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Questões resolvidas

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Semana 07
2024.1
2024.1
CLÍNICA MÉDICA
SÍNDROME METABÓLICA 1
CIRURGIA
MORTE ENCEFÁLICA 7
PEDIATRIA
MAUS TRATOS / VIOLÊNCIA SEXUAL 11
PREVENTIVA
ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA 17
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
PRÉ-NATAL / SÍFILIS GESTACIONAL 20
SEMANA 07
SUMÁRIO
1
CLÍNICA MÉDICA
SÍNDROME METABÓLICA
2
CLÍNICA MÉDICA
DEFINIÇÃO: 
A síndrome metabólica (SM) é um distúrbio complexo representado por um conjunto de fatores de 
risco cardiovascular relacionados à deposição central de gordura e resistência à insulina. 
DIAGNÓSTICO: 
São necessários 3 ou mais critérios para o diagnóstico de SM. Os critérios são os apresentados no 
quadro 1. 
Para ajudar a memorizar esses critérios lembre-se da regra mnemônica Homem Gordo Gosta de 
Terno Preto
Homem: HDL
Gordo: Circunferência abdominal 
Gosta: Glicemia de jejum 
Terno: Triglicerídeos 
Preto: Pressão arterial
TRATAMENTO: 
O tratamento da síndrome metabólica pode ser dividido entre medidas não farmacológicas e medidas 
farmacológicas. 
As medidas não farmacológicas podem ser resumidas pela expressão: mudança de estilo de vida. 
Essas medidas têm como objetivo levar à perda ponderal e redução da deposição de gordura 
abdominal, além de estimular hábitos de vida mais saudável.
• Perda de peso: Deve-se visar a perda de 5-10% do peso corporal no primeiro ano. Esse nível de 
perda de peso mostrou benefício em estudos clínicos, mostrando melhora do perfil metabólico 
do paciente. 
• Dieta: A abordagem dietética possui vários componentes e deve ser individualizada, no entanto 
SÍNDROME METABÓLICA
3
CLÍNICA MÉDICA
como regras gerais ela deve incluir: 
 ◦ Restrição calórica: Visando perda de peso de 5-10%. 
 ◦ Ingesta de carboidratos complexos: Hortaliças, leguminosas, frutas e grãos integrais. 
 ◦ Evitar ingesta de carboidratos de rápida absorção como açúcar refinado. 
 ◦ Proteínas: Dar preferência a carnes magras como frango e peixe. 
 ◦ Gorduras saturadas e trans: Evitar ingesta excessiva de gorduras saturadas e trans.
 ◦ Restrição de sal: No máximo 6g/dia de sal de cozinha. 
O quadro 2 detalha as recomendações dietéticas:
 
• Atividade física regular: É recomendada atividade física regular, sendo um importante adjuvante 
na perda de peso além de vários outros benefícios metabólicos como controle da hiperglicemia 
e pressão arterial.
 
SÍNDROME METABÓLICA
4
CLÍNICA MÉDICA
A atividade física regular é definida como uma atividade física de moderada intensidade, por pelo 
menos 30 minutos e 5 ou mais dias por semana. 
O quadro 3 a seguir detalha as recomendações sobre exercício físico. 
• Ingesta alcoólica: Para o consumo de bebidas alcoólicas, o limite máximo recomendado é de 
30 g de etanol ao dia para o sexo masculino e metade para as mulheres.
• Tabagismo: É recomendada a cessação do tabagismo. 
Já as medidas farmacológicas visam controle da pressão arterial, glicemia e dislipidemia. 
Detalhes sobre o tratamento de cada uma dessas patologias serão abordados em conteúdos 
específicos. No entanto, abordaremos aqui algumas linhas gerais. 
