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PROFESSOR: FRANCISCO DE SOUSA VIEIRA FILHO 
TITULAÇÃO: ESPECIALISTA EM DIREITO CONSTITUCIONAL e MESTRE EM DIREITO 
DISCIPLINA: ENTES FEDERATIVOS 2ª ATIVIDADE 
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ---------------------------------------------------------------------- 
1.º - Diferencie avocação de delegação. 
RESP.: competências exclusivas são indelegáveis e somente competências privativas são delegáveis. De igual modo, somente 
competências privativas podem ser avocadas. Delegar consiste em repassar competências privativas para outro órgão ou ente de 
mesma hierarquia ou a um subalterno, sendo possível, inclusive, delegação para outro poder. Ex: lei delegada. Avocação consiste 
em atrair competência privativa de subalterno, de tal modo que – exceto se disposto em lei – só se avoca competências de entes 
ou órgão hierarquicamente subalternos. 
 
2.º - De igual modo, diferencie competência privativa de exclusiva, indicando quais as atribuições do Presidente podem ser delegáveis. 
RESP.: competência privativa é aquela que é passível de ser delegada; ao passo que competência exclusiva é indelegável. 
 
3.º - Assinale o item verdadeiro: 
a) Em caso de impedimento ou de vacância do presidente, somente quem pode suceder ao presidente, seja temporariamente ou em 
definitivo, é o vice; 
b) Em caso de vacância do presidente e do vice, a linha sucessória definitiva é: 1.º - o presidente da câmara; 2.º - o presidente do senado; 
3.º - o presidente do STF; 
c) Se a vacância de presidente e vice se deu nos dois primeiros anos de mandato, há um prazo de 30 dias para a realização de eleições 
diretas; 
d) Se a vacância de presidente e vice se deu nos dois últimos anos de mandato, há um prazo de 90 dias para a realização de eleições 
indiretas 
e) O presidente da câmara; o presidente do senado; e o presidente do STF, nunca sucedem ao cargo de presidente em definitivo, apenas 
para a convocação de novas eleições (diretas ou indiretas) e os eleitos terão um “mandato tampão”, ou seja, pelo tempo restante que 
faltava aos que antes ocupavam o cargo; 
f) Nas eleições indiretas, em caso de vacância nos dois últimos anos, somente parlamentares podem ser indicados para o “mandato 
tampão”; 
 
4.º - É de conhecimento geral haver sensível diferença entre pessoa e órgão, seja no tocante à autonomia e à atuação. Bem assim, 
assinale, dentre as alternativas abaixo, o item verdadeiro, como se pede: 
a) Mesmo quando a parte apela para o CNJ, apontando para eventual irregularidade cometida por juiz, pode-se dizer que, neste ato de 
julgar a atividade jurisdicional, o CNJ esteja a exercer atividade judicante, eis que órgão do Judiciário; 
b) O vogal é aquele membro do colegiado de juízes que decide sem ter obrigatoriamente se debruçado sobre o objeto da demanda, apenas 
emitindo seu voto, não sendo nem relator, nem revisor; 
c) o STF é uma Pessoa Jurídica de Direito Público Interno; 
d) O CNJ é órgão do Poder Executivo, eis que dissociado de função judicante, sendo sua prioridade fiscalizar o Poder Judiciário; 
e) Acórdão vem de acordo, porque reflexo de um acordo entre as partes, eis que é feito pelas próprias partes e apenas homologado pelos 
desembargadores; 
f) Acórdão, súmula e ementa são sinônimos, diferenciando-se apenas sob o prisma da perspectiva em que se inserem; 
 
