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Pergunta 1 1 / 1 ponto A palavra ética é derivada de dois termos gregos: - éthos: que significa hábito, uso, costume e - êthos: que significa índole, caráter. O senso comum utiliza essa palavra como um sinônimo para a moral ou para a boa conduta de profissionais, políticos e cidadãos. Porém, no sentido filosófico, ela observa as condutas, suas finalidades e motivações; as normas que dirigem as ações humanas; os valores e sua hierarquia; as diferentes compreensões do bem e suas consequências. Diante do exposto, assinale a alternativa que define corretamente o conceito de Ética ou Filosofia moral: Ética ou Filosofia Moral é um tipo de lógica irracional dos desejos que tenta vencer o medo e interferir nos acontecimentos Ética ou Filosofia Moral designa a reflexão crítica e sistemática sobre a moral humana Ética ou Filosofia Moral é uma ação livre, cada qual escolhe a sua Ética ou Filosofia Moral é o estudo da individualidade humana, o conjunto de normas aceitas numa cultura Ética ou Filosofia Moral é uma reflexão do sujeito sobre o objeto, é um pensamento especulativo Pergunta 2 0 / 1 ponto Emmanuel Lévinas foi um dos filósofos que desenvolveu uma ética marcada pelo compromisso e responsabilidade do Eu em relação ao outro. Sobre a ética da alteridade, proposta por Lévinas, é CORRETO afirmar que: I. A ética elaborada por Lévinas se configura a partir de um fundamento ontológico, o Bem demonstrado racionalmente. II. A alteridade, no sentido levinasiano, é a possibilidade de relação do ser separado e finito com o Outrem, a partir do Desejo metafísico. III. A ética levinasiana é construída a partir da concepção heideggeriana, que concebe a solidão no interior de uma relação. IV. A relação ético-metafísica, apresentada por Lévinas, instaura no tempo a possibilidade de uma relação para além da essência. Assinale a alternativa correta Somente I e IV são verdadeiras Somente III e IV são verdadeiras Somente I e III são verdadeiras Somente II e III são verdadeiras Somente II e IV são verdadeiras. Pergunta 3 0 / 1 ponto Aristóteles define o ato voluntário e involuntário em ENIII1 21-23: “Sendo involuntária a ação realizada por força e por ignorância, o voluntário parece ser aquilo cujo princípio reside no agente que conhece as circunstâncias particulares nas quais ocorre a ação”. Sobre estes dois tópicos, leia com atenção as seguintes afirmativas e assinale a alternativa CORRETA as virtudes são o meio termo entre disposições morais as virtudes são meios que orientam o homem na direção de um encontro com sua interioridade ações morais que exprimem o caráter virtuoso são praticadas por causa de algo exterior a elas para Aristóteles o ser humano possui apenas um tipo de virtude, ligada apenas às disposições morais e não às intelectuais ações morais têm de ser necessariamente as ações voluntárias Pergunta 4 0 / 1 ponto Para Immanuel Kant, o indivíduo moral não visa à felicidade em suas ações, mas ao cumprimento do dever que o torna digno dela. Não obstante, na obra Fundamentação da metafísica dos costumes, ele sustenta que a busca por assegurar a própria felicidade seria um dever indireto, porque atestaria que há uma ordem moral no mundo faria coincidir liberdade e natureza na condição humana afastaria a tentação para a transgressão dos deveres decorrente do sofrimento consistiria na realização do propósito da natureza para o homem a vida feliz está no encontro mediano dos extremos Pergunta 5 0 / 1 ponto De todas as dificuldades que impedem o progresso do pensamento e a formação de opiniões bem fundamentadas sobre a vida e os sistemas sociais, a maior, hoje em dia, é a ignorância e negligência da humanidade com relação às influências que formam o caráter humano. Independentemente de quaisquer partes da espécie humana que hoje sejam, ou pareçam ser, assim, acredita-se, elas têm uma tendência natural para ser: mesmo quando o conhecimento mais elementar das circunstâncias nas quais foram colocadas, claramente põe em relevo as causas que as tornaram o que são. (John Stuart Mill apud Cordelia Fine em Homens não são de Marte, Mulheres não são de Vênus.) Segundo o texto