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Universidade Paulista
Fisioterapia (Universidade Paulista)
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Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)
lOMoARcPSD|45848657
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 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
CURSO:FISIOTERAPIA DISCIPLINA: EVOLUÇÃO HISTORIA DA FISIOTERAPIA 
 NOME DO ALUNO: LUCIENE ESTEVÃO SOARES
R.A: 0407679 POLO: VENDA NOVA
 DATA: 03/10/2022
Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)
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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
CURSO:FISIOTERAPIA DISCIPLINA: EVOLUÇÃO HISTORIA DA FISIOTERAPIA 
 NOME DO ALUNO: LUCIENE ESTEVÃO SOARES
R.A: 0407679 POLO: VENDA NOVA
 DATA: 03/10/2022
Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)
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TITULO DO ROTEIRO: EVOLUÇÃO HISTORIA DA FISIOTERAPIA 
INTRODUÇÃO 
Fisioterapia se deu no começo do século passado, tinha uma formação 
direcionada a seu um apoio a medicina. Em meados do século XX passou
a ter uma formação técnica, podendo abrir mais a qualificação do 
profissional. Porém subordinado ao médico e enfermeiro, o fisioterapeuta
passara a ser mais talhado ao exercício de sua função na época.
Com o passar dos anos a profissão foi ampliando seu espaço e, com a 
colaboração de profissionais da saúde passou a buscar amparo legal 
para se destacar do grupo de trabalho. Passou assim a ter cursos com 
currículos mais completos, complexos, a lidar com fisiologia, psicologia, 
saúde pública. Até atingir o status de graduação e ter um curso com 
mais de 3.000 horas, e continuou até chegar a atualidade quando o 
currículo se conclui com uma carga de 4.665 horas. Isso deu a condição 
do fisioterapeuta, hoje, praticar sua atividade de forma autônoma e sem 
mais precisar da benção médica em todos os casos. Pode-se trabalhar 
desde a prevenção até a reabilitação através de métodos e práticas 
fisioterápicas.
Hoje a profissão é reconhecida e tem conselhos regionais e federal, 
amparando assim juridicamente os profissionais da área.
DESENVOLVIMENTO
Observando a profissão do fisioterapeuta chegamos a sua história, que é
recente e cheia de desafios desde sua origem.
Segundo o site do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia 
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Ocupacional (CREFITO9), se trata de uma ciência que estuda, 
diagnostica, previne e recupera pacientes com distúrbios cinéticos 
funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano. 
Trabalha com doenças geradas por alterações genéticas, traumas ou 
enfermidades adquiridas. Tem por objetivo preservar, manter, 
desenvolver ou restaurar a integridade de órgãos, sistemas ou funções. 
Se utiliza de conhecimentos e recursos da própria atividade e estudos 
para o processo terapêutico nas condições psico-físio-social para 
promover melhora da qualidade de vida.
Tem suas funções embasadas em mecanismos terapêuticos 
desenvolvidos e sistematizados pelos estudos das ciências morfológicas, 
fisiológicas, patológicas, bioquímica, biofísica, biomecânica, cinesia, 
sinergia funcional, cinesia patologia de órgãos e sistemas do corpo 
humano. Claro, o complexo da atividade é complementado por 
disciplinas comportamentais e sociais. O fisioterapeuta é o profissional 
de saúde, devidamente no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia 
Ocupacional, com formação acadêmica superior, habilitado para 
construção do diagnóstico cinesiológico funcional e pode de forma 
autônoma prescreves condutas fisioterapêuticas.
O profissional com competência para ordenação e manutenção do 
tratamento fisioterapêutico do paciente, assim como acompanhamento 
da evolução do quadro clínico funcional e condições para examinar se o 
tratamento se deu de forma a finalizar o serviço.
As especialidades que o profissional de Fisioterapia pode buscar ao longo
de sua jornada profissional:
• Acupuntura, nos termos das Resoluções COFFITO 60/85, 97/88, 201/99 
e 219/00;
• Dermato Funcional, nos termos da Resolução COFFITO 362/09;
• Fisioterapia do trabalho, nos termos da Resolução COFFITO 351/08;
• Fisioterapia esportiva, nos termos da Resolução COFFITO 337/07;
• Neurofuncional, nos termos da Resolução COFFITO 207/00;
• Onco-funcional, nos termos da Resolução COFFITO 364/09;
• Osteopatia, nos termos da Resolução COFFITO 220/01;
Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)
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• Pneumofuncional, nos termos da Resolução COFFITO 207/00;
• Quiropraxia, nos termos da Resolução COFFITO 220/01;
• Saúde Coletiva, nos termos da Resolução COFFITO 363/09;
• Urogineco-funcional, nos termos da Resolução COFFITO 365/09;
• Traumato Ortopédica Funcional, nos termos da Resolução COFFITO 
260/04.
