Logo Passei Direto
Buscar

Norma ABNT NBR 16246‑1:2013 sobre manejo de florestas urbanas — Parte 1: poda. Inclui escopo e termos; procedimentos (objetivos, inspeção, ferramentas), tipos de poda (comuns, especiais, palmeiras, em redes de serviços públicos), técnicas de corte, tratamento de lesões, destinação de resíduos, figuras e exemplos de especificação.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Válida a partir de
 edição
ABNT NBRNORMA 
BRASILEIRA
© ABNT 2013
ICS ISBN 978-85-07-
Número de referência 
14 páginas
16246-1
Primeira
27.11.2013
27.12.2013
Florestas urbanas — Manejo de árvores, 
arbustos e outras plantas lenhosas
Parte 1: Poda
Urban forests — Tree, shrub and other woody plant management 
Part 1: Pruning
13.020.10 04666-0
ABNT NBR 16246-1:2013
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservadosii
ABNT NBR 16246-1:2013
© ABNT 2013
Todos os direitos reservados. A menos que especifi cado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser 
reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfi lme, sem permissão por 
escrito da ABNT.
ABNT
Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar
20031-901 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: + 55 21 3974-2300
Fax: + 55 21 3974-2346
abnt@abnt.org.br
www.abnt.org.br
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados iii
ABNT NBR 16246-1:2013
Sumário Página
Prefácio ...............................................................................................................................................iv
1 Escopo ................................................................................................................................1
2 Termos e defi nições ...........................................................................................................1
3 Procedimentos ...................................................................................................................5
3.1 Objetivos da poda ..............................................................................................................5
3.2 Inspeção da árvore .............................................................................................................5
3.3 Ferramentas e equipamentos ...........................................................................................5
3.4 Tipos de poda .....................................................................................................................6
3.4.1 Podas comuns ....................................................................................................................6
3.4.2 Podas especiais ..................................................................................................................7
3.4.3 Poda de palmeiras ..............................................................................................................8
3.4.4 Podas em redes de serviços públicos .............................................................................9
3.5 Técnicas de cortes ...........................................................................................................10
3.6 Tratamento de lesões .......................................................................................................12
3.7 Destinação dos resíduos das podas ..............................................................................12
Bibliografi a .........................................................................................................................................14
Figuras
Figura 1 – Ponto de remoção das frondes ........................................................................................8
Figura 2 – Poda excessiva em uma palmeira (prática inaceitável) .................................................9
Figura 3 – Corte para remoção de galho em seu ponto de origem (técnica dos três cortes) ...11
Figura 4 – Corte para redução do comprimento do galho ou caule de origem ..........................12
Figura 5 – Corte fi nal para remoção de galho com pequeno ângulo de inserção ......................12
Anexos
Anexo A (informativo) Exemplos de especifi cação de poda ...........................................................13
A.1 Exemplo 1 .........................................................................................................................13
A.2 Exemplo 2 .........................................................................................................................13
A.3 Exemplo 3 .........................................................................................................................13
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservadosiv
ABNT NBR 16246-1:2013
Prefácio
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas 
Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos 
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), 
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, 
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que 
alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser 
considerada responsável pela identifi cação de quaisquer direitos de patentes. 
Nesta Norma o termo “convém”indica uma recomendação ou orientação, e o termo “deve” indica 
um requisito que precisaser atendido.
A ABNT NBR 16246 foi elaborada pela Comissão de Estudo Especial de Manejo Florestal 
(ABNT/CEE-103). O seu 1º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 11, 
de 29.11.2012 a 28.01.2013, com o número de Projeto 103:000.00-003/1. O seu 2º Projeto 
circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 05, de 02.05.2013 a 10.06.2013, com o número 
de 2º Projeto 103:000.00-003/1. O seu 3º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 09, 
de 06.09.2013 a 07.10.2013, com o número de 2º Projeto 103:000.00-003/1.
