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Tubas, Eufônios e Trombones MÉTODO PRÁTICO Almeida DiasRonaldo Dias de Almeida MÉTODO PRÁTICO PARA TUBAS ) , SOUZAFONES, EUFÔNIOS ) , BARÍTONOS TROMBONES e TROMBONITOS Para instrumentos em Si b e Mi b Edição Reprodução Proibida por Lei Obra Registrada no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional Ministério da Cultura em 14/07/2003 sob 292.661 no Livro 530, Folha 321 Todos os Direitos Reservados Editora : Almeida Dias Musical Rua Rita Lima, 325 Remanso Campineiro Hortolândia - SP Tel.: (19) 3897-3051Introdução maior desafio quando se começa a dar aulas a um tubista é desenvolver suas habilidades da mesma forma que estas são desenvolvidas nos instrumentistas que tocam instrumentos mais agudos Torna se mais difícil a um tubista ser um músico completo do que um flautista ou trompetista É muito importante que o tubista seja muito bem encaminhado se possível já tenha tocado um instrumento melódico para que ele procure se tornar um instrumentista completo sem nenhuma diferença em relação aos instrumentistas considerados solistas por natureza pois a Tuba também é um instrumento melódico Deve -se utilizar de diversos materiais para solos de acordo com seu nível de aprendizado sendo capaz de tocar todos tipos de música e não ter somente a experiência para servir de base harmônica e rítmica dos conjuntos como nas práticas normais Ao citar a Tuba abrange também os Eufônios e Barítonos pois pertencem a uma mesma família Por isso, o Método é escrito em duas oitavas para ser usado no estudo de Tubas Sousafone Eufônios ( Bombardinos Saxhorn e Trombones afinados em Dó Sib ou método é dividido em seis módulos cada um desenvolvendo um avanço técnico e musical em cada ítem específico Cada módulo divide-se em trinta fases aprendiz estudará todos OS módulos simultaneamente por fases que são todas as lições descritas em cada linha horizontal na tabela da página oito as quais sendo estudadas sem interrupção aluno terá um desempenho satisfatório Os pontos onde tiver dificuldades devem receber maior empenho e não serem deixados para trás A paciência é necessária Para atingirmos nossos objetivos musicais precisamos não só de muito estudo, mas também de uma organização do nosso tempo de prática de forma que cada hora renderá o melhor possível Ganhe seu próprio tempo ! 01Apresentação Tenho acompanhado trabalho deste músico já a bastante tempo e tenho notado 0 seu empenho em pesquisar e organizar um método que pudesse suprir a lacuna que existe no Brasil com relação ao ensino da Tuba e Eufônio pois temos pouco ou quase nada escrito especificamente para esses instrumentos Analisei este método e acompanhei em suas experiências na adoção do mesmo e pude ver o bom resultado que se produziu através do uso dele WILSON DOMINGOS DIAS Professor de Tuba Eufônio e Trombone e Coordenador do Projeto Unibanda Unicamp Trombone Baixo da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas Trombone Baixo da Orquestra Sinfônica da Unicamp Primeiro Eufônio da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo Regente da Banda Municipal Carlos Gomes de Campinas Regente da Orquestra Filarmônica Popular de Campinas Presidente da ATEBS Assosiação dos Tubistas , Eufonistas Baritonistas e Souzafonistas do Brasil 02Instrumento A Tuba mais grave dos instrumentos de metal , surgiu por volta de 1835 em Berlim inventada por Wilhelnn Wieprecht e construída por Johann G. Moritz Contudo o modelo mais comum empregado na orquestra foi desenvolvido por volta de 1845 pelo belga Adolfhe Sax Consiste num tubo cilíndrico recurvado sobre si mesmo e que termina num pavilhão em forma de sino som é controlado por válvulas ou pistões cujo número varia de 3 a 