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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD
	
AULA ____
	
	
	DATA:
______/______/______
VERSÃO:01
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM –
AULA 1
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME:Patrícia Da Silva Caetano Vieira
	MATRÍCULA:01658152
	CURSO:Enfermagem
	POLO:Boubon Walling
	PROFESSOR(A)Gabriela Da Silva Teixeira ORIENTADOR(A):Bruna De Arruda
	ORIENTAÇÕES GERAIS:
· O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e
· concisa;
· O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;
· Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);
· Tamanho: 12;
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;
· Espaçamento entre linhas: simples;
· Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado).
				TEMA DE AULA: SISTEMA NERVOSO
RELATÓRIO: 
1. Descrever a anamnese e exame físico neurológico.
 Anamnese é uma entrevista realizada com o paciente, realizando perguntas específicas para obter um diagnóstico. O exame físico neurológico avalia o nível de consciência, estado mental, nervos cranianos, coordenação, equilíbrio, marcha, motricidade, reflexos e sensibilidade..
2. Apontar os principais sinais de um TCE. 
Os principais sintomas são: Alteração no nível de consciência, falas desconexas, perda da orientação temporal,esquecimento, náusea, vômito, ferimentos extensos, sangue saindo pelo nariz ou pelas orelhas.
3.Descrever a escala de coma de Glasgow e Ramsay e sua aplicabilidade.
 A escala de Glasgow permite determinar o nível de consciência da pessoa através da observação do eu comportamento, a avaliação se faz através de três parâmetros (resposta ocular, resposta verbal e resposta motora) score em pontos de 3 a15, sendo que o total de 15 pontos indica condição neuro fisiológicomente normal. A escala de Ramasay avalia o nível de sedação do paciente. 
Para classificar o nível seguimos essa classificação. 
Grau 1: paciente ansioso, agitado.
 Grau 2: cooperativo, orientado, tranquil.
Grau 3: sonolento, atendendo aos comandos.
Grau 4: dormindo, responde rapidamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso. 
Grau 5: dormindo, responde lentamente ao estímulo glabelar ou ao estímulo sonoro vigoroso.
 Grau 6: dormindo, sem resposta Baixado.
4.Descrever os casos de monitoramento da PIC e seus parâmetros ideais.
A monitorização da PIC é feita por meio da análise da pressão liquórica, a partir de parafusos cranianos e cateteres de silicone ou polietileno e, também de braotica, conectados a monitore. Parâmetross: baixo 140x90mmhg hipertenso.
			TEMA DE AULA: SISTEMA TEGUMENTAR
RELATÓRIO:
1. Identificar os cuidados de enfermagem com o sistema tegumentar do paciente.
Manter pele sempre seca,limpa e hidratada,colocar coxim(almofadas),colchão pneumático e mudança de decúbito.
2.Descrever a escala de Braden e sua aplicabilidade.
 É usada para avaliar o risco de lesões por pressão,para que o enfermeiro posso tomar medidas preventivas. A escala de Braden utiliza seis parâmetros para avaliação do paciente. Percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição e, por último, a fricção e cisalhamento.
 Essas características são avaliadas e pontuadas de 1 a 4, sendo que quanto menor é a pontuação maior o risco do paciente. Todos os fatores somados devem resultar em um número entre 6 e 23. 
3.Definir lesão por pressão e classifica-las. 
Lesão por pressão é caracterizada como um dano localizado na pele e/ou tecido mole subjacente geralmente sobre proeminência óssea ou pode ainda estar relacionado aequipamentos médicos ou outro tipo de dispositivo. A lesão pode apresentar-se como pele intacta ou como úlcera aberta e pode ser dolorosa. 
São classificadas em: 
Estágio 1: Eritema não branqueável de pele integra; 
Estágio 2: Perda de espessura parcial da pele com a derme exposta; 
Estágio 3: Perda total da espessura da pele; 
 Estágio 4:Perda total da espessura da pele e tecido; Lesão por Pressão não Estadiável:cobertura da perda total da espessura da pele e tecido;e Lesão por Pressão Tissular Profunda:vermelho escuropersistente não branqueável,descoloração marrom ou roxa. 