A ABNT NBR 16246, sob o título geral “Florestas urbanas – Manejo de árvores, arbustos e outras 
plantas lenhosas”, tem previsão de conter as seguintes partes:
 — Parte 1: Poda;
 — Parte 2: Segurança na arboricultura;
 — Parte 3: Análise de risco;
 — Parte 4: Plantio e transplantio.
Esta Norma é baseada na ANSI A300-1:2008.
O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:
Scope
This part of ABNT NBR 16246 establishes procedures for pruning trees, shrubs and other woody 
plants in urban environments, in accordance with applicable law.
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16246-1:2013
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados 1
Florestas urbanas — Manejo de árvores, arbustos e outras plantas 
lenhosas
Parte 1: Poda
1 Escop o
Esta parte da ABNT NBR 16246 estabelece os procedimentos para a poda de árvores, arbustos 
e outras plantas lenhosas em áreas urbanas, em conformidade com a legislação aplicável. 
NOTA Esta parte da ABNT NBR 16246 pode ser utilizada como orientação para que profi ssionais 
da administração pública municipal, estadual e federal, assim como prestadores de serviço particulares, 
proprietários de imóveis, concessionárias de serviços públicos e outros, elaborem suas especifi cações 
de trabalho. Os procedimentos previstos nesta parte da ABNT NBR 16246 não se aplicam a podas 
em frutíferas, para as quais podem ser utilizadas as técnicas de poda empregadas na fruticultura.
2 Termos e defi nições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e defi nições.
2.1 
arboriculturaciência e arte do cultivo, cuidado e manejo das árvores e outras plantas lenhosas, em grupos 
ou individualmente, normalmente no ambiente urbano
2.2 
arborista
indivíduo que exerce a atividade da arboricultura e que, através da experiência, da educação 
e treinamento complementar, possui competênciaprofi ssionalpara prestar ou supervisionar o manejo 
de árvores e outras plantas lenhosas
2.3 
arborista em treinamento
indivíduo em fase de treinamento,com o objetivo de ganhar experiência e competência 
profi ssionalnecessária para prestar ou supervisionar o manejo de árvores e outras plantas lenhosas
2.4 
câmbio
tecido vivo e composto de células meristemáticas, que envolvem a árvore e originam casca para fora 
e lenho para dentro do tronco e ramos
2.5 
colar
saliência na região inferior da inserção de um galho ao tronco ou a outro galho de maior diâmetro, 
formada pela sobreposição de tecidos vasculares do galho e do tronco
2.6 
copa
conjunto de galhos e folhas que formam a parte superior de uma árvore
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados2
ABNT NBR 16246-1:2013
2.7 
corte de destopo
corte de um galho ou caule junto a uma gema ou a um galho lateral, sem dimensões sufi cientes para 
assumir a dominância apical, a fi m de atender a algum objetivo estrutural defi nido
NOTA O corte de destopo pode ou não ser uma prática de poda aceitável, dependendo de sua aplicação 
e de seu objetivo.
2.8 
corte fi nal
corte que completa a remoção ou redução de um galho ou um toco de galho
2.9 
crista da casca
saliência na região superior da inserção de um galho ao tronco ou a outro galho de maior diâmetro, 
formada a partir da sobreposição de tecidos do galho e do tronco 
2.10 
desrama
raleamento 
técnica de poda utilizada para eliminar, de forma seletiva, ramos indesejados, permitindo uma maior 
entrada de ar e luz no interior da copa da árvore e reduzindo a densidade dos ramos restantes
2.11 
descamação
limpeza
técnica de poda de palmeiras que consiste na remoção da baseapenas de frondes mortas no ponto 
onde elas fazem contato com o caule, sem danifi car tecidos vivos do caule
2.12 
destopo
técnica de poda inapropriada, utilizada para reduzir o tamanho de uma árvore, deixandoapenas 
brotos, tocos, entrenós ou ramos secundários, que não são sufi cientemente grandes para assumir 
dominância apical
2.13 
dominância apical
inibição do crescimento de gemas laterais pela gema terminal
2.14 
emergência no sistema elétrico
situação de interrupção no fornecimento de energia elétrica, geralmente associada a fenômenos 
climáticos de intensidade acima das médias para a região onde ocorrem, que demandam pronta 
intervenção da concessionária responsável pelo sistema elétrico
NOTA Nessas situações, a prioridade é o restabelecimento do serviço de energia elétrica em virtude 
do risco que o desabastecimento oferece à segurança e bom funcionamento das cidades.
