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Grafites
Vamos falar inicialmente sobre as variações de grafites, que podem ser apre-
sentadas em formato de lápis, lapiseiras ou avulsos. 
As minas de grafites são divididas nas seguintes graduações, por escala 
de dureza:
 � Traço fino, ideal para desenho técnico: 9H, 8H, 7H, 6H, 5H, 4H, 
3H, 2H.
 � Traço médio, utilizado para escrita e desenho: H, F, HB.
 � Traço grosso, mais utilizado em desenho artístico e esboços: B, 2B, 
3B, 4B, 5B, 6B, 7B, 8B, 9B.
A letra H vem de hard (“duro”, em inglês). Trata-se de uma mina mais dura, 
portanto o resultado é um traçado mais claro. A letra B vem da palavra black 
(“preto”, em inglês). O grafite B é macio e, quanto maior for a numeração de 
B, mais macia será a mina e mais preta será a escrita. Já o HB (hard/black) 
é um grafite intermediário, comumente encontrado como lápis de escrita.
Em desenhos técnicos, é mais usual utilizar grafites mais duros para poder 
trabalhar melhor os detalhes e ter maior controle das espessuras de linhas, que, 
no caso de desenho de arquitetura, exigem muita precisão. Croquis, esboços 
e desenhos artísticos pedem grafites mais macios, que geram desenhos mais 
soltos. Entretanto, conforme o tipo de acabamento a ser feito no desenho, como 
sombreamentos e acabamentos finos, por exemplo, a escolha da graduação 
pode variar para cada situação.
Os grafites são constituídos de uma mistura entre carvão e argila. Quanto 
maior for a quantidade de carvão na mistura, mais macio será o grafite e mais 
preta a escrita. Se a quantidade de argila for maior, a mina será mais rija e a 
escrita, mais clara. Na Figura 1, você pode ver um exemplo de lápis com as 
suas graduações.
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Figura 1. Conjunto de lápis com a marcação das devidas graduações.
Fonte: V J Matthew/Shutterstock.com
As Figuras 2 e 3 apresentam exemplos de desenhos arquitetônicos com a 
utilização de diferentes tipos de grafites.
Figura 2. Desenho arquitetônico sendo feito a lápis.
Fonte: Roman Motizov/Shutterstock.com.
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Figura 3. Desenho feito a lapiseira de grafite espesso.
Fonte: Radu Bercan/Shutterstock.com.
Carvão vegetal
O carvão vegetal em barra é feito com o carbono seco que sobra após a queima 
da madeira. Segundo Brian Curtis (2015), é um material seco que pode tanto 
deixar marcas como ser apagado facilmente da maioria das superfícies. Por 
ter essa característica, é utilizado para esboços e desenhos de traços rápidos. 
Já o carvão comprimido, mesmo material encontrado nas minas de lápis, 
é aglutinado com argila e bem mais versátil. Pode ser encontrado também 
nos formatos de cilindros, como você pode ver na Figura 4, e em blocos 
comprimidos.
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Figura 4. Modelos de lápis e cilindros de carvão comprimido.
Fonte: Burhan Bunardi/Shutterstock.com
Na Figura 5, você pode observar um desenho realizado com bloco de 
carvão comprimido.
Figura 5. Desenho sendo produzido com bloco de carvão comprimido.
Fonte: Africa Studio/Shutterstock.com
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Para aprender mais sobre materiais de desenho e ver dicas para técnicas de desenho, 
consulte o livro Desenho de Observação (CURTIS, 2015).
Caneta nanquim
A caneta nanquim é o principal método de graficação utilizado na finalização 
do desenho técnico. Possui grande variedade de graduações, gerando diferentes 
espessuras de linhas. Muito utilizada sobre papel manteiga ou vegetal, é encon-
trada também em versões coloridas. Possui utilização tanto no desenho técnico 
como em artístico e croquis. Devido à existência de canetas com espessuras 
muito finas, permite traçados em trechos ou desenhos bem detalhados. Veja 
os exemplos de caneta nanquim nas Figuras 6 e 7.
Figura 6. (a) Ilustração de caneta nanquim ponta fina. (b) Exemplo de caneta em desenho 
arquitetônico.
Fonte: (a) DesignPrax/Shutterstock.com / (b) sindlera/Shutterstock.com.
Lápis de cor
Velhos conhecidos da maioria das pessoas, os lápis de cor são quase indis-
pensáveis quando se trata de desenho a cores. Podem ser encontrados desde 
modelos bem populares a marcas conceituadas de valores bastante elevados. A 
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