Para a execução das mestras, distribuir a pasta de gesso sobre a régua de modo uniforme, comprimir a régua contra a parede, sobre as taliscas preenchendo os vazios até completá-las; • Iniciar a aplicação do gesso de modo que chegue até a espessura das mestras, preenchendo todos os vazios. Recomenda-se finalizar os revestimentos de teto para iniciar o revestimento das paredes; • Aguardar o ponto de sarrafeamento e sarrafear a massa com régua de alumínio L, apoiando a régua nas mestras e fazendo movimentos como se estivesse cortando a massa; • Em paredes, sarrafear no sentido vertical e de baixo para cima; • Retirar a massa da régua com espátula, chapar novamente nos espaços vazios e passar a régua novamente; • Repetir essa operação até que a superfície esteja preenchida e homogênea; • Aguardar aproximadamente 30 min. após o sarrafeamento para iniciar o acabamento do revestimento; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 27.4 • Passar a desempenadeira de PVC em movimentos alternados a cada demão (horizontais e verticais), preenchendo os poros restantes do sarrafeamento com a mesma pasta utilizada no revestimento; • Executar o arremate dos cantos com desempenadeira e espátula e aguardar pelo menos um dia para iniciar a queima; • Atentar para que logo após a execução do revestimento com gesso liso, sejam retiradas as proteções das caixas de passagem. • Com uma desempenadeira, aplicar uma mistura de pasta de gesso do mesmo material utilizado no revestimento, com uma consistência mais líquida, em movimentos cruzados. O excesso deve ser retirado com desempenadeira de aço pequena, em movimentos verticais; • Repetir o processo mais 2 ou 3 vezes, até que a superfície fique lisa. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 28.1 PES 28: REVESTIMENTO EM CERÂMICA PARA PAREDES INTERNAS 28.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico; • ABNT NBR 13754:1996 - Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento. 28.2) SERVIÇOS ANTERIORES • A base deve estar acabada, revestida com argamassa; • As impermeabilizações das áreas úmidas devem estar concluídas e testadas; • Os contra-marcos devem estar assentados, bem como as forras para portas de madeira, exceto quando se usar porta pronta. 28.3) INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Revestimento Cerâmico para paredes internas: 16m²/Hd Rodapé Cerâmico para paredes internas: 90m/Hd 28.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Argamassa colante; • Revestimento cerâmico; • Trena e Prumo de face; • Nível de mangueira ou nível a laser; • Aparelhos de corte manual e/ou com discos adiamantados; • Bucha de sisal; • Caixote de plástico; • Espaçadores (quandonecessário); • Régua de alumínio; • Martelo de borracha; • Desempenadeira dentada de aço; • Desempenadeira de borracha ou pedaços de borracha; • Linha de nylon; • EPI’s (Bota, luva, óculos, etc). Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 28.2 28.5) MÉTODO EXECUTIVO Assentamento Definir a fiada mestra a cerca de 1,0 m de altura do piso considerando a altura das peças, paginação e espessura das juntas, de modo a evitar quebras e arremates nas peças; Espalhar a argamassa colante com uma desempenadeira dentada em uma área não muito extensa, para não prejudicar as características de aderência da massa com as peças cerâmicas começando pela parte superior da fiada mestra; Assentar as peças cerâmicas, ajustando-se o posicionamento das peças com o auxílio de espaçadores plásticos em X; Aplicar as peças cerâmicas, pressionando-as levemente e seguindo o alinhamento da fiada inferior, mantendo a espessura da junta constante. Após a conclusão da parte superior da fiada mestra, executar a parte inferior; Quando necessário realizar arremates, cortar as peças com serra elétrica com disco adiamantado e/ou riscador manual provido de broca de vídea, antes da aplicação da argamassa e colocar as peças arrematadas na fiada junto ao piso ou junto ao forro ou teto; Prever a instalação de cantoneiras de alumínio ou PVC nos cantos vivos ou esquadrejar os cantos de acordo com o previsto em projeto. Atentar para alocação das caixinhas elétricas em locais determinados no projeto. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 28.3 Nas janelas, respeitar o alinhamento das peças aplicadas nas paredes. Além disso, prever a instalação de cantoneira nos cantos vivos. Conferir a planicidade do revestimento com o auxílio de régua. Conferir o esquadro. Aguardar, no mínimo, 01 dia para iniciar o rejuntamento. Rejuntamento Limpar e umedecer as juntas exceto quando não recomendado pelo fabricante; Espalhar o rejunte com um rodo de borracha ou espátula de plástico e frisar as juntas com um pedaço de madeira (pinho de preferência) ou um fio de cobre encapado para acabamento liso e uniforme; Aguardar cerca de 15 minutos e efetuar uma limpeza com pano úmido, esponja ou estopa; Aguardar cerca de 15 minutos e efetuar uma limpeza com pano seco, esponja ou estopa; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 29.1 PES 29: LAJE NERVURADA COM USO DE CUBETAS PLÁSTICAS 29.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico, planta de forma e projeto estrutural; • ABNT NBR 6118:2014 Versão Corrigida:2014 - Projeto de estruturas de concreto - Procedimento. 29.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Os níveis de referência do pavimento devem estar transferidos e verificados; • Prever proteção na periferia das formas contra queda de material e pessoas. 29.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Rolo de Pintura (para aplicação de desmoldante); • Espaçadores; • Linha de nylon; • Régua metálica; • Desmoldante para formas; • Cubetas plásticas; • Concreto usinado ou de obra; • Escoramento metálico; • Pá, enxada, desempenadeira e colher de pedreiro; • Vibrador de imersão com mangote; • EPI’s (Uniforme, capacete, botas adequadas, luva, óculos, cinto de segurança, etc) 29.4) MÉTODO EXECUTIVO Transportar os eixos da laje inferior para a laje a ser montada com um auxílio de Prumo de Centro ou Nível a laser e trena metálica; Executar o vigamento da laje atentando para o alinhamento; Executar o vigamento da laje atentando para o nivelamento; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 29.2 Executar o escoramento e nivelamento da laje e vigas de acordo com projeto de escora ou orientações do engenheiro responsável, conferindo com rigor o nível através de mangueira de nível ou nível a laser; Executar a colocação das cubetas, colocando as cubas encostadas na lateral da forma da viga de borda ou na faixa de ajuste, e colocando- as lado a lado de maneira a não estarem apoiadas umas nas outras. O alinhamento das formas é dado na sua montagem por réguas, guias e etc. Em seguida, aplica-se desmoldante nas cubetas e formas; Armar a viga conforme projeto, verificando as quantidades, bitolas, posição, comprimento e espaçamento das barras e estribos. Verificar o recobrimento e se a amarração está firme; Armar a laje conforme projeto, verificando as quantidades, bitolas, posição, comprimento e espaçamento das barras. Verificar o recobrimento e se a amarração está firme; Colocar os espaçadores plásticos, checando se a quantidade e distâncias estão suficientes; Executar a colocação das mangueiras, pontos de iluminação, e hidráulicas (Caso aplicável); Execução das instalações de shafts e pontos (Caso aplicável); Lançar o concreto até o nível do topo das formas de borda, espalhando com auxílio de pás e enxadas, e vibrar em diversos pontos com distanciamento adequado. Atentar para o deslocamento da ferragem e danos a formas e instalações; Destinar um colaborador a fazer o acompanhamento por baixo da laje, para verificação de eventuais problemas; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 29.3 Fazer uniformização da laje, dando um acabamento à superfície do concreto por meio de uma desempenadeira a cada trecho sarrafeado. Iniciar a cura úmida tão logo a superfície permita (secagem ao tato). A retirada do reescoramento só deverá ser feita após o tempo de cura completa do concreto, 28 dias. Caso necessário, pode-se retirar aos 21 dias se o Fck já atender às exigências do projeto. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com PES 30: RASTREABILIDADE DO CONCRETO 30.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Estrutural (Planta de Forma); • ABNT NBR NM 67:1998 – Concreto – Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone; • ABNT NBR – 5738:2015 – Concreto – Procedimento para moldagem e cura de corpos de prova. 30.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Armação e formas devem estar concluídas, fixadas e previamente conferidas por responsável técnico; • Todos os espaçadores colocados e desmol aplicado em todas as formas e cubetas plásticas. 30.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Projeto estrutural previamente impresso em formato A4; • Marcadores de texto em diversas cores; • Haste Metálica; • Cone de Abrams; • Base Metálica; • Régua ou Trena. 