2.15 
esporas de escalada
dispositivos metálicos que possuem um esporão afi ado no lado interno, que são utilizados para facilitar 
a escalada, criando pontos de apoio no tronco. Também são conhecidos como bicos, ganchos, esporas, 
cravos e escaladeiras
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados 3
ABNT NBR 16246-1:2013
2.16 
estipe
caule típico de palmeiras, normalmente ereto, mais ou menos cilíndrico, não ramifi cado, onde as folhas 
concentram-se apenas no ápice
2.17 
fl orestas urbanas
árvores e outras formas de vegetação de pequeno, médio e grande portes, que crescem, de forma 
espontânea ou cultivada, em ambientes urbanos
2.18 
fronde
folhas das palmeiras
2.19 
ramo primário
tronco ou galho proeminente de árvore a partir dos quais os brotos ou ramos crescem
2.20 
ramo secundário
broto ou caule que cresce a partir de outro ramo ou caule 
2.21 
latada
combinação de poda, suporte e treinamento de galhos para orientar o crescimento de uma planta 
em um plano. Também é conhecida como pérgula ou caramanchão
2.22 
elevação de copa
poda seletiva dos galhos inferiores de uma árvore, visando à desobstrução em altura
2.23 
lesão
abertura criada quando a casca de um galho ou de um caule vivo é penetrada, cortada ou removida
2.24 
ramo-líder
broto principal ou tronco de uma árvore de crescimento ortotrópico
2.25 
limpeza
poda seletiva que visa a remoção de galhos mortos, doentes ou quebrados
2.26 
limpeza de casca
remoção de tecidos soltos ou danifi cados de dentro e em volta de uma lesão
2.27 
linhada de arremesso
peso de arremesso atado à extremidade de um cordel, com o qual será posicionada a corda 
de escalada dentro da copa da árvore
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados4
ABNT NBR 16246-1:2013
2.28 
pecíolo
haste que sustenta o limbo da folha ou fronde
2.29 
poda
retirada seletiva de partes indesejadas ou danifi cadas de uma árvore, a fi m de se alcançarem objetivos 
específi cos
2.30 
poda corretiva
poda para correção de procedimentos incompletos ou equivocados
2.31 
poda para vistas
poda seletiva para permitir visualização de uma vista específi ca
2.32 
poda tipo poodle
técnica de poda, inadequada e excessiva, na qual são retirados os galhos secundários do interior 
da copa, permanecendo apenas um amontoado de galhos e folhas na extremidade do galho principal, 
à semelhança do rabo de um leão ou da tosa comum no cão da raça poodle
2.33 
podador
indivíduo que, através de treinamento teórico e prático, possui habilidade para executar as técnicas 
específi cas relacionadas à atividade, levando em consideração a adequação da arquitetura da copa 
ou espaço necessário para ela e para a manutenção, bem como a prevenção de queda de ramos
NOTA Este profi ssional somente é autorizado a executar seus serviços quando evidenciada a ausência 
do risco elétrico, não sendo necessário possuir treinamento ou cursos de capacitação e habilitação para 
trabalhar em sistemas elétricos de potência.
