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CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL-UNIPLAN Componentes; Lurdielen da Silva Franco, Mauricio Bastos Da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Renata Izabelly Silva Machado O CONHECIMENTO SOBRE O HPV ENTRE ADOLESCENTES ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Autoria de Panobianco et al Artigo publicado no ano de 2013 O artigo intitulado, apresenta uma investigação sobre o nível de conhecimento de estudantes adolescentes de enfermagem em relação ao Papilomavírus Humano (HPV). Contextualização do tema: O artigo aborda o conhecimento de adolescentes sobre os fatores relacionados ao Papilomavírus Humano (HPV), enfatizando a necessidade de educação em saúde e informações sobre doenças sexualmente transmissíveis. A relevância do tema se dá pela crescente incidência de HPV e sua associação com o câncer do colo do útero. O estudo utilizou um delineamento descritivo e quantitativo, aplicando um questionário a 58 adolescentes. A escolha da amostra e a forma de coleta de dados devem ser analisadas, considerando se são adequadas para a validação dos resultados. Os achados revelam que 46,6% dos participantes têm vida sexual ativa e que uma alta porcentagem relatou o uso de preservativos, embora muitos não os utilizem regularmente. Discussões sobre a eficácia das fontes de informação e a influência cultural e social sobre a sexualidade podem complementar a análise. O artigo menciona os mitos e preconceitos sobre sexualidade que ainda persistem, sugerindo que a educação em sala de aula é crucial. Uma crítica poderia ser feita sobre a falta de aprofundamento nas implicações desses resultados e o que isso significa para políticas públicas de saúde. O estudo é relevante e traz à tona questões importantes sobre a educação sexual. Porém, poderia ser aprofundado em aspectos qualitativos e em como as informações se traduzem em práticas saudáveis. A análise das limitações do estudo e sugestões para futuras pesquisas também são pontos a serem considerados. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL-UNIPLAN Componentes; Lurdielen da Silva Franco, Mauricio Bastos Da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Renata Izabelly Silva Machado EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA PREVENÇÃO DO HIV/AIDS COM JOVENS USUÁRIOS DE CRACK DO SEXO MASCULINO Autores; Ana Paula de Oliveira, Maria de Fátima Ferreira, Marli Teresinha Gimeniz Galvão, Maria das Graças Barbosa de Souza, Maria do Socorro Souza de Vasconcelos, Maria de Fátima Antero Sousa Artigo publicado no ano de 2016 O estudo teve como objetivo promover, por meio de Círculos de Cultura, um espaço crítico e reflexivo sobre a prevenção do HIV/AIDS entre jovens usuários de crack. Trata-se de uma pesquisa-ação realizada em 2012, envolvendo dez participantes do sexo masculino. A metodologia dos Círculos de Cultura, inspirada em Paulo Freire, foi utilizada para fomentar discussões e reflexões críticas entre os jovens. Os resultados indicaram que os participantes possuíam conhecimentos limitados e desarticulados sobre o HIV/AIDS, frequentemente baseados em mitos. Eles se reconheciam como vulneráveis à infecção, especialmente devido à prática de compartilhar instrumentos para uso de crack e à perda de consciência durante o uso da droga, o que frequentemente resultava em relações sexuais desprotegidas e com múltiplos parceiros. A pesquisa destaca a importância de abordagens educativas dialógicas e participativas no trabalho de enfermagem, visando incentivar a reflexão crítica tanto de educadores quanto de aprendizes na prevenção de IST/AIDS entre usuários de crack. A aplicação dos Círculos de Cultura mostrou-se eficaz na criação de um ambiente propício para a troca de experiências e construção coletiva de conhecimento, fortalecendo práticas preventivas e conscientização sobre os riscos associados ao uso de drogas e comportamentos sexuais de risco. Em suma, o estudo contribui para a compreensão da vulnerabilidade dos jovens usuários de crack ao HIV/AIDS e reforça a necessidade de estratégias educativas que promovam a autonomia e a conscientização crítica, alinhadas aos princípios freirianos, no contexto da saúde pública e da enfermagem. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL-UNIPLAN Componentes; Lurdielen da Silva Franco, Mauricio Bastos Da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Renata Izabelly Silva Machado PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NA VISÃO DE IDOSOS DE UMA ESTRATÉGIA DA SAÚDE DA FAMÍLIA Autores; Luciane Maria Lemos de Azevedo, Marli Teresinha Gimeniz Galvão, Maria de Fátima Ferreira, Maria das Graças Barbosa de Souza, Maria do Socorro Souza de Vasconcelos, Maria de Fátima Antero Sousa Artigo publicado no ano de 2012 O objetivo deste estudo transversal foi avaliar o conhecimento de pessoas idosas sobre as ações preventivas para doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF). A pesquisa envolveu 94 idosos com idade igual ou superior a 60 anos, vinculados a uma ESF na Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul. Os resultados indicaram que aproximadamente metade dos participantes mantinha vida sexual ativa, predominantemente com o mesmo parceiro. Embora os idosos demonstrassem conhecimento sobre a prevenção de DSTs, enfatizando o uso de preservativos, a maioria relatou não ter recebido orientações da equipe da ESF. Entre os que receberam orientações, estas focaram principalmente no uso do preservativo. O estudo destaca a necessidade de intensificar ações educativas e discussões sobre sexualidade e DSTs entre a população idosa, visando promover um envelhecimento saudável. A pesquisa também sugere que as equipes da ESF ampliem suas abordagens educativas, indo além da distribuição de preservativos, para incluir diálogos abertos sobre sexualidade na terceira idade e prevenção de DSTs. Em suma, o artigo contribui para a compreensão das lacunas existentes na educação em saúde sexual para idosos e reforça a importância de estratégias educativas mais abrangentes e inclusivas por parte das equipes de saúde da família. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL-UNIPLAN Componentes; Lurdielen da Silva Franco, Mauricio Bastos Da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Renata Izabelly Silva Machado O PAPEL DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS JUNTO AOS ADOLESCENTES NO CONTEXTO EDUCACIONAL Autor; Bikterline Lana Freitas Artigo/revista publicado no ano de 2010 O artigo apontou o quão importante é as instituições de ensino para o desenvolvimento da promoção e prevenção da saúde dos adolescentes. Segundo ABDALLAH, a adolescência se caracteriza pela idade cronológica, desenvolvimento físico, psicológico e social. Nesse processo de desenvolvimento que vai da infância até a fase adulta, ocorre várias alterações, como por exemplo; alterações corporais, psicológicas e sexuais. O artigo tem como objetivo promover informações como uma alerta para a população, apontando os perigos das relações sexuais precoces entre os jovens. Evitando problemas como gravidez precoce e doenças sexualmente transmissíveis. O autor optou por caracterizar cada DST, a fim de proporcionar informações importantes e conscientizar os jovens sobre o risco de serem infectado praticando relações sexuais sem conhecimento e proteção. É crucial a necessidade de conversas e debates sobre o tema, para orientar e obter evolução no processo de educar. Espalhando informações para a aquisição de conhecimento entre os jovens e adolescentes. É reforçado a necessidade do enfermeiro nesse processo de fornecer informação, que seja por meios de novas tecnologias educacionais, programas voltados a educação sexual, campanhas que visam à conscientização e a promoção da saúde. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTODO DISTRITO FEDERAL - UNIPLAN Componentes: Maurício Bastos da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Lurdielen Franco, Renata Izabelly Silva Machado CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL; SUBSÍDIOS PARA PREVENÇÃO. Autor; José Roberto da Silva Brêtas Artigo publicado em 24/11/2008 De acordo com o artigo, fontes como a OMS, os adolescentes iniciam a vida sexual cada vez mais cedo, tendo uma faixa etária entre 12 e 17 anos, nessa fase eles estão mais propícios e vulneráveis às DST’s e ao vírus do HIV, isso se dá devido à falta de conhecimento sobre educação sexual, falta de informação sobre métodos preventivos, uso de drogas durante a prática sexual, lugares com índices de desenvolvimento baixo e baixa escolaridade. A OMS aponta uma porcentagem de 18% de jovens que apresentam riscos e vulnerabilidade aumentado à epidemia do HIV/AIDS, cerca de 10 milhões de jovens entre 15 e 24 anos estão infectadas pelo HIV. A AIDS é responsável