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SEMANA 02 ESTAÇÃO 1 - ORGANIZAÇÃO GERAL DO SISTEMA NERVOSO Comando: Utilizando as palavras listadas, construa a organização geral do sistema nervoso Sistema nervoso central Cerebelo Encéfalo Medula Espinhal Cérebro Sistema Nervoso Periférico Telencéfalo Gânglios Diencéfalo Nervos Tronco encefálico Terminações nervosas Mesencéfalo Nervos Cranianos Ponte Nervos Espinhais Bulbo Sistema nervoso Sistema nervoso central (SNC) periférico (SNP) Cérebro Cerebelo Nervos Gânglios Tronco Espinhais encefálico Medula espinhal Terminações nervosas Cranianos Ponte Bulbo 12 pares 31 pares Meninges SEMANA 02 ESTAÇÃO 1 - MENINGES E VENTRÍCULOS ENCEFÁLICOS Comando: Utilizando os termos abaixo, complete as imagens em anexo. MENINGESVENTRICULOS ENCEFALICOS Camada Externa Dura-máter laterais Aracnóide -> Camada Interme diária Forame Interventricular (de Monro) Pia-máter Camada Interna Terceiro Espaço sub-dural Abaixo da Dura-Mater Aqueduto (de Espaço subaracnóideo- Entre Sylvius) Granulações Quarto Pia-Mater Espaço extradural Aberturas laterais (de Luschka) ->Acima da Dura- Mater Abertura mediana (de Magendie) Canal Central da medula Plexo Ventrículos Dura-máter Aracnóide Subaracnoide Pia-máter Espaço Dura-mater Granulações Aracnóidea AracnoidePATRIMONIO 0000023209 4 Espaço Subaracnóideo o encéfalo e a medula espinal são revestidos por três mem- COLORIR branas, denominadas meninges, e são banhados pelo líquido as características das granulações cerebrospinal (LCS). utilizando as seguintes cores no esquema: 4. Pia-máter revestindo cérebro (verde) COLORIR a dura-máter do encéfalo e da medula espinal, e, 5. Aracnoide-máter e suas granulações (vilosidades) depois, colorir todas as três camadas das meninges da medula espinal como observado na seção, utilizando uma cor diferente (vermelho) para cada uma delas: 6. Dura-máter com fendas para criar seio venoso (amarelo) 1. Dura-máter: uma cobertura externa espessa que é ricamente inervada por terminações nervosas 7. Sangue venoso no seio sagital superior: observe sensitivas as conexões com as pequenas veias emissárias que passam do couro cabeludo através dos ossos 2. Aracnoide-máter: uma membrana fina, semelhante do crânio para se juntar ao seio (também colorir de a uma teia, que é avascular e está situada diretamente abaixo da dura-máter azul) 3. Pia-máter: uma camada interna transparente, delicada, que reveste intimamente a medula espinal Ponto Clínico: LCS preenche um espaço, denominado espaço LCS pode ser coletado e examinado clinicamente através da realização de uma punção lombar (spinal tap). Uma agulha é inserida no espaço subaracnóideo, que está situado entre as camadas das subaracnóideo da cisterna lombar, na linha mediana entre os processos meninges aracnoide-máter e pia-máter. Dessa forma, LCS espinhosos das vértebras L3-L4 ou L4-L5 para evitar acertar a própria circula através dos encefálicos e, depois, tem acesso medula espinal (a medula termina aproximadamente nas vértebras L1-L2). ao espaço subaracnóideo pelas aberturas lateral e mediana, Além disso, os agentes anestésicos podem ser administrados no espaço onde ele flui ao redor e sobre encéfalo e a medula espinal para extradural (acima da dura-máter) para anestesiar diretamente as fibras se estender mais caudalmente do saco dural ao nível da vértebra nervosas da cauda equina. Os anestésicos extradurais infiltram-se no S2. saco dural para alcançar a raiz do nervo e são geralmente administrados nos mesmos níveis que a punção lombar. Enquanto LCS é secretado pelos plexos ele é amplamente absorvido pelas granulações aracnóideas associa- das ao seio sagital superior (seio venoso da dura-máter), e, em menor grau, pelas pequenas veias na superfície da pia-máter por todo SNC. As granulações aracnóideas são tufos da aracnoide- -máter que se estendem através de fendas na camada dura-má- ter, as quais formam os seios venosos da dura-máter, e atuam como válvulas unidirecionais, que fornecem LCS para interior do sangue venoso do seio. Seio sagital superior Espaço subaracnóideo 1 Granulações aracnóideas 23 2 Espaço subaracnóideo 3 3 2 1 1 2 3 Espaço extradural Espaço subaracnóideo