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QUESTIONARIO 1 CIENCIA POLITICA UNIP EAD

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Questões resolvidas

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Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I
CIÊNCIA POLÍTICA 7029-60_54501_R_E1_20251 CONTEÚDO
Usuário EVELYN CUCCHI
Curso CIÊNCIA POLÍTICA
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE I
Iniciado 13/03/25 14:33
Enviado 13/03/25 14:36
Status Completada
Resultado da
tentativa
3 em 3 pontos  
Tempo decorrido 3 minutos
Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas
respondidas incorretamente
Pergunta 1
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
c.
d.
A consideração da dimensão humana na vida social é ainda bastante carente de tratamento
ético. Com base nesta afirmação, pede-se que seja apontada a alternativa que contenha
um aspecto político e outro econômico dessa necessidade ética de humanização
institucional.
Eficiência crescente dos Estados na viabilização e suporte dos interesses
e ações corporativos é um dos traços mais importantes na
descaracterização política do uso do Estado nacional para o bem
comum.
Eficiência crescente dos Estados na viabilização e suporte dos interesses
e ações corporativos é um dos traços mais importantes na
descaracterização política do uso do Estado nacional para o bem
comum.
As proporções “objetivas” da vida, seja nas cidades, com suas
construções de toda a ordem, além das instituições e organizações, seja
nos espaços rurais com as facilidades para a globalização assumem um
gigantismo nunca visto.
As instituições de financiamento internacionais são importantes ao
crescimento da economia mundial.
As corporações demonstram bem a tese do gigantismo e da distorção da
intenção de origem.
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS
0,3 em 0,3 pontos
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_385354_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_385354_1&content_id=_4321756_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
e.
Comentário da
resposta:
A escala ou medida humana não pode ser o parâmetro no mundo
“globalizado”, pois é muito antiquado e atrapalha os negócios diminuir
tamanhos e velocidades.
Resposta: A
Comentário: A única alternativa que reúne aspectos econômicos e
políticos é a alternativa A, as demais tratam de apenas uma das
dimensões.
Pergunta 2
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
c. 
d. 
e.
Comentário da
resposta:
A política impõe-se às relações sociais, definindo-as quanto às intenções dos agentes em
situação desigual na sociedade. A partir da afirmação, é possível estabelecer a seguinte
consequência:
Toda classificação é um ato de poder, carrega valores e interesses, a
exemplo das hierarquizações procedentes dos organismos
internacionais, como FMI, Banco Mundial, OMC, ao indicar os parâmetros
ou ótimos de desenvolvimento a partir de si, de seus países sedes.
Toda classificação é um ato de poder, carrega valores e interesses, a
exemplo das hierarquizações procedentes dos organismos
internacionais, como FMI, Banco Mundial, OMC, ao indicar os parâmetros
ou ótimos de desenvolvimento a partir de si, de seus países sedes.
Negligenciar a consciência política é, às vezes, o melhor modo de resolver
os problemas estritamente econômicos, jurídicos, pessoais.
Mercado é uma categoria de difícil leitura política.
É preciso separar política de economia.
As técnicas são neutras, pois dependem exclusivamente de seus
atributos intrínsecos (internos).
Resposta: A
Comentário: A alternativa está correta, pois classificar é exercício de
relações sociais hierárquicas verticais; exercício desempenhado pelas
organizações mencionadas quando rotulam países como
subdesenvolvidos por não seguirem a cartilha de suas disposições e
ordens.
Pergunta 3
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a. 
b.
c.
d.
e.
Comentário da
resposta:
Assinale a alternativa correta quanto à relação entre política e poder.
O poder, em quaisquer de suas formas, está sempre na base das
organizações políticas.
Ambos são normalmente independentes.
As práticas políticas não requerem poder em seus contextos
psicossociais, tanto que Bauman destaca casos de sua retirada total
dos fazeres políticos.
