Prévia do material em texto
Elisa Almeida Classificação de Risco S E T O R D E M A R K E T I N G G R U P O S E R E D U C A C I O N A L A P R E S E N T A Ç Ã O : B I O M É D I C A P h D e m C i ê n c i a s - F i o c r u z P E http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/tipos_de_riscos.html A classificação de risco de um determinado agente biológico baseia-se em diversos critérios que orientam a avaliação de risco e está, principalmente orientada pelo potencial de risco que oferece ao indivíduo, à comunidade e ao meio ambiente. - Cada país adota uma classificação, onde os agentes biológicos exóticos sofrem um controle rigoroso das autoridades de saúde pública. - Todas as classificações utilizam os mesmos critérios para a avaliação de risco dos agentes biológicos, porém existem alguns critérios variáveis de acordo com a realidade epidemiológica local, o que pode levar a confusões. Classificação de Risco http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/virtual%20tour/hipertextos/up1/classificacao-de-risco.htm http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/virtual%20tour/hipertextos/up1/classificacao-de-risco.htm No Brasil, em 1995, com a formação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, em cumprimento da Lei nº 8.974 e do decreto nº 1.752, do Ministério de Ciência e Tecnologia, surgem uma série de instruções normativas, para o gerenciamento e normatização do trabalho com engenharia genética e a liberação no ambiente de OGMs em todo o território brasileiro. Em 2002, o Ministério da Saúde, constitui a Comissão de Biossegurança em Saúde - CBS, pela Portaria nº 343, MS, 19.02.02, que possuía dentre suas atribuições, as seguintes: “participar e acompanhar, nos âmbitos nacional e internacional, da elaboração e da reformulação de normas de Biossegurança” - instrumentos legais que deverão ir além dos atuais, contemplando não apenas os organismos geneticamente modificados (OGMs), mas o conjunto dos riscos biológicos; proceder o levantamento e a análise das questões referentes a Biossegurança, visando identificar seus impactos e suas correlações com a saúde humana; propor estudos para subsidiar o posicionamento do Ministério da Saúde na tomada de decisões sobre temas relativos a Biossegurança. Classificação de Risco http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/virtual%20tour/hipertextos/up1/classificacao-de-risco.htm http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/virtual%20tour/hipertextos/up1/classificacao-de-risco.htm De acordo com as Diretrizes Gerais para o Trabalho em Contenção com Material Biológico (Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Série A. Normas e Manuais Técnicos, Brasília – DF), os agentes biológicos humanos e animais são divididos em classes, de acordo com critérios de patogenicidade, alteração genética ou recombinação gênica; estabilidade; virulência; modo de transmissão; endemicidade; consequências epidemiológicas; e disponibilidade de medidas profiláticas e de tratamento eficaz. CLASSE 1 CLASSE 2 CLASSE 3 CLASSE 4 Classificação de Risco https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf • Virulência – é a capacidade patogênica de um agente biológico, medida pelo seu poder de aderir, invadir, multiplicar e disseminar em determinados sítios de infecção e tecidos do hospedeiro, considerando os índices de morbimortalidade que ele produz. • Modo de transmissão – é o percurso feito pelo agente biológico a partir da fonte de exposição até o hospedeiro. • Estabilidade – é a capacidade de manutenção do potencial infeccioso de um agente biológico no meio ambiente, inclusive em condições adversas tais como a exposição à luz, à radiação ultravioleta, à temperatura, à umidade relativa e aos agentes químicos. • Concentração e volume – a concentração está relacionada à quantidade de agentes biológicos por unidade de volume. Assim, quanto maior a concentração, maior o risco. Conceitos Importantes https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf • Disponibilidade de medidas profiláticas eficazes – estas incluem profilaxia por vacinação, agentes antimicrobianos, antissoros e imunoglobulinas. Inclui ainda, a adoção de medidas sanitárias, controle de vetores e medidas de quarentena em movimentos