5 (Atualmente existem alguns modelos que possuem 6 e 7). De timbre suave e surpreendentemente ágil apesar do grande porte a Tuba foi introduzida na orquestra por volta de 1850 Existem as Tubas baixas que são afinadas em Mi b e Fá, e as contra baixas que são afinadas em Dó e Si b A Tuba é um instrumento que tem extensão muito variada pelos tipos que dela são encontrados pois a extensão média é do Dó 1 ao Fá3, podendo variar muito com a Tuba e com quem a executa Indispensável na orquestra sinfônica foi por vezes utilizada em solos orquestrais por Berlioz, Wagner e Bruckner. É muito usada em bandas militares, onde desempenha mesmo papel do Contra baixo na orquestra sinfônica Sousafone Os modelos Hélicon tornaram se muito populares (sobretudo nos EUA) e a partir de 1898 construtor G.C. Conn começou a desenvolver um novo modelo de Helicon segundo as instruções de John Philip de Sousa Em 1908 apresentou um instrumento bastante diferente daquele que lhe servia de modelo com um enorme pavilhão destacável ( que em modelos posteriores viria a ser feito em fibra de vidro, o que torna o instrumento consideravelmente mais logo mais adequado para ser usado em marchas O novo instrumento denominou se Sousafone em homenagem a John Philip de Sousa famoso chefe de bandas luso-americanas e compositor de marchas populares para bandas militares 03Eufônio O nome latino Euphonium deriva do grego" euphonia = soar bem Basicamente podemos afirmar que o Eufônio é um instrumento de metal, predominantemente cônico sendo acusticamente parente do Cornet do Flugelhorn , da Trompa e da Tuba Os instrumentos predominantemente cônicos tem um timbre mais escuro e um som mais aveludado No início do século passado construtor Adolfhe Sax criou uma família de instrumentos denominada Sax Horn baixo desta família denominava se Kontrabasstuba ( Tuba contra baixo ) ou Bombardom ( bombardão Essa família foi rapidamente copiada e adaptada por vários construtores da época Bombardino surgiu como diminutivo de Bombardão, por soar normalmente uma oitava acima deste No início do século XIX, a utilização de válvulas revolucionou a fabricação dos instrumentos de metal Em 1842 Adolph Sax o inventor do saxofone estabeleceu sua fábrica em Paris Lá desenvolveu uma família completa de instrumentos de bocal os chamados Saxhorn que estão na origem de vários instrumentos modernos. Eles foram desenhados principalmente para as bandas militares tendo revolucionado as possibilidades de instrumentação e época O Barítono dessa família substituiu Ophicleide. Na Alemanha desenvolveu se a família das Tubas empregada principalmente por Wagner numa formação de tubas tenor baixo e contra baixo Copias e variantes desses instrumentos foram feitos em vários paises que foi 0 início de uma grande confusão de nomenclatura Instrumentos idênticos passaram a ter nomes diferentes em diferentes lugares A confusão chegou a tal ponto que em 1921 realizou se em Londres uma conferência para discutir a padronização dos instrumentos Posteriormente acrescentou se uma quarta chave ao Eufônio ampliando se o registro e equilibrando se timbre do instrumento. Trombone nome em italiano significa trompete grande" e trombone é, na verdade um trompete mais alongado No seu formato medieval , trombone era chamado sackbut da antiga palavra francesa sacqueboute (que significa , literalmente puxe empurre ") O trombone mudou surpreendentemente pouco desde os tempos medievais Hoje existem trombones em dois sistemas de pistões como o trompete e de vara móvel uma extensão de tubo , com formato de um 'U', que se encaixa no tubo principal, deslizando sobre ele com estrema facilidade e suavidade. trombone pode soar solene digno e nobre Quando tocado vigorosamente, seu timbre torna-se inflamado e agressivo. Porém pode ser tocado num estilo leve as vezes incluindo glissando, no qual o trombonista continua a soprar enquanto move a vara, literalmente deslizando de uma nota para outra. 