2.34 
podador em sistema elétrico de potência
indivíduo que, através de treinamento teórico e prático, está familiarizado com os equipamentos 
e os riscos da atividade de desobstrução de redes de eletricidade, e que demonstrou habilidade para 
executar as técnicas específ cas relacionadas à atividade
2.35 
podador em sistema elétrico de potência em treinamento
indivíduo em fase de treinamento de campo, para ganhar experiência e competência necessárias 
para aplicar as técnicas de desobstrução de redes elétricas
2.36 
redução
técnica de poda utilizada para reduzir a altura ou largura da copa de uma árvore
2.37 
restauração
poda seletiva para melhoramento da estrutura, forma e aparência de árvores que tenham sido 
severamente destopadas, vandalizadas ou danifi cadas
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados 5
ABNT NBR 16246-1:2013
2.38 
serviço de utilidade pública
serviço que a administração pública presta diretamente ou por terceiros, por meio de permissão, 
concessão ou autorização, com o objetivo principal de servir a sociedade
2.39 
toco de galho
comprimento de galho pequeno e indesejável que permanece na árvore quando há quebra ou corte 
incorreto na poda distante do colar
3 Procedimentos
3.1 Objetivos da poda
3.1.1 Os objetivos da poda, bem como a destinação de seus resíduos, devem ser estabelecidos 
antes do início de qualquer operação de poda.
3.1.2 A fi m de se alcançaremos objetivos da poda, convém:
 a) considerarociclo de crescimento, a estrutura individual das espécies e o tipo de poda a ser 
executada;
 b) que não se retire mais que 25 % da copa. O percentual e a distribuição da folhagem a ser removida 
devem ser defi nidos de acordo com a espécie arbórea, idade, estado sanitário e localização. 
Podas de maior intensidade devem ser justifi cadas tecnicamente;
 c) que não se retire mais que 25 % da folhagem de um galho, quando este é cortado junto a outro 
galho lateral. Convém que o galho lateral tenha dimensões sufi cientes para assumir a dominância 
apical.
3.1.3 O destopo e a poda tipo poodle devem ser considerados práticas de poda inaceitáveis 
para árvores, exceto nos casos em que tal prática for necessária para posterior supressão.
3.2 Inspeção da árvore
3.2.1 O arborista deve realizar uma inspeção visual, para avaliar todos os aspectos físicos e fi tossa-
nitários de cada árvore-alvo do trabalho e realizar o planejamento prévio das atividades. O arborista 
em treinamento também pode realizar este tipo de inspeção, desde que esteja sob supervisão direta 
de um arborista.
3.2.2 Caso se constate a existência de alguma condição ou fator que requeira atenção além do 
escopo original do trabalho, é conveniente que esta condição ou fator seja reportado a um supervisor 
imediato, ao proprietário da árvore ou à pessoa responsável por autorizar a realização do trabalho.
3.3 Ferramentas e equipamentos
3.3.1 Devem ser utilizados equipamentos e práticas de trabalho que não danifi quem o tecido vivo 
e a casca além das especifi cações de trabalho. Ferramentas de impacto não podem ser usadas
no corte fi nal. 
3.3.2 As ferramentas usadas para fazer os cortes de poda devem estar sempre af adas e em perfei-
tas condições de uso.
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados6
ABNT NBR 16246-1:2013
3.3.3 Esporas de escalada não podem ser usadas para poda de árvores, exceto quando:
 a) os galhos estiverem separados à distância maior que a linhada de arremesso e não houver 
alternativa de escalada da árvore; ou
 b) a casca for de espessura sufi ciente para prevenir danos ao câmbio.
3.4 Tipos de poda
3.4.1 P odas comuns
3.4.1.1 Limpeza
3.4.1.1.1 A limpeza consiste em poda seletiva para remover galhos mortos, doentes ou quebrados.
3.4.1.1.2 A localização e a variação de tamanho dos galhos a serem removidos devem ser especi-
fi cadas.
3.4.1.2 Desrama ou raleamento
3.4.1.2.1 A desrama ou raleamento consiste em poda seletiva para reduzir a densidade de galhos 
vivos.
3.4.1.2.2 Convém que a desrama ou raleamento resulte em distribuição equilibrada de ramos
 em galhos individuais, não comprometendo a estrutura da árvore.
3.4.1.2.3 Não é recomendado que se retire mais que 25 % do volume da copa que cresceu após 
a última poda.
3.4.1.2.4 A localização e a variação de tamanho dos galhos, bem como o percentual de folhagem 
a serem removidos devem ser especifi cados.
