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02-PIM V Gestão Financeira (2022)
Gestão Financeira (Universidade Paulista)
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02-PIM V Gestão Financeira (2022)
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UNIVERSIDADE PAULISTA 
EAD - EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA 
 
 
 
NOME: ABRAHAÃO JEFFERSON MARINHO FERRAZ 
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR V 
EMPRESA: PNEUS BRASIL 
 
GESTÃO FINANCEIRA 
 
 
 
 
 
AÇAILÂNDIA 
2022 
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UNIVERSIDADE PAULISTA 
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR – PIM V CURSO 
SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA 
 
 
 
 
 
 
NOME: ABRAHAÃO JEFFERSON MARINHO FERRAZ 
 
 
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR V 
PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO 
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 
MATEMÁTICA FINANCEIRA 
 
 
GESTÃO FINANCEIRA 
 
 
AÇAILÂNDIA 
2022 
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RESUMO 
 
O Projeto Integrado Multidisciplinar V do Curso Superior de Tecnologia em Gestão 
Financeira visou colocar em prática os conhecimentos adquiridos nas matérias de Análise 
das Demonstrações Financeiras, Planejamento Tributário e Matemática Financeira, através 
de um diagnóstico na empresa pesquisada. 
 
Ter o controle eficiente da área financeira traz à empresa maior segurança nas 
decisões, pois através de informações precisas a empresa tem maior controle para planejar, 
evitando assim surpresas no decorrer do planejamento. Nesse contexto o objetivo geral do 
projeto foi realizar uma análise sobre a precisão dos dados constantes na empresa alvo do 
estudo, a Pneus Brasil. 
 
A pesquisa buscou estudar o fluxo de caixa, a capacidade de pagamento, o 
planejamento tributário utilizado e utilização da matemática financeira na empresa Pneus 
Brasil. 
 
A empresa apresenta um bom desempenho quanto a sua capacidade de gerir o 
caixa, porém, observará que ela necessita de ajustes pontuais no seu planejamento 
tributário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Palavras Chaves: Gestão Financeira, Planejamento Tributário, Pagamento, Matemática 
Financeira, Análise das Demonstrações Financeiras de Financiamento. 
 
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SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 05 
2. A EMPRESA PNEUS BRASIL ..........................................................................................05 
3. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ........................................................ 06 
3.1 AUTOFINANCIAMENTO ....................................................................................................... 08 
3.1.1. VANTAGENS E DESVANTAGENS DO AUTOFINANCIAMENTO .....................09 
3.2 FINANCIAMENTOS NÃO PRÓPRIOS ................................................................................ 10 
3.2.1 EMPRESTIMOS DE CURTO PRAZO .................................................................10 
3.2.1 EMPRESTIMOS DE LONGO PRAZO .................................................................11 
3.2.3 VANTAGENS E DESVANTAGES DO EMPRESTIMO DE CURTO PRAZO EM 
RELAÇÃO AO DE LONGO PRAZO .............................................................................11 
4. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO ......................................................................................... 13 
4.1. FINALIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO ......................................................... 13 
4.2. CONDIÇÕES NECESSÁRIAS PARA O PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO................... 13 
4.3 PROCESSO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO ............................................................ 14 
4.4 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ............................................................................................. 15 
4.5. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO NA EMPRESA PNEUS BRASIL ................................ 16 
5. MATEMÁTICA FINANCEIRA ...........................................................................................18 
6. CONCLUSÃO ............................................................................................................ 20 
7. REFERENCIA ............................................................................................................ 21 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1. INTRODUÇÃO 
 
Neste trabalho identificarei, analisarei e destacarei melhoras, se necessário, no 
departamento financeiro da empresa Regional Pneus Brasil . de acordo com as 
disciplinas estudadas no bimestre, PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO, MATEMATICA 
FINANCEIRA E ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Sabemos que 
o departamento financeiro é um departamento que necessita de informações 
precisas e atualizadas diariamente, já que qualquer informação não verídica pode 
causar danos graves na saúde financeira da empresa e que podem levar dias para 
serem recuperados, sem dizer que falhas no departamento financeiro pode-se levar 
uma empresa à falência. Enfim, tenho a finalidade, a longo deste trabalho de aplicar 
a teoria a pratica e analisar os dados, para que de fato, possamos ver na realidade 
tudo o que foi estudado neste bimestre. 
 
