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GÁS NATURAL:
- COMBUSTÍVEL FÓSSIL, FORMADO A PARTIR DE DEPÓSITOS DE MATÉRIA ORGÂNICA
- EM ÁREAS DE ROCHAS SEDIMENTARES
- ALTAMENTE VOLÁTIL, INFLAMÁVEL E SEM CHEIRO
- PODER CALORÍFICO 8000 A 10000KCAL/M3
- CONSTITUÍDO ESSENCIALMENTE POR HIDROCARBONETOS:
 METANO (CH4 – PREDOMINANTE) 
 ETANO (C2H6) 
 PROPANO (C3H8 – MENOS ABUNDANTE) 
- TAMBÉM COMPOSTO POR NITROGÊNIO (N), OXIGÊNIO (O2) E DIÓXIDO DE CARBONO (CO2)
- ASSOCIADO: QDO ENCONTRADO NA MESMA JAZIDA DO PETRÓLEO, DO CONTRÁRIO SERÁ NÃO ASSOCIADO
- ETAPAS DE OBTENÇÃO:
 PROPECÇÃO: IDENTIFICAÇÃO E MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE BACIAS SEDIMENTARES COM POTENCIAL PARA ABRIGAR RESERVAS FÓSSEIS 
 PERFURAÇÃO DO SOLO: ATINGIR SUBSUPERFÍCIE PARA CONSTATAR A EXISTÊNCIA OU NÃO DE GÁS; COLETA DE AMOSTRAS PARA ANÁLISE QUÍMICA E ESTUDO DE VIABILIDADE 
 EXTRAÇÃO: MEDIANTE INSTALAÇÃO DE PLATAFORMAS, COM EQUIPAMENTOS ESPECIALIZADOS (SONDAS) 
 DEPOIS É CONDUZIDO ATÉ AS REFINARIAS, E SEU TRANSPORTE SE DÁ POR MEIO DE GASODUTOS.
- PRINCIPAIS USOS:
 GERADOR DE CALOR PARA AQUECIMENTO RESIDENCIAL 
 GERADOR DE ELETRICIDADE EM USINAS TERMELÉTRICAS 
 SUBSTITUIR GLP (GAS LIQUEFEITO DE PETROLEO, O GÁS DE COZINHA) 
 MATÉRIA PRIMA PARA INDÚSTRIA E PRODUÇÃO DE FERTILIZANTES 
 COMBUSTÍVEL PARA AUTOMÓVEIS (GNV) 
- VANTAGENS:
 EMITIR MENOS GASES POLUENTES NA ATMOSFERA 
 ALTA PRODUTIVIDADE E CUSTOS MENORES 
 TRANSPORTE FACILITADO PELOS GASODUTOS 
- DESVANTAGENS:
 COMBUSTÍVEL NÃO RENOVÁVEL 
 ALTA INFLAMABILIDADE 
 PRODUÇÃO DE COMPONENTES TÓXICOS (MONÓXIDO DE CARBONO CO) DE ODOR IMPERCEPTÍVEL 
- GAS NATURAL CONSTITUI 12% DA MATRIZ ENERGÉTICA DO BRASIL, 8,3% DA MATRIZ ELÉTRICA
- MAIOR ÁREA PRODUTORA NO BRASIL: CAMPO DE TUPI, NA BACIA DE SANTOS, NO RIO DE JANEIRO
- OUTROS ESTADOS PRODUTORES: SÃO PAULO, ESPÍRITO SANTO, AMAZONAS, MARANHÃO E BAHIA
- 85% DERIVADA DE PLATAFORMAS CONTINENTAIS
NBR-20
Líquidos inflamáveis: ponto de fulgor 60°C se equiparam a líquidos inflamáveis qdo armazenados/transferidos aquecidos no pto de fulgor)
Gases inflamáveis: inflamam com ar a 20°C e pressão 101,3kPa
Líquidos combustíveis: ponto de fulgor > 60°Cmediante processo de criogenia a que foi submetido e armazenado em pressões próximas à atmosférica;
V - Instalações de Transporte: dutos de transporte de gás natural, suas estações de compressão ou de redução de pressão, bem como as instalações de armazenagem necessárias para a operação do sistema;
VI - Ponto de Recepção: ponto no qual o gás natural especificado é entregue pelo carregador ou quem este autorize ao transportador;
VII - Ponto de Entrega: ponto no qual o gás natural especificado é entregue pelo transportador ao carregador ou quem este autorize;
VIII - Gás Natural Veicular (GNV): denominação do combustível gasoso, tipicamente proveniente do Gás Natural ou Biometano, ou da mistura de ambos, destinado ao uso veicular e cujo componente principal é o metano, observadas as especificações estabelecidas pela ANP. (Redação acrescida pela Resolução ANP nº 8/2015)
Gás natural: a ser utilizado como combustível para fins industriais, residenciais, comerciais, automotivos (GNV) e de geração de energia
Carregador: fica obrigado a realizar as análises do gás natural nos pontos de recepção, no intervalo máximo de 24 horas, a partir do primeiro fornecimento, e a encaminhar o resultado ao transportador por meio de Certificado da Qualidade
Transportador: fica obrigado a realizar a análise do produto e a emitir o Boletim de Conformidade nos seguintes pontos: 
 - em todos os pontos de recepção após a homogeneização da mistura entre o gás entrante e o gás passante no intervalo máximo de 24 horas a partir do primeiro recebimento;
 - em todos os pontos de entrega com incidência de inversão de fluxo no duto de transporte e vazão superior a 400 mil m³/d no intervalo máximo de 24 horas a partir da primeira entrega.
- Nos pontos de recepção, em caso de inexistência de mistura de produtos distintos, o transportador poderá não realizar a análise, no entanto, deverá preencher o Boletim de Conformidade com os dados enviados pelo carregador, constantes no Certificado da Qualidade, tornando-se responsável pelos dados da qualidade informados e deverá encaminhar ao carregador, a cada intervalo de até 24 horas, cópia do Boletim de Conformidade, comprovando a qualidade do gás