pelo dobro de mortes em 2005 comparado ao ano de 2004. Em 2023, a taxa de mortalidade por AIDS no Brasil foi de 3,9%, a menor desde 2013, no entanto, há estados do Nordeste que apresentam uma tendência de aumento de mortes. Resultados relacionados ao conhecimento dos adolescentes sobre as formas de transmissão das DST. As vias de contágio mais citadas foram as vias sexuais; sexo vaginal, oral, anal. Referente ao artigo, é notável a falta de conhecimento dos jovens e adolescentes sobre as formas de transmissão das DST’s. Buscando soluções para combater esse problema, focando em investimento nos meios de comunicação em massa, as redes sociais como meios de comunicação mais utilizadas entre os jovens, elaboração de aulas/projetos no âmbito escolar, focando no público-alvo que são os adolescentes por meios de aula de educação sexual, programas e projetos que possibilitam a conscientização e que podem se estender além do âmbito escolar. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL – UNIPLAN Componentes: Maurício Bastos da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Lurdielen Franco, Renata Izabelly Silva Machado ANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE GESTANTES COM INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Data de publicação: 20 de novembro de 2020 Autores: Karla Cristina Naves de Braga, Talita Araújo, Isabella Viana Oliveira, Lucas Fortaleza Dragalzew, Danilo Caiado de Castro Barbosa As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) representam um problema de saúde pública significativo, especialmente entre gestantes, devido ao risco de transmissão vertical e impactos na saúde materno-fetal. Este estudo evidencia a alta prevalência de sífilis, HIV e tricomoníase em gestantes, infecções que podem resultar em complicações como abortos espontâneos, parto prematuro, malformações congênitas e óbito fetal. A sífilis congênita continua sendo um dos maiores desafios, apesar de protocolos estabelecidos para diagnóstico e tratamento. Muitas gestantes não realizam a testagem adequada ou não concluem o tratamento, levando a graves consequências para os recém-nascidos. Isso reflete falhas no sistema de saúde e destaca a necessidade de políticas públicas mais efetivas para garantir a detecção precoce e o tratamento adequado das ISTs. O pré-natal desempenha um papel essencial na prevenção dessas infecções, permitindo a identificação precoce e a adoção de medidas terapêuticas eficazes. No entanto, além do acesso a exames e tratamento, a educação em saúde é fundamental para conscientizar as gestantes sobre os riscos das ISTs e incentivar o uso de métodos preventivos. O estudo reforça a importância de estratégias de promoção da saúde, ampliando o acesso a informações e serviços para reduzir a incidência dessas infecções e seus impactos na saúde materno- fetal. Um dos pontos mais alarmantes do estudo é a persistência da sífilis congênita, uma condição evitável por meio de diagnóstico precoce e tratamento adequado. Mesmo com protocolos bem estabelecidos, muitas gestantes ainda não recebem a testagem adequada ou não concluem o tratamento, resultando em graves consequências para os recém-nascidos. Isso evidencia falhas no sistema de saúde e a necessidade de políticas públicas mais efetiva. O artigo reforça a importância de medidas preventivas e de políticas públicas voltadas à saúde da mulher, especialmente durante a gestação. Além do acesso a exames e tratamento, a educação em saúde é fundamental para conscientizar gestantes sobre os riscos das ISTs e incentivar o uso de métodos preventivos. Essa revisão sistemática fornece dados valiosos para pesquisadores e profissionais da saúde, demonstrando a necessidade de um olhar mais atento para a saúde sexual e reprodutiva das gestantes, com foco na prevenção e no cuidado integral. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL - UNIPLAN A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS ADOLESCENTES NA ATENÇÃO BÁSICA PARA O CONTROLE DAS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Componentes: Maurício Bastos da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Lurdielen Franco, Renata Izabelly Silva Machado Data de Publicação: 29 de junho de 2023 Autor: Natalya de Lima Santos A adolescência é uma fase de intensas descobertas e vulnerabilidades, especialmente no que se refere à sexualidade e à prevenção de doenças. Diante disso, o artigo propõe reflexões sobre como os serviços de atenção básica podem atuar para tornar os adolescentes mais engajados e informados sobre sua própria saúde sexual. Os serviços de saúde desempenham um papel essencial na educação sexual, promovendo o uso de métodos preventivos como preservativos e testagens regulares. No entanto, a busca ativa por informações e cuidados ainda enfrenta desafios como vergonha, medo de julgamento e desconhecimento dos serviços disponíveis. O estudo enfatiza a importância de tornar os adolescentes protagonistas no cuidado com sua saúde por meio de rodas de conversa, ações educativas interativas e campanhas de conscientização. Entretanto, há desafios a serem superados, como tabus culturais, resistência familiar e a necessidade de capacitação dos profissionais para lidar com as especificidades da sexualidade na adolescência. A criação de um ambiente acolhedor e livre de julgamentos nos serviços de saúde é essencial para que os jovens se sintam seguros em buscar ajuda, reduzindo o risco de contágio por ISTs. O artigo destaca ainda o potencial das redes sociais e aplicativos como ferramentas eficazes para disseminação de informações sobre ISTs e saúde sexual, tornando a abordagem mais acessível e alinhada ao cotidiano dos adolescentes. Por fim, reforçasse a necessidade de incluir os adolescentes no debate sobre a prevenção de ISTs, garantindo que tenham conhecimento e autonomia para cuidar da própria saúde. O combate às ISTs nessa faixa etária exige não apenas distribuição de preservativos ou testes rápidos, mas também investimento em educação, diálogo e estratégias inovadoras. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL – UNIPLAN INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM PESSOAS IDOSAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Autor: Amanda da Silva Motta Pires Data de publicação: 10 de junho de 2021 Componentes: Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Maurício Bastos da Silva, Lurdielen Franco, Renata Izabelly Silva Machado O artigo aborda um tema de crescente relevância: a vulnerabilidade da população idosa às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Com o aumento da expectativa de vida no Brasil, a saúde sexual dos idosos torna-se uma questão essencial, embora ainda pouco discutida nos serviços de saúde. Envelhecimento e Sexualidade: O estudo destaca que o envelhecimento traz alterações funcionais no corpo, mas não elimina a sexualidade na vida dos idosos. No entanto, a sociedade e, muitas vezes, ospróprios profissionais de saúde tendem a desconsiderar a atividade sexual nessa faixa etária, o que contribui para a negligência em relação à prevenção de ISTs. Os achados indicam que a saúde sexual dos idosos é frequentemente negligenciada durantes as consultas médicas. Muitos profissionais não abordam o tema, e os idosos, por sua vez, não se sentem à vontade para discutir questões relacionadas à sexualidade, perpetuando a desinformação e aumentando a vulnerabilidade às ISTs. O artigo conclui que é imperativo implementar políticas públicas e estratégias de saúde que incluam a educação sexual para a população idosa. Além disso, sugere a capacitação de profissionais de saúde para que possam abordar o tema com sensibilidade e eficácia, promovendo a prevenção e o diagnóstico precoce das ISTs nesse grupo etário. O que chama a atenção neste estudo é a abordagem de um tema frequentemente negligenciado: a sexualidade na terceira idade. A autora evidencia como o preconceito e a falta de diálogo sobre a vida sexual dos idosos contribuem para a vulnerabilidade desse grupo às ISTs. A metodologia empregada é robusta, proporcionando uma visão abrangente sobre o assunto. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL-UNIPLAN AÇÕES EDUCATIVAS DESENVOLVIDAS POR ENFERMEIROS BRASILEIROS COM ADOLESCENTES VULNERAVEIS AS DST/AIDS Componentes: Lurdielen da Silva Franco, Mauricio Bastos Da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Renata Izabelly Silva Machado. Autores: Izaldo Tavares Luna, Kellane Lima da Silva, Fernanda Lima Aragão, Marta Maria Costa Freitas, Neiva Francinely Cunha Vieira, Patricia Neyva da Costa Pinheiro. Artigo publicado 01/04/2012 O estudo faz uma revisão integrativa da literatura sobre as ações educativas desenvolvidas por enfermeiros brasileiros com adolescentes em situação de vulnerabilidades as DST/AIDS. Em estudos analisados, tivemos os resultados que a