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Direito Previdenciário - Prof. Ramon Arnoni
▪ Auditor Fiscal da Receita Estadual de São Paulo.
▪ Juiz titular do Tribunal de Impostos e Taxas/SP – 5ª Câmara Julgadora
▪ Mestre em Direito Tributário pelo IBET- Instituto Brasileiro de Estudos Tributários.
▪ Especialista em Direito Tributário pelo IBET- Instituto Brasileiro de Estudos
Tributários.
▪ Especialista em Gestão Pública - Universidade Federal de São Carlos.
▪ Especialista em Direito Público, Direito da Seguridade Social (RGPS e RPPS),
Direito Empresarial, Direito do Consumidor, Ciências Criminais, Prevenção e
Combate à Corrupção, Previdência RGPS e RPPS; Processo Civil; Agrário
(cursando)
Direito Previdenciário - Prof. Ramon Arnoni
Bibliografia.
Principal
▪Manual de Direito Previdenciário.
Carlos Alberto Pereira de Castro.
João Batista Lazzari. Ed. Forense.
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Conteúdo Programático:
REGIMES PRÓPRIOS
UNIÃO – FUNPRESP
ESTADOS E DF.
MUNICÍPIOS
REGIME DE PREVIDÊNCIA OFICIAL
COMPLEMENTAR
REGIMES DE PREVIDÊNCIA PRIVADA
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REGIME PREVIDENCIÁRIO
Entende-se por regime previdenciário aquele que abarca,
mediante normas disciplinadoras da relação jurídica
previdenciária, uma coletividade de indivíduos que têm
vinculação entre si em virtude da relação de trabalho ou
categoria profissional a que está submetida, garantindo a
esta coletividade, no mínimo, os benefícios essencialmente
observados em todo sistema de seguro social –
aposentadoria e pensão por falecimento do segurado.
*(benefícios de incapacidade)
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REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – RGPS
Abrange obrigatoriamente todos os trabalhadores da iniciativa
privada, ou seja: os trabalhadores que possuem relação de
emprego; os trabalhadores autônomos, eventuais ou não; os
empresários individuais e microempreendedores individuais ou
sócios de empresas e prestadores de serviços remunerados por
“pro labore”; trabalhadores avulsos; pequenos produtores rurais e
pescadores artesanais trabalhando em regime de economia
familiar; e outras categorias de trabalhadores, como agentes
públicos que ocupam exclusivamente cargos em comissão;
etc
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REGIMES DE PREVIDÊNCIA DE SERVIDORES 
PÚBLICOS OCUPANTES DE CARGOS 
EFETIVOS
Era objeto do estudo do Direito Administrativo.
Resquícios:
a) Aposentadoria a bem do serviço público
b) Cassação de aposentadoria
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Emenda Constitucional n. 20, de 15.12.1998, que
inovou na matéria ao prever a instituição de um
regime previdenciário próprio, o qual também se
aplica aos agentes públicos ocupantes de cargos
vitalícios (magistrados, membros do Ministério
Público e de Tribunais de Contas) – art. 40, caput,
com a redação conferida pela EC n. 41, de 2003.
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Incumbe especificamente à União estabelecer,
normatizar e fazer cumprir a regra
constitucional do artigo 40 em relação aos seus
servidores públicos;
- Incumbe a cada Estado-membro da Federação e
ao Distrito Federal, em relação a seus servidores
públicos estaduais ou distritais;
- Incumbe a cada Município, em relação aos seus
servidores públicos municipais;
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Privado e facultativo, gerido por entidades de
previdência fiscalizadas pelo Poder Público
(PREVIC - Superintendência Nacional de
Previdência Complementar).
- Leis Complementares ns. 108 e 109
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Público e facultativo - Com a Emenda
Constitucional n. 20, o art. 40, nos §§ 14 a 16,
passou a prever a possibilidade de fundos de
previdência complementar também para os
agentes públicos ocupantes de cargos efetivos
e vitalícios.
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Entende-se por entidades de previdência
privada “as que têm por objetivo principal instituir
e executar planos privados de benefícios de
caráter previdenciário” (art. 2º).
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Art. 40....
§ 14. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, por
lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo, regime de previdência
complementar para servidores públicos ocupantes de cargo efetivo,
observado o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência
Social para o valor das aposentadorias e das pensões em regime próprio de
previdência social, ressalvado o disposto no § 16. (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 103, de 2019)
§ 15. O regime de previdência complementar de que trata o § 14 oferecerá
plano de benefícios somente na modalidade contribuição definida,
observará o disposto no art. 202 e será efetivado por intermédio de entidade
fechada de previdência complementar ou de entidade aberta de previdência
complementar.
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Art. 40....
§ 16 - Somente mediante sua prévia e expressa opção, o
disposto nos § § 14 e 15 poderá ser aplicado ao
servidor que tiver ingressado no serviço público até a
data da publicação do ato de instituição do
correspondente regime de previdência complementar.