- A odoração do gás natural deverá ser realizada no transporte de acordo com as exigências previstas durante o processo de licenciamento ambiental e deverá ser odorado na distribuição, atendendo às exigências específicas de cada agência reguladora estadual.
NBR 26
- Determina quais produtos químicos devem ser identificados como perigosos à segurança ou saúde dos profissionais e estes riscos podem vir das características físico-químicas ou toxicológicas dos produtos
- As cores utilizadas para sinalização e identificação devem atender às normas técnicas oficiais, baseadas em uma lista harmonizada ou levada em consideração resultados obtidos em ensaios e testes (GHS: documento criado pela ONU para padronizar as informações de risco em todo o mundo)
A rotulagem preventiva do produto químico classificado como perigoso à segurança e à saúde dos trabalhadores deve utilizar procedimentos definidos pelo GHS, contendo os seguintes elementos:
1. identificação e composição do produto químico;
2. pictograma(s) de perigo;
3. palavra de advertência;
4. frase(s) de perigo;
5. frase(s) de precaução; e
6. informações suplementares.
METROLOGIA
De acordo com o INMETRO, a metrologia é dividida em três grandes áreas: 
Metrologia Científica:
Baseia-se em pesquisas e desenvolvimento de padrões de medição, buscando a precisão e a rastreabilidade das medidas. 
Metrologia Industrial:
Aplica a metrologia nos processos de produção, garantindo a qualidade dos produtos e a eficiência dos processos. 
Metrologia Legal:
Regulamenta a utilização de instrumentos de medida em diversas áreas, como saúde, segurança e comércio, para garantir a proteção do consumidor e a segurança. 
NBR 10 
- Requisitos e condições mínimas para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores em instalações e serviços em eletricidade
- A norma abrange todas as etapas da transformação de energia elétrica, desde a geração até o consumo, incluindo projeto, construção, montagem, operação e manutenção de instalações elétricas. 
- Apenas os profissionais treinados de acordo com as disposições da NR10 têm permissão para trabalhar em instalações elétricas ou em qualquer atividade que envolva exposição direta ou indireta à eletricidade
- Treinamento básico: uma carga horária de 40 horas; após um período de 2 anos, é necessário realizar a reciclagem do treinamento. Além disso, sempre que o profissional trocar de função ou empresa, retornar de um afastamento por um período superior a 3 meses, ou alguma modificação significativa acontecer nas instalações, também deve ser feito uma reciclagem do treinamento NR10
- Sistemas Elétricos de Potência (SEP): são grandes sistemas de energia que compreendem geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.
As principais medidas que a NR 10 determina para a segurança do trabalhador são: 
· As atividades só podem ser iniciadas mediante planejamento e análise de risco prévia;
· Adotar medidas de controle e prevenção dos riscos;
· Implementar medidas de proteção coletiva e medidas de proteção individual;
· Segurança em projetos de instalações elétricas;
· Segurança na construção, montagem, operação e manutenção de instalações elétricas; 
· Segurança em instalações elétricas desenergizadas;
· Segurança em instalações elétricas energizadas;
· Medidas especiais para trabalho envolvendo alta tensão (AT); 
· Medidas para habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores;
· Medidas de proteção contra incêndio e explosão;
· Sinalização de segurança.
ELEMENTOS DE UMA MÁQUINA: 
São as suas partes individuais que, quando combinadas, permitem que a máquina funcione de forma eficaz:
- Elementos de fixação: são responsáveis por unir e manter juntas as partes da máquina. Exemplos incluem parafusos, porcas, arruelas, rebites, pinos, cavilhas, anéis elásticos, entre outros. 
- Elementos de transmissão: facilitam a transmissão de movimento e força dentro da máquina. Engrenagens, polias, correias, eixos, acoplamentos, eixos, e correntes são alguns exemplos. 
- Elementos de apoio: proporcionam suporte às partes da máquina ou à máquina em si. Exemplos incluem bases das carcaças, pés de apoio, e mancais. 
- Elementos especiais: são componentes específicos de determinadas máquinas, como as pás de um ventilador ou os pistões de um motor de combustão
 