transfronteiriços. • Disponibilidade de tratamento eficaz – tratamento capaz de prover a contenção do agravamento e a cura da doença causada pela exposição ao agente biológico. • Natureza do Agente Biológico – organismos ou moléculas com potencial ação biológica infecciosa sobre o homem, animais, plantas ou o meio ambiente em geral, incluindo vírus, bactérias, archaea, fungos, protozoários, parasitos, ou entidades acelulares como príons, RNA ou DNA (RNAi, ácidos nucleicos infecciosos, aptâmeros, genes e elementos genéticos sintéticos, etc) e partículas virais (VPL). Conceitos Importantes https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf • Classe de risco 1 (baixo risco individual e para a comunidade): Inclui os agentes biológicos conhecidos por não causarem doenças no homem ou nos animais adultos sadios. Exemplos: Lactobacillus spp. e Bacillus subtilis. • Classe de risco 2 (moderado risco individual e limitado risco para a comunidade): Inclui os agentes biológicos que provocam infecções no homem ou nos animais, cujo potencial de propagação na comunidade e de disseminação no meio ambiente é limitado, e para os quais existem medidas profiláticas e terapêuticas conhecidas eficazes. Exemplo: Schistosoma mansoni. Classificação de Risco https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf • Classe de risco 3 (alto risco individual e moderado risco para a comunidade): Inclui os agentes biológicos que possuem capacidade de transmissão, em especial por via respiratória, e que causam doenças em humanos ou animais potencialmente letais, para as quais existem usualmente medidas profiláticas e terapêuticas. Representam risco se disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar de pessoa a pessoa. Exemplos: Bacillus anthracis e Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). • Classe de risco 4 (alto risco individual e para a comunidade): Inclui os agentes biológicos com grande poder de transmissibilidade, em especial por via respiratória, ou de transmissão desconhecida. Até o momento, não há nenhuma medida profilática ou terapêutica eficaz contra infecções ocasionadas por estes. Causam doenças humanas e animais de alta gravidade, com alta capacidade de disseminação na comunidade e no meio ambiente. Esta classe inclui principalmente vírus. Exemplos: vírus Ebola. Classificação de Risco https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf Classificação de Risco Elisa Almeida Níveis de Biossegurança S E T O R D E M A R K E T I N G G R U P O S E R E D U C A C I O N A L A P R E S E N T A Ç Ã O : B I O M É D I C A P h D e m C i ê n c i a s - F i o c r u z P E https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf O nível de segurança biológica atribuída a um determinado trabalho deve depender de uma avaliação profissional baseada numa estimação dos riscos, em vez da atribuição automática de um nível laboratorial de segurança biológica, de acordo com a designação do grupo de risco atribuído ao agente patogênico a utilizar. • Nível de Biossegurança 1 (NB1) • Nível de Biossegurança 2 (NB2) • Nível de Biossegurança 3 (NB3) • Nível de Biossegurança 4 (NB4) Níveis de Biossegurança https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf - Nível de contenção laboratorial que se aplica aos laboratórios de ensino básico e pesquisa, onde são manipulados os microrganismos pertencentes a classe de risco 1. - Não é requerida nenhuma característica de desenho estrutural, além de um bomplanejamento espacial e funcional e a adoção de Boas Práticas Laboratoriais. Nível de Biossegurança 1 (NB1) Contenção Primária • Uso de EPIs • Uso de EPCS • Conduta das BPLs Contenção Secundária • Laboratório com porta (não isolado) • Pias para lavar as mãos • Superfícies fáceis de limpar/ bancadas Mobiliário resistente a desinfetantes, ácidos, solventes orgânicos e calor moderado • Janelas fechadas Cuidados - Reduzir derramamentos e aerossóis/borrifos. - Descontaminação diária da superfície de trabalho. - Descontaminação do lixo. - Manter programa controle de insetos/roedores. https://franciscohernandes.com.br/cabines-de-seguranca-biologica-csb/ CABINES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA (CSB)- CLASSE I • Fornecem proteção pessoal e ambiental, mas não oferecem nenhuma proteção ao produto. • Este tipo