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FMU
FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
Av. da Liberdade, 899 – Liberdade – São Paulo/SP
	POP GE 059 
	
	
	Emissão: 21/10/2024
	
	
	RA:3302974
Aluna: Mariana Araújo 
	POP GE 059 – COLETA DE SANGUE VENOSO
	
ATIVIDADE 1
POP COLETA DE SANGUE VENOSO
1.	OBJETIVO: coletar amostra de sangue venoso para análise laboratorial.
2.	ABRANGÊNCIA: enfermeiros e técnicos de enfermagem.
3.	MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS:
3.1.	Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s): luvas de procedimentos.
3.2.	Materiais Específicos para o Procedimento: bandeja, dispositivo conector de agulha para coleta a vácuo (canhão), carrinho auxiliar, dispositivo intravenoso a vácuo (com calibre adequado à veia a ser puncionada), garrote, algodão, fita microporosa hipoalergênica, bandagem adesiva, tesoura, almotolia com álcool 70INPM, frasco apropriado para receber a amostra sanguínea (de acordo com o pedido de exame), etiqueta de solicitação do exame, suporte para os frascos.
4.	PROCEDIMENTOS:
1.Lavar as mãos com água e sabão e secar com papel toalha;
2.Reunir o material necessário numa bandeja;
3.Fazer o rótulo do frasco de coleta, com nome completo do paciente, número do prontuário, leito hospitalar e data;
4.Conferir o nome completo do paciente;
5.Explicar ao paciente e ao acompanhante o procedimento;
6.Levar a bandeja até o paciente;
7.Posicionar o paciente de modo a facilitar a localização da veia para punção;
9.Calçar as luvas de procedimento;
10.Solicitar que o paciente feche a mão;
11.Instalar o garrote, aproximadamente há 4 cm acima do local escolhido para coleta de sangue;
12.Proceder antissepsia da pele com gluconato de clorexidina alcoólica 0,5%;
13.Aplicar o antisséptico com algodão em sentido “caracol” do centro para periferia, trocar o algodão a cada antissepsia do local, esperar secar; 
14.Introduzir a agulha no local escolhido com o bisel posicionado para cima, observar o preenchimento por sangue venoso e acoplar o frasco (tubos específicos para coleta laboratorial) diretamente no dispositivo a vácuo e aguardar o preenchimento até a linha específica da amostra desejada;
15.Soltar o garrote e solicitar ao cliente que abra a mão;
16.Comprimir o local da punção sem dobrar o braço do cliente, solicitando que o mesmo continue a comprimir por mais dois ou três minuto; 
17.Colocar o sangue nos frascos, deixando que o sangue escorra lentamente pelas paredes dos mesmos;
18.Movimentar o tubo lentamente para homogenizar seu conteúdo, caso tenha anticoagulante;
19.Recolher o material, desprezando a agulha e a seringa na caixa de descarte para perfurocortante e os demais encaminhar ao expurgo e desprezar em saco de lixo branco;
20.Não reencapar a agulha;
21.Retirar as luvas do procedimento;
22.Deixar o paciente confortável e a mesa de cabeceira em ordem;
23.Higienizar as mãos com água e sabão e secar com papel toalha;
24.Realizar as anotações de enfermagem no prontuário;
25.Enviar o material ao laboratório juntamente com o pedido, o mais rápido possível;
26.Proceder a higienização da bandeja com água e sabão, secar e guardar em local apropriado;
5. CONTINGÊNCIA:
1.	Se o Sistema Informatizado estiver indisponível, a solicitação dos materiais deverá ser realizada manualmente e, posteriormente, solicitado no sistema.
2.	A coleta de sangue a vácuo é a técnica de coleta de sangue venoso recomendada, porém, caso não haja dispositivo conector de agulha/dispositivo intravenoso para coleta a vácuo, a coleta deve ser realizada utilizando seringa. Neste caso, aspirar devagar o volume necessário, de acordo com a quantidade de sangue requerida na etiqueta dos tubos a serem utilizados (respeitar, ao máximo, a exigência da proporção sangue/aditivo), aspirar o sangue, evitando bolhas e espuma e com agilidade, pois o processo de coagulação do organismo do paciente já é ativado no momento da punção. Quando o sangue é coletado com seringa, deve-se colocar o material no tubo de exame pela retirada da tampa do mesmo, deixando o sangue escorrer pela lateral até a marcação indicada no tubo.