O homem não entende a formação de opiniões porque não há progresso do pensamento Mesmo que o conhecimento mais elementar seja posto em relevo, há uma tendência natural para a ignorância É a ignorância e a negligência em relação às influências que formam o caráter humano A ignorância da humanidade impede o progresso do pensamento e a formação de opiniões A dificuldade do progresso do pensamento e a formação de opiniões bem fundamentadas se dão independentes de quaisquer partes da espécie humana Pergunta 6 0 / 1 ponto Toda produção humana consiste em criar condições para que o homem seja feliz. Todas as religiões, as filosofias de todos os tempos, as conquistas tecnológicas, as teorias científicas e toda a arte são criações humanas que procuram apresentar condições para a conquista da felicidade. (Aristóteles, Ética a Nicômaco). Neste sentido, podemos afirmar que: A moral e a ética são temporais e desenvolvem valores que permeiam as relações coletivas A ética está relacionada a normas de comportamentos que são estabelecidas para a vida em sociedade Os valores não são determinados pelas questões do cotidiano, tais como: as religiões, as conquistas tecnológicas e a ciência Os valores são influenciados pelo tempo, em decorrência das mudanças que ocorrem na sociedade As escolhas das pessoas são baseadas, exclusivamente, nos valores familiares herdados pela sociedade em que elas habitam Pergunta 7 0 / 1 ponto A ética exige um governo que amplie a igualdade entre os cidadãos. Essa é a base da pátria. Sem ela, muitos indivíduos não se sentem “em casa”, experimentam-se como estrangeiros em seu próprio lugar de nascimento. SILVA, R. R. Ética, defesa nacional, cooperação dos povos. OLIVEIRA, E. R (Org.) Segurança & defesa nacional: da competição à cooperação regional. São Paulo: Fundação Memorial da América Latina, 2007 (adaptado). Os pressupostos éticos são essenciais para a estruturação política e integração de indivíduos em uma sociedade. De acordo com o texto, a ética corresponde a Preceitos normativos impostos pela coação das leis jurídicas Transferência dos valores praticados em casa para a esfera social Normas determinadas pelo governo, diferentes das leis estrangeiras Proibição da interferência de estrangeiros em nossa pátria Valores e costumes partilhados pela maioria da sociedade Pergunta 8 0 / 1 ponto Ao afirmarmos que o homem se escolhe a si mesmo, queremos dizer que cada um de nós se escolhe, mas queremos dizer também que, escolhendo-se, ele escolhe todos os homens. De fato, não há um único de nossos atos que, criando o homem que queremos ser, não esteja criando, simultaneamente, uma imagem do homem tal como julgamos que ele deva ser. SARTRE, J. P. O Existencialismo é um Humanismo. Edition Nagel, Paris, 1970. Esse trecho se constitui como uma importante reflexão da ética existencialista, porque: Aponta a importância da liberdade, pois o homem é condenado a ser livre, e, enquanto tal, nada pode restringir seu poder de escolha O filósofo avalia que o homem, ao enfatizar a escolha individual, torna-se individualista e incapaz de agir eticamente. Traz a questão da escolha para o centro do agir ético, mostrando como nossas escolhas nos constituem e de como nossa responsabilidade sobre elas é maior do que comumente julgamos Mostra como é importante saber o que desejamos e seguir nossos interesses de acordo com nossa individualidade, sem compromissos ou interferências externas Ao escolhermos a nós mesmos, não temos nenhuma responsabilidade para com as possíveis consequências de nossos atos em relação aos outros Pergunta 9 0 / 1 ponto “Há crianças vendidas por pais extremamente pobres a quem tem dinheiro e falta de escrúpulos para as comprar; pessoas cujo rendimento não permite fazer mais doque uma refeição por dia; jovens que não têm a menor possibilidade de adquirir pelo menos a escolaridade básica; cidadãos que estão presos por terem defendido as suas ideias. Perante casos destes, sentimos que as nossas intuições morais de justiça e igualdade não são respeitadas. Surge assim a pergunta: Como é possível uma sociedade justa? Este problema pode ter formulações mais precisas. Uma delas é a seguinte: Como deve uma sociedade distribuir os seus bens? Qual é a maneira eticamente correta de o fazer? Trata-se do problema da justiça distributiva. A pergunta que o formula é a seguinte: Quais são os princípios mais gerais que regulam a justiça distributiva? A teoria da justiça de John Rawls é uma das respostas mais influente a este problema”. (VAZ, 2006). John Rawls, na sua obra Uma teoria da justiça (1971), argumenta que a maneira pela qual podemos entender a justiça é perguntando a nós mesmos – como pessoas racionais e com interesses próprios – com quais princípios de organização da sociedade concordaríamos em uma situação originária. De acordo com o argumento contratualista proposto por Rawls, a situação originária é Mobile User concebida como: Uma situação de guerra de todos contra todos Um estado de bem-estar coletivo Um estado de natureza. Um estado de paz perpétua Uma situação hipotética de equidade. Pergunta 10 0 / 1 ponto No que toca à justiça e à injustiça, devemos considerar: 1. com que espécie de ações se relacionam elas; 2. que espécie de meio-termo é a justiça; e 3. entre que extremos o ato justo é intermediário. Nossa investigação se processará dentro das mesmas linhas que as anteriores. ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, livro V, 1129 a. Considerando a justiça como uma das virtudes fundamentais da ética aristotélica, avalie as afirmações a seguir. I. A noção de justiça presume a proporcionalidade, a equidade e a reciprocidade entre os cidadãos. II. Aristóteles compreende a justiça como uma disposição de caráter para desejar o que é agradável para a alma. III. A justiça distributiva trata da distribuição igualitária dos bens entre cidadãos de uma cidade- Estado democrática. IV. A justiça corretiva trata dos casos relacionados às trocas comerciais entre os cidadãos, intermediados por um juiz ou árbitro. V. As relações entre justiça e injustiça se relacionam ao agente voluntário, que conhece tanto a pessoa a quem atinge com o seu ato como o instrumento que usa. É correto apenas o que se afirma em I, II e V. I, III e IV I, II e III III, IV e V II, IV e V. Pergunta 1 1 / 1 ponto A palavra ética é derivada de dois termos gregos: - éthos: que significa hábito, uso, costume e - êthos: que significa índole, caráter. O senso comum utiliza essa palavra como um sinônimo para a moral ou para a boa conduta de profissionais, políticos e cidadãos. Porém, no sentido filosófico, ela observa as condutas, suas finalidades e motivações; as normas que dirigem as ações humanas; os valores e sua hierarquia; as diferentes compreensões do bem e suas consequências. Diante do exposto, assinale a alternativa que define corretamente o conceito de Ética ou Filosofia moral: Ética ou Filosofia Moral é um tipo de lógica irracional dos desejos que tenta vencer o medo e interferir nos acontecimentos Ética ou Filosofia Moral designa a reflexão crítica e sistemática sobre a moral humana Ética ou Filosofia Moral é uma ação livre, cada qual escolhe a sua Ética ou Filosofia Moral é o estudo da individualidade humana, o conjunto de normas aceitas numa cultura Ética ou Filosofia Moral é uma reflexão do sujeito sobre o objeto, é um pensamento especulativo Pergunta 2 0 / 1 ponto Emmanuel Lévinas foi um dos filósofos que desenvolveu uma ética marcada pelo compromisso e responsabilidade do Eu em relação ao outro. Sobre a ética da alteridade, proposta por Lévinas, é CORRETO afirmar que: I. A ética elaborada por Lévinas se configura a partir de um fundamento ontológico, o Bem demonstrado racionalmente. II. A alteridade, no sentido levinasiano, é a possibilidade de relação do ser separado e finito com o Outrem, a partir do Desejo metafísico. III. A ética levinasiana é construída a partir da concepção heideggeriana, que concebe a solidão no interior de uma relação. IV. A relação ético-metafísica, apresentada por Lévinas, instaura no tempo a possibilidade de uma relação para além da essência. Assinale a alternativa correta Somente I e IV são verdadeiras Somente III e IV são verdadeiras Somente I e III são verdadeiras Somente II e III são verdadeiras Somente II e IV são verdadeiras. Pergunta 3 0 / 1 ponto Aristóteles