Pode haver expressões de poder sem política, o que é muito comum
nas sociedades contemporâneas com altíssimos padrões de qualidade
de vida.
O poder, em quaisquer de suas formas, está sempre na base das
organizações políticas.
Qualquer sociedade é uma sociedade de poderes, mesmo em uma
associação apolítica.
Resposta: D
Comentário: O poder estará presente nas organizações políticas,
mesmo que de modo indireto, posto que estas sejam definidas e
caracterizadas por aquele.
Pergunta 4
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
Considere o fragmento:
“Em síntese: a abordagem liberal “resolve” o problema do Estado mediante a admissão –
sem prévia análise ou discussão – de uma série de pressupostos que afirmam a
neutralidade de classe do Estado e a ausência de concentrações significativas de poder
político nas mãos de alguns grupos privilegiados.”
Fonte: BORON, A. Estado, capitalismo e democracia na América Latina.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994. (p. 248-249).
A partir do trecho de A. Boron, assinale a alternativa correta quanto ao papel do Estado.
O Estado é, assim, para a abordagem liberal, não um agente
privilegiado e universalizante, mas uma mera estrutura a serviço da
nação.
O Estado é, assim, para a abordagem liberal, não um agente
privilegiado e universalizante, mas uma mera estrutura a serviço da
nação.
Não há outras interpretações sobre a posição e a organização estatal.
0,3 em 0,3 pontos
c.
d.
e.
Comentário da
resposta:
Boron é a favor dessa síntese, pois não há como o Estado deixar de ser
neutro.
O autor acredita na neutralidade do Estado conforme sua própria
declaração apontando que a abordagem liberal “resolve”.
Não há concentrações de poder nas sociedades, pois o Estado deve
funcionar como aparelho a ser administrado com atribuições de
gerência, de modo neutro.
Resposta: A
Comentário: A alternativa recoloca as ideias do enunciado e do
excerto nos mesmos termos funcionalistas.
Pergunta 5
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a.
b.
Em “O que é política”, Hanna Arendt reconhece o caráter existencial da política. Leia o trecho
a seguir.
“A política baseia-se na pluralidade dos homens”. Em seguida, acrescenta, “política trata da
convivência entre diferentes”. Assim, se a pluralidade implica coexistência de diferenças, a
igualdade a ser alcançada através desse exercício de interesses, quase sempre conflitantes,
é da liberdade e não a justiça, pois é aquela, a liberdade, que distingue ‘o convívio dos
homens na polis de todas as outras formas de convívio humano que eram bem conhecidas
dos gregos”.
Portanto, a igualdade (isonomia) quer dizer antes de tudo que todos têm o mesmo direito à
atividade política. Ela não é nem pode ser garantida por leis, pois estas decorrem de
acordos ou imposições que surgem no curso das relações humanas, ao passo que o ser
político, o cidadão, precede essas confabulações, e nesta condição promove ou não os
acertos que se inscrevem no convívio sempre contraditório da política enquanto ação ou
intervenção no seio da comunidade. “Nós estamos acostumados”, explica, “a entender lei e
direito no sentido dos dez mandamentos enquanto mandamentos e proibições, cujo único
sentido consiste em que eles exigem obediência”. A lei ordena e ao interditar movimentos e
ações “cria, antes de mais nada, um espaço no qual ela vale, e esse espaço é o mundo em
que podemos mover-nos em liberdade”.
PENNA,L. de A. O que é a política em Hannah Arendt? Rio de Janeiro: Universidade Federal
do Rio de Janeiro (UFRJ), [s.d.].
  
A partir das ideias desse trecho da resenha, assinale a afirmação com elas concordante.
Leis e contratos implicariam interdições e obrigações, e daí um campo
para a ação livre.
A política tem o efeito colateral de aprofundar as diferenças sociais
sendo essa, às vezes, sua finalidade.
É a justiça e não a liberdade que garante a coexistência das diferenças
e, portanto, a busca da igualdade.
