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“A única coisa impossível é aquilo que 
você não tenta.” 
HISTÓRIA DO 
DIREITO
Prof. Adriano Ribeiro
Autor desconhecido
O Direito nasceu junto com a 
civilização, aliado à história da 
sociedade, sob a forma de costumes 
que foram se tornando obrigatórios. 
INTRODUCAO,
~
DISCIPLINA 
FUNDAMENTAL
Descreve todos os acontecimentos 
jurídicos ocorridos desde a 
antiguidade até os dias de hoje
SURGIMENTO
Povos sem escrita e que não têm um tempo determinado 
Podem ser os homens da caverna de 3.000 a. C. ou os índios 
brasileiros até a chegada de Cabral, ou mesmo as tribos da 
Floresta Amazônica que ainda hoje não entraram em contato 
com o homem branco. 
INTRODUCAO,
~
OBJETIVO
Necessidade de um mínimo 
de ordem e direção, de 
regras de conduta, 
regulando o convívio entre 
os homens
ORIGEM DA 
PALAVRA
DIREITO
LATIM
O que está conforme à regra
DIRECTUM
SIGNIFICADOProporcionar harmonia nas 
relações humanas
DIREITO PRIMITIVO
OU ARCAICO
FORMA DE 
ORGANIZAÇÃO 
JURÍDICA
Se desenvolveu em sociedades antigas, onde 
ainda não havia a presença de uma lei escrita 
ou um sistema jurídico formalizado
DIREITO CONSUETUDINÁRIO
SOCIEDADES 
ANTIGAS 
Baseia-se em costumes e tradições passados de geração em geração
Grupos familiares, tribos ou clãs
Possuíam sua própria estrutura de poder, onde 
as decisões eram tomadas por meio de 
consenso ou pela figura de um líder ou ancião
As normas de conduta, justiça e punição eram estabelecidas de acordo com 
esses costumes e tradições 
CÓDIGO DE 
HAMURABI
Hamurabi, rei da Babilônia (1792-1750 
a. C.), criador do império babilônico. 
O seu código é uma das leis mais 
antigas da humanidade e está gravado 
em uma estela cilíndrica de diorito*, 
descoberta em Susa e conservada no 
Louvre. 
LEI DE TALIÃO – “OLHO POR OLHO, 
DENTE POR DENTE” 
O CÓDIGO DE HAMURABI
O CAPÍTULO I DO CÓDIGO DEDICA-SE AOS
SORTILÉGIOS, JUÍZO DE DEUS, FALSO TESTEMUNHO,
PREVARICAÇÃO DE JUÍZES.
A seguir alguns artigos referentes às penalidades aplicadas, nota-
se desde logo a influência do Talião: 
Art. 1º - Se alguém acusa um outro, lhe imputa um sortilégio, mas 
não pode dar prova disso, aquele que acusou deverá ser morto.
Art. 3º - Se alguém em um processo se apresenta como 
testemunha de acusação e não prova o que disse, se o processo 
importa perda de vida, ele deverá ser morto. 
Art. 4º - Se alguém se apresenta como testemunha por grão e 
dinheiro, deverá suportar a pena cominada processo. 
No art. 5º está estabelecido que o juiz prolator de
uma sentença errada será punido com o
pagamento das custas multiplicadas por 12, e
ainda será expulso publicamente de sua cadeira.
Art. 15 - Se alguém furta pela porta da cidade um
escravo ou uma escrava da Corte, ou escravo ou
escrava de um liberto, deverá ser morto.
Art. 16 - Se alguém acolhe em sua casa um escravo
ou escrava fugidos da Corte ou de um liberto e
depois da proclamação pública do mordomo, não
apresenta, o dono da casa deverá ser morto.
[...]
Art. 127 - Se alguém difama uma mulher consagrada ou a
mulher de um homem livre e não pode provar, se deverá
arrastar esse homem perante o Juiz e tosquiar-lhe a fronte.
Art. 128 - Se alguém toma uma mulher, mas não conclui
contrato com ela, essa mulher não é esposa.