NBR 12313
- Estabelece os requisitos mínimos de segurança para sistemas de combustão que utilizam gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura para gerar energia
Principais componentes que devem ser utilizados e serão descritos a seguir:
 
- VÁLVULA DE BLOQUEIO MANUAL: Válvula operada manualmente, instalada na linha de alimentação de gás, na entrada de todos os outros componentes, com propósito de abertura completa ou fechamento total do suprimento de gás. Esta válvula deverá possuir curso total para a abertura ou fechamento de 90°, com limitadores mecânicos. 
 
- FILTRO PARA GÁS: O filtro para gás é um equipamento destinado a filtrar as impurezas provenientes da rede de gás, tais como carepas de soldas, pó da corrosão etc. Ele deve possuir elemento filtrante com orifícios de até 20 micra, sendo instalado na saída da válvula principal de bloqueio manual do gás, para proteger os demais componentes da linha de suprimento de gás.
 
- VÁLVULA DE BLOQUEIO POR SOBREPRESSÃO (SHUT-OFF): Caso os componentes do sistema de combustão não suportem a pressão de entrada de fornecimento do gás, deverá ser instalado um sistema constituído por válvula de bloqueio automático por sobrepressão, com rearme manual, instalada na entrada do regulador de pressão com sensoriamento da pressão na saída desse e ajustada de modo a bloquear a passagem do gás em caso de elevação de pressão.
 
- VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO: Sua função é manter a pressão ajustada, caso ocorra variações na pressão de fornecimento do gás. A válvulareguladora de pressão pode ser auto operada ou piloto operada, sendo o fluido de atuação o próprio gás. Algumas reguladoras já contemplam no mesmo corpo a Válvula de Bloqueio por Sobrepressão (Shut-Off) e a válvula de alívio parcial.
 
- VÁLVULA DE ALÍVIO DE PRESSÃO: Sua função válvula é eliminar o excesso de pressão causado pelo fechamento repentino das válvulas de bloqueio automático (NF). A válvula de alívio parcial deve ser instalada na saída do regulador de pressão e ajustada com a pressão intermediária entre a pressão de bloqueio e de operação.
 
- PRESSOSTATOS DE SEGURANÇA: Equipamentos destinados a interromper ou ligar um determinado circuito elétrico quando a pressão ajustada for alcançada. Segundo a NBR 12313, é obrigatória a instalação de proteção contra Baixa Pressão de Gás imediatamente após a Válvula de Regulagem de Pressão e de Alta Pressão de Gás imediatamente após as Válvulas de Bloqueio Automático (NF). Também deve ser instalada proteção contra Baixa Pressão do Ar de Combustão.
 
- VÁLVULAS DE BLOQUEIO AUTOMÁTICO (NF): De acordo com a NBR 12313 um sistema de bloqueio de segurança deverá ser instalado na linha de gás, formado por duas Válvulas de Bloqueio Automático do tipo NF (Normalmente Fechada), com falha segura, isto é, fechar quando desenergizada ou quando sob falha mecânica. Essas válvulas deverão ser instaladas em série na linha de alimentação do gás e sua função é bloquear ou não a liberação do gás a partir de um sinal elétrico.
 
