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Aracaju/2024
Profs. Paloma Rosa e Gabriel Pereira
Disfunções 
de Joelho
É uma articulação sinovial do tipo gínglimo (“dobradiça”);
Articulação femorotibial medial, articulação femorotibial lateral, articulação femoropatelar;
Ligamentos e Músculos garantem a estabilidade;
Joelho
Joelho
	1	Fêmur	9	Condilo medial do fêmur
	2	Cápsula articular com bolsa supra-patelar	10	Ligamento colateral tibial
	3	Ärea patelar	11	Ligamento cruzado anterior
	4	Condilo lateral do fêrmur	12	Menisco medial do joelho
	5	Menisco lateral do joelho	13	Ligamento transverso do joelho
	6	Ligamento colaterla fibular	14	Ligamento da patela
	7	Condilo lateral da tíbia (face articular superior)	15	Inserção comum dos mm. Sartório, semi-tendinoso e grácio
	8	Fíbula	16	Tíbia
Joelho
Joelho
Joelho
Joelho
JOELHO – Diagrama da Dor
Bursite do Joelho (síndrome da fricção da faixa iliotibial)
Bursite do Joelho (Bursite do ligamento colateral fibular)
Dor patelofemoral Fratura da patela Patela bipartida
Fratura do fêmur distal (Fratura tibiofemoral)
Cisto popliteu (Cisto de Baker)
Joelho
Inspeção
vista anterior de pé
Ângulo Q = formado por uma linha conectando o centro da patela à EIAS (ESPINHA ILIACA ANTERO SUPERIOR) e outra linha em direção da inserção patelar na tuberosidade anterior da tíbia. Valor normal máximo é de 20°. A partir desse valor o ângulo é considerado aumentado
Identificação de A) joelho valgo	e de
B) joelho varo; Anormalidades patelares, como patela alta, patela baixa e patelas medializadas;
Joelho
Vista anterior em pé
Vista lateral em pé
Ispeção do Joelho
Vista anterior sentado
Vista medial sentado
Fonte: Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João
Ispeção do Joelho
A, patela;
B, tendão do m. quadríceps femoral; C, m. vasto lateral; D, m. vasto medial; E, m. vasto medial oblíquo;
F, tendão patelar; G, corpo adiposo de Hoffa;
H, tuberosidade tibial;
I, tubérculo de Gerdy;
J, pata de ganso; K, platô tibial medial.
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face anterior)
A, patela;
B, tendão do m. quadríceps femoral; C, m. vasto lateral; D, m. vasto medial; E, m. vasto medial oblíquo;
F, tendão patelar; G, corpo adiposo de Hoffa;
H, tuberosidade tibial;
I, tubérculo de
Gerdy;
J, pata de ganso; K, platô tibial medial.
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face anterior)
A, epicôndilo medial;
B, ligamento colateral medial;
C, pata de ganso;
D, inserção do m. semimembranoso;
E, interlinha articular medial
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face medial)
A, epicôndilo medial;
B, ligamento colateral medial;
C, pata de ganso;
D, inserção do m. semimembranoso;
E, interlinha articular medial
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face medial)
A, epicôndilo lateral;
B, ligamento colateral lateral;
C, cabeça da fíbula;
D, tendão do m. bíceps femoral;
E, trato iliotibial;
F, tubérculo de Gerdy;
G, interlinha articular lateral.
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face lateral)
A, epicôndilo lateral;
B, ligamento colateral lateral;
C, cabeça da fíbula;
D, tendão do m. bíceps femoral;
E, trato iliotibial;
F, tubérculo de Gerdy;
G, interlinha articular lateral.
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face lateral)
A, m. semimembranoso;
B, m. semitendinoso;
C, m. bíceps femoral;
D, nervo fibular comum;
E, porção medial do m. gastrocnêmico;
F, porção lateral do m. gastrocnêmico.
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face posterior durante flexão ativa)
A, m. semimembranoso;
B, m. semitendinoso;
C, m. bíceps femoral;
D, nervo fibular comum;
E, porção medial do m. gastrocnêmico;
F, porção lateral do m. gastrocnêmico.
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Ispeção do Joelho (face posterior durante flexão ativa)
A – Joelhos de um indivíduo obeso
B – Patela magna no joelho esquerdo, devido a osteófitos
A
B
Ispeção do Joelho (face posterior durante flexão ativa)
A – Patela bipartida. A seta indica a localização do fragmento
acessório supralateral.
B – Aspecto de um joelho com bursite pré-patelar (joelho esquerdo)
A
Ispeção do Joelho 
Aumento da tuberosidade tibial anterior na doença de Osgood-Schlatter	(seta)
Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
Aspecto normal do joelho em flexão.