04Conselhos Gerais bocal é uma pequena câmara onde ressoam as vibrações produzidas pelos lábios apoiados na borda e conduzidos para o instrumento por um orifício É uma das partes mais importante do instrumento pois ele possibilita ao instrumentista desenvolver uma técnica segura objetiva e flexível para produzir som desejado Podemos dividir o bocal em quatro partes A borda ou anel quanto mais larga, maior a sensação de conforto pois a área de apoio dos lábios será maior Quanto mais fina melhor será a precisão dos ataques e ligaduras (flexibilidade) A taça quanto mais larga e funda mais os lábios irão vibrar produzindo o som com mais harmônicos e mais escuro Quanto mais rasa o som será mais brilhante pois não terá harmônicos inferiores A garganta é o orifício entre a base da taça e início do Ela tem influência na afinação e na resistência do executante O "back-bore" é cone que vai da garganta à saída do bocal Quanto mais uniforme for a relação entre seu cone com a taça mais uniforme será a afinação do instrumento A escolha de um bocal deve ser racional considerando três aspectos instrumento que possui, a sonoridade que almeja e a sua constituição física A partir daí será fácil chegar no modelo adequado Para uma boa escolha procure ajuda de um profissional Bocais recomendados para situações normais iniciante ) : Trombone Bach 6 1/2 AL Eufônio Bach 6 1/2 AL ou Schilke 51 Tuba Bach 22 ou 24aw ou Schilke 66 ou Conn Helleg 7 Embocadura é a maneira específica de colocar o bocal na boca A regra fundamental é que a. tensão necessária para os lábios vibrarem em cada nota, deve partir de um trabalho dos próprios músculos envolvidos na embocadura, e não da pressão do bocal contra os lábios bocal coloca se no centro da boca, apoiado mais no lábio superior e menos no inferior Ao emitir ar no tomar cuidado de não fazer bochechas A respiração pratica se abrindo um pouco as extremidades dos lábios sem mover o bocal da posição em que se acha Estudos sucessivos contribuirão para uma boa formação da embocadura 05A Posição do busto do executante deve ser reta desde primeiro dia ; pois é indispensável tanto para a estética como para o sistema respiratório Não inclinar a cabeça instrumento segura se com a mão esquerda deixando a direita livre para acionar as chaves, cada uma com dedo correspondente, usando sempre a ponta dos dedos. O instrumento tem uma inclinação adequada, para não atrapalhar a visão As tubas o mais vertical possível e trombone com mais ou menos de inclinação Conservação : instrumento deve estar sempre em boas condições mecânicas , com as válvulas e os tubos bem lubrificados Lavar sempre com detergente neutro e usar lubrificante apropriado. As condições do instrumento influi grandemente no sucesso ou falhas na formação do músico instrumento deve ser carregado cuidadosamente e quando uma anormalidade for descoberta deve-se procurar consertar imediatamente 06Índice - Módulos 1 - Escala Cromática e Tabela de Harmônicos Pág. 09 2 - Exercícios Rítmicos e das Posições Pág. 14 3 - Escalas e Arpejos Pág. 24 4 - Intervalos Pág. 37 5 - Flexibilidade Pág. 44 6 - Estudos Melódicos Pág. 51 07Tabela das Fases Cromática Rítmo e Posições Escalas e Arpejos Intervalos Flexibilidade Interpretação Fases Pág. Lição Pág. Lição Pág. Lição Pág. Lição Pág. Lição Pág. Lição 1 Dó Síb Míb 25 1 2 38 1 2 13 1 15 18 21 1 2 25 3 4 38 2 45 1 50 1 2 3 13 1 15 18 21 3 26 5 6 7 38 3 45 1 51 3 4 13 1 15 18 21 4 27 8 9 10 39 4 5 45 1 51 4 5 13 2 15 18 21 5 28 11 12 13 39 6 45 2 52 5 6 13 