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Agonistas Colinérgicos Farmacologia (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Agonistas Colinérgicos Farmacologia (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por Rodney Regards (rodneyregards18@gmail.com) lOMoARcPSD|55041303 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos https://www.studocu.com/pt-br/document/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-baiano/farmacologia/agonistas-colinergicos/19328937?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos https://www.studocu.com/pt-br/course/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-baiano/farmacologia/4865075?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos https://www.studocu.com/pt-br/document/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-baiano/farmacologia/agonistas-colinergicos/19328937?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos https://www.studocu.com/pt-br/course/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-baiano/farmacologia/4865075?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos Fernanda Marques RESUMO FARMACOLOGIA ILUSTRADA CAP 4: AGONISTAS COLINÉRGICOS Os fármacos que afetam o sistema nervoso autônomo (SNA) são divididos em dois grupos, de acordo com o tipo de neurônio envolvido nos seus mecanismos de ação. Os fármacos colinérgicos atuam em receptores que são ativados pela acetilcolina (ACh), e os fármacos adrenérgicos atuam em receptores que são estimulados pela norepinefrina ou pela epinefrina. Os fármacos colinérgicos e adrenérgicos atuam estimulando ou bloqueando receptores do SNA. A NEUROTRANSMISSÃO NOS NEURÔNIOS COLINÉRGICOS A neurotransmissão nos neurônios colinérgicos envolve seis etapas sequenciais: 1) Síntese de ACh: A colina é transportada do líquido extracelular para o citoplasma do neurônio colinérgico por um sistema carregador dependente de energia que cotransporta sódio e pode ser inibido por hemicolínio. A captação da colina é o passo limitante da síntese de ACh. 2) Armazenamento da ACh em vesículas: A ACh é empacotada em vesículas pré-sinápticas por um processo de transporte ativo acoplado ao efluxo de prótons. A vesícula madura contém não só ACh, mas também trifosfato de adenosina (ATP) e proteoglicano. 3) Liberação da ACh: Quando um potencial de ação, propagado por canais de sódio voltagem- dependentes, chega ao terminal nervoso, abrem-se canais de cálcio voltagem-dependentes na membrana pré-sináptica, causando um aumento na concentração de cálcio intracelular. Níveis elevados de cálcio promovem a fusão das vesículas sinápticas com a membrana celular e a liberação do seu conteúdo no espaço sináptico. Essa liberação pode ser bloqueada pela toxina botulínica. 4) Ligação com o receptor: A Ach liberada das vesículas sinápticas difunde-se através do espaço sináptico e se liga a receptores pós- -sinápticos na célula-alvo, ao receptor pré-sináptico na membrana do neurônio que liberou a Ach ou a outros receptores-alvo pré-sinápticos. Os receptores pós- sinápticos colinérgicos na superfície dos órgãos efetores são divididos em duas classes: muscarínicos e nicotínicos. 5) Degradação da ACh: O sinal no local efetor pós- juncional termina rapidamente devido à hidrólise da ACh pela acetilcolinesterase, formando colina e acetato na fenda sináptica. 6) Reciclagem da colina: A colina pode ser recaptada por um sistema de captação de alta afinidade acoplado ao sódio que transporta a molécula de volta para o neurônio. Ali, ela é acetilada em ACh, que é armazenada até a liberação por um potencial de ação subsequente. RECEPTORES COLINÉRGICOS (COLINOCEPTORES) RECEPTORES MUSCARÍNICOS Os receptores muscarínicos pertencem à classe dos receptores acoplados à proteína G. Esses receptores, além de se ligarem à ACh, reconhecem a muscarina. Porém, os receptores muscarínicos apresentam baixa afinidade pela nicotina. Há cinco subclasses de receptores muscarínicos. Contudo, somente os receptores M1, M2 e M3 foram caracterizados funcionalmente. Esses receptores se localizam em gânglios do sistema nervoso periférico e em órgãos efetores autônomos, como coração, músculos lisos, cérebro e glândulas exócrinas. Receptores M1 também são encontrados nas células parietais gástricas; M2, nas células cardíacas e nos músculos lisos; e M3, na bexiga, nas glândulas exócrinas e no