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Christiano Ferreira - Mudança de Regime Previdenciário de Repartição para Regime Misto - Uma Perspectiva para o Brasil - Ano 2012

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Pensão por Morte, a reforma deve ser imediata e baseada nos moldes da experiência 
internacional. O presente estudo contribui com a união das reformas implementadas em dois 
países distintos, EUA e Itália: haver carência para ter direito ao benefício, As pessoas deverão 
ser casadas ou terem união estável no mínimo em 10 anos, para obtenção do benefício; 
estabelecer fórmula de recebimento de benefícios onde o estado se responsabiliza após o óbito 
do individuo (a) a realizar aporte previdenciário para o cônjuge sem filhos de 60% dos 
proventos do falecido (a), se o cônjuge tiver um filho, receberá 80% e se por ventura o 
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cônjuge tiver dois filhos ou mais este receberá 100% do benefício; se por ventura a (o) 
beneficiário, viúva (o) vir a casar-se novamente o benefício será cancelado automaticamente. 
 Por último, registra-se que a assistência domiciliar móvel ao idoso. Baseado na 
experiência internacional de países como Alemanha, Canadá, Suécia e Dinamarca, o “Social 
Dependency Insurance”, poderia ter uma adaptação para o Brasil. Tendo por finalidade 
auxiliar no tratamento de idosos com idade avançada, com profissionais altamente 
qualificados, em suas residências ou lares. Como é de responsabilidade da Seguridade Social 
aspectos envolvendo o setor da Saúde, logo seria uma troca entre recursos com um acréscimo 
de despesa administrativa organizacional, além de uma maior qualidade na prestação dos 
serviços médicos a esta população debilitada. O idoso ao invés de procurar um Hospital, 
procuraria uma unidade domiciliar, esta enfermaria móvel contaria com profissionais de 
enfermagem e médicos alocados regionalmente dentro das grandes cidades e posteriormente 
alcançando o atendimento a todo o território nacional. Havendo assim, um ganho social 
desafogando o sistema público hospitalar que ainda carece de investimentos de infraestrutura. 
Esta ideia também poderá sofrer adaptação a fim de atender os deficientes físicos, cegos e 
crianças de até 6 anos. 
O presente trabalho propõe novos estudos empíricos a partir deste cenário conclusivo. 
E sugere como aperfeiçoamento do tema novas pesquisas nas áreas da econometria e 
macroeconomia, visando projetar e analisar os impactos, provenientes da adoção destas 
políticas previdenciárias, na necessidade de financiamento do RGPS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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