0,3 em 0,3 pontos
c.
d.
e.
Comentário da
resposta:
A igualdade deve ser garantida por leis, permitindo, assim, a liberdade
no fazer político.
Leis e contratos implicariam interdições e obrigações, e daí um campo
para a ação livre.
A reflexão apresentada baseia-se no igualitarismo, reduzindo o papel
da liberdade.
Resposta: D
Comentário: A alternativa está correta em virtude de estabelecer a
relação entre a submissão original às regras sociais, como na visão
contratualista, que caracterizaria a liberdade daí advinda.
Pergunta 6
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a.
b.
c. 
d.
Em Espaço e Poder, Claval trata dos fundamentos ideológicos do mundo contemporâneo.
Examina ideologias sociais, iniciando pela Reforma e sua influência no contrato social. O
traço comum entre elas é um certo igualitarismo. O mito fundador é o do pacto “celebrado
entre todos os membros do povo de Deus” (p. 129). E segue:
“É possível fazer sobre esse mito do contrato social toda uma série de interpretações e de
filosofias políticas. Elas têm certos traços comuns. Elas despem as hierarquias religiosas
tradicionais de sua influência política: já não é mais em um além transcendente que a
autoridade encontra suas raízes”.
Fonte: CLAVAL, Paul. Espaço e poder. Rio de Janeiro, Zahar, 1979. (p. 130).
Considerando as informações, indique a alternativa correta quanto aos dois momentos
citados por Paul Claval.
Primeiramente, o mito fundador estabelece uma base comum ao povo
em questão, passando a modernidade a reestabelecer o mito em outro
patamar, a meio caminho entre sua origem e o esclarecimento
iluminista.
Claval está se referindo à passagem da filosofia para o pensamento
mítico.
O raciocínio do autor tem por objetivo criticar a filosofia política por
utilizar como matéria-prima o universo mítico.
Paul Claval não faz distinção entre as visões mítica e filosófica.
O poder, a autoridade em meio social, conforme o transcurso histórico,
volta a encontrar suas raízes nas narrativas ou mitos.
0,3 em 0,3 pontos
e.
Comentário da
resposta:
Primeiramente, o mito fundador estabelece uma base comum ao povo
em questão, passando a modernidade a reestabelecer o mito em outro
patamar, a meio caminho entre sua origem e o esclarecimento
iluminista.
Resposta: E
Comentário: Claval está se referindo ao desenvolvimento (histórico)
das formas de contrato social, do mítico ao religioso e filosófico.
Pergunta 7
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
No que diz respeito às relações entre filosofia, política e ciência política, inspirando-nos na
visão de Norberto Bobbio, assinale a alternativa que as apresente de modo correto.
Das inúmeras formas de relação entre as disciplinas filosofia política e
ciência política, uma delas parte da ideia da filosofia como metaciência, de
modo que a filosofia política teria como tarefa a investigação dos
pressupostos e das condições da validade da ciência e a análise da
linguagem política.
Os estudos do Estado e da política em geral constituem imenso campo de
investigação, dividido entre as duas disciplinas até didaticamente
similares: a filosofia política e a ciência política.
Na ciência política são compreendidos três tipos de investigação: a) da
melhor forma de governo ou da ótima república; b) do fundamento do
Estado ou do poder político com a consequente justificação (ou
injustificação) da obrigação política; c) da essência da categoria do político
ou da politicidade, com a prevalente disputa sobre a distinção entre ética e
política.
Por filosofia política entende-se hoje uma investigação no campo da vida
política capaz de satisfazer a essas três condições: a) o princípio de
verificação ou de falsificação como critério da aceitabilidade dos seus
resultados; b) o uso de técnicas da razão que permitam dar uma
explicação causal em sentido forte ou mesmo em sentido fraco do
fenômeno investigado; c) a abstenção ou abstinência de juízos de valor, a
assim chamada “avaloratividade”.