Art. 129 – Se a esposa de alguém é encontrada em contato
sexual com um outro, deve-se amarrá-los e lançá-los
n'água, salvo se o marido perdoar à sua mulher e o rei a seu
escravo.
Art. 130 – Se alguém viola a mulher que ainda não conheceu
homem e vive na casa paterna e tem contato com ela e é
surpreendido, este homem deverá ser morto e a mulher irá
livre.
Art. 131 – Se a mulher de um homem livre é acusada pelo
próprio marido, mas não surpreendida em contato com
outro, ela deverá jurar em nome de Deus e voltar à sua casa.
CIVILIZAÇÃO 
GREGA ANTIGA
C
I
V
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L
I
Z
A
Ç
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O
G
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R
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G
A
Sócrates
”O direito é um instrumento para manutenção da coesão social, visando a
efetivação do bem comum - que ocorreria quando a humanidade alcançasse
suas potencialidades através das virtudes”.
Platão 
“Direito consiste na busca de justiça, ou seja, é definido como 
regra que indica o justo. O princípio fundamental é dar a cada 
um aquilo que ele merece. Esse princípio deve ser garantido 
pelo Estado”.
Aristóteles
“O Direito é justo quando protege os interesses gerais da 
sociedade e, em particular, quando trata de maneira igual 
as pessoas que se encontram em situação igual”
DIREITO 
ROMANO
DIREITO ROMANO
entre 27 a.C. e 476 d.C.
O direito é um dos maiores legados da civilização romana.
Aparecimento da Lei das Doze Tábuas no século V a. C.
Era aplicado e elaborado em teoria pelos jurisconsultos, baseado em certos 
conceitos éticos, de equidade (aequitas), de costume (mos majorum) e de 
dignidade (honestas, dignitas).
DIREITO ROMANO
Na falta de um corpus legislativo único, o Direito Romano provinha
assim de várias fontes:
1. Costumes;
2. Leis;
3. Senatus-Consultos;
4. Plebiscitos;
5. Constituições imperiais;
6. Éditos;
7. Magistrados;
8. Respostas dos jurisconsultos.
DIREITO ROMANO
Na falta de um corpus legislativo único, o Direito Romano provinha
assim de várias fontes:
1. Costumes;
2. Leis;
3. Senatus-Consultos;
4. Plebiscitos;
5. Constituições imperiais;
6. Éditos;
7. Magistrados;
8. Respostas dos jurisconsultos.
Lei das xII tábuas
Tábua I
Estabelece as normas dos 
processos, como se deve 
fazer a abertura e o 
encerramento de um 
julgamento, a obrigação 
do réu comparecer ao 
julgamento, etc.
Isso garantia aos plebeus 
que os processos 
ocorreriam dentro de 
normas precisas e não 
inventadas no momento.
Tábua Ii
Acredita-se que 
continuava descrever os 
procedimentos no direito 
processual, como a 
presença obrigatória do 
juiz durante o julgamento. 
Também tratava sobre o 
furto e suas punições.
Assim como a Tábua I, 
fixava uma rotina para a 
realização dos 
julgamentos.
Tábua Iii
Ao contrário da anterior, 
esta tábua possui trechos 
completos. Fala sobre o 
julgamento e das penas 
que deveriam ser 
aplicadas aos devedores. 
Uma das punições, por 
exemplo, afirmava que os 
credores poderiam vender 
o devedor para saldar a 
dívida contraída.
Tábua Iv
Expõe os poderes do 
chefe de família, 
conhecido como “pater 
familias”. O pai detinha o 
direito de matar um filho 
que nascesse com alguma 
deformidade, por exemplo. 
Da mesma forma, podia 
vendê-lo como escravo.
Esta lei expressa como o 
chefe de família era 
poderoso na Roma Antiga, 
com pouca participação 
das mulheres e menores 
de idade.