- VÁLVULA DE DESCARGA AUTOMÁTICA, PARA VENT (NA): As Válvulas de Descarga Automática, devem ser do tipo NA (Normalmente Aberta), com falha segura, isto é, abrir quando desenergizada ou quando sob falha mecânica. A válvula normalmente aberta é instalada na linha “vent” do sistema, permitindo o fluxo parcial do gás após testar a estanqueidade das válvulas normalmente fechadas. De acordo com a NBR 12313, é obrigatório a utilização dessa válvula em sistemas com potência térmica superior a 1.000.000 kcal/h (1.200 kW).
Obs.: É obrigatório que as válvulas NF e NA tenham sido desenvolvidas para aplicação específica com uso de gás combustível.
 
- DETECTOR VISUAL DE VAZAMENTOS (BORBULHADOR): O Borbulhador tem como finalidade indicar a existência de vazamento na Válvula de Alívio, na 1ª Válvula de Bloqueio Automático (NF) e na Válvula de Descarga Automática NA (Vent). Quando o sistema de combustão está em operação normal ou parado, não deve existir qualquer borbulhamento no interior do borbulhador.
 
- TESTE DE ESTANQUEIDADE: É o sistema que possibilita a identificação da ocorrência ou não de vazamentos de gás, através do sistema de bloqueio de segurança. Sua função é garantir que as Válvulas de Bloqueio Automático Normalmente Fechadas (NF) sejam 100% estanque.
O sistema de Teste de Estanqueidade, poderá ser feito diretamente nas válvulas de bloqueio automático por intermédio de um aparelho eletrônico dedicado, ou por intermédio de válvula by-pass e pressostatos de mínima e de máxima.
De acordo com a NBR 12313, é obrigatório a utilização desse componente em sistemas com potência térmica superior a 4.300.000 kcal/h (5.000 kW).
 - MANÔMETROS COM REGISTRO MANUAL: O manômetro é o equipamento destinado à medição da pressão interna da tubulação de gás. É chamado manômetro de alta pressão aquele instalado antes da válvula reguladora de pressão e de baixa pressão aquele instalado após a válvula reguladora de pressão.
Sob o manômetro é instalado uma válvula (Esfera, Ponta de Agulha ou Push Button) visando o bloqueio deste equipamento por ocasião de uma manutenção ou calibração periódica.
 
- DETECTOR DE CHAMA (FOTOCÉLULAS): Um sistema de detecção de chama deve ser instalado, individualmente, para cada queimador principal ou conjunto de queimador piloto e principal, e deve monitorar somente a chama deste conjunto. Caso ocorra uma falha de chama esse sistema deve provocar o desarme automático do queimador. Para processos com operação contínua (24h), deverá ser prevista uma fotocélula com autoverificação (self-checking), que deverá ser atuada automaticamente a cada período de pelo menos 1 h, com o queimador em funcionamento.
 
- PAINEL DE COMANDO, SEGURANÇA E CONTROLE: É obrigatório em todo sistema de combustão alimentado por gases combustíveis, como gás natural, GNL, GLP, biometano, dentre outros.  Também chamado BMS (Burner Management System), o painel elétrico de combustão deve ser fabricado seguindo as normas técnicas de segurança regulamentadoras NR10 e NR12 e as orientações da NBR12313, para garantir a eficiência e segurança operacional do sistema de combustão.
 