Cabe à ciência política se encarregar de valorar seu objeto de estudo de
modo que possa, de fato, contribuir com o conhecimento científico.
Das inúmeras formas de relação entre as disciplinas filosofia política e
ciência política, uma delas parte da ideia da filosofia como metaciência, de
modo que a filosofia política teria como tarefa a investigação dos
pressupostos e das condições da validade da ciência e a análise da
linguagem política.
0,3 em 0,3 pontos
Comentário da
resposta:
Resposta: E
Comentário: A alternativa faz menção a uma das acepções da filosofia
política, seu caráter epistemológico, que é o de checagem ou
verificação das construções científicas específicas.
Pergunta 8
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Comentário da
resposta:
O Estado é uma estrutura englobante e soberana. Assinale a alternativa que contradiga
essa afirmação.
Pode-se pensar o mercado totalmente separado do aparelho de
Estado.
Há tanta variedade de organizações estatais quantas sociedades
existem.
Pode-se pensar o mercado totalmente separado do aparelho de
Estado.
Podem ser reconhecidas no Brasil três formas históricas de
administração pública: a patrimonial, a burocrática e a gerencial.
O surgimento do Estado-nação moderno representa uma mudança
significativa no quadro de poderes ou forças dos agentes sociais.
A administração pública pode ser dividida em administração pública
direta e administração pública indireta.
Resposta: B
Comentário: Como apontado no próprio enunciado, o Estado é
unidade englobante, não podendo ser separado além da análise.
Pergunta 9
As instituições políticas
existentes, criadas para
ajudá-las a combater a
insegurança, são de
pouca ajuda. Em um
mundo que se globaliza
O segundo grau de horror político: a tirania do mercado político:
ou de como se trava a resolução de problemas, mesmo quando
a maioria dos eleitores iria, assim, ser atendida em seus
interesses.
Zigmunt Bauman e Jacques Généreux (nos trechos a seguir) falam, respectivamente, do
esvaziamento da política (poder retirado progressivamente da política) e da comercialização
do poder em um mercado político (os políticos profissionais vendendo seus programas aos
eleitores-clientes).
0,3 em 0,3 pontos
0,3 em 0,3 pontos
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
d. 
e.
Comentário da
resposta:
rapidamente, em que
grande parte do poder –
a parte mais importante
– foi retirada da política,
essas instituições não
podem fazer muito para
fornecer segurança ou
garantias. O que podem
fazer e o que fazem o
mais das vezes é
deslocar a ansiedade
difusa e dispersa para
um único elemento de
Unsicherheit – o da
segurança, único campo
em que algo pode ser
feito e visto.
Observação:
Unsicherheit é um termo
alemão que funde
experiências para as
quais outras línguas
podem exigir mais
palavras – incerteza,
insegurança e falta de
garantia.
Fonte: Em busca da
política, de Zigmunt
Bauman. Rio de
Janeiro: Zahar, 2000.
(p.13).
As famosas restrições externas, invocadas pelos governos para
explicar sua impotência, são álibis mascarando o imobilismo e a
covardia política. Os únicos constrangimentos reais são os
impostos pela competição eleitoral a curto prazo. Na disputa por
cédulas, a imobilidade é mais lucrativa que a coragem. Reformas
delicadas e políticas de longo prazo são descartadas por
governos que precisam de apoio amplo e imediato de seu
eleitorado. Numa democracia, a única maneira de obter uma
maioria dos cidadãos para as políticas de solidariedade é deixar
os efeitos perversos do egoísmo,da não partilha e da exclusão
social prolongarem-se por tempo suficiente.