B. Espaço subaracnóideo envolvendo a medula espinal (corte transversal) Cauda equina A. Vista sagital mediana Espaço subaracnóideo da circulação do LCS e do espaço subaracnóideo Agulha entrando no Crânio 5 7 espaço subaracnóideo Veia emissária Pele 6 5 D. Punção na parte lombar da medula espinal Saco dural 4 Espaço extradural Processo espinhoso da vértebra L4 Ligamento amarelo 6 Agulha entrando no espaço extradural C. Granulações aracnóideas: seção coronal E. Anestesia extradural Netter Anatomia para Colorir Prancha 4-18 Plexo corioideo do lateral (por transparência) Veias cerebrais superiores Seio sagital superior Espaço subaracnóideo Granulações aracnóideas Dura-mater Cisterna pericalosaCorno occipital (posterior) do lateral (por transparência) Forame interventricular Seio reto (de Monro) Cisterna quiasmática Plexo corioideo do terceiro Cisterna interpeduncular Aqueduto do mesencéfalo (de Sylvius) Cisterna colicular Cisterna "pré-pontina" (quadrigeminal) (da veia cerebral magna) Abertura lateral do quarto (forame de Luschka) Cisterna cerebelobulbar posterior (cisterna magna) Plexo corioideo do quarto Abertura mediana do quarto (forame de Magendie) Aracnoide- Espaço subaracnóideo Canal central da medula espinal Pele Para as veias cerebrais profundas veja Prancha 143 Tecido conjuntivo Aponeurose epicrânica (gálea aponeurótica) Tecido areolar frouxo Fovéola granular Seio sagital superior Pericrânio Granulação aracnóidea Veia emissária Tributária da veia temporal superficial Calvária Veia diploica Espaço extradural (epidural) (local de ocorrência do hematoma extradural) Dura-máter Espaço subdural (local de ocorrência Veia cerebral do hematoma subdural) Aracnoide-máter Espaço subaracnóideo Pia-máter Artéria cerebral Veia cerebral superior Foice do cérebro Hemisfério cerebral Dura-máter Gordura no espaço extradural (epidural)Espaço subaracnóideo Ligamento denticulado Raiz anterior Pia-máter* Ramos comunicantes Ramos branco e cinzento (recorrentes) do nervo espinal Nervo espinal Pleura Ramo anterior (nervo intercostal) Pulmão Ramo posterior Seio Aracnoide sagital Lâmina periosteal superior Lâmina meningea Pia-máter (na superfície Granulação do encéfalo) aracnóidea Calvária Lâmina periosteal Dura- Granu ação Lâmina meningea Cérebro Seio sagital Aracnoide- superior (preenchido com sangue Plexo venoso) A. cerebral Espaço Foice do cérebro cerebral (uma invaginação Terceiro Cerebelo da dura-mater) Aqueduto do mesencéfalo Aracnoide-máter Plexo Quarto Espaço subaracnoideo (preenchido por Leptomeninges cerebrospinal) Bulbo Medula espinalTerceiro Ventrículo Quarto Forame Ventrículo Interventricular SCAN FOR FREE ANATOMY APP NFC Forame Interventricular Aqueduto cerebralLaterais FREE Aberturas Mediana Plexo Tela Corisides Abairo V pluco V.L do 3°V Aqueduto Cerebral Quarto Aberturas Laterais PlexoMediana Canal Central da Medula Forame Interventricular Aquedut cerebral Aberturas Laterais Aberturas MedianaCanal Central da Medula 4 Ventrículos Encefálicos o pequeno canal central da medula espinal contém líquido COLORIR cerebrospinal (LCS) e continua se expandindo rostralmente os seguintes componentes do sistema ventricular, para interior dos quatro ventriculos encefálicos, os quais utilizando uma diferente para cada um deles: incluem: 1. Terceiro ventriculo Quarto ventriculo: situado acima da ponte e na posição rostral do bulbo 2. laterais Terceiro ventriculo: situado na linha mediana do diencéfalo 3. Quarto ventriculo entre os núcleos do tálamo laterais: dois ventriculos laterais nos hemisférios 4. Plexo corióideo nos ventriculos laterais (na parte B) cerebrais que possuem formato de C e se estendem para frente, para cima e para trás, e, então, descem e se estendem 5. Canal central da medula espinal para frente nos lobos temporais LCS preenche esses ventriculos e é produzido pelos plexos corióideos (uma rede de capilares e seu epitélio secretor), os Ponto Clínico: excessivo de LCS (superprodução ou absorção diminuida) quais são encontrados no assoalho de cada lateral, dentro do sistema de ventriculos encefálicos é denominado hidrocefalia. com pequenas acumulações no teto do terceiro e do quarto Clinicamente, três