 	
				TEMA DE AULA: SISTEMA CARDIOVASCULAR
RELATÓRIO: 
1. Descrever a circulação pulmonar e sistêmica. Circulação pulmonar também chamada depequena circulação, é a responsável por levar o sangue do coração para os pulmões. Nesse caso, o sangue rico em gás carbônio sai do ventrículo direito pela artéria pulmonar, chega aos pulmões, sofre o processo de trocas gasosas (hematose) e retorna ao átrio esquerdo do coração pelas veias pulmonares. Circulação sistêmica, também chamada de grande circulação, é a responsável por garantir que o sangue oxigenado seja levado para todo o corpo e que o sangue rico em gás carbônico retorne a o coração. O sangue oxigenado sai do ventrículo esquerdo pela artéria aorta, é levado para as diversas partes do corpo, sofre trocas gasosas nos tecidos e retorna ao átrio direito do coração pelas veias cavas superiores e inferiores. Ao chegar ao coração, o sangue rico em gás carbônico é então levado para o pulmão para a oxigenação, iniciando-se novamente o processo de circulação pulmonar.
2. Identificar as indicações para realização do ECG. 
O exame do ECG é indicado quando sensação de falta de ar constante, dor no peito, ritmo cardíaco irregular no exame clínico, tontura e/ou desmaio, arritmias,enfartes, qualquer alteração no ritmo cardíaco, número de batimentos e etc.
3. Descrever a técnica para realização de um ECG
. O paciente deve estar deitado e os eletrodos são posicionados no peito, nos punhos e nos tornozelos. Os equipamentos colocados no peito devem estar nas posições de V1 a V6, formando o plano horizontal para o registro da atividade elétrica do coração. O ECG dura de 5 a 15 minutos para ser concluído.
4. Identificar os possíveis achados no ECG. A Alteração na frequência cardíaca, sinais de falha no ritmo cardíaco, bloqueios de ramo, Desvio do eixo elétrico, extra-sístoles ou outras complicações relacionadas.
 5.Descrever as indicações para aferição da PVC e seus objetivos. 
A pressão venosa central (PVC). A PVC é uma medida hemodinâmica frequente na UTI. É determinada pela interação entre o volume intravascular, função do ventrículo direito, tônus vasomotores e pressão intratorácica. É indicado para pacientes com histórico de doenças cardíacas, vítimas de choque, problemas respiratórios, pacientes de cirurgias de grande porte.
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM
– AULA 2
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME:Patrícia da silva Caetano Vieira
	MATRÍCULA:01658152
	CURSO:Enfermagem
	POLO: Boubon Walling
	PROFESSOR(A): Gabriela Da Silva Teixeira ORIENTADOR(A):Bruna de Arruda
	ORIENTAÇÕES GERAIS:
· O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e
· concisa;
· O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;
· Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);
· Tamanho: 12;
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;
· Espaçamento entre linhas: simples;
· Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado).
				TEMA DE AULA: SISTEMA RESPITARÓRIO
RELATÓRIO:
1. Descrever a anamnese e exame físico do sistema respiratório.
 Um exame do sistema respiratório normalmente envolve as etapas de inspeção,palpação, percussão e ausculta. Além disso, deve-se realizar sempre uma anamnese focada nas queixas pulmonares e, caso seja necessário, pode-se realizar exames de imagem.O exame respiratóriocomeça com a anamnese do paciente, como em qualquer outro exame. É importante questionar e caracterizar as queixas do paciente.
As principais queixas apresentadas são:Dor torácica,dispneia,sibilância,tosse,coragem,náusea e vômito e homoptise
2. Citar os parâmetros adequados de respiração e saturação de O2.
Quanto mais perto de 100% melhor. As exceções nesse caso são pessoas portadoras de deficiências respiratórias crônicas, como DPOC ou asma.Para elas, a saturação pode oscilar em torno de 90%, sendo considerada normal ainda assim. É por isso que a medição do ritmo respiratório faz parte da avaliação de sinais vitais do paciente.a tabela a mostra valores de referência úteis para identificar anomalias quanto ao ritmo respiratório
3. Identificar as indicações para uso da oxigenoterapia.
O uso da oxigenoterapia pode ser indicado em casos como:Covid-19;Pneumonia;Asma;Dpoc;Cefaleia em salvas;Edema pulmonar;Fibrose pulmonar
4.Descrever os tipos de oxigenoterapia.
Existe vários tipos de oxigenoterapia a principal diferença entre eles é a quantidade de gás dispensada por minuto.São elas:
Oxigenoterapia de alto fluxo;
Oxigenoterapia de baixo fluxo;
Oxigenoterapia hiperbárica
Oxigenoterapia hospitalar;
Oxigenoterapia domiciliar;
Dispositivos de Oxigenoterapia.
5.Identificar os cuidados de enfermagem ao paciente em oxigenoterapia.
Cuidados básicos como higienização das mãos, proteção da da pele do paciente(na fixação colocar micropole na pele após cateter e micropole de novo) testar a saída de oxigênio,colocar água no umidificador cuidando o limite mínimo e máximo, avaliação das narinas.