2 15 18 21 6 28 14 15 16 40 7 45 2 52 6 7 13 2 15 18 21 7 29 17 18 40 8 45 2 53 7 8 13 2 15 18 21 8 30 19 40 8 46 3 53 7 9 13 2 15 18 21 8 30 20 40 9 46 3 53 8 10 13 2 16 19 22 9 30 21 40 9 46 3 53 8 11 13 2 16 19 22 9 30 22 40 9 46 3 54 9 12 13 3 16 19 22 10 31 23 41 10 46 4 54 9 13 13 3 16 19 22 10 31 24 41 10 46 4 55 11 14 13 3 16 19 22 11 31 25 26 41 10 46 4 55 11 15 13 3 16 19 22 11 32 27 41 11 46 4 54 10 16 13 3 16 19 22 12 32 28 41 11 46 4 54 10 17 13 3 16 19 22 12 32 29 30 41 12 46 4 55 12 18 13 4 16 19 22 13 33 31 41 12 46 4 55 12 19 13 4 16 19 22 13 33 32 42 13 47 5 56 13 20 13 4 17 20 23 14 33 33 34 42 13 47 5 56 13 21 13 4 17 20 23 14 34 35 42 14 47 5 56 14 22 13 4 17 20 23 15 34 36 42 14 47 5 56 14 23 13 4 17 20 23 15 34 37 38 42 15 47 5 57 15 24 13 5 17 20 23 16 35 39 42 15 47 5 57 15 25 13 5 17 20 23 16 35 40 43 16 48 6 57 16 26 13 5 17 20 23 17 35 41 42 43 16 48 6 57 16 27 13 5 17 20 23 17 36 43 43 17 48 6 58 17 28 13 5 17 20 23 18 36 44 43 17 48 6 59 18 29 13 5 17 20 23 18 36 45 43 18 48 6 60 19 30 13 5 17 20 23 18 36 46 43 18 48 6 61 20 m cada módulo, número da esquerda corresponde ao número da página números dentro dos círculos são os mesmos da lição aluno completar estudo o professor assinala com um 08Escala Cromática e Tabela de Harmônicos A Tuba, o Eufônio e o Trombone não são instrumentos transpositores, pois cada afinação tem uma escala, Sib, Mi b ou Fá). Ao contrário de Trompetes e Trompas que são historicamente transpositores Temos aqui as escalas cromáticas para os instrumentos em Dó, Sib e Mib, os mais usados e suas respectivas tabelas de harmônicos que serão empregados nos exercícios rítmicos E também os exercícios da escala , diminuindo valores gradativamente e aumentando a velocidade cada vez mais , até possível A vírgula colocada sobre a pauta é para indicar as respirações Certifique se de obter tempo para respiração na nota precedente para evitar atrasos ao ataque seguinte Deve se marcar os tempos com o pé, sem exageros , pois a contagem mental não é suficiente Também deve-se possuir um metrônomo Sincronize as batidas do pé com o metrônomo Procure desenvolver o metrônomo dentro de você mesmo para um alto grau de confiança quando estiver tocando sem ele As indicações metronômicas são baseadas para cada nível de dificuldade Movimentos rápidos poderão naturalmente serem estudados em tempos consideráveis de velocidade mais baixa , e então aos poucos serem trazidos para os tempos marcados 09Escala Cromática para instrumentos em Dó 1 2 1 2 1 3 3 3 1 2 2 4 4 4 4 4 4 ou 3 1 2 1 ou 3 3 2 # ou ou ou # 1 # # 2 1 2 1 1 2 0 3 3 3 2 1 2 90 20 ou # # ou ou ou ou ou ou # ou 20 90 2 1 0 1 2 0 1 1 2 3 2 2 # ou # # ou ou 20 0 1 2 0 2 1 1 2 0 3 2 * As posições com n° 4 são para instrumentos com 4 chaves Tabela dos Harmônicos Posição sem chaves # Posição chave 20 Posição chave # Posição e chave Posição 20 20 e chaves 20 Posição e chaves 20 Posição 20 e chaves 10Escala Cromática para instrumentos em Si b 1 2 1 2 1 3 3 3 1 2 2 4 4 4 4 ou 3 4 ou 3 1 2 1 4 3 2 1 e # # Q ou ou ou ou 1 # # # # 2 1 2 1 2 0 3 3 3 2 1 2 0 20 ou o ou # ou # ou ou ou 20 20 ou o 20 2 1 1 2 0 1 1 2 0 3 2 2 ou o # be # # ou ou ou 20 1 2 0 2 1 1 2 0 3 2 * As posições com n° 4 são para instrumentos de 4 chaves Tabela dos Harmônicos o 20 Posição sem chaves 90 o Posição #0 chave of Posição 20 chave o Posição o e chave 20 Posição e chaves o Posição e chaves Q Posição o e chaves 11Escala Cromática para instrumentos em Mi b 1 2 1 2 1 3 3 3 1 2 2 1 2 1 ou 4 4 4 4 4 3 4 ou 3 3 2 1 20 ou ou ou ou # # 1 2 1 2 1 2 0 3 3 3 2 1 2 0 20 20 20 # ou ou ou ou o o ou ou ou 20 20 2 1 1 2 0 1 1 2 0 3 2 2 # # ou ou ou ou 20 # 1 2 0 2 1 1 2 0 3 2 * As posições com n° 4 são para instrumentos de 4 chaves Tabela dos Harmônicos 20 Posição 20 90 sem chaves # o o Posição chave o Posição chave Posição e chave Posição 20 20 20 e chaves o o 20 20 Posição e chaves Posição e chaves 12Exercícios sobre Escala Cromática = 60 símile , , , 1. , , , símile , 2. , , 3. , 3 3 3 3 , 4. 