5.º - Além da hipótese de cassação, renúncia e morte, o Presidente e seu Vice perdem também o mandato, conforme parágrafo único do 
art. 79, se decorridos 10 dias da data fixada para a posse, e não tiverem assumido. Salvo motivo de força maior, os cargos são declarados 
vagos. Neste contexto, assinale o item verdadeiro: [MESMA QUESTÃO 3] 
a) Em caso de impedimento ou de vacância do presidente, somente quem pode suceder ao presidente, seja temporariamente ou em 
definitivo, é o vice; 
b) Em caso de vacância do presidente e do vice, a linha sucessória definitiva é: 1.º - o presidente da câmara; 2.º - o presidente do senado; 
3.º - o presidente do STF; 
c) Se a vacância de presidente e vice se deu nos dois primeiros anos de mandato, há um prazo de 30 dias para a realização de eleições 
diretas; 
d) Se a vacância de presidente e vice se deu nos dois últimos anos de mandato, há um prazo de 90 dias para a realização de eleições 
indiretas 
e) O presidente da câmara; o presidente do senado; e o presidente do STF, nunca sucedem ao cargo de presidente em definitivo, apenas 
para a convocação de novas eleições (diretas ou indiretas) e os eleitos terão um “mandato tampão”, ou seja, pelo tempo restante que 
faltava aos que antes ocupavam o cargo; 
f) Nas eleições indiretas, em caso de vacância nos dois últimos anos, somente parlamentares podem ser indicados para o “mandato 
tampão”; 
 
6.º - A diferença básica entre competência privativa e exclusiva é a possibilidade de delegação. No primeiro caso, tal possibilidade existe, 
ao passo que, no segundo, não. Todavia, há ainda a figura da avocação, cujos casos e situações diferem daqueles que possibilitam a 
delegação. Neste contexto, assinale o item falso: 
a) Não podem ser objeto de delegação: 1) edição de atos de caráter normativo, exceptuando-se a possibilidade de lei delegada; 2) a 
decisão de recursos administrativos; 3) a matéria de competência exclusiva do órgão ou autoridade; 
b) A avocação só encontra obstáculo caso a matéria seja de competência exclusiva do órgão ou autoridade; 
c) Avocar envolve a atração, por órgão ou autoridade superior, de competência atribuída a um órgão ou agente subordinado; 
d) Para que haja delegação normalmente é necessário haver ou subordinação ou mesma hierarquia entre o órgão que delega e aquele que 
recebe poderes temporários para realizar dada incumbência; todavia, admite-se a delegação para órgão ou titular de outra pessoa jurídica 
diversa daquela do órgão ou autoridade que delega; 
e) Avocação depende de estrutura hierárquica, de modo que – exceto se imposto por lei – só se avoca poderes do subordinado (e desde 
que não seja competência exclusiva dele); 
f) Tanto quanto a avocação, delegação só é admissível para órgãos pertencentes à mesma pessoa; 
 
7.º - A CRFB/88, trata no parágrafo único do art. 1º da democracia participativa ou semidireta, na qual o povo, titular do poder o exerce 
através de representantes eleitos. Também na Carta Maior, estão disciplinadas duas formas de escolha dos eleitos, são elas: sistema 
majoritário e sistema proporcional. O sistema majoritário se divide em majoritário puro ou simples e majoritário de dois turnos (absoluto). 
Estabeleça o leque de diferenças entre o sistema majoritário puro ou simples e o sistema majoritário de dois turnos, indicando 
ainda a que cargos políticos cabem cada um. 
RESP.: sistema majoritário de dois turnos, implica que, para que o candidato seja eleito, ele deva obter mais da metade dos votos 
válidos; doutro modo, haverá segundo turno entre o primeiro colocado e o segundo. Por outro lado, no sistema majoritário puro 
ou simples, basta que o candidato obtenha a maioria dos votos naquela eleição. É cabível o sistema majoritário puro ou simples 
para o cargo de SENADOR e para PREFEITOS DE MUNICÍPIOS COM MENOS DE 200 MIL ELEITORES. Em contrapartida, é cabível 
o sistema majoritário de dois turnos ou absoluto para os cargos de: PRESIDENTE DA REPÚBLICA, GOVERNADOR DE ESTADO e 
PREFEITOS DE MUNICÍPIOS COM MAIS DE 200 MIL ELEITORES. 
 