músculo liso. MECANISMOS DE TRANSDUÇÃO DO SINAL PELA ACH Inúmeros mecanismos moleculares diferentes transmitem o sinal gerado na ocupação do receptor pela ACh. Por exemplo, quando os receptores M1 ou M3 são ativados, o receptor sofre uma mudança conformacional e interage com uma proteína G, ativando a fosfolipase C. Isso leva à produção de segundos mensageiros. O cálcio, então, pode estimular ou inibir enzimas ou causar hiperpolarizacão, secreção ou contração. AGONISTAS MUSCARÍNICOS A pilocarpina é um exemplo de agonista muscarínico não seletivo usado no tratamento da xerostomia e do glaucoma. Agonistas dos receptores M1 são investigados para o tratamento da doença de Alzheimer, e antagonistas dos receptores M3, para o tratamento da doença pulmonar obstrutiva crônica. RECEPTORES NICOTÍNICOS Baixado por Rodney Regards (rodneyregards18@gmail.com) lOMoARcPSD|55041303 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos Fernanda Marques Os receptores nicotínicos, além de ligarem a ACh, reconhecem a nicotina, mas têm baixa afinidade pela muscarina. O receptor nicotínico funciona como um canal iônico disparado pelo ligante. A ligação de duas moléculas de ACh provoca uma alteração conformacional que permite a entrada de íons sódio, resultando na despolarização da célula efetora. A nicotina em concentração baixa estimula o receptor; em concentração alta, o bloqueia. Os receptores nicotínicos estão localizados no SNC, na suprarrenal, nos gânglios autônomos e na junção neuromuscular (JNM) nos músculos esqueléticos. AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO DIRETA Os agonistas colinérgicos mimetizam os efeitos da ACh ligando-se diretamente aos colinoceptores (muscarínicos ou nicotínicos). Estes fármacos podem ser classificados em dois grupos: 1) ésteres da colina endógenos, que incluem a ACh e ésteres sintéticos de colina; e 2) alcaloides de ocorrência natural, como a nicotina e a pilocarpina. Todos os fármacos colinérgicos de ação direta têm efeitos mais prolongados do que a ACh. Alguns dos fármacos terapeuticamente mais úteis se ligam preferencialmente aos receptores muscarínicos, e algumas vezes são referidos como fármacos muscarínicos. Contudo, como um grupo, os agonistas de ação direta mostram pouca especificidade nas suas ações, o que limita sua utilidade clínica. ACETILCOLINA É um composto amônio quaternário que não consegue penetrar membranas. Embora seja o neurotransmissor de nervos parassimpáticos e somáticos, bem como dos gânglios autônomos, não tem importância terapêutica, devido à sua multiplicidade de ações e à sua rápida inativação pelas colinesterases. A ACh tem atividade muscarínica e nicotínica. Suas ações incluem os itensdescritos a seguir: • Diminuição da frequência e do débito cardíaco: as ações da ACh no coração mimetizam os efeitos da estimulação vagal. • Diminuição da pressão arterial: A injeção de ACh causa vasodilatação e diminuição da pressão sanguínea por mecanismo indireto. A ACh ativa receptores M3 situados nas células endoteliais que cobrem o músculo liso dos vasos sanguíneos. A atropina bloqueia esses receptores muscarínicos e evita que a ACh produza vasodilatação. • No trato gastrintestinal (TGI), a ACh aumenta a secreção salivar e estimula as secreções e a motilidade intestinal. As secreções bronquiais também são aumentadas. No trato geniturinário, a ACh aumenta o tônus do músculo detrusor, causando micção. No olho, a ACh estimula a contração do músculo ciliar para a visão próxima e contrai o esfíncter da pupila, causando miose. BETANECOL É um éster carbamila não substituído, relacionado estruturalmente com a ACh. O betanecol não é hidrolisado pela AChE, embora seja inativado por meio de hidrólise por outras esterases. Ele não tem ações nicotínicas, mas apresenta forte atividade muscarínica. O betanecol estimula diretamente os receptores muscarínicos, aumentando a motilidade e o tônus intestinal. Ele também estimula o músculo detrusor da bexiga e relaxa os músculos trígono e o esfíncter. Esses efeitos provocam a micção. No tratamento urológico, o betanecol é usado para estimular a bexiga atônica, particularmente na retenção urinária. O betanecol também pode ser usado no tratamento da atonia neurogênica, bem como no megacolo do intestino. O betanecol causa os efeitos da estimulação colinérgica generalizada, que incluem