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
O controle governamental é exercido pela Superintendência
Nacional de Previdência Complementar – PREVIC,
autarquia de natureza especial criada pela Lei n. 12.154, de
23.12.2009, vinculada atualmente ao Ministério da
Fazenda, com atribuição de fiscalizar e supervisionar as
atividades das entidades fechadas de previdência
complementar e de execução das políticas para o regime
de previdência complementar operado pelas entidades
fechadas de previdência complementar, observadas as
disposições constitucionais e legais aplicáveis.
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
As entidades de previdência complementar dos
trabalhadores da iniciativa privada se dividem
em fechadas e abertas (art. 4º da Lei).
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Entidade fechada de previdência privada é aquela
constituída sob a forma de fundação ou sociedade civil,
sem fins lucrativos, e que é acessível exclusivamente a
empregados de uma empresa ou grupo de empresas,
aos servidores dos entes públicos da Administração,
quando o tomador dos serviços será denominado
patrocinador da entidade fechada, e aos associados ou
membros de pessoas jurídicas de caráter profissional,
classista ou setorial, quando estas serão denominadas
“instituidores” (sic) da entidade (art. 31 da Lei). (Lazzarini)
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Entidade aberta de previdência privada. São instituições
financeiras que exploram economicamente o ramo de infortúnios
do trabalho, cujo objetivo é a instituição e operação de planos de
benefícios de caráter previdenciário em forma de renda
continuada ou pagamento único, constituídas unicamente sob
a forma de sociedades anônimas, podendo as seguradoras que
atuem exclusivamente no ramo de seguro de vida virem a ser
autorizadas a operar também planos de previdência
complementar (Lei Complementar n. 109, art. 36 e seu parágrafo
único).
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Para que um indivíduo se torne participante de um plano
previdenciário de entidade fechada de previdência privada há
necessidade de que preencha os requisitos exigidos pela
entidade, geralmente, a vinculação a um empregador (empresa);
Para ingressar num plano de entidade aberta, basta a adesão
voluntária a ele, não havendo necessidade de vinculação a um
empregador (art. 8º, inciso I, da Lei Complementar n. 109).
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REGIMEPREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
O custeio dos planos de previdência complementar de entidades
fechadas de que trata a Lei será feito por meio de contribuições
dos participantes (trabalhadores que aderirem), dos assistidos
(dependentes de trabalhadores que possam aderir também ao
plano) e do patrocinador (empregador).
Já os de entidades abertas são custeados exclusivamente com
aportes do trabalhador participante (cotização individual).
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
DO SERVIDOR PÚBLICO
Como são as contribuições?
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Jurisprudência:
– “O participante tem mera expectativa de direito à
aplicação das regras de aposentadoria
suplementar nos moldes inicialmente contratados,
incidindo as disposições regulamentares vigentes na
data em que cumprir todos os requisitos exigidos para
obtenção do benefício” (AgInt no REsp 1584410/SE);
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Jurisprudência:
– “As contribuições para o regime de previdência
complementar podem ser alteradas (majoradas ou
reduzidas) a qualquer momento para manter o
equilíbrio econômico-financeiro do plano, uma vez
que não há direito adquirido ao regime inicial de
custeio” (AgRg no AREsp 541301/RJ);
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Jurisprudência:
– “A previsão de reajuste dos benefícios de plano de
previdência privada com base nos mesmos índices
adotados pelo INSS não garante aos participantes
de tais entidades a extensão do aumento real
concedido pela previdência pública” (AgInt no
AREsp 636331/MG);
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REGIME PREVIDENCIÁRIO COMPLEMENTAR
Jurisprudência:
– “A impenhorabilidade dos valores depositados em
fundo de previdência privada complementar deve ser
aferida pelo Juiz casuisticamente e se caracteriza nos
casos de comprovada utilização dos valores para a
subsistência familiar” (AgRg no REsp 1382845/PR).
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REGIME DOS MILITARES DAS FORÇAS
ARMADAS
Emenda Constitucional n. 18, de 5.2.1998 - criou
tratamento diferenciado para os membros das
Forças Armadas em vários aspectos,
fundamentalmente
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REGIME DOS MILITARES DAS FORÇAS
ARMADAS
As simulações realizadas mostram que para
financiar plenamente os benefícios auferidos na
reserva, o Governo deveria participar com uma
contribuição anual de 25%, e cada membro das
Forças Armadas com 16%”.
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REGIME DOS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS
Lei n. 13.954, de 16.12.2019:
Cobrança de uma alíquota sobre o rendimento bruto
dos militares de todas as categorias: ativos, inativos,
pensionistas, cabos, soldados e alunos de escolas de
formação, de 9,5% a partir de 1º de janeiro de 2020,
e de 10,5%, a partir de 1º de janeiro de 2021, além
da contribuição para a pensão militar.
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