De fato, um eleitorado muito desinformado sobre os custos e
sacrifícios associados às políticas que exige – e muito pouco
esclarecido por líderes covardes ou pouco confiáveis – exorta os
governos a se afastarem sempre das reformas de longo prazo,
que são fundamentalmente desejáveis. Eles praticam a
“estratégia da decadência social”: esperar até que um problema
se torne sério o suficiente para garantir que uma grande maioria
dos eleitores esteja plenamente ciente disso e aceite os custos e
as restrições que requer. Mas esta estratégia de decadência
esconde um círculo vicioso cujo resultado é incerto. De fato, se o
horror social que o rodeia leva a maioria dos cidadãos a desejar
uma sociedade mais solidária, também inflaciona o verdadeiro
projeto de solidariedade e pode dissuadir a mesma maioria de
pagar a conta. Corremos o risco de ser finalmente convertidos
aos benefícios da solidariedade, mas talvez tarde demais,
quando seu custo parece tão insuportável quanto sua ausência.
Fonte: “O horror político: o horror não é econômico”, de Jacques
Généreux. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. (C. 4, p.75-99).
Resumo do autor, disponível em: .
Acesso em 1.1.2018.
Assim posto, concluímos das mensagens dos autores que:
que a dimensão política da vida social explica a qualidade do progresso
e do desenvolvimento econômico.
a categoria de homoeconomicus, isto é, a redução das dimensões
sociais ao econômico, não é operacional aos agentes do mercado.
que os problemas sociais são basicamente econômicos; que superam
em muito aqueles de fundo político.
que a dimensão política da vida social explica a qualidade do progresso
e do desenvolvimento econômico.
o mercado é exclusivamente econômico.
não é possível haver esvaziamento da política, posto que estamos
imersos em seu exercício.
Resposta: C
Comentário: A dimensão política é aquela das decisões, seus meios e
fins (organizações e instrumentos) e por isso abarca escolhas e
consequências em todas as outras dimensões.
Pergunta 10 0,3 em 0,3 pontos
Quinta-feira, 13 de Março de 2025 14h36min41s BRT
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a.
b. 
c.
d.
e.
Comentário da
resposta:
Zygmunt Bauman, em seu livro “Em busca da política”, diz que:
“... a liberdade individual só pode ser produto do trabalho coletivo (só pode ser assegurada
e garantida coletivamente). Caminhamos, porém, hoje, rumo à privatização dos meios de
garantir/assegurar/firmar a liberdade individual” e também da “utopia e dos modelos do
bem (com os modelos de ‘boa vida’ expulsos e eliminados dos modelos de boa sociedade)”.
E continua: “A arte de reinventar os problemas pessoais sob a forma de questões de ordem
pública tende a se definir de modo que torna excessivamente difícil ‘agrupá-los’ e
condensá-los numa força política”.
Com base nessa análise, podemos, NECESSARIAMENTE, afirmar que:
Há, de um lado, uma abertura de horizontes individuais de toda espécie,
pulverizando as intenções e dificultando o encontro de interesses
coletivos, públicos; de outro, uma falta de habilidade para dar forma a
essa miríade de desejos e necessidades que os integrariam em partidos
políticos, por exemplo.
Um partido político é a viabilização de uma parte dos interesses de uma
dada sociedade, em um movimento universal de intensificação de
interesse pela vida pública.
Privatizar é sempre ruim.
O autor concorda que cada um tem que zelar pela própria vida
privadamente, não caindo nas tentações de querer mudar o mundo pelo
idealismo.
Há, de um lado, uma abertura de horizontes individuais de toda espécie,
pulverizando as intenções e dificultando o encontro de interesses
coletivos, públicos; de outro, uma falta de habilidade para dar forma a
essa miríade de desejos e necessidades que os integrariam em partidos
políticos, por exemplo.
A liberdade individual é nociva, posto que só o coletivo importa ao fazer
político.
Resposta: D
Comentário: A alternativa D é a única que atende plenamente ao
enunciado, posto que apresenta o aumento de liberdade junto com as
dificuldades de encaminhar politicamente projetos e anseios.
← OK

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