8.º - Conforme art. 12, § 3º, I, da Constituição, a primeira condição de elegibilidade para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da 
República é ser brasileiro nato. São também condições de elegibilidade, conforme disposto nos incisos do art. 14, § 3º, o pleno exercício 
dos direitos políticos, o alistamento eleitoral, o domicílio eleitoral na circunscrição, a filiação partidária e a idade mínima de 35 anos. Por 
fim, não pode o candidato ser inalistável, analfabeto ou inelegível conforme § 7º do art. 14. Ocorre que, a despeito dascondições de 
elegibilidade, delineiam-se situações de impedimento e de vacância. A respeito delas, assinale o item falso: 
a) Impedimento é o afastamento temporário do Presidente da República, sendo substituído pelo vice, sendo que, na ausência deste, o 
presidente da Câmara, o presidente do Senado e o do STF, nesta ordem; 
b) o Presidente e o Vice não poderão se ausentar do país por mais de 15 dias, sob pena de perda do cargo, o mesmo valendo, por força do 
princípio da simetria, para os Estados-membros e prefeituras, sem flexibilizações; 
c) vacância é o afastamento definitivo do Presidente da República, donde o vice o sucede e termina seu mandato pelo tempo restante; 
d) havendo vacância do presidente e vice (morte, renúncia ou perda do cargo), nos dois primeiros anos de mandato, sucedem 
temporariamente, e nesta ordem, o presidente da Câmara, o presidente do Senado e o do STF, os quais deverão convocar, 90 dias depois 
da abertura da última vaga, eleições diretas; 
e) havendo vacância do presidente e vice (morte, renúncia ou perda do cargo), nos dois últimos anos de mandato, sucedem 
temporariamente, e nesta ordem, o presidente da Câmara, o presidente do Senado e o do STF, os quais deverão convocar, 30 dias depois 
da abertura da última vaga, eleições indiretas, a serem feitas pelo Congresso; 
f) O presidente da Câmara, o presidente do Senado e o do STF serão sempre substitutos eventuais ou temporários ao cargo de chefia do 
Executivo Federal, sem exceção possível; 
 