de CSB é comumente usada para abrigar equipamento (por exemplo, fermentadores, homogeneizadores) ou para procedimentos em que não há uma preocupação (por exemplo, mudança de gaiola). https://www.youtube.com/watch?v=Q6qfZ2RR54Q Nível de Biossegurança 1 (NB1) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm • Lactobacilos • Algumas bactérias anaeróbias • Microorganismos não patogênicos • OGM 1 Nível de Biossegurança 1 (NB1) Scanning electron micrograph (SEM) of Lactobacillus delbrueckii subsp. bulgaricus. Source: SciencePhotoLibrary. https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Nível de Biossegurança 1 (NB1) http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/nb1.html - Amplo, arrumado, facilitar limpeza; - Paredes, tetos lisos, impermeáveis e resistentes aos produtos químicos e desinfetantes; - Armários- evita amontoamento nas bancadas; - Roupas e objetos pessoais fora da área do laboratório. Nível de Biossegurança 1 (NB1) https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf • Diz respeito ao laboratório em contenção, onde são manipulados microrganismos da classe de risco 2. • Se aplica aos laboratórios clínicos, de pesquisa ou hospitalares de níveis primários de diagnóstico, sendo necessário, além da adoção das boas práticas laboratoriais, o uso de barreiras físicas primárias (cabine de segurança biológica e equipamentos de proteção individual) e secundárias (desenho estrutural e organização do laboratório). Nível de Biossegurança 2 (NB2) Contenção Primária • Uso de EPIs • Uso de EPCs • Conduta das BPLs Contenção Secundária • Janelas fixas • Construção e estruturas normais • Localização separada de área pública • Antecâmaras para paramentação • Acesso restrito durante o trabalho • Disponibilidade de autoclave • Janelas fechadas https://franciscohernandes.com.br/cabines-de-seguranca-biologica-csb/ CABINES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA (CSB)- CLASSE II - Cabines Classe II fornecem proteção pessoal e ambiental; no entanto, ao contrário da Classe I, elas também oferecem proteção ao produto. - A CSB da Classe II protege os materiais na superfície de trabalho do ar contaminado da sala. - - As CSB da Classe II, da qual existem 4 tipos (A1, A2, B1 e B2), só permite o fluxo de ar esterilizado (filtro HEPA) sobre a superfície de trabalho. - A CSB da Classe II pode ser utilizada para trabalhar com agentes infecciosos dos Grupos de Risco 2 e 3 Nível de Biossegurança 2 (NB2) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Nível de Biossegurança 2 (NB2) https://franciscohernandes.com.br/cabines-de-seguranca-biologica-csb/ • Chlamydia pneumoniae, C. trachomatis • Helicobacter pylori • Staphylococcus aureus • Leptospira • Treponema pallidum • Helmintos e protozoários intestinais • Diversos fungos • HVA, HVB, HVC, Herpes, Rubéola Nível de Biossegurança 2 (NB2) http://www.fcf.usp.br/arquivos/gestao-ambiental/imgEvento/imgSimposio/Simposio_2014/Laura_Sichero_2014.pdf Nível de Biossegurança 2 (NB2) https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf - Destinado ao trabalho com microrganismos da classe de risco 3 ou para manipulação de grandes volumes e altas concentrações de organismos da classe de risco 2. - Para este nível de contenção são requeridos além dos itens referidos no nível 2, desenho e construção laboratoriais especiais. - Deve ser mantido controle rígido quanto a operação, inspeção e manutenção das instalações e equipamentos e o pessoal técnico deve receber treinamento específico sobre procedimentos de segurança para a manipulação destes microrganismos. Contenção Primária • Uso de EPIs • Uso de EPCS • Conduta das BPLs • Utilização de capela de fluxo laminar Classe II ou III para manipular material infeccioso. Longe das correntes de ar. • Uso de equipamentos para proteção respiratória (máscaras com filtro) Nível de Biossegurança 3 (NB3) https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf Contenção Secundária • Laboratório com porta ( isolado) • Pias para lavar as mãos • Superfícies fáceis de limpar/ bancadas Mobiliário resistente a desinfetantes, ácidos, solventes orgânicos e calor moderado • Janelas fechadas • Prédio separado ou em zona isolada • Dupla porta de entrada • Escoamento do ar interno direcionado • 10 a 12 trocas de ar/ hora • Sistema de alarme • Paredes, pisos e tetos resistentes à água e ser de fácil descontaminação • Todo material de trabalho colocado dentro da capela de segurança • Tubos de aspiração a vácuo protegidos com desinfetante líquido ou filtro Hepa. Nível de Biossegurança 3 (NB3) https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf - O laboratório de nível de Biossegurança 3, ou de contenção, destina-se ao trabalho com agentes de risco biológico da classe 3, ou seja, com microrganismos que acarretam elevado risco individual e baixo risco para a comunidade. - É aplicável para laboratórios clínicos, de diagnóstico, ensino e pesquisa ou de produção onde o trabalho com agentes exóticos possa causar doenças sérias ou potencialmente fatais como resultado de exposição por inalação. - A equipe profissional deve possuir treinamento específico no manejo de agentes patogênicos, potencialmente letais, devendo ser supervisionados por profissional altamente capacitado e que possua vasta experiência com estes agentes. Nível de Biossegurança 3 (NB3) https://franciscohernandes.com.br/cabines-de-seguranca-biologica-csb/ Nível de Biossegurança 3 (NB3) https://franciscohernandes.com.br/cabines-de-seguranca-biologica-csb/ • Bacillus anthracis • Clostridium botulinum • M. bovis (todas as cepas, exceto a BCG),M. tuberculosis • Fungos: Histoplasma capsulatum • HIV, HTLV (vírus T-linfotrópicos humanos tipo I ) Nível de Biossegurança 3 (NB3) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Nível de Biossegurança 3 (NB3) https://www.cpqam.fiocruz.br/institucional/noticias/balanco-de-um-ano-da-testagem-para-covid-19-na-fiocruz-pe Nível de Biossegurança 3 (NB3) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Laboratório de contenção máxima, destina-se a manipulação de microrganismos da classe de risco 4. Onde há o mais alto nível de contenção, além de representar uma unidade geográfica e funcionalmente independente de outras áreas. Esses laboratórios requerem, além dos requisitos físicos e operacionais dos níveis de contenção 1, 2 e 3, barreiras de contenção (instalações, desenho e equipamentos de proteção) e procedimentos especiais de segurança. Nível de Biossegurança 4 (NB4) http://www.fcf.usp.br/arquivos/gestao-ambiental/imgEvento/imgSimposio/Simposio_2014/Laura_Sichero_2014.pdf Barreiras Primárias As já utilizadas nas Classes 1, 2 e 3 mais: • Cabine de Segurança II ou III para manipulação de agentes patogênicos • Utilização de máscara facial ou macacão pressurizado • Descontaminação, por produtos químicos ou vapor em temperaturas elevadas, de todo líquido eliminado(até água de banho) e resíduos sólidos Nível de Biossegurança 4 (NB4) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Barreiras Secundárias Mesmas condutas de Classe 1,2,3 mais: • Prédio separado ou em zona isolada • Dupla porta de entrada • Escoamento interno do ar unidirecional • Sistemas altamente aperfeiçoados para suprimento, exaustão de ar, formação de vácuo e descontaminação • Obrigatório utilizar autoclave de dupla porta • Antessala de entrada fechada, com pisos, paredes e teto vedados de forma a se obter espaço lacrado. • Abertura e fechamento de portas eletronicamente programado de forma a não permitir aberturas simultâneas. • Regra de trabalho a dois. • Eliminação de líquidos - deve passar por um método de descontaminação aprovado e antes do descarte deve haver a certificação. • Instalação de sistema seguro de comunicação da parte interna com externa do Laboratório. • Manter ligados a geradores, os equipamentos responsáveis pelo insuflamento de ar e abertura de portas. Monitoramento da Pressão. Nível de Biossegurança 4 (NB4) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm • Agentes de febres hemorrágicas • Vírus da aftosa • Vírus Ebola • Vírus da Gripe aviária H5N1 Nível de Biossegurança 4 (NB4) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Nível de Biossegurança 4 (NB4) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Nível de Biossegurança 4 (NB4) https://www.cdc.gov/orr/infographics/biosafety.htm Nível de Biossegurança 4 (NB4) https://www.youtube.com/watch?v=xNYASNEdgg8&list=PPSV https://www.youtube.com/watch?v=an9w98yCOZc&t=33s DÚVIDAS, QUESTIONAMENTO S OU REFLEXÕES? Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37