6. OBSERVAÇÕES:
1.	Seguir orientações de segurança do paciente conforme POP N30;
2.	Evite pensionar veias trombosadas (paredes endurecidas, pouco elásticas consciências de cordão), membros paralisados com fístula ou edemaciados em membro ipsilateral de mastectomia;
3.	Evitar região de flexão, membros comprometidos por lesões como feridas abertas, infecções nas extremidades, veias já comprometidas (infiltração, flebite e necrose), áreas com infiltração e/ou extravasamento prévios, áreas com outros procedimentos planejados;
4.	Evite proximidade entre o local da nova punção e o local da punção anterior;
5.	Para facilitar a visualização de uma veia, pode-se aquecer o local escolhido com uma compressa ou bolsa de água morna, minutos antes da punção (exceto para coleta de sangue para exame);
6.	Na retirada do cateter, pressione o local com uma bola de algodão seco por 3 min, retire-a e aplique um curativo adesivo no local;
7.	Avaliar o sítio de inserção do cateter periférico e áreas adjacentes quando à presença de rubor, edema e drenagem de secreções por inspeção visual e palpação sobre o curativo intacto e valorizar as queixas do paciente em relação a qualquer sinal de desconforto, como dor e parestesia;
8.	Caso ocorra extravasamento da medicação, interromper a infusão imediatamente;
9.	Observar o estado geral do paciente durante e após a administração medicamentosa;
10.	Durante a infusão de substâncias endovenosas, podem ocorrer reações pirogênicas ou bactériana, sendo importante a observação de manifestações clínicas que poderão ser: calafrios intensos, elevação de temperatura, pele fria, hipotensão, levando à uma abrupta queda do estado geral do paciente;
11.	Essas possíveis reações são verificadas logo após o início de terapia endovenosa e, devem cessar logo que interrompida;
12.	Confira sempre o rótulo da medicação. Nunca confie. Leia você mesmo, realizando três leituras certas da medicação;
•Os quadros abaixo demonstram o tipo de frasco que deve ser utilizado, de acordo com o tipo de exame solicitado:
13.	Quando o dispositivo intravenoso for utilizado para a coleta e o tubo de coagulação for o primeiro a ser colhido, deve-se usar um tubo sem aditivo (este tubo não precisa ser totalmente preenchido). A função deste tubo é preencher totalmente o “espaço morto” da extensão do dispositivo intravenoso garantindo a relação sangue/aditivo no tubo de coleta do coagularam.
14.	Quando realizado coleta para hemocultura: desinfetar a tampa de borracha do frasco de preferência com álcool 70INPN; obter, preferencialmente, o máximo volume permitido para cada frasco; não encher os frascos acima do volume máximo recomendado de amostra; a amostra deverá ser enviada ao laboratório em temperatura ambiente (20 a 25º), imediatamente após a coleta; sempre que possível, colher a amostra antes da antibioticoterapia, ou antes da próxima dose do antimicrobiano; realizar a coleta durante a ascensão da temperatura (evitar a coleta durante o pico febril); não colar a etiqueta sobre o código de barras do frasco.
REFERÊNCIAS
1.	BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Manual de Condutas Exposição Ocupacional a material Biológico. Brasília, 2000. 
2.	BRASIL. Ministério do Trabalho. Portaria n° 285, 11 de novembro de 2005. NR 32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 nov. 2005. 
3.	Comitê de Coleta de Sangue da SBPC/ML e BD Diagnóstico – Preanalytical Sistema. Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / ML para Coleta de Sangue Venoso. 1ª ed., São Paulo, 2005.
ATIVIDADE 2
FLUXOGRAMA DAS ETAPAS PRÉ-ANALÍTICA, ANALÍTICA E PÓS ANALÍTICA 
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