tipos de hidrocefalia são reconhecidos: ventriculos. Aproximadamente 500 mL de LCS são produzidos Obstrutiva: geralmente uma estenose congênita (estreitamento) do em um período de 24 horas, e suas funções são: aqueduto do mesencéfalo, forame interventricular ou das aberturas Sustentar e amortecer encéfalo e a medula espinal lateral e medial; a obstrução também pode ser causada por tumores do SNC que bloqueiam fluxo normal do LCS através dos ventriculos. Realizar algumas das funções normalmente promovidas pelo Comunicante: obstrução fora do sistema ventricular, possivelmente sistema linfático estimulada pela pressão causada por hemorragia (sangramento) no Preencher o volume de 150 mL do espaço subaracnóideo e espaço subaracnóideo ou ao redor das granulações das cavidades dos ventriculos Pressão normal: uma sindrome de adultos que resulta em demência progressiva, desordem no modo de andar e incontinência urinária. Ser amplamente reabsorvido pelas granulações aracnóideas que se projetam no interior do seio sagital superior (seio venoso da dura-máter) e pelas pequenas veias da pia-máter do encéfalo e da medula espinal o fluxo do LCS é a partir dos plexos corióideos dos laterais para terceiro ventriculo através do forame interventricular, depois para quarto ventriculo através do estreito aqueduto do mesencéfalo, e, posteriormente, para interior do canal central da medula espinal, ou através de aber- turas (aberturas lateral e mediana) acessando espaço suba- racnóideo (entre a pia-máter e a aracnoide-máter) que envolve encéfalo e a medula espinal. A secreção do LCS normalmente é combinada à sua absorção pelas granulações aracnóideas e pelas pequenas veias da pia-máter. Forame interventricular 2 1 Aqueduto do mesencéfalo3 A. Vista lateral esquemática dos cerebrais Abertura lateral do quarto Abertura mediana do quarto Plexo do Seio sagital superior lateral (imagem em transparência) Espaço subaracnóideo Granulações aracnóideas Aracnoide- -mater Forame interventricular 4 Aqueduto do mesencéfalo Abertura lateral do Abertura mediana do quarto quarto C. Seção através do encéfalo mostrando as marcadas dilatações Plexo do dos laterais e do quarto terceiro (hidrocefalia) Espaço subaracnóideo 5 B. Seção sagital mediana do espaço e da circulação do LCS Netter Anatomia para Colorir Prancha 4-17 17 5 Identifique as estruturas! Respostas 1. Ventrículos Laterais 2. Forame Interventricular (Forame de Monro) 3. Terceiro Ventrículo 4. Aqueduto Cerebral 5. Quarto Ventrículo 6. Abertura das Laterais (Forame de Luschka)7. Abertura Mediana (Forame de Magendie) Vista lateral esquerda por transparência Corno frontal (anterior) Parte central lateral direito lateral Corno temporal (inferior) esquerdo Corno occipital (posterior) Aqueduto do mesencéfalo (de Sylvius) Quarto Abertura lateral esquerda do quarto (forame de Luschka) Forame interventricular Recesso lateral esquerdo esquerdo (de Monro) do quarto Terceiro Abertura mediana do quarto (forame de Magendie) Recesso Aderência Recesso do infundíbulo Canal central da medula espinal Recesso pineal Recesso suprapineal Corpo calosoVentrículo Aberturas Laterias Quarto Plexo Coroide Aberturas Mediana Canal Central da Medula Ventrículo Lateral 4 Terceiro Ventrículo Plexo CoroidePlexo corioideo do lateral (por transparência) Veias cerebrais superiores Seio sagital superior Espaço subaracnóideo Granulações aracnóideas Dura-mater Cisterna pericalosa Corno occipital (posterior) do lateral (por transparência) Forame interventricular Seio reto de Monro) Cisterna quiasmática do terceiro Cisterna interpeduncular Aqueduto do mesencéfalo (de Sylvius) Cisterna colicular Cisterna "pré-pontina" (quadrigeminal) (da veia cerebral magna) Abertura lateral do quarto (forame de Luschka cerebelobulbar posterior (cisterna magna) Plexo do quarto Abertura mediana do quarto (forame de Magendie) Dura-mater Aracnoide-máter Espaço subaracnóideo Canal central da medula espinal Corte sagital do encéfalo in situ Giro do Sulco paracentral Sulco do Giro frontal medial Sulco central (de Rolando) Sulco do corpo caloso Lóbulo paracentral Ramo marginal do sulco do cíngulo Corpo caloso Septo Forame interventricular Seio sagital