sudoração, salivação, rubor, diminuição da pressão arterial, náuseas, dor abdominal, diarreia e broncoespasmo. CARBACOL (CARBAMILCOLINA) Apresenta ações muscarínicas e nicotínicas. Como o betanecol, o carbacol é um mau substrato para a AChE. O carbacol tem amplos efeitos nos sistemas cardiovascular e gastrintestinal devido à sua atividade estimulante ganglionar, podendo primeiro estimular e depois deprimir esses sistemas. Ele pode causar liberação de epinefrina da suprarrenal por sua ação nicotínica e também mimetiza os efeitos da ACh, causando miose e espasmo de acomodação, no qual o músculo ciliar permanece em um estado constante de contração. Devido a sua alta potência, inespecificidade por receptor e duração de ação relativamente longa, o carbacol raras vezes é usado em terapêutica, exceto no olho, como fármaco miótico no tratamento do glaucoma. Nas doses usadas em oftalmologia, ocorre pouco ou nenhum efeito adverso, devido à sua escassa penetrabilidade sistêmica. PILOCARPINA É uma amina terciária e resiste à hidrólise pela AChE. Comparado com a ACh e seus derivados, a pilocarpina é muito menos potente; porém, por não possuir carga elétrica, penetra no SNC nas dosagens terapêuticas. A pilocarpina apresenta atividade muscarínica. Baixado por Rodney Regards (rodneyregards18@gmail.com) lOMoARcPSD|55041303 Fernanda Marques Aplicada localmente no olho, a pilocarpina produz rápida miose e contração do músculo ciliar. Quando o olho está em miose, ocorre espasmo de acomodação. A visão se torna fixa para uma distância particular, tornando impossível a focalização. A pilocarpina é um dos mais potentes estimulantes das secreções, como suor, lágrimas e saliva, mas seu emprego para esses efeitos é limitado devido à sua falta de seletividade. A síndrome de Sjögren, caracterizada por xerostomia e falta de lágrimas, é tratada com comprimidos orais de pilocarpina e cevimelina. A pilocarpina é usada no tratamento do glaucoma e é o fármaco de escolha na redução emergencial da pressão intraocular nos glaucomas de ângulo aberto e ângulo fechado. A pilocarpina pode causar visão turva, cegueira noturna e dor na testa. A intoxicação com esse fármaco se caracteriza pelo exagero de vários efeitos parassimpáticos, incluindo sudoração (diaforese) e salivação. AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO INDIRETA: ANTICOLINESTERÁSICOS (REVERSÍVEIS) A AChE é uma enzima que especificamente hidrolisa a ACh a acetato e colina e, dessa forma, termina com sua ação. Localiza-se no terminal nervoso, onde está ligada à membrana pré e pós-sináptica. Os inibidores da AChE (fármacos anticolinesterásicos, ou inibidores da colinesterase) promovem ações colinérgicas indiretamente, prevenindo a degradação da ACh. Isso resulta em acúmulo de ACh na fenda sináptica. Os inibidores reversíveis da AChE podem ser classificados como fármacos de ação curta ou intermediária. EDROFÔNIO É o protótipo do inibidor da AChE de ação curta. Ele se liga de modo reversível ao centro ativo da AChE, impedindo a hidrólise da ACh. Ele é absorvido rapidamente e tem duração de ação curta, devido à eliminação renal rápida. Suas ações são limitadas à periferia. É usado no diagnóstico da miastenia grave. A injeção IV do edrofônio leva a um rápido aumento da força muscular. Deve-se ter cuidado, pois o excesso desse fármaco pode provocar uma crise colinérgica. O edrofônio pode ser usado também para avaliar o tratamento inibidor da colinesterase, para diferenciar entre crises colinérgicas e miastênicas e para reverter os efeitos de bloqueadores neuromusculares não despolarizantes após a cirurgia. FISOSTIGMINA É substrato da AChE, com quem forma um intermediário carbamilado relativamente estável, que, então, se torna reversivelmente inativado. O resultado é a potenciação da atividade colinérgica em todo o organismo. A fisostigmina tem uma ampla faixa de efeitos como resultado de sua ação e estimula os receptores muscarínicos e nicotínicos do SNA e os receptores nicotínicos da JNM. É considerada um fármaco de ação intermediária e pode entrar no SNC e estimular os locais colinérgicos. A fisostigmina aumenta a motilidade do intestino e da bexiga, servindo no tratamento de atonia nos dois órgãos. Ela é usada também no tratamento de doses excessivas de fármacos com ações anticolinérgicas, como a atropina. No SNC, a fisostigmina pode causar