3.4.1.3 Eleva ção da copa
3.4.1.3.1 A elevação da copa consiste em poda seletiva para fornecer espaços verticais.
3.4.1.3.2 Convém que a necessidade de espaço vertical, a localização e a variação de tamanho 
dos galhos a serem removidos sejam especifi cadas.
3.4.1.4 Redução
3.4.1.4.1 A redução consisteem poda seletiva para reduzir a altura e/ou a largura da copa e, 
por consequência, a área e o volume da copa, sempre obedecendo à arquitetura típica da espécie, 
buscando uma distribuição equilibrada de ramos. O galho deve ser podado junto a outro que tenha 
no mínimo 1/3 do seu diâmetro. 
3.4.1.4.2 Deve-se considerar a tolerância da espécie a esse tipo de poda.
3.4.1.4.3 Convém que sejam especifi cadas a localização e a variação de tamanho dos galhos 
a serem podados, bem como o espaço (desobstrução) a ser obtido com a poda.
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados 7
ABNT NBR 16246-1:2013
3.4.2 Podas especiais
3.4.2.1 Generalidades 
Deve-se considerar a habilidade de uma espécie em tolerar podas específi cas, quando aplicados 
um ou mais dos procedimentos citados em 3.4.
3.4.2.2 Poda durante o plantio
Convém que esse tipo de poda se limite à limpeza (3.4.1.1).
3.4.2.3 Poda de condução
3.4.2.3.1 Recomenda-se a limpeza (3.4.1.1) e a remoção de galhos que estejam em atrito com outro 
ou possuam fraca ligação com seu ramo de origem.
3.4.2.3.2 Convém que se promova o desenvolvimento de um ou mais ramos-líderes, quando 
apropriado.
3.4.2.3.3 Recomenda-se selecionar e manter uma distribuição estruturalequilibrada dos galhos.
3.4.2.3.4 Recomenda-se a remoção de galhos que interfi ram com elementos construídos e/ou 
equipamentos urbanos, desde que não prejudiquem a estrutura original da copa da árvore, objeto 
da intervenção.
3.4.2.4 Poda em árvores jovens
3.4.2.4.1 As razões para se podar árvores jovens podem incluir, mas não se limitar, a redução 
de riscos, manutenção ou melhoramento da saúde ou da estrutura da árvore, melhoria de aspectos 
estéticos ou atendimento a uma necessidade específi ca.
3.4.2.4.2 Convém que, em situações nas quais árvores jovens não tolerem podas recorrentes 
e apresentem potencial para crescer junto a pontos de confl ito, seja considerada a possibilidade 
de seu transplante após verifi carem-se exaustivamente as alternativas para melhor alterar o espaço 
disponível para que tal árvore possa continuar sem a necessidade de podas recorrentes.
NOTA Entende-se que árvores de grande porte podem ultrapassar esses pontos e desenvolver suas 
copas sem entrar em confl ito com elementos construídos.
3.4.2.5 Poda emergencial
3.4.2.5.1 É realizado a qualquer momento, sem a necessidade de programação, pois visa resolver 
problemas emergenciais causados por galhos de árvores que ofereçam riscos imediatos a terceiros 
e/ou a serviços de utilidade pública.
3.4.2.5.2 Deve seguir as orientações descritas nesta parte da ABNT NBR 16246.
3.4.2.6 Latada
3.4.2.6.1 Galhos que se estendem para além do plano de crescimento devem ser podados 
ou amarrados ao fi o de condução.
3.4.2.6.2 Convém substituir os amarrilhos sempre que necessário, a fi m de evitar estrangulamento 
de galhos nos pontos de amarração.
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados8
ABNT NBR 16246-1:2013
3.4.2.7 Restauração
3.4.2.7.1 A restauração consisteem poda seletiva para aprimorar a estrutura, forma e aparência 
de árvores que tenham sido severamente destopadas, vandalizadas ou danifi cadas.
3.4.2.7.2 Recomenda-se especifi car a localização na árvore, a variação de tamanho e o percentual 
de brotações que devem ser removidos.
