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DIVISÃO CELULAR
FÁBIO JOSÉ CARVALHO FARIA
FAMEZ/UFMS
DIVISÃO CELULAR
Mitose
1. Crescimento
2. Diferenciação
3. Regeneração tecidual
Meiose
1. Gametogênese
CICLO CELULAR
INTERFASE
1. G1: tempo variável (G0 – neurônios, hepatócitos)
2. S : síntese de DNA 
3. G2: RNA e proteínas
Ciclo celular governado por Pontos de Controle que
determinam o tempo despendido em cada etapa.
Regeneração Apoptose
CICLO CELULAR
FASE G1
1. Cópia diplóide do genoma;
2. Síntese de ácidos ribonucléicos e proteínas.
FASE S
1. Síntese do DNA;
2. Cromossomo torna-se bipartido (cromátides irmãs);
3. Telômeros seqüências de DNA repetitivo que
garantem a integridade do cromossomo (Telomerase);
4. Centrômero/Cinetocoro;
5. Ausência de sincronia para a síntese de DNA;
6. Síntese de ácidos ribonucléicos e proteínas.
FASE G2
1. Síntese de ácidos ribonucléicos e proteínas;
2. Aumento do volume celular;
3. Finalização com o início da MITOSE.
CICLO CELULAR
Ciclo celular mitótico.
CICLO CELULAR
MITOSE
PRÓFASE
1. Condensação gradual dos cromossomos;
2. Início da formação do fuso mitótico;
3. Organização dos centrossomos.
PROMETÁFASE
1. Rompimento da membrana nuclear;
2. Fixação aos microtúbulos pelo cinetocoro;
3. Início da Congressão;
4. Maior condensação.
METÁFASE
1. Cromossomos no plano equatorial;
2. Máxima condensação;
3. Desaparecimento da membrana nuclear.
MITOSE
MITOSE
ANÁFASE
1. Cromátides se separam do centrômero;
2. Migração para pólos opostos.
TELÓFASE
1. Início da descondensação dos cromossomos
2. Nova membrana nuclear nas células-filhas
CITOCINESE
MITOSE
CARIÓTIPO
CARIOTIPAGEM
1. Distinção dos cromossomos;
2. Classificação pelo tamanho, localização do 
centrômero – p/q;
3. Técnicas de coloração.
CARIÓTIPO
CICLO CELULAR
MEIOSE
1. Processo único para células germinativas;
2. Uma etapa de síntese seguida por duas divisões
celulares;
3. Tempo diferenciado de formação dos gametas;
4. Meiose I – reducional: estágio de recombinação
genética;
5. Meiose II – equacional.
MEIOSE
MEIOSE I
PRÓFASE I
Leptóteno
1. Cromossomos visíveis como filamentos;
2. Cromátides irmãs indistinguíveis.
Zigóteno
1. Alinhamento dos cromossomos homólogos;
2. Processo de Sinapse relativamente preciso;
3. Formação de complexo sinaptonêmico.
PRÓFASE I
Paquíteno
1. Cromossomos estreitamente espiralados e sinapse
completa;
2. Os homólogos aparecem como um bivalente (tétrade);
3. Estágio em que ocorre o crossing-over.
Diplóteno
1. Complexo sinaptonêmico desmontado (união por
quiasmas).
Diacinese
1. Máxima condensação.
MEIOSE I
METÁFASE I
1. Desaparecimento da membrana nuclear;
2. Formação do fuso e alinhamento no plano equatorial com
centrômeros orientados em direções opostas.
ANÁFASE I
1. Separação dos bivalentes e separação em pólos opostos
(Disjunção);
2. Número de cromossomos em partes iguais (haplóide);
3. Agrupamento aleatório dos cromossomos.
TELÓFASE I
1. Dois conjuntos haplóides agrupados nos pólos celulares.
MEIOSE I
CITOCINESE
1. Duas células filhas haplóides e entrada em Intérfase
Meiótica;
2. Citoplasma igual na espermatogênese;
3. Na ovocitogênese ocorre formação de um corpúsculo
polar;
4. A intérfase é breve, com nova divisão celular (meiose
II);
5. Não existe fase S entre as meioses.
MEIOSE I
MEIOSE II
FASES
1. Semelhante a mitose normal: prófase, prometáfase, 
metáfase, anáfase, telófase e citocinese;
2. Exceção ao número de cromossomos em início de 
meiose II que é haplóide;
3. Os cromossomos não são idênticos (segregação de 
cromossomos e alelos paternos e maternos);
CONSEQUÊNCIAS DA MEIOSE
1. Redução do número de cromossomos à metade;
2. Segregação dos alelos em ambas as meioses (1ª Lei
de Mendel)
3. Separação aleatória dos cromossomos homólogos (2ª
Lei de Mendel);
4. Aumento da variabilidade genética por meio do
crossing-over.
MEIOSE
MEIOSE
MEIOSE
IMPLICAÇÕES NA GAMETOGÊNESE
ESPERMATOGÊNESE
1. Início na puberdade;
2. Espermatogônias - espermatócitos primários 
(mitoses);
3. Espermatócitos primários - espermatócitos 
secundários (meiose I);
4. Espermatócitos secundários - espermátides (meiose 
II);
5. Tempo relativamente curto;
6. Grande número de células produzidas;
7. Ciclo espermático variável.
ESPERMATOGÊNESE
OVOGÊNESE
1. Início na fase pré-natal a partir das ovogônias;
2. Processo não sincronizado com várias etapas no
ovário fetal;
3. Degeneração de ovócitos após o nascimento;
4. Prófase I completa até o nascimento;
5. Meiose I completa antes da ovulação e formação do
glóbulo polar;
6. Meiose II completada após a fertilização.
IMPLICAÇÕES NA GAMETOGÊNESE
OVOGÊNESE
CONSIDERAÇÕES GERAIS
1. Número constante de cromossomos por geração com
manutenção da integridade do genoma;
2. Os erros podem conduzir a linhagens ou indivíduos
com alterações no número de cromossomos.
TÓPICOS RELEVANTES
EXERCÍCIOS
Um touro possui os alelos A e B da K-caseína:
a. Quais os tipos de gametas que o touro produz?
b. Se não há crossing-over entre o locus e o centrômero
quando A e B se separam?
c. E se ocorre um único crossing-over entre o locus e o
centrômero quando se separam?
Qual a principal causa de alterações cromossômicas
numéricas em animais?
Um cromossomo em meiose é composto de duas
cromátides, cada uma é uma molécula única de
DNA. Se o bovino tem 60 cromossomos, responda:
a. No final da meiose I, quantos cromossomos existem
por célula? Quantas cromátides?
b. No final da meiose II, quantos cromossomos existem
por célula? Quantas cromátides?
EXERCÍCIOS
	DIVISÃO CELULAR
	DIVISÃO CELULAR
	CICLO CELULAR
	Número do slide 4
	Número do slide 5
	Número do slide 6
	MITOSE
	MITOSE
	MITOSE
	Número do slide 10
	CARIÓTIPO
	Número do slide 12
	Número do slide 13
	Número do slide 14
	MEIOSE
	MEIOSE I
	MEIOSE I
	MEIOSE I
	MEIOSE I
	MEIOSE II
	MEIOSE
	Número do slide 22
	Número do slide 23
	IMPLICAÇÕES NA GAMETOGÊNESE
	Número do slide 25
	IMPLICAÇÕES NA GAMETOGÊNESE
	Número do slide 27
	CONSIDERAÇÕES GERAIS
	Número do slide 29
	Número do slide 30

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