9.º - É de conhecimento geral que a chamada tripartição de poderes traduz-se, a bem da verdade, numa tripartição de funções, donde 
haveria funções típicas predominantes e atípicas pontuais, de modo que, quando se fala, por exemplo, em Poder Executivo, o que se quer 
dizer que é, nele, predomina a função gerencial / administrativa. É sabido ainda que Montesquieu, em sua obra O Espírito das Leis, nunca 
defendeu a tripartição de poderes, mas a divisão de poderes ou funções, apenas citando o exemplo inglês, em cujo contexto os poderes ou 
funções se dividiam em três. Não fosse tudo, é sabido que o Poder Executivo é o poder mais antigo e de cujo seio – fracionando-se – 
advieram os demais, de modo que, com o advento do Estado Liberal, limitou-se o poder de governar (antes absoluto) e, de tal modo, hoje, 
temos mecanismos para a proteção quanto à prática de crimes por parte de quem encabece o Poder Executivo. Neste contexto, e de 
acordo com a CF, julgue os próximos itens a respeito do Poder Executivo, marcando “V” para Verdadeiro e “F” para falso. 
(F) Suponha-se que o presidente da República atente contra a CF, especialmente contra a lei orçamentária. Nesse caso, qualquer cidadão 
em pleno gozo dos direitos políticos (brasileiro, maior de 16 anos e votante) poderá formalizar a acusação na Câmara dos deputados. 
Admitida a acusação contra o presidente da República por dois terços da Câmara dos deputados, será ele submetido a julgamento perante 
o Supremo Tribunal Federal (STF). [SENADO FEDERAL] 
(F) O juízo de admissibilidade do processo de impeachment é realizado exclusivamente por dois terços da Câmara dos deputados (o 
mesmo não valendo para crimes comuns), mas, em situação de impeachment, o processo deverá ser encaminhado ao Senado, a quem 
caberá julgar o presidente da República por crime de responsabilidade. 
(V) É crime de responsabilidade do presidente da República ato que atente contra o livre exercício do Ministério Público. 
(V) O presidente da República, uma vez recebida a denúncia por crime comum, ficará suspenso de suas funções. Da mesma forma, 
conforme o STF, não poderão substituir o presidente suspenso em caráter eventual aqueles que, na linha sucessória, também estejam com 
denúncia recebida perante o STF. 
(V) O presidente da República somente ficará suspenso das suas funções após a instauração do processo de impeachment pelo Senado 
Federal, o que se dá após o juízo de acusação (judicium accusationis), donde então terá o prazo de 180 dias para concluir o julgamento, 
sob pena da imediata cessação do afastamento, sem prejuízo da continuidade do processo. 
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988
http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10731780/par%C3%A1grafo-1-artigo-1-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988
http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10641860/artigo-1-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988
(F) Na hipótese de o presidente da República, antes da vigência do seu mandato [DESDE QUE FOSSE APÓS A DIPLOMAÇÃO], praticar 
um homicídio [NÃO HÁ INFORMAÇÃO SE ESSE CRIME ESTÁ RELACIONADO À ATIVIDADE PRESIDENCIAL], a acusação terá de ser 
admitida por dois terços da Câmara de Deputados para, posteriormente, poder ser submetida a julgamento perante o STF. 
(F) No caso de infrações penais comuns, admitida a acusação contra o presidente da República, desde que por maioria absoluta [PARA 
QUE SEJA 2/3 = 342; MAIORIA ABSOLUTA = 257] pela Câmara dos Deputados (sem participação do Senado Federal), será ele 
submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal; caso não se dê o juízo de admissibilidade pela Câmara, ele só será 
processado após o término do mandato e pela Justiça Comum. 
(F) O presidente da República só pode ser processado, pela prática de infrações penais comuns [DESDE QUE RELACIONADAS À 
ATIVIDADE PRESIDENCIAL] ou crimes de responsabilidade, após juízo de admissibilidade por dois terços dos membros da Câmara dos 
Deputados, sempre, e sem exceções. 
(F) Nos crimes de responsabilidade, o presidente da República é suspenso de suas funções após a instauração do processo pela Câmara 
dos Deputados. 
(V) Os crimes de responsabilidade relativos ao presidente da República devem ser processados e julgados no Senado Federal, após 
autorização de pelo menos 2/3 da Câmara dos Deputados. 
(V) Se o presidente da República atentar contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais estará praticando ato que caracteriza 
crime de responsabilidade. 
(F Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento 
perante o STF, nas infrações penais comuns [DESDE QUE RELACIONADAS À ATIVIDADE PRESIDENCIAL], ou perante o Senado 
Federal, nos crimes de responsabilidade. 
(F) Para o STF, é inconstitucional norma inserida no âmbito de constituição estadual que outorgue imunidade formal, relativa à prisão, ao 
chefe do Poder Executivo estadual, por configurar ofensa ao princípio republicano. 
(F) Se o presidente da República atentar contra decisões judiciais poderá ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal [SENADO], exigida a 
prévia autorização de dois terços dos membros da Câmara dos Deputados. 
(V) É crime de responsabilidade do presidente da República ato que atente contra o livre exercício do Ministério Público. 
(V) O presidente da República somente ficará suspenso das suas funções após a instauração do processo de impeachment pelo Senado 
Federal, que terá o prazo de 180 dias para concluir o julgamento, sob pena da imediata cessação do afastamento, sem prejuízo da 
continuidade do processo. 
 