3.4.2.8 Poda para vistas
3.4.2.8.1 A poda para vistas consiste em poda seletiva de galhos para permitir acesso a uma vista 
específi ca.
3.4.2.8.2 Recomenda-se especifi car a variação de tamanho de galhos, sua localização na árvore 
e o percentual de folhagem a ser retirado.
3.4.2.9 Poda de raízes
A poda de raízes não é recomendada, devendo ser priorizado o aumento dos canteiros e alternativas 
a essa poda, que, caso imprescindível, deve ser feita com ferramentas adequadas, com cortes que 
devem resultar em uma superfície plana, não permitindo o ressecamento do tecido, a uma distância 
e intensidade que não comprometam a estabilidade e a vitalidade do vegetal.
3.4.3 Poda de palmeiras
3.4.3.1 É recomendada a realização de poda de palmeiras quando fronde, infl orescências, frutos 
e pecíolos puderem criar uma condição de risco.
3.4.3.2 Não podem ser removidas frondes vivas e saudáveis que se iniciem em ângulo maior ou igual 
a 45° com o plano horizontal na base das frontes (verFigura 1), exceto no caso de frondes em confl ito 
com redes aéreas de serviços.
Não remova frondes
vivas e saudáveis
acima do plano
horizontal
Figura 1 – Ponto de remoção das frondes
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados 9
ABNT NBR 16246-1:2013
3.4.3.3 Recomenda-se a retirada de folhas junto à base do pecíolo sem causar danos aos tecidos 
vivos do estipe.
3.4.3.4 Recomenda-se que a descamação da palmeira (barba) seja feita pela remoção apenas 
das bases de frondes mortas no ponto onde elas entram em contato com o estipe, sem causar danos 
aos tecidos vivos (ver Figura 2).
Prática de poda inaceitável:
Remover todas as frondes vivas
e saudáveis abaixo de um ângulo
de 45° com plano horizontal
45°
0°
45°
90°
Figura 2 – Poda excessiva em uma palmeira (prática inaceitável)
3.4.4 Podas em redes de serviços públicos
3.4.4.1 Generalidades
3.4.4.1.1 O propósito da poda de árvores que estejam em risco imediato ou potencial com redes 
elétricas e outros serviços de utilidade pública é prevenir a interrupção no fornecimento desses 
serviços, cumprir os requisitos legais e regulamentares sobre distâncias de segurança, prevenir 
danos aos equipamentos, evitar a obstrução de acesso às estruturas e assegurar o uso correto da faixa 
de passagem.
3.4.4.1.2 Somente o podador em sistema elétrico de potência deve ser designado para traba-
lhos próximos a redes elétricas, conforme estabelecido na Norma Regulamentadora do Ministério 
do Trabalho e Emprego (MTE)[1]. O podador em sistema elétrico de potência em treinamento também 
pode realizar esse tipo de trabalho, desde que esteja sob supervisão direta de um podador em sistema 
elétrico de potência. 
3.4.4.1.3 Operações de poda próximas a redes elétricas devem atender aos demais requisitos 
estabelecidos nesta parte da ABNT NBR 16246.
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados10
ABNT NBR 16246-1:2013
3.4.4.2 Podas de redução de copa junto a redes elétricas
3.4.4.2.1 Ambientesurbanos ou residenciais
3.4.4.2.1.1 Recomenda-se que os cortes de poda sejam feitos de acordo com 3.5.
3.4.4.2.1.2 O corte fi nal para remoção de galho com pequeno ângulo de inserção deve ser feito 
a partir da parte externa do galho, a fi m de se evitarem danos ao galho de origem (ver Figura 5).
3.4.4.2.1.3 Convém que seja realizado o mínimo de cortes para se alcançarem os objetivos da poda 
em redes elétricas e que seja levada em consideração a estrutura natural da árvore.