NBR 19
- Estabelece medidas de prevenção em segurança e saúde no trabalho relacionadas à fabricação, manuseio, armazenamento e transporte de explosivos, visando garantir a segurança dos trabalhadores envolvidos nessas atividades 
- Se aplica a todas as operações que lidam com explosivos, abrangendo desde a produção até a distribuição final do material.
- Explosivo: qualquer material ou substância que, ao ser iniciado, passa por uma decomposição muito rápida. Essa reação libera uma quantidade significativa de calor e desenvolve uma pressão súbita, caracterizando a explosividade do material.
- Proíbe expressamente a fabricação desses materiais em áreas urbanas (áreas densamente povoadas), reduzindo o potencial de danos em caso de acidentes.
Fabricação:
- Certificado de Conformidade, homologado pelo Exército Brasileiro
- Áreas Perigosas: devem ter monitoramento eletrônico permanente
- Distâncias de Segurança e Isolamento
- Condições das Instalações: perfeito estado de conservação e adequação, ventilação adequada, a construção com materiais incombustíveis, os pisos devem ser antiestáticos para evitar ignições acidentais, e os equipamentos e instalações elétricas devem ser aterrados e atender às especificações de segurança.
- Manuseio de Explosivos: proibição de práticas que possam gerar faíscas ou calor por atrito, o uso de ferramentas ou utensílios que possam gerar centelhas, e restrições quanto ao tipo de calçado utilizado pelos trabalhadores
- Minimização de Riscos: manter as quantidades de matérias-primas no mínimo possível, limitando a quantidade de material no local de trabalho a no máximo o necessário para quatro horas de trabalho
NBR 5419
- Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas: criação, instalação e manutenção de sistemas elétricos, com o objetivo de minimizar os impactos causados por descargas atmosféricas. 
- aplicável a diversas estruturas, como comerciais, industriais, agrícolas, administrativas e residenciais, além de estruturas especiais como chaminés, estruturas com inflamáveis e antenas externas
- O objetivo principal da norma é proteger edificações, estruturas e pessoas contra os efeitos nocivos das descargas atmosféricas, minimizando riscos e danos. 
- SPDA: sistema de proteção contra descargas elétricas
- não se aplica aos subsistemas do SPDA instalados, que tenham seus acessos impossibilitados por estarem embutidos no concreto armado (ferragens estruturais) ou reboco
- Uma inspeção visual do SPDA deve ser efetuada anualmente.
Inspeções completas devem ser efetuadas periodicamente, em intervalos de: 
- 5 anos, para estruturas destinadas a fins residenciais, comerciais, administrativos, agrícolas ou industriais, excetuando-se áreas classificadas com risco de incêndio ou explosão; 
- 3 anos, para estruturas destinadas a grandes concentrações públicas (por exemplo: hospitais, escolas, teatros, cinemas, estádios de esporte, centros comerciais e pavilhões), indústrias contendo áreas com risco de explosão, conforme a ABNT NBR 9518, e depósitos de material inflamável; 
- 1 ano, para estruturas contendo munição ou explosivos, ou em locais expostos à corrosão atmosférica severa (regiões litorâneas, ambientes industriais com atmosfera agressiva etc.).
Documentação técnica: a seguinte documentação técnica deve ser mantida no local, ou em poder dos responsáveis pela manutenção do SPDA: 
- relatório de verificação de necessidade do SPDA e de seleção do respectivo nível de proteção,elaborado conforme anexo B. A não necessidade de instalação do SPDA deverá ser documentada através dos cálculos constantes no anexo B; 
- desenhos em escala mostrando as dimensões, os materiais e as posições de todos os componentes do SPDA, inclusive eletrodos de aterramento; 
- os dados sobre a natureza e a resistividade do solo; constando obrigatoriamente detalhes relativos às estratificações do solo, ou seja, o número de camadas, a espessura e o valor da resistividade de cada uma, se for aplicado 
- um registro de valores medidos de resistência de aterramento a ser atualizado nas inspeções periódicas ou quaisquer modificações ou reparos SPDA. A medição de resistência de aterramento pode ser realizada pelo método de queda de potencial usando o medidor da resistência de aterramento, voltímetro/amperímetro ou outro equivalente. Não é admissível a utilização de multímetro.
CADEIA PRODUTIVA DO GÁS NATURAL
É comumente dividida em seis etapas: exploração, produção, processamento, transporte, distribuição e comercialização. 
- Exploração:
A etapa inicial envolve a identificação e localização de reservas de gás natural, através de estudos geológicos e sísmicos. 
- Produção:
Após a localização das reservas, poços são perfurados para extrair o gás natural, que pode ser extraído de forma associada ao petróleo (gás associado) ou em campos específicos de gás (gás não associado). 
- Processamento:
O gás extraído é levado a uma unidade de processamento para remoção de impurezas, como água, CO2 e outros componentes indesejáveis, garantindo sua qualidade e adequação para o transporte e distribuição. 
- Transporte:
O gás processado é transportado através de gasodutos, que podem ser terrestres ou marítimos, para diferentes regiões e consumidores. 
- Distribuição:
O gás é distribuído aos consumidores finais através de redes de gás, que podem ser de alta pressão (para usinas e grandes indústrias) ou de baixa pressão (para residências e estabelecimentos comerciais). 
- Comercialização:
A etapa final envolve a venda e comercialização do gás natural aos consumidores, podendo ser realizada por empresas distribuidoras ou diretamente pelas empresas produtoras. 
NBR 12172

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