30.4) MÉTODO EXECUTIVO • Definir inicialmente o volume de concreto para que saiba a quantidade de betoneiras que deverão ser anexadas ao croqui do projeto estrutural com identificação de ordem de chegada e seus respectivos slumps; • Assim que chegar o caminhão, verificar se o lacre está de acordo com a nota fiscal e se as características estão de acordo com o solicitado (resistência, relação águacimento, slump e volume); Verificação do abatimento do concreto com o teste do slump • Posicionar a base em local nivelado; • Umedecer o molde e a placa base; • Posicionar o molde no centro e fixar com os pés as abas, de forma a mantê-lo estável; • Moldar 3 camadas e golpear cada uma 25 vezes para adensar o concreto; • Adensar a camada junto à base de forma que a haste de adensamento penetre em toda a espessura. No adensamento das camadas restantes, a haste deve penetrar até ser atingida a camada inferior adjacente; • Retirar o excesso de concreto e alisara a superfície com uma colher de pedreiro, após a compactação da última camada; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com • Limpara placa base e retirar o molde em 5 a 10 segundos em um único movimento uniforme e retilíneo; • Colocar a haste sobre o cone invertido e medir a distância entre a parte inferior da haste e o ponto médio do concreto, expressando o resultado em centímetros; • Na nota fiscal de remessa do concreto há o valor indicado, com variação, de slump. Caso o valor do teste ficar abaixo do mínimo indicado, é necessária a adição de água, e para isto deve-se consultar o engenheiro (a) responsável; Caso o valor ficar acima do máximo permitido, o caminhão não deve ser aceito; Moldagem de corpos de prova para verificação de resistência • Após o concreto ser aceito, deve ser realizada a moldagem de 1 jogo de corpos de prova, preferencialmente de todos os caminhões (a quantidade mínima de jogos de corpos de prova é de um a cada 50m³ ou a cada mudança de elemento estrutural); • Cada jogo consiste em moldar dois cp’s por idade (7 e 28 dias), totalizando 4 cp’s por caminhão betoneira; • Não é permitida a retirada de amostras do início ou do final da descarga, devendo ser colhida no terço médio do caminhão; • A coleta deve ser feita cortando-se o fluxo de descarga do concreto, utilizando para isso um recipiente ou carrinho-de-mão; • Nos cp’s de 100cm x 200cm são aplicados 12 golpes em cada camada, totalizando duas camadas iguais e sucessivas; • Deixar os cp’s nos moldes, sem sofrer perturbações e em temperatura ambiente por 24 horas; • Após este período, os cp’s devem ser identificados e transferidos para tonéis de solução saturada de hidróxido de cálcio, e em seguida providenciado o transporte para o laboratório responsável pelo ensaio de rompimento. • Após verificação do slump e liberação para início da concretagem, o responsável técnico deverá acompanhar e marcar no croqui qual área foi concretada com aquela determinada betoneira. Cada caminhão deverá ser sinalizado com uma diferente cor; • Concluída a concretagem, o croqui deverá ser anexo a uma cópia da nota fiscal e arquivado para posterior consulta. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.comrégua com nível de bolha; Quando corretamente alocada, deve-se utilizar de escoras para garantir a correta fixação da peça, que poderão ser retiradas após no mínimo 48horas; Após a aplicação da bancada, aplicar o rejunte. Entre a bancada e a cerâmica, aplicar o rejunte branco (ou de acordo com a cor do rejunte utilizado nas juntas das cerâmicas). Já entre as peças e na parte inferior do corte, aplicar o rejunte preto (mistura de massa plástica e xadrez preto). Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 3.1 PES 03: INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 3.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico; • Quadro de esquadrias; • ABNT NBR 10821-1:2011 - Esquadrias Externas para Edificações – Terminologia; • ABNT NBR 10821-2:2011 - Esquadrias Externas para Edificações - Requisitos e Classificação. 3.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Os revestimentos das paredes devem estar concluídos; • Os contramarcos devem estar assentados. 3.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Silicone; • Esquadria de alumínio; • Parafuso; • Bucha de nylon; • Broca de aço rápido; • Furadeira elétrica; • Espátula; • Pano; • Pincel; • Tinta spray na cor do alumínio; • Trena metálica; • EPI’s (Bota, Luva, capacete,óculos, etc). Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 3.2 3.4) MÉTODO EXECUTIVO Com Contramarco Limpar a área do contramarco, removendo as incrustações e sujeiras com a espátula. Remover o pó com pincel e pano; Marcar os furos para o assentamento da esquadria, colocando-a no local. Furar os buracos com furadeira e broca compatível com o tamanho e espessura da bucha e parafuso; Verificar se foram feitos rasgos na esquadria que permitam o escoamento da água da chuva; Aplicar silicone em toda a área de contato do contramarco com a esquadria para evitar infiltrações; Colocar a esquadria no local e fixá-la com parafuso; Colocar Poliuretano Monocomponente onde se observar brechas que possam causar infiltrações; Limpar a esquadria com pano úmido. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 3.3 Sem Contramarco Para receber a janela, o vão deve estar em perfeitas condições, seguindo as informações fornecidas no passos anteriores; Definir a distância da janela, com o auxílio de trena; Fixação da janela com silicone. NOTA 1) Atenção para o perfeito ajuste dos fechos das esquadrias, pois pode ocorrer problemas no fechamento da esquadria. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 4.1 PES 04: INSTALAÇÃO DE KIT PORTA PRONTA 4.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico; • Quadro de esquadrias; • ABNT NBR 15930-1:2011 - Portas de madeira para edificações - Terminologia e Simbologia; • ABNT NBR 15930-2:2011 - Portas de madeira para edificações – Requisitos. 4.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Os kits devem estar devidamente identificados com orientações quanto ao seu local de utilização; • As paredes devem estar acabadas e com os revestimentos concluídos. Quando tratar- se de kits já com pintura final, este somente deverá ser instalado após a etapa de pintura do ambiente; • A soleira deve estar instalada ou quando esta não houver o piso deve estar concluído em seu nível final acabado; • As dimensões do vão devem estar de acordo com as medidas estabelecidas considerando acréscimo de 9 cm para lateralmente e 5 cm para a altura do vão. 4.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Martelo; • Prumo de face; • Nível de mão; • Cunha de madeira; • Trena metálica; • Martelo de borracha; • Estilete; • Espuma expansiva ou poliuretano; • Pregos sem cabeça; • EPIs – bota, capacete, uniforme, protetores auriculares e faciais 4.4) MÉTODO EXECUTIVO Posicionamento e fixação dos kits Posicionar o kit no prumo, encostando os pés das aduelas sobre o nível da base do vão e mantendo a folga existente entre o batente e o vão igualmente espaçada para ambos os lados; Travar o kit após o correto posicionamento do mesmo, utilizando martelo para colocação das cunhas de madeira em três pontos de cada lado das aduelas, na altura das dobradiças; Proteger as dobradiças antes da aplicação da espuma. Verificar o prumo e nível dos kits utilizando prumo de face e nível. Qualquer diferença deve ser ajustada por meio de cunhas de madeira; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 4.2 Fixar o kit com a aplicação da espuma em três pontos de cada lado das aduelas, na altura das dobradiças. Durante o período de secagem da não se deve mexer no kit, isto é, não se deve abrir a porta ou remover os travamentos do kit; Após a cura total, retirar as cunhas de madeira e os travamentos do kit, e com o auxílio do estilete remova o excesso da espuma aplicada Fixação dos alizares • Serrar a meia esquadria dos alizares e fixa-los conforme orientações do fabricante ou fornecedor. NOTA: 1) Verificar a fixação das portas, analisando a questão de trepidação, principalmente em dias com ventos mais intensos aplicado nas mesmas. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 5.1 PES 05: COMPACTAÇÃO DE ATERRO 5.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Ensaios de Laboratório; • Projeto Arquitetônico e Planta de Fôrma; • ABNT NBR 5681:2015 - Controle Tecnológico da Execução de Aterros em Obras de Edificações; • ABNT NBR 7182:1986 Versão Corrigida:1988 - Solo - Ensaio de compactação. 5.2) SERVIÇOS ANTERIORES • O terreno deve estar limpo, definido e desimpedido; • Devem ser escoradas e protegidas eventuais instalações, muros ou construções vizinhas que possam ser atingidos pelas atividades; • Deve-se evitar o início dos serviços logo após chuvas intensas; • Os equipamentos e/ou ferramentas de produção devem estar em condições adequadas de uso; • Se necessário, utilizar de serviços topográficos especializados para o acompanhamento da movimentação de terra ou controle com nível a laser ou mangueira de nível; • O material para o aterro deve ser selecionado, não podendo ser utilizadas turfas, argilas orgânicas e solos expansivos; 5.