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13 Unip – Universidade Paulista PROJETO 1 SEMESTRE CURSO CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO NOME: RA: Página Web Educativa sobre a Lei de Ohm SÃO JOSE DOS CAMPOS 2025 1. INTRODUÇÃO Fica estabelecido canal de acesso, veiculado por meio das linguagens de marcação: Hyper Text Markup Language/ Cascading Styles Sheet (HTML/CSS). Elaborado com base em fundamentos da Eletrodinâmica, amplamente difundidos, sob a égide de pesquisa, em caráter de material acadêmico, de acesso total e irrestrito. Com intuito pedagógico, a fim de instruir e orientar enquanto objeto acadêmico. De forma a contextualizar e estabelecer parâmetros que venham a elucidar conceitos. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1. Tabela: Lei de Ohm Ω Grandeza Símbolo Unidade (SI) Fórmula Descrição Tensão (ddp) VVV Volt (V) V=I×RV = I \times RV=I×R Diferença de potencial elétrico (Voltagem) Corrente III Ampère (A) I=V/RI = V / RI=V/R Fluxo de carga elétrica no circuito Resistência RRR Ohm (Ω) R=V/IR = V / IR=V/I Oposição à passagem da corrente elétrica O físico alemão George Ohm verificou que, para resistores, variando conforme uma diferença de potencial, a intensidade segue na mesma proporção, ou seja, são diretamente proporcionais. A corrente é diretamente proporcional à tensão aplicada e inversamente proporcional à resistência. Tensão Corrente Resistência Quanto a resistência R é alterada por outros fatores. Para tal, assumimos resistores na forma que são mais utilizados: a forma de um fio. A resistência R depende: · Da temperatura, a qual é submetido o material · Do comprimento (l) · Da área (A) de sua seção Sob uma mesma temperatura, constata-se que a resistência elétrica R é diretamente proporcional ao comprimento L do condutor e inversamente proporcional à área A de sua seção transversal. O fator ρ (rô) representa a resistividade do material, que caracteriza a oposição à passagem da corrente elétrica e depende da natureza do material. Além disso, a resistividade pode variar conforme a temperatura à qual o material está submetido. No SI (Sistema internacional de medidas) calculada em Ohm por metro (Ωm) Material Resistividade (Ωm) Prata 1,59 × 10^(-8) Cobre 1,68 × 10^(-8) Ouro 2,44 × 10^(-8) Alumínio 2,65 × 10^(-8) Ferro 9,71 × 10^(-8) Aço inoxidável 6,9 × 10^(-7) Silício 6,4 × 10^(-4) - 10^3 Vidro 10^10 - 10^14 Água do mar 0,2 Ar 10^9 - 10^15 2.2. Quando analisada relação entre tensão (diferença de potencial) e intensidade, o físico alemão George Ohm constatou que eram grandezas que variavam na mesma proporção, enquanto para resistência essa proporção é inversa. Obtendo a fórmula: 2.3. Da qual é possível extrair o valor da corrente através do produto entre tensão e resistência Sendo possível também verificar resistência como a razão entre tensão e corrente Na segunda lei de Ohm, conhecida como resistividade, evidenciou resistência como proporcional ao comprimento(l) e inversa à área(a) da seção adotada. Sendo, portanto, definida resistência a razão da área da seção adotada pelo produto do comprimento pela resistividade(p) do material em questão. Estando sujeita à alteração mediante temperatura ao qual está submetido. Assim: 2.4. A respeito de elaborar estudo com base em leis fixadas ao longo do desenvolvimento de diversas teorias. Diante da complexidade teórica, está clara a dificuldade em enriquecer o debate, acrescendo ao assunto questões pertinentes. Além da dificuldade em integrar conceitos. Está em concebê-los, de forma satisfatória, na apresentação. A fim de obter a melhor maneira e mais intuitiva em uma interface amigável e agradável. Atendendo pré-requisitos de responsividade. 2.5. 3. CONCLUSÃO Utilizando o processo empírico, a relação matemática entre os fundamentos que tecem a Eletrodinâmica evidencia grandezas comparativas distintas, verificadas como proporcionais ou inversas. Obteve-se correlação entre medidas, consequentemente, conjugou-se um sistema sem o qual não podemos mais viver sem. O fato de o estudo estar disponibilizado em linguagem de internet demonstra-se, ao mesmo tempo, interessante: enriquecido com conteúdo interativo multimídia, e pertinente: amplamente acessível e difundido. Permite alinhar conceitos de Design, Engenharia de Pré-Requisitos, análise caso-a-caso identificando stakeholders(envolvidos), direcionando o alvo da pesquisa, elencando hipóteses acerca daquilo tudo que pode ser inventariado junto ao público, fatores funcionais e não funcionais. Compondo visão global das bases do conhecimento, abordando o assunto destrinchado reitera-se a base do conhecimento sólido. REFERÊNCIAS Boas, N. V., Biscuola, G. J., & Doca, R. H. (2012). Tópicos de Física volume 3. Rio de Janeiro: Saraiva. David J. Griffiths. Eletrodinâmica, 3a Edição, Pearson Edition, São Paulo (2011); Bassalo J. M. F, Eletrodinâmica Clássica, 2a Ed., Livraria da Física. São Paulo (2007); Halliday, David e Resnick, Robert. Fundamentos de Física Vol1. Rio de Janeiro. Editora LTC S/A, 8ª Edição, Rio de janeiro, 2008. TIPLER, P. A., Física, Guanabara Dois, 2ª edição, 1984.