				TEMA DE AULA: SISTEMA REPRODUTOR
RELATÓRIO:
1. Descrever a anamnese e exame físico do sistema reprodutor.
A anamnese e exame físico do sistema reprodutor envolvem coletar informações médicas para realizar uma avaliação física ,questionar o paciente sobre histórico menstrual, sintomas ginecológicos, doenças anteriores e uso de contraceptivos.No exame físico, o médico verifica as genitálias externas, realiza um exame para avaliar útero e ovários, e pode realizar um exame especular para avaliar o colo do útero.Os exames têm como objetivo promover a saúde íntima da mulher ou do homem, ajudando identificar alterações e tratar algumas condições e doenças ginecológicas, como endometriose, HPV, infecções ou síndrome dos cistos nos ovários, por exemplo.
2. Identificar os cuidados necessários a saúde reprodutora da mulher e do homem.
Os cuidados necessários para a saúde reprodutiva da mulher incluem o acompanhamento ginecológico regular, práticas seguras de relação sexual, uso de contraceptivos , e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. Para o homem, cuidado senvolvem o uso de proteção durante o sexo, prevenção de DSTs e manutenção de hábitosde vida saudáveis.Já as medidas que devem ser consideradas pelos homens são:Realizar o exame de toque retal ou de sangue PSA para prevenir o câncer e outrasdoenças associadas à próstata (indicado para homens, a partir de 50 anos ou 45 anos);Praticar atividade física regularmente;Aferir a pressão com frequência;
3. Identificar as indicações do exame citopatológico do colo do útero.
O citopatológico do colo do útero, também conhecido como Papanicolaou,é indicado para rastrear alterações nas células cervicais que podem levar ao câncer. É recomendado para mulheres a partir dos 21 anos de idade ou mais cedo, se tiverem outros fatores de risco. É um teste realizado para detectar alterações nas células do colo do útero que possam predizer a presença de lesões precursoras do câncer ou do próprio câncer. Éa principal estratégia para detectar lesões precocemente. A técnica de coleta adequada e no momento e condições oportunas garante um espécime de melhor qualidade e forneceresultados mais confiáveis. Este exame também é chamado de esfregaçocervicovaginal, colpocitologia oncótica cervical, exame de Papanicolau, “preventivo do colo do útero”.
4. Descrever a técnica para realização do exame citopatológico do colo do útero.
 O médico utiliza um espéculo para visualizar o colo do útero e, em seguida,utiliza uma espátula ou uma escova para coletar células da área e esfregada em uma lâmina e enviada para análise laboratorial.
5.Descrever a técnica para realização do autoexame de mama.
O autoexame de mama é uma técnica para que as mulheres possam verificar possíveis alterações nas suas mamas. Para realizá-lo, a mulher deve ficar em frente a um espelho e observar visualmente as mamas, depois apalpar com as mãos para sentir protuberâncias ou alterações. É importante realizar o autoexame regularmente, preferencialmente alguns dias após o término da menstruação. Em caso de suspeitas, é fundamental procurar um médico para avaliação profissional.
				TEMA DE AULA: SISTEMA URINÁRIO E GASTROINTESTINAL
RELATÓRIO:
1.Descrever a anamnese e exame físico do sistema urinário
Descrever os sintomas que o paciente apresenta, como:Distúrbios miccionais: Frequência urinária, urgência miccional, nuctúria, disúria, polaquiúria,retenção urinária,incontinência urinária, esitação miccional,jato fraco,sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, se há hematúria, se há dor, a localização da dor, a duração dos sintomas, e por último se os sintomas estão relacionados à atividade física,relação sexual, menstruação, ou uso de medicamentos.Em seguida,o paciente é examinado. O profissional da saúde pode tentar palpar os rins.Geralmente não é possível palpar os rins em adultos e crianças normais, aplicar uma pressão suave no lado da pessoa ou na região lombar (flanco). A dor desencadeada durante esta manobra pode sugerir um problema rena (como inchaço ou infecção) Se uma pessoa tem dificuldade de urinar e sente pressão no abdômen inferior, o médico pode colocar um dedo sobre o abdômen inferior e dar leves pancadas nele. Se o som das pancadas for mais maciço do que deveria ser, abexiga pode estar inchada (distendida)
2. Identificar as indicações para sondagem vesical intermitente e de demora.
A sondagem vesical intermitente ou de alivio como também é chamada,é mais utilizado para drenar a urina antes de algum procedimento médicos ou para alívio imediato em pessoas com paralisia e retenção urinária crônica, por exemplo. Também pode ser usada em pessoas com bexiga neurogênica, para a obtenção de amostra estéril de urina ou para fazer o exame de urina residual após esvaziamento da bexiga.