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Mangueira de nível ou nível a laser; • Soquetes manuais; • Soquetes vibratórios (sapo); • Trenas metálicas; • Enxadas, Pás; • EPI´s (Uniforme, botas, capacete, óculos, luvas, protetor auricular, etc). 5.4) MÉTODO EXECUTIVO • Definir o Nível de Referência (NR) da obra; • Espalhamento, homogeneização, umedecimento ou aeração de camadas de solo com 20 cm de espessura, aproximadamente; • Compactar cada camada de solo com soquetes manuais ou soquetes vibratórios (sapos) (mínimo de 3 rodadas de 25 golpes com o sapo – total de 75 golpes); • Em terrenos com cota próxima ao nível d’água, deve ser prevista drenagem ou devem ser lançados materiais granulares de maior permeabilidade para as primeiras camadas do terreno; • Controlar a taxa de umidade ideal para a compactação do solo. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 6.1 PES 06: CONCRETAGEM DE PEÇA ESTRUTURAL 6.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projetos Arquitetônico, Estrutural (armação e fôrma), Hidrossanitários e Elétricos; • ABNT NBR 6118:2014 Versão Corrigida:2014 - Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimento; • ABNT NBR 14931:2004 - Execução de Estruturas de Concreto - Procedimento. 6.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Montagem das fôrmas de pilares, vigas e laje; • As armaduras devem estar montadas, conferidas e liberadas (observar a colocação dos espaçadores); • Locação dos escoramentosnecessários e proteção da periferia; • Verificar limpeza geral das formas e aplicação do desmoldante. 6.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Concreto usinado; • Água; • Moldes para corpos de prova; • Equipamentos para slump test; • Mangueira; • Gabaritos metálicos ou de madeira para a execução de desníveis na laje; • Proteção de periferia; • Sistema de iluminação para concretagem noturna, (quando for o caso); • Régua de alumínio; • Guincho, grua ou bomba para concreto; • Jerica e carrinho de mão; • Pá, enxada, desempenadeira e colher de pedreiro; • Vibrador de imersão com mangote e Baco de alimentação, providenciar um vibrador-reserva para evitar interrupção na concretagem; • EPI’s (Uniforme, capacete, botas adequadas, luva, óculos, cinto de segurança, etc). Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 6.2 6.4) MÉTODO EXECUTIVO Pilares Transportar os eixos da laje inferior para a laje a ser montada com um auxílio de Prumo de Centro ou Nível a laser e trena metálica; Conferir o esquadro em todos os pontos de cruzamentos entre as linhas dos eixos; Fazer a locação dos gastalhos através das linhas dos eixos; Checar se a armação está firme, conferir o recobrimento, verificar as quantidades, bitolas, posição e comprimento das barras conforme projeto estrutural; Verificar o posicionamento e quantidades das barras de para- raios; Verificar visualmente a quantidade e posicionamento dos espaçadores; Posicionar os sanduíches e barrotes, e apertar barras de ancoragem conforme orientação do procedimento ou projeto. Molhar as formas abundantemente antes da concretagem, e em pilares de grande altura abrir janelas para concretar em etapas, para evitar segregação do concreto; Conferir com prumo de face ou nível a laser em um painel e um fundo; Durante o adensamento, evitar o contato da agulha do vibrador com as formas e não vibrar o concreto pela armadura. Atentar para a execução da concretagem em etapas. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 6.3 Vigas e Lajes Transportar os eixos da laje inferior para a laje a ser montada com um auxílio de Prumo de Centro ou Nível a laser e trena metálica; Executar o vigamento da laje atentando para o alinhamento; Executar o vigamento da laje atentando para o nivelamento; Executar escoramento e nivelamento da laje e vigas, conferindo rigorosamente o nível através de mangueira de nível ou nível a laser; Executar o cimbramento e a colocação de escoras; Locar mangueiras, pontos de iluminação, e hidráulicas (Caso aplicável); Execução das instalações de shafts e pontos (Caso aplicável); Armar a viga conforme projeto, verificando as quantidades, bitolas, posição, comprimento e espaçamento das barras e estribos. Verificar o recobrimento e se a amarração está firme; Armar a laje conforme projeto, verificando as quantidades, bitolas, posição, comprimento e espaçamento das barras. Verificar o recobrimento e se a amarração está firme; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 6.4 Colocar os espaçadores plásticos, checando se a quantidade e distâncias estão suficientes; Lançar o concreto, espalhando com auxílio de pás e enxadas, e vibrar em diversos pontos com distanciamento adequado. Atentar para o deslocamento da ferragem e danos a formas e instalações; Destinar um colaborador a fazer o acompanhamento por baixo da laje, para verificação de eventuais problemas; Fazer o acabamento e uniformização da laje. Iniciar a cura úmida tão logo a superfície permita (secagem ao tato), molhando por um tempo mínimo de 3 dias em intervalos curtos o suficiente para manter a peça sempre úmida. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 7.1 PES 07: CONTRAPISO 7.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico; • ABNT NBR 15575-3:2013 - Edificações habitacionais — Desempenho - Requisitos para os sistemas de pisos. 7.2) SERVIÇOS ANTERIORES • As instalações sanitárias e a marcação de alvenaria devem estar executadas; • A base deve estar limpa e livre de restos de argamassa, entulho ou qualquer outro material aderido; • Pavimento completamente desescorado; 7.3) INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Valor mínimo: 45m²/Hd (Áreas Secas/Molhadas) 20m²/Hd (Escada) 7.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Argamassa para contrapiso; • Cimento; • Vassoura de piaçaba ou vassourão; • Mangueira de nível ou aparelho de nível a laser; • Nível de mão; • Colher de pedreiro; • Pá; • Enxada; • Carrinho de mão; • Soquete de madeira com até 8 kg; • Régua de alumínio; • Desempenadeira de madeira ou aço. • EPI’S (Uniforme, botas, capacete, luva, etc). 7.5) MÉTODO EXECUTIVO Executar a limpeza da laje antes da execução do contrapiso, removendo completamente restos; Transferir o nível a partir do Nível de Referência (NR) (Porta do Elevador ou escada de emergência), segundo o projeto e utilizando nível de mangueira ou nível laser; Colocar taliscas na base, de preferência, dois dias antes da execução do contrapiso prevendo espessura mínima, caimentos e desníveis especificados no Manual do Contrapiso; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 7.2 Aguardar o ponto de sarrafeamento e sarrafear o piso com movimentos de vai e vem apoiando a régua de alumínio nas mestras, “cortando” a sobra até que a superfície alcance o nível das mestras; Para o acabamento final, deve-se alisar a superfície com uma desempenadeira de madeira; Esperar a cura do contrapiso, molhando-o com água para que ele fique bem curado, evitando esfarelamento da superfície; Após a colocação das taliscas, executar a preparação da base, polvilhando cimento à superfície molhada a fim de criar uma fina camada de ligação entre a base de concreto e a argamassa “farofa” que será aplicada; Lançar a argamassa “farofa” entre as taliscas (mestras) para a execução do contrapiso de modo que este fique um pouco mais alto que o nível das taliscas (mestras); Preencher os intervalos entre as taliscas , espalhando a argamassa com enxada e compactando a “farofa” com um soquete; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 7.3 Em casos de solo natural, deve-se executar a regularização com um piso grosso de concreto 15 Mpa. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 8.1 PES 08: COBERTURA EM TELHADO 8.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico, Planta de coberta e Projeto estrutural, quando houver; • ABNT NBR 7196:2014 - Telhas de fibrocimento - Execução de coberturas e fechamentos laterais – Procedimento; • ABNT NBR 15210-1:2014 - Telha ondulada de fibrocimento sem amianto e seus acessórios - Classificação e requisitos. 8.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Calhas e algerozes (rufos) devem estar concluídos. • Tubulações de águas pluviais e ventilação devem estar concluídas e chumbadas. 8.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Linhas, caibros, ripas; • Prego; • Serrote; • Telha de fibrocimento (quando for o caso); • Massa de vedação; • Solução imunizadora para madeira; • Parafuso para fixação de telha; • Linha de nylon; • Furadeira; • EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, máscara, etc). 8.4) MÉTODO EXECUTIVO • Executar o sistema de drenagem na laje de coberta; • Demarcar as cotas e os caimentos do telhado, bem como a localização de calhas e rufos, de acordo com o projeto; • Executar, caso detalhado em projeto, paredes ecalhas de alvenaria; • Serrar as peças de madeira nas dimensões pré-estabelecidas (quando necessário); • Imunizar toda a madeira com solução imunizante; • Executar a montagem da estrutura de madeira (ou de aço, se for o caso), iniciando do ponto mais baixo para o mais alto do telhado; • A estrutura deverá ser travada e ancorada a laje; • Executar a impermeabilização das paredes, rufos e calhas; • Após o processo de impermeabilização concluído, colocar as telhas e cumeeiras, fixando-as através de parafusos ou conforme orientação em projeto. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 9.1 PES 09: FORMAS 9.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico, planta de forma, projeto estrutural; • ABNT NBR 15696:2009 - Formas e escoramentos para estruturas de concreto - Projeto, dimensionamento e procedimentos executivos; • ABNT NBR 14931:2004 - Execução de estruturas de concreto – Procedimento. 9.2) SERVIÇOS ANTERIORES • A laje de trabalho deve estar liberada, desimpedida e as linhas de referência definidas; • Os equipamentos e/ou ferramentas de produção devem estar em condições adequadas de uso; • Projeto de arquitetura, estrutural e de formas (quando houver) devem estar acessíveis. • As formas de madeira podem ser executas no canteiro de obra. 9.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Escoras metálicas; • Painéis estruturados; • Nível de mangueira ou laser; • Pregos; • Braçadeira de ferro; • Tensor ou barra roscada; • Ferro 5mm, quando do uso do tensor; • Martelo; • Trena com divisão de 1mm; • Espaçador plástico e eletroduto, quando do uso da barra roscada ou mangueira; • Prumo laser ou de peso; • Esquadro metálico; • Linha de náilon; • Cunha de madeira; • Esticador ou chave de fenda; • Desmoldante; • Bocha ou pincel para aplicação de desmoldante; • EPI’s (Uniforme, bota, capacete, óculos, cinto de segurança, etc). 9.4) MÉTODO EXECUTIVO Execução de Forma – Fabricação: • Os painéis devem ser executados pensando no seu tamanho e peso, de forma a facilitar a montagem, transporte e desforma; • Todas as peças devem ser galgadas e os painéis devem ser estruturados; • Recomenda-se que as superfícies de corte sejam planas e lisas, sem apresentar serrilhas. Para isto, utiliza-se tinta esmalte, geralmente de cor azul; • Identificar os painéis com uma numeração ou código para facilitar na montagem; • Eventuais furos nos painéis devem ser executados sempre da face interna da fôrma em direção à face externa, com broca de aço rápido para madeira; • Marcação das posições de cimbramento nas formas facilita o processo de montagem; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 9.2 • As formas devem ser escoradas de acordo com o seguinte padrão: para fundo de viga, escoras com garfos com mão-francesa a cada 70 cm; para lajes, vigas de madeira na longitudinal a cada 120 cm no máximo e, na transversal, nas nervuras, de acordo com tamanho das cubetas (estas vigas de madeira também devem ser escoradas a cada 70 cm, com garfos nas cabeças); • A identificação deve ser feita com tinta; • Devem ser executadas de modo a possibilitar o maior número possível de reutilizações, proporcionando economia no material e mão-de-obra; • Manter a central de produção constantemente limpa e organizada, removendo as sobras de material (serragem e pontas de madeira), verificando o funcionamento e conservação de ferramentas e equipamentos. Execução de Fôrma – Pilar: • Esticar linha de náilon, para visualizar as linhas de referência; • Definir os eixos de cada pilar, através das cotas do projeto estrutural na planta de locação de pilares. Observando as espessuras do material do painel estruturado; • Após a montagem do gabarito é armada a ferragem do pilar, tendo como condição para o fechamento das formas, a conferência das ferragens e colocação de espaçadores compatíveis com o recobrimento especificado no projeto; • Passar desmoldante e montar os painéis estruturados de acordo com as dimensões de cada pilar, em seguida colocar as escoras aprumadoras, sendo duas na face maior e uma na face menor, colocando-os mais ou menos aprumados; • Em caso de pilares com altura superior a 2,0m, prever janelas nas formas para facilitar a concretagem; • Apertar os painéis, ao longo da altura, com pontaletes ou longarinas de travamento (sanduíches) de madeira e braçadeiras de ferro, espaçando de no máximo 60 cm; • Quando a dimensão do pilar for igual ou superior a 60cm, serão usadas as barras rocadas com barrotes de madeira para apertar o pilar verticalmente, de modo que o espaçamento entre pontos travados (entre barras roscada) seja no máximo igual a 60 cm. As barras de ancoragem devem ser colocadas dentro de eletrodutos de PVC para possibilitar a sua retirada quando da desforma do pilar; • Quando ocorrerem encontros entre fundos de viga e pilares, deve-se prever “mosquitos” para facilitar a desforma. Execução de Fôrma – Lajes e vigas: • Nivelar os topos dos pilares colocando “pescoços” de madeira para fixar os fundos das vigas; • Nivelar os fundos das vigas e colocar os painéis laterais das vigas; • Os painéis laterais externos serão colocados após a montagem da ferragem; • Distribuir as longarinas, apoiando-as nos escoramentos em forma de “T”, distribuir as escoras sobre as longarianas, no sentido transversal e fixa-las; • Fazer arremates com madeirite para definir os maciços e bordas largas da laje; • Nivelar os panos de laje e apertar os painéis laterais das vigas; • Observar as contra-flexas indicadas no projeto estrutural quando houver; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 9.3 • No caso de lajes nervuradas, as cubetas devem ser alocadas de maneira que não existam folgas entre elas, para não permitir vazamento de concreto. Para isto, coloca- se fita plástica no encontro das abas das cubetas. Desforma • A desforma só devera ser iniciada após no mínimo 7 dias, sendo iniciada pelos pilares (estes, apenas 1 dia após a concretagem), soltando-se os tensores; • Retirar os painéis, desprendendo-os com o desformador ou cunhas; • Manusear as peças com cuidado para não danificar as formas; • Painéis de maiores dimensões e principalmente pilares de canto podem ser preservados, amarrando-os com cordas para evitar eventuais choques ou quedas; • Posicionar as escoras remanescentes das vigas, se necessário, nos locais recomendados pelo projetista; • Retirar os sarrafos-guia e remover as cunhas laterais e da base dos garfos, para soltá- los; • Desformar as laterais das vigas; • Para separar a fôrma de viga da fôrma de laje, usar uma cunha entre o sarrafo de pressão e o assoalho da laje, caso não seja possível a desforma da viga desse modo, devido ao excesso de garfos, retirar as escoras do terço central do vão, posicionar as re-escoras e, proceder à retirada das escoras e ao reescoramento dos terços das extremidades; • Posicionar o reescoramento nas tiras do assoalho da laje, quando necessário, conforme recomendações do projetista respeitando o mínimo de quatro jogos de escoramento permanente; • Retirar as escoras e longarinas; • Desformar os painéis da laje ou cubetas; • Vigas e lajes em balanço, efetuar a desforma da borda livre em direção ao apoio, segundo orientação do mestre ou engenheiro da obra; • Para evitar danos às longarinas, aos assoalhos e painéis de vigas devido a quedas, pode-se usar uma rede, cordas ou cavaletes de apoio sob a laje, de maneira a amortecer os impactos. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 10.1 PES 10: IMPERMEABILIZAÇÃO 10.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico e projetos adicionais; • ABNT NBR 9574:2008 - Execução de Impermeabilização. 10.2) SERVIÇOS ANTERIORES• Os ralos e tubulações devem estar chumbados e rígidos; A superfície deve estar limpa, seca, isenta de pó, sem trincas e saliências, não podendo estar totalmente lisa; • Serviços Concluídos: Emboço de parede, Contrapiso e Forro de gesso; 10.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Argamassa polimérica (componentes A e B); • Pinceis tipo trincha de 1”, 2” ou 3”; • Vassoura de pelo ou vassourão; • Vassoura de pinçava; • Broxa; • Tesoura; • Lâmina de serra; • Desempenadeira; • Maçarico; • Botijão de gás; • Trincha; • Colher de pedreiro; • Espátula; • Recipiente para mistura dos componentes A e B; • EPI’S (Uniforme, botas, capacete, luva, óculos). 10.4) MÉTODO EXECUTIVO Impermeabilização com argamassa polimérica Regularizar o piso com argamassa de cimento e areia (dosagem de contrapiso) com caimento de 1% em direção ao ralo. A regularização deve ser executada também no rodapé, ou seja, recorte feito na alvenaria, com altura de 20 cm e recuado do prumo de acabamento; Fazer o fechamento de tubulações no piso para evitar a entrada de materiais e resíduos; Adicionar o componente B aos poucos ao componente A e misturar mecanicamente por 3 minutos ou manualmente por 5 minutos, dissolvendo possíveis grumos que possam se formar, obtendo-se uma pasta homogênea. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 10.2 Aplicar a argamassa polimérica com trincha ou broxa, em demãos cruzadas para preencher eventuais espaços vazios, com intervalo de 2 a 6 horas entre camadas. Executar rebaixos de 0,5cm ao redor das tubulações de esgoto, num raio de 20cm. Em área críticas, como ralos e rodapés, deve-se reforçar o revestimento com a colocação de tela de poliéster, após a primeira demão; Deve ser efetuado o teste com lâmina d’água por no mínimo 72 horas, após a cura total. Caso não sejam verificados vazamentos, pode-se iniciar o assentamento de pisos e revestimentos cerâmicos; Impermeabilização com manta asfáltica Preparar a superfície removendo a poeira, partículas soltas e outros resíduos por meio de escovas e vassouras; Regularizar o piso com argamassa de cimento e areia (dosagem de contrapiso) com caimento de 1% em direção ao ralo. A regularização deve ser executada também no rodapé, ou seja, recorte feito na alvenaria, com altura de 20 cm e recuado do prumo de acabamento; Fazer o fechamento de tubulações no piso para evitar a entrada de materiais e resíduos; Executar rebaixos de 0,5cm no contrapiso ao redor das tubulações de esgoto, num raio de 20cm. Executar o arredondamento dos cantos Em seguida, com rolo para pintura, aplicar uma demão do primer asfáltico. A manta asfáltica somente poderá ser colocada depois de transcorridos 6 horas da aplicação do primer; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 10.3 Aplicar uma camada de asfalto derretido em caldeira para melhor colagem da manta. Executar proteção adequada nos cantos após a aplicação do asfalto. Cortar os trechos dos tubos que ficam acima da laje, para que fiquem no nível da camada de asfalto. Aplicar a manta asfáltica. A colagem da manta deve ser iniciada pelos ralos e coletores de água. É importante verificar se não existem bolhas de ar embaixo da manta. A superposição entre mantas deve ter medidas conforme orientação do fornecedor. Biselar com colher de pedreiro após aquecimento da manta com maçarico. Após a conclusão realizar teste com lâmina d’água por no mínimo 72 horas. Se houver expectativa da área impermeabilizada ficar um longo período sem receber o revestimento seguinte, executar a proteção primária com no mínimo 2 cm de espessura. Proteção mecânica Sobre a camada de impermeabilização, colocar uma camada de separação de papel “kraft” betumado, feltro asfáltico, ou filme de polietileno. Aplicar argamassa de cimento e areia (dosagem de contrapiso), de no mínimo 3 cm de espessura. Nas superfícies verticais ou de grande inclinação, esta camada de proteção deve ser armada; Executar juntas perimetrais. A camada de proteção deve possuir juntas sobre a junta de dilatação da estrutura portante; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 10.4 Preencher as juntas com mastique asfáltico que pode ser obtido pela mistura de emulsão asfáltica e areia; Em locais acessíveis a veículos, executar uma camada de argamassa protetora plástica constituída de emulsão asfáltica e areia e espessura de 1 cm. Sobre esta aplicar uma camada de argamassa de cimento e areia, armada, formando placas de 1,5 m x 1,5 m, com traço de acordo com caderno de dosagens; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 11.1 PES 11: PINTURA EXTERNA 11.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico e projetos de fachada; • ABNT NBR 13245:2011 - Tintas para construção civil — Execução de pinturas em edificações não industriais — Preparação de superfície. 11.2) SERVIÇOS ANTERIORES • A argamassa externa deve estar concluída com uma antecedência mínima de 30 dias ou de acordo com as especificações do fabricante; • Limpar a base, removendo manchas de óleo, graxa ou qualquer agente de contaminação e eliminar todas as partes soltas ou mal aderidas; • Corrigir imperfeições profundas do substrato com o mesmo tipo de argamassa utilizado na execução da massa 11.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Tinta Látex acrílica; • Massa acrílica; • Rolo de lã com cabo; • Rolo para textura; • Trincha ou pincel; • Lixas d’água; • Desempenadeira lisa de aço • Espátula; • Fundo selador para paredes (se especificado); • Bandeja para mistura de tinta; • Fita crepe; • Andaime, cadeira suspensa ou balacim; • EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, máscara, cinto de segurança, etc). 11.4) MÉTODO EXECUTIVO • Proteger com fita-crepe ou jornal os elementos que não serão pintados; • Lixar a base para remover imperfeições e partes soltas e aplicar uma demão de selador acrílico, no mínimo 30 dias após a execução do emboço; • Sobre a camada de selador completamente seca (mínimo de 24 horas), executar camada de massa acrílica e esperar secagem durante 6 horas; • Iniciar o processo de lixagem para nivelar a última camada, retirando o pó existente com panos ou espanadores. Repetindo o processo de aplicação de massa e lixagem no mínimo duas vezes; • Aplicar a tinta acrílica na parede com auxílio de rolo de lã e para os cantos e molduras realizar o recorte com auxílio de pincel de cerdas macias; • Caso percebam-se falhas na parede, fazer o reparo utilizando massa acrílica e executando outra camada de tinta; Aplicar no mínimo duas demãos de tinta acrílica, aguardando intervalo de no mínimo 6 horas entre demãos, com a menor quantidade de tinta possível e espalhada ao máximo. OBS: Não executar em caso de ocorrência de ventos fortes que causem poeira e chuvas Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 12.1 PES 12: PINTURA INTERNA 12.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico; • ABNT NBR 13245:2011 - Tintas para construção civil — Execução de pinturas em edificações não industriais — Preparação de superfície. 12.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Verificar as condições do emboço/reboco; • Os revestimentos internos de tetos e paredes devem estar concluídos com antecedência mínima de 30 dias e revestimentos de piso também devem estar concluídos; • Todas as portas e janelas devem estar colocadas. Os alisares e arremates (quando houver) devem ser colocados antes da última demão. No caso de uso de conjunto de porta pronta, a pintura deverá ser realizada antes do assentamento do mesmo. 12.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS• Escovas com cerdas de aço; • Panos; • Lixas; • Estopas de sisal; • Massa corrida PVA; • Desempenadeira lisa de aço; • Espátula; • Selador a base de resina PVA; • Fita crepe; • Lâmpadas; • Fundo preparador de paredes a base de solventes; • Aguarrás; • Tinta látex PVA; • Rolo de lã; • Pincel de 2”; • Lona plástica; • Jornal; • EPI’s (Bota, luva, óculos de proteção, máscara apropriada, cinto de segurança para altura acima de 2m, etc) 12.4) MÉTODO EXECUTIVO • Proteger os detalhes que não receberão camada de tinta com lona e fita crepe; • Aplicar uma camada de selador após no mínimo 30 dias da execução do reboco e aguardar no mínimo 24 horas para a secagem completa; • Sobre a camada de selador executar uma fina camada de massa corrida (máximo 3 mm) e aguardar a secagem por 6 horas. Com a camada parcialmente seca, lixar para nivelar e retirar o pó existente com panos ou espanadores. Efetuar no mínimo duas camadas, repetindo todo o procedimento; • Diluir e misturar a tinta látex em recipiente adequado, segundo as orientações do fabricante; • Repassar parte do material diluído para a bandeja de pintura; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 12.2 • Aplicar a tinta no restante da parede, com rolo de lã em movimentos de sobe e desce, criando uma película fina e homogênea; Depois, fazer o recorte nos cantos e nas molduras de portas e janelas com um pincel de cerdas macias; • Misturar a tinta constantemente, para que não haja decantação de seus componentes; • Verificar se não foram deixadas manchas, nesse caso, passar de novo o rolo nesses locais com a tinta ainda fresca; • Caso percebam-se falhas na parede, fazer o reparo utilizando massa PVA para regularizar a superfície e em seguida aplicar outra demão de tinta; • Aplicar mais uma ou duas demãos, conforme a necessidade de cobertura, aguardando um intervalo mínimo de 4 horas entre demãos. Depois da colocação das guarnições e dos arremates (antes da última demão), protegê-los. • Lavar as ferramentas após o uso e limpar bem o local. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 13.1 PES 13: FORRO DE GESSO 13.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico; • Projeto de Norma 02:002.40.013 – Execução de forro suspenso autoportante, em placas de gesso – Procedimento – Última atualização: nov/2000. 13.2) SERVIÇOS ANTERIORES • As instalações hidrossanitárias do andar superior devem estar concluídas e testadas; • As instalações elétricas devem estar fixadas e os serviços de ar condicionado concluídos; • As paredes devem estar com o emboço ou revestimento cerâmico executado (curados e secos) até pelo menos 5 cm acima da altura do forro de gesso e os fundos de lajes de concreto, bem como as tubulações devem estar limpas e observar se as armaduras de aço das estruturas de concreto estão recobertas, não podem estar aparentes. 13.3) INDICADORES DE PRODUTIVIDADE Valor mínimo: 20m²/Hd 13.4) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Placa de gesso para forro; • Gesso lento em pó; • Arame galvanizado e Pregos de aço; • Estopa de sisal; • Régua de alumínio; • Desempenadeira de aço; • Serrote; • Martelo; • Rebites; • Rebitadeira; • Espátula; • Nível a laser; • Linha de algodão e pó xadrez ou aparelho próprio para marcação com linha; • Sarrafo de madeira; • EPI’s (Bota, Luva, óculos de proteção, cinto de segurança para alturas acima de 2 metros, etc). 