• Hipertensão arterial: Além das medidas não farmacológicas o controle da pressão arterial deve 
ser buscado com fármacos de primeira linha. Em caso de hipertensão arterial estágio 2 ou 3 
deve-se iniciar o tratamento com combinação de fármacos de imediato. Conforme a imagem 
a seguir:
SÍNDROME METABÓLICA
5
CLÍNICA MÉDICA
Meta de pressão arterial: 
Redução da pressão arterial para cifras inferiores a 130mmHg/ 85mmHg pode ser útil em pacientes 
com elevado risco cardiovascular. Nos pacientes diabéticos, recomenda-se reduções da pressão 
arterial para níveis inferiores a 130/80mmHg e para os pacientes com proteinúria maior que 1g/24h, 
cifras inferiores a 120/75mmHg deverão ser a meta.
• Diabetes mellitus: A meta no tratamento da síndrome metabólica é manter a glicemia o mais 
próximo possível da normalidade, evitando a progressão de pré-diabetes para diabetes sempre 
que possível. Em caso de diabetes mellitus estabelecido as metas são iguais as preconizadas 
para qualquer paciente diabético:
 ◦ Hemoglobina glicada 94%
 ◦ Hipotensão: PAS deverá ser ≥ 100mmHg ou PAM ≥ 65mmHg para adultos
 ◦ Fármacos com ação depressora SNC e bloqueadores neuromusculares
MORTE ENCEFÁLICA
9
CLÍNICA MÉDICA
PROTOCOLO
2 exames clínicos
1 prova de apneia
1 exame complementar
PROVA DE APNEIA
1) Ventilação com FiO2 de 100% por, no mínimo, 10 minutos para atingir PaO2 igual ou maior a 200 
mmHg e PaCO2 entre 35 e 45 mmHg.
2) Instalar oxímetro digital e colher gasometria arterial inicial (idealmente por cateterismo arterial). 
3) Desconectar ventilação mecânica. 
4) Estabelecer fluxo contínuo de O2 por um cateter intratraqueal ao nível da carina (6 L/min), ou 
tubo T (12 L/min) ou CPAP (até 12 L/min + até 10 cm H2O). (Tubo T e CPAP devem ser utilizados caso 
a prova não possa ser concluída por hipoxemia). 
5) Observar a presença de qualquer movimento respiratório por oito a dez minutos. 
Prever elevação da PaCO2 de 3 mmHg/min em adultos e de 5 mmHg/min em crianças para estimar 
o tempo de desconexão necessário. 
6) Colher gasometria arterial final. 
7) Reconectar ventilação mecânica.
Importante: Caso ocorra hipotensão (PA sistólica 55mmHg (em qualquer momento 
da avaliação) o teste será considerado positivo, ou seja presença de apnéia.
• Teste inconclusivo: PaCO2 final• Eletroencefalograma.
MORTE ENCEFÁLICA
10
CLÍNICA MÉDICA
DETALHES LEGAIS E DOAÇÃO
• A declaração de óbito deve ser preenchida pelo médico que prestava assistência ao paciente ou, em sua 
falta, pelo médico plantonista.
• A data e a hora registradas na Declaração de Óbito serão as do fechamento do protocolo de morte 
encefálica.
• A autorização da retirada de órgãos para transplante dependerá da autorização do cônjuge ou parente, 
maior de idade, obedecida a linha sucessória até o segundo grau inclusive, firmada por duas testemunhas 
presentes à verificação da morte.
• É vedada a remoção post mortem de órgãos de pessoas não identificadas.
• Será admitida a presença de médico de confiança da família no ato da comprovação e atestação da morte 
encefálica, desde que demora no comparecimento desse profissional não inviabilize o diagnóstico.
• Segundo a resolução CFM 1.826 (24/10/07) é legal e ética a suspensão dos procedimentos de suportes 
terapêuticos quando determinada a morte encefálica em não doador de órgão. O cumprimento da decisão 
mencionada deve ser precedida de comunicação e esclarecimento sobre morte encefálica aos familiares 
do paciente ou seu representante legal, fundamentada e registrada em prontuário.