3 3 3 3 3 3 3 3 , 5. 13Exercícios Rítmicos e das Sete Posições Nesta fase, os exercícios são de portanto aluno deve saber ler cada célula rítmica e não ouvir do professor até decorar As notas mais curtas são mais importantes na definição dos agrupamentos rítmicos Elas deverão ser tocadas muito precisamente e com claridade Todos exercícios desta fase deverão ser estudados nas sete posições descritas nas tabelas dos harmônicos conforme exemplo abaixo da lição para instrumentos afinados em Dó Posição sem chaves e 2ª Posição chave Posição chave e 4a Posição - e Posição e e Posição - e Posição e b exercício 1 deverá também ser praticado como exercício de notas longas, muito importante para o desenvolvimento do controle da nota e da respiração ao mesmo tempo Usando todo o reservatório do fôlego ( máximo da sua capacidade total possível) O sopro deverá ser obtido num retorno constante diafragma deverá agir como um fole , muscularmente esvaziando de baixo para cima objetivo deve ser um som límpido, com suave continuação do som 14Exercícios Rítmicos e de Posições para Instrumentos em Dó Todos exercícios rítmicos deverão ser estudados nas sete = 72 , , 1. , , 2. e , , 3. , , . 4. , , 5. , , 6. , , 7. 3 3 , , 8. 3 3 , 3 , 3 3 3 2 15' "II ( E E to E E17 E '8I E 'Exercícios Rítmicos e de Posições para Instrumentos em Si b (Todos exercícios rítmicos deverão ser estudados nas sete posições .) = 72 , , 1. , , 2. , , 3. , , 4. , , 5. , , 6. , , 7. 3 , 3 , 8. 3 3 , 3 , 3 3 3 3 1819 ' ' ' ' 11. ' 10. ' E E E E E E to to E V E E EE E E E ......... ......... .......... ....... 6 ' .....Exercícios Rítmicos e de Posições para Instrumentos em Mi b (Todos exercícios rítmicos deverão ser estudados nas sete posições.) = , , 1. , , , 2. , , 3. : 4. 5. 6. 2 7. 3 3 , 8. 3 3 3 3 , 3 3 21'OI ε E 3 E to E E E E to E EE E ε 18. E 17. 16. ' 'Escalas e Arpejos com variações de Tonalidades e Articulações Temos a seguir as doze escalas maiores com suas relativas menores melódicas procedido dos arpejos de cada tonalidade Cada escala tem uma articulação diferente aumentando o nível de dificuldade gradativamente ( tonalidade valores e articulações ) Como uma boa lembrança, sempre comece sua prática diária com um roteiro de escalas e arpejos Isto não serve somente para um exercício de aquecimento como também aumentará sua facilidade para a extensão dos registros Este exercício poderia ser chamado de um expansor de limites limite é definido somente pelo músico e pela relevância da prática pois com ela o músico conseguirá uma técnica perfeita capaz de vencer qualquer dificuldade que lhe possa deparar Não é prático escrever todas as variações e articulações repetidas pois isto sobrecarregaria a partitura então a indicação " recomenda repetir as articulações até o final do exercício 24Exercícios de Escalas e Arpejos com variações de Articulação Escalas e Arpejos em Dó Maior = 60 , , , , 1. símile , , , , , , , , , , , , , , , , . símile , , 2. , , Escala e Arpejo em Lá menor , , , 3. , , , , 4. 25Escalas e Arpejos em Fá Maior , símile , 5. , , , , , , , , , , , , símile , , 6. , , , , Escalas e Arpejos em Ré menor , , 7. 26Escalas e Arpejos em Sol Maior símile , , , 8. , , , , , , , , , , , símile , , 9. # , , , , , Escalas e Arpejos em Mi menor , 27Escalas e Arpejos em Si b Maior símile 11. , símile , 12. , Escalas e Arpejos em Sol menor símile 13. 14. 28Escalas e Arpejos em Ré Maior símile , , 15 , , , símile , 16. Escalas e Arpejos em Si menor símile 17. símile , , , 18. 