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TRABALHO DE HISTÓRIA 
	TURMA 
	9º ANO 
	QUARTZO
	INTEGRANTES
	ANA CLARA 
BRENDA 
GYOVANNA
A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA.
A Proclamação da República no Brasil ocorreu no dia 15 de novembro de 1889. Esse evento marcou o fim do Império e a transição para um regime republicano. A mudança foi resultado de uma série de fatores, incluindo descontentamento com a monarquia, questões sociais e políticas, e a influência de ideais republicanos que estavam se espalhando pelo mundo.
A proclamação foi liderada por um grupo de militares e civis, entre eles o Marechal Deodoro da Fonseca, que se tornou o primeiro presidente do Brasil. Na manhã do dia 15 de novembro, tropas se mobilizaram no Rio de Janeiro, e a monarquia foi deposta sem resistência significativa. A partir desse momento, o Brasil se tornou uma república, e a nova forma de governo foi oficialmente instaurada.
Os primeiros anos da República no Brasil, que se iniciaram em 1889, foram marcados por uma série de desafios e transformações políticas, sociais e econômicas. Após a Proclamação da República, o país enfrentou a necessidade de consolidar um novo regime e estabelecer suas instituições.
1. Governos e Instabilidade: O primeiro presidente, Marechal Deodoro da Fonseca, enfrentou dificuldades para governar e acabou renunciando em 1891. Seu sucessor, Floriano Peixoto, também conhecido como "Marechal de Ferro", teve um governo autoritário e enfrentou revoltas, como a Revolta da Armada. 
2. Constituição de 1891: A nova Constituição foi promulgada em 24 de fevereiro de 1891, estabelecendo o Brasil como uma república federativa e presidencialista. Ela garantiu direitos civis, mas também refletiu a instabilidade política da época.
3. Conflitos Regionais: O período foi marcado por conflitos regionais, como a Revolta de Canudos (1896-1897), que foi uma insurreição popular no sertão da Bahia, e a Revolta da Vacina (1904), que expressou a insatisfação da população com as medidas de saúde pública.
4. Café com Leite: A política do "café com leite", que se referia à aliança entre os estados de São Paulo (produtor de café) e Minas Gerais (produtor de leite), dominou a política nacional, garantindo a alternância de poder entre os dois estados.
5. Desenvolvimento Econômico: Apesar das instabilidades políticas, o Brasil começou a passar por um processo de modernização e urbanização, impulsionado pela economia cafeeira e pela imigração europeia.
Esses primeiros anos da República foram fundamentais para moldar a política brasileira e estabelecer as bases para os desafios futuros que o país enfrentaria. Os primeiros presidentes do Brasil após a Proclamação da República foram
1. Marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891) - Ele foi o primeiro presidente do Brasil e um dos principais líderes da Proclamação da República.
2. Floriano Peixoto (1891-1894) - Vice-presidente de Deodoro, assumiu após a renúncia deste e é conhecido como o "Constitucionalista".
Esses presidentes enfrentaram desafios significativos na consolidação da nova república e na construção das instituições democráticas no Brasil. A Proclamação da República no Brasil, ocorrida em 15 de novembro de 1889, marcou uma mudança significativa na política do país, que passou de uma monarquia para uma república. A política do governo republicano inicial foi caracterizada por uma série de reformas e a busca por modernização.
Os líderes republicanos, como Marechal Deodoro da Fonseca, buscavam implementar uma nova ordem política, promovendo a separação entre Igreja e Estado e a centralização do poder. A política também se focou em questões como a educação, a industrialização e a modernização das infraestruturas.
Entretanto, o período foi marcado por instabilidade política, com conflitos entre diferentes grupos e a necessidade de lidar com as expectativas de diversas camadas da sociedade. A política da época refletia as tensões entre os interesses das elites urbanas e rurais, além de desafios como a questão da escravidão, que havia sido abolida apenas um ano antes da Proclamação.
A política do café com leite foi um termo utilizado para descrever a aliança política entre os estados de São Paulo e Minas Gerais no Brasil, especialmente durante a República Velha (1889-1930). Essa aliança era baseada na troca de apoio político e na alternância de poder entre os dois estados, que eram os mais influentes do país na época.
São Paulo, com sua produção de café, e Minas Gerais, com a produção de leite, formavam uma parceria que garantiu a estabilidade política e o controle das eleições. Essa política favorecia os interesses das oligarquias locais e mantinha o poder nas mãos de poucos, excluindo a participação de outros estados e grupos sociais. O coronelismo foi um sistema político e social que predominou no Brasil, especialmente durante a República Velha (1889-1930). Nesse contexto, os "coronéis" eram líderes locais, geralmente proprietários de terras, que exerciam grande influência sobre a população rural. Eles controlavam o voto e a política em suas regiões, utilizando práticas como a troca de favores, a coação e a manipulação eleitoral para manter seu poder.
Esse sistema se baseava em relações de clientelismo, onde os coronéis ofereciam proteção e benefícios em troca de lealdade política. O coronelismo refletia a desigualdade social e a falta de uma estrutura democrática sólida no país, contribuindo para a perpetuação de um ciclo de poder concentrado nas mãos de poucos. Com o tempo, esse modelo começou a entrar em declínio, especialmente com as mudanças sociais e políticas que ocorreram ao longo do século XX. Durante a Primeira República no Brasil, que se estendeu de 1889 a 1930, a situação das mulheres passou por algumas transformações, embora ainda estivesse longe da igualdade de gênero. Nesse período, as mulheres começaram a se organizar e a lutar por seus direitos, especialmente em relação à educação e ao trabalho.
A educação feminina começou a ser mais valorizada, com a criação de escolas para meninas, o que possibilitou que mais mulheres tivessem acesso ao ensino. No entanto, a maioria das mulheres ainda estava restrita a papéis tradicionais, como o de esposa e mãe, e enfrentava muitas limitações em termos de direitos civis e políticos.
O movimento sufragista começou a ganhar força, com mulheres reivindicando o direito ao voto, mas esse direito só seria conquistado em 1932. Apesar das dificuldades, a Primeira República foi um período de sementes para a luta das mulheres por igualdade e direitos, que continuaria a se desenvolver nas décadas seguintes.