MORTE ENCEFÁLICA
11
PEDIATRIA
INEP 2015
MAUS TRATOS / VIOLÊNCIA SEXUAL
12
PEDIATRIA
INEP 2017
MAUS TRATOS / VIOLÊNCIA SEXUAL
13
PEDIATRIA
MAUS TRATOS
Violência contra criança e adolescente (Ministério da Saúde): quaisquer atos ou omissões dos 
pais, parentes, responsáveis e, em última instância, da sociedade em geral, que resulta, em dano 
físico, emocional sexual e/ou moral das vítimas 
Maus tratos (art. 136 do Código Penal): toda ação ou omissão que prejudique o bem-estar, 
integridade física, psicológica ou a liberdade e o direito pelo desenvolvimento de pessoas da família 
FORMAS DE VIOLÊNCIA
• Violência extrafamiliar: institucional, social, urbana, macroviolência, bullying, violência virtual, 
cultos ritualísticos
• Violência doméstica: violência física, sexual, psicológica, negligência, síndrome de Munchausen 
por procuração, violência química, autoagressão, suicídio
VIOLÊNCIA FÍSICA (25% dos casos): Uso da força física de forma intencional, não acidental, 
praticada por pais, responsáveis, familiares ou pessoas próximas à criança ou adolescente, deixando 
ou não marcas evidentes no corpo; pode ferir, lesar, provocar dor ou sofrimento e, em casos graves, 
causar a morte.
• Fatores de risco: história de violência doméstica, famílias disfuncionais, uso de álcool e outras 
drogas ilícitas, baixa renda, baixo nível de escolaridade, doenças psiquiátricas, crianças com 
doença crônica ou déficit intelectual
ANAMNESE
• Incompatibilidade entre a história e achados clínicos
• Condições socioculturais da família: alcoolismo, uso de drogas, história de maus tratos na 
infância dos pais
• Alterações do comportamento da criança: mau rendimento escolar de início repentino, distúrbios 
do sono, distúrbios de alimentação, autoagressão
EXAME FÍSICO:
• Comportamento agressivo ou apático, medo excessivo da avaliação 
• Lesões de pele em diferentes estágios de cicatrização, marcas de objetos, lesões em locais 
não usuais
• Fraturas não usuais ou múltiplas
 ◦ forma mais comum de maus tratos): Não atendimento das 
necessidades básicas da criança > submissão a atos ou atitudes de omissão de forma crônica, 
intencional (sociocultural) ou não, com prejuízos à higiene, saúde, nutrição, educação, estímulo ao 
desenvolvimento, proteção e atividade da criança
• Fatores de risco: ausência de atenção / afeto por parte dos pais, responsáveis sem interesse 
de conhecer suas necessidades, crianças aos cuidados de terceiros ou ao seu próprio, ausência 
de acompanhamento de saúde adequado, descaso à proteção de traumas não intencionais, 
ausência de incentivo ou supervisão de atividades escolares
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: Palavras, atitudes, comportamentos e/ou ambientes negativos criados 
por adultos e/ou crianças e adolescentes em torno destes, de caráter repetitivo, extensivo e 
deliberado
• Rejeição afetiva, alto grau de expectativa e exigência, terrorismo, isolamento, omissão, alienação 
parental
• Sinais de alerta: baixo ganho ponderal de origem não orgânica, atraso psicomotor, distúrbio 
alimentar, distúrbio de excreção, distúrbio cognitivo, distúrbio de comportamento
SÍNDROME DE MÜNCHAUSSEN POR PROCURAÇÃO: Cuidador "fabrica" ou induz uma doença na 
criança ou adolescente com o objetivo de manter e prolongar o contato com sistema de saúde > 
mentira x simulação x indução
• Sinais de alerta: doença prolongada e inexplicável, sinas e sintomas incongruentes que só 
ocorrem na presença da agressora, tratamento ineficaz, piora do quadro próximo da alta, 
entusiasmo com realização de exames, busca em diferentes serviços de saúde
VIOLÊNCIA SEXUAL: Todo ato ou jogo sexual com intenção de estimular sexualmente a criança ou 
adolescente, visando utilizá-lo para obter satisfação sexual, em que os autores estão em estágio 
de desenvolvimento psicossexual mais adiantado. Abrange relações homo ou heterossexuais. Pode 
ocorrer várias situações (estupro, incesto, assédio, pornografia, pedofilia, manipulação de órgãos 
sexuais, imposiçao de intimidades, exibicionismo, jogos sexuais, práticas eróticas não consentidas, 
penetração e “voyeurismo”). 