superior de Monrol Aderência Estria medular e do tálamo terceiro Sulcoventriculo parietoccipital Área subcalosa Comissura habenular Comissura anterior Glândula pineal Comissura Giro paraterminal (da posterior subcalosa) Sulco Sulco calcarino hipotalâmico Seio reto Lâmina no tentório terminal do cerebelo Recesso supra- Veia cerebral magna (de Galeno) óptico Colículo superior Quiasma Colículo inferior cinéreo Lâmina do teto (quadrigêmea) Cerebelo Hipófise Véu medular superior Corpo mamilar Quarto e Pedúnculo cerebral Véu medular inferior Aqueduto do Ponte (de Sylvius) Bulbo (medula oblonga) ESTAÇÃO 2 a) que representa viscerocrânio e o neurocrânio? b) Localize os ossos do crânio listados abaixo: NEUROCRÂNIO VISCEROCRÂNIO Ossos impares (4): Ossos Frontal (parte nasal) Etmoide Etmoide Esfenoide Vômer Occipital Ossos pares: Ossos pares bilaterais (2): Maxilas (processo nasal da maxila, Temporais espinha frontal) Parietais Conchas nasais inferiores Zigomáticos Palatinos Nasais Lacrimais A) que representa o viscerocrânio e o neurocrânio? viscerocrânio representa a coleção de ossos que formam esqueleto da face- formado por 14 ossos (6 bilaterais e 2ossos únicos): Par de conchas nasais inferiores, ossos nasais e lacrimais, vômer, maxilas, mandíbula, palatinos e zigomáticos. Neurocrânio representa a parte do crânio que envolve encéfalo e as meninges cranianas, sendo formado por 8 ossos: frontal, parietais (2), occipital, temporais (2), etmoide e esfenoide. B) Anatocards NEUROCRÂNIO Suturas VISCEROCRÂNIOOsso Frontal Osso Pariental Osso Esfenóide Osso Temporal Osso Occipital Osso Esfenóide Osso Esfenóide Visão Anterior Visão PosteriorOsso Etmóide ViscerocrânioOsso Lacrimal Osso Osso Nasal Etmoide Osso Zigomático Conchas Nasais Osso Inferiores Vômer Osso Maxilar Osso Mandibular Ossoa frontal Neurocrânio Osso Osso Frontal ParientalViscerocrânio Osso Lacrimal Osso Osso Etmoide NasalOsso Vômer Osso Maxilar Conchas Nasais Inferiores Osso Mandibular Viscerocrânio Osso PalatinoOsso Palatino Osso Palatino Visão Anterior Visão Posterior Osso frontal Sutura coronal Glabela Osso parietal Incisura supraorbital/ forame supraorbital Osso esfenoide Face Asa menor Asa maior Osso Osso temporal Osso lacrimal Osso etmoideOsso Lâmina orbital Processo frontal Lâmina perpendicular Face orbital Concha nasal média Processo temporal Concha nasal inferior Forame zigomaticofacial Vômer Maxila Mandíbula Processo Ramo Face orbital Corpo Forame infraorbital Forame mentual Processo frontal mentual Processo alveolar mentual Espinha nasal anterior ESTAÇÃO 3 a) Localize as suturas citadas abaixo: Sutura Frontal/coronal Sutura zigomaticomaxilar, Sutura Sagital Sutura nasomaxilar Sutura Sutura nasofrontal Sutura Sutura temporozigomática Sutura esfenoescamosa Bregma* Sutura esfenofrontal Lambda* Sutura Ptério* Sutura frontozigomática Astério* *junções Sutura SagitalSutura Escamosa Sutura Sutura Nasofrontal Sutura Sutura Nasomaxilar Esfenofrontal Sutura Parietomastóidea Sutura Sutura ZigomaticomaxilarEsfenoescamosa Bregma Ptério Astério Sutura FrontalSutura Sagital Sutura Sutura Esfenofrontal Sutura Sutura Esfenofrontal Parietomastoidea SuturaSutura Nasofrontal Sutura Sutura Nasomaxilar Frontozigomática Sutura Sutura ZigomaticomaxilarBregma LambdaPtério Astério Sutura Escamosa Vista superior Osso frontalSutura coronal Bregma Osso parietal Forame parietal (para veia emissária) Lambda Osso sutural Osso occipital Osso temporal Fossa temporal Parte escamosa Osso esfenoide Osso parietal Linha temporal superior Processo zigomático Asa maior Linha temporal inferior articular Osso frontal Sutura coronal Sulco da artéria Incisura supraorbital/ temporal média forame supraorbital Ptério** Crista supramastóidea Glabela Meato acústico Osso etmoide externo Lâmina orbital Processo mastoide Osso lacrimal Sutura a Osso occipital Fossa do saco lacrimal Osso sutural Osso nasal Protuberância occipital Maxila externa Processo frontal (ínio) Forame infraorbital Espinha nasal anterior Mandíbula Processo alveolar Cabeça da mandíbula Incisura da mandíbula Processo coronoide Osso Ramo Forame Linha oblíqua zigomaticofacial Corpo Processo temporal Forame mentual Arco zigomático