10.º - O art. 85 da CRFB, que define rol exemplificativo de crimes de responsabilidade, faz menção, em seu parágrafo único, a que lei 
especial disponha sobre novas situações que se enquadrem como crimes de responsabilidade, lei esta que inexiste no Ordenamento 
Jurídico brasileiro, aplicando-se a lei 1.079/50 quanto ao rito do procedimento de impeachment, não havendo, nem no rol da lei, nem na 
Constituição “pedaladas fiscais” como situação que autorize a instauração de impeachment. Assim sendo, nulo o crime, nula a pena sem 
prévia lei que a comine, de modo que podemos dizer que o impeachment da então presidente Dilma Roussef se deu sem crime, e portanto 
alheio à legalidade exigível para tão gravesituação. Ocorre que, crimes de responsabilidade são aqueles que se relacionam 
DIRETAMENTE à atividade de Presidente, ao passo que crimes comuns são aqueles que não guardam correlação DIRETA com a 
atividade de Presidente. Nestes termos, assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso: 
(V) Ato do presidente da República que atente contra a probidade na administração pública configurará crime de responsabilidade, cujas 
normas de processo e de julgamento são de competência legislativa privativa da União. 
(V) O juízo de admissibilidade do processo de impeachment é realizado exclusivamente por dois terços da Câmara dos deputados, quando 
então o processo deverá ser encaminhado ao Senado, a quem caberá julgar o presidente da República por crime de responsabilidade. 
(V) É crime de responsabilidade do presidente da República ato que atente contra o livre exercício do Ministério Público. 
(F) No caso de o presidente da República, na vigência do mandato, praticar crime comum não relacionado às funções do cargo, sua 
responsabilização perante o Supremo Tribunal Federal estará condicionada à admissibilidade da acusação por dois terços dos membros da 
Câmara dos Deputados. 
(F) O sistema constitucional brasileiro só admite que o presidente e o vice-presidente da República sejam processados no exercício do 
mandato após prévia autorização do Congresso Nacional. [CÂMARA] 
(V) De acordo com a CF, ao presidente da República compete aplicar a penalidade de demissão dos servidores públicos federais, podendo 
delegar essa função aos ministros de Estado e aos presidentes das autarquias federais. 
(V) O juízo de admissibilidade do processo de impeachment é realizado exclusivamente por dois terços da Câmara dos deputados, quando 
então o processo deverá ser encaminhado ao Senado, a quem caberá julgar o presidente da República por crime de responsabilidade. 
(V) É crime de responsabilidade do presidente da República ato que atente contra o livre exercício do Ministério Público. 
(F) É correto dizer que o processamento do Presidente por crime de responsabilidade no STF [SENADO] é um procedimento trifásico; 
(F) É correto dizer que o processamento do Presidente por crime de comum no Senado [STF] é um julgamento político, apenas na fase de 
juízo de pronúncia e de julgamento [JURÍDICO-POLÍTICO], não englobando a fase de acusação [POLÍTICO]; 
(F) É correto dizer que a análise da acusação ao Presidente na Câmara é um julgamento político-jurídico; [A CÂMARA NÃO JULGA; É 
INSTÂNCIA AUTORIZATIVA DE JULGAMENTO]; 
(F) Após a fase ou juízo de acusação, no juízo de pronúncia e na fase ou juízo de julgamento o Senado se torna um órgão híbrido, eis que 
presidido pelo vice presidente; [PRESIDIDO PELO PRES. DO STF] 
(V) O presidente da República, uma vez recebida a denúncia por crime comum (aceita por 2/3 dos membros da Câmara), ficará suspenso 
de suas funções. Da mesma forma, conforme o STF, não poderão substituir o presidente suspenso em caráter eventual aqueles que, na 
linha sucessória, também estejam com denúncia recebida perante o STF. 
(F) por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele [PRESIDENTE] submetido a julgamento perante o Senado Federal, ficando, após a 
remessa do processo ao Senado Federal, suspenso de suas funções por até 180 dias. 
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“Tudo é avaliação, mas avaliação não é tudo.” 
Prof. Francisco de Sousa Vieira Filho

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