maioria evidenciou que adolescentes manifesta dúvidas em relação a sexualidade, aos métodos contraceptivos e sobre prevenção das DST/AIDS. Podemos notar que por meio de estudos a importância do papel exercido pela família, pela escola e pelos amigos para enfretamento das DST/AIDS pelos adolescentes a necessidades de intervenções efetivas para este grupo. O autor desenvolve estudos sobre eficiência de desenvolvimento de atividades educativas que estimular a experiência de comportamentos, os compartilhamentos de conhecimentos entre os integrantes, a discussão de temáticas para este público. Destaca que as principais recomendações de ações educativas dos enfermeiros para os adolescentes para a prevenção de DST/AIDS foram: utilização da estratégia de grupo, identificação das vulnerabilidades de adolescentes, reforço sobre a importância orientação sexual, uso de ações educativas baseadas em diálogos abertos e reflexivos assim favorecer aquisição de novos conhecimentos. A infecção de adolescentes se apresenta como grave problema de saúde no Brasil, visto que a fase da adolescência e marcada por eventos relacionados a iniciação precoce de relações sexuais, a não utilização adequada de preservativo em todas as relações sexuais, a falta de diálogos com pais e a ausência de acesso as fontes esclarecedoras confiáveis. Diante do exposto é fundamental o desenvolvimento de ações educativas com adolescentes em vulnerabilidades as DST/AIDS a verificação a importância de metodologias educativas que favoreçam integração dos adolescentes envolvidos, possibilitando a troca de experiências e informações e conscientização sobre as maneiras de prevenção de DST/AIDS. Portanto o Enfermeiro ao atuar como educador da saúde, promover o cuidado integral e criativo aprimorando assistência a enfermagem. CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALTO DO DISTRITO FEDERAL-UNIPLAN MÉTODOS E MATERIAIS EDUCATIVOS UTILIZADOS POR ENFERMEIROS PARA PREVENÇÃO DAS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NA ADOLESCÊNCIA: REVISÃO INTEGRATIVA Componentes: Lurdielen da Silva Franco, Mauricio Bastos Da Silva, Maria de Jesus Oliveira Queiroz, Renata Izabelly Silva Machado. Autores: Adriana Gomes Nogueira, Anny Giselly Milhome da Costa, Francisca Elizângela Teixeira Lima, Marta Maria Coelho Damasceno, Thelma Leite de Araújo, Patricia Neyva da Costa Pinheiro Artigo publicado 06/09/2012 Estudo descritivo abordar uma revisão conduzida a partir da questão de pesquisa: Os materiais e métodos instrucionais utilizados pelo enfermeiro nas intervenções educativas para prevenção das DST/AIDS com adolescente. Portanto na revisão literária aponta para as necessidades de práticas de prevenção de DST, está temática envolver a sexualidade no contexto familiar, escolar, cultural e social. Neste sentido, o enfermeiro além de cuidador é educador, logo os cuidados de enfermagem são transformados em intervenções educativas em um estado de vulnerabilidade ao reconhecer que necessitar mudar comportamentos para obter comportamentos benéficos para seus níveis de saúde. Na intervenção educativa ao transmitir aos adolescentes materiais e métodos seu meio de informação foi através de aula expositiva, discussão em grupos, instrução individual, demonstração e execução, jogos, simulação e atividades de autoinstrução como escritos, demonstrativos e audiovisuais. Para os métodos instrucionais nas intervenções educativas para prevenção das DST/AIDS com adolescentes foram predominantemente discussão em grupo e instrução em pares. Primeiro método instrucional em discussão em grupo: com duração de 45 minutos e 2 horas abordou tipo grupo focal em quatro estudos, em outro estudo utilizou 4 grupos focais nas temáticas: fatores de risco relacionadas a drogas e ao vírus HIV e fatores de resiliência às drogas e o envolvimento com sexo em risco. Segundo método em pares foi utilizada em discussão em grupo, neste os adolescentes facilitadores dos grupos educativos foram selecionados escolas/ comunidades a participar do treinamento sobre gravidez, métodos contraceptivos, DST/AIDS e aconselhamento e coleta de dados para pesquisa. Portanto os métodos apresentados sinalizam a importância sobre a respeito sobre conhecimento prévio dos adolescentes sobre a sexualidade, pois é necessário desenvolver intervenções educativas que promova autonomia sobre os adolescentes para que desenvolver comportamento sexuais saudáveis.