Ispeção do Joelho 
Ispeção do Joelho 
A – Geno valgo B – Geno varo
A
B
Ispeção do Joelho 
16/01/2012
Dr. José Heitor M. Fernandes
49
Ispeção do Joelho 
A – Patela na posição normal; B – Patela alta;	C- Patela baixa do joelho E após cirurgia.
Ispeção do Joelho 
Movimeto Passivo –
Observar quando e onde, durante cada um dos movimentos, ocorre o início de dor.
Movimento passivo - flexão
Movimento passivo - extensão
Movimento passivo – deslizamento medial da patela
Movimento passivo 
Palpação dos tendões dos mm. Sartório, gracilis e
semitendinoso
Movimento passivo 
Palpação do pulso da artéria poplítea
Movimento passivo 
Amplitude de movimento do Joelho. Flexão 130° e Hiperextensão 15°
Movimento ativo 
Goniometria – Flexão do Joelho - 0°-135° (Magee)
Movimento ativo 
Avaliação da Força Muscular do Quadríceps
Deve ocorrer quando forem descartadas outra limitações articulares ou
musculares (encurtamentos) impedindo ou dificultando o movimento.
AVALIAR :
Músculos do Quadríceps Femoral;
Músculos: Bíceps Femoral, Semimembranáceo e Semitendíneo.
Movimento ativo 
Testes funcionais sequenciais para o joelho
Andar;
subir e descer escadas;
agachamento;
correr na reta para frente;
correr na reta para a frente e parar sob comando.
TESTES ESPECÍFICOS
Caracterizada por uma dor anterior no joelho;
Bastante comum entre indivíduos jovens, atletas e população sedentária e acomete frequentemente o sexo feminino;
Disfunção femoropatelar
 dor anterior no joelho, edema, crepitação retropatelar e bloqueio articular;
Agravada durante atividades esportivas, subida e descida de escadas, caminhadas em terrenos inclinados, agachamento e ao permanecer sentado por tempo prolongado.
Disfunção femoropatelar – Quadro clínico
 Deslocamento anormal da patela;
Desequilíbrio entre os músculos estabilizadores primários da patela.
Disfunção femoropatelar – Fator Etiológico
Com base no exame clínico;
Avaliação detalhada;
Historia clinica minuciosa e associada ao exame clinico detalhado;
Exame de imagem – Radiografia. 
Constitui 25% das lesões que comprometem o joelho e 5% de todas as lesões esportivas.
Disfunção femoropatelar – Diagnóstico
Fortalecimento dos membros inferiores; (Joelho e quadril)
Exercícios resistidos;
Exercícios em cadeia cinética aberta e fechada; (dor e fortalecimento)
 Técnicas de terapia manual;
Recursos eletrotermofototerapicos.
Disfunção femoropatelar – Tratamento
Lesão de Ligamento cruzado anterior (LCA)
Atua como o principal estabilizador do joelho, evitando principalmente a translação anterior excessiva da tíbia em relação ao fêmur, além de limitar os movimentos rotacionais da tíbia, o varo e o valgo excessivos do joelho.
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Mulheres atletas: desaceleração brusca e saltos;
Não há consenso de que a cirurgia seja melhor que tratamento conservador;
Incidência: 8.000 lesões por ano.
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Epidemiologia 
TRAUMA 
Ocasionando valgo excessivo 
SEM CONTATO 
Rotação medial do fêmur 
Hiperextensão forçada 
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Mecanismo de Lesão 
1. Conseguem voltar às atividades recreacionais/esportivas sem cirurgia;
2. Modificam ou diminuem o nível de atividade,dessa forma, não necessitam de cirurgia;
3. Aqueles que precisam de cirurgia devido aos recorrentes episódios de falseio do joelho.
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Tratamento: cirúrgico x conservador
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Tratamento: cirúrgico x conservador
Grau de instabilidade; 
Idade do paciente; 
Nível de exigência do joelho;
Presença de falseios;
Lesões meniscais recorrentes e interesse em retornar ao esporte.
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Fase hospitalar
Isométricos; 
Bombeamento de tornozelo; 
Posicionamento em extensão; 
Orientações;
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Retirada de Muletas
Pouca dor e edema 
Confiança 
30 segundos em uma perna só
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Ganho de extensão 
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Ganho de flexão
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Quadríceps - Antagonista do LCA
 
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Cadeia Cinética Aberta (4ª semana-patelar) 
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
Fisioterapia pós-operatória 
Bons Estudos!
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