13.5) MÉTODO EXECUTIVO Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 13.2 Atentar para a passagem da fiação nos locais corretos das placas, de modo que não haja grande deslocamento. Durante a execução, verificar com frequência a planicidade das placas com auxílio de régua. Por fim, retirar os pinos da parede e aplicar massa de gesso entre as placas para fazer a união. Lançar os pontos de nível de acordo com a altura prevista no projeto e fixar os pinos nas paredes para apoio das placas de gesso nesta fase do processo; Esticar uma linha de nylon para o alinhamento da primeira fileira, amarrando-a nos pregos da parede; Fixar os rebites no teto com a rebitadeira nos locais previamente demarcados e amarrar o arame de suporte; Primeiro, coloca-se cantoneira nos ambientes determinados pelo projeto. Montar as placas começando pelos cantos, apoiando-se nos pinos previamente fixados e amarrando-as nos arames e fazendo o encaixe entre placas; Fazer o chumbamento aplicando uma mistura de massa de gesso e bucha de sisal na parte de cima das placas entre a placa e a parede; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 14.1 PES 14: FUNDAÇÃO – RADIER 14.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto de locação, projeto estrutural e projeto de planialtimétrico; • ABNT NBR 6122:2010 - Projeto e execução de fundações. 14.2) SERVIÇOS ANTERIORES • O terreno deve estar limpo e escavado até a proximidade das cotas definidas para execução ou apoio das fundações; • Os quatros cantos do radier devem estar locados e nivelados. 14.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Pontaletes, sarrafos e estroncas; • Arame recozido e Pregos; • Linha de nylon; • Mangueira de nível, nível de bolha ou Aparelho de nível a laser; • Pá, Enxada e Cavadeira; • Prumo de centro; • Tábua; • Trena metálica; • Martelo; • EPI’s (bota, luva, capacete, etc). 14.4) MÉTODO EXECUTIVO • Delimitadas as bordas do radier, proceder a escavação das valas de borda; • Executar o escoramento adequado na escavação das valas com profundidade maiores que 1,5m quando o solo for instável; • Colocar as formas de acordo com os projetos e aplicar desmoldante; • O terreno deve ser acertado de maneira a garantir a espessura mínima do radier e deve-se colocar uma lona para impedir o contato direto com o solo; • Montar a armação de tela ou barras de aço, inclusive armando as valas de borda respeitando os espaçamentos do projeto; • Efetuar o lançamento do concreto espalhando-o com enxadas e pás; • Sarrafear o concreto com uma régua metálica ou madeira suficientemente comprido que se alcance as formas de borda do radier; • Pode-se executar mestras intermediárias com o próprio concreto do radier, acertando nível destas por meio de uma linha de náilon esticada entre a formada de borda; • O acabamento deve ser dado por meio de uma desempenadeira de madeira ou de aço; • Retirar as formas assim que iniciar a pega do concreto, seja ela metálica ou de madeira, evitando-se danificá-la na desforma; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 14.2 • Iniciar a cura úmida tão logo a superfície permita (secagem ao tato), ou utilizar retentores de água como sacos de estopa ou algodão, areia ou serragem saturada; • Regiões com incidência de sol intenso recomenda-se cobrir as lajes com uma lona, a fim de minimizar a perda de água por evaporação. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 15.1 PES 15: FUNDAÇÃO – SAPATA ISOLADA 15.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto de locação, projeto estrutural e projeto de planialtimétrico; • ABNT NBR 6122:2010 - Projeto e execução de fundações. 15.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Terreno limpo; • Equipamentos, ferramentas de produção devem estar conferidos e em condições de uso; • Locação da obra com demarcação dos pontos estruturais. 15.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Estacas de madeira; • Sarrafos de madeira; • Formas de madeira; • Mangueira de nível ou aparelho de nível a laser; • Cepo de madeira ou concreto; • Concreto; • Prumo de centro e de face; • Armadura; • Espaçadores plásticos; • Trena metálica; • Pás e enxadas; • Esquadro metálico; • Martelo,pregos e serrote; • EPI’s: (uniforme, capacete, óculos de proteção, botas, etc). 15.4) MÉTODO EXECUTIVO Escavação • Iniciar a abertura da vala, com largura de no mínimo 20 cm maior do que a largura da sapata, e escavar até a cota de apoio da fundação; • Garantir o correto nivelamento do fundo da vala utilizando nível a laser ou de mangueira, a partir do nível de referência; • Caso a escavação ocorra por meio de escavadeira, a cota de apoio desta sapata deve ser deixada 20 cm acima. O acerto final deve ser manual; • Regularizar e compactar o fundo da vala até aproximadamente 10 cm abaixo da cota de apoio, utilizando soquete ou compactador mecânico, tipo "sapo"; • Lançar no fundo da vala um lastro de concreto magro com, no mínimo, 5 cm de espessura. Forma • Preparar as formas da borda da base da sapata, atentando para o correto nivelamento dos topos das formas laterais; • As formas são geralmente executadas com sarrafos e tábuas de madeira escoradas em estacas cravadas no fundo e nas laterais da vala; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 15.2 • Verificar o alinhamento e esquadro das peças de madeira para manter a largura e comprimento da sapata constante; • Montadas as formas de borda, determinar em função do projeto, a altura da cabeça do pilar atentando para o correto ângulo de inclinação das laterais da sapata; • Para concluir os serviços, proceder à armação e concretagem da peça. Armação e concretagem • Posicionar a armadura da sapata conforme projeto de fundações; • Lançar o concreto no máximo a 1,80 m de altura para que não haja segregação, se necessário executar o lançamento do concreto por meio de calhas de madeiras improvisadas; • Vibrar em diversos pontos evitando o contato da agulha do vibrador (mangote) com as fôrmas e não vibrando o concreto pela armadura; • Após desforma efetuar a cura úmida. O procedimento de cura úmida do concreto segue por três dias. Para manter a umidade constante, é preciso molhar com água, sem encharcar, duas vezes ao dia, em média. Se o clima estiver muito quente e muito seco, pode ser necessário adicionar água outras vezes; • Verificar na desforma a ocorrência de “bicheiras”, caso ocorra efetuar preenchimento com argamassa adequada. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 16.1 PES 16: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 16.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIAS • Projetos elétricos e projetos adicionais; • ABNT NBR 5410:2004 Versão Corrigida:2008 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. 16.2) SERVIÇOS ANTERIORES • A alvenaria deve estar concluída; 16.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Tubo eletroduto nas dimensões indicadas no projeto; • Curva eletroduto nas dimensões indicadas no projeto; • Eletroduto flexível corrugado nas dimensões indicadas no projeto; • Caixa PVC 4x2” e 4x4”; • Pino de rosca com porca; • Fios e cabos; • Fita isolante; • Carga curta; • Fita perfurada; • Pistola para fixação de pino; • Quadros de distribuição; • Serra manual; • Alicate; • Furadeira; • EPI’s ( Uniforme, capacete, bota, luva, óculos, etc) 16.4) MÉTODO EXECUTIVO Tubulação em laje • Posicionar as caixas de passagem de acordo com o projeto elétrico, com auxílio de furadeira; • Posicionar e fixar os eletrodutos e/ou os conduites na laje utilizando fitas perfuradas a no máximo cada 2,0m de espaçamento, passando-os pelas caixas já fixadas; • Com a instalação das peças concluída, executar a fiação do ambiente; • Caso haja alguma peça estrutural sacando, fazer o desvio da mesma com conduite. Tubulações em parede • Marcar os pontos de tomadas e interruptores e outros que estejam definidos em projeto; • Fazer corte na parede para instalação da tubulação; • Para a fixação das caixas de passagem, prever a espessura do revestimento que será utilizada na parede, e mantê-las niveladas entre si; • Após o chumbamento das caixas de passagem, proceder à colocação da tubulação, fixando-a com argamassa e iniciando a fiação; • As caixas de passagem devem ser preenchidas com papelão para evitar que fiquem cheias de argamassa de reboco. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 16.2 Fiação • Verificar se os eletrodutos não estão entupidos; • Iniciar a execução da fiação, seguindo o caminhamento dos circuitos de acordo com projeto específico; • Instalar os interruptores e tomadas, colocando os acabamentos somente após o assentamento de azulejo, onde especificado, ou após a pintura das paredes; • Montar o quadro de distribuição e instalação dos disjuntores de acordo com projeto. Acabamento • Antes da última demão de tinta colocar as tampas dos acabamentos; • Após a conclusão dos serviços, testar os pontos com teste neon ou de lâmpada. NOTA: Não utilizar vaselina liquida nas tubulações, se necessitar usar pastosa. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 17.1 PES 17: INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS 17.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico e Projeto hidrossanitário; • ABNT NBR 5626:1998 - Instalação predial de água fria; • ABNT NBR 7372:1982 - Execução de tubulações de pressão - PVC rígido com junta soldada, rosqueada, ou com anéis de borracha; • ABNT NBR 8160:1999 - Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução. 17.2) SERVIÇOS ANTERIORES • A alvenaria e laje concluídas e liberadas; • Os projetos devem estar disponíveis; • Furos nas lajes executados. 17.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Tubos e conexões em PVC para água fria e esgoto; • Adaptadores ou luvas com rosca metálica; • Metais sanitários (base e acabamento); • Adesivo para colagem de PVC; • Pincel chato; • Trapo para limpeza; • Fita veda rosca; • Fio bahia e pasta tipo robimar; • Pino de rosca com porca; • Fita perfurada para fixação; • Perfuratriz para concreto; • Ponteiro e marreta; • Pistola para fixação de pino; • Serra manual; • Trena; • Pano; • Álcool em gel; • EPI’s (Bota, luva, capacete, óculos, protetor de ouvidos). 17.4) MÉTODO EXECUTIVO INSTALAÇÃO HIDRÁULICA DE ÁGUA FRIA - Furos nas lajes e tubos passantes • O diâmetro da broca deve ser o diâmetro externo do tubo passante adotado para o ponto. Para o sistema de esgoto, o diâmetro adotado é o diâmetro externo da tubulação em questão. • Os furos nas lajes devem ser executados de acordo com o projeto hidrossanitário. Para auxiliar nesta execução, deverão ser feitos gabaritos em tamanho real com os furos de cada área molhada, referenciados pelo shaft de cada uma dessas áreas; • Devem ser chumbados aos respectivos furos com argamassa 1:4 na parte superior da laje e com gesso na parte inferior; • A impermeabilização deve ser executada de forma que cubra uma parte da extensão do tubo passante acima da laje; • Os tubos passantes devem ter 45 cm de comprimento, passando 10 cm acima da laje; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 17.2 - Prumadas e ramais • As colunas de distribuição (“prumadas”) devem ser executadas nos pontos indicados em projeto, e fixadas devidamente; • Executar os ramais por baixo da laje do pavimento, prendendo-os com fitas perfuradas, com exceção dos ramais que servirão apenas aos chuveiros; • Alocar os sub ramais nos tubos passantes apropriados, fazendo a fixação com vedantes flexíveis; • As tubulações devem ser cortadas e montadas de acordo com o projeto em linhas de montagem instaladas na obra; • Executar as conexões atentando para o correto lixamento e limpeza das peças, vedando cada uma de acordo com o tipo de conexão (soldável ou rosqueável); • Executar todos os pontos de tubulação, registros e conexões de acordo com o projeto hidráulico; • Deixar a água correr por algunsminutos pela tubulação, fazendo a limpeza da mesma e a seguir fechar os pontos finais com plug rosqueável; • Tomar cuidado para que não caia nenhum material que impossibilite a total vazão do tubo; - Barrilete • Montar o barrilete de acordo com o projeto, executando as conexões com os mesmos cuidados tomados quando da ligação dos ramais de água fria; • Fazer a conexão da caixa d’água com flange, calafetando com massa; • Para caixas d’água de PVC ou fibra, realizar os furos na caixa utilizando furadeira com serra copo, nas medidas exatas de cada flange. Para caixas d’água de concreto, fazer a ligação com o barrilete antes da impermeabilização da caixa. Obs.: Antes de se iniciar o revestimento final, realizar o teste de vazamentos, enchendo toda a tubulação com água na pressão de trabalho. INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO • Locar as colunas e pontos de esgoto; • Cortar os tubos especificados em projeto nas dimensões previstas. É recomendável que as dimensões sejam confirmadas no local da execução; • Lixar o tubo e a bolsa da conexão para executar as juntas soldadas, limpar as superfícies lixadas e distribuir o adesivo em quantidade uniforme, encaixar as extremidades e remover o excesso de adesivo. Aguardar alguns instantes até que o adesivo seque; • Montar as colunas de esgoto, colocando os tubos e conexões de acordo com o projeto. Fixar as colunas adequadamente nos shafts com uso de telas; Os derivadores devem ser executados de forma a permitir alguma flexibilidade para girar e assim ajustar possíveis diferenças; • Montar os tubos e conexões especificados, correspondente a cada ambiente, atentando para os caimentos necessários e para a correta disposição, alinhamento dos Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 17.3 elementos e fixação com fita perfurada de acordo com o projeto hidrossanitário. Observar que os tubos não devem ser forçados e quando necessário realizar um desvio deverão ser utilizados joelhos; • Montar a tubulação sob a laje partindo dos pontos da caixa sifonada e bacia sanitária, previamente determinada, prendendo com fitas metálicas. Atentar para a necessidade de prolongadores nas caixas sifonadas; • Conectar os tubos de coleta aos tubos passantes por meio de vedantes flexíveis. • Conectar toda a montagem à coluna de esgoto sanitário; • Atentar para que não caia nenhum material que impossibilite a total vazão do tubo. OBS.: As obras que iniciaram a execução no sistema antigo terminarão no sistema antigo. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 18.1 PES 18: LAJE PRÉ-FABRICADA COM USO DE VIGOTAS TRELIÇADAS 18.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico, planta de forma e projeto estrutural; • ABNT NBR 14859-1:2002 - Laje pré-fabricada - Requisitos - Lajes unidirecionais. 18.2) SERVIÇOS ANTERIORES • As alvenarias e cintas de travamento do andar inferior devem estar respaldadas; • Os níveis de referência do pavimento devem estar transferidos e verificados; • Prever proteção na periferia das formas contra queda de material e pessoas. 18.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Rolo de Pintura (para aplicação de desmol); • Formas laterais de vigas; • Alicate de corte; • Espaçadores; • Linha de nylon; • Serra de corte manual; • Alicate; • Arame recozido; • Vigotas; • Lajotas (cerâmica, EPS, ou outro material de preenchimento); • Jerica e carrinho de mão; • Concreto usinado ou de obra; • Escoramento metálico ou de madeira; • Pá, enxada, desempenadeira e colher de pedreiro; • Vibrador de imersão com mangote e Baco de alimentação, providenciar um vibrador-reserva para evitar interrupção na concretagem; • EPI’s (Uniforme, capacete, botas adequadas, luva, óculos, cinto de segurança, etc); • Régua para sarrafeamento. 18.4) MÉTODO EXECUTIVO • Distribuir as vigotas de cada vão de acordo com o tamanho e o sentido indicado na planta de montagem. As lajes pré-moldadas escoradas transversalmente a cada 1,5m; • Observar na ponta das vigotas se existem dois aços salientes com comprimento de aproximadamente 5cm, que servem para auxiliar na união entre as vigotas e o apoio quando a laje for concretada; • Sobre cinta de amarração apoiar as vigotas, no mínimo 2cm. Sendo sobre alvenarias e vigas, apoiar no mínimo 5cm; • As lajotas devem ser encaixadas sobre as vigotas. Iniciar a colocação da laje por um par de blocos (lajotas) colocados em cada extremidade, intercalados com as vigotas para servirem de gabarito de montagem; • A primeira e a última carreiras de lajotas podem ser apoiadas na própria cinta de amarração ou colocar as vigas pré-moldadas ao lado da parede ou da viga de apoio, deixando uma pequena folga entre a vigota e as lajotas, quando houver; • A primeira linha de lajotas deve ser apoiada de um lado sobre a alvenaria e de outro lado sobre a primeira vigota; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 18.2 • Executar os escoramentos; • Após a montagem demarcar os pontos elétricos; • É necessária a execução de nervuras transversais sempre que haja cargas concentradas (paredes) a distribuir ou quando o vão for superior a 4,0m, exigindo-se duas nervuras se o vão ultrapassar a 6,0 m, mesmo quando não constar em projeto. Em caso de dúvidas, consultar NBR 14859; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 19.1 PES 19: LOCAÇÃO DE OBRA 19.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Planta de locação de obra; • ABNT NBR 14645-3:2005 Versão Corrigida:2011 - Elaboração do "como construído" (as built) para edificações - Locação topográfica e controle dimensional da obra – Procedimento. 19.2) SERVIÇOS ANTERIORES • O terreno deve estar limpo e escavado até a proximidade das cotas definidas para execução ou apoio das fundações. 19.