2. A EMPRESA PNEUS BRASIL 
 
 
A empresa Pneus Brasil atua no mercado desde 1995. Com sua matriz em Imperatriz/MA, 
atende os estados do Maranhão, Pará e Tocantins, trazendo soluções de negócios nos 
segmentos de pneus novos e recapagem de pneus de carga e agrícola, além da prestação de 
serviço de qualidade em manutenção de veículos das linhas leve (Passeio/Caminhonete) e 
pesada (Carga). Localizada na Av.Bernado Sayão, nº1654, na cidade de Açailândia/MA. 
Trata-se de uma empresa do ramo varejista de pequeno porte que atua no segmento 
de pneus novos, sendo o seu principal serviço é a recapagem e vulcanização de pneus. 
 
A empresa conta com 12 funcionários sendo, 02 funcionários na administração da 
empresa e 10 funcionários distribuídos na área de produção, todos devidamente registrados, 
cumprindo horários pré-estabelecidos. 
 
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3. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 
 
As fontes de financiamento são a soma do conjunto de capitais internos e externos à 
organização que serão utilizados para financiamento dos seus investimentos realizados. 
Desta forma, a empresa a cada novo investimento terá que decidir qual fonte de 
financiamento utilizar, se externo ou interno. Nesta escolha deverão pesar, entre outras 
questões, a perda ou ganho de autonomia financeira, a facilidade ou possibilidade de 
acesso às fontes de financiamento e o custo financeiro (juros) desse financiamento. 
 
As principais fontes de financiamento são: 
 
 
- Autofinanciamento: corresponde aos fundos financeiros libertados pela atividade da 
empresa; 
 
- Aumento de Capitais Próprios: corresponde ao aumento dos capitais próprios da 
empresa por novas entradas de capital por parte dos atuais ou de novos sócios ou 
acionistas; 
 
- Capitais Alheios: corresponde ao recurso a entidades externas para obtenção dos capitais 
necessários à concretização dos investimentos tais como: crédito bancário, leasing, crédito 
dos fornecedores de imobilizado, suprimentos de sócios, entre muitos outros; 
- Incentivos Financeiros ao Investimento: corresponde aos diversos programas de 
apoio criados pelo Estado para incentivar o investimento e a competitividade. 
 
Para um melhor entendimento das fontes de financiamento faz-se necessário 
sabermos alguns conceitos da politica de capital de giro.CAPITAL DE GIRO: é o investimento de uma empresa em ativos de curto prazo. 
Exemplos: caixa, estoques, contas a receber, títulos negociáveis. 
 
CAPITAL DE GIRO LIQUIDO: é composto pelos ativos circulantes deduzidos os 
passivos circulantes (AC - PC). 
 
ORÇAMENTO DE CAIXA: é a previsão das entradas e saídas de caixa, ou seja, é a 
capacidade de gerar entradas para atender às saídas. 
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POLITICA DE CAPITAL DE GIRO: são as normas e diretrizes referentes ao 
financiamento dos ativos circulantes. 
 
INDICE DE LIQUIDEZ SECA: é o ativo circulante subtraído os estoques menos 
o passivo circulante (AC – estoques - PC). 
 
Segundo Hoji (2000, p.109): “capital de giro, também conhecido como capital 
circulante, corresponde aos recursos aplicados em ativos circulantes, que se transformam 
constantemente dentro do ciclo operacional”. Devemos entender que cada momento que o 
capital de giro sofre alguma mudança positiva ou negativa, gera um reflexo contábil e 
administrativo financeiro. 
 
Desta forma, podemos concluir que a base para uma adequada gestão financeira é o 
estudo e a análise contínua do capital de giro das organizações. A empresa depende das 
condições em que são administrados os recursos diretamente relacionados com o capital de 
giro. Pois, no momento atual, a maioria dos pequenos negócios encontra dificuldades para 
sobreviver em virtude da ausência de capital de giro para movimentar as atividades 
operacionais da empresa, e quando conseguido, apresenta altos custos financeiros que 
comprometem os resultados das atividades. 
Para administrar o capital de giro, o empresário precisa ter o conhecimento do 
valor financeiro necessário para que a empresa mantenha as suas atividades operacionais. 
O chamado de ciclo operacional é composto pelas seguintes operações: 
 
• comprar; 
• estocar; 
• vender; 
• pagar; 
• receber. 
 