define o ato voluntário e involuntário em ENIII1 21-23: “Sendo involuntária a ação realizada por força e por ignorância, o voluntário parece ser aquilo cujo princípio reside no agente que conhece as circunstâncias particulares nas quais ocorre a ação”. Sobre estes dois tópicos, leia com atenção as seguintes afirmativas e assinale a alternativa CORRETA as virtudes são o meio termo entre disposições morais as virtudes são meios que orientam o homem na direção de um encontro com sua interioridade ações morais que exprimem o caráter virtuoso são praticadas por causa de algo exterior a elas para Aristóteles o ser humano possui apenas um tipo de virtude, ligada apenas às disposições morais e não às intelectuais ações morais têm de ser necessariamente as ações voluntárias Pergunta 4 0 / 1 ponto Para Immanuel Kant, o indivíduo moral não visa à felicidade em suas ações, mas ao cumprimento do dever que o torna digno dela. Não obstante, na obra Fundamentação da metafísica dos costumes, ele sustenta que a busca por assegurar a própria felicidade seria um dever indireto, porque atestaria que há uma ordem moral no mundo faria coincidir liberdade e natureza na condição humana afastaria a tentação para a transgressão dos deveres decorrente do sofrimento consistiria na realização do propósito da natureza para o homem a vida feliz está no encontro mediano dos extremos Pergunta 5 0 / 1 ponto De todas as dificuldades que impedem o progresso do pensamento e a formação de opiniões bem fundamentadas sobre a vida e os sistemas sociais, a maior, hoje em dia, é a ignorância e negligência da humanidade com relação às influências que formam o caráter humano. Independentemente de quaisquer partes da espécie humana que hoje sejam, ou pareçam ser, assim, acredita-se, elas têm uma tendência natural para ser: mesmo quando o conhecimento mais elementar das circunstâncias nas quais foram colocadas, claramente põe em relevo as causas que as tornaram o que são. (John Stuart Mill apud Cordelia Fine em Homens não são de Marte, Mulheres não são de Vênus.) Segundo o texto O homem não entende a formação de opiniões porque não há progresso do pensamento Mesmo que o conhecimento mais elementar seja posto em relevo, há uma tendência natural para a ignorância É a ignorância e a negligência em relação às influências que formam o caráter humano A ignorância da humanidade impede o progresso do pensamento e a formação de opiniões A dificuldade do progresso do pensamento e a formação de opiniões bem fundamentadas se dão independentes de quaisquer partes da espécie humana Pergunta 6 0 / 1 ponto Toda produção humana consiste em criar condições para que o homem seja feliz. Todas as religiões, as filosofias de todos os tempos, as conquistas tecnológicas, as teorias científicas e toda a arte são criações humanas que procuram apresentar condições para a conquista da felicidade. (Aristóteles, Ética a Nicômaco). Neste sentido, podemos afirmar que: A moral e a ética são temporais e desenvolvem valores que permeiam as relações coletivas A ética está relacionada a normas de comportamentos que são estabelecidas para a vida em sociedade Os valores não são determinados pelas questões do cotidiano, tais como: as religiões, as conquistas tecnológicas e a ciência Os valores são influenciados pelo tempo, em decorrência das mudançasque ocorrem na sociedade As escolhas das pessoas são baseadas, exclusivamente, nos valores familiares herdados pela sociedade em que elas habitam Pergunta 7 0 / 1 ponto A ética exige um governo que amplie a igualdade entre os cidadãos. Essa é a base da pátria. Sem ela, muitos indivíduos não se sentem “em casa”, experimentam-se como estrangeiros em seu próprio lugar de nascimento. SILVA, R. R. Ética, defesa nacional, cooperação dos povos. OLIVEIRA, E. R (Org.) Segurança & defesa nacional: da competição à cooperação regional. São Paulo: Fundação Memorial da América Latina, 2007 (adaptado). Os pressupostos éticos são essenciais para a estruturação política e integração de indivíduos em uma sociedade. De acordo com o texto, a ética corresponde a Preceitos normativos impostos pela coação das leis jurídicas Transferência dos valores praticados