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Pontaletes, sarrafos e estroncas; • Arame recozido e pregos; • Linha de nylon; • Mangueira de nível, nível de bolha ou Aparelho de nível a laser; • Esmalte sintético; • Pincel fino para letreiro • Pá, Enxada e Cavadeira; • Prumo de centro; • Tábua; • Trena metálica; • Martelo; • EPI’s (bota, luva, capacete, etc) 19.4) MÉTODO EXECUTIVO • Definir a referência de nível (RN) da obra e a referência pela qual será feita a locação da obra, conferir as medidas do terreno; • A partir da referência escolhida no terreno, deve-se marcar uma das faces do gabarito com uma trena metálica e uma linha de náilon, obedecendo a uma distância de pelo menos 1 metro da face da Fundação. As demais faces do gabarito podem ser marcadas a partir dessa face e do projeto de locação. • O gabarito deve ser executado por meio da cravação de pontaletes ou estroncas, que devem estar aprumados e alinhados, faceando sempre o mesmo lado da linha de náilon, espaçados de 1,5 a 3,0m podendo variar de acordo com o projeto; • Os pontaletes devem ser nivelados com auxilio de nível de mangueira ou a laser quando possível, e devem estar a uma altura média do solo de 1,0 a 1,5m do solo. Na face interna dos pontaletes pregar tabuas também niveladas, formando o “gabarito”; • A partir da referência definida para a obra, marcar no gabarito, as distâncias dos eixos dos pilares, com lápis, na face da tábua e fixar pregos no topo; • Depois de marcar todos os eixos, conferir toda a distância entre os eixos vizinhos; • Pintar com esmalte sintético, nas faces das tábuas do gabarito, o número de cada pilar, indicando o prego correspondente. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 20.1 PES 20: INSTALAÇÕES DE LOUÇAS E METAIS SANITÁRIOS 20.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Arquitetônico; • ABNT NBR 15097-2:2011 - Aparelhos sanitários de material cerâmico - Procedimento para instalação.20.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Os serviços de revestimentos internos e instalações hidráulicas devem estar concluídos; • O local de serviço deverá estar limpo e desimpedido. 20.3) MATERIAIS E QUIPAMENTOS • Louças sanitárias; • Metais sanitários; • Parafusos, buchas, arruelas e porcas; • Massa de rejunte; • Espátula; • Massa Plástica; • Furadeira e brocas de vídea; • Buchas, parafusos e arruelas; • Lápis de carpinteiro; • Chave inglesa; • Chave de fenda; • Massa de vedação; • Nível de bolha; • EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, máscara, etc). 20.4) MÉTODO EXECUTIVO Instalação de Lavatórios e Tanques • Os lavatórios e Tanques devem ser posicionados nos locais de aplicação, efetuando-se as ligações de esgoto e água necessárias. As medidas devem ser de acordo com projeto. • A seguir fazer o rejuntamento das peças com rejunte comum industrializado. • Esperar entre 15 e 40 minutos para remover o excesso do produto, com o auxilio de uma esponja macia, úmida e limpa, alisando o material sem comprimi-lo. • Não deve ser utilizado ácido para limpeza das peças e do rejunte, somente água e se necessário sabão neutro. Instalação de Bacias Sanitárias • Colocar a bolsa cônica plástica e/ou outro sistema na saída de esgoto e posicionar a bacia na posição final; • Marcar os pontos de fixação utilizando lápis de carpinteiro e retirar a bacia; • Fazer as furações no piso utilizando furadeira de impacto com broca de vídea; • Colocar as buchas e os parafusos; • Passar a massa de vedação por baixo e por cima da bolsa plástica e ajustá-la no tubo de esgoto; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 20.2 • Assentar a bacia, ajustando ao mesmo tempo o tubo de ligação de água. No caso de engates flexíveis (sistema de caixa acoplada) este é encaixado posteriormente, tomando cuidado com o espaçamento adequado entre caixa acoplada e a parede; • Colocar as arruelas e porcas apertando até perfeita fixação e conferir o nivelamento com um nível de bolha; • Realizar o acabamento das juntas com massa de rejunte. Instalação de Metais • Os metais devem ser posicionados nos locais de aplicação, efetuando-se as ligações de água necessárias; • As ligações devem ser feitas com o auxílio de fita de PVA para perfeita vedação (fita veda rosca). Esta fita deverá ser aplicada conforme orientações do fabricante; • As ligações devem ser testadas liberando-se o uso da água. Verificar a inexistência de vazamentos, após verificação e aprovação os acabamentos finais podem ser colocados. Proteção das Louças e Metais Instalados • Após executados os serviços de instalação de louças e metais, deve-se proteger as peças de metal com filme PVC, e não retirar as proteções do fabricante no caso das louças, estas proteções só poderão ser retiradas no processo de limpeza final da unidade; • Caso as louças não tenham proteções de fabrica, deve-se proteger as mesmas com filme de PVC ou material similar com mesma eficiência. NOTA: 1) Na inspeção final dos vasos sanitários, verificar a regulagem das descargas. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 21.1 PES 21: MONTAGEM DE ARMADURA 21.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto Estrutural; • ABNT NBR 6118:2014 Versão Corrigida:2014 - Projeto de estruturas de concreto — Procedimento; • ABNT NBR 14931:2004 - Execução de estruturas de concreto - Procedimento 21.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Execução das formas de pilares, vigas e laje; • Locação e escoramento conferidos; • Desmoldante aplicado; • Armaduras cortadas e dobradas conforme projeto; • Gabaritos executados; • Para pilares de fundação, executar a impermeabilização antes da alocação da armadura. 21.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Aço (barras, fios ou telas); • Arame recozido nº 18; • Torquês; • Cavaletes para montagem das peças; • Trena metálica; • Chave de dobra; • Tesoura manual. • Policorte; • Espaçadores tipo caranguejo; • Espaçadores plásticos; • Guincho ou grua; • Torno de bancada (pinos); • Giz para demarcação; • EPI’s (Uniforme, capacete, bota, luva, óculos, protetor auricular, cabo-vida, cinto de segurança, etc) 21.4) MÉTODO EXECUTIVO • Providenciar local com cavaletes para montagem das peças; • Montar as armaduras conforme projeto e identificá-las; • Onde houver cruzamento de armação dispor a mais leve sobre a mais pesada; • A amarração deve ser feita com arame recozido e estar firme o suficiente para impedir a movimentação do conjunto durante o transporte e a concretagem; • Colocar a armadura dos pilares, observando que as esperas do nível inferior fiquem na parte interna da armação; • Na seqüência, iniciar a colocação da armadura das vigas, observando para que, onde haja cruzamento entre vigas, exista uma amarração e montagem correta; Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 21.2 • Colocar espaçadores em quantidade suficiente para que a armação não tenha contato com a forma, respeitando o cobrimento mínimo especificado; • No caso de utilização de ganchos para ancoragem, estes devem ser executados durante a armação. Pilares e vigas • Posicionar duas barras de aço e fixar os estribos das extremidades; • Posicionar as demais barras e amarrá-las aos estribos das extremidades; • No caso de pilares, colocar um estribo auxiliar no topo dos arranques e outro na altura da laje; • Posicionar os demais estribos, conferindo os espaçamentos, o número de barras longitudinais e de estribos; • Amarrar firmemente o conjunto em todos os pontos de contato e posicionar os espaçadores; • Posicionar a armadura de maneira tal a respeitar o cobrimento mínimo de 2,5cm; • As emendas podem ser por: transpasse, luvas rosqueadas, solda e outros; que devem respeitar o projeto. Laje • Para o início da armação das lajes, é necessário que as armaduras das vigas que fazem contorno do pano a ser executado estejam no lugar; • Posicionar as barras da armadura principal e secundária que fazem parte da armadura positiva, amarrando-as com arame recozido; • Posicionar as barras da armadura negativa, amarrando-as a armadura das vigas; • Fazer o uso de “caranguejos” para manter a posição das armaduras positivas e negativas; • Colocar espaçadores em quantidade suficiente para que a armação não tenha contato com a forma, e respeitando o cobrimento mínimo. Licenciado para - T hiago P inheiro - 39167980813 - P rotegido por E duzz.com 22.1 PES 22: PISO EXTERNO 22.1) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Projeto arquitetônico; • ABNT NBR 15953:2011 - Pavimento intertravado com peças de concreto — Execução; • ABNT NBR 12260:2012 - Execução de piso com argamassa de alta resistência mecânica — Procedimento. 22.2) SERVIÇOS ANTERIORES • Compactação do solo (quando houver) deve estar pronto e liberado; • As instalações embutidas devem estar prontas e liberadas (quando houver). 22.3) MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Argamassa de cimento-areia; • Mangueira de nível, ou aparelho de nível a laser; • Desempenadeira de madeira ou aço; • Enxada; • Politriz; • Caixote plástico; • Vassoura; • Colher de pedreiro; • Régua de alumínio/vibratória; • Cimento; • Concreto; • EPI’s (bota, luva, capacete, óculos, máscara, etc). 22.4) MÉTODO EXECUTIVO Piso intertravado de concreto • A base (terreno) deve estar nivelada e compactada. As instalações elétricas e hidráulicas devem estar todas posicionadas. • Dependendo das condições do terreno e quando especificado em projeto, lançar camada de bica corrida e espalhar manualmente ou mecanicamente, a fim de aumentar a resistência da base. • Iniciar a instalação do piso pelas peças de contenção lateral (guias, sarjetas e outras). Estas peças deverão ser posicionadas conforme