 
 
 
 
 
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3.1 AUTOFINANCIAMENTO 
 
 
O valor necessário para compor o capital de giro, pode ser provido de fontes próprias 
ou de terceiros. 
 
Como exemplos de fontes próprias, podemos citar o exemplo do autofinanciamento 
que é formado pelas seguintes composições: 
 
Aumento de capital por parte dos sócios: Consiste em que os sócios da empresa 
tragam seus próprios capitais ainda não integralizados. Esses capitais não devem ser 
capitais de terceiros, fazendo com que os sócios aumentem suas cotas na participação da 
empresa. 
 
Aumento no número de sócios: Consiste em abrir o capital da empresa a novos 
sócios podendo: 
• Atrair novos sócios com novos capitais próprios; 
• Abrir o capital da empresa em sistema de mercado aberto (emissão de ações); 
• Emitir debêntures também em sistema de mercado aberto. 
 
 
Obter maiores prazos para pagamento de compras junto aos fornecedores: 
Quando a empresa consegue negociar um prazo maior para o pagamento de suas dívidas, 
ela adia as saídas de caixa e melhora seu capital de giro. Nessa prática provisória 
espera-se que a empresa se ajuste financeiramente no tempo. Também é importante uma 
atenção especial para o custo do alongamento de prazo. Ele precisa ser suportado pela 
rentabilidade da empresa. De uma maneira geral, as empresas procuram, junto a terceiros 
nesse alongamento de prazo de dívidas, uma melhor parcela de pagamento conveniente 
com suas disponibilidades. No alongamento do perfil da dívida, isto é, maior prazo de 
pagamento de principais e juros, devemos levar em consideração a nova taxa de juros, que 
deverá ser bem menor que a atual; também é preciso considerar o indexador de reajuste 
monetário e IOF (Imposto sobre as Operações Financeiras). 
 
Crescimento da empresa – autogestão – investimento: Elementos necessários 
para desenvolvimento de uma autogestão da empresa: 
 
• Capital de Giro Próprio (CGP): é a identificação da existência ou não na empresa 
de recursos próprios, Capital dos Sócios e Resultados das Vendas acumulados (lucros 
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retidos), que possam estar financiando o Giro Total Próprio; 
 
• Saldo Líquido de Caixa (SLC): é o saldo de caixa que a empresa dispõe por meio 
de recursos suficientes para a liquidação das obrigações e haveres com fornecedores e 
terceiros. 
 
 
 
O crescimento de uma empresa, ou seja, o aumento do volume de negócios e 
produção ou serviços deve ser implantado por acréscimos no capital de giro e eles devem 
ser sustentados: 
 
• Autossustentabilidade do caixa: ocasionado pelos fluxos de caixa operacionais 
gerados por crescimento ou investimento empresarial em capital de giro (ICG); 
• Aumento do Return On Equity (ROE): retorno sobre o patrimônio. É um indicador 
financeiro que se refere à capacidade de uma empresa agregar valor a ela mesma com os 
seus próprios recursos; 
 
• Diminuição dos riscos de insolvência. 
 
 
3.1.1 VANTAGENS E DESVANTAGENS DO AUTOFINANCIAMENTO 
 
Vantagens: O autofinanciamento é uma fonte de capital de maior solidez na 
estrutura financeira da empresa. Pode ser a única opção da empresa quando a 
rentabilidade é inferior ao custo de capital de terceiros ou quando seu atual nível de 
endividamento não permite captar um volume maior de recursos de terceiros em virtude do 
elevado risco financeiro ou falta de teto na análise de crédito. O autofinanciamento permite 
a recuperação do capital de giro com menor pressão sobre a liquidez da empresa, já que a 
expansão da empresa pode ocorrer sem endividamento, pois os recursos financeiros de 
terceiros possuem um maior custo e podem deteriorar o equilíbrio financeiro da empresa. A 
maior proporção de recursos próprios na estrutura de capital possibilita a empresa aumentar 
seu nível de endividamento. Isso ocorre quando a utilização de recursos de terceiros 
proporciona um retorno maior aos acionistas pelo efeito da alavancagem financeira. 
Todavia, esse caminho não é dos melhores quando tratamos de autofinanciamento. 
Desvantagens: Um acúmulo de recursos pelo autofinanciamento que não tenha 
utilização momentânea pode incitar os dirigentes a investirem em projetos de investimento 
de riscos, bolsa de valores, por exemplo, motivados pelo aumento da taxa de rentabilidade 
do meio acionário. A excessiva dependência de autofinanciamento pode produzir uma 
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reação de aversão total a qualquer nível de endividamento, fazendo com que, às vezes, a 
empresa perca oportunidades de realizar bons investimentos por falta de capital (custo de 
oportunidade). 
 