29Escalas e Arpejos em Mi b Maior símile , , 3 3 3 3 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 , 3 3 símile , , 20 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 , 3 3 3 Escalas e Arpejos em Dó menor 3 símile 3 3 3 , , , 21. 3 3 , , , 3 3 3 3 3 3 3 33 , , . 3 3 3 3 3 3 3 3 3 símile , 22. , 3 3 3 3 30Escalas e Arpejos em Lá Maior símile , , 23. , 24. Escalas e Arpejos em Fá # menor símile , 25 e , , , símile , 26. 31Escalas e Arpejos em Lá b Maior símile , 27 , símile 28. Escalas e Arpejos em Fá menor símile 29. símile , 30. 32Escalas e Arpejos em Mi Maior símile 31. 32 Escalas e Arpejos em Dó # menor símile , 33. , , símile 34. 33Escalas e Arpejos em Ré b Maior símile , 35. símile 36. , Escalas e Arpejos em Si b menor símile , , 37. símile 38. , 34símile ' 41. símile ' Escalas e Arpejos em Sol # menor ' 40. símile 39. ' ' símile Escalas e Arpejos em Si Maior' símile ' 45. ' símile Escalas e Arpejos em Mi b menor ' 44. símile ' símile Escalas e Arpejos em Sol b MaiorIntervalos com Síncopas e Contratempos Toda composição é formada por escalas e intervalos estudo dos intervalos é para desenvolvimento da afinação e do uso do diafragma nos saltos, sobretudo mais distantes Portanto deve se ter cuidado com os saltos ( com ou sem ligadura ) para a emissão da nota com precisão sem falhas das notas Quando duas notas sucessivas de diferentes graus são produzidas é necessário que cada nota esteja afinada com a outra relativa ao intervalo que está sendo tocado Assim o músico deverá desenvolver e treinar seu ouvido para que a diferença de graus seja distinguida Aproveitando os exercícios de intervalos , foi introduzido variações rítmicas com sincopas e contratempos Notas sincopadas pedem uma acentuação ao iniciar e um desprezível afilado do som depois do ataque Certifique se de evitar um acento secundário ou inchação da nota , quando som deve normalmente cair Ex.: Toque de um sino 37Intervalos e Exercícios Relativos Intervalos de Terça = 60 símile , , , , 1. , , , , símile , , , , 2. , , , , , , , , , , , , símile 3. 38" ( ' ( ( ' símile símile ( 4. símile Intervalos de Quartasímile símile 7. Intervalos de Quinta41 to 12. símile 11. símile 10. Intervalos de Sexta42 15. 14. símile 13. Intervalos de SétimaIntervalos de Oitava 16. - , , 17 , , , 18. , , , 43Flexibilidade estudo das flexibilidades é fundamento importantíssimo nos instrumentos de metal como próprio nome já diz dará ao músico maleabilidade e fluência nos vários registros do instrumento e contribuirá para fortalecimento dos lábios e músculos da face Os exercícios além de estarem escritos aumentando nível de dificuldade gradativamente , conforme cada fase , devem ser sempre executados nesta ordem como aquecimento No início os músculos irão se cansar rapidamente mas com a prática diária eles irão se tornar fortes e flexíveis É bom frisar que estes exercícios devem ser executados sem o auxílio da língua na articulação e na passagem entre uma nota e outra A língua somente será responsável pelo ataque da primeira nota Lembrando que a pressão contra bocal não deverá ser excessiva para não atrapalhar a flexibilidade dos lábios Pratique cada exercício com calma até executá lo completamente limpo e correto 44Exercícios Mistos de Flexibilidade . = 80 , , 1. # símile , , be 20 00 , , #0 , 20 , #0 , 2. símile , 45símile , , , 3. , , , 20 , , , . , , , , 20 3 3 3 3 3 3 3 3 4. símile 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 00 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 0 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 465. símile p of of 473 3 3 3 , , 6. p símile 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , , 3 3 3 3 , 3 3 3 3 48