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PROTEÍNAS
Introdução
 Nutriente vital, presente em todas as 
células do organismo
 Composta por átomos de Carbono, 
Hidrogênio, Oxigênio e Nitrogênio, 
pode conter também enxofre, fósforo 
e ferro
 São formadas pelas combinações de 
20 aminoácidos, em diferentes 
proporções
 Funções
◦ Estruturais
◦ Reguladoras
◦ Defesa
◦ Transporte
 Aminoácidos essenciais e não 
essenciais
 Essenciais→ Não são produzidos pelo 
organismo, devem ser fornecidos pela 
dieta, sua falta leva a deficiência 
proteica
 Não essenciais→ São produzidos 
pelo organismo
Turnover Proteico
 Equilíbrio dos aminoácidos livre entre 
célula e fluídos biológicos
 É dependente do anabolismo e 
catabolismo orgânico
 Tecidos responsáveis: Músculo 
órgãos em geral→síntese proteica
Fontes
 As melhores fontes são as de origem 
animal → proteínas de alto valor 
biológico
 Misturas de cereais e leguminosas 
fornecem a quantidade de 
aminoácidos ideal
Aminoácidos
 Síntese proteica
 Precursores de neurotransmissores
Função das proteínas
 Síntese proteica endógena
 Fornecimento de energia
 Síntese de outros compostos 
(enzimas, hormônios, anticorpos)
Função das proteínas
 Fornecimento de energia
 4 Kcal/g ou 16,7 KJ/g
 Fonte mais “cara” de energia
Função das proteínas
 Para garantir o uso adequado de 
proteínas, é necessário garantir o 
fornecimento ideal de energia
 Deficiência de energia→desvio das 
funções plásticas, reparadoras em 
detrimento da produção de energia
Digestão Proteica
 Tem inicio no estomago→ pepsina
 No intestino→ enzimas pancreática e da 
mucosa intestinal
 Absorção de dipeptídeos e aminoácidos
Metabolismos das proteínas
 Transporte para o fígado → veia porta
Modulação da concentração de aminoácidos plasmáticos
 20 % → circulação sistêmica→seguem 
para músculo e rins principalmente
 50 % →transformados em uréia
 6% →proteínas plasmáticas
Turnover Proteico
 O destino do aminoácido depende da necessidade 
do tecido
 Processo continuo entre síntese e degradação
 A velocidade do turnover depende da função da 
proteína e do tipo de tecido ou órgão
• Taxa média de renovação proteica no adulto = 3%
• Pele→ 5 g/dia
• Sangue→25g/dia
• TGI→70g/dia
• Tecido muscular→75 g/dia
Metabolismo de Proteínas e 
Aminoácidos no Exercício Físico
 Os aminoácidos contribuem com 5 a 
15 % da energia consumida durante o 
exercício
 Esta parcela, mesmo que pequena, é 
fundamental em condições de alta 
demanda energética, durante longos 
períodos
Síntese protéica e exercício 
físico
 Estudos mostram que a sintese proteica é 
suprimida durante o exercício, e este efeito é 
proporcional a duração e a intensidade da 
atividade
 Exercícios praticados até a exaustão tem 
diminuição de 65% na síntese protéica
hepática
 Exercícios intensos reduzem de 35 a 55% da 
síntese protéica
Síntese protéica e exercício 
físico
 Em humanos→ 14% menos síntese, e 
54%mais degradação durante o 
exercício
 Após o exercício→Maior síntese 
protéica, e degradação normal
 Período de recuperação pós exercício é 
direcionado preferencialmente para a 
síntese protéica
Porque há redução da síntese 
protéica durante o exercício?