 
3.2 FINANCIAMENTOS NÃO PRÓPRIOS 
 
 
Fontes de financiamentos não próprios consistem na obtenção de recursos no 
sistema financeiro por meio de capitais de terceiros. Podem ser divididos em dois grandes 
grupos: empréstimos de curto prazo e longo prazo. 
 
 
 
3.2.1 EMPRESTIMOS DE CURTO PRAZO 
Podem ser empréstimos sem garantia, que são melhores para as empresas, 
porém as instituições quase não praticam mais este tipo de empréstimo, e podem 
ser os empréstimos com garantias. 
Os empréstimos a curto prazo com garantia são aqueles pelo qual o credor exige 
ativos como colaterais, representados por duplicatas a receber. O credor adquire o direito de 
uso do colateral mediante a elaboração de um contrato de garantia, firmado entre a empresa 
e a empresa tomadora do crédito. 
As duas técnicas mais utilizadas pelas empresas para obter financiamento a curto 
prazo com garantias são: caução de duplicatas e factoring de duplicatas. 
As principais fontes de financiamento a curto prazo - com e sem 
garantias são: 
- Empréstimos com garantia; 
 
- Caução de duplicatas a receber; 
 
- Factoring de duplicatas a receber; 
 
- Empréstimo com alienação de estoques; 
 
- Empréstimo com certificado de armazenagem. 
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3.2.1 EMPRESTIMOS DE LONGO PRAZO 
 
 
O financiamento de longo prazo é caracterizado como uma dívida que tem 
maturidade superior a um ano. É obtido junto a uma instituição financeira como um 
empréstimo a prazo ou por meio da venda de títulos negociáveis. O processo de venda dos 
títulos, tal como de ações, é geralmente acompanhado por um banco de investimento. 
Financiamento de longo prazo propicia alavancagem financeira, sendo um componente 
desejável na estrutura de capital de uma empresa. 
O financiamento de longo prazo de um negócio possui vencimento em média, entre 
cinco e vinte anos. Quando o financiamento em longo prazo estiver a um ano do 
vencimento, sua contabilização deve ser refeita saindo do passivo não circulante e ser 
registrado no passivo circulante. As principais fontes de financiamento a longo prazo 
são: 
 
- Empréstimos; 
 
- Debênture: a) com garantia b) sem garantia; 
 
- Ações. 
 
 
 
3.2.3 VANTAGENS E DESVANTAGES DO EMPRESTIMO DE CURTO 
PRAZO EM RELAÇÃO AO DE LONGO PRAZO 
 
 
Velocidade: o crédito de Curto Prazo é obtido com maior facilidade e rapidez; 
 
 
Flexibilidade: pagamentos antecipados, liberação de novos valores, sem clausula 
restringindo ações futuras da empresa são algumas vantagens do financiamento de Curto 
Prazo; 
 
Risco da dívida do Curto Prazo em relação à de Longo Prazo: As taxas de juros são 
variáveis no de Curto Prazo, diferente das dívidas de Longo Prazo, onde as taxas são 
estáveis ao longo do tempo. As dívidas de Longo Prazo não se submetem às pressões 
momentâneas de demanda (as variações das taxas de juros dia a dia), já que estão 
normalmente estabelecidas. O financiador do Curto Prazo pode exigir o pagamento imediato 
do saldo devedor. 
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3.5 FONTES DE FINANCIAMENTO NA EMPRESA PNEUS BRASIL 
 
 
A empresa Pneus Brasil utiliza-se de uma politica de capital de Giro liberal de 
investimentos em ativos circulantes, tendo em vista que a maioria das suas vendas são 
realizadas a prazo, seja com cheque pré-datado ou através de cobrança. 
 