em casa para a esfera social Normas determinadas pelo governo, diferentes das leis estrangeiras Proibição da interferência de estrangeiros em nossa pátria Valores e costumes partilhados pela maioria da sociedade Pergunta 8 0 / 1 ponto Ao afirmarmos que o homem se escolhe a si mesmo, queremos dizer que cada um de nós se escolhe, mas queremos dizer também que, escolhendo-se, ele escolhe todos os homens. De fato, não há um único de nossos atos que, criando o homem que queremos ser, não esteja criando, simultaneamente, uma imagem do homem tal como julgamos que ele deva ser. SARTRE, J. P. O Existencialismo é um Humanismo. Edition Nagel, Paris, 1970. Esse trecho se constitui como uma importante reflexão da ética existencialista, porque: Aponta a importância da liberdade, pois o homem é condenado a ser livre, e, enquanto tal, nada pode restringir seu poder de escolha O filósofo avalia que o homem, ao enfatizar a escolha individual, torna-se individualista e incapaz de agir eticamente. Traz a questão da escolha para o centro do agir ético, mostrando como nossas escolhas nos constituem e de como nossa responsabilidade sobre elas é maior do que comumente julgamos Mostra como é importante saber o que desejamos e seguir nossos interesses de acordo com nossa individualidade, sem compromissos ou interferências externas Ao escolhermos a nós mesmos, não temos nenhuma responsabilidade para com as possíveis consequências de nossos atos em relação aos outros Pergunta 9 0 / 1 ponto “Há crianças vendidas por pais extremamente pobres a quem tem dinheiro e falta de escrúpulos para as comprar; pessoas cujo rendimento não permite fazer mais do que uma refeição por dia; jovens que não têm a menor possibilidade de adquirir pelo menos a escolaridade básica; cidadãos que estão presos por terem defendido as suas ideias. Perante casos destes, sentimos que as nossas intuições morais de justiça e igualdade não são respeitadas. Surge assim a pergunta: Como é possível uma sociedade justa? Este problema pode ter formulações mais precisas. Uma delas é a seguinte: Como deve uma sociedade distribuir os seus bens? Qual é a maneira eticamente correta de o fazer? Trata-se do problema da justiça distributiva. A pergunta que o formula é a seguinte: Quais são os princípios mais gerais que regulam a justiça distributiva? A teoria da justiça de John Rawls é uma das respostas mais influente a este problema”. (VAZ, 2006). John Rawls, na sua obra Uma teoria da justiça (1971), argumenta que a maneira pela qual podemos entender a justiça é perguntando a nós mesmos – como pessoas racionais e com interesses próprios – com quais princípios de organização da sociedade concordaríamos em uma situação originária. De acordo com o argumento contratualista proposto por Rawls, a situação originária é concebida como: Uma situação de guerra de todos contra todos Um estado de bem-estar coletivo Um estado de natureza. Um estado de paz perpétua Uma situação hipotética de equidade. Pergunta 10 0 / 1 ponto No que toca à justiça e à injustiça, devemos considerar: 1. com que espécie de ações se relacionam elas; 2. que espécie de meio-termo é a justiça; e 3. entre que extremos o ato justo é intermediário. Nossa investigação se processará dentro das mesmas linhas que as anteriores. ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, livro V, 1129 a. Considerando a justiça como uma das virtudes fundamentais da ética aristotélica, avalie as afirmações a seguir. I. A noção de justiça presume a proporcionalidade, a equidade e a reciprocidade entre os cidadãos. II. Aristóteles compreende a justiça como uma disposição de caráter para desejar o que é agradável para a alma. III. A justiça distributiva trata da distribuição igualitária dos bens entre cidadãos de uma cidade- Estado democrática. IV. A justiça corretiva trata dos casos relacionados às trocas comerciais entre os cidadãos, intermediados por um juiz ou árbitro. V. As relações entre justiça e injustiça se relacionam ao agente voluntário, que conhece tanto a pessoa a quem atinge com o seu ato como o instrumento que usa. É correto apenas o que se afirma em I, II e V. I, III e IV I, II e III III, IV e V II, IV e V.