Tábua v
Caracteriza as heranças e 
tutelas. Indicava que se 
uma pessoa morresse 
sem herdeiros ou 
testamento, quem 
receberia a herança seria 
o parente mais próximo.
Esta lei garantia que os 
bens de uma família 
permaneceriam nesta 
mesma família, sem que 
um governante ou outra 
pessoa pudesse tomá-los.
Tábua vi
Esta descrevia como 
deveria ser a compra e a 
venda de propriedades. 
Como as mulheres eram 
vistas como objetos, 
também aqui se explica as 
condições pelas quais o 
marido deve proceder ao 
rejeitar a esposa.
Novamente, se põe em 
evidência o grande poder 
que o pai de família tinha 
nesta sociedade.
Tábua viI
Aborda os delitos 
cometidos contra a 
propriedade, seja um bem 
imóvel ou um escravo. Se 
alguém destruiu algo, 
deverá pagar a 
reconstrução ou ser 
punido por esta ação.
Trata-se de uma regra 
aplicada até hoje no direito 
dos países ocidentais.
Tábua viiI
Estabelecia as medidas 
entre as propriedade 
vizinhas e regras de 
convivência entre os 
vizinhos. Igualmente 
determinava as distâncias 
que deveriam ser deixadaslivres para construção de 
caminhos entre as 
propriedades.
Estas normas são 
seguidas dentro do Direito 
Público que estipula as 
regras de coexistência 
entre a população.
Tábua iX
Assegurava as regras do 
direito público, por isso 
acredita-se que era uma 
continuação da anterior. 
Proibia a entrega de um 
concidadão ao inimigo e a 
realização de assembleias 
noturnas.
As regras da Tábua IX 
tinham como objetivo punir 
aqueles que fosse contra o 
regime político de Roma e 
garantir a fidelidade de 
seus cidadãos ao governo.
Tábua x
Estabelecia as leis onde 
se garantia o respeito aos 
túmulos e aos mortos.
Estas normas tinham 
como fim impedir que as 
tumbas fossem saqueadas 
por ladrões ou profanadas 
por inimigos políticos do 
falecido.
Tábua xi
Determinava a proibição 
do casamento entre 
patrícios e plebeus.
Esta lei buscava garantir 
que os privilégios 
continuariam nas mãos 
dos patrícios e não seriam 
perdidos através das 
alianças matrimoniais. 
Esta proibição acabaria 
com a Lei Canuleia, em 
445 a.C.
Tábua Xii
A última tábua versava 
sobre questões do direito 
privado como furtos ou a 
apropriação de objetos de 
forma indevida (invasões 
ou durante a ausência dos 
proprietários, por 
exemplo). Neste último 
estavam incluídos os 
escravos.
Esta lei visava garantir a 
propriedade privada tanto 
dos plebeus como dos 
patrícios.
DIREITO ROMANO
IMPORTÂNCIA:
Até hoje, o Direito Público e o Direito Civil dos países ocidentais é inspirado em
várias regras estabelecidas neste documento.
Por exemplo:
1. A determinação que um julgamento deva ser realizado de forma pública;
2. A inviolabilidade da propriedade;e
3. A igualdade jurídica entre todos os cidadãos, etc;
Tudo isso veio da Lei das XII Tábuas e está presente no código jurídico de vários
países.
	Seção Padrão
	Slide 1: “A única coisa impossível é aquilo que você não tenta.” 
	Introdução
	Slide 2: O Direito nasceu junto com a civilização, aliado à história da sociedade, sob a forma de costumes que foram se tornando obrigatórios. 
	Slide 3
	Slide 4
	Código de Hamurabi
	Slide 5
	Slide 6: Hamurabi, rei da Babilônia (1792-1750 a. C.), criador do império babilônico. O seu código é uma das leis mais antigas da humanidade e está gravado em uma estela cilíndrica de diorito*, descoberta em Susa e conservada no Louvre. 
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Civilização Hindu
	Slide 13
	Civilização Egípicias
	Slide 14
	Slide 15
	Grecia Antiga
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Direito Romano
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34