3.4.4.2.1.4 Recomenda-se a adaptação da rede, a poda ou a remoção de árvores, nos casos 
em que as árvores ou galhos estiverem crescendo abaixo ou para dentro da área de passagem 
da rede elétrica. É recomendado que essa poda seja feita pela remoção de galhos inteiros ou pela 
remoção de galhos que tenham ramos laterais crescendo em direção ao espaço de segurança. 
No caso de árvores de grande porte, com reconhecidos valores históricos e/ou culturais, 
que não apresentem risco iminente de queda, deve ser considerada preferencialmente a opção 
de adaptação da rede.
3.4.4.2.1.5 Convém que as árvores que estejam crescendo próximo ou para dentro do espaço de se-
gurança da rede sejam podadas, cortando os galhos junto a um galho lateral, conforme estabelecido 
em 3.5.1, a fi m de se direcionar o crescimento para fora do espaço de segurança, ou cortando o galho 
inteiro. Recomenda-se a remoção de galhos que, após cortados, produzirão brotações ou crescerão 
para dentro do espaço de segurança da rede.
3.4.4.2.1.6 Convém que o corte de galhos seja realizado junto a outro galho lateral ou de origem, 
e não a uma distância de segurança predeterminada. Caso uma distância de segurança seja estabele-
cida, convém que os cortes de poda sejam realizados junto a outros galhos laterais ou de origemalém 
dessa distância de segurança.
3.4.4.3 Atendimento à restauração de emergência
3.4.4.3.1 Durante situações de emergências no sistema elétrico, o serviço deve ser restabelecido 
com a maior rapidez possível, evitando-se danos ireversíveis às árvores. 
3.4.4.3.2 Após a emergência, podas corretivas devem ser realizadas, caso necessário.
3.5 Técnicas de cortes
3.5.1 Um corte de poda que remova o galho em seu ponto de origem deve ser feito junto ao tronco 
ou ao galho de origem, sem danifi car a crista da casca ou o colar, e sem deixar toco de galho (ver 
Figura 3).
3.5.2 Convém que um corte de poda para redução da extensão do comprimento do galho ou caule 
de origemseja a bissetriz entre a crista da casca e uma linha imaginária perpendicular ao galho ou 
caule a ser suprimido (ver Figura 4).
3.5.3 O corte fi nal deve resultar em uma superfície plana, com a casca adjacente fi rmemente ligada.
3.5.4 Ao se remover um galho morto, o corte fi nal deve ser feito no limite da crista e do colar, respei-
tando-os, junto e para fora do colar de tecido vivo.
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados 11
ABNT NBR 16246-1:2013
3.5.5 Galhos de árvore devem ser removidos de tal forma que não causem danos a outras partes da 
árvore, a outras plantas ou a propriedades. Galhos muito grandes, para serem seguros com uma das 
mãos, devem ser cortados em fases (técnica dos três cortes), a fi m de se evitarem lascas ou a queima 
da casca na madeira ou rompimento da casca (ver Figura 3). Onde necessário, cordas ou outros equi-
pamentos devem ser usados para a descida de galhos grandes ou suas partes até o chão.
3.5.6 O corte fi nal para remoção de galho com pequeno ângulo de incisão deve ser feito a partir 
da parte externa do galho, a fi m de se evitarem danos ao galho de origem(ver Figura 5).
3.5.7 Galhos danifi cados devem ser removidos da copa após o término do serviço, quando a árvore 
for deixada sem assistência ou ao fi nal do dia de trabalho.
3.5.8 O corte de destopoé técnica aceitável, em determinados casos, quando necessário para 
se alcançar um objetivo específi co. 
Colar do galho
23
1
Legenda
1 primeiro corte
2 segundo corte
3 corte fi nal
Figura 3 – Corte para remoção de galho em seu ponto de origem (técnica dos três cortes)
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados12
ABNT NBR 16246-1:2013
Linha imaginária
linha de corte
Crista de casca
Colar
Galho de origem
Figura 4 – Corte para redução do comprimento do galho ou caule de origem
Crista
de
casca
Galho
de
origem
Corte
final
Figura 5 – Corte fi nal para remoção de galho com pequeno ângulo de inserção
3.6 Tratamento de lesões
3.6.1 Não é recomendável o uso de substâncias para tratamento de lesões ou cortes de poda, ex-
ceto quando recomendado para controle de doença, inseto, ervas parasitas, controle de brotações ou 
razões estéticas.