Mas a profissão não tinha todas essas especialidades desde sua origem, 
foi um avanço contínuo desde o momento em que se percebeu a 
necessidade de reabilitar pessoas, ainda de uma forma tímida se 
comparando a atividade em seu surgimento com os dias atuais.
É importante retratar o princípio da atividade no fim do século XIX, 
quando mulheres tinham permissão jurídica e moral para exercerem a 
função de massagistas. Tanto em Londres, bem como nos EUA a função 
não era vista como curativa, e sim relaxante e homens não eram clientes
em potencial. Era uma atividade que buscava auxiliar e atender 
mulheres “neurastêmicas” justamente por se enquadrar socialmente, 
enfermeiras e parteiras desenvolveram tal método.
Depois de algumas publicações o renascimento da massagem com 
outras finalidades passou a disseminar a massagem como recurso no 
tratamento de distúrbios ortopédicos, neurológicos, ginecológicos, 
reumatológicos, obesidade, e etc... As formações dos profissionais eram 
inicialmente na Inglaterra até chegar nos EUA e aí se espalhar por todo o
continente americano, inclusive o Brasil. Escolas surgiram para ensinar 
cientificamente a massagem e a eletricidade, com cursos que duravam 
de 4 a 6 meses e incluíam aulas de anatomia e trabalho em hospitais.
Quando ocorre a Primeira Grande Guerra Mundial (1914-1918), milhões 
de mortos e outros milhões de feridos com as mais variadas formas de 
ferimento causadas pelas condições climáticas, ambientais, sanitárias e 
também bélicas. Resultado da soma desses fatores: desinterias,febres, 
comprometimento dos pés, como dor, adormecimento, deformidades, 
úlceras, sepsis e mesmo gragrenas. Muitas amputações devido ás 
explosões, ferimentos perfurantes, fraturas ósseas, lesões musculares e 
nervosas, além de paralisia e distúrbios emocionais.
Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)
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No período Pós-Guerra e com problemas causados pela revolução 
industrial os governos e algumas instituições de ensino perceberam a 
necessidade de ampliar os investimentos na área, até mesmo, 
particulares que gozavam de boa condição financeira e passaram a 
perder familiares devido á epidemias e outros traumas possivelmente 
reversíveis se tratados com a devida atenção por parte dos profissionais,
e um aporte passaram a aportar valores mais consideráveis voltados a 
pesquisa e desenvolvimentos para que de fato a reabilitação fosse uma 
opção. Com isso, vacinas foram descobertas e a fisioterapia passou a ser
uma realidade. Passou a ter formação técnica e já 1967 chegou ao nível 
de graduação. Com vários acontecimentos concomitantes a sua 
trajetória inicial, a fisioterapia por vezes quase foi extinta mas a 
necessidade de reabilitar pessoas era real e a profissão continuou 
buscando novas e mais complexas formas de instrução, pesquisa e 
métodos de trabalho. Isso até os dias de hoje.
CONCLUSÃO
  Podemos concluir que a profissão de Fisioterapia foi evoluindo ao longo 
dos anos, passando de um massagista até chegar aos dias de hoje como 
um fisioterapeuta, sendo aquele profissional que previne e também 
reabilita pacientes com distúrbios cinéticos.
Até hoje este profissional ainda está mais ao alcance da classe média e 
alta, são poucos os indivíduos de poucos recursos econômicos que tem o
conhecimento deste profissional da saúde.
O que torna a atividade ainda elitista, mas como toda especialidade na 
área da saúde vai chegar a população geral num futuro que esperamos, 
que seja próximo. 
Realidade hospitalar, permitindo o cumprimento de atividades diversas, 
como por exemplo: passagem de plantão
EFEITO DA CORRENTE ELÉTRICA
2017
A passagem da corrente elétrica por um condutor pode provocar 
diferentes efeitos, que variam de acordo com a natureza do condutor e a
intensidade da corrente elétrica que o percorre. Os principais efe...
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
2017
A patologia das pigmentações é o acúmulo de pigmentos em alguns 
locais do tecido, são substâncias estranhas, que provocam reações 
inflamatórias. A pigmentação exógenos são fatores de agressões, que 
Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)
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nã...
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CURSO:FISIOTERAPIA DISCIPLINA: EVOLUÇÃO HISTORIA DA FISIOTERAPIA 
 NOME DO ALUNO: LUCIENE ESTEVÃO SOARES
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 DATA: 03/10/2022
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