• CÓDIGO PENAL: crime de estupro de vulnerável é qualquer tipo de relacionamento sexual 
com crianças e adolescentes vacinação incompleta
• Esquema: imunoglobulina anti-hepatite B em até 14 dias do contato + completar esquema 
vacinal
PROFILAXIA HIV
• Início até 72h do contato
• Não recomendado: Penetração oral sem ejaculação, uso de preservativos, agressor HIV negativo, 
abuso crônico
• Esquema: manter 28 dias
 ◦ 6 anos: Tenofovir + Lamivudida + Dolutegravir
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
• Início até 5 dias do contato em meninas na menacme
• Levonorgestrel 1,5 mg VO dose única
• Gestação confirmada: Informar sobre possibilidade de aborto liberado por lei
MAUS TRATOS / VIOLÊNCIA SEXUAL
16
PEDIATRIA
NOTIFICAÇÕES
TODOSOS CASOS
• Avaliação do domicílio e da dinâmica familiar 
• Levantamento da situação escolar 
• Encaminhamento da vítima e agressor para atendimento psicoterapêutico, social e de proteção 
legal 
• Reavaliação em tempo breve 
LESÕES LEVES E SEM RISCO DE REVITALIZAÇÃO 
• Orientar sobre consequências da violência 
• Retorno para moradia com responsável legal
• Notificar ao conselho tutelar: relatório institucional 
 ◦ Ausência de conselho tutelar: notificar vara da infância e juventude 
• Notificar ao SINAN: notificação compulsória em impresso próprio 
LESÕES GRAVES OU COM RISCO DE REVITALIZAÇÃO 
• Internação hospitalar 
• Levantamento de ocorrências anteriores 
• Notificar ao conselho tutelar: relatório institucional 
 ◦ Ausência de conselho tutelar: notificar vara da infância e juventude 
• Notificar ao SINAN: notificação compulsória em impresso próprio
• Notificar Vara da Infância e Juventude: ofício com relatório da equipe multi 
• Alta a depender da decisão da Vara da Infância e Juventude
• Informar a família sobre realização do Boletim de Ocorrência 
VIOLÊNCIA GRAVÍSSIMA E RISCO DE MORTE
• Mau estado geral, sequelas de violência crônica e grave, agressor com transtorno de 
comportamento/pedófilo/sociopata/psicopata, agressão que precisa de tratamento hospitalar, 
família conivente ou agressora 
• Solicitar a presença de membro do Conselho Tutelar que fará o boletim de ocorrência
MAUS TRATOS / VIOLÊNCIA SEXUAL
17
PREVENTIVA
ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
18
PREVENTIVA
DEFINIÇÃO
• Modelo assistencial da atenção básica, fundamentado no trabalho de equipes multiprofissionais de um 
território
• Tem um papel de desenvolver ações de saúde a partir da realidade local e das necessidades da sua 
população
COMPOSIÇÃO DA ESF – EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
CARGA DE TRABALHO
• Cada equipe de ESF deve ter no máximo 4.000 pessoas
• Média recomendada de 3.000 pessoas.