convulsões quando são usadas dosagens elevadas. Bradicardia e queda da pressão arterial também podem ocorrer. A inibição da AChE nas JNMs causa acúmulo de ACh e, no final, resulta em paralisia dos músculos esqueléticos. NEOSTIGMINA É um fármaco sintético que inibe reversivelmente a AChE de forma similar à da fisostigmina. Ela é mais polar, é pouco absorvida no TGI e não entra no SNC. Seu efeito nos músculos esqueléticos é maior do que o da fisostigmina e pode estimular a contratilidade antes de paralisá-la. A neostigmina é usada para estimular a bexiga e o TGI, e também como antagonista de fármacos bloqueadores musculares competitivos. Ela também é usada no tratamento sintomático da miastenia grave. Os efeitos adversos da neostigmina incluem os da estimulação colinérgica generalizada, como salivação, rubor, redução da pressão arterial, náusea, dor abdominal, diarreia e broncoespasmo. A neostigmina é contraindicada quando há obstrução do intestino ou da bexiga. PIRIDOSTIGMINA E AMBENÔNIO São outros inibidores da colinesterase usados no tratamento crônico da miastenia grave. Os efeitos adversos desses fármacos são similares aos da neostigmina. TACRINA, DONEPEZILA, RIVASTIGMINA E GALANTAMINA Pacientes com a doença de Alzheimer têm deficiência de neurônios colinérgicos no SNC. Essa observação levou ao desenvolvimento de anticolinesterásicos como possíveis remédios para a perda da função cognitiva. O efeito adverso primário desses fármacos é o distúrbio gastrintestinal (GI). AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO INDIRETA: ANTICOLINESTERÁSICOS (IRREVERSÍVEIS) Inúmeros compostos organofosforados sintéticos apresentam a propriedade de ligar-se covalentemente à AChE. O resultado é um aumento de longa duração nos Baixado por Rodney Regards(rodneyregards18@gmail.com) lOMoARcPSD|55041303 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=agonistas-colinergicos Fernanda Marques níveis de ACh em todos os locais onde ela é liberada. Vários desses fármacos são extremamente tóxicos e foram desenvolvidos como agentes “contranervos” com fins militares. ECOTIOFATO O ecotiofato é um organofosforado que se liga covalentemente no local ativo da AChE por meio do seu grupo fosfato. Quando isso ocorre, a enzima é inativada permanentemente, e o restabelecimento da atividade da AChE requer a síntese de novas moléculas de enzimas. As ações do ecotiofato incluem estimulação colinérgica generalizada, paralisia da função motora e convulsões. O ecotiofato provoca intensa miose, e tem uso terapêutico para isso. A pressão intraocular cai pela facilitação do efluxo do humor aquoso. Pode ser usado no tratamento do glaucoma de ângulo aberto. Contudo, o ecotiofato raramente é usado, devido ao perfil de efeitos adversos, incluindo o risco de causar catarata. TOXICOLOGIA DOS FÁRMACOS ANTICOLINESTERÁSICOS Os inibidores irreversíveis da AchE (na maioria compostos organofosforados) são usados comumente como inseticidas na agricultura, o que tem gerado numerosos casos de envenenamentos acidentais com essas substâncias. Além disso, são frequentemente usados com propósito suicida e homicida. A toxicidade dessas substâncias se manifesta com sinais e sintomas nicotínicos e muscarínicos. Dependendo da substância, o efeito pode ser periférico ou afetar todo o organismo. REATIVAÇÃO DA ACETILCOLINESTERASE A pralidoxima (2-PAM) pode reativar a acetilcolinesterase (AchE) inibida. Contudo, ela é incapaz de entrar no SNC e, por isso, não é útil no tratamento dos efeitos dos organosfosforados no SNC. Se for administrada antes de acontecer a estabilização da enzima alquilada, ela consegue reverter os efeitos periféricos muscarínicos e nicotínicos, mas não os efeitos no SNC. A pralidoxima é um inibidor fraco da AChE. Além disso, ela não consegue reverter a toxicidade dos inibidores reversíveis de AChE. OUTROS TRATAMENTOS A atropina é administrada para prevenir os efeitos adversos muscarínicos dessas substâncias. Tais efeitos incluem aumento das secreções bronquiais e da saliva, broncoconstrição e bradicardia. O diazepam também é administrado para diminuir a convulsão persistente causada por essas substâncias. REFERÊNCIA WHALEN, K.; FINKEL, R.; PANAVELIL, T. A. Farmacologia ilustrada. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. Baixado por Rodney Regards (rodneyregards18@gmail.com) lOMoARcPSD|55041303