3.6.2 Não pode ser realizado tratamento de lesões com substâncias danosas às árvores.
3.6.3 A limpeza da casca junto a lesões somente deve retirar tecido solto e danifi cado.
3.7 Destinação dos resíduos das podas
3.7.1 Os restos e resíduos provenientes das podas e remoções de árvores devem ter destinação 
adequada, compatível com o valor desses materiais, devendo ser privilegiados os destinos que pro-
porcionem o aproveitamento da madeira, a manutenção do carbono fi xado, o emprego em práticas de 
jardinagem e paisagismo, e a geração de renda.
3.7.2 Quando houver necessidade de disposição f nal destes resíduos, eles devem ser depositados 
em local apropriado, licenciado para este f m.E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados 13
ABNT NBR 16246-1:2013
Anexo A
(informativo)
Exemplos de especifi cação de poda
A.1 Exemplo 1
Escopo: grande fi gueira próxima à face oeste da piscina.
Objetivos: aumentar a penetração de luz através do lado leste da árvore. Reduzir o risco de queda 
de galhos de diâmetro de 2,5 cm.
Especifi cações: todos os galhos quebrados e galhos mortos de diâmetro maior ou igual a 2,5 cm 
devem ser removidos da copa. Os três galhos mais baixos, de diâmetro igual ou maior que 20 cm, 
devem ser raleados em 25%, com cortes de diâmetro entre 2,5 cm e 7,5 cm.
Observação: todo o trabalho deve ser feito em conformidade com esta parte da ABNT NBR 16246
e a NR10. 
A.2 Exemplo 2
Escopo: um ipê-rosa
Objetivo: promover o desenvolvimento estrutural ou formação.
Especifi cações
Gerais: toda a poda deve ser feita em conformidade com esta parte da ABNT NBR 16246.
Detalhadas: ralear a copa em 20 % a 25%, com cortes de diâmetro entre 2,5 cm e 10 cm. 
Reduzir o tronco codominante localizado na face oeste em cerca de 4 m.
A.3 Exemplo 3
Escopo: 23 oitis recentemente implantados.
Objetivo: potencializar o estabelecimento – reduzir transtornos e incrementar o hábito natural 
de crescimento.
Toda a poda deve ser feita em conformidade com esta parte da ABNT NBR 16246.
Especifi cações: manter o maior tamanho possível e densidade foliar de 80 % a 90%.
O galho mais baixo estará a 1,8 m acima do nível do terreno em quatro a cinco anos.
Conter todo o crescimento de brotações que se originem a 45 cm do nível do terreno e a 10 cm 
da junção dos galhos por toda a copa.
Remover galhos fracos que estejam roçando outros.
Remover galhos mortos.
Remover galhos quebrados ou galhos com extremidades mortas junto a galhos laterais vivos 
ou a gemas. Podem ser usados cortes de destopo nessa operação.
Manter afastamento de 1,8 m da calçada de toda brotação que se originar entre 45 cm e 1,8 cm acima 
do nível do terreno. Cortes de destopo são aceitáveis nessa operação.
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados14
ABNT NBR 16246-1:2013
Bibliografi a
[1] NR 10, Norma Regulamentadora de segurança em instalações e serviços em eletricidade, 
do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE);
[2] ANSI A300-1:2008, Tree, Shrub, and Other Woody Plant Management – Standard Practices – 
Part 1 Pruning
[3] ISA, Glossary of Arboricultural Terms, 2013 Edition
E
xe
m
pl
ar
 p
ar
a 
us
o 
ex
cl
us
iv
o 
- 
C
ód
ig
o 
Id
en
tif
ic
ad
or
 #
76
51
97
@
30
71
90
# 
(P
ed
id
o 
80
77
65
 Im
pr
es
so
: 1
0/
09
/2
02
1)