PAPEL DA ESF
• Equipe multidisciplinar que trabalha em prevenção e promoção de saúde
• Profissionais aumentam a abrangência da UBS 
• Visitas domiciliares e Consultório de Rua
• Médico do ESF pode atender qualquer demanda 
• UBS É a porta de entrada para o sistema único de saúde
NASF
• Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica
 ◦ Equipe Multiprofissional da Atenção Básica
• Pode ser composto por diversos Profissionais 
ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
19
PREVENTIVA
“Realizar discussão de casos, atendimento individual, compartilhado, interconsulta, construção 
conjunta de projetos terapêuticos, educação permanente, intervenções no território e na saúde 
de grupos populacionais de todos os ciclos de vida, e da coletividade, ações intersetoriais, ações 
de prevenção e promoção da saúde, discussão do processo de trabalho das equipes dentre outros, 
no território.”
Não é um local ou serviço independente.
Faz PARTE da UBS e recebe casos referenciados pelas equipes que compõe a estratégia 
Tem como objetivo Aumentar a Resolutividade na Atenção Primária
COMPOSIÇÃO DA ESF – EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
Modelo assistencial da atenção básica, fundamentado no trabalho de equipes multiprofissionais 
de um território
Tem um papel de desenvolver ações de saúde a partir da realidade local e das necessidades da sua 
população.
ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
20
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
PRÉ-NATAL / SÍFILIS GESTACIONAL
21
PREVENTIVA
SÍFILIS GESTACIONAL
PRÉ-NATAL / SÍFILIS GESTACIONAL
22
PREVENTIVA
ESTADIAMENTO ESQUEMA
TERAPÊUTICO SEGUIMENTO OBSERVAÇÕES
Sífilis recente: 
sífilis primária, 
secundária e 
latente recente 
(até um ano de 
evolução).
Benzilpenicilina 
benzatina 2,4 
milhões UI, IM 
1X/semana (1,2 
milhões UI em 
cada glúteo) por 
2 semanas.
Dose total:4,8 
milhões UI, IM
Mensal (teste
não 
treponêmico)
Certas evidências indicam 
que uma terapia adicional é 
benéfica para prevenir sífilis 
em gestantes. Para mulheres 
que têm doença primária, 
secundária e latente recente, 
uma segunda dose de
Benzilpenicilina benzatina 
2,4 milhões UI, IM pode ser 
administrada uma semana 
após a dose inicial.
23
PREVENTIVA
Sífilis tardia: sífilis 
latente tardia
(com mais de um 
ano de evolução) 
ou latente com 
duração ignorada 
e sífilis terciária.
Benzilpenicilina 
benzatina 2,4 
milhões UI, IM 
1X/semana (1,2 
milhões UI em 
cada glúteo) por 
3 semanas.
Dose total: 7,2 
milhões UI, IM
Mensal (teste
não 
treponêmico)
Para gestantes, o intervalo 
ideal entre as doses é de 7 
dias. Se uma mulher grávida 
não retorna para a próxima 
dose no 7º dia, todos os 
esforços devem ser feitos 
para contatá-la e vinculá-la 
imediatamente.
Gestantes com atraso > de 
9 dias, em qualquer dose 
de terapia, devem repetir 
o esquema terapêutico 
completo.
QUADRO RESUMO PARA O TRATAMENTO ADEQUADO DE GESTANTE PORTADORA DE 
SÍFILIS.
A) De acordo com o estágio clínico da doença
B) Com penicilina benzatina na dose e intervalos adequados.
C) Queda sorológica adequada é de duas diluições em até 3 meses (por exemplo 1/64 para 
1/16 ; ou quatro diluições em 6 meses) e documentação em carteira de RN. Títulos menores 
ou iguais a 1:4 podem não apresentar queda.
D) Até 30 dias antes do parto
D) Até 30 dias antes do parto
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	SÍNDROME METABÓLICA
	CIRURGIA
	MORTE ENCEFÁLICA
	PEDIATRIA
	MAUS TRATOS / VIOLÊNCIA SEXUAL
	PREVENTIVA
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