 Diminuição da energia destinada a síntese
 Relação entre quantidade de glicogênio, 
muscular e hepático, e síntese protéica
 Ação dos glicocorticóides liberados durante a 
atividade, que favorecem a diminuição da 
síntese
 Redução da insulina plásmatica
Regulação da síntese e da 
degradação proteica durante o 
exercício
 Síntese é favorecida : na presença de 
insulina, na presença de hormônio de 
cresmento e na presença de 
aminoácidos, principalmente a leucina
 Síntese é desfavorecida: durante a 
atividade, restrição protéica na dieta, 
balanço energético negativo
Regulação da síntese e da 
degradação proteica durante o 
exercício
 Degradação proteica é favorecida: no 
jejum, no exercício, em respostas aos 
glicocorticóides
 Degradação é desfavorecida: na 
presença de leucina, na presença de 
triglicerídeos de cadeia média, na 
ingestão de proteína
Regulação da síntese e da 
degradação proteica durante o 
exercício
 O saldo do turnover depende do 
somatório destes fatores
 Porém o mais importante regulador do 
turnover protéico é o sistema 
endócrino, que implica na degradação 
proteica na atividade
Metabolismo de Aminoácidos e 
exercício
 O exercício exerce significativo impacto sobre o 
pool de áminoácidos, mas as principais 
mudanças no músculo e no plasma são 
relacionadas a alguns aminoácidos especifico
◦ Leucina
◦ Isoleucina
◦ Valina
◦ Asparagina
◦ Glutamato
◦ Aspartato
Metabolismo de Aminoácidos e 
exercício
 3 Potenciais fontes de aminoácidos 
que podem atuar como fornecedores 
de energia
◦ Proteína da dieta→pouco comum
◦ Pool corporal de aminoácidos 
livres→pouca quantidade
◦ Proteína tecidual
Metabolismo de Aminoácidos e 
exercício
 Os aminoácidos liberados pela 
proteína tecidual apresentam em geral 
3 destinos
◦ Pool de áminoácidos
◦ Sofrem oxidação para CO2
◦ Convertidos em glicose
Fatores que afetam a necessidade 
Protéica
 Intensidade do exercício
 Duração e tipo do exercício
 Conteúdo de glicogênio
 Balanço energético -
 Sexo
 Idade
 Tempo de treinamento
Exercício de força e metabolismo 
protéico
 Exercício de força→Estímulo de hipertrofia
Hipertrofia = Síntese Protéica > Degradação Protéica
• Saldo positivo após 1 sessão de 
exercício→crescimento muscular somatório dos 
saldos positivos
• Síntese pode manter-se aumentada até 48 horas 
após o exercício
 A alimentação é um forte estímulo para 
manter este balanço positivo
 A alimentação torna o saldo protéico 
positivo após o esforço com a ingestão de 
proteínas e carboidratos
 Ganho de massa muscular→otimizar os 
fatores que promovem síntese e diminuem 
degradação
Ingestão de macronutrientes pós 
exercício de força
 Ingvestão de CHO→ aumenta a 
ressíntese de glicogênio 
 CHO+ AA →minimiza a degradação e 
maximiza a síntese protéica pós exercício
 Efeito derivado do pico de insulina –
anabolismos – que promove a síntese 
protéica
 A ingestão de CHO e AA, NAS 2 
PRIMEIRAS HORAS após o exercício, 
parece promover um saldo mais positivo na 
síntese protéica
 Recomendação prática: Hidratação, 
ingestão de CHO, ingestão protéica nos 
primeiros 30 min
 Quantidade de protéina a ser utilizada logo 
após o exercício→ 3 a 8 gramas
Recomendações de Ingestão
 A prática regular de exercícios pode 
aumentar a necessidade protéica
◦ Maneira direta→mudanças no metabolismo
◦ Maneira indireta→Déficit energético
Atividade moderada = 1,2 a 1,4g/kg/dia
Individuo de 70 Kg = 84 a 98 g/dia
 250 ml de leite
 1 fatia de presunto 
 1 fatia de mussarela 
 1 filé de frango médio 
(100g) 
 1 filé de carne bovina 
médio grelhado 
 10 colheres de sopa 
de arroz (100g) 
 2 conchas média de 
feijão (80g) =
 8,23g proteína
 5,42g proteína
 3,64g proteína
 32,9g proteína
 32,8g proteína
 4,76 g proteína
 10,88g proteína
Total: 98,63g
Recomendações de Ingestão
 Atletas de endurance de elite
 1,6g/kg/dia
 Indivíduos sedentários ou pessoas que 
praticam 30 min de atividade física 3-
4x/sem
 0,8g/Kg/dia
Recomendações de Ingestão
 Indivíduos que estão iniciando programa 
de treinamento de força
 1,7-1,8g/kg/dia
 Manutenção da massa muscular
 0,9 a 1,2 g/kg/dia
Recomendações de Ingestão
 A ingestão em excesso não implica em 
maior síntese muscular, podendo ser 
prejudicial a saúde
 15% do VCT(valor calórico total), 
normalmente fornece a quantidade ideal 
de proteína
Conclusão
 A proteína só realizará sua função plástica 
se as necessidades energéticas estiverem 
adequadas ao gasto energético diário, 
caso contrário, será utilizada como 
substrato energético, prejudicando alguma 
função estrutural, ou sobrecarregando a 
função renaldo indivíduo, com 
consequências a longo prazo

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