A sonda vesical de demora é utilizada quando é preciso manter a drenagem contínua de urina por vários dias, semanas ou meses. está indicada quando é necessário promover o esvaziamento constante da bexiga, monitorar o débito urinário, fazer o preparo cirúrgico, realizar irrigação vesical oupara diminuir o contacto da urina com lesões de pele próximas à região genital. 
3. Descrever a técnica para realização da sondagem vesical intermitente e de demora.
O procedimento envolve a colocação cuidadosa de uma sonda na bexiga, seguida pelo enchimento do balão da sonda com água destilada.A sonda é então fixada na coxa do paciente,e conectada a uma bolsa coletora, permitindo a drenagem e armazenamento adequada da urina.
 Passo 1: Realizar a higiene íntima do paciente, utilizando iodo PVPI ou clorexidina para diminuir as chances de infecção urinária como complicação do procedimento
 Passo 2: Inserir a sonda com o auxílio de um anestésico local, que também funciona como lubrificante. A sonda deve ser inserida a aproximadamente 10 cm no caso de mulheres e até 30 cm em homens, até que o refluxo de urina seja visualizado.
Passo 3: Preencher o balão da sonda com água destilada e tracioná-lo com movimentos delicados até encontrar resistência,conectar a bolsa coletora ,verificar se está fechada. Em seguida, fixar a sonda na coxa do paciente com fita adesiva(uma fita protegendo a pele e outra parafixar).
4.Descrever a anamnese e exame físico do sistema gastrointestinal.
Pode-se iniciar o exame físico com a inspeção da orofaringe para avaliar a condição de hidratação,a presença de úlceras ou uma possível inflamação.A inspeção do abdome com o paciente em decúbito dorsal pode revelar uma aparência convexa quando há obstrução intestinal, ascite ou, raramente, massa de grande volume. A ausculta abdominal permite acesso aos ruídos intestinais e deve ser realizada em seguida.A percussão pode revelar hipertimpanismo na presença de obstrução intestinal ou macicezem caso de ascite, podendo também estimar as dimensões do fígado. Segue-se apalpação sistematizada, começando de forma mais cuidadosa a identificar áreas de algia e,se tolerado pelo paciente, prossegue-se com palpação mais profunda, com o intuito de localizar eventuais massas ou organomegalias.Quando o abdome está sensível, deve-se avaliar o paciente quanto a sinais de irritação peritoneal, como reação de defesa abdominal e dor à descompressão. A reação de defesa abdominal consiste em contração involuntária dos músculos abdominais um pouco mais lenta e mais sustentada do que o recuo voluntário rápido, encontrado em pacientes maissensíveis e ansiosos. A descompressão brusca é um recuo diferente após a retirada rápidada mão do examinador.A área inguinal e todas as cicatrizes cirúrgicas devem ser palpadas à procura de hérnias.
4. Identificar as indicações para sondagem gástrica.
A sondagem gástrica está indicada em várias situações clínicas, como:
Pacientes com desnutrição calórica e proteica.
Pacientes idosos com dificuldades de alimentação
Pacientes críticos, onde a nutrição enteral deve ser iniciada precocemente (nas primeiras 24 a 48 horas) para manutenção da integridade da mucosa intestinal e modulação da resposta imune.
Pacientes hospitalizados de alto risco nutricional (NRS-2002 > 5 ou NUTRIC score ≥ 5).
Pacientes em acompanhamento ambulatorial que são de alto risco nutricional ou desnutridos, incapazes de se alimentar pela via oral ou quando a aceitação oral é abaixo de 60% da necessidade diária por um período de 1 a 2 semanas
5. Descrever a técnica para realização da sondagem gástrica.
 Passo a passo do procedimento:Introduzir a sonda por uma narina e, após a introdução da parte lubrificada, flexionar o pescoço do paciente para que o queixo se aproxime do tórax.Solicitar ao paciente que faça movimentos de deglutição durante a passagem da sonda pelo esôfago, observando se a sonda não está na cavidade buca, colocar o diafragma do estetoscópio na altura do estômago do paciente e injetar rapidamente 20 ml de ar pela sonda, ouvindo o ruído característico(teste da audição),fixar a sonda protegendo a pele com micropole.encaminhar pcte para exame de rx.
 
REFERÊNCIAS
https://www.abcdaenfermagem.com.br
https://telemedicinamorsch.com.br/blog/saturacao-normal https:/
https://www.enfermagemnovidade.com.br/2014/07/sondagem-gastrica-e-os-cuidados-de.html
 https://sanarmed.com/semilogia-gastrointestinal-exame-fisico-e-sinais-semiologicos
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