Apesar das vendas serem, na sua maioria, realizadas a prazo, a Pneus Brasil 
apresenta um bom fluxo de caixa, o que faz com que ela, na maioria das vezes, 
consiga honrar seus compromissos com recursos próprios. Isso só é possível, pois as suas 
vendas realizadas a prazo são feitas a curto prazo, ou seja são efetuadas vendas para 
pagamento mensais que não excedem 90 dias e as suas compras são realizadas também a 
prazo, chegando a 120 dias para pagar. 
 
Usando como base o ano de 2015, conseguimos constatar que a empresa possuía 
mensalmente um valor disponível de capital de giro suficiente para cobrir suas despesas 
imediatas. 
 
Nos períodos chuvosos o faturamento da empresa cai e nesses períodos caso 
não consiga honrar seus compromissos com recursos próprios a empresa tem disponível 
contas com limite de cheque especial e desconto de cheques, em três bancos, somando 
uma quantia total de limite de contas de R$ 150.000,00 e também possui um limite de R$ 
300.000,00 para desconto de cheques, do qual está utilizando apenas R$ 30.000,00. Os 
juros variam entre 1,25% ao mês a 1,99% ao mês dos empréstimos contraídos a titulo de 
desconto de cheques. Quanto à utilização do limite de cheque especial, a empresa busca 
não utilizar este limite, tendo em vista os autos juros aplicados a ele, ficando assim 
demonstrado sabedoria por parte do gestor ao utilizar empréstimos. 
 
No ano de 2014 a empresa pagou cerca de R$ 5.000,00 de despesas financeiras, o 
que demonstra que ela pouco necessitou de capital de terceiros para honrar seus 
compromissos. 
 
As boas vendas e o baixo índice de inadimplência são essências para que a 
empresa consiga manter controle sobre suas dívidas, conseguindo honra-las sem precisar 
buscar capitais de terceiros. 
 
Desta forma, podemos concluir que a empresa Pneus Brasil. está sendo bem 
administrada na parte financeira, possui bom capital de giro e pouco necessita de capital de 
terceiros para pagar suas dívidas. 
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Deixamos de trazer dados do balanço patrimonial, tendo em vista que não foi 
disponibilizado pela empresa. As informações acima foram prestadas pela gerente 
financeira da empresa. 
 
4. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO 
 
O planejamento tributário é a escolha de alternativas de 
ações ou omissões lícitas, portanto, não (dis) simuladas e 
sempre anteriores à ocorrência dos fatos gerados dos tributos, 
que objetivem direta ou indiretamente a redução desses ônus 
diante de um ato administrativo ou fato econômico 
(SHINGAKI, 2006, p. 24). 
 
4.1. FINALIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO 
 
 
A finalidade do planejamento tributário é economizar nos impostos. Podemos 
descrever isso da seguinte forma: 
 
• Evitar a incidência do tributo: para esse caso, adotam-se medidas e 
procedimentos com o fim de evitar a ocorrência do fato gerador; 
• Reduzir o montante do tributo: as providências para atender esse item serão no 
sentido de reduzir a base de cálculo ou a alíquota do tributo; 
• Retardar o pagamento do tributo: o contribuinte opta por medidas que terão o 
fim de postergar o pagamento do tributo sem ocorrência de multa e dentro da legislação. 
 
 
4.2. CONDIÇÕES NECESSÁRIAS PARA O PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO 
 
 
Oliveira (2006) estabelece que, independentemente da forma de tributação escolhida 
pela empresa, é possível verificar que a falta de planejamento estratégico tributário pode 
deixá-la mal preparada para investimentos futuros devido a uma possível insuficiência de 
caixa, o que irá gerar investimentos desnecessários para a cobertura de gastos não 
previstos, destaca ainda que a finalidade principal de um bom planejamento tributário é, 
sem dúvida, a economia de impostos sem infringir a 
legislação. Esse conceito, denominado tax saving, é bastante utilizado pelos norte- 
americanos. 
 
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Em síntese, para se fazer um planejamento tributário adequado, é necessário que o 
gestor tenha conhecimento profundo para lidar com a complexidade da legislação brasileira 
e aproveite ao máximo os créditos tributários e as brechas existentes no sistema. 
 
 
4.3 PROCESSO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO 
 
 
O processo de elaboração de um planejamento tributário se compreende em cinco 
fases são elas: 
 
1) A pesquisa do fato objeto do planejamento tributário; 
2) A articulação das questões fiscais oriundas do fato pesquisado; 
3) Estudo dos aspectos jurídico-fiscais relacionados com as questões 
decorrentes do fato pesquisado; 
4) Conclusão; 
5) Formalização do planejamento elaborado num expediente técnico 
funcional. 
 
Para a elaboração do planejamento tributário é necessário o levantamento de 
dados pertinentes à atividade da empresa. O levantamento deve variar conforme a 
natureza, características, tipo e extensão das questões envolvidas no planejamento 
tributário, bem como em face às peculiaridades operacionais da organização empresarial. 
Borges enfatiza, ainda, que o levantamento deverá obter dados sobre os seguintes itens: 
estrutura e atividades operacionais da empresa; qualificação fiscal do estabelecimento; e, 
particularidades das operações industriais, negócios mercantis e prestações de serviços 
abrangidos pelo planejamento tributário. 
 
O levantamento de dados pode ser obtido com entrevistas formais com profissionais 
responsáveis pelas atividades da empresa, e com pesquisa e análise de documentos e 
livros fiscais. Em seguida vem à articulação das questões fiscais oriundas do fato 
pesquisado, agora com os dados levantados em mãos começa a articulação das questões 
que o planejamento tributário irá solucionar. É nessa fase que vai ser definida a 
característicado planejamento tributário (anulação, redução ou adiamento do ônus fiscal). 
 
Depois de definida a característica do planejamento tributário começa o estudo dos 
aspectos jurídicos relacionados com as questões decorrentes do fato pesquisado. Essa fase 
se caracteriza pelo amplo estudo da legislação fiscal vigente, visando atingir o objetivo 
definido. Em seguida é feita a conclusão que abrange as respostas às indagações 
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elaboradas e, finalmente, a formalização do planejamento elaborado num expediente 
funcional, ou seja, o conteúdo deverá ser formalizado num expediente funcional. Borges 
(2002, p.73) cita as seguintes características dessa etapa: “clareza, concisão, harmonia, 
vigor e objetividade”. 
 
 
4.4 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 
 
 
É uma modalidade de responsabilidade tributária pelo pagamento do imposto, 
prevista para os impostos que a princípio deveriam ser plurifásicos, como é o caso do ICMS 
e do IPI. Essa substituição consiste na atribuição a um determinado contribuinte (substituto) 
da responsabilidade de pagamento do imposto devido em determinadas operações 
subsequentes (modalidade mais polêmica e que gera mais dúvidas práticas), antecedentes 
ou concomitantes. Essa atribuição é feita pela legislação tributária. 
 
• Substituição tributária das operações subsequentes: caracterizada pela 
atribuição da responsabilidade de pagamento do imposto incidente nas saídas 
subsequentes com a mercadoria até sua saída destinada ao consumidor final. Essa 
responsabilidade é atribuída aos denominados contribuintes substitutos, que normalmente 
são os primeiros na cadeia de comercialização, ou seja, os fabricantes ou importadores; 
• Substituição tributária das operações antecedentes: caracterizada pela 
atribuição aos chamados contribuintes substitutos – que normalmente são os adquirentes de 
determinada mercadoria – da responsabilidade pelo pagamento do imposto incidente nas 
operações anteriores. Ou seja, o imposto é diferido na saída de determinado contribuinte, o 
momento de seu pagamento é postergado e a responsabilidade é transferida para outras 
pessoas (as próximas da cadeia comercial do produto); 
 
• Substituição tributária das operações ou prestações concomitantes: 
caracterizada pela atribuição aos chamados contribuintes substitutos – que são 
principalmente os tomadores de serviços tributados pelo ICMS – da responsabilidade pelo 
pagamento do imposto incidente nas operações ou prestações concomitantes. Ou seja, há 
a atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte e não 
àquele que realiza a operação ou prestação de serviço concomitantemente à ocorrência do 
fato gerador. 
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4.5. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO NA EMPRESA PNEUS BRASIL 
 
Para uma melhor entendimento/análise do Planejamento Tributário realizado na 
empresa Pneus Brasil vamos trazer alguns dados: 
 
- A empresa trabalha no ramo de recauchutagem e venda de pneus; 
- É optante pelo Simples Nacional; 
- Está localizada no estado do Maranhão; 
- Na compra de seus produtos se aplica a substituição tributária para frente 
(ICMS). 
 
De posse destes dados podemos dar inicio à nossa análise. 
 
 
Vamos analisar como é realizada a tributação referente ao ICMS e ao ISSQN no ramo 
de recauchutagem de pneus. 
Ao obter produtos destinados à recapagem a empresa é tributada com a alíquota 
interna do estado remetente, isso se deve porque os serviços de recapagem ou 
recauchutagem são tidos como prestação de serviço, sito a lista de serviços anexa à Lei 
complementar n° 116/2003: 
 
LISTA DE SERVIÇOS ANEXA À LEI COMPLEMENTAR Nº 116, DE 31 DE 
JULHO DE 2003. 
 
14 – Serviços relativos a bens de terceiros. 
 
14.04 – Recauchutagem ou regeneração de pneus. 
(Destacou-se) 
Portanto a empresa ao recauchutar um pneu está realizando uma prestação de 
serviço ao consumidor final, desta forma não é contribuinte do ICMS, por isso a aplicação da 
alíquota interna do estado do remetente da mercadoria, conforme prevê a Constituição 
Federal em seu art. 155: 
 
Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: 
(Redação dada ao artigo pela EC 3/93) 
 
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II - Operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços 
de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as 
operações e as prestações se iniciem no exterior; 
 
§ 2º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte: 
 
VII - Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a 
consumidor final localizado em outro Estado, adotar-se-á: 
 
a) A alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do imposto; 
 
b) A alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele; 
 
VIII - Na hipótese da alínea "a" do inciso anterior, caberá ao Estado da localização 
do destinatário o imposto correspondente à diferença entre 
alíquota interna e a interestadual; 
(Destacou-se) 
Porém, a empresa estudada, é contribuinte do imposto ICMS. 
Dessa forma, temos que a empresa ao comprar as mercadorias será tributada de 
duas maneiras: 
 
Quando comprar produtos para utilização na recauchutagem de pneus de 
propriedade de terceiros é devido o ICMS Diferencial de Alíquota (RICMS, Artigo 1º, 
Parágrafo 1º, Inciso IV e Informações nºs 023/06 e 001/08 - GCPJ/SUNOR) O serviço de 
recauchutagem efetuado em pneus de propriedade de terceiros, ainda que com 
fornecimento de material, é tributado somente pelo ISSQN. 
Como a saída é tributada pelo ISSQN, não há crédito de ICMS para a empresa nesta 
operação. 
 
Quando comprar produtos para utilização na recauchutagem de pneus de 
propriedade de terceiros de propriedade da empresa para revenda posterior tem 
incidência do ICMS Garantido Normal (RICMS, Inciso I do Artigo 435-l) As saídas 
subsequentes dentro deste Estado do pneu recauchutado de propriedade da consulente são 
tributadas pelo ICMS Operação Própria e Substituição Tributária. 
Portanto, nesta operação, a empresa terá direito ao crédito do ICMS Garantido 
Normal recolhido na ocasião da entrada dos insumos. 
 
Mas, conforme relato do gestor da empresa, não é isso que acontece, pois o estado 
do Maranhão vem cobrando ICMS nas recauchutagem de Pneus, e para piorar no ano de 
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2015 a SEFAZ-MT afastou o incentivo fiscal, aos optantes pelo Simples Nacional, ao 
segmento e o ICMS para do setor passou de 4% para 25% pois considerou que as bandas 
de rodagens estão classificadas no regime de substituição tributária. 
 
E é nesse ponto, que podemos ajudar a empresa estudada, pois ela vem pagando 
um imposto que não é devido. A própria Constituição Federal prevê que empresas 
prestadoras de serviços não devem pagar ICMS e sim, somente, ISSQN. Devemos orientar 
a empresa para que entre com uma ação judicial e afaste a cobrança de ICMS nas 
operações de prestação de serviço e requerendo a restituição do imposto pago 
ilegalmente. É isso que podemos chamar de elisão fiscal, ou seja, uma maneira lícita 
de deixar de pagar imposto que é cobrado ilegalmente. 
 
Além disso, a empresa tem retenção de ISSQN no Simples Nacional. 
 
 
Desta forma, podemos concluir que a empresa necessita de um melhor 
planejamento tributário, devendo tomar medidas urgentes para melhorar sua tributação. 
 
5. MATEMÁTICA FINANCEIRA 
 
 
Matemática Financeira é o ramo da matemática aplicado aos negócios. 
 
 
Segundo Rovina (2009, p. 5), a matemática financeira é “incompreendida por muitos 
e amada por poucos”. Essa curiosa constatação ocorreria porque a matemática financeira 
seria uma ciência de base, ou seja, aquela que fornece “as ferramentas para que as mais 
diversasáreas possam detectar e analisar os seus problemas”. 
 
Segundo Assaf (2009), ao se emprestar um recurso a taxas de juros, é necessário 
eficiência de maneira a remunerar os seguintes fatores importantes: 
 
- Risco: probabilidade de o tomador do empréstimo não resgatar a dívida, tendo a 
incerteza como futuro; 
 
- Perda do poder de compra do capital motivado pela inflação: a inflação é um 
fenômeno que corrói o capital, é a desvalorização do poder aquisitivo da moeda 
previsto para o prazo do empréstimo, diminuindo o poder de compra de um bem pelo 
mesmo capital; 
 
- Ganho (ou lucro): fixado em função das demais oportunidades de investimentos; 
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justifica-se pela privação da utilidade do capital pelo seu dono; 
- Despesas (nos dias atuais):todas as despesas operacionais, contratuais e 
tributárias para a formalização do empréstimo e a efetivação da cobrança. 
 
Os Conceitos fundamentais mais utilizados no dia a dia da empresa são: 
 
 
1. Juros simples e juros compostos (em cobranças e empréstimos. 
 
 
2. Regime de juros simples (capitalização simples) e compostos (capitalização 
composta) (aplicações CDC). 
 
3. Sistemas de amortização e correção monetária, sistemas de amortização e 
correção monetária; sistema de prestação constante – SPC (empréstimos como BNDES, 
PEC e FINAME). 
 
De forma simplificada, pode-se dizer que a Matemática Financeira, é o ramo da 
Matemática Aplicada que estuda o comportamento do dinheiro no tempo, a mesma busca 
ainda, quantificar as transações que ocorrem no universo financeiro levando em conta a 
variável tempo, ou seja, o valor monetário no tempo. As principais variáveis envolvidas no 
processo de quantificação financeira são: a taxa de juros, o capital e o tempo. Quando a 
taxa de juros incide no decorrer do tempo, sempre sobre o capital inicial, diz-se que há 
um sistema de capitalização simples (Juros simples). Quando a taxa de juros incide sobre 
o capital atualizado com os juros do período (montante), diz-se que há um sistema de 
capitalização composta (Juros compostos). Na prática, o mercado financeiro utiliza 
apenas os juros compostos, de crescimento mais rápido. Para finalizar, ressaltam-se os 
Sistemas de Amortização, que são utilizados pra liquidar dívidas de forma que, as partes 
envolvidas tenham poder satisfatório sobre as ações integradas na negociação. 
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6. CONCLUSÃO 
 
Verificou-se que apesar do departamento financeiro ser muito seguro em seus atos e 
decisões, uma vez que seu dados precisos e atualizados dão a segurança necessária para 
tal tomada de decisões, a empresa necessita urgentemente passar por uma reforma 
tributária, devendo ter um melhor planejamento para deixar de pagar impostos que não são 
devidos. 
 
Quanto às análise das demonstrações financeiras, podemos observar que a 
empresa está sendo bem gerida, o que está propiciando economia. Quase não faz uso das 
fontes de terceiros, pois negocias bem seus prazos de compras e de vendas para no prazo 
honrar seus compromissos. 
 
A matemática financeira está presente em todos os segmentos da empresa, seja ao 
negociar um melhor juro no financiamento ou um percentual de desconto com os clientes. 
 
No geral a empresa está bem estruturada e gerida. Somente deixamos o alerta 
quanto ao seu planejamento tributário. 
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7. REFERENCIA 
 
 
 
https://guiafacil.com/site/pneus-brasil/acailandia/ma/9935381624/ 
 
UNIP, Livro Texto Análise Das Demonstrações Financeiras. 
UNIP, Livro Texto